Autor: agitosp

  • Oito dicas para prevenir a infecção urinária

    Condição que atinge 80% das mulheres e causa a internação de cerca de 90 pessoas por dia tem maior incidência no verão

     

    O verão está chegando e junto com a estação mais quente do ano cresce a ocorrência da incômoda infeção urinária, patologia geralmente bacteriana, que traz a dor e outros desconfortos como ardência ao urinar, dificuldade ou sensação de urgência urinária, urina turva e com forte odor, sangramento e febre, em alguns casos. De acordo com levantamento realizado pela Secretaria da Saúde de São Paulo esta condição gera, em média, cerca de 90 internações por dia em hospitais públicos do Estado de São Paulo. No ano de 2014, foram registradas mais de 34 mil internações pela infecção e o período de janeiro a março correspondeu a 28% destes eventos.

     

    De acordo com especialistas, as mulheres são mais suscetíveis à infecção urinária, por alguns fatores, dentre eles, a própria anatomia do corpo feminino, que possui a uretra mais curta e proximidade entre a vagina e o ânus. É exatamente nesses locais que se concentram a maioria dos micro-organismos e bactérias que se proliferam e contaminam o trato urinário – rins, ureteres bexiga e uretra. Segundo a ginecologista Regina Paula Ares (CRM SP -59878), aproximadamente, 80% das mulheres contrairão a patologia e 30% deste total terão infecções recorrentes.

     

    A especialista destaca oito dicas simples que podem ajudar a prevenir e evitar a doença infecção urinária pelo público feminino. São elas:

     

    ü Realizar higiene adequada, especialmente, antes e após a relação sexual: urinar depois do sexo! Ao higienizar a região da uretra, na mulher, fazê-lo sempre no sentido da frente para trás.
    ü Ingerir bastante água evitando líquidos alcoólicos durante todo o dia;

    ü Evitar segurar a urina;

    ü Evite relações sexuais desprotegidas;

    ü Tomar banho com água corrente, com temperatura não elevada e pouco sabonete;

    ü Evitar as roupas muito justas e as de fibras sintéticas;

    ü Evitar o uso de biquíni molhado por longos períodos;

    ü Trocar frequentemente os tampões e os absorventes no período menstrual.

     

    Porém, a infecção pode variar de intensidade, conforme as defesas da mulher, da virulência (força) e da quantidade de bactérias que se instalaram.

     

    A infecção urinária é definida como a presença de microrganismos (bactérias, vírus e fungos) em alguma parte do sistema urinário. Assim, quando afeta a uretra, é chamada de uretrite, na bexiga, cistite e nos rins, pielonefrite. As infecções urinárias, mais comuns, comprometem a parte inferior do trato urinário, ou seja, a uretra e a bexiga.

     

    Importante ressaltar que um quadro urinário mais grave decorrente da cistite, como a pielonefrite, pode apresentar sintomas, tais como, a febre, geralmente superior a 38OC, calafrios e dor lombar. Neste caso, onde a infecção já atingiu os rins, deve-se procurar o mais rápido possível um serviço médico para avaliação e terapêutica correta.

     

    É sempre importante consultar um médico para um diagnóstico mais preciso e tratamento adequado. Por exemplo, analgésicos urinários e antibióticos podem ser recomendados para eliminar o quadro de infecção urinária.

     

    O verão – Porque a incidência da patologia pode aumentar nesse período?

     

    Isso acontece porque no verão, atividades como ir à praia ou aproveitar a piscina, naturalmente passam a fazer parte da agenda de grande parte da população. O problema é o costume de se passar a maior parte do dia com biquíni, maiô e bermuda molhada, fator que pode favorecer a proliferação de micro-organismos. O ideal é que haja uma boa higienização íntima durante o banho e que as peças molhadas sejam substituídas por uma de algodão seca assim que o indivíduo retornar do passeio.

     

    Outro ponto de atenção nos meses mais quentes são as alterações radicais na dieta – atitude comum entre mulheres e homens, que buscam a forma perfeita para o período. “Estas adequações no cardápio causam mudanças no funcionamento do organismo e diminuem a imunidade do corpo, facilitando a ação de bactérias, fungos e outros vilões. Seguir uma dieta saudável é um hábito que ajuda no combate às infecções urinárias e na prevenção de diversos problemas de saúde”, explica a Dra. Regina. Outra dica é aproveitar as pausas no banho de sol ou nos jogos de areia para utilizar os sanitários e manter a hidratação corporal com sucos e refrescos.

  • Saiba como reabilitar e cuidar de um cão agressivo

    Especialista em comportamento animal explica como o comportamento do dono tem ligação com o comportamento do pet e passa orientações importantes para lidar com cães que demonstram diferentes graus de agressividade. Tratamento é fundamental para evitar transtornos maiores.

