Autor: agitosp

  • Mitos e verdades sobre a endometriose

    Março amarelo: veja mitos e verdades sobre a endometriose

    Doença gera alterações físicas e mentais

    O mês de março é marcado pela campanha de conscientização sobre a endometriose, orientando a população sobre suas causas, sintomas e tratamentos. Segundo a Comissão Nacional de Endometriose, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 1 a cada 10 brasileiras sofrem com o problema. 

    Como identificar a endometriose

    A endometriose é uma doença ginecológica inflamatória crônica que se manifesta principalmente na idade reprodutiva. A condição é caracterizada pela presença de células do endométrio (mucosa que reveste o interior do útero) em outros órgãos da pelve, como trompas, ovários, intestinos e bexiga, ou seja, fora da cavidade uterina.

    “O problema é que as mulheres já associam dor e cólicas no período menstrual como algo comum, e acabam não buscando atendimento médico. No entanto, a endometriose é uma doença evolutiva, que começa com pequenos ‘focos’. Se a paciente não se tratar o quanto antes, o quadro pode se agravar ao longo dos anos”, afirma o Dr. Carlos Moraes, ginecologista e obstetra pela Santa Casa/SP, Membro da FEBRASGO e Especialista em Perinatologia pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein, e em Infertilidade Conjugal e Ultrassom em Ginecologia e Obstetrícia pela FEBRASGO, e médico nos hospitais Albert Einstein, São Luiz e Pro Matre.

    Para auxiliar na identificação da endometriose, o especialista selecionou os principais mitos e verdades sobre a doença:

    A endometriose não apresenta sintomas típicos

    Mito: Há mulheres que sofrem com fortes dores, enquanto outras não sentem grandes desconfortos. Mas, de modo geral, os sintomas mais comuns são:

    -Cólicas menstruais intensas

    -Dor pélvica ou abdominal durante a relação sexual

    -Dor difusa ou crônica na região da pelve

    -Alterações intestinais cíclicas ou urinárias durante a menstruação 

    “É muito comum a paciente apresentar estes sintomas e não procurar um especialista, já que muitas mulheres têm queixas semelhantes, fazendo com que os sinais sejam tidos como normais e não preocupantes. Portanto, é fundamental ficar atenta aos sintomas, pois a endometriose não é assintomática, mas pode passar despercebida”, alerta Carlos Moraes.

    A endometriose não tem cura 

    Verdade: Mesmo não havendo cura, a endometriose precisa ser tratada. Por se tratar de uma doença crônica, demanda acompanhamento, principalmente durante a vida reprodutiva da mulher, quando a doença manifesta seus principais sintomas.

    Segundo o ginecologista, o tratamento clínico é feito com medicamentos hormonais, que podem incluir anticoncepcionais orais ou exclusivamente os progestogênios (derivados sintéticos da progesterona).

    “Entretanto, se houver formação de aderências e alterações importantes no posicionamento dos órgãos reprodutivos, pode haver indicação de cirurgia. Ela consiste na remoção das alterações na cavidade abdominal e, principalmente, junto aos órgãos reprodutivos. Sendo assim, o tratamento dependerá da gravidade do quadro”. 

    A endometriose pode causar infertilidade 

    Verdade: A medicina ainda desconhece as causas que afetam a capacidade de engravidar. Mas, o processo inflamatório e as aderências que a doença provoca podem estar relacionados ao problema de infertilidade.

    “Quando não tratada, a endometriose pode evoluir, dificultando a gravidez. Cerca de 35% das mulheres inférteis podem ter endometriose. E das mulheres com endometriose, 40% podem sofrer de infertilidade. Daí a importância do diagnóstico precoce”, reforça o Dr. Carlos.

    A endometriose é uma doença rara

    Mito: Segundo a FEBRASGO, ela acomete cerca de 10-15% da população feminina no Brasil. Portanto, a incidência não pode ser considerada pouco frequente.

