Autor: agitosp

  • Transplante de rim é uma nova chance

    Dia Mundial do Rim: Transplante de rim é uma nova chance para quem sofre de insuficiência renal crônica

    Procedimento de alta complexidade é corrida contra o tempo e oferece vida nova para milhares de pessoas

    Um dos procedimentos que podem dar uma nova chance para quem sofre de insuficiência renal crônica é o transplante de rim. O procedimento é o mais comum entre os transplantes de órgãos vitais no Brasil. De acordo com dados do Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), mais de 5,3 mil transplantes renais foram realizados no país entre janeiro e dezembro de 2022. O procedimento de alta complexidade é considerado essencial para milhares de pessoas que sofrem de insuficiência renal crônica, uma condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. A gravidade da doença resultou na escolha do dia 9 de março como o Dia Mundial do Rim, a fim de chamar a atenção para o assunto.

    A insuficiência renal é uma doença crônica que se desenvolve gradualmente e pode ser causada por várias razões, incluindo diabetes, hipertensão, doença renal policística, dentre outras.

    “O transplante de rim é a terapia mais indicada para pacientes que sofrem de insuficiência renal crônica, pois o novo rim substitui a função do órgão doente. O procedimento oferece várias vantagens em relação à diálise, que é a terapia de substituição renal mais comum. Em primeiro lugar, os pacientes que passam por um transplante têm uma melhor qualidade de vida em comparação com aqueles que estão em diálise”, explica Carlos Marmanillo, chefe do Serviço de Transplante Renal do Hospital Angelina Caron.

    Demanda maior que a doação

    Mesmo com os avanços da medicina, milhares de pessoas ainda precisam de transplante de rim e a demanda de doentes por um novo órgão é muito maior do que a oferta. O médico reforça que o número de doadores de órgãos no Brasil, apesar das boas taxas de alguns estados como o Paraná, é insuficiente para atender à necessidade, o que exige investimento público e da sociedade em prevenção e conscientização. 

    “Temos a Central de Transplantes do Paraná como um exemplo bem-sucedido na conscientização para a doação de órgãos, além de alta taxa de sucesso nos transplantes. Aumentar a taxa de doação de órgãos significa reduzir o tempo de espera dos pacientes que aguardam por um transplante renal.”

    850 milhões de pessoas sofrem de alguma doença renal

    No cenário mundial, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 850 milhões de pessoas sofram de alguma doença renal. Segundo a entidade, a taxa de doação de órgãos varia significativamente em todo o mundo, e muitos países enfrentam desafios semelhantes ao Brasil em relação à falta de doadores. 

    No Brasil, a taxa de doação de órgãos tem aumentado gradualmente nos últimos anos, e o país tem feito esforços significativos para melhorar a disponibilidade de órgãos doados. “Mas ainda há muito a ser feito para garantir que todos os pacientes que precisam de um transplante renal possam receber um órgão a tempo”, comenta Marmanillo.

    Consumo excessivo de bebidas alcoólicas é uma das principais causas

    O consumo excessivo de bebidas alcoólicas é uma das principais causas de insuficiência renal crônica. O álcool é metabolizado pelos rins e o consumo excessivo de álcool pode levar à inflamação e à formação de cicatrizes, o que prejudica a função renal.

    Além disso, o consumo excessivo de álcool também pode aumentar a pressão arterial, interferir na absorção de medicamentos usados para tratar doenças renais, levando à complicações.

    “A prevenção de doenças renais passa por limitar o consumo de bebidas alcoólicas e adotar um estilo de vida saudável. Além disso, é importante lembrar que, mesmo que uma pessoa não tenha problemas renais, o consumo excessivo de álcool pode causar danos irreversíveis a vários órgãos e sistemas do corpo, incluindo o fígado, o coração e o cérebro”, reforça.

    Quatro transplantes de rins em 24h

    A doação insuficiente de órgãos para o grande número de candidatos a transplante não é o único problema do Brasil. Poucos hospitais estão capacitados para fazer esse tipo de procedimento de alta complexidade. Segundo dados da Central de Transplantes do Paraná, que divulga anualmente o compilado estadual, o Hospital Angelina Caron (HAC) realizou mais de um quarto de todos os procedimentos feitos no estado no ano passado. Foram 119 transplantes em 12 meses. 

    Em uma das fases mais agudas da pandemia da Covid-19, o HAC fez nada menos do que quatro transplantes de rim em apenas 24 horas. O médico João Nicoluzzi, coordenador da Central de Transplantes do HAC, observa que, além de corpo médico preparado, existe uma logística complexa envolvida nesse processo. “Seguramente, poucos hospitais no país possuem salas e logística disponíveis para realizar tantos procedimentos em um mesmo dia”, pontua.

