Autor: agitosp

  • Mitos e verdades sobre a alimentação de filhotes

    Para ajudar nessa dúvida tão frequente, a Farmina Pet Foods explica quais são os nutrientes fundamentais na vida de um pet recém-nascido

    filhores_2017222152045.jpg

    Um filhote de cão ou de gato traz sempre muita alegria. Contudo, exige também muitos cuidados e a alimentação é, com certeza, uma das maiores preocupações para o pet crescer saudável. Para ajudar com as responsabilidades nutricionais dos filhotes, a Farmina Pet Foods, empresa italiana especializada em nutrição animal, desvenda os mitos sobre a alimentação dos pequenos pets.

    Amamentação: cuidado necessário
    Durante os primeiros 40 dias de vida, o pet recém-nascido será protegido, limpado e amamentado pela mãe. Esse período de amamentação é fundamental para o desenvolvimento dos filhotes. Para ajudar na recomposição dos nutrientes, recomenda-se trocar a ração da mãe por uma específica para filhotes, uma vez que esse alimento tem maior quantidade de calorias e oferecerá mais energia para o animal que está amamentando.

    Leite de vaca: a última opção
    Que o leite materno é fundamental para o desenvolvimento do filhote, ninguém tem dúvida. Mas na ausência da mãe, o que fazer? Entre as poucas alternativas, algumas saídas que ainda são bastante comuns são a diluição do leite de vaca em água ou o amolecimento de ração em um pouco de leite, deixando-a pastosa. Essas opções, porém, não são as mais indicadas para os pets.

    O leite de vaca, além de não possuir todos os nutrientes necessários para o filhote, também pode causar diarreia e desidratação e a ração, por sua vez, não vai ser consumida pelos filhotes recém-nascidos, já que os primeiros dentes só começam a nascer a partir da 4º semana de vida, por isso essas medidas só devem ser tomadas como última opção.

    No caso de ausência da mãe, o adequado é que o dono procure um médico veterinário de confiança e substitua o leite materno por um leite próprio para a idade do animal e que pode ser preparado em casa. O profissional deve informar a receita para o preparo, a quantidade e a frequência diária a ser administrada.

    Geralmente, na primeira semana de vida é oferecido uma menor quantidade de líquido, mas em maior frequência. Com o passar dos dias, aumenta-se a quantidade e reduz o número de vezes, sempre oferecendo ao pet o leite em uma seringa sem ponta. Outro ponto importante é nunca alimentar os filhotes deitados, como bebês, pois isso pode provocar um engasgamento severo e coloca em risco a vida do pet.

    Ração para filhotes: mais energia e mais alegria
    Após as primeiras semanas de vida e a partir do surgimento dos dentes no pet, experimente trocar, aos poucos, o leite, por uma ração desenvolvida especialmente para filhotes. Animais nessa fase estão em constante crescimento e têm grande demanda energética, por isso precisam de uma alimentação com pelo menos 30% a mais de proteína que a dos adultos, além de outros importantes nutrientes, como cálcio, fósforo e diversas vitaminas.

    Bem alimentado e saudável, o pet terá mais disposição para brincar e se divertir junto com o dono.

  • SeaWorld Orlando anuncia nova apresentação com golfinhos “Dolphin Days”

    SeaWorld Orlando anuncia nova apresentação com golfinhos “Dolphin Days”

    A partir de 1º de abril, os visitantes poderão aprender mais sobre esses animais no Dolphin Theater

    O SeaWorld Orlando acaba de anunciar o show Dolphin Days, que irá inserir os visitantes em um mundo com os animais mais brincalhões do oceano, os golfinhos. O novo espetáculo estreia no sábado, 1º de abril, substituindo o Blue Horizons – que ficou 11 anos em cartaz no Dolphin Theater. Na nova apresentação, o público irá aprender mais sobre as personalidades individuais de cada golfinho da espécie nariz-de-garrafa enquanto observam os laços incríveis que eles mantêm com seus treinadores. Um arco-íris de araras e outros pássaros tropicais também irão impressionar os visitantes, unindo os mistérios do fundo do oceano com as maravilhas do céu.

