Autor: agitosp

  • 127 e 220 Volts: quais são as diferenças?

    Padrões de tensão 127 e 220 Volts: entenda as diferenças entre as tensões elétricas fornecidas em cada instalação

    O que são as tensões elétricas disponíveis para o funcionamento dos equipamentos elétricos em casa?

    Antes de realizar o projeto elétrico, é fundamental verificar quais as tensões disponíveis na cidade/Estado, uma vez que o Brasil disponibiliza basicamente duas tensões: 127 e 220 V. Cada instalação demanda um projeto elétrico específico| Foto: Pexels

    Equipamentos elétricos e eletrônicos funcionam nas tensões 127 V ou 220 V: quando se faz um projeto elétrico, é necessário averiguar as especificações da localidade onde se está construindo ou reformando para saber qual a voltagem elétrica disponibilizada pela empresa responsável pelo fornecimento. Essa informação é de extrema importância, uma vez que no Brasil não existe um padrão nos Estados e essa variação pode acontecer mesmo entre municípios pertencentes a uma mesma unidade Federativa.

     

    Segundo Nelson Volyk, gerente de Engenharia de Produto da Sil Fios e Cabos Elétricos, a distinção surgiu desde o início do processo de instalação das redes elétricas no país, entre os séculos XIX e XX. “Oriundas de diversos partes do mundo, várias companhias vieram para o Brasil e, nesse momento, não tínhamos um padrão estipulado por aqui”, relata. Dados da ABRADEE (Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica) mostram que os Estados das regiões Sudeste, Norte e parte do Centro-Oeste utilizam a tensão 127 V, enquanto o Sul e alguns Estados do Nordeste utilizam 220 V. 

    Líder de mercado na produção e comercialização de fios e cabos elétricos de baixa tensão de até 1kV, a Sil Fios e Cabos Elétricos é reconhecida, em todo país, como referência em alta qualidade, tecnologia e inovação com produtos para instalações em residências, indústrias e condomínios, entre outros. Acompanhe o guia realizado pela empresa com os principais esclarecimentos sobre as tensões de 127 e 220 V.

    No cotidiano dos brasileiros, ter ciência sobre a tensão elétrica 127 V ou 220 V é fundamental para a adequação dos circuitos elétricos durante a realização das instalações dos projetos residenciais e comerciais, bem como na aquisição dos aparelhos eletroeletrônicos | Foto: Freekip

    O que muda de uma voltagem para a outra?

    Quando um fabricante elabora um produto elétrico, parte-se do princípio de que a sua alimentação acontecerá por meio de uma pilha ou tomada – nesse caso, também pode ser bivolt, como a maioria dos produtos atuais, mas para produtos de maior consumo elétrico, geralmente são 127 V ou 220 V.

    O gasto elétrico de um produto não tem relação com a sua tensão elétrica. Isto significa que dois produtos de mesma potência elétrica podem ser fabricados para serem ligados em tensões diferentes e o que define o consumo é justamente a potência do produto, independentemente de ser 127 V ou 220 V.

    Para mesma potência elétrica, um produto 127 V consome mais corrente elétrica que um de 220 V, devido à seguinte fórmula: 

    P = V x I

    P – Potência elétrica em Watts (W)

    V – Tensão elétrica em Volts (V)

    I – Corrente elétrica em Ampère (A) 

    Dessa forma um chuveiro de 7500 W, fabricado com resistência para 127 V, possui uma corrente elétrica maior, se comparado com uma resistência para 220 V. De acordo com o especialista da Sil, o equipamento 127 V necessitará de um condutor elétrico de maior seção nominal se comparado com um de mesma potência ligado em 220 V, deixando a instalação elétrica mais cara.

    Ele também faz a ressalva para que um produto 127 V não seja ligado em uma tomada 220 V. “Por não ser elaborado para trabalhar com uma tensão mais elevada, é fato que o equipamento queimará. Pensando em uma situação inversa, não haverá danos, mas seu funcionamento não será o esperado”, orienta Nelson.

    Vale ressaltar que a tarifa mensal não é impactada pela tensão e muitos erram ao considerar que os aparelhos de 220 V são os vilões. “A potência (em Watts) e o tempo de uso do equipamento são os fatores que influenciam o consumo de energia elétrica”, detalha o gerente da Sil.

    Atualmente, produtos com menor consumo são fabricados para serem ligados em qualquer tomada, ou seja, ele reconhece a tensão que foi conectado. Estes produtos bivolts permitem o funcionamento em qualquer uma das tensões, sem comprometer o funcionamento, eliminam a preocupação de usuários que se movimentam de uma cidade para outra e não sabem se o seu aparelho está adequado para funcionar na voltagem disponível. “O sistema presente em notebooks,e carregadores de celular são casos clássicos de bivolts”, detalha o especialista.

    Instalação das tensões de 127 e 220 V

    No Brasil, a Norma Brasileira de Instalações Elétricas de Baixa Tensão (NBR 5410) estabelece como padrão as seguintes cores:

     – Azul-claro para condutores neutros;

    – Verde ou verde/amarelo para condutores de proteção, também conhecido como terra.

     As demais cores possuem uso livre e só não podem ser utilizadas como neutro e terra.

    De acordo com a Sil Fios e Cabos Elétricos, a NBR 5410 determina as cores dos revestimentos de acordo com a função do condutor. A empresa produz os materiais em diversas cores como preto, vermelho, branco, cinza, amarelo, azul-claro, verde e verde com uma listra amarela (brasileirinho) | Foto Freepik

    A diferença de cor é essencial em umainstalação elétrica. Para uma tomada de 127 V, o profissional manuseará um condutor com isolação azul-claro, saindo do barramento neutro do quadro de distribuição e um condutor fase (de qualquer cor, exceto azul-claro e verde ou verde/amarelo) saindo do disjuntor. Para o condutor terra, o profissional usará o cabo da cor verde ou verde/amarelo. 

     

    Já as tomadas de 220 V utilizam dois condutores fase saindo de um disjuntor bipolare o condutor terra na cor verde ou verde/amarelo. Como vimos acima, as cores das fases são livres, não sendo permitido o azul-claro e verde ou verde/amarelo. Em algumas regiões do Brasil, é possível encontrar a tomada de 220 V formada por um condutor fase e um neutro.

