Autor: agitosp

  • Sexóloga desmistifica principais tipos de anorgasmia

    48,5% das mulheres apresentam falta do desejo sexual, sendo que 23% sofrem de ausência de orgasmo

    Segundo um levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, por meio do CRESEX (Centro de Referência e Especialização em Sexologia), do Hospital Pérola Byington, 48,5% das mulheres procuram auxílio médico por falta ou diminuição do desejo sexual, decorrentes de disfunções sexuais. 

    Além de falta de libido, 23% sofrem de ausência de orgasmo (anorgasmia), sendo mais comum na menopausa, acometendo de 10% a 33% das mulheres. Cerca de 18,2% das pacientes avaliadas apresentavam dificuldade de chegar ao orgasmo, 9,2% tinham dispareunia (dor intensa durante a relação sexual) e 6,9%, inadequação sexual (níveis diferentes de desejo em relação ao parceiro).

    Anorgasmia é uma das disfunções sexuais mais comuns

    Anorgasmia, ou transtorno do orgasmo feminino, pode ser definido como uma inibição recorrente ou persistente do orgasmo, que é manifestada por sua ausência ou retardo, após uma fase de excitação sexual adequada em termos de intensidade e duração. É considerada uma das disfunções sexuais mais comuns, junto com a falta de desejo sexual.

    “O distúrbio, também chamado de síndrome de Coughlan, se caracteriza pela dificuldade (ou ausência total) recorrente ou persistente de chegar ao orgasmo durante uma relação sexual ou masturbação”, afirma Claudia Petry, pedagoga com especialização em Sexologia Clínica, membro da SBRASH (Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana) e especialista em Educação para a Sexualidade pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC/SC).

    Segundo a sexóloga, as causas da anorgasmia são orgânicas/fisiológicas, socio e psicossociais: desordens psicológicas em geral; tabus atribuídos ao sexo; baixa autoestima; desconhecimento do próprio corpo; educação inadequada sobre sexo, gerando culpa ou pensamentos desviantes durante a relação; inibição do corpo ou das preferências sexuais.

    As causas físicas podem envolver alterações neurológicas, lesões medulares, desequilíbrio hormonal, uso de medicamentos, desequilíbrios da musculatura íntima, entre outras. “Além disso, traumas relacionados ao sexo, como abuso sexual ou relações dolorosas, podem desencadear a anorgasmia”, reforça Claudia Petry.

    Como saber se tenho anorgasmia e qual o tipo

    A anorgasmia é dividida em vários grupos, sendo estes os mais comuns:

    Anorgasmia primária

    Ocorre quando a mulher nunca teve um orgasmo, seja por meio da relação sexual como pela masturbação.

    As causas são: traumas relacionados a abusos ou estupro; inexperiência sexual; falta de conhecimento sobre sexualidade; questões socioculturais; falta de intimidade com o(a) parceiro(a) ou problemas no relacionamento; patologias como o transtorno da dor gênito-pélvica, que causa dores na relação sexual; e falta de autoestima e autoconhecimento.

    “Mulheres que sequer conhecem a sensação do orgasmo é mais comum do que se imagina, já que estes fatores travam o relaxamento mental, tão necessário para atingir o clímax, pontua a sexóloga.

    Anorgasmia secundária

    Acontece quando a mulher já experimentou o orgasmo em períodos anteriores, mas, por motivos diversos, deixou de tê-lo de forma sistemática. Sendo assim, este tipo de anorgasmia pode ser definido como a perda da capacidade de ter orgasmos.

    Há uma série de causas que podem estar relacionadas com este quadro, como depressão, transtorno de ansiedade, alcoolismo, uso de drogas, alterações hormonais (como a diminuição do estrogênio na menopausa) e lesões pélvicas. “Assim como na anorgasmia primária, a secundária também pode ter relação com traumas sexuais”, complementa Claudia Petry.

    Anorgasmia situacional

    Neste caso, a mulher não consegue atingir o orgasmo com algumas pessoas ou em determinados momentos, como situações de risco. “Para alguns, transar no banheiro do avião, por exemplo, pode ser altamente excitante. No entanto, para a mulher com este distúrbio, a preocupação acaba bloqueando o prazer“.

    Isso ocorre devido a dores causadas pela tensão muscular pélvica, pela baixa hormonal que prejudica a lubrificação ou até mesmo por algum desconforto associado ao(a) parceiro(a).

    Quais os tratamentos

    Segundo a sexóloga, para fechar o diagnóstico de anorgasmia, é preciso que o quadro tenha duração de cerca de 6 meses, com frequência e intensidade orgástica baixa ou ausente e/ou orgasmo tardio, com sensação de prazer também reduzida ou ausente.

    O primeiro passo é procurar um médico e realizar exames para identificar possíveis causas orgânicas. Se estas forem descartadas, deve-se buscar ajuda especializada de sexólogos/terapeutas sexuais.

    De acordo com Claudia Petry, o tratamento para anorgasmia propõe a reformulação de conceitos sobre o sexo, a comunicação assertiva entre um casal e, principalmente, o autoconhecimento, a descoberta do próprio corpo, os estímulos ainda desconhecidos e as origens dos desconfortos.

    Também vale apostar na fisioterapia pélvica, estimulando a musculatura do assoalho pélvico que, a longo prazo, fortalece os músculos e a sensibilidade da região genital.

    “Quando o sexo representa dor, dificuldade, medo, estresse e insatisfação, deixa de ter o seu propósito, que é o prazer, o bem-estar para mente e corpo. Daí a importância de buscar ajuda e trabalhar o autoconhecimento, explorar seu corpo, seus desejos e, principalmente, eliminar as barreiras que te impedem de ter uma vida sexual saudável”, finaliza Claudia Petry.