    O novo Dolphin Days irá apresentar uma experiência interativa para as crianças. Durante cada show, um pequeno voluntário do público será escolhido para interagir com um dos golfinhos e uma arara.

    Todos ficarão impressionados com a agilidade, graça e os saltos dos golfinhos, enquanto aprendem como podem ajudar a proteger estes animais na natureza. A novidade do Dolphin Days é o exemplo mais recente do comprometimento do SeaWorld em oferecer às famílias experiências que fazem a diferença. Por meio de encontros próximos com animais e shows únicos como este, os visitantes sairão do parque inspirados a cuidar destas espécies incríveis e a ter atitudes para ajudar animais selvagens e os ambientes em que vivem.

    O Dolphin Days não será o único lugar onde é possível aprender sobre golfinhos. O novo Dolphin Nursery abrirá em tempo para as férias de julho com uma experiência educacional interativa que proporcionará aos visitantes a chance de ver golfinhos bem de perto. Além disso, o parque também tem prevista a inauguração da Kraken com realidade virtual e o novo show noturno Electric Ocean, durante as noites de verão (Hemisfério Norte).

    Acesse nosso site em português www.seaworldparks.com.br, seja nosso fã no Facebook facebook.com/seaworldparksbr e siga-nos no Twitter twitter.com/seaworldparksbr.

  • HERPES: O que você precisa saber sobre esse mal

    Dermatologista fala sobre a doença. No Carnaval, os cuidados devem ser redobrados
    O herpes é um dos problemas de pele causado por vírus e, justamente por isso, no momento de atividade da doença, é altamente contagioso.
    Basicamente existem dois tipos de herpes – o herpes simples tipo 1 e 2 e o herpes zoster. No primeiro caso, ou seja, o do tipo 1 e 2, a doença apresenta as mesmas características e o único diferencial é a área do corpo atingida. O herpes tipo 1 aparece principalmente na boca, mas pode também se localizar em qualquer outra região. Já no caso do herpes tipo 2, atinge somente a área genital, podendo aparecer em homens e mulheres.
    É importante destacar que em se tratando de herpes tipo 1 e 2, a lesão configura-se como um grupo de vesículas – bolhinhas, com uma base avermelhada, que provoca ardor e dor. Na fase final do surto surge uma casquinha, parecendo um machucado.
    Outro fato que deve ser mencionado nesse tipo de herpes é que, normalmente, ele é precedido por uma estomatite – tipo 1 – ou vulvite – tipo 2, causando muito mal estar e apresentando um quadro doloroso para a pessoa.
    Convém lembrar que, com relação ao herpes tipo 1 e 2, o primeiro contato da pessoa com o vírus provoca uma grande inflamação. Quando essa primeira vez ocorre em criança, o herpes tipo 1 pode comprometer toda a parte interna da boca.
    O mesmo pode acontecer no caso do herpes tipo 2 que, na sua primeira manifestação, pode causar uma grande inflamação tanto no homem (região peri-anal ou glande), como na mulher (grandes lábios, vulva ou região da vagina).
    Outra característica desse tipo de herpes é que, após a primeira vez, ele pode voltar a se manifestar, principalmente se a pessoa estiver com baixa resistência.
    Contudo, o alento para as pessoas que venham a contrair o herpes simples é que, ao surgir e por se tratar de um vírus, ele terá um tempo de permanência no organismo e mesmo se a pessoa não fizer nenhum tratamento, no período de 7 a 10 dias, no máximo, já estará curada, sem nenhuma sequela do surto.
    Herpes x tratamento
    Com relação à cura, conforme já mencionado, o herpes tipo 1 e 2 podem ficar encubados no organismo, após a pessoa ter sido infectada uma primeira vez. Ou seja, ele pode voltar a se manifestar a qualquer momento, desde que a pessoa esteja debilitada. Portanto, embora o surto tenha um tempo de permanência no organismo, até os dias de hoje, não há cura definitiva.
    E, mesmo sem cura definitiva, é possível que algumas pessoas possam vir a manifestar a doença uma única vez na vida. Ou seja, trata-se de uma questão individual, e mesmo aqueles que só tiveram um surto de herpes tipo 1 e 2 não estão isentos de desenvolver a doença novamente.
    Então, o que deve ser controlado é a queda de resistência da pessoa, para que não haja recidivas. Por exemplo, para evitar o herpes labial, a pessoa deverá evitar o sol excessivo e usar um protetor solar nos lábios para protegê-los.
    No caso de uma gripe forte, quando normalmente o organismo já está debilitado, a pessoa deve se cuidar bastante e evitar fatores como o estresse.
    O tratamento para esse tipo de herpes é feito à base de anti virais potentes, por via oral, e além disso há utilização de antibióticos locais para aliviar os sintomas mais rapidamente.
    E, como medida geral, existe um aminoácido chamado lisina, que pode ser usado em doses altas para prevenir o aparecimento das recidivas. Esse aminoácido impediria, em algum momento, uma fase do metabolismo do vírus.
    Há ainda a possibilidade de diminuir as recidivas com determinados tipos de lasers, que ajudam na cicatrização e diminuem o tempo de duração do surto.
    Porém, vale ressaltar que todos esses tratamentos não eliminam o vírus, mas fazem com que melhore uma situação local com a redução do tempo de inflamação.
    * Denise Steiner é coordenadora científica da Sociedade Brasileira de Dermatologia