  • Flórida Central está bombando na primavera

    A temporada de Spring Bloom no Bok Tower Gardens e o maravilhoso aroma de flores de laranjeira no ar sinalizam a chegada da primavera na Flórida Central.

    O clima agradável e o sol quente da Flórida são convidativos e o Condado de Polk, na região central do Estado, oferece muitas atrações e eventos exclusivos para os visitantes aproveitarem. Aqui listamos algumas sugestões, mas, não deixe de conferir o calendário de eventos esportivos e de turismo para obter as informações mais atualizadas sobre tudo o que há para ver e fazer!

    • SUN ‘n FUN Aerospace Expo: de 28 de março a 2 de abril. Este grande evento de aviação, conhecido como “Spring Break for Pilots”, contará com os U.S. Navy Blue Angels. Esse é o segundo maior evento do tipo no mundo e atrai, anualmente, mais de 200 mil pilotos e entusiastas para a Flórida Central.
    • Páscoa no Bok Tower Gardens: 9 de abril. Os participantes do 97º Serviço Anual do Amanhecer da Páscoa têm entrada gratuita entre 6h e 8h. O evento tem sido uma tradição anual desde 17 de abril de 1927, tornando-se o mais antigo em execução contínua no Bok Tower Gardens.
    • Festival Mayfaire by-the-Lake Art: 13 a 14 de maio. Este festival de belas artes começou como uma pequena mostra de artesanato, em 1971, e se tornou um dos mais prestigiados festivais ao ar livre com júri na Flórida. O evento gratuito de 2 dias ocorre todos os anos no fim de semana do Dia das Mães.
    • Rodeios de sábado à noite no Westgate River Ranch Resort: uma tradição de longa data para muitas famílias que visitam a Flórida Central, o premiado rodeio apresenta montaria, truques e artifícios, além das famosas palhaçadas.
    • Shows gratuitos de esqui aquático: realizados no 3º sábado de cada mês, no Lake Silver, em Winter Haven, pela mundialmente renomada equipe de esqui aquático Cypress Gardens. Próximo show — sábado, 15 de abril.

    FICA A DICA!
    Em janeiro, o LEGOLAND Florida Resort inaugurou sua mais nova atração, a Pirate River Quest. Os visitantes navegam com uma turbulenta tripulação de piratas LEGO sob as ordens do capitão para explorar as águas turvas e recuperar o tesouro perdido, roubado por uma tropa de travessos macacos. Uma aventura pelas águas dos lendários Cypress Gardens em meio a segredos que protegem seus canais.
     

    DESCONTOS E PROMOÇÕES
    Adventure On Tap: Central Florida Craft Beer Pass — Visite as cervejarias artesanais em destaque no Condado de Polk e faça o check-in no passe para resgatar ofertas especiais e se qualificar para prêmios. 
     

    Polk Savings Pass — Descontos exclusivos e ofertas especiais para restaurantes locais, lojas, acomodações e muito mais!

  • SeaWorld Abu Dhabi será inaugurado em 23 de maio

    O SeaWorld Parks & Entertainment, organização líder em parques temáticos, anunciou que o SeaWorld Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, será inaugurado em 23 de maio de 2023. Neste novo parque, os visitantes poderão vivenciar a história “One Ocean”, que celebra a conexão entre a vida na terra e nos oceanos, por meio de oito áreas imersivas que oferecerão encontros com animais, atrações emocionantes, entretenimento inspirador, bem como experiências gastronômicas e de compras. 

    Em colaboração com a Miral, criadora de experiências no destino, as oito áreas imersivas do SeaWorld Abu Dhabi poderão ser exploradas em seus cinco andares, que totalizam aproximadamente 183.000 m2. Entre as diferentes áreas, se destaca a “Endless Ocean”, que contará com o maior aquário multiespécie do mundo, com capacidade para mais de 25 milhões de litros de água. Localizado na Ilha Yas, em Abu Dhabi, o parque apresentará mais de 100 mil animais, incluindo espécies de aves, peixes, mamíferos e répteis. Os habitats foram projetados sob medida usando tecnologia de ponta e seguindo os mais altos padrões de bem-estar animal.

    O Chairman do SeaWorld Parks & Entertainment, Scott Ross, compartilhou: “Estamos muito entusiasmados em compartilhar que o tão esperado SeaWorld Abu Dhabi abrirá suas portas muito em breve. Não poderíamos estar mais orgulhosos em inaugurar nosso primeiro SeaWorld fora dos Estados Unidos com parceiros tão dinâmicos e inovadores como a Miral e os Emirados Árabes Unidos. É por meio da força de nossa parceria, apoio mútuo e compromisso que trazemos essa incrível experiência para a Ilha de Yas. Por anos, nossas equipes de especialistas, cientistas e engenheiros trabalharam ao lado da equipe visionária da Miral, liderando arquitetos e projetistas para desenvolver um parque de última geração. O SeaWorld Abu Dhabi está pronto para redefinir os padrões de excelência de parques temáticos de vida marinha em todo o mundo, colocando o bem-estar e o cuidado com os animais como ponto mais importante do projeto. O resultado é uma experiência enriquecedora e imersiva para nossos visitantes. Em todas as oito áreas, a história do “One Ocean” ganha vida em ambientes dinâmicos e com experiências divertidas e educativas que inspiram visitantes de todas as idades a se interessarem e zelarem pelo futuro dos nossos oceanos”.

    Projetado de acordo com os padrões da Associação de Zoológicos e Aquários (AZA, sigla em inglês) e da American Humane, o SeaWorld Abu Dhabi apresenta habitats de vida marinha de última geração, que permitirão que diferentes espécies de peixes, aves e outros animais vivam em harmonia, assim como na natureza. Outras estratégias foram utilizadas para proporcionar o melhor bem-estar animal, incluindo sistemas exclusivos que recriam padrões encontrados na natureza, como o Sistema Avançado de Iluminação Animal (AALS, sigla em inglês) que projeta luz diurna e noturna, respeitando a sazonalidade, ao mesmo tempo em que proporciona benefícios para a saúde dos animais. Outro exemplo é o Sistema de Apoio à Vida Animal (ALSS, sigla em inglês), tecnologia que gerencia a qualidade da água para apoiar a diversidade de peixes e mamíferos que convivem nestes ambientes.