    São Paulo, 17 de novembro de 2016 – A agressividade é uma questão séria enfrentada por donos de pets, e que pode ter causas diversas. É comum que animais que tenham sido vítimas de maus-tratos fiquem agressivos, mas, ao contrário do que muitos pensam, essa não é a única causa possível para esse problema de comportamento.
    “Há diversos motivos e graus de agressividade de um cão, e para um diagnóstico adequado, é preciso fazer um estudo detalhado do comportamento do animal. Por meio da observação da forma com que o cão reage e interage com pessoas, outros animais e estímulos, é possível identificar a causa”, explica Cleber Santos, adestrador e especialista em comportamento animal que está à frente da equipe ComportPet.
    Independentemente de o animal ser de pequeno ou de grande porte, o especialista alerta que um comportamento hostil sempre envolve riscos e pode causar transtornos para os donos e para a sociedade em geral. “Por isso, antes de tentar controlar a agressividade do animal, os tutores devem contar com o auxílio de um profissional, que ficará atento aos sinais, entenderá a raiz da agressividade e tratará imediatamente, junto com o dono, desse comportamento, com carinho e técnicas corretas”, afirma Cleber.
    O especialista cita alguns sinais de agressividade, aos quais é importante ficar atento se o cachorro:
    Mantêm as orelhas voltadas para trás e não abana a cauda

    Rosna quando alguém se aproxima dele, da sua comida ou de objetos que gosta, como brinquedos

    Late muito ao ouvir barulhos ou ao ver pessoas ou animais estranhos

    Não gosta de brincar nem de ser acariciado

    Apresenta comportamento antissocial, ficando muito tempo isolado

    Causas
    O especialista indica algumas das possíveis causas para a agressividade:
    Dominância: Pode ocorrer quando os donos não conseguem mostrar ao cão quem é o líder, ou seja, que quem manda é o dono e não o cachorro. Os cães, assim como membros de qualquer matilha, precisam seguir um líder. Quando não conseguem identificar uma presença que se torne referência para eles, assumem a liderança, ficando mais agressivos.
    Medo: Cachorros com medo podem reagir agressivamente. Quando o cachorro está sob estresse e se sente sem saída – como ao levar um susto ou receber castigo corporal severo – ele pode reagir com violência. Por isso, o cão nunca deve ser repreendido com agressão ou gritos. “Agir dessa forma é um grande erro, pois, além de não educar o cão, o dono ainda estimula a agressividade do animal”, explica Cleber Santos.
    Marcação de território: Pode acontecer quando uma pessoa ou outro animal chega perto de um determinado objeto do cão, como brinquedo, comida, sua cama ou casinha. “O ideal é demonstrar ao cão que não precisa ficar defendendo um determinado objeto. Para isso, é indicado, por exemplo, recompensá-lo com petiscos sempre que ele se mantiver calmo quando alguém se aproximar de seus objetos ou de seu território”, ele ensina.
    Reabilitação
    Uma vez observados os sinais e feito o diagnóstico, que deve se feito por um profissional especializado em cuidados com os pets, Cleber Santos explica que a terceira etapa é partir para a reabilitação do animal. “Isso pode ser feito usando diversas técnicas de adestramento, socialização, treinos de obediência e musicoterapia, uma ferramenta que utiliza a música e a cada dia vem sendo mais utilizada para acalmar os animais”, ele explica.
    De acordo com o especialista, exercícios de obediência ajudam o cachorro a entender que o dono é o líder, o que ajudar a diminuir a agressividade. “São hábitos que devem ser incorporados no dia a dia. Ou seja, quando sair para um passeio, o cão deve ser ensinado a não puxar, por exemplo. O próprio adestramento básico, de início, já ajuda a tornar o cão mais obediente”.
    Comunicação
    Outra questão importante, segundo Cleber, é a comunicação. “Muitas vezes o dono nem percebe, mas não se comunica com seu cão de forma adequada, e o mau comportamento do animal é resultado disso. A agressividade dos cães pode ser uma forma de chamar a atenção”, comenta.
    Por fim, segundo ele, é fundamental que os donos dos animais participem de todo o processo de reabilitação, pois eles também aprenderão a lidar melhor com seu cão. “O comportamento do dono se reflete no comportamento do animal, e a mudança de comportamento do animal vai depender, entre outros fatores práticos, da nova postura do dono. É um processo gradual e que exige comprometimento”.

  • Discovery Cove celebra o nascimento de cinco golfinhos

    Discovery Cove celebra o nascimento de cinco golfinhos

    “Baby boom” inclui mamães de primeira viagem

    Cinco golfinhos da espécie nariz de garrafa nasceram no Discovery Cove no último mês:

    Kona, fêmea, nasceu em 3 de agosto, sua mamãe se chama Roxy;
    Titan, macho, nasceu em 6 de agosto, sua mamãe se chama Calypso;
    Nero, macho, nasceu em 7 de agosto, sua mamãe se chama Nueces;
    Star, fêmea, nasceu em 14 de agosto, sua mamãe se chama Stella; e
    Storm, nascido em 2 de setembro, sua mamãe se chama Hailey.
    O sexo de Storm ainda não foi identificado.