  • Verão: atenção redobrada com a saúde dos pets

    Verão: atenção redobrada com a saúde dos pets

    O uso correto do vermífugo e antipulgas pode salvar a vida do animal

    Sol, calor e dias mais longos são um convite a aproveitar a praia, caminhadas nos parques e até algumas aventuras. Se acompanhados por nossos pets, esses passeios ficam ainda melhores. Mas vale o alerta: os cuidados com a saúde dos animais nesse período deve ser multiplicado.

    O calor e a chuva em excesso contribuem na proliferação de mosquitos, pulgas e carrapatos tornando os pets mais suscetíveis a uma infestação. “A prevenção é sempre o melhor remédio”, comenta a veterinária da DrogaVET Andressa Felisbino. “Os tutores devem seguir as orientações dos médicos veterinários quanto a melhor fórmula e ao prazo para aplicação do antipulgas e administração do vermífugo, considerando a rotina e o ambiente que o pet frequentará”, explica.

    Nas regiões litorâneas ou com rios e lagos, por exemplo, há o risco de o animal contrair a dirofilariose – o chamado “verme do coração”, doença transmitida por mosquitos. “Nestes casos o ideal é o uso do vermífugo mensal, que previne essa doença, além dos demais vermes”, alerta Andressa. O uso de repelentes próprios para animais também são indicados para complementar a prevenção dessa doença, de picadas comuns e mesmo como coadjuvante na prevenção da leishmaniose.

    Além do desconforto causado aos cães e gatos, as pulgas também podem causar problemas de pele, como a DAPP (dermatite alérgica a picada de pulga) e transmitir alguns parasitas. Se não tratado adequadamente, o pet pode até mesmo desenvolver anemia e outras consequências mais graves.

    Mas os grandes vilões da estação são os carrapatos, que podem transmitir a babesiose e erliquiose ao bicho de estimação e a febre maculosa nos seres humanos. “Os parques e gramados são os locais com maior risco de contaminação para os cães, por isso, o uso do carrapaticida e o exame frequente na pele do animal são fundamentais”, reforça Andressa.

    Já as viroses preocupam durante o ano inteiro e a prevenção vacinal não deve nunca ser esquecida. Porém, no verão, há o risco maior de contaminação por leptospirose e novamente a orientação veterinária quanto aos cuidados e vacina específica para esta doença é fundamental.

    Auxílio a prevenção

    Para facilitar a vida dos tutores na hora de administrar os vermífugos dos pets, a DrogaVET pode manipulá-los em forma de biscoitos, xarope ou pasta oral e nos sabores preferidos dos pets. “Para os gatos, por exemplo, a preferência é pela pasta oral que pode ser aplicada na pata do animal induzindo-o a lamber o medicamento”, indica a veterinária. Já as apresentações dos antipulgas variam conforme os princípios ativos. Podem ser produzidos para uso oral ou tópico, como pour-on e spray.