    Sexóloga desmistifica principais tipos de anorgasmia

    48,5% das mulheres apresentam falta do desejo sexual, sendo que 23% sofrem de ausência de orgasmo

    Segundo um levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, por meio do CRESEX (Centro de Referência e Especialização em Sexologia), do Hospital Pérola Byington, 48,5% das mulheres procuram auxílio médico por falta ou diminuição do desejo sexual, decorrentes de disfunções sexuais. 

    Além de falta de libido, 23% sofrem de ausência de orgasmo (anorgasmia), sendo mais comum na menopausa, acometendo de 10% a 33% das mulheres. Cerca de 18,2% das pacientes avaliadas apresentavam dificuldade de chegar ao orgasmo, 9,2% tinham dispareunia (dor intensa durante a relação sexual) e 6,9%, inadequação sexual (níveis diferentes de desejo em relação ao parceiro).

    Anorgasmia é uma das disfunções sexuais mais comuns

    Anorgasmia, ou transtorno do orgasmo feminino, pode ser definido como uma inibição recorrente ou persistente do orgasmo, que é manifestada por sua ausência ou retardo, após uma fase de excitação sexual adequada em termos de intensidade e duração. É considerada uma das disfunções sexuais mais comuns, junto com a falta de desejo sexual.

    “O distúrbio, também chamado de síndrome de Coughlan, se caracteriza pela dificuldade (ou ausência total) recorrente ou persistente de chegar ao orgasmo durante uma relação sexual ou masturbação”, afirma Claudia Petry, pedagoga com especialização em Sexologia Clínica, membro da SBRASH (Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana) e especialista em Educação para a Sexualidade pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC/SC).

    Segundo a sexóloga, as causas da anorgasmia são orgânicas/fisiológicas, socio e psicossociais: desordens psicológicas em geral; tabus atribuídos ao sexo; baixa autoestima; desconhecimento do próprio corpo; educação inadequada sobre sexo, gerando culpa ou pensamentos desviantes durante a relação; inibição do corpo ou das preferências sexuais.

    As causas físicas podem envolver alterações neurológicas, lesões medulares, desequilíbrio hormonal, uso de medicamentos, desequilíbrios da musculatura íntima, entre outras. “Além disso, traumas relacionados ao sexo, como abuso sexual ou relações dolorosas, podem desencadear a anorgasmia”, reforça Claudia Petry.

    Como saber se tenho anorgasmia e qual o tipo

    A anorgasmia é dividida em vários grupos, sendo estes os mais comuns:

    Anorgasmia primária

    Ocorre quando a mulher nunca teve um orgasmo, seja por meio da relação sexual como pela masturbação.

    As causas são: traumas relacionados a abusos ou estupro; inexperiência sexual; falta de conhecimento sobre sexualidade; questões socioculturais; falta de intimidade com o(a) parceiro(a) ou problemas no relacionamento; patologias como o transtorno da dor gênito-pélvica, que causa dores na relação sexual; e falta de autoestima e autoconhecimento.

    “Mulheres que sequer conhecem a sensação do orgasmo é mais comum do que se imagina, já que estes fatores travam o relaxamento mental, tão necessário para atingir o clímax, pontua a sexóloga.

    Anorgasmia secundária

    Acontece quando a mulher já experimentou o orgasmo em períodos anteriores, mas, por motivos diversos, deixou de tê-lo de forma sistemática. Sendo assim, este tipo de anorgasmia pode ser definido como a perda da capacidade de ter orgasmos.

    Há uma série de causas que podem estar relacionadas com este quadro, como depressão, transtorno de ansiedade, alcoolismo, uso de drogas, alterações hormonais (como a diminuição do estrogênio na menopausa) e lesões pélvicas. “Assim como na anorgasmia primária, a secundária também pode ter relação com traumas sexuais”, complementa Claudia Petry.

    Anorgasmia situacional

    Neste caso, a mulher não consegue atingir o orgasmo com algumas pessoas ou em determinados momentos, como situações de risco. “Para alguns, transar no banheiro do avião, por exemplo, pode ser altamente excitante. No entanto, para a mulher com este distúrbio, a preocupação acaba bloqueando o prazer“.

    Isso ocorre devido a dores causadas pela tensão muscular pélvica, pela baixa hormonal que prejudica a lubrificação ou até mesmo por algum desconforto associado ao(a) parceiro(a).

    Quais os tratamentos

    Segundo a sexóloga, para fechar o diagnóstico de anorgasmia, é preciso que o quadro tenha duração de cerca de 6 meses, com frequência e intensidade orgástica baixa ou ausente e/ou orgasmo tardio, com sensação de prazer também reduzida ou ausente.

    O primeiro passo é procurar um médico e realizar exames para identificar possíveis causas orgânicas. Se estas forem descartadas, deve-se buscar ajuda especializada de sexólogos/terapeutas sexuais.

    De acordo com Claudia Petry, o tratamento para anorgasmia propõe a reformulação de conceitos sobre o sexo, a comunicação assertiva entre um casal e, principalmente, o autoconhecimento, a descoberta do próprio corpo, os estímulos ainda desconhecidos e as origens dos desconfortos.

    Também vale apostar na fisioterapia pélvica, estimulando a musculatura do assoalho pélvico que, a longo prazo, fortalece os músculos e a sensibilidade da região genital.

    “Quando o sexo representa dor, dificuldade, medo, estresse e insatisfação, deixa de ter o seu propósito, que é o prazer, o bem-estar para mente e corpo. Daí a importância de buscar ajuda e trabalhar o autoconhecimento, explorar seu corpo, seus desejos e, principalmente, eliminar as barreiras que te impedem de ter uma vida sexual saudável”, finaliza Claudia Petry.

  • 6 exames que identificam a infertilidade feminina

    67% das brasileiras desconhecem sua saúde reprodutiva e doenças relacionadas 

    Segundo um estudo da plataforma Famivita, com mais de 2.100 mulheres, realizado em setembro de 2022, 67% das brasileiras desconhecem sua saúde reprodutiva e doenças relacionadas, independentemente de estarem tentando engravidar ou não. Dos 25 aos 29 anos, por exemplo, 62% não fazem acompanhamento médico regular.