    A endometriose pode migrar para outros órgãos

    Verdade: A endometriose é uma doença progressiva e, quando não há tratamento, pode migrar e gerar aderências e infiltração dos focos da doença em órgãos próximos, como intestino, ovários e bexiga. 

    As principais complicações da falta de tratamento são a infertilidade, como já citado, e o desenvolvimento de dores crônicas, que podem não melhorar nem com o uso de medicações.

  • Aquatica Orlando anuncia nova área infantil

    Aquatica Orlando anuncia nova área infantil com toboágua inédito

    As crianças poderão se divertir no Turi’s Kid Cove a partir do próximo trimestre

    O Aquatica Orlando, eleito o parque aquático ao ar livre nº1 dos Estados Unidos de acordo com o USA Today 10Best Reader’s Choice Awards, anunciou uma nova área infantil que será inaugurada ainda neste semestre.

    Turi’s Kid Cove será uma nova área para diversão das crianças e está programada para abrir no segundo trimestre de 2023. A novidade contará com esguichos, baldes de água, bolhas e muito mais. Além disso, as crianças poderão se divertir no novíssimo toboágua Tamariki Twirl desenvolvido especialmente para elas. A Turi’s Kid Cove estará localizada próxima ao Big Surf Shores e será o lugar perfeito para as crianças pequenas se refrescarem e criarem memórias para toda a vida. 

    O parque ainda divulgou os novos eventos que farão parte de sua agenda neste ano. Confira a seguir:

    • Aloha to Summer (aos sábados e domingos durante o mês de maio)

    O parque apresenta um evento totalmente novo para iniciar o verão (no Hemisfério Norte) em grande estilo. Com horário estendido até as 20h, os visitantes podem aproveitar a melhor época do ano com mais horas de diversão!

    • Fiesta Aquatica (aos sábados e domingos, de 16 de setembro a 15 de outubro)

    Este evento celebra o Mês da Herança Hispânica, trazendo ao Aquatica um toque latino com músicas e comidas típicas. O Fiesta Aquatica já está incluído no ingresso regular do parque.

    • Beach Nights (sábados e domingos entre outubro e dezembro)

    Depois de um dia cheio de aventura na água, os visitantes podem ficar até mais tarde para assistir a filmes e jogos na maior praia de Orlando! Aconchegue-se em uma de nossas cadeiras de praia e curta um filme diferente a cada final de semana. Pipoca, lanches, chocolate quente e refrigerantes estarão disponíveis para compra no Kura’s Beachside Panini. Os visitantes maiores de 21 anos também podem aproveitar drinques e coquetéis especiais no novo Trader Turi’s Tiki Bar.

  • Doença renal é um grande problema de saúde no Brasil

     

    Mais de 140 mil pacientes realizam diálise no país; HJSC alerta para diagnóstico precoce

    O mês de março é marcado pela conscientização acerca das doenças renais, já que na segunda quinta-feira do mês é celebrado o Dia Mundial do Rim. Infelizmente, as estatísticas mostram que o número de pacientes com o diagnóstico de doença renal crônica tem aumentado. Dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) apontam que mais de 140 mil pessoas realizam hemodiálise no Brasil e estima-se que, em 2040, o problema seja a 5ª maior causa de morte no mundo (atualmente, ocupa o 10º lugar). Por isso, a importância da disseminação de informações voltadas à saúde renal, que é reforçada nesta data.

    Os rins possuem diversas funções, como:

    Regular a pressão arterial;
    “Filtrar” o sangue eliminando as toxinas do corpo;
    Controlar a quantidade de sal (eletrólitos), o pH do sangue e água do organismo;
    Produzir eritropoetina, um hormônio que estimula a produção de hemácias e evita a anemia;
    Participar da ativação da vitamina D, controlar o cálcio e fósforo do sangue;
    Produzir hormônios, ajudando assim a manter a saúde dos ossos, entre outros pontos.