    Complementando os cuidados, os tutores contam ainda com a opção de repelentes naturais feitos a partir do óleo de Neem e Citronela.

    Saiba Mais

    Dirofilariose – é transmitida por mosquitos que passam a hospedar o parasita depois de picar animais contaminados. As larvas instalam-se no coração do animal afetado e provocam sintomas como tosse crônica, prostração, perda de apetite e dificuldades respiratórias.

    Erliquiose – é uma infecção gravíssima transmitida por carrapatos contaminados por bactérias do gênero Erlichia que atacam os leucócitos. Provoca anemia, petéquias, hemorragias, aumento do volume do baço, alterações neurológicas, insuficiência renal, perda de peso, baixa da imunidade, podendo levar o animal à óbito.

    Babesiose – é transmitida por carrapatos contaminados pelos protozoários do gênero Babesia que parasitam as hemácias causando anemia, perda de apetite, palidez, icterícia, urina escura, cansaço e depressão no animal. Se não diagnosticada e tratada corretamente também pode ser letal.

  • Ar condicionado: vilão ou aliado?

     

    As primeiras semanas de 2017 já mostraram um pouco como serão os dias até o final do verão no Brasil. Algumas regiões registraram termômetros nas máximas, com sensação térmica chegando aos 55 graus – ou mais – em algumas localidades. Com isso, é natural que o ar condicionado seja um companheiro inseparável em muitas casas e muitos escritórios. Mas nem sempre a invenção de Willis Carrier será benéfica para a saúde das pessoas, principalmente em se tratando do grupo dos alérgicos, que não é pequeno. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 35% das pessoas ao redor do mundo já apresentam algum tipo de alergia, percentual que só cresce.
    Para o coordenador técnico do Brasil Sem Alergia, o médico Marcello Bossois, o ar condicionado, quando em funcionamento, reduz bastante a umidade e produz um ressecamento do local. “Com um ar mais seco, o ambiente acaba sendo prejudicial para quem sofre de alergia respiratória, provocando rinite, laringite, faringite e até a rinoconjutivite, que é a inflamação dos olhos”, comenta.
    Mas os problemas não param nas alergias. Com o passar do tempo e com o uso constante do aparelho, os dutos e as tubulações do ar condicionado acumulam colônias de bactérias e até animais em decomposição, como no caso de insetos, pombos e morcegos. Ao respirar o ar contaminado, as pessoas dão espaço para o surgimento de diversas doenças, principalmente nas vias respiratórias, sobretudo nos pulmões.
    Segundo Dr. Bossois, uma das bactérias mais perigosas encontradas nas tubulações é a legionella, que é a causadora de infecções agudas e pneumonia, podendo até levar à morte. O ex-ministro das Comunicações, Sérgio Motta, por exemplo, faleceu por complicações como decorrência desta doença, após contraí-la da tubulação de um ar condicionado central.
    A partir do falecimento do ex-ministro, o Ministério da Saúde criou uma portaria que esclarece normas da higienização mensal dos aparelhos de ar. A limpeza deve ser feita com uso de um produto biodegradável notificado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
    A limpeza não deve se restringir apenas ao filtro do aparelho, de acordo com a alergista Patrícia Schlinkert, mas o ar condicionado deve passar por uma manutenção de 6 em 6 meses. “A sujeira acumulada pode ser bastante prejudicial às pessoas, especialmente aos idosos, que já são mais suscetíveis a infecções respiratórias”, alerta. “A pneumonia atípica, que é silenciosa e não apresenta sintomas, é perigosa e pode levar crianças e idosos a óbito”, completa Dra Schlinkert, que também coordena o projeto social Brasil Sem Alergia.
    A solução é simples, segundo os especialistas:
    – Procure manter o ar condicionado em uma temperatura amena, evitando deixar o ambiente muito seco;
    – Jamais deixe o ar no máximo;
    – Faça a limpeza do filtro mensalmente;
    – Faça uma manutenção do aparelho a cada seis meses.