    Quando questionadas sobre a definição da Organização Mundial de Saúde (OMS), que aponta como inférteis os casais que não usam métodos contraceptivos durante 12 meses e não conseguem engravidar; 61% delas respondeu desconhecer essa informação.

    Como diagnosticar a infertilidade feminina

    Segundo a OMS, 1 em cada 6 casais sofre com a infertilidade. Na mulher, as causas têm relação com a baixa qualidade e quantidade dos óvulos, devido ao adiamento da gestação, além de fatores externos, como sedentarismo e dieta inadequada.

    Doenças também podem provocar dificuldades para ovular, fertilizar e manter a gravidez, como Síndrome do Ovário Policístico (SOP), tumores hormonais, alterações nas tubas uterinas, endometriose, miomas e pólipos no útero.

    “Consultas regulares possibilitam diagnósticos em estágios iniciais. Muitas vezes, as complicações podem ser tratadas sem maiores agravantes”, afirma Carlos Moraes, ginecologista e obstetra pela Santa Casa/SP, membro da FEBRASGO e especialista em Perinatologia pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein, e em Infertilidade e Ultrassom em Ginecologia e Obstetrícia pela FEBRASGO, e médico nos hospitais Albert Einstein, São Luiz e Pro Matre.

    Segundo Carlos Moraes, o diagnóstico da infertilidade feminina exige um acompanhamento médico para avaliar fatores como obesidade, baixo peso, idade avançada, histórico familiar, condições genéticas, entre outros, além dos exames, que serão determinantes para o diagnóstico:

    Exames de sangue

    Exames laboratoriais possibilitam medir os níveis hormonais e avaliar a reserva ovariana, bem como identificar possíveis alterações ligadas à infertilidade. Os exames englobam as dosagens de: FSH (hormônio folículo estimulante); HAM (hormônio anti-mulleriano); LH (hormônio luteinizante); TSH (hormônio estimulante da tireoide); Progesterona; Prolactina; Testosterona; Estradiol e DHEA-S (sulfato de hidroepiandrosterona).

    “Os exames só são pedidos após avaliação clínica da paciente”, salienta o ginecologista.

    Ultrassom

    O ultrassom transvaginal revela o tamanho dos ovários, assim como a presença de folículos antrais (onde o óvulo se desenvolve durante o ciclo menstrual). Já o ultrassom transvaginal seriado avalia a função ovariana mais a fundo. Para isso, é feita a contagem dos folículos antrais. Quanto mais baixo o número, menor a reserva ovariana.

    “Os exames de ultrassom também avaliam a presença de cistos ovarianos, além de ajudar a identificar possíveis focos de endometriose. Além disso, são necessários para acompanhar a recuperação da paciente após uma cirurgia uterina. Afinal, a capacidade reprodutiva só é restabelecida quando ocorre a cicatrização completa da área tratada. As demais estruturas pélvicas também são avaliadas por essa via”, pontua Carlos Moraes.

    Videolaparoscopia

    Ele permite examinar o útero, as trompas e os ovários. Para isso, é introduzido um tubo rígido (laparoscópio) na cavidade abdominal, por meio de uma pequena incisão (abaixo do umbigo) e uma sonda (na vagina e no útero). Assim, é possível identificar anomalias muito pequenas, inflamações e tecidos cicatriciais.

    Cistoscopia

    A cistoscopia tem a função de diagnosticar cálculos, malformações e infecções urinárias recorrentes, como cistite e uretrite. “A uretrite é uma inflamação ou infecção da uretra que, se não tratada, pode gerar doenças que afetam útero, trompas e ovários, prejudicando a fertilidade”, alerta o ginecologista.

    Histerossalpingografia

    Trata-se de um raio-x contrastado que possibilita visualizar as condições do interior do útero e das trompas de falópio. Tem como objetivo avaliar se existem desvios funcionais ou problemas na anatomia destes órgãos.

    Histeroscopia

    Este exame capta imagens internas do útero por meio da introdução de uma sonda com uma pequena câmera (histeroscópio). Ele investiga a existência de anomalias, como miomas e pólipos uterinos. Também possibilita averiguar problemas inflamatórios do endométrio e colher material de regiões específicas para análise laboratorial.

    “Vale lembrar que o acompanhamento com seu ginecologista deve ser regular, como forma de prevenção ou diagnóstico precoce de doenças, facilitando tratamentos e evitando complicações futuras, como a dificuldade de engravidar”, finaliza Carlos Moraes.

  • 5 dicas para crianças dormirem melhor

    Dia Mundial do Sono: 5 dicas para crianças dormirem melhor 

    Confira como criar uma rotina saudável para a hora de dormir 

    Na sexta-feira, 17 de março é celebrado o Dia Mundial do Sono. A data marca o período do ano em que o dia e a noite terão exatas 12 horas cada. Isso acontece sempre antes da mudança de estação – começo da primavera no hemisfério norte e do outono no hemisfério sul. O objetivo é celebrar os benefícios de uma boa noite de sono e sua importância para a saúde, o que é especialmente importante para crianças e adolescentes. 

    Diversas pesquisas científicas já comprovaram que o sono é importante para o desenvolvimento e manutenção da saúde da mente e do corpo. Cientistas da Universidade de Tübingen, na Alemanha, comprovaram que dormir consolida o que foi aprendido durante o dia, transformando informações em conhecimento ativo. No entanto, os desafios para conseguir horas suficientes de sono também são muitos. 

    De acordo com a coordenadora de Educação Infantil do Colégio Marista Maringá, Eliana Claudia Graciliano, estabelecer uma rotina para dormir desde os primeiros anos de vida é algo que traz benefícios para toda a vida. “Estabelecer horários para desacelerar e criar rotinas de sono traz segurança para as crianças, pois sabem o que esperar durante o seu dia”, explica. 