    Problema silencioso

    A doença renal crônica costuma ser indolente. Ocorre uma perda progressiva da função renal durante um período de meses ou anos. Nos estágios iniciais, essa perda é silenciosa – uma pessoa pode perder até 90% da função renal e não apresentar nenhum sintoma. “Por isso, a importância de fazermos periodicamente exames (dosagem no sangue de creatinina e exame de urina) para avaliação da saúde dos rins. Quando diagnosticada precocemente, o nefrologista irá acompanhar e estabelecer um tratamento para controlar o dano renal e evitando a progressão para o estágio terminal da doença”, explica a nefrologista do Hospital Japonês Santa Cruz, Rebeca Appel Melos.

    Nos casos em que o diagnóstico ocorre tardiamente, quando o funcionamento dos rins já está bastante comprometido, a especialista pontua que é necessária a terapia de substituição renal, que consiste na diálise (hemodiálise ou diálise peritoneal) ou transplante renal.

    Hemodiálise

    Quando os rins não conseguem mais realizar sua função como antes, é indicado uma terapia renal substitutiva, como a hemodiálise. Ela é realizada através de máquina que filtra o sangue, removendo as toxinas e substâncias que estão em excesso e que não são mais eliminadas pelos rins, prejudicando a saúde. “Além disso, ajuda no controle da pressão arterial e a manter o equilíbrio no organismo de água, sódio, potássio, cálcio, fosforo, bicarbonato e outros elementos”, acrescenta a nefrologista.

    No Hospital Japonês Santa Cruz, o Centro de Hemodiálise dispõe de 34 máquinas para realizar o procedimento, via SUS e planos de saúde. O hospital possui, ainda, outros sete equipamentos para atender aos pacientes de convênios particulares, que realizam hemodiafiltração (HDF). Diferente da hemodiálise convencional, a HDF remove com mais eficiência as toxinas urêmicas, como o fósforo, além de reduzir a sobrecarga cardíaca.

    “Um grande diferencial da HDF para os pacientes é o benefício cardiovascular. Ao final da sessão de hemodiálise por HDF, os pacientes se sentem consideravelmente menos cansados do que realizando a hemodiálise convencional e isso é um enorme ganho na qualidade de vida deles”, ressalta a médica.

    Prevenção

    Dra. Rebeca lembra que a prevenção e o diagnóstico precoce da doença são fundamentais. “É de extrema importância atentar-se aos fatores de risco da doença renal para evitá-los e tratá-los, como a diabetes, hipertensão, obesidade, doença cardiovascular”, lista. “Também é importante praticar exercícios físicos, hidratar-se adequadamente, ter uma alimentação saudável, evitando alimentos ultraprocessados, consumo excessivo de sal e carnes vermelhas; e evitar o uso de medicamentos sem orientação médica. Além de tudo isso, realizar exames preventivos, como o de urina e creatinina, e consultar regularmente o médico”, conclui.

  • Alimento diet, light e zero

    Alimento diet, light e zero: você pode estar consumindo errado e prejudicando a saúde

    Afinal, qual deles é o mais recomendado para cada tipo de dieta?

    Um levantamento realizado pela World Obesity Federation apontou que, até 2030, quase 30% da população adulta do Brasil deverá estar obesa. Dados revelados pelo relatório de 2021 da Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), indicam que, atualmente, esse número já está em 22%.

    Ao iniciar uma dieta de emagrecimento, as pessoas dão preferência a alimentos e bebidas diet, light e zero, sem distinção. Porém, o que muitos ignoram é o fato de existirem diferenças importantes entre essas classificações de alimentos, inclusive um deles não sendo saudável, principalmente para quem busca perder peso. Por conta disso, é necessário ficar atento ao o que cada um deles leva em suas composições antes de consumi-los.