  • Universal Orlando anuncia programação do Mardi Gras 2017

    A maior festa da Flórida retorna em fevereiro com o espetacular desfile noturno
    de Mardi Gras e shows ao vivo em noites selecionadas.

    O Universal Orlando Resort anunciou hoje as atrações da música que subirão ao palco para a celebração do Mardi Gras 2017 – uma versão familiar da famosa festa de New Orleans, que apresenta gastronomia cajun, o autêntico clima de New Orleans, um desfile espetacular e – em noites selecionadas – shows ao vivo com músicos consagrados dos mais diversos gêneros que vão do pop e R&B ao rock e disco.

    O Universal’s Mardi Gras 2017 ocorrerá diariamente de 4 de fevereiro a 25 de março, proporcionando aos visitantes 50 noites para celebrar. E por 12 noites selecionadas do evento, os visitantes poderão assistir a shows musicais de artistas internacionalmente reconhecidos, incluindo o grupo vencedor de prêmios e discos de platina Fifth Harmony, Ne-Yo, três vezes vencedor do GRAMMY, o cantor e compositor Toby Keith e a banda de rock Collective Soul. Para obter a lista completa e o cronograma das atrações, consulte a programação logo abaixo.

    A celebração também inclui um desfile noturno com temas, alegorias e carros únicos do Mardi Gras – assim como música inspirada em Nova Orleans, dezenas de coloridos dançarinos, performances com pernas de pau e mais de um milhão de contas. O desfile desse ano contará com seis carros inspirados em inéditas Criaturas Míticas, incluindo The Dance of the Dragon, The Flight of the Pegasus e The Rise of the Garuda. Todos os carros alegóricos do Mardi Gras foram projetados pela Blaine Kern Artists, a mesma empresa que trabalha artesanalmente na celebração icônica de Nova Orleans desde 1947.

    Os visitantes também poderão desfrutar da autêntica culinária em estilo Nova Orleans no French Quarter Courtyard e se divertir com performances de bandas que vieram direto da Bourbon Street.

    A diversão do Mardi Gras do Universal Orlando está incluída no ingresso para o Universal Studios Florida ou no Passe Anual. Para obter mais informações sobre o Mardi Gras, visite www.universalorlando.com/Events/Mardi-Gras/Overview.aspx.

    HEADLINERS

    PROGRAMAÇÃO SHOWS DO MARDI GRAS 2017
    Data dos eventos do Mardi Gras Atrações principais

    (apresentações no Music Plaza)

    4 de fevereiro Trace Adkins
    11 de fevereiro NE-YO
    18 de fevereiro Collective Soul
    19 de fevereiro X Ambassadors
    25 de fevereiro Fifth Harmony
    4 de março Kool & the Gang
    5 de março Olivia Newton-John
    11 de março UB40
    12 de março Toby Keith
    18 de março Jason Derulo
    19 de março Earth, Wind & Fire
    25 de março The All – American Rejects
    LISTA DE BANDAS DE NEW ORLEANS NO MARDI GRAS 2017
    Data dos eventos do Mardi Gras Bandas de New Orleans

    (apresentações no French Quarter)

    4 – 14 de fevereiro Young Pipeline Brass Band
    15 – 21 de fevereiro New Breed Brass Band
    22 de fevereiro a 5 de março Free Agents Brass Band
    6 – 15 de março Naughty Professor Brass Band
    16 – 25 de março Dirty Bourbon River Show
  • Confira cinco dicas para deixar de comer frituras

    Doenças cardiovasculares, resistência à insulina e má absorção de nutrientes são alguns dos malefícios causados à saúde

    Apesar de serem conhecidas como opções nada saudáveis, as frituras ainda fazem parte do cardápio de boa parte dos brasileiros. É difícil quem resista ao pastel de feira, coxinha e batata frita. No entanto, os malefícios que o consumo em excesso de alimentos fritos trazem à saúde são muitos, entre eles, doenças cardiovasculares, resistência à insulina e má absorção de nutrientes.