    Confira algumas dicas para estabelecer a higiene do sono em casa: 

    1. Relaxar antes de dormir
    Incentive seu filho a relaxar antes de dormir. No caso das crianças mais velhas, pode ser lendo um livro, ouvindo uma música suave ou praticando uma respiração. Para os menores, pode ser uma contação de história relaxante.

    2. Estabeleça uma rotina
    Uma rotina regular, começando os preparos para dormir na mesma hora todas as noites, incentiva bons hábitos de sono. Um horário para tomar banho, para jantar e ir para a cama ajuda pequenos a compreenderem o cotidiano e se adaptarem mais facilmente. Para as crianças mais velhas, é possível incluir uma conversa tranquila sobre o dia e, em seguida, algum tempo relaxando sozinhas antes de as luzes se apagarem.

    3. Verifique o ruído e a luz no quarto
    Verifique se o quarto do seu filho é muito claro ou barulhento para dormir. A luz azul de televisores, telas de computador, telefones e tablets suprime os níveis de melatonina e retarda a sonolência. A luz forte uma hora antes de deitar pode ter o mesmo efeito em crianças pequenas.

    4. Evite telas à noite
    Até duas horas antes de ir pra cama, é importante evitar o uso de telas, seja televisão, celular ou tablet. É melhor investir em atividades mais calmas, como ler um livro, brincar de montar blocos ou conversar sobre o dia.

    5. Receba bastante luz natural durante o dia
    Incentive seu filho a obter o máximo de luz natural possível durante o dia, especialmente de manhã. Isso ajuda seu filho a se sentir acordado e alerta durante o dia e com sono antes de dormir.

  • Porque acordamos com ‘voz de sono’?

    17 de março é Dia Mundial do Sono

    Quem nunca teve vergonha de atender o telefone logo ao abrir os olhos? Mesmo sem ver o rosto, a voz de sono entrega qualquer um. O médico otorrinolaringologista Bruno Borges de Carvalho Barros, da capital paulista, explica porque isso acontece.

    É natural que todo o corpo amanheça ligeiramente inchado: os olhos, as mãos, o rosto e o mesmo acontece com as pregas vocais. “Com o inchaço das cordas vocais, a voz se apresenta rouca e com um tom mais grave”, fala o médico que explica como driblar a situação. O consumo à noite de álcool e de alimentos que estimulem a produção de suco gástrico podem levar a refluxo e, consequentemente, piora da voz.

    Durante o café da manhã, ao mastigar e deglutir, essas movimentações da musculatura que envolvem a laringe (órgão onde se encontram as pregas vocais) além da movimentação dos órgãos articulatórios, como lábios, língua, mandíbula, bochechas vão colaborar para a melhora da articulação dos sons da fala e, consequentemente, na melhoria da qualidade da voz. “Mas, se precisar usar a voz com boa qualidade em curto espaço de tempo é importante fazer movimentos de rotação de língua e emissão de sons fricativos (contínuos) Z, J e V , sugere o especialista.

    Dr. Bruno lembra que o ideal é deixar que as pregas vocais desinchem naturalmente com o passar das primeiras horas após acordado. E ainda, ela alerta que é preciso ficar de olho se essa rouquidão não desaparecer rapidamente. “Isso não deve durar por muito tempo no decorrer do dia. Rouquidão por tempo prolongado é um forte indicativo de que algo não está bem com as pregas vocais, daí é preciso buscar ajuda médica”.

  • Bourbon Shopping inaugura Praça Pet

    Bourbon Shopping São Paulo inaugura área de alimentação para clientes com pets

    Praça Pet é mais uma iniciativa pet friendly do shopping. Em área localizada próxima à Praça de Alimentação, frequentadores acompanhados de cães ou gatos poderão fazer refeições

     

    O Bourbon Shopping São Paulo inaugura espaço dedicado especialmente para quem frequenta o empreendimento acompanhado de seu pet. Na Praça Pet, os clientes podem fazer refeições ao longo do dia com seus cachorros ou gatos, em uma área que apresenta todo o conforto, em espaço localizado a poucos metros da praça de alimentação, no terceiro andar do shopping. Assim, o cliente pode adquirir sua refeição em qualquer um dos restaurantes enquanto seu pet espera na mesa, sempre acompanhado de um adulto. Para os bichinhos, estão à disposição água fresca, além de saquinhos e papel toalha para higienização. Ao todo são quatro mesas dispostas em um ambiente decorado e com bastante espaço livre para circulação.

     

    Shopping pet friendly

     

    Esta é mais uma iniciativa do Bourbon Shopping São Paulo para deixar a experiência de compras ainda mais confortável e inclusiva. Desde 2018, o mall do empreendimento é pet friendly e, de lá para cá, muitas lojas aderiram à iniciativa, aceitando os pets em seus interiores. Da mesma forma, na área do supermercado Zaffari eles podem circular dentro de carrinhos adaptados.

     

    Também para integrar os pets na vivência do Bourbon Shopping, foi realizado no mês de janeiro o evento temático Turma da Mônica Pets, em que cães puderam brincar com crianças em um local totalmente interativo e cheio de atrações. Ao todo, mais de 300 pets passaram pelo evento, demonstrando grande receptividade do público para ações neste sentido. No início do ano, o shopping também realizou uma ação para promover a adoção de animais e uma campanha de doação de alimentos para os bichinhos.

     

    Segundo Roberto Manuel Zaffari, Diretor da AIRAZ, administradora dos shoppings centers e galerias comerciais do Grupo Zaffari, a criação da Praça Pet veio para atender uma demanda dos próprios clientes. “Sentimos que as pessoas estão fazendo compras acompanhados dos pets cada vez com mais frequência e acreditamos ser papel do shopping receber esse público com o mesmo zelo que aplicamos em todos os nossos serviços”, afirma.