  • As flores mais procuradas para o Dia das Mulheres

    DIA DAS MULHERES AUMENTA A BUSCA DE FLORES EM HOLAMBRA, ONDE ACONTECERÁ A 40ª EDIÇÃO DA EXPOFLORA 

    Símbolos maiores da beleza, admiração e amor, além de outros bons sentimentos, as flores são sempre lembradas nas datas mais especiais, envolvendo principalmente as mulheres. A comemoração do Dia Internacional das Mulheres, em 08 de março, é uma dessas ocasiões que faz aumentar o interesse e a busca pelas flores em todos os lugares.

    Cada flor possui um significado especial para expressar diferentes sentimentos. A rosa vermelha, por exemplo, é associada ao amor romântico, enquanto a margarida representa a inocência e a pureza. As flores são ainda desejadas para a decoração de espaços, tornando-os mais agradáveis e acolhedores, transmitindo harmonia, serenidade e paz.

    No leilão da última quarta-feira, 1 de março, dia considerado como pico de venda do Dia Internacional da Mulher, foram comercializados cerca de 6 mil carrinhos no Klok, o famoso leilão reverso de flores e plantas da Cooperativa Veiling, em Holambra. A cooperativa, fundada em 1989, é o mais completo centro de comercialização de flores e de plantas ornamentais do Brasil.

    Os produtos mais procurados na data foram as orquídeas, com 1.179 carrinhos, e as rosas, com 313 carrinhos, tanto de corte quanto na versão flor de vaso. Para impulsionar a venda de outros produtos, alguns cooperados investiram em embalagens comemorativas.

    Em Holambra, a 135 km da capital paulista, será realizada neste ano a 40ª edição da Expoflora, a maior exposição de flores da América Latina, de 25 de agosto a 24 de setembro, às sextas-feiras, sábados e domingos, e no feriado de 07 de setembro, das 09h00 às 19h00. 

    Na programação especial deste ano a Expoflora vai apresentar ao público mais de 4.000 variedades de 300 espécies de flores e plantas ornamentais, numa ampla exposição de arranjos florais e mostra de paisagismo e decoração.

    A organização do evento se prepara para receber durante o período um público de mais de 400 mil visitantes em busca de beleza, gastronomia, música e diversão. O evento vai homenagear também o aniversário de 75 anos da imigração holandesa para Holambra, proporcionando muitas atrações e lazer para toda a família.

    Brevemente a organização do evento iniciará as vendas dos ingressos para a Expoflora. Para mais informações sobre o evento e a lista de espera para a compra de ingressos, acesse: www.expoflora.com.br

  • Endometriose atinge uma em cada dez mulheres

    MARÇO AMARELO: endometriose atinge uma em cada dez mulheres no Brasil

    Os sintomas da endometriose são cólicas fortes e dores abdominais frequentes, que podem aparecer no dia a dia, mesmo fora do período menstrual.


    A Organização Mundial da Saúde estima que 180 milhões de mulheres são diagnosticadas com endometriose no mundo, destas, sete milhões são brasileiras. A doença afeta de forma significativa a fertilidade. Ela surge quando o tecido endometrial se implanta fora do útero, provocando reação inflamatória e dor, levando a uma formação de aderências pélvicas que distorcem a anatomia local e acarretam na disfunção perineal, o que afeta a capacidade reprodutiva. Com a finalidade de promover a conscientização da sociedade sobre o tema, foi criado o “Março Amarelo”, campanha nacional para debater os sinais, sintomas, prevenção, diagnóstico e tratamento da endometriose.

    A advogada, Giovanna S. de Oliveira, (47), relata que teve sua vida mudada devido a doença. Aos 13 anos de idade começou a sentir os primeiros sintomas e relata as dificuldades que enfrentou até seu diagnóstico. “Na época não se falava em endometriose. Lidei com a falta de informação e empatia da classe médica e das pessoas que julgam que era exagero, dengo ou que era normal. Não é normal sentir dor que te faz contorcer, você não dorme, não come e fica com um fluxo menstrual descomunal que nem os absorventes noturnos dão conta”, explica.

    Giovanna conta que durante toda sua vida sentiu fortes dores que a levavam ao hospital. Dores essas que acarretavam queda de pressão e desmaios. Apesar de ser algo corriqueiro, em torno de 15% das mulheres com endometriose são assintomáticas. As demais sofrem com cólicas menstruais progressivas, conforme explica o Dr. Edilberto de Araujo Filho, especialista em Reprodução Humana Assistida e membro da Associação Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA). “Elas vão piorando com o tempo. Depois as dores aparecem fora da menstruação, na relação sexual, ou quando a paciente menstrua e relata dor na direção do ânus”, explica.