    Ao nascer, cada filhote pesava aproximadamente 15 quilos e tinha cerca de um metro de comprimento. Cada bebê é amamentado durante vários minutos de hora em hora e 100% de sua nutrição vem do leite de suas mães.

    “O nascimento de um animal é um momento muito especial para a nossa equipe, e termos cinco bebês em um curto espaço de tempo é algo emocionante, ” disse Gina McDaniel, treinadora de animais do Discovery Cove. “A última vez que tivemos tantos nascimentos próximos foi em 2009, então essa é uma época muito feliz para os nossos golfinhos e nossa equipe. ”

    As novas mamães estão muito atenciosas, mantendo seus bebês próximos e nadando constantemente para criar uma “corrente de deslocamento”, no qual os filhotes podem nadar mais facilmente, gastando o mínimo de energia possível. Poucas horas após os nascimentos, as caudas e as barbatanas dorsais – macias e flexíveis no momento do parto – gradualmente vão endurecendo, o que os ajuda a nadar por conta própria.

    “Calypso, Nueces, Stella e Hailey são mães de primeira viagem, então a Roxy foi um ótimo modelo para elas, ” disse McDaniel. “Os golfinhos são animais extremamente sociais, então é comum que as novas mamães recebam ajuda das mais experientes. ”

    Os bebês ficarão perto de suas mães por um tempo e em breve terão a oportunidade de interagir e brincar um com os outros, conhecer as outras mães e eventualmente ser introduzidos aos grupos sociais dentro do parque.

    A equipe de treinadores e veterinários do parque estão monitorando os filhotes e suas mamães 24 horas por dia, controlando seus níveis de respiração, amamentação e progresso geral. As informações obtidas pelo Discovery Cove serão compartilhadas com instituições zoológicas no mundo todo.

    “Nós estamos em uma posição única ao poder observar de perto e documentar as características fisiológicas e comportamentais dos golfinhos, pois colaboramos para a comunidade científica com informações sobre o seu parto, amamentação e outros hábitos,” disse McDaniel. “Esses dados são especialmente importantes para pesquisadores e organizadores de resgate que trabalham com esses animais na natureza. Por exemplo, é difícil entender ou determinar o motivo pelo qual a população de golfinhos está diminuindo repentinamente, ou porque um golfinho foi encontrado encalhado na praia. Por meio da nossa pesquisa, observação e informação, nós ajudamos a estabelecer uma base do que pode ser considerado normal. ”

    Os visitantes do Discovery Cove poderão ver em breve algum dos golfinhos bebês nadando em uma das lagoas do parque nas próximas semanas, mas a equipe ainda não anunciou quando eles poderão ser vistos diariamente.

  • Flórida além dos parques temáticos: Miami, destino de luxo

    Hotel Fontainebleau Miami Beach e Aventura Mall refletem a sofisticação desta que é uma das cidades preferidas dos brasileiros

    Talvez não exista no mundo um destino mais completo em termos de turismo do que os Estados Unidos. O país vende sonhos melhor do que qualquer lugar – e o faz com estilo e qualidade. E se as férias dos seus sonhos significam uma temporada de compras e descanso, Miami é a resposta.

    Com opções de hospedagem renomadas – como o Fontainebleau Miami Beach, em frente ao mar, no coração da “Millionaire’s Row” – e centros de compras que abrigam as lojas mais cobiçadas do mundo, como o Aventura Mall – a apenas alguns minutos dos Aeroportos Internacionais de Miami e Fort Lauderdale-Hollywood –, a cidade consagrou-se no mercado turístico de luxo internacional.

    Muitos brasileiros já sabem disso: entre janeiro e setembro de 2015, 582 mil turistas saíram do Brasil com destino à cidade na Flórida, número 3% maior em relação ao mesmo período em 2014, de acordo com o Bureau de Convenções e Visitantes da Grande Miami.

    Compras com estilo

    Um dos quatro destinos mais visitados da cidade, ainda segundo o Bureau de Convenções e Visitantes da Grande Miami, o Aventura Mall é procurado por turistas que fazem questão de comprar com conforto sem abrir mão da exclusividade. O shopping reúne as mais renomadas grifes internacionais, como Fendi, Bally, Tory Burch, Cartier, Louis Vuitton, Burberry, RED Valentino, St. John e 120% Lino. Em 2016, a oferta de lojas de luxo no centro comercial irá aumentar com a inauguração de duas grifes de peso: Givenchy e Gucci, que devem abrir suas portas no terceiro e no quarto trimestres, respectivamente.