    Com base na interconectividade entre todos os tipos de vida na terra e nos oceanos, o SeaWorld Abu Dhabi levará os visitantes para uma jornada sobre a natureza, com áreas que representam os trópicos, a costa rochosa do Noroeste Pacífico dos Estados Unidos, o Golfo Pérsico, a pluralidade dos oceanos, a diversidade dos ecossistemas, e muito mais.

    A aventura no parque começa no “Abu Dhabi Ocean”, onde os visitantes são levados às margens do Golfo Pérsico para aprender mais sobre a tradição histórica dos Emirados Árabes no comércio de pérolas. Essa área permite que os visitantes encontrem animais nativos da região e de proximidades. Além disso, conta com diferentes opções para refeições como a Matbakh Ummi, uma experiência gastronômica de culinária Árabe. Essa seção também será o ponto inicial para os visitantes que desejarem participar do jogo interativo S·E·A Guardian que se desenvolve ao longo de todo o percurso.

    Seguindo adiante, a “Polar Ocean” abriga duas áreas que levam os visitantes da região gelada da Antarctica até o biodiverso Ártico, ilustrando como esses ambientes extremos formam parte essencial da história “One Ocean”. Aqui é possível conhecer a colorida vila Juhani e seu porto, retratando a vida no Polo Norte, lar de espécies incríveis como as morsas. O local também simula as temperaturas encontradas nas regiões polares do planeta, criando um ambiente adequado para animais como os pinguins.

    Situada no centro do parque, a área “One Ocean” leva a outros setores do parque e apresenta o “One Epic Ocean”, uma história multimídia projetada em uma tela 360 graus. Também no coração do novo SeaWorld está o Animal Care Center, onde os visitantes são convidados a observar veterinários e especialistas em sua rotina de cuidados 24 horas.

    Chegando ao “MicroOcean”, todos poderão compreender que o pequeno é tão importante quanto o grande, pois se sentirão encolhidos e enxergarão o mundo pela perspectiva dos plânctons. Essa é a oportunidade perfeita para explorar as riquezas quase invisíveis dos oceanos em uma experiência imersiva e educativa. A “MicroOcean” conta com atrações familiares, áreas para diversão das crianças menores, encontros com personagens, lojas e atividades que guiam os aventureiros por uma jornada inesquecível.

    Já a “Endless Ocean” abriga o maior aquário multiespécie do mundo, com observatórios impressionantes e uma janela de mais de 20 metros chamada de Endless Vista. Serão mais de 68 mil animais neste habitat inspirador, incluindo tubarões, arraias, enguias e muitas outras espécies que representam a vasta diversidade dos oceanos.

    A maior área do parque, “Tropical Ocean”, representa o clima tropical, trazendo ao ambiente diversas cores, cachoeiras e uma lagoa cristalina. Aqui, os visitantes poderão avistar golfinhos, além de flamingos e aves tropicais como tucanos em um aviário exuberante. Nesta área também está uma montanha-russa emocionante, bem como lojas e opções de refeições deliciosas acima e abaixo da água.

    Em direção ao Noroeste Pacífico dos Estados Unidos, a “Rocky Point” apresenta uma enseada com leões marinhos e oportunidades únicas de interagir com esses animais. Essa área também inclui habitats dinâmicos com temperaturas que simulam a região representada.

    Ao lado do SeaWorld Abu Dhabi está localizado o Yas SeaWorld® Research & Rescue, o primeiro centro de pesquisa, resgate e reabilitação dedicado aos animais marinhos da região, servindo como um verdadeiro hub de ciência avançada e um contribuidor chave para a conservação da vida marinha nos Emirados Árabes Unidos e regiões próximas. O Yas SeaWorld Research & Rescue foi inaugurado em fevereiro de 2023.

  • Conhecemos o Eldorado Atibaia Eco Resort

    Conhecemos o Eldorado Atibaia Eco Resort

    Pertinho de SP fica o Eldorado Atibaia Eco Resort.

    O hotel tem fácil acesso pela Rod. Fernão Dias e eles possuem a política de que escolheram ser Pet Friendly. Cães 🐶 e gatos 🐱 de até 15kg são bem-vindos e há uma taxa de R$100/dia.

    No momento do check-in é necessário apresentar a carteirinha de vacinação e assinar um termo Pet. Além das chaves do quarto, você recebe um cartão de vale toalha da piscina.

    O estacionamento é gratuito e descoberto. Ao lado fica o prédio central onde no térreo fica a recepção, restaurante e dois andares com os quartos. As alas tem os nomes das estações do ano e ficamos na ala Primavera 🌻.

    Para identificação dos quartos que possuem dogs, eles colocam na porta uma folha com os dizeres “Pet em férias”.

    O quarto é confortável e aconchegante. Possui:

    🛌 cama king size

    🛏️ cama de solteiro

    📺 TV

    ❄️ frigobar com água cortesia

    💨 ar condicionado

    🪟 vista para a piscina

    💡 abajur

    🧺 armário

    🧴 refil de sabonete e shampoo líquido (bem cheiroso)

    🚿 ducha

    Ao chegarmos, tinha uma cartinha e mimo para nós. Para os dogs tem potinho de água e comedouro, caminha e tapetinho higiênico.

    Em frente do prédio do Eldorado Atibaia tem uma pracinha com saquinhos cata caca e lixeiras, onde os dogs podem passear.

    No térreo do prédio você encontra:

    🛋️ sofás e poltronas

    🎤 salões para eventos

    💪🏻 academia

    🧸 brinquedoteca

    🎱 salão de jogos e sinuca

    👩🏼‍🍳 restaurante

    Na área de lazer, o hotel dispõem:

    🏊🏻‍♂️ piscina semi olímpica externa com salva-vidas

    🏊🏻‍♀️ piscina aquecida

    🍹 bar da piscina

    👧🏼 área kids com piscina, playground, casa de bonecas e casa da árvore

    🎾 quadra de tênis

    🏐 quadra de vôlei de praia

    ⚽️ quadra gramada de futebol

    🌴 grande área gramada com árvores para passear

    Em todas as áreas há plaquinhas informando onde os dogs 🐶 podem circular e também cata caca e lixeiras espalhadas pelo hotel.