    Por outro lado, a endometriose afeta 10% das mulheres em idade reprodutiva e cerca de 30% a 50% delas apresentam infertilidade. O risco de a doença se agravar está em alguns hábitos, mas também é consequência das transformações ocorridas na sociedade. “Entre os fatores que influenciam, estão o estresse, a alimentação e a poluição, somados ao fato de que as mulheres estão protelando a maternidade por questões profissionais e econômicas, gestando menos, amamentando menos, mas menstruando bem mais do que há 20 ou 30 anos”, comenta o especialista.

    Para Giovanna, a doença mudou sua visão da maternidade. A advogada explica que foram 27 anos até seu diagnóstico. “Desde pequena, sempre quis ser mãe. Eu e meu esposo tentamos engravidas inúmeras vezes e nada. Fizemos coito programado, hormônios, FIV e nada. Falam que a endometriose dificulta o processo. Hoje temos 4 embriões congelados, mas preciso ter certeza de que meu corpo e mente suportariam passar pelo processo”, relata.

    O debate sobre o tema traz esperança para mulheres como Giovanna, que por anos suportaram as dores dos sintomas e que viram seus sonhos da maternidade abalados. A especialista em reprodução humana e membro da diretoria da SBRA, Hitomi Nakagava, fala da importância de um mês dedicado a tratar da endometriose. “Vários fatores têm levado há um aumento na detecção da endometriose e, sem dúvida, a conscientização da sua existência com informações sobre suas repercussões levará muitas mulheres a não sofrerem por tanto tempo, sem assistência adequada” afirma.

    Para a advogada, falar sobre o tema é essencial, como nos casos de personalidades famosas, como a cantora Anitta, que em 2022 veio a público falar sobre seu diagnóstico e compartilhar sua experiência. “Se a pessoa tem visibilidade, tem que falar e levar a informação correta. Tem que fazer outras pessoas pensarem e entenderem que é uma doença sim e que acomete milhares de mulheres”, ressalta.

    Giovanna finaliza afirmando que é “possível, sim, ter qualidade de vida com a endometriose”. E para as milhares de mulheres que convivem com as dores da doença pelo mundo, a advogada deixa uma mensagem. “Vivam um dia de cada vez. O equilíbrio entre corpo e mente é essencial. E, mais do que tudo, sejamos unidas, o que nós precisamos: empatia e sororidade”, concluí.

    REPRODUÇÃO ASSISTIDA

    Nos casos em que a endometriose afeta a fertilidade, as técnicas de reprodução assistida podem ajudar. “A mulher jovem com diagnóstico de endometriose leve, com menos de 2 anos de infertilidade, espermograma do parceiro normal e trompas normais, pode se beneficiar de uma técnica de reprodução assistida de baixa complexidade, como a inseminação artificial ou intrauterina. No entanto, o acompanhamento e planejamento deve ser feito por um especialista, que saberá quando mudar de técnica”, garante o Dr. Edilberto.

    Já para os graus mais avançados da doença, é recomendada a Fertilização In Vitro (FIV). “Os óvulos maduros são fertilizados com os espermatozoides do companheiro formando embriões que são selecionados no laboratório e depois transferidos direto para dentro do útero por via vaginal, também guiado por ultrassom”, pontua.

    Outra opção para os casos graves de endometriose em que a reserva ovariana ou a qualidade dos óvulos podem ser comprometidas, é indicado o congelamento de óvulos.

    A prevenção, portanto, é fundamental para evitar a doença. É imprescindível fazer o diagnóstico precoce, assim como o tratamento. “Para isso temos que ter em mente os sinais e sintomas da doença e, para diagnosticar os casos assintomáticos, fazer pelo menos um ultrassom transvaginal de rotina anual”, assegura o Dr. Edilberto.

  • Doença renal crônica na infância

    O que você precisa saber sobre a doença renal crônica na infância

    Pequeno Príncipe oferece todas as modalidades de tratamento para a DRC e alerta sobre como cuidar da saúde do órgão na véspera do Dia Mundial do Rim

    Crédito: Marieli Prestes

    A doença renal crônica (DRC) afeta mais de dez milhões de pessoas no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. Já a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) alerta que o número de brasileiros com doença renal crônica avançada é crescente, sendo que mais de 140 mil deles realizam diálise no país. A entidade ainda estima que, em 2040, a DRC será a quinta maior causa de morte no mundo.

    Embora seja mais comum em adultos, quando a doença atinge as crianças, especialmente em estágios avançados, pode trazer consequências graves, o que exige cuidados contínuos. Infelizmente, nem toda doença renal crônica é prevenível, principalmente na infância. Por isso, o Hospital Pequeno Príncipe chama atenção para as causas e sintomas da condição, além dos principais cuidados com esse órgão.

    A DRC é caracterizada pela alteração persistente da função renal por um período superior a três meses. Na infância, a doença pode ter diversas causas e ocorrer ainda na formação do bebê durante a gravidez. Ou já estar presente no histórico da família e ser