    Varejistas populares, mas igualmente queridos pelo público também estão por lá: Michael Kors, Apple, Abercrombie & Fitch, Diesel e H&M. As 300 lojas dividem espaço com seis lojas de departamento, incluindo Macy’s e Bloomingdale’s, 10 restaurantes e 24 cinemas.

    Depois de um dia inteiro de compras em um shopping de primeira linha, nada como aproveitar os mimos e as facilidades de um hotel tradicional e sofisticado na mesma medida. Inaugurado em 1954, o Fontainebleau Miami Beach surge como uma opção luxuosa para os hóspedes mais exigentes. Projetado por Morris Lapidus, arquiteto famoso por desenhar os mais glamourosos hotéis do sul da Flórida nas décadas de 50 e 60, o Fontainebleau passou por uma reforma bilionária e reabriu suas portas em 2008, preparado para atender aos vários tipos de público: do corporativo ao turismo de lazer, passando por aqueles hóspedes que prezam por discrição e sossego, e por aqueles que buscam agitação.

    Para garantir que todos encontrem o que desejam, o hotel, com área total de 80 mil m², é dividido em quatro torres, cada uma focada em um perfil de público. A torre batizada de Sorrento, por exemplo, possui a decoração mais sofisticada. Na área de lazer, o hotel conta com seis piscinas cinematográficas, quatro jacuzzis e uma ótima estrutura para quem deseja aproveitar a praia.

    O luxo está em todos os detalhes do empreendimento. Desde o início de março de 2016, as acomodações do Fontainebleau contam com amenities exclusivos, desenvolvidos pela tradicional Histoires de Parfums, que homenageia personagens famosos, matérias-primas e anos míticos com produtos customizados. Esta é a primeira vez que a empresa desenvolve uma linha em parceria com um hotel – batizada de Est. 1954, ano de inauguração do Fontainebleau, a linha de fragrâncias exclusiva é composta por shampoo, condicionador, sabonete líquido e em barra e loção corporal.

    Para maximizar o relaxamento, vale conhecer as 39 salas privativas de tratamento do Lapis Spa. O espaço aposta nas terapias naturais com águas termais e minerais aliadas à tecnologia de ponta para estimular as energias, promover o antienvelhecimento e aliviar o estresse. Além disso, os hóspedes têm um salão de beleza à disposição.

    Mimos gastronômicos

    A gastronomia do Fontainebleau também contribui para a atmosfera luxuosa do hotel, que conta com oito opções, sem contar bares, lanchonetes e casas noturnas – entre elas, os “AAA Four Diamond Signature”, que são operados por alguns dos mais famosos e aclamados chefs internacionais: Scarpetta by Scott Conant, Michael Mina 74, StripSteak by Michael Mina e o Hakkasan, que, em Londres, foi o primeiro restaurante chinês a ganhar uma estrela Michelin.

    Para acompanhar as receitas que colocam o Fontainebleau em evidência na cena gastronômica de Miami, o empreendimento dispõe de mais de 14 mil rótulos de vinho – a maior adega pertencente a um hotel nos Estados Unidos.

    Saiba mais em www.fontainebleau.com e www.aventuramall.com

  • Qual a importância da chave do carro?

    A FORD EXPLICA EM VÍDEO COMO FUNCIONA A SEGURANÇA DA NOVA MYKEY

    A Ford introduziu em vários de seus modelos a chamada MyKey, que revolucionou um item anteriormente muito simples: a chave do veículo. Para mostrar a utilidade desse novo recurso de segurança, um vídeo explica de modo descontraído como ela ajuda os pais a incentivar a direção responsável dos jovens – veja neste link.
    No Brasil, ela é oferecida hoje, conforme a versão, nas linhas New Fiesta, Focus, Fusion, EcoSport, Edge e Ranger. Associada ao sistema de conectividade SYNC, é uma inovação que consumidores de todo o mundo estão conhecendo e se habituando a utilizar.

    Como muitas tecnologias novas, a chave MyKey foi introduzida inicialmente em veículos de luxo. Hoje, é oferecida em modelos da Ford de diferentes segmentos como parte dos itens de segurança. Com ela, é possível limitar a velocidade máxima do veículo e o volume do som, ativar alertas sonoros de uso do cinto de segurança e limites de velocidade e impedir o desligamento dos sistemas de assistência ativa. A sua programação é feita através da tela do SYNC.

    Facilitador
    Uma pesquisa feita nos Estados Unidos, onde o uso do equipamento já é mais difundido, mostrou que em vez de ser um fator inibidor para os motoristas jovens a chave MyKey é vista como um facilitador para os pais terem mais confiança de emprestar o carro aos filhos. Ela também é útil quando o veículo tem de ser dirigido por terceiros, como manobristas.

