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Resgatou um animal? Veja o que fazer nos primeiros dias do seu novo pet em casa

Da rua para o lar: resgatar é um ato de cuidado, assim como zelar pela saúde do animal

Resgatar um animal de rua é um ato de amor e que proporciona enorme alegria – tanto para o pet, quanto para o responsável. Animais resgatados muitas vezes são vítimas de maus-tratos e de abandono logo quando nascem, e são expostos a diversas dificuldades no tempo de vida que passam sem um lar. Tais experiências podem impactar negativamente sua saúde e, ao adotar um bichinho com esse histórico, é preciso que o novo responsável esteja preparado para oferecer atenção e suporte veterinário desde o primeiro momento – um compromisso que exige responsabilidade, mas é recompensado com um afeto incondicional. 

O primeiro passo após o resgate deve ser a avaliação veterinária. Muitos animais de rua sofrem de desnutrição, infecções, verminoses e doenças silenciosas – que podem não ser identificadas inicialmente, mas que são perigosas tanto para o pet, quanto para as pessoas e outros pets que irão conviver com o novo integrante da família. A consulta com um médico-veterinário permite uma avaliação inicial para identificar possíveis doenças infecciosas, parasitárias ou qualquer alteração que precise de atenção imediata, além de uma análise sobre aspectos como idade, expectativa de tamanho e temperamento.  Por isso, a busca pelo especialista é extremamente necessária. 

Após a primeira visita ao médico-veterinário e os devidos procedimentos para estabilizar a saúde do pet, é necessário realizar a desparasitação, que inclui vermifugação e controle de pulgas e carrapatos. Na sequência, é preciso iniciar o processo de vacinação, para que o animal se recupere completamente e esteja preparado para uma convivência saudável no novo lar. 

Paula Pinheiro, médica-veterinária e Coordenadora de Serviços Técnicos de Animais de Companhia na Zoetis, explica que “o resgate de um animal em situação de abandono exige atenção imediata à saúde do pet e ao controle sanitário do ambiente onde ele será inserido. Do ponto de vista clínico, é fundamental adotar um protocolo de avaliação e tratamento que contemple diagnóstico inicial, controle de parasitas e imunização”.  

A Zoetis, líder global em saúde animal, oferece uma linha completa de produtos antiparasitários: Simparic® é um comprimido saboroso para cães que oferece proteção e tratamento contra carrapatos, pulgas e três tipos de sarnas por até 35 dias; EctoFend®, coleira recém-lançada pela companhia, protege cães contra pulgas e mosquito-palha, transmissor da Leishmaniose Visceral Canina, por até por 6 meses, e por pelo menos 5 meses contra carrapatos (com ação de até 8 meses como auxiliar no controle de carrapatos); já Revolution Plus®, outra adição recente no portfólio, é uma pipeta antiparasitária para gatos que age contra carrapatos, pulgas, vermes intestinais, sarna otodécica e verme do coração por até 35 dias. Além de garantir o bem-estar do pet, ao incorporar esses medicamentos ao protocolo de acolhimento é possível prevenir a transmissão de doenças a outros animais e pessoas, promovendo um ambiente mais seguro e saudável para todos. 

Por fim, é essencial respeitar o tempo de adaptação do pet, especialmente se houver outros animais em casa. Cada animal possui o seu próprio ritmo para se sentir seguro no novo ambiente, e tentar apressar essa fase pode aumentar o estresse. Proporcionar um espaço tranquilo, oferecer uma alimentação adequada e manter o acompanhamento veterinário são atitudes que fazem toda a diferença nesse processo.  

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