     

    A Praça Pet é um projeto piloto da AIRAZ, gestora dos shoppings centers e galerias comerciais do Grupo Zaffari e responsável pela rede Bourbon em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Em breve, a iniciativa deve ser replicada em outros shoppings para também atender os pets gaúchos.

  • Mitos e verdades sobre o sake

    SAKE: MITOS E VERDADES SOBRE A BEBIDA FERMENTADA

    O sake já está bem aclimatado às mesas brasileiras: aparece tanto para acompanhar pratos da culinária oriental quanto para harmonizar com pratos ocidentais, fazendo sucesso como as famosas sakerinhas entre outros filtros diversificados.

    No entanto é comum existirem dúvidas sobre o seu consumo. Para ajudar nesse sentido, a Azuma Kirin, empresa pioneira na fabricação e distribuição da bebida fermentada no Brasil, aponta mitos e verdades sobre o consumo do sake e, de quebra, explica como a bebida é produzida. Confira!

    :: MITOS E VERDADES DO SAKE

    ·         Sake só combina com sushi

    Mito. Sake não combina só com comida oriental. Na verdade, a versatilidade e leveza da bebida permite que seja facilmente harmonizada com comidas do dia a dia, como hamburguer, petiscos de boteco, massas e até tábua de frios.

    ·         Bordinha de sal potencializa o aroma e sabor do sake

    Mito. Alguns bares e restaurantes costumam servir o sake dessa forma, mas a verdade é que o sal era utilizado antigamente para camuflar o sabor de sakes de baixa qualidade, principalmente no pós-guerra e essa tradição ficou, porém, atualmente com produtos de qualidade, o sal acaba por alterar muito a percepção de aroma a paladar, inibindo a experiencia do produto, então, aproveite seu sake sem o sal adicionado, a experiencia será muito mais legítima.

    ·         Sake é um tipo diferente de cachaça

    Mito. Antes de tudo, essas bebidas são de categorias diferentes. Enquanto a cachaça é uma bebida destilada, o sake é uma bebida fermentada. Outra diferença entre as duas é o teor alcoólico, que no caso da cachaça é bem maior que a do sake.

    ·         Sake não pode ser combinado com destilados ou outras bebidas

    Mito. Fermentados e destilados podem ser combinados, dependendo do coquetel. Tudo vai depender da quantidade de bebida misturada ao sake. Atualmente o sake entrou no hall das bases para drinks deliciosos e contemporâneos e por ser versátil e leve pode sim ser combinado com outros alcoolicos. Nesse caso, é interessante seguir proporções de receitas feitas por profissionais bartender ou mixologistas, que já seguirão dosagens para que o destilado não anule o sabor do sake.

    ·         Existem diferentes tipos de sake

    Verdade. No Japão existem cerca de 1.800 fabricas de sake que produzem aproximadamente 40 mil rótulos da bebida que passam pelas categorias distintas, desde opções mais secas, até paladares frutados e mais adocicados. No Brasil, A Azuma Kirin apresenta seis tipos diferentes de experiencia: O Sake Comum, Soft, Dourado, Nama, Junmai e Guinjo.

    ·         Sake só deve ser consumido quente

    Mito. Poucos sabem, mas o sake é o tipo de bebida que pode ser apreciada tanto no inverno aquecida, quanto no verão, puro gelado ou ainda na composição de drinks deliciosos. Se consumido puro, temperaturas entre 5º C e 55º C, podem ser indicadas, fora disso seus aromas e sabores podem perder características interessantes.

    :: ORIGEM DO SAKE E COMO ELES SÃO PRODUZIDOS

    As fábricas que produzem sake são chamadas, tradicionalmente, de Sakaguras e os três principais elementos para a produção da bebida são: água, arroz e o Koji, específico para a produção de sake, que são microrganismos utilizados para fermentação do arroz. A Azuma Kirin, por exemplo, garante a utilização do Koji Japonês específico para sake, importado do Japão, garantindo a qualidade e legitimidade aos seus produtos.

    A respeito do processo, ele não é simples. Começa com o polimento do arroz, que busca conservar apenas a parte central do grão, onde encontra-se o amido. Quanto maior o grau de polimento do grão, mais nobre é o sake.

    Após o polimento, o arroz cozido ao vapor parte para o processo de fermentação, juntamente com água e o koji, que confere mais complexidade de sabor e aroma à bebida. Por ser uma fermentação natural, sem adição de aditivos químicos, a qualidade do grão, características da água utilizada e do koji são fundamentais para o resultado da bebida. Então, a dica é optar por marcas que respeitem os ingredientes tradicionais e os métodos que garantem uma experiência positiva e inesquecível com a bebida. A Azuma Kirin tem mais de 80 anos na produção Nacional da bebida.

  • Mitos e verdades do arroz e feijão

    Arroz e feijão: Nutricionista esclarece os principais mitos e verdades sobre o tradicional prato brasileiro

    O arroz e feijão é um dos pratos que melhor representa a cultura e culinária do país. E embora esteja presente diariamente na mesa da maior parte das famílias brasileiras, muitos mitos e verdades ainda circulam em torno da popular e consagrada combinação. Afinal de contas, comer arroz e feijão todos os dias engorda? O arroz integral é melhor que o branco? É preciso deixar o feijão de molho? Quais benefícios esses alimentos podem fornecer?

    Pensando nisso, a marca Meu Biju, que oferece uma linha completa de produtos, desde os tradicionais arroz branco e feijão carioca e preto até outras variedades como o Arroz Especial Para Risoto, os 8 Grãos Integrais (com aveia ou quinoa) e feijões diferenciados como o Vermelho e o Macassar, consultou a nutricionista Dra. Aline Maldonado Franzini de Alcântara para esclarecer as principais dúvidas sobre o tema.

    Mitos e verdades sobre o arroz e feijão

    1 – Arroz e feijão se complementam.