    “A chave MyKey é um dos recursos inovadores de tecnologia embarcada que a Ford introduziu em seus carros para oferecer uma nova experiência aos clientes e facilitar a sua vida. O vídeo ajuda a entender como é o seu uso prático no dia a dia”, diz Fernando Pfeiffer, gerente do Produto da Ford.

  • Busch Gardens Tampa Bay inaugura aquário para conscientizar sobre danos no ecossistema

    Nova atração faz parte do projeto Rising Tide Conservation, que incentiva a reprodução de peixes de água salgada

    O Busch Gardens Tampa Bay, na Flórida, acaba de inaugurar um aquário com mais de mil litros de água que abriga peixes de aquicultura (cultivo em espaço controlado), corais vivos e caracóis. A nova atração faz parte do Rising Tide Conservation, um projeto colaborativo sem fins lucrativos que teve início com o SeaWorld Parks & Entertainment em 2009. O objetivo do projeto é desenvolver métodos de reprodução de peixes de água salgada para oferecer uma alternativa sustentável aos aquários evitando a retirada dessas espécies da natureza.

    Atualmente o Rising Tide Conservation conta com parcerias com aquários públicos, institutos de pesquisas, profissionais da indústria pet e protetores de arrecifes de corais por meio do desenvolvimento sustentável de aquicultura. A retirada de peixes marinhos tropicais pode causar danos ao ecossistema e às espécies. Saiba mais sobre esse projeto de preservação de peixes marinhos ornamentais nesse vídeo.

    O Busch Gardens Tampa vem trabalhando no sistema desse novo aquário há dois anos. Ele apresenta diversos peixes marinhos que o projeto conseguiu reproduzir com sucesso, incluindo o Tang Amarelo – que obteve êxito no cultivo em cativeiro pela primeira vez em uma ação em parceria com o Instituto Oceânico da Hawaii Pacific University.

    Atualmente, a equipe de pesquisadores do Rising Tide está utilizando os conhecimentos adquiridos durante o processo de reprodução do Tang Amarelo para desenvolver técnicas para cultivar o Tang Azul. Essa espécie tem se tornado cada vez mais popular entre os donos de aquários, entretanto, a única forma de adquirir esse peixe é retirando-o da natureza, pois o Tang Azul é extremamente difícil de reproduzir em cativeiro. Os profissionais do SeaWorld têm obtido avanços significativos nesse cenário. Para saber mais sobre essa espécie, assista ao vídeo.

    O novo aquário fica localizado ao lado da atração Jambo Junction, na área Nairobi. Ele estará aberto diariamente durante o horário de funcionamento do parque.

    O SeaWorld & Busch Gardens Conservation Fund apoia com investimentos financeiros o Rising Tide Conservation há cinco anos. Os visitantes também podem ajudar essa iniciativa ao doar para o fundo de conservação.

  • SeaWorld Orlando reabilita espécie rara de baleia

    Pygmy Killer Whale Rescue

    Na semana passada a equipe de resgate do SeaWorld Orlando recebeu em seu centro de reabilitação uma Orca-pigmeia. Ela foi encontrada encalhada em estado crítico em uma praia na Costa Oeste da Flórida e levada ao parque pela National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA).

    A Orca-pigmeia é uma espécie extremamente rara de ser encontrada em águas rasas. Geralmente elas são encontradas em águas profundas, em ambientes tropicais e em grupos de 10 a 30 membros. Esses animais têm características físicas semelhantes às das orcas, por isso são nomeadas de Orcas-pigmeias.

    O golfinho que chegou ao parque semana passada é uma fêmea, estava pesando 115 quilos e tem 2 metros de comprimento. Acredita-se que o animal fez esforço excessivo ao passar por um habitat irregular de ostras e depois ficou encalhado durante o período de pico de calor, ao meio dia, expondo-se aos raios de sol mais fortes, resultando em desidratação.

    Ao chegar no parque, ela foi colocada em uma área de quarentena onde a equipe de resgate e cuidados animas ofereceram medicamentos imediatamente, incluindo fluidos e antibióticos. Durante o transporte para o SeaWorld, o golfinho foi coberto com uma manta de óxido de zinco para proteger sua pele da exposição ao sol.

    "O animal permanece sendo monitorado 24 horas por dia pela nossa equipe e estamos otimistas sobre sua recuperação", disse Jon Peterson, Curador Assistente de Cuidados Animais do SeaWorld Orlando. Atualmente os membros da equipe de resgate estão se revezando para terem sempre uma pessoa dentro da piscina acompanhando o desenvolvimento e ajudando o animal a flutuar. Ela continuará recebendo cuidados intensivos e o tratamento será adequado conforme os resultados dos exames forem atualizados.