    Diet

    Os alimentos diet são recomendados para dietas com restrição de nutrientes, como açúcar, carboidrato, gordura, proteína, sódio etc. É quando um determinado nutriente é totalmente retirado da composição do alimento, explica a nutricionista, doutora em Ciência e Tecnologia de Alimentos e professora do curso de Nutrição da Universidade Positivo (UP), Mariana Etchepare. “O alimento diet deve garantir ao consumidor que aquela substância que ele não pode ingerir foi retirada do produto. Por exemplo, uma pessoa diabética tem restrição de açúcar. Se o açúcar foi retirado desse alimento, é um produto diet”, revela Mariana, que ressalta que um produto diet não significa que tenha poucas calorias. “Um chocolate diettem restrição de açúcar, mas pode ter um aumento da gordura para compensar no sabor, que, consequentemente, aumentam as calorias”, alerta a nutricionista, que recomenda produtos diet apenas para pessoas com restrições alimentares, não para quem busca perder peso.

    Light

    Um alimento é light quando há uma redução de, no mínimo, 25% em algum de seus nutrientes. “Nesse caso, é importante comparar com o produto tradicional para verificar se realmente houve essa redução”, aponta a professora, que indica que os produtos lights são recomendados em dietas de emagrecimento, mas sem consumir exageradamente.

    Zero

    A nutricionista explica que os produtos zero se assemelham aos produtos diet porque também indicam a ausência de algum nutriente em comparação com a versão tradicional. “A diferença do zero para o dieté que, no zero, não há uma compensação nos outros nutrientes para suprir o que foi retirado. É a mesma fórmula do tradicional, apenas com a restrição de um dos nutrientes e sem compensações”, esclarece.

    Os três tipos de alimentos são indicados para pessoas que necessitam restringir ou reduzir algum tipo de nutriente, porém, antes de ir comprando esses produtos por conta própria, é importante sempre buscar um nutricionista para ajudar e acompanhar a dieta. “Para emagrecer de forma saudável, é fundamental alimentar-se da forma mais natural possível, como diz o ditado: ‘desembalar menos e descascar mais.’ Priorize alimentos naturais, como frutas, vegetais e legumes, além de tomar bastante água”, recomenda Mariana, que alerta para a redução exagerada do número de calorias para as pessoas que buscam dietas de perda de peso. “O emagrecimento resulta do déficit calórico e, às vezes, as pessoas acabam reduzindo muito as calorias, o que não é saudável, pois o corpo necessita de um número mínimo para exercer suas funções básicas de manutenção”, finaliza.

  • Virô Bistrô apresenta novos pratos com frutos do mar

    Mexilhões, camarões, lulas e polvo compõe uma entrada e um prato principal que podem ser pedidos a partir de março no restaurante comandado por Lalo Zanini no Baixo Augusta

    Quem ainda não conhece o cardápio casual com influência francesa do Virô Bistrô tem um novo bom motivo para fazê-lo. Em março, o restaurante comandado pelo restaurateur Lalo Zanini – também do Azay, Luce e Telefone Speakeasy – no Baixo Augusta, incorpora em suas sugestões duas receitas em que os frutos do mar são destaque. A casa recebe os ingredientes fresquinhos todas as quintas-feiras e os pratos são servidos enquanto durarem os estoques da semana.

    Entrada pensada para compartilhar, o clássico Moules Et Frites (R$ 112) é feito com mexilhões cozidos no molho de vinho branco e acompanhado de fritas e aioli. Já o Plateau De La Mer (R$ 125) reúne em uma frigideira lulas, camarões e polvo salteados e flambados ao vinho branco, servidos com pappardelle ao sugo, brócolis, alho e tomates confit. 

    Sobre o Virô Bistrô

    Clássicos bistrôs franceses e pequenos cafés em diversos países serviram de inspiração para a criação do Virô Bistrô, comandado por Lalo Zanini no Baixo Augusta. O restaurante, cujo nome é marca registrada do restaurateur e fez grande sucesso nos anos 2000, funciona desde fevereiro no imóvel onde o bar Tubaína recebeu por nove anos o público descolado da região. A casa valoriza comida e bebida na mesma medida, oferecendo do almoço ao jantar, sem intervalo, um cardápio casual com preços convidativos, que apresenta receitas mundialmente conhecidas e criações próprias.

    Serviço

    Endereço:  Rua Haddock Lobo, 74, Cerqueira César.

    Telefone: (11) 3129-4930.