    Verdade: O arroz e o feijão se completam em sabor, em fonte de energia para o corpo, oferecem nutrientes importantes ao organismo e ainda promovem saciedade. O arroz é rico em metionina e cisteína e pobre em lisina, já o feijão, rico em lisina e pobre em metionina e cisteína. Assim, combinados, nos fornecem todos os aminoácidos essenciais. Tanto que o Guia Alimentar do Ministério da Saúde recomenda o consumo diário de ambos.

    2 – Comer arroz e feijão todo dia engorda.

    Mito: O arroz e o feijão consumidos na quantidade adequada e de maneira equilibrada não engordam, ainda ajudam as pessoas que querem perder peso, pois promovem a sensação de saciedade, oferecendo nutrientes para o bom funcionamento do organismo.

    3 – Arroz integral é melhor que o arroz branco.

    Verdade: O arroz integral mantém em sua composição o farelo e o germe, que são retirados do arroz branco durante o processo de limpeza. Isso faz com que o arroz integral mantenha suas fibras e seus nutrientes preservados. Além disso, promove uma maior saciedade, devido a quantidade de fibras presentes e também possui um índice glicêmico menor que o do arroz branco.

    4 – Arroz branco engorda mais que o integral.

    Mito: Em termos de calorias, ambos têm quase a mesma quantidade. Em 100 g de arroz branco cozido temos 128 Kcal, já em 100 g de arroz integral cozido temos 124 Kcal (FONTE: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos – TACO 4 Edição – 2011). Porém, como já falado anteriormente, o arroz integral oferece mais nutrientes e tem maior quantidade de fibras, melhorando o funcionamento intestinal e do organismo como um todo.

    5 – Todos os feijões são fontes de ferro e devem ser consumidos diariamente.

    Verdade: Segundo o Guia Alimentar do Ministério da Saúde, devemos comer feijão diariamente. O feijão é rico em proteínas vegetais, vitaminas e minerais como o ferro. Pertence ao grupo das leguminosas, podendo variar o uso com outros tipos de feijões, vagem, grão de bico, lentilha, ervilha e soja, por exemplo.

    6 – Deixar o feijão de molho evita flatulências após o consumo.

    Verdade: O feijão e outras leguminosas possuem substâncias que chamamos de antinutrientes, que são fitatos, taninos, entre outros. Essas substâncias reduzem a absorção de nutrientes e dificultam a digestão dos mesmos, gerando gases e desconforto intestinal. Deixando o feijão de molho, fazendo a técnica do “remolho” como já se dizia antigamente, é essencial para reduzir essas substâncias antinutricionais e melhorar a absorção das proteínas, vitaminas e minerais desses alimentos, melhorando também todo o processo de digestão. Estudos mostram que pelo menos oito horas de remolho são essenciais, sendo ideal chegar até 24 horas, com até três trocas de água. Esse processo acelera o tempo de cocção também.

    7 – Os benefícios nutricionais do feijão estão apenas nos grãos.

    Mito: Porém, o caldo possui poucos benefícios quando comparado aos grãos, que são a principal fonte de nutrientes e de fibra do alimento. Quem gosta do caldo, o ideal é batê-lo com os grãos para se obter uma maior concentração de nutrientes do alimento, melhorando a saciedade, o trânsito intestinal e o funcionamento do organismo.

    8 – Adicionar arroz e feijão no preparo de outras receitas mantém suas propriedades nutricionais.

    Verdade: Pode se usar arroz e feijão para fazer diversas preparações. Como já falado, os dois combinados têm ainda mais propriedades. O que devemos nos atentar para não ocorrer uma interação entre nutrientes é evitar alimentos ricos em cálcio e cafeína no almoço e jantar.

    Para se inspirar no preparo de pratos diferenciados com arroz e feijão para o dia a dia, a marca Meu Biju disponibiliza uma série de receitas em seu site . Os produtos Meu Biju estão disponíveis nas principais redes de varejo, mas podem também ser adquiridos pelo e-commerce Armazém Tio João.

  • Como prevenir o aparecimento de otites em pets?

    Cuidados básicos de higiene e proteção ajudam na prevenção de doenças

    Coceiras em excesso na região das orelhas, esfregar o focinho no chão, balançar a cabeça com muita frequência, cheiro diferente e às vezes vermelhidão do pavilhão auricular, acompanhado de secreção e dor podem ser sinais de que seu pet está com uma inflamação no conduto auditivo, tecnicamente conhecida como otite.

    A otite é uma causa comum de ida aos consultórios veterinários, o que reforça os resultados de uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 2017, que mostrou que a otite externa afeta cerca de 20% dos cães. Um exame clínico, ao aparecimento dos primeiros sinais citados, é ideal para que a doença seja diagnosticada e tratada de forma correta, evitando que o sofrimento de seu pet se estenda e cause danos maiores, como a perda de audição e outras complicações decorrentes.

     

    A higienização incorreta ou pelo uso de produtos inadequados, acúmulo de água após banho, umidade, temperaturas elevadas, traumas, ácaros, fungos e bactérias, entre outros fatores, podem propiciar o processo inflamatório da orelha.

     

    Sabe-se que algumas raças de cães, principalmente com orelhas pêndulas, como Cocker Spaniel, Cocker Americano, Basset Hound e Golden Retriever têm maior predisposição à ocorrência de otites. Quanto aos gatos, apesar de a anatomia da orelha felina diminuir a prevalência de otites, ainda é uma afecção comum na espécie, sendo que algumas raças, como a Persa, têm maior propensão a essas inflamações. 