    A equipe de resgate do SeaWorld está disponível 24 horas, 7 dias por semana, para ajudar animais em risco, doentes, machucados, órfãos ou precisando de cuidados de especialistas. Em parceria com órgãos estaduais, regionais e agências federais, o SeaWorld Parks & Entertainment mantém uma das mais bem-sucedidas equipes de resgate de animais, que tem o objetivo de reabilitá-los e devolvê-los à natureza saudáveis. Os especialistas do SeaWorld já ajudaram mais de 28 mil animais necessitados em seus mais de 50 anos de atuação.

  • Os encantos da bela Curitiba

    Os encantos da bela Curitiba

    Duas cidades paranaenses recebem a Tocha Olímpica nesta quinta-feira (14). O dia terá início em São José dos Pinhais e terminará na capital paranaense

    Por Fernanda de Lima

    Paço da Liberdade. Crédito: Divulgação Embratur

    Nesta quinta-feira (14) a Tocha Olímpica visitará duas cidades importantes do Paraná: São José dos Pinhais, quinta maior do estado, e a capital Curitiba. No trajeto, o símbolo olímpico poderia apreciar cachoeiras, piscinas naturais, patrimônio histórico e museus que retratam traços importantes da cultura paranaense.

    É em São José dos Pinhais que está o Aeroporto Internacional Afonso Pena que recebe cerca de 7,8 milhões de passageiros por ano segundo a prefeitura municipal. A cidade conta com atrativos naturais e culturais. Um dos destaques é a Cachoeira dos Ciganos, localizada a 50 km do centro da cidade, que permite aos turistas banhos em piscinas naturais e em queda d’água de aproximadamente 10 metros.

    No caminho para a cachoeira, os turistas podem aproveitar as trilhas com presença de rios. O Museu do Boneco é outro ponto turístico da região, e sedia espetáculos aos visitantes com diferentes bonecos, que fazem apresentações com cotações de história.

    Cachoeira dos Ciganos. Crédito: prefeitura municipal

    A capital paranaense conta com ricos pontos históricos. Inaugurado em 24 de fevereiro de 1916, o Paço da Liberdade já foi sede da prefeitura da cidade e tem uma estrutura com ricos detalhes neoclássicos e desenhos da técnica Art Nouveau. O monumento é o único do Paraná tombado pelo Instituto Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Em 2009, o governo municipal entregou o atrativo revitalizado, sendo que a restauração manteve as características originais do edifício.

    Curitiba também se destaca pela beleza natural. Um dos mais famosos cartões postais da cidade é o Jardim Botânico. Inaugurado em 1991, o local foi criado com base nos jardins franceses e conta com um tapete de flores logo na entrada. Outra atração é a estufa, com estrutura metálica e de vidro, que abriga espécies botânicas da Floresta Atlântica.

    Jardim Botânico de Curitiba. Crédito: Divulgação Embratur

    Quem visita a cidade também não pode deixar de fazer um passeio especial com a Linha Turismo, um ônibus especial que circula entre os principais pontos turísticos da cidade, como parques, praças e outras atrações. Os veículos contam com equipamentos de som que fornecem informações gravadas sobres os locais visitados em três idiomas: português, francês e espanhol. O transporte faz viagens a cada 30 minutos e tem duração de duas horas e meia.

  • Top 5 – Outlets em Orlando

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    TOP 5: CONHEÇA ALGUNS DOS MELHORES CENTROS DE COMPRAS EM ORLANDO

    Faça chuva ou faça sol! Quando se fala em férias o destino que sempre vem à cabeça dos brasileiros é Orlando. A cidade é o sonho de 10 entre 10 crianças por conta dos parques da Disney, mas, embora eles sejam fundamentais no roteiro do turista, é bem possível acabar perdido em meio a tantas opções de destinos que mesclam, os parques, os outlets, as praias e pontos turísticos da região, entre inúmeras outras atividades.

    No entanto, nem sempre foi assim. ”No passado, os turistas não encontravam muitas opções de compras na cidade, com isso, realizavam longas viagens de até três horas, até Miami para encontrar boas opções. Atualmente, a região oferece o pacote completo de entretenimento e lazer, tanto para os pequenos como para os adultos”, ressalta Wendel Ferrari, CEO da Temporada em Orlando – empresa brasileira, líder no país em aluguel de casas de alto padrão, localizadas próximas à Disney e destinadas ao turismo de curta temporada. O executivo elenca algumas dicas de centros de compras considerados os ”preferidos” de quem gosta de um bom negócio. Confira:

    1. PREMIUM OUTLETS – INTERNATIONAL DRIVE
      Antes de ir às compras, a dica é ter em mãos os conhecidos cupons de desconto. Eles podem ser obtidos através do credenciamento no site (http://www.premiumoutlets.com/outlet/orlando-international/stores) dos estabelecimentos, depois basta imprimi-los. É possível também apanhar um panfleto de descontos na entrada dos centros de compra. Após isso, a dica fundamental para quem busca as melhores ofertas é iniciar as visitas pelos outlets, que normalmente trabalham com coleções passadas, o que tornam os preços mais atrativos.