    Para conscientizar e contribuir com as pessoas que desejam parar ou diminuir o consumo de frituras, Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, listou cinco motivos para deixar de comer alimentos fritos. Confira:

    Pode causar diabetes

    Segundo Cyntia, o consumo de alimentos fritos leva à resistência a insulina, hormônio que controla as taxas de glicose no sangue. “A resistência insulínica é quando a insulina que circula no sangue não exerce sua atividade de forma plena. As principais consequências são cansaço, mal-estar, dores de cabeça, falta de energia e, em alguns casos, o desenvolvimento do diabetes”, afirma.

    Aumenta as chances de doenças cardiovasculares

    De acordo com a nutricionista, quando os óleos utilizados para fritar alimentos são submetidos a alta temperatura as características químicas dos mesmos são alteradas, transformando-os em gorduras saturadas que, frequentemente, se acumulam nos vasos sanguíneos e entopem as artérias. “Esse acúmulo impede a passagem do sangue ao coração, o que pode causar um infarto ou um AVC (Acidente Vascular Cerebral), caso o sangue fique impedido de chegar ao cérebro”, explica.

    É a principal inimiga de uma alimentação com baixo valor calórico

    Para quem deseja emagrecer, excluir as frituras do cardápio é o primeiro passo. “Além dos malefícios à saúde, o acúmulo de gordura abdominal e o aumento de peso são consequências de seguir um cardápio que prioriza a ingestão de opções fritas”, pontua Cyntia.

    Causa a perda de nutrientes nos alimentos

    A consultora da Superbom ressalta que, quando um alimento é colocado em óleo, seja ele vegetal ou animal, a uma alta temperatura, ele se desidrata e perde nutrientes, principalmente substâncias antioxidantes como a vitaminas. “Por isso, além de mais calóricos, os alimentos fritos são menos nutritivos”.

    Contribui para o envelhecimento

    O consumo em excesso de gordura saturada, presente nas frituras, é um fator que contribui para o aumento da produção de radicais livres em nosso organismo. “O grande problema é que a liberação excessiva de radicais livres causa um fenômeno conhecido como estresse oxidativo, que está associado ao envelhecimento”, conclui a especialista.

  • Quer economizar combustível? Confira 8 dicas que vão aliviar o seu bolso

    Férias ficam melhores ainda se a gente puder fazer um pouco de economia. Ainda mais se for de combustível. Por isso, a Ford preparou algumas dicas que farão você sentir a diferença no tanque e no bolso. Para tirar dúvidas e falar mais sobre o assunto, o executivo João Filho, Engenheiro-chefe da Ford para América do Sul, está à disposição.

    Tanque amigo

    Quem nunca deixou o tanque ficar na reserva? Mas saiba que este é um dos vilões do consumo do carro. Para ter uma ideia, os veículos com injeção eletrônica têm uma bomba de combustível que é refrigerada pela gasolina ou álcool. Quanto menos combustível tiver ali, menor será a refrigeração. Isso pode danificar a bomba. E aí, quando a bomba pifa, o carro para de funcionar e não liga mais.

    Além disso, ao deixar o tanque com menos de ¼ de combustível, ou seja, na reserva, todas as impurezas e sujeiras ficam alojadas no fundo do compartimento e são transportadas para os bicos injetores quando o combustível está acabando, e isso pode entupir estes bicos, fazendo o motor falhar. O ideal é deixar o tanque cheio ou, no máximo, na metade de sua capacidade. Assim, pouco volume de ar fica armazenado no tanque do carro, evita a evaporação do combustível e não deixa a sujeira chegar nos bicos injetores, além de refrigerar a bomba. Uma dica certeira que pode fazer seu combustível render muito mais.

    Calibre os pneus

    A pressão dos pneus abaixo do indicado no manual do proprietário faz o motor trabalhar mais e, com isso, há maior gasto de combustível. Isto acontece pelo aumento da área de atrito do pneu com o solo. De acordo com o instituto canadense Natural Resources Canada, por exemplo, rodar com até 8 libras abaixo do recomendado pode aumentar o consumo em 4%, além de reduzir a vida útil dos pneus.