     

    Para Kauê Ribeiro da Silva, da Vetnil, é importante que o tutor esteja sempre atento ao seu pet. Mudanças de comportamento e manifestação de alguns sinais podem indicar algum problema e o veterinário deve ser consultado imediatamente. “Coçar a região das orelhas com as patas traseiras ou raspá-las no chão e paredes, sacudir com frequência a cabeça ou mantê-la inclinada para o lado inflamado mostra que o animal pode estar com otite unilateral. Outro sintoma é o excesso de secreção e mau odor na região. Nos casos mais graves, a doença ainda pode levar o animal a apresentar desequilíbrio, caindo facilmente e a andar em círculos, voltado para o lado alterado, já que a orelha, que também pode ser chamada de órgão vestibulococlear, é responsável pela audição e pelo equilíbrio também”, complementa.

     

    Algumas atitudes simples podem evitar e amenizar casos de otite, como reforçar a limpeza do canal auditivo externo e do pavilhão auricular, utilizando algodão umedecido com uma solução apropriada para a limpeza da orelha de cães e gatos. Porém a limpeza deve ser orientada pelo médico-veterinário e o tutor deve fazer com muito cuidado e sem usar objetos que possam machucar ou entrar e permanecer na orelha. “Os cães possuem um mecanismo autolimpante dos condutos auditivos eficiente. O uso de swabs ou introdução de pinças com algodão nunca deve ser realizado, pois além de poder lesionar a orelha, propicia o acúmulo de cerúmen e infecções. Para limpeza, deve-se aplicar soluções de limpeza apropriadas no conduto auditivo e utilizar apenas o algodão embebido com tais soluções para higienização da região externa (pavilhão auricular)”,afirma o médico veterinário da Vetnil.

     

    A Vetnil®, umas das líderes no mercado pet no país, possui em seu portfólio o Aurivet® Clean, uma solução indicada na higienização do pavilhão auricular e do conduto auditivo de cães e gatos, principalmente nos casos de acúmulo de cerúmen e presença de mau odor. Já para o tratamento de otites fúngicas e bacterianas, a empresa oferece uma suspensão otológica, antibiótica, antifúngica, anti-inflamatória e analgésica, o Aurivet®.

  • Será que preciso trocar meus óculos?

    Será que preciso trocar meus óculos? Quais os sinais de que meu grau mudou?

    O aumento de grau é uma situação muito comum para quem miopia, astigmatismo, hipermetropia ou até mesmo vista cansada.

    Entretanto, nem sempre há uma orientação correta sobre a frequência ideal das consultas oftalmológicas para avaliar se houve alteração no grau ou o aparecimento de outro erro refrativo.

    De acordo com Dra. Maria Beatriz Guerios, oftalmologista geral e especialista em glaucoma, é importante saber que os erros refrativos costumam se estabilizar, ou seja, parar de aumentar ou diminuir, por volta dos 18 anos. “A explicação é que o olho cresce juntamente com o restante do corpo humano e isso impacta na curvatura da córnea, algo determinante para o grau dos erros refrativos”.

    “Devido a esse fato, na infância e na adolescência o acompanhamento oftalmológico precisa ser mais frequente. Por volta dos 18 anos, o crescimento corporal cessa e, com isso, o tamanho da córnea é definido, fazendo com o que o grau dos erros refrativos se estabilize”, ressalta a médica.

    Aumento de Grau e Consultas na Infância

    As consultas com o oftalmologista na infância ajudam não só a acompanhar as mudanças no grau, como também a diagnosticar de forma precoce o desenvolvimento de outros erros refrativos.

    “Uma situação muito comum desenvolver a miopia e logo em seguida apresentar algum grau de astigmatismo, por exemplo. Já crianças com graus muito altos precisam de um acompanhamento ainda mais frequente. Essa regularidade é definida pelo oftalmologista de acordo com a condição de cada paciente”, comenta Dra. Maria Beatriz.

    Aumento de Grau e Consultas em adultos

    Após os 18 anos, as consultas oftalmológicos podem ser anuais. “Para pessoas acima dos 40 anos, esse check up visual é de suma importância, pois há doenças oculares que estão relacionadas ao envelhecimento e podem ser detectadas e tratadas de forma precoce, como o glaucoma”, alerta a oftalmologista.

    Outra condição prevalente a partir dos 40 anos é a vista cansada. O principal sinal de que a presbiopia chegou é a pessoa afastar um objeto para enxergar melhor, como um celular, por exemplo.

    A presbiopia pode ocorrer mesmo em pessoas sem nenhum erro refrativo. Portanto esse é mais um motivo para você procurar um oftalmologista se já passou dos 40 anos e está com dificuldades para ler de perto.

    Aumento de grau pode causar algum sintoma?

    Nem sempre será possível perceber se o grau aumentou ou diminuiu, por exemplo.

    Mas, podem ocorrer algumas manifestações como:
    Sentir dificuldade de enxergar mesmo usando as lentes de correção
    Dor de cabeça, principalmente no final do dia
    Dificuldade de enxergar à noite
    Cansaço visual
    Ardência e secura ocular
    Visão dupla
    Embaçamento visual
    Cuide bem dos seus óculos

    Poucas pessoas imaginam que os cuidados com os óculos de grau podem fazer toda a diferença na hora de enxergar.

    “Um bom exemplo é que a sensação de visão embaçada pode ser causada quando as lentes estão sujas. Portanto, a recomendação é lavar os óculos com água e sabão neutro sempre que necessário e deixar as lentes secarem sozinhas. Depois, apenas finalizar a secagem com papel macio”, conta a oftalmologista.

    Outra condição muito comum que pode atrapalhar a visão é quando a armação dos óculos estão tortas, pois isso pode alterar o eixo. “Quem usa óculos precisa adotar certos cuidados com as lentes e as armações. O ideal é levar os óculos para uma manutenção preventiva em um ótica a cada 3 meses”, reforça a médica.

    O aumento de grau pode acontecer quando a pessoa não usa o óculos?

    Sem dúvidas, isso é um dos principais mitos em torno dos óculos de grau. O grau pode aumentar por diversos motivos, mas não os usar não tem associação com as alterações de grau.