    Funcionamento:  segunda, das 12h às 16h. Terça a quinta, das 12h à 0h. Sexta e sábado, das 12h à 1h. Domingo, das 12h à 23h30. Vésperas de feriados o horário adotado é o de sexta e sábado.

    Capacidade: 80 lugares

    Cartões de crédito: todos, excetos diners

    Cartões de débito: todos 

    Tíquetes: sodexo/vr/tr/bem visa/verocard

  • Dia Nacional da Pipoca pede Qualy para amanteigar

    Com temperos diferenciados, o snack pode trazer muito sabor ao paladar

    Basta os primeiros grãos de milho começarem a estourar para um aroma agradável tomar conta do ambiente e despertar o paladar indicando que é hora de coisa boa. O alimento é tão popular que no Brasil ganhou até uma data comemorativa: 11 de março, Dia Nacional da Pipoca. Para celebrar esta data, a Qualy, marca mais lembrada e líder da categoria de margarinas, traz uma dica de receita combinando os sabores cítrico e apimentado.

    Com manteiga, raspas de limão e pimenta-do-reino, é possível promover um toque especial e gourmet à tradicional forma de preparo da pipoca que traz apenas o sal como tempero. Que tal se aventurar?

    Pipoca amanteigada com Lemon Pepper


    Tempo de preparo: 10 minutos / Rendimento: 1 porção

    Ingredientes: 1 colher (chá) de sal, raspas de 2 limões, pimenta-do-reino preta moída a gosto, 4 colheres (sopa) de manteiga Qualy com sal, 1 xícara (chá) de milho para pipoca.

    Modo de preparo:

    1 – Faça uma mistura com o sal, as raspas de limão e a pimenta.

    2 – Em uma pipoqueira, derreta 2 colheres de sopa de manteiga Qualy, coloque o milho de pipoca, feche a panela e estoure a pipoca.

    3 – Derreta o restante da manteiga e envolva a pipoca.

    4 – Junte o sal temperado. Mexa delicadamente e sirva.

  • As novidades sobre a França – Atout France

    A Atout France, a Agência Oficial de Desenvolvimento Turístico da França, anunciou sua “to do list” para 2023, apresentando uma variedade de experiências inesquecíveis para os visitantes descobrirem na França este ano.

    Entre as principais atrações da lista estão as celebrações em torno dos 400 anos do Château de Versailles, a Copa do Mundo de Rugby, exposições imperdíveis sobre Yves Saint Laurent na Cité de la dentelle et de la Mode em Calais, e sobre Moda e Esporte no Musée des Arts Décoratifs de Paris, a abertura da Maison Gainsbourg, e outras grandes novidades como o Via Sensoria, na cité du Vin de Bordeaux, e o inovador empreendimento Aurore da Compagnie de Phalsbourg.

    Além disso, a lista apresenta uma variedade de atrações a serem descobertas, como a Vallée de la Gastronomie, um novo conceito que convida os visitantes a explorar quatro regiões de elite da metade oriental da França através de uma abundância de viagens sensoriais. Este roteiro de 620 quilômetros, que começa na região da Bourgogne-Franche-Comté, proporcionará aos amantes da gastronomia e do vinho uma deliciosa maneira de experimentar esta trilha gourmet de Dijon a Marselha.

    No outono (primavera no hemisfério norte), a uma hora de Paris, o Departamento de Aisne dará as boas-vindas à Cité Internationale de la langue française, e na região da Borgonha, os visitantes poderão conferir a espetacular Cité des Climats et Vins de Bourgogne, um projeto emblemático que acontecerá em três locais da região vinícula: Chablis, Beaune e Mâcon.

    A Copa do Mundo de Rúgbi 2023 será realizada na França de sexta-feira, 8 de setembro a sábado, 28 de outubro de 2023. Durante esse período, 20 países competirão em mais de 45 partidas, em 10 cidades francesas e 9 locais de competição. A partida de abertura será muito próxima a Paris em Saint-Denis, no impressionante Stade de France. Deverá ser memorável e emocionante, colocando o time da casa conhecido como “Les Bleus” contra o formidável “All Blacks”, da Nova Zelândia.