    O Eldorado Atibaia trabalha com pensão completa nas diárias (exceto bebidas), o que é uma mão na roda para você não precisar se preocupando em sair do hotel ou pedir delivery.

    Há um salão externo coberto, com ventiladores, onde os dogs 🐶 podem acompanhar durante as refeições.

    São três refeições com horários bem flexíveis:

    ☕️ Café da manhã: das 7 às 10 horas

    🍴 Almoço: das 12 às 15 horas

    🍴 Jantar: das 19 às 22 horas

    Servido em formato de buffet, no café da manhã há opções de frios, pães, mini sonho, bolos, ovos mexidos, bacon, salsicha, pão de queijo, mini croissant, cereais, sucos, leite, café e iogurte.

    No buffet há opções de saladas, pratos quentes e sobremesas.

    Às sextas-feiras tem o happy hour a partir das 17:30 com música ao vivo e petiscos.

    No almoço do sábado tem feijoada com os pertences separados em cumbucas. À noite, além do buffet, teve pizza e hambúrguer.

    Nós tivemos uma boa experiência e o Lucky e a Peppa se divertiram bastante.

    Aproveite para seguir @eldoradoatibaia para conhecer mais sobre o hotel e ficar ligado nas promoções.

    Nossos agradecimentos à atenção e atendimento do Vinicius e Jessica da recepção, Ludmilla do restaurante, Andrea que cuidou do nosso quarto, Rafael da jardinagem e a divertida equipe de recreação

    Confira mais fotos em nossa fan page e relembre nossos Stories

    📍 Rua Gennaro Ricco, s/n

    🚗 Estacionamento gratuito

    [+] info Trip

    🧭 Distância de SP: aprox. 61 km

    🛣️ Pedágios: 2 (ida e volta) $5,60

  • Aumento da obesidade preocupa

    Problema é fator de risco para várias doenças, como o Acidente Vascular Cerebral, alerta Rede Brasil AVC

    Em março, o alerta à obesidade é intensificado (em 4/3 foi celebrado o Dia Mundial da Obesidade) e a questão é reforçada ao longo de todo o mês. O problema, que é fator de risco para diversas doenças, como o AVC (Acidente Vascular Cerebral) – uma das principais causas de morte ou de incapacidade com sequelas permanentes no Brasil e no mundo -, atinge cerca de 22% dos brasileiros. Além disso, 57% estão com sobrepeso.

    Uma situação fortalece a preocupação: a obesidade infantil. Segundo dados da plataforma Sisvan (Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional) do Ministério da Saúde, em 2018, a proporção de crianças com obesidade e obesidade grave eram de 8,9% e 4,99%, passando para 10,15% e 6,03%, respectivamente, em 2022. Em números absolutos, são quase 500 mil crianças nesta faixa etária com obesidade no país, das quais 330 mil têm obesidade grave. Evidências científicas apontam que crianças com excesso de peso têm mais chances de se tornarem adultos obesos.

    De acordo com projeção da ONG World Obesity Federation, a qual consta no atlas da World Obesity de 2023, mais da metade da população mundial (51%) viverá com sobrepeso ou obesidade em 2035. Isso significa que daqui a 12 anos cerca de 4 bilhões de pessoas terão um índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 25 kg/m².

     

    Obesidade e AVC

    Estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, indicou que o volume da circunferência abdominal está intrinsecamente relacionado ao maior risco de AVC isquêmico e hemorragia cerebral.

    “A obesidade é caracterizada pelo excesso de células gordurosas no corpo e, entre os problemas que isso causa, estão hipertensão e diabetes, dois dos principais fatores de risco para a ocorrência de um AVC”, fala a presidente da Rede Brasil AVC e da Organização Mundial de AVC (World Stroke Organization), Sheila Cristina Ouriques Martins.

    Existem dois tipos de AVC: o isquêmico, ocorre quando falta sangue em alguma área do cérebro e que corresponde entre 80% e 85% dos casos. Já o hemorrágico, acontece quando um vaso (do tipo artéria, raramente uma veia) rompe.

    A especialista ressalta que, em grande parte dos casos, o AVC pode ser evitado em até 90% dos casos, quando os fatores de risco são controlados. “Um estilo de vida saudável, com a prática de atividade física, uma alimentação balanceada, reduzindo a ingestão de sal e do sódio presente em produtos industrializados, e consumindo vegetais, frutas, legumes e grãos integrais nas refeições diárias, além de não fumar e diminuir ou eliminar o consumo de bebidas alcoólicas, são as melhores armas para combater o AVC”, salienta.

    Sinais e socorro rápido

    Entre os principais sinais de um AVC, estão a perda de força súbita e/ou dormência súbita de um braço e/ou perna e/ou face, especialmente em metade do corpo; dificuldade de falar ou entender a fala; tontura; alterações visuais súbitas em um olho, nos dois olhos ou na metade de cada olho; dor de cabeça súbita e intensa, diferente do habitual. “Ao suspeitar que uma pessoa esteja tendo um AVC, peça para ela sorria e veja se um lado do rosto não mexe. Verifique também se a pessoa consegue elevar os dois braços como se fosse abraçar, ou se um membro não se move e se apresenta fala enrolada”, explica a neurologista.

    Quando o Acidente Vascular Cerebral ocorre, o tempo é precioso, já que, a cada minuto em que o AVC isquêmico não é tratado, a pessoa perde 1,9 milhão de neurônios. “Por isso, identificar rapidamente os sinais do AVC e o socorro ágil evitam o comprometimento mais grave que pode deixar sequelas permanentes, como redução de movimentos, perda de memória, prejuízo à fala e diminui drasticamente o risco de morte”, conclui.