    “O aumento de grau pode ocorrer, como já falamos, devido ao crescimento do olho ao longo da infância e da adolescência. Algumas condições podem provocar a progressão do grau da miopia, como o uso excessivo de dispositivos eletrônicos e a redução de atividades ao ar livre. Outro fator de risco é a presença do ceratocone, normalmente ligado ao astigmatismo e com importante fator hereditário”, conta Dra. Maria Beatriz.

    “Por fim, a idade pode provocar a piora visual devido à catarata e mudanças típicas do envelhecimento que podem causar dificuldade de enxergar à noite, além da vista cansada como já falamos”, finaliza.

    Mesmo que você não tenha nenhum erro refrativo, é sempre bom realizar os exames preventivos, especialmente após os 40 anos. Caso você tenha miopia, astigmatismo ou hipermetropia, a consulta é a melhor maneira de saber se seu grau aumentou.

  • O que você precisa saber antes de comprar seu ar-condicionado

    Tudo o que você precisa saber antes de comprar seu ar-condicionado

    Índice de eficiência energética, possibilidade de controle do consumo e proteção contra picos de energia são alguns diferenciais dos modelos mais modernos, como os destaques da linha WindFree da Samsung

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    O aparelho de ar-condicionado vem se tornando um dos eletrodomésticos mais práticos e úteis para a manutenção do bem-estar térmico em diversos tipos de ambientes, seja em escritórios, estabelecimento comerciais ou residências. Graças aos recursos tecnológicos de última geração embarcados nos modelos mais modernos, esses equipamentos deixaram de ser os vilões da conta de luz, tornando-se capazes de manter uma temperatura agradável e melhorar a qualidade do ar. Para ajudar na escolha do modelo de ar-condicionado mais indicado para cada espaço e utilização, algumas dicas importantes devem ser observadas. Confira as principais:

    Fique de olho no índice de eficiência energética

    Os novos índices de eficiência energética do Inmetro já estão valendo desde 1º de janeiro para todos os aparelhos de ar-condicionado fabricados no Brasil ou importados, tendo como objetivo fornecer uma visão mais clara e facilitada aos usuários quanto ao nível de eficiência dos produtos. Atenta às demandas dos consumidores, a Samsung já conta com um portfólio completo de aparelhos com nota 6 ou mais no índice de eficiência (IDRS), ou seja, excedendo o mínimo de 5,5 para a classificação máxima A.

    Entretanto, os produtos com a antiga etiquetagem ainda poderão ser comercializados até 30 de junho de 2024, por isso é preciso atenção na hora da escolha. No caso da Samsung, o grande diferencial é a tecnologia do compressor Digital Inverter, que permite um aproveitamento mais inteligente e eficiente do aparelho, evitando o “liga e desliga” constante para manter a temperatura, o que gera uma economia de até 77% de energia¹ em comparação ao modo de resfriamento rápido.

    Pesquise os modelos à disposição

    Atualmente, o Brasil conta com várias marcas, modelos e tipos de ar-condicionado à venda, que se utilizam, inclusive, de tecnologias diferentes entre si a fim de proporcionar o resultado esperado. É essencial, portanto, que o consumidor pesquise entre as várias opções e escolha aquela que corresponda ao seu objetivo. A Samsung, por exemplo, conta com um portfólio que atende a todo tipo de necessidade, como os modelos da linha WindFree, nas versões quente e frio ou só frio, que permitem ao usuário controlar o vento² e, dependendo do modelo, utilizar os recursos de inteligência artificial e conectividade para uma rotina mais prática e econômica.

    Controle o consumo de energia

    Ainda sobre a questão de eficiência energética, a melhor forma de controlar o consumo é ter uma visão sobre quanto o equipamento está gastando, se possível em tempo real. Pensando nessa necessidade do consumidor, a Samsung colocou à disposição a função Energy no aplicativo SmartThings³, que permite o controle dos gastos de energia por meio de uma visão detalhada do consumo do ar-condicionado compatível, entre outros produtos.

    O SmartThings Energy4, solução única no mercado e exclusiva da Samsung, fornece ferramentas intuitivas e claras aos usuários para que se alcance uma economia real no dia a dia, que se reflete tanto em kWh como nos gastos do lar. Pelo app, o usuário também pode criar alertas e exibir comparações para entender quanto o dispositivo conectado está consumindo.

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    Ar-condicionado WindFree Powervolt da Samsung. Imagem meramente ilustrativa.

    Atenção à voltagem e proteção contra picos de energia

    Até pouco tempo atrás, era mais complicado escolher o modelo ideal de ar-condicionado que funcionasse em qualquer voltagem, algo que sempre gerou um esforço extra por parte dos usuários. Neste contexto, o modelo WindFree Powervolt5 da Samsung se destaca no mercado nacional, sendo mais versátil e resistente a picos de energia, suportando oscilações de rede e operando continuamente de 90V a 290V.

    Hoje, o WindFree Powervolt é o único modelo de ar-condicionado bivolt à venda no país, o que praticamente dispensa a necessidade de realizar reformas elétricas ou adquirir um novo transformador para a sua instalação.

    Verifique o local de instalação e a potência

    Por fim, uma dica de outro é determinar em qual cômodo fazer a instalação, de preferência o maior e mais central do local, além de fazer o cálculo de capacidade e potência do aparelho antes da compra. Esse passo é importantíssimo pois o aparelho escolhido com a unidade de medida errada (em BTU/h, ou Unidade Térmica Britânica por hora, o padrão do mercado) pode não climatizar o ambiente de maneira adequada, se for abaixo, ou gastar mais energia elétrica do que o necessário, se estiver acima.

    Para o cálculo, é importante considerar o número de usuários que vão ocupar o espaço, os demais aparelhos eletrônicos presentes no mesmo ambiente e possíveis fontes de calor, além da incidência da luz solar. Para facilitar, a capacidade ideal pode ser calculada no site da Samsung pelo link samsung.com.br/ar-condicionado/