    Desligue o motor apenas em paradas prolongadas

    Outra maneira de economizar combustível é desligando o carro sempre que ele estiver inativo por mais de 60 segundos, por exemplo, quando se estaciona para esperar alguém. Manter o automóvel parado, com o motor ligado, por mais de 60 segundos, consome mais do que desligar o motor e ligá-lo novamente.

    Acelere e freie suavemente

    Essa é uma prática importante em qualquer momento ao dirigir um veículo: evite acelerar e frear bruscamente ou sem necessidade. Uma condução agressiva gasta muito combustível – até 15% a mais na cidade, segundo o Natural Resources Canada. Mantenha distância do carro à frente, antecipe o tráfego e freie de forma suave. O sistema de injeção eletrônica corta a emissão de combustível ao motor quando o acelerador está liberado.

    Elimine o peso extra

    Evite carregar pesos desnecessários e deixar muitas “tralhas” no carro. O peso da bagagem interfere no consumo de combustível. Dados da pesquisa canadense apontam que o consumo pode aumentar em até 1% a cada 25 kg carregados. A recomendação também vale para a instalação de bagageiros externos, já que também afetam a aerodinâmica e eficiência do veículo.

    Use o ar-condicionado com moderação

    O ar-condicionado, em geral, utiliza a potência do motor e diminui sua eficiência. O instituto canadense aponta que, conforme o veículo, o ar-condicionado pode aumentar o consumo em até 20%.

    Observe as rotações corretas do motor

    O tacômetro, conhecido popularmente como conta-giros, fica no painel do carro e indica as rotações por minuto (identificadas pela sigla rpm) do motor. Há, para cada marcha, a rotação mais adequada. Quanto mais o motor ficar fora do giro indicado, maior será a quantidade de combustível utilizado. No manual do veículo, também há a recomendação da velocidade ideal para fazer as trocas de forma mais eficiente.

    Motores eficientes

    Hoje, muitos carros têm motores extremamente eficientes e a Ford tem uma gama variada desses propulsores que funcionam de maneira bastante produtiva tanto no etanol como com gasolina. É claro que uma série de fatores, particulares de cada carro, como o conjunto de motorização e aerodinâmica, influencia no gasto de combustível. Por isso, ao comprar um automóvel novo ou usado, é importante verificar o potencial por meio do Ranking do Inmetro, que informa sobre a eficiência em termos de consumo e emissões.

    Há exemplos desde motores 3 cilindros 1.0 até a tecnologia híbrida, como o Fusion Hybrid, o carro mais econômico do País que utiliza um motor elétrico e outro à gasolina, que podem trabalhar individualmente ou em conjunto. O sistema ainda é autossuficiente: o motor elétrico é alimentado pelo de combustão e pelos freios regenerativos, que transferem a ele parte da energia perdida na frenagem. Com isso, obtém uma média de consumo de 20 km/l.

  • Entrar na água depois de comer faz mal para a saúde?

    Com as altas temperaturas batendo recorde em todo o País, quem resiste a uma piscina ou a um mergulho no mar? É preciso, no entanto, tomar alguns cuidados após a ingestão de alimentos. De acordo com o gastroenterologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Eduardo Berger, qualquer pessoa pode entrar na água após as refeições, desde que não seja praticada nenhuma atividade física exaustiva.

    “É mito achar que comer e entrar na água faz mal. O problema é praticar atividades esportivas que exijam demais do corpo, principalmente da função cardíaca. O coração precisa mandar mais sangue para os músculos, só que a digestão também requer energia”, complementa. O esforço realizado na água, por exemplo, pode provocar câimbras ou a falta de sangue no cérebro, gerando desmaios e afogamentos.

    Berger explica ainda que, quando o alimento é digerido, o estômago precisa receber fluxo sanguíneo, mas ao fazer exercícios, o organismo passa a priorizar a distribuição do sangue para os músculos. “Para qualquer atividade é indicado esperar ao menos 30 minutos para iniciar um exercício após se alimentar”.

    O especialista reforça que o cuidado deve ser tomado principalmente com crianças que gostam de pular e fazer piruetas na água. “Estes movimentos também exigem esforço do corpo e podem gerar algum mal-estar”, afirma o médico.