    ”Não adianta programar diversos passeios no mesmo dia da visita ao outlet. O local é enorme, é possível que em um dia inteiro você não consiga visitar todas as lojas que estão disponíveis. É recomendado visita-lo em primeiro lugar, porque tem as melhores opções de produtos e boas condições de preço”, indica Ferrari. O local, paraíso para os papais que buscam preparar o enxoval para os bebês, conta com quase 200 lojas, entre elas Victoria’s Secret. Lojas Ralph Lauren, Tommy Hilfiger, GAP, Nike, Adidas, Reebook, Puma, OshKosh B’Gosh, Carter’s e GAP Kids.

    1. PREMIUM OUTLETS – VINELAND
      O outlet é bem parecido com o localizado na International Drive só que é um pouco menor, com cerca de 160 lojas, como Armani, Hugo Boss, Lacoste, Timberland e Van%u2019s. Diferente do concorrente ele está mais próximo dos parques da Disney e costuma estar mais vazio. ”É muito comum ao andar pelos corredores ouvir o bom e velho português, se você estiver com a camisa do Brasil, é bem possível que você seja estimulado a bater um papo já que a presença de brasileiros é maciça”, comenta o executivo.

    2. SHOPPING FLORIDA MALL
      O maior shopping da região conta com mais de 265 lojas, entre elas, Abercrombie & Fitch, Macy%u2019s, Sephora, Victoria%u2019s Secret, Apple Store e a Best Buy, rede de lojas de eletrônicos mais conhecida de Orlando. ”É recomendado alugar um carro ao visitar o estabelecimento devido à comodidade para realizar as compras e porque, assim como os parques, ele fica um pouco distante para ser visitado por taxi ou por transporte público”, sugere o CEO da Temporada. A praça de alimentação conta com Taco Bell, Five Guys, Grill Restaurant e Subway.

    3. MALL AT MILLENIA
      O shopping se destaca pelo design moderno, com fontes, esculturas e teto de vidro, sendo o mais belo e luxuoso entre todos os centros de compras. No entanto, isso é refletido em seu preço que não é tão convidativo quantos os demais. ”O centro de compras tem como grande destaque suas lojas de luxo, como Mont Blanc, Rolex e Tiffany & Co. Vale conferir também Bloomingdale%u2019s, Forever 21, Zara, Hollister, Game Stop e a The Cheesecake Factory”, aponta Ferrari.

    4. ALTAMONTE MALL ORLANDO
      O shopping é um pouco mais distante que os demais, localizado a 30 minutos de Orlando, até por isso não é tão conhecido pelos turistas. A maioria de suas 90 lojas são de roupas, como Guess, Forever 21, GAP, H&M, Macy%u2019s e Banana Republic. Embora não tenha a conceituada loja de cosméticos Sephora, o centro de compras possui a Ultra Beauty, opção não tão conhecida pelos turistas, mas bem atrativa.

    A Temporada em Orlando
    A Temporada em Orlando é uma empresa brasileira, líder no país em aluguel de casas de alto padrão, localizadas na cidade e destinadas ao turismo de curta temporada. Surgiu em abril de 2011, como Temporada na Disney e sob o comando do empresário Wendel Ferrari. Em sua primeira viagem de lua de mel à cidade americana, o empresário conheceu o sistema de aluguel de casas. Gostou tanto, que resolveu investir na compra de um imóvel já vislumbrando a possibilidade de um novo negócio.
    file_opener.php?cmd=426a634fda13cc22f4f8a804fc84c42ee0be0a01114072f0faa86e33e4154247 Hoje, a empresa coloca à disposição mais de 130 casas de alto padrão, mobiliadas, com piscina privativa, localizadas em condomínios fechados em Kissimmee e cidades no entorno, com atendimento totalmente personalizado e suporte 24 horas nos Estados Unidos. Mais informações: www.temporadaemorlando.com.br.
  • Cães x fogos de artifício: dicas para amenizar a fobia dos animais

    Ricardo Tamborini atribui o medo de alguns pets ao comportamento incorreto por parte dos donos e desfaz alguns mitos sobre a preparação do animal para a queima de fogos

    “Nenhum cão nasce com medo”. É o que afirma o especialista em comportamento canino, Ricardo Tamborini, ao explicar que os desvios comportamentais do pet afloram de acordo com os estímulos que ele recebe. O mesmo acontece com a fobia envolvendo fogos de artifício, que na maioria dos casos é resultado de um comportamento incorreto dos donos. “É natural que o cão sinta medo do barulho de rojões e o primeiro impulso dos donos é pegá-lo no colo para protegê-lo. Porém o animal entende isso como ‘uma recompensa por sentir medo’ e terá o mesmo comportamento sempre que ouvir os ruídos”, explica Tamborini.