    2023 é também o ano de alguns grandes aniversários que serão celebrados e comemorados na França. Haverá o 100º aniversário da morte de Gustave Eiffel, o brilhante engenheiro que criou e construiu a icônica torre da França. O mundialmente famoso Monte St-Michel da Normandia vai comemorar mil anos. A França se unirá à Espanha para recordar Pablo Picasso e sua arte.

    Olhando mais adiante, Paris sediará os Jogos Olímpicos de Verão de 2024, de 26 de julho a 11 de agosto, seguida dos Jogos Paraolímpicos de 28 de agosto a 8 de setembro. 2024 será também o 80º aniversário dos desembarques do Dia D na Normandia e acontecerá a reabertura do percurso de visitas da Notre-Dame de Paris. Até 2025, novas atrações estão previstas para serem inauguradas na Disnleyland de Paris. E, um grande projeto de renovação do Musée D’Orsay está em andamento e deverá ser concluído até 2026.

    “Estamos entusiasmados em compartilhar nossa ‘to do list’ para 2023 e esperamos dar as boas-vindas aos visitantes de todo o mundo para descobrir tudo o que a França tem a oferecer”, disse um Caroline Putnoki, diretora da Atout France para a América do Sul. “Com tantas experiências incríveis para escolher, há algo para todos na França neste ano.”

    Ainda durante a conferência, foi confirmada a 3ª edição do evento France Excellence, que terá o dia de Conferências no dia 18 de setembro, quando serão debatidos o cenário e as perspectivas dos serviços e bens de luxo franceses, com a participação de grandes nomes internacionais do setor.

  • Reincidências de entorse no tornozelo

    Falta de recuperação adequada pode ocasionar reincidências de entorse no tornozelo

    Jogador Neymar passará por cirurgia e precisará ficar longe do gramado por até quatro meses

    O jogador de futebol Neymar sofreu recentemente mais uma entorse no tornozelo – mesma lesão que teve durante a Copa do Mundo do Catar. De acordo com as informações divulgadas pelo PSG – time francês em que joga, o atleta será submetido a uma cirurgia de reparação ligamentar no tornozelo direito e poderá ficar até quatro meses afastado.

    A lesão ligamentar mais comum entre os esportistas é a entorse no tornozelo, que ocorre ao andar, correr e saltar. Em casos de entorses repetidas, como é o caso do atleta, se não houver uma recuperação adequada, esses ligamentos podem perder a capacidade de estabilidade e de percepção, o que aumenta os riscos de repetição do problema, explica o presidente da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé – ABTPé, Luiz Carlos Lara.

    “Respeitar o processo de recuperação é indispensável. Quando uma lesão é mal curada, as chances de uma nova lesão são muito maiores. Quando não tratadas a longo prazo, a entorse pode evoluir para uma artrose” pontua.

    Além de não ter sido tratado integralmente, a entorse de repetição, como é chamada, também pode ocorrer em função do rompimento dos ligamentos do tornozelo durante uma queda, por exemplo, que cicatrizaram de maneira frouxa, alterando a mecânica da pisada e desestabilizando a articulação, já que o ligamento não consegue realizar a função de maneira correta.

    Outro fator contribuinte para o problema é a falta de fortalecimento muscular.

    De acordo com o especialista, atletas que têm um histórico de entorse por repetição, similar ao caso do atacante brasileiro, a cirurgia de reparação ligamentar é a melhor opção. “O procedimento é indicado para evitar o risco de desgaste do tornozelo e diminuir os riscos de lesões na cartilagem”, pontua Lara.

    Se episódio desse tipo ocorre com frequência, é importante procurar um ortopedista para avaliar o caso. “O especialista vai analisar se o fato está ligado à lesão nos ligamentos, à fraqueza muscular ou a alguma condição anatômica, como os pés cavos, em que ocorre um aumento da curvatura do arco interno do pé. Com um diagnóstico correto, o paciente receberá o tratamento mais indicado, evitando complicações”, conclui.