    Para o gastroenterologista, a recomendação é aproveitar a estação sem exageros. “Se for se exercitar por um longo período, coma alimentos leve e evite abusar de comidas pesadas, gordurosas ou com muito açúcar”, finaliza.

  • Dicas na hora de viajar com seu Pet

    O Vet Quality Centro Veterinário 24h oferece dicas para o bem estar e saúde dos cães e gatos que irão viajar com seus tutores para as férias e festas de fim de ano.

    Quem tem um bichinho sabe que às vezes planejar uma viagem pode ser complicado, já que deixá-lo sozinho por muito tempo não é de modo algum uma opção.

    Embora existam alguns locais que cuidam dos pets por um tempo, optar por levar seu animal para uma viagem pode ser uma experiência incrível para ambos.

    ITENS BÁSICOS PARA BAGAGEM DO SEU ANIMAL:
    – Coleira e guia
    – Ração em quantidade adequada para período da viagem
    – Potes para água e comida
    – Shampoo de costume e toalha
    – Cama, brinquedos
    – Medicamentos de uso contínuo e para emergências

    PREVENÇÃO DE DOENÇAS:
    – O animal deve estar com vacinação e vermifugação atualizadas.
    – Viagens para litoral exigem prevenção contra Dirofilariose ou verme do coração.
    – Viagens para localidade rural exigem prevenção contra pulgas e carrapatos, além de cuidados com berne e picadas de insetos que podem ocasionar reações alérgicas.
    – Consultar Médico Veterinário para maiores informações.

    TRANSPORTES:
    A escolha do meio de transporte mais adequado vai depender da distância até o destino final. Viagens longas de carro causam maior estresse ao animal, dê preferência pelo transporte aéreo.

    Antes da viagem, seja ela de carro ou avião, evite alimentar o animal para evitar enjôo.

    CARRO:
    – O animal deve ser transportado no banco traseiro utilizando cinto de segurança especial para cães ou caixa de transporte adequada (cães e gatos).
    – O ambiente dentro do automóvel deve estar fresco, o excesso de calor pode causar danos irreversíveis à saúde do animal.
    – Em caso de viagens longas, parar a cada 2 horas para oferecer água e passear com o animal.

    AVIÃO:
    – Atentar-se as regras de cada companhia aérea quanto ao tipo e tamanho de caixa de transporte necessário, necessidade de sedação do animal, reserva da viagem, documentação necessária para embarque do animal, e lembrar que o número de animais por vôo é limitado.
    – Algumas companhias permitem a viagem do animal na cabine junto com seu dono ao invés de ir no bagageiro, informe-se com a companhia aérea.

    DOCUMENTAÇÃO VIAGENS DE CARRO OU AVIÃO:

    VIAGENS NACIONAIS:
    – Certificado de vacinação antirrábica para animais com mais de 4meses de idade contendo o nome do laboratório produtor da vacina, lote e validade da vacina. A vacina deve ser aplicada há mais de 30 dias e menos de 1 ano da data da viagem.
    – Atestado de saúde emitido por um médico veterinário, com informações sobre as condições de saúde e se o animal está apto para viajar. O atestado possui validade de 10 dias a partir data de emissão.

    VIAGENS INTERNACIONAIS:
    – Certificado Zoosanitário Internacional (CZI) emitido pelo Ministério da Agricultura, gratuitamente, nos aeroportos internacionais. Agendar com antecedência uma consulta para realização dos procedimentos necessários para emissão do documento. O prazo para emissão do mesmo pode passar de 30 dias úteis.
    – Atestado de saúde emitido por um médico veterinário, com informações sobre as condições de saúde e se o animal está apto para viajar. O atestado possui validade de 10 dias a partir data de emissão.
    – Carteira de vacinação atualizada.
    – Documento de comprovação da aplicação do microchip, contendo o número, data da aplicação e localização, devidamente firmada pelo técnico responsável.
    – Alguns países exigem exames e documentos específicos, além de realizarem quarentena na chegada do animal. É importante se informar antes de agendar a viagem.