    Desde filhote, o cachorro deve entender que o barulho dos fogos não representa perigo e que é algo passageiro. Caso o dono não condicione o pet da maneira correta, ele pode desenvolver a fobia e o medo pode resultar em outros problemas, como estresse, insegurança, agressividade e depressão. “Corrigir um animal adulto, que já desenvolveu um trauma, é muito mais difícil e, em alguns casos, irreversível. Por isso, o indicado é iniciar o processo de adaptação no primeiro ano de vida do pet”, alerta o especialista.

    Criando cães destemidos

    Para o especialista em comportamento canino, a única maneira de evitar que o pet desenvolva fobia de fogos de artifício é condicioná-lo, desde filhote, a encarar o ruído como algo inofensivo. “O segredo é não dar colo e carinho para o pet, não recompensá-lo durante a queima. Por mais que ele chore, quando o barulho cessar ele irá perceber que nada de mal aconteceu. Da próxima vez, ele irá encarar o acontecimento com mais naturalidade”, aconselha.

    Outra dica de Tamborini é fazer a associação do barulho a algo bom, como petiscos, brinquedos e brincadeiras. “O dono deve fazer isso apenas quando notar que o cão está bem e, principalmente, sem demonstrar receio algum da situação que o incomoda”, completa.

    O cão já tem medo. E agora?

    Dependendo do grau desse medo, o dono deverá recorrer ao auxílio de um especialista em comportamento canino. “Há cães que se machucam gravemente, querem ultrapassar portões ou paredes. Em casos extremos assim, o trauma já está muito enraizado no pet. Daí a importância de contar com a ajuda de alguém que faça um diagnóstico correto e oriente os donos de como revertê-lo”, explica.

    O processo de adaptação e dessensibilização deve ser gradativo, agradável e, principalmente, sem forçar o animal. “É errado forçar um animal que já apresenta esse medo a ver fogos ou situações que são desagradáveis a ele. O ideal é trabalhar isso no decorrer do ano. Isso leva tempo e varia de acordo com o nível da fobia de cada animal”, esclarece o especialista.

    Para que os donos saibam como lidar melhor com o problema, Tamborini listou uma série de dicas com foco em cães que já têm fobia de fogos de artifício:

    • Deixar um animal que tem medo de fogos sozinho em casa não é uma boa opção. Devido ao medo, ele pode se machucar seriamente, por querer fugir da situação que o está incomodando. O ideal é recorrer a um hotel de cães que tenha uma equipe preparada para dar suporte aos animais na noite da virada de ano.

    • Se você estiver em um lugar estranho, na casa de amigos ou viajando, proporcione um ambiente seguro e tranquilo para o pet. Deixe-o, de preferência, em um local silencioso, longe de pessoas e outros cães. Em situações de medo o cão procura abrigo em algum local escuro e tranquilo. Isso acontece porque, diferente dos humanos, os cães naturalmente sentem-se seguros em locais com essas características.

    • Outra alternativa é abrigá-lo em uma caixa de transporte de tamanho adequado, cobrindo essa caixa com algum tecido escuro, ou colocá-lo em um quarto escuro.

    • Uma técnica que tem sido muito difundida é a de enrolar uma faixa ou tecido no corpo do animal em pontos estratégicos para que a circulação sanguínea das regiões extremas do corpo seja estimulada, amenizando as tensões localizadas no dorso do animal e diminuindo a sua irritabilidade. O grande problema é que essa técnica tem sido difundida como “a solução”, mas na realidade ela só funciona em alguns casos. No geral, cães já em nível pânico não terão qualquer tipo de reação. O que pode ocorrer, se não houver supervisão, é o cão rasgar as faixas a fim de retirá-las, ou até mesmo deixá-lo mais irritado.

    Mitos

    Deixar uma luz acesa, a TV ligada ou colocar algodão no ouvido do pet quando ele estiver sozinho, segundo Tamborini de nada adianta. “Como eu disse anteriormente, os cães sentem-se mais seguros em locais pouco iluminados e silenciosos. Já o algodão é um objeto estranho que causa ainda mais desconforto ao animal”, explica.

    Usar floral ou medicamentos para tranquilizar ou sedar animais com medo é outro truque que não funciona. “Isso é um paliativo. Pode até aparentar uma pequena melhora, mas quando falamos em medo, abordamos especificamente a questão psicológica, então todos esses métodos e truques citados acima pedem ajudá-lo, mas não são capazes de resolver o problema”, alerta o especialista.

    Serviço:

    Ricardo Tamborini – Adestrador e especialista em comportamento canino

    www.ricardotamborini.com.br