  • Riscos da doença renal crônica e como se prevenir

    Dia Mundial do Rim: entenda os riscos da doença renal crônica e saiba como se prevenir

    Alerta da OMS aponta que, até 2040, a enfermidade será a quinta causa de morte no mundo

    Em 9 de março é lembrado o Dia Mundial do Rim, data que estimula a prevenção e o tratamento adequado das Doenças Renais Crônicas (DRC). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), até 2040 a enfermidade será a quinta causa de morte no mundo.

     

    “É uma doença silenciosa, onde gradualmente os rins perdem a capacidade de funcionar, levando ao acúmulo de toxinas no corpo. Se não for tratada, causa danos severos à saúde”, explica Larissa Rodrigues da Costa, nefrologista da Pró-Saúde que atua no Hospital Regional do Sudeste do Pará Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, interior paraense. 

     

    Os rins desempenham a função de filtrar os resíduos tóxicos gerados pelas células e atuam como reguladores para manter o equilíbrio adequado de certas substâncias, como água e sais minerais presentes no sangue. A doença geralmente não apresenta sintomas, sobretudo no início.

     

    “Os sinais consistem basicamente em falta de apetite, inchaço nos pés, pernas ou rosto, fadiga, anemia, pressão arterial elevada e urina com espuma, entre outros”, cita a médica. 

     

    Entre os principais fatores de risco estão diabetes, hipertensão arterial, obesidade, tabagismo, histórico familiar de doença renal, idade avançada e uso prolongado de certos medicamentos.

     

    “Muitos desses fatores estão diretamente relacionados aos hábitos de vida. Por isso, a prevenção consiste em dois pilares: adoção de hábitos mais saudáveis e informação sobre a doença para identificar de forma precoce”, enfatiza Larissa.

     

    Confira cinco medidas simples para prevenir doenças renais:

    1- Faça exercícios físicos com regularidade;

    2- Evite o consumo excessivo de sal, carne vermelha e gorduras;

    3- Monitore o peso corporal, colesterol, glicose e pressão

    arterial;

    4- Não fume e modere o consumo de bebidas alcoólicas;

    5- Beba água regularmente e preste atenção aos sinais de desidratação.

    “O diagnóstico precoce é fundamental para a controlar e/ou retardar a progressão da doença. Ele é realizado por meio de avaliação clínica e exames laboratoriais, como o de sangue e urina, que identificam a dosagem da ureia e creatinina, marcadores da doença renal”, complementa Larissa.

     

    Tratamento

    Quando é diagnosticada a falência renal, caracteriza pela lesão irreversível nos rins, é necessário realizar tratamento para a substituição da função do órgão, como diálise, hemodiálise e transplante renal. No Brasil, segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), o número de pacientes com DRC avançada é crescente, sendo que atualmente mais de 140 mil pessoas realizam diálise no país.

     

    Um desses pacientes é Lindomar Pereira Santos, de 55 anos, que descobriu problemas renais há cerca de quatro anos. “Tive inchaço pelo corpo e mal-estar ao realizar atividades básicas do cotidiano. Busquei atendimento médico e recebi a notícia de que precisaria fazer sessões de hemodiálise para sobreviver. Fiquei muito assustado e inseguro”, lembra o marabaense.

     

    No tratamento de hemodiálise, durante algumas horas, o sangue do paciente é filtrado por meio de uma máquina, que remove os resíduos tóxicos e o excesso de líquidos do corpo.

     

    “Eu não sabia como me sentiria durante e após cada sessão, mas aos poucos percebi que o tratamento era fundamental para manter minha saúde. As primeiras sessões foram as mais difíceis, mas com o tempo aprendi a lidar com os efeitos colaterais e controlá-los com a ajuda dos profissionais que me acompanham”, conta Lindomar.

     

    O paciente é atendido há cerca de três anos no Centro de Hemodiálise do Hospital Regional do Sudeste do Pará, unidade pública de saúde que, somente ano passado, realizou mais de 13 mil sessões de hemodiálise, atendendo um total de 1.140 pacientes.