  • Você passeia com seu cão solto? Não deixe de ler

    Sem coleira: Tudo o que você precisa saber se passeia com seu cão solto

    O passeio é um momento diário importante para o cachorro, pois é quando consegue expressar os comportamentos naturais da espécie, como cavar, farejar, marcar território, gastar energia física e mental.

    Muitos donos, inclusive, o levam ao passeio sem coleira, geralmente com a justificativa de dar mais liberdade a ele, ou reforçando que é bem treinado e obediente.

    No entanto, a escolha de passear com o peludo solto pode trazer sérios riscos e consequências – ao próprio cachorro, ao seu tutor e aos demais (humanos e não humanos) em seu redor.

    De acordo com Camilli Chamone, geneticista, consultora em bem-estar e comportamento canino e criadora da metodologia neuro compatível de educação para cães no Brasil, há humanos que acreditam ter total domínio sobre o cachorro – algo, segundo a ciência, ilusório. “Não temos esse controle absoluto nem sobre nós mesmos, cujo cérebro é o mais desenvolvido. Em momentos de raiva, uma pessoa é capaz de falar o que não deve e se arrepender depois, ou machucar psicológica e fisicamente alguém. Estes são exemplos de comportamentos nocivos, que provam que o autocontrole absoluto não existe. Como, então, conseguiríamos controlar 100% um terceiro – e, pior, um animal?”, reflete.

    Ou seja, ainda que o cão tenha uma rotina de passeios há anos, solto e sem nenhum problema, isso não assegura o controle do dono e não traz segurança para o futuro.

    Além da falta de controle humano, outro fator de perigo para andar com o cachorro solto se relaciona com o fato desse animal (independentemente do tamanho ou raça) ter o desenvolvimento cognitivo e emocional equivalente ao de uma criança de dois anos de idade. 

    “Se for exposto a situações consideradas ameaçadoras (como buzinas, rojões, trovões, veículos em movimento, animais passando, pessoas gritando ou se locomovendo), o cérebro do cão vai reagir imediatamente, e não racionalizar diante do fato. Assim, ele pode institivamente fugir, causando uma série de transtornos:pessoas (em especial crianças e idosos, mais vulneráveis) correm o risco de caírem e ‘serem atropeladas’; também há chances de acidentes no trânsito, capazes até de matar o animal, o condutor ou outras pessoas que sequer deram causa à situação. Ainda sob ameaça, o cão pode atacar a qualquer momento, causando desde ferimentos até fatalidades – mesmo que nunca tenha mordido ninguém antes“, enumera a geneticista.

    Por isso, os riscos não são apenas do cão e do dono, e é preciso lembrar que a rua é um ambiente do povo, que deve ser respeitado. A lógica vale para todas as raças e portes, pois “o cérebro de um shitzu, por exemplo, funciona exatamente da mesma forma que o cérebro de um pastor alemão ou de um cão sem raça definida” – exemplifica Chamone.

    Assim, é importante que os donos entendam que o equipamento de passeio é uma ferramenta de segurança, pois minimiza todos esses riscos. “Ele tem função semelhante à de um cinto de segurança: quando os humanos entram no carro e colocam o cinto, o objetivo não é educar o motorista a dirigir, mas sim proteger quem está dentro do veículo, caso aconteça um incidente. Com o cão é a mesma lógica: a coleira funciona como um ‘cinto’, protegendo-o de cenários que o coloquem em risco”.

    E, como o equipamento não tem o objetivo de educar ou de punir, não é necessário usar no cachorro algo que o machuque ou cause desconforto, como, por exemplo, o enforcador. “Basta ter um peitoral confortável e uma guia – inclusive uma mais longa, se o dono assim desejar, para que o animal possa explorar melhor o ambiente e desfrutar a liberdade de um passeio com segurança e tranquilidade”, assegura.

    Legislação e bom senso

    Há leis estaduais e municipais que proíbem cachorro na rua sem equipamento de passeio, prevendo multas e apreensão do animal, a depender do local. Além disso, o Artigo 159 do Código Civil menciona dano a terceiro e o dever de indenizar – neste caso, se já tiver acontecido algo drástico, como uma agressão.

    Ainda assim, a legislação é pouco respeitada no dia a dia. “Em meus atendimentos, as pessoas relatam sofrer cotidianamente com o comportamento de donos que andam com cães sem a guia, em várias partes do País. Muito se fala sobre corrupção e não obediência às leis, mas pouca atenção se dá a quem comete pequenos delitos, que também infringem a liberdade e o bem-estar das pessoas. Isso indubitavelmente deveria ser repensado como um valor moral”, opina a geneticista.

    Para ela, viver no coletivo exige consciência e bom senso, algo que começa com atitudes básicas – como passear com o peludo preso à guia. “Esta é uma forma de manter a consideração e o respeito às pessoas, aos animais e ao espaço coletivo em que vivemos e compartilhamos”, finaliza Chamone.

  • Diabetes na infância pode afetar a visão


    Grande parte das crianças com diabetes juvenil podem desenvolver a retinopatia diabética após 20 anos do diagóstico

    O diabetes desenvolvido na infância pode afetar a visão. Por isso, crianças com diabetes precisam de acompanhamento oftalmológico a partir do diagnóstico da doença.

    O diabetes afeta cerca de 1 milhão de crianças e adolescentes no Brasil, segundo dados da ADJ (Associação de Diabetes Juvenil). A doença causa diversas alterações no sistema circulatório, inclusive nos vasos que nutrem a retina. Ao longo do tempo, esses danos nos vasos podem causar a retinopatia diabética.

    Infelizmente o risco de desenvolver a retinopatia diabética está diretamente ligado à duração da doença. Estudos apontam que após 20 anos, cerca de 99% dos pacientes com diabetes juvenil e 60% daqueles com diabetes tipo 2 podem desenvolver problemas na retina.

    Como o diabetes na infância afeta a visão

    Segundo a oftalmopediatra Dra. Marcela Barreira, o diabetes afeta a metabolização da glicose devido a insuficiência da insulina, hormônio produzido pelo pâncreas.

    “As alterações nos níveis da glicose produzem substâncias que se acumulam nas paredes dos vasos sanguíneos. Como a retina é extremamente vascularizada, podem ocorrer complicações com o passar do tempo, como sangramento e crescimento de neovasos”.

    O diabetes também pode levar ao estreitamento dos vasos sanguíneos. A consequência é a má circulação, que também afeta a retina. Naturalmente, a retinopatia diabética não ocorre nos anos iniciais da doença.

    “Ao longo dos anos, devido ao descontrole das taxas de glicose, os danos vasculares podem sim afetar a saúde ocular. Portanto, quando há o diagnóstico do diabetes, seja o juvenil ou tipo 2, os pais precisam realizar o acompanhamento com um oftalmologista infantil. Precisamos lembrar que se trata de uma doença crônica, portanto as consultas e exames devem ser periódicos ao longo da vida”, reforça Dra. Marcela.

    É possível prevenir danos na retina?

    “Quando as crianças desenvolvem o diabetes há uma série de cuidados que devem ser permanentes. O fator que mais prejudica o sistema circulatório é descontrole das taxas de glicose. Por isso, o uso da medicação e a medição das taxas de glicose de forma constante são essenciais para controlar o diabetes e evitar problemas vasculares”, aponta a especialista.

    Além disso, é preciso adotar hábitos saudáveis como realizar atividades físicas e cuidar da alimentação. “Como o diabetes afeta todo o organismo, o oftalmologista deve fazer parte da equipe de profissionais envolvidos no seu controle e tratamento”, finaliza Dra. Marcela.

  • Como manter a boa saúde oral das crianças

    O odontopediatra tem um papel fundamental no envolvimento do núcleo familiar em relação às orientações de uma boa higiene oral das crianças, desde a prevenção das doenças da gengiva e dos dentes (cárie dentária), bem como da promoção de funções orais fundamentais, como mastigação, fonação e deglutição.

    “Por meio da filosofia preventiva denominada “Primeiros Mil Dias”, que acompanha as famílias desde a gestação até o segundo ano de vida, este é considerado um período importante do crescimento e desenvolvimento da criança, para a introdução de atitudes e ações favoráveis”, diz a odontopediatra Cristina G. Del Conte, presidente do Núcleo de Estudos de Saúde Oral da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP). “E isso tanto para a saúde geral da criança, como para a saúde oral, através do crescimento harmonioso dos arcos dentais e da face”, completa Cristina. Abaixo, a especialista dá dicas de como manter uma boa saúde oral.

    Durante a gestação:

    – mantenha uma alimentação balanceada;
    – mantenha a higiene oral diária;
    – realize consulta com seu dentista para controle;
    – procure um odontopediatra para receber as orientações iniciais.

    Durante os dois primeiros anos de vida:

    – amamentação exclusiva até o 6º mês de vida;
    – assim que nascerem os primeiros dentes, comece a escovar com escova pequena e pasta de dente com flúor, no volume equivalente a meio grão de arroz;
    – alimentação sem açúcar;
    – durante a alimentação de transição, forneça alimentos com texturas diferentes, para a criança exercitar a mastigação;
    – procure o odontopediatra.

  • Conhecemos a Pousada Vale dos Eucaliptos

    Conhecemos a Pousada Vale dos Eucaliptos

    Nosso primeiro destino DogFriendly de 2023 é a Pousada Vale dos Eucaliptos.

    Localizado na cidade de Piedade, são aproximadamente 161km de SP. Os últimos 20km são de estrada de pedrinhas e cascalho, com placas indicando a pousada.

    Os 5km finais você passa por uma estradinha de mão única, com várias hortênsias e árvores ao seu redor.

    Logo na recepção encontramos a Nutella, uma pônei branca super dócil, que adora os dogs.

    Check in feito, recebemos um pacote com as chaves do chalé, controle da TV e ar condicionado e regras da pousada.

    São 10 chalés disponíveis, com vista para a mata atlântica 🌿 e o grande lago.

    Ficamos hospedados no chalé número 10, que é simples e confortável. Possui:

    🛌 cama de casal
    🛏️ duas de solteiro
    🧊 frigobar grande
    💨 ar condicionado quente e frio
    🧼 sabonetinhos
    🧖‍♀️ toalheiro térmico ecológico (um diferencial que deixa as toalhas sequinhas)
    🚰 pia do banheiro com água quente e fria
    🚿 ducha com pressão (deliciosa!) e os misturadores na lateral da parede (o que particularmente gosto, pois evita de vc se queimar enquanto deixa a água na temperatura que deseja).

    Não esqueça de trazer shampoo, condicionador, repelente e protetor solar.

    Por estar localizada em uma zona rural, apenas o sinal da Vivo que pega e tem Wi-Fi na recepção e restaurante, nos quartos o sinal não chega.

    A pousada trabalha com pensão completa (com bebidas pagas à parte). A comida é caseira, feita no fogão de lenha e muito saborosa!

    No restaurante há uma área coberta com duas mesas reservadas para os hóspedes com dogs.

    Sábado é dia de feijoada com bisteca. No jantar usualmente com tempo mais friozinho, tem uma sopinha. De sobremesa, tem opções de frutas, mousse e não deixe de provar o doce de casca de maracujá (que de casca não tem nada).

    Hoje à noite ainda teve fogueira 🔥.

    Na área de lazer, eles tem monitores para cuidar das crianças e também entreter os adultos. No sábado teve uma trilha guinada com a tia Bisnaguinha até a gruta e o mirante. Como a Peppa estava cansada, acabamos indo até a gruta.

    Antes de começar a trilha, encontrarmos um beija-flor que caiu do ninho.

    Na frente do restaurante tem um amplo gramado com 🛝 playground, mini circuito de aventura para as crianças e uma casinha (casona rs) de boneca. Abaixo tem um salão de jogos (com mesa de 🏓 pingue pongue, 🎱 sinuca e pebolim), brinquedoteca e mais à frente fica o grande lago (com formato de coração), onde você pode praticar pesca esportiva.

    A pousada conta também com uma 🏊🏻‍♂️ piscina externa com tobogã, espreguiçadeiras, piscina aquecida, sauna, mini academia, outro salão de jogos e hidromassagem (que pode ser reservada).

    Os dogs não podem entrar na piscina, mas a Luciana trouxe uma banheirinha para a Peppa se refrescar.

    Outro diferencial é que você ganha 15 minutos (por chalé) de 💆🏼‍♀️ quick massagem cortesia. A Nete adorou a massagem da Caroline e também fez a relaxante (cobrada à parte). A contratação é direto com ela e com horário marcado.

    Tivemos um excelente final de semana, a Peppa e o Lucky se divertiram bastante e agradecemos pela hospitalidade de toda a equipe.

    Venha conhecer a pousada e descansar em meio à natureza! Acesse @valedoseucaliptos e faça sua cotação.

    Confira mais fotos em nossa fanpage e relembre nossos Stories

    [+] info Trip

    📍 Estr. Piedade a Vila Élvio, km 22,22
    🧭 Distância de SP: aprox. 161 km
    🛣️ Pedágios: 5 (ida e volta) $44,40

  • Sexóloga desmistifica principais tipos de anorgasmia

    48,5% das mulheres apresentam falta do desejo sexual, sendo que 23% sofrem de ausência de orgasmo

    Segundo um levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, por meio do CRESEX (Centro de Referência e Especialização em Sexologia), do Hospital Pérola Byington, 48,5% das mulheres procuram auxílio médico por falta ou diminuição do desejo sexual, decorrentes de disfunções sexuais. 

    Além de falta de libido, 23% sofrem de ausência de orgasmo (anorgasmia), sendo mais comum na menopausa, acometendo de 10% a 33% das mulheres. Cerca de 18,2% das pacientes avaliadas apresentavam dificuldade de chegar ao orgasmo, 9,2% tinham dispareunia (dor intensa durante a relação sexual) e 6,9%, inadequação sexual (níveis diferentes de desejo em relação ao parceiro).

    Anorgasmia é uma das disfunções sexuais mais comuns

    Anorgasmia, ou transtorno do orgasmo feminino, pode ser definido como uma inibição recorrente ou persistente do orgasmo, que é manifestada por sua ausência ou retardo, após uma fase de excitação sexual adequada em termos de intensidade e duração. É considerada uma das disfunções sexuais mais comuns, junto com a falta de desejo sexual.

    “O distúrbio, também chamado de síndrome de Coughlan, se caracteriza pela dificuldade (ou ausência total) recorrente ou persistente de chegar ao orgasmo durante uma relação sexual ou masturbação”, afirma Claudia Petry, pedagoga com especialização em Sexologia Clínica, membro da SBRASH (Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana) e especialista em Educação para a Sexualidade pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC/SC).

    Segundo a sexóloga, as causas da anorgasmia são orgânicas/fisiológicas, socio e psicossociais: desordens psicológicas em geral; tabus atribuídos ao sexo; baixa autoestima; desconhecimento do próprio corpo; educação inadequada sobre sexo, gerando culpa ou pensamentos desviantes durante a relação; inibição do corpo ou das preferências sexuais.

    As causas físicas podem envolver alterações neurológicas, lesões medulares, desequilíbrio hormonal, uso de medicamentos, desequilíbrios da musculatura íntima, entre outras. “Além disso, traumas relacionados ao sexo, como abuso sexual ou relações dolorosas, podem desencadear a anorgasmia”, reforça Claudia Petry.

    Como saber se tenho anorgasmia e qual o tipo

    A anorgasmia é dividida em vários grupos, sendo estes os mais comuns:

    Anorgasmia primária

    Ocorre quando a mulher nunca teve um orgasmo, seja por meio da relação sexual como pela masturbação.

    As causas são: traumas relacionados a abusos ou estupro; inexperiência sexual; falta de conhecimento sobre sexualidade; questões socioculturais; falta de intimidade com o(a) parceiro(a) ou problemas no relacionamento; patologias como o transtorno da dor gênito-pélvica, que causa dores na relação sexual; e falta de autoestima e autoconhecimento.

    “Mulheres que sequer conhecem a sensação do orgasmo é mais comum do que se imagina, já que estes fatores travam o relaxamento mental, tão necessário para atingir o clímax, pontua a sexóloga.

    Anorgasmia secundária

    Acontece quando a mulher já experimentou o orgasmo em períodos anteriores, mas, por motivos diversos, deixou de tê-lo de forma sistemática. Sendo assim, este tipo de anorgasmia pode ser definido como a perda da capacidade de ter orgasmos.

    Há uma série de causas que podem estar relacionadas com este quadro, como depressão, transtorno de ansiedade, alcoolismo, uso de drogas, alterações hormonais (como a diminuição do estrogênio na menopausa) e lesões pélvicas. “Assim como na anorgasmia primária, a secundária também pode ter relação com traumas sexuais”, complementa Claudia Petry.

    Anorgasmia situacional

    Neste caso, a mulher não consegue atingir o orgasmo com algumas pessoas ou em determinados momentos, como situações de risco. “Para alguns, transar no banheiro do avião, por exemplo, pode ser altamente excitante. No entanto, para a mulher com este distúrbio, a preocupação acaba bloqueando o prazer“.

    Isso ocorre devido a dores causadas pela tensão muscular pélvica, pela baixa hormonal que prejudica a lubrificação ou até mesmo por algum desconforto associado ao(a) parceiro(a).

    Quais os tratamentos

    Segundo a sexóloga, para fechar o diagnóstico de anorgasmia, é preciso que o quadro tenha duração de cerca de 6 meses, com frequência e intensidade orgástica baixa ou ausente e/ou orgasmo tardio, com sensação de prazer também reduzida ou ausente.

    O primeiro passo é procurar um médico e realizar exames para identificar possíveis causas orgânicas. Se estas forem descartadas, deve-se buscar ajuda especializada de sexólogos/terapeutas sexuais.

    De acordo com Claudia Petry, o tratamento para anorgasmia propõe a reformulação de conceitos sobre o sexo, a comunicação assertiva entre um casal e, principalmente, o autoconhecimento, a descoberta do próprio corpo, os estímulos ainda desconhecidos e as origens dos desconfortos.

    Também vale apostar na fisioterapia pélvica, estimulando a musculatura do assoalho pélvico que, a longo prazo, fortalece os músculos e a sensibilidade da região genital.

    “Quando o sexo representa dor, dificuldade, medo, estresse e insatisfação, deixa de ter o seu propósito, que é o prazer, o bem-estar para mente e corpo. Daí a importância de buscar ajuda e trabalhar o autoconhecimento, explorar seu corpo, seus desejos e, principalmente, eliminar as barreiras que te impedem de ter uma vida sexual saudável”, finaliza Claudia Petry.

    Sexóloga desmistifica principais tipos de anorgasmia

    48,5% das mulheres apresentam falta do desejo sexual, sendo que 23% sofrem de ausência de orgasmo

    Segundo um levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, por meio do CRESEX (Centro de Referência e Especialização em Sexologia), do Hospital Pérola Byington, 48,5% das mulheres procuram auxílio médico por falta ou diminuição do desejo sexual, decorrentes de disfunções sexuais. 

    Além de falta de libido, 23% sofrem de ausência de orgasmo (anorgasmia), sendo mais comum na menopausa, acometendo de 10% a 33% das mulheres. Cerca de 18,2% das pacientes avaliadas apresentavam dificuldade de chegar ao orgasmo, 9,2% tinham dispareunia (dor intensa durante a relação sexual) e 6,9%, inadequação sexual (níveis diferentes de desejo em relação ao parceiro).

    Anorgasmia é uma das disfunções sexuais mais comuns

    Anorgasmia, ou transtorno do orgasmo feminino, pode ser definido como uma inibição recorrente ou persistente do orgasmo, que é manifestada por sua ausência ou retardo, após uma fase de excitação sexual adequada em termos de intensidade e duração. É considerada uma das disfunções sexuais mais comuns, junto com a falta de desejo sexual.

    “O distúrbio, também chamado de síndrome de Coughlan, se caracteriza pela dificuldade (ou ausência total) recorrente ou persistente de chegar ao orgasmo durante uma relação sexual ou masturbação”, afirma Claudia Petry, pedagoga com especialização em Sexologia Clínica, membro da SBRASH (Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana) e especialista em Educação para a Sexualidade pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC/SC).

    Segundo a sexóloga, as causas da anorgasmia são orgânicas/fisiológicas, socio e psicossociais: desordens psicológicas em geral; tabus atribuídos ao sexo; baixa autoestima; desconhecimento do próprio corpo; educação inadequada sobre sexo, gerando culpa ou pensamentos desviantes durante a relação; inibição do corpo ou das preferências sexuais.

    As causas físicas podem envolver alterações neurológicas, lesões medulares, desequilíbrio hormonal, uso de medicamentos, desequilíbrios da musculatura íntima, entre outras. “Além disso, traumas relacionados ao sexo, como abuso sexual ou relações dolorosas, podem desencadear a anorgasmia”, reforça Claudia Petry.

    Como saber se tenho anorgasmia e qual o tipo

    A anorgasmia é dividida em vários grupos, sendo estes os mais comuns:

    Anorgasmia primária

    Ocorre quando a mulher nunca teve um orgasmo, seja por meio da relação sexual como pela masturbação.

    As causas são: traumas relacionados a abusos ou estupro; inexperiência sexual; falta de conhecimento sobre sexualidade; questões socioculturais; falta de intimidade com o(a) parceiro(a) ou problemas no relacionamento; patologias como o transtorno da dor gênito-pélvica, que causa dores na relação sexual; e falta de autoestima e autoconhecimento.

    “Mulheres que sequer conhecem a sensação do orgasmo é mais comum do que se imagina, já que estes fatores travam o relaxamento mental, tão necessário para atingir o clímax, pontua a sexóloga.

    Anorgasmia secundária

    Acontece quando a mulher já experimentou o orgasmo em períodos anteriores, mas, por motivos diversos, deixou de tê-lo de forma sistemática. Sendo assim, este tipo de anorgasmia pode ser definido como a perda da capacidade de ter orgasmos.

    Há uma série de causas que podem estar relacionadas com este quadro, como depressão, transtorno de ansiedade, alcoolismo, uso de drogas, alterações hormonais (como a diminuição do estrogênio na menopausa) e lesões pélvicas. “Assim como na anorgasmia primária, a secundária também pode ter relação com traumas sexuais”, complementa Claudia Petry.

    Anorgasmia situacional

    Neste caso, a mulher não consegue atingir o orgasmo com algumas pessoas ou em determinados momentos, como situações de risco. “Para alguns, transar no banheiro do avião, por exemplo, pode ser altamente excitante. No entanto, para a mulher com este distúrbio, a preocupação acaba bloqueando o prazer“.

    Isso ocorre devido a dores causadas pela tensão muscular pélvica, pela baixa hormonal que prejudica a lubrificação ou até mesmo por algum desconforto associado ao(a) parceiro(a).

    Quais os tratamentos

    Segundo a sexóloga, para fechar o diagnóstico de anorgasmia, é preciso que o quadro tenha duração de cerca de 6 meses, com frequência e intensidade orgástica baixa ou ausente e/ou orgasmo tardio, com sensação de prazer também reduzida ou ausente.

    O primeiro passo é procurar um médico e realizar exames para identificar possíveis causas orgânicas. Se estas forem descartadas, deve-se buscar ajuda especializada de sexólogos/terapeutas sexuais.

    De acordo com Claudia Petry, o tratamento para anorgasmia propõe a reformulação de conceitos sobre o sexo, a comunicação assertiva entre um casal e, principalmente, o autoconhecimento, a descoberta do próprio corpo, os estímulos ainda desconhecidos e as origens dos desconfortos.

    Também vale apostar na fisioterapia pélvica, estimulando a musculatura do assoalho pélvico que, a longo prazo, fortalece os músculos e a sensibilidade da região genital.

    “Quando o sexo representa dor, dificuldade, medo, estresse e insatisfação, deixa de ter o seu propósito, que é o prazer, o bem-estar para mente e corpo. Daí a importância de buscar ajuda e trabalhar o autoconhecimento, explorar seu corpo, seus desejos e, principalmente, eliminar as barreiras que te impedem de ter uma vida sexual saudável”, finaliza Claudia Petry.