     

    “É importante lembrar que a DRC não tem cura, já que o órgão não pode ser recuperado. Com os tratamentos podemos minimizar os sintomas e evitar o avanço da doença, proporcionando mais qualidade de vida. A única possibilidade para que a pessoa tenha novamente um rim saudável é por meio do transplante renal, por isso, a prevenção é tão importante”, finaliza a especialista.

  • 10 milhões de brasileiros sofrem com doença renal

    Mais de 10 milhões de brasileiros sofrem com doença renal crônica, que pode estar associada a outras patologias

    No Dia Mundial do Rim (9/3), especialistas da Dasa chamam atenção para prevenção e cuidados com as doenças renais, sobretudo a crônica, que pode ser fatal quando não é tratada adequadamente

     

    A crescente incidência de doenças renais no mundo tem despertado preocupação porque, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a taxa de mortalidade por doença renal crônica (DRC) tem aumentado a cada ano devido, em parte, ao desconhecimento da população. Conforme o Ministério da Saúde, estima-se que mais de 10 milhões de brasileiros sofrem com DRC. Outros tipos de doenças renais são as agudas, cujo tratamento e cura são mais simples, tais como cálculo renal, pielonefrite e nefrite, estas últimas causadas por bactérias. 

     

    O Dr. Pedro Mendes, nefrologista do Hospital Brasília – pertencente à Dasa, maior rede de saúde integrada do país – esclarece que a DRC ocorre quando os rins estão há mais de 90 dias com algum comprometimento de suas funções. Esse comprometimento pode ser avaliado por meio do exame laboratorial de dosagem de creatinina ou exames de imagem, como tomografia e ressonância magnética, todos disponíveis no Exame Medicina Diagnóstica, que também pertence à Dasa. O especialista ressalta que doenças como o diabetes, hipertensão e obesidade prejudicam o funcionamento dos rins, podendo ocasionar uma DRC. 

     

    “A principal recomendação para prevenir doença renal crônica é a realização de exames, sobretudo para quem tem doenças associadas, como diabetes e hipertensão, quem possui histórico familiar dessa enfermidade ou ainda quem tem diagnóstico de alteração renal”, indica o Dr. Mendes. “Outras formas de prevenção são praticar atividade física, evitar o excesso de peso, evitar o consumo de alimentos ricos em sódio e não exagerar no uso de remédios anti-inflamatórios”, completa o nefrologista. 

     

    De acordo com o Dr. Marcos Madureira, radiologista do Exame Medicina Diagnóstica, exames de imagem são essenciais no auxílio do diagnóstico de doenças renais, tanto as agudas quanto a crônica. “A ultrassonografia para avaliação dos rins geralmente é o primeiro exame de imagem realizado. Esse exame é capaz de mostrar várias alterações renais, incluindo sinais das doenças crônicas, por meio da avaliação da anatomia dos rins”, informa o radiologista. “Outros métodos de exames mais apurados são a tomografia computadorizada e a ressonância magnética, determinantes na avaliação de alterações que impactam diretamente na função renal”, acrescenta o Dr. Madureira. 

     

    Muitas vezes, conforme o Dr. Mendes, a DRC não manifesta sintomas até ocorrer um comprometimento grave dos rins. “É importante estar atento a alguns sinais de problemas renais, como o aumento do volume e alteração da cor da urina, dificuldade de concentração, fadiga, incômodo ao urinar, presença de sangue e espuma na urina, dor lombar e inchaço nos olhos, tornozelos e pés”, descreve o nefrologista. 

     

    Em se tratando de DRC, o especialista explica que o tratamento é determinado pelo estágio da enfermidade. “Na fase inicial, recomendamos o controle da pressão e do diabetes com medicamentos que previnem os impactos nos rins, assim como mudanças nos hábitos de vida. Já nos casos mais avançados, recomenda-se diálise e transplante renal, o que será definido pela equipe médica”, diz o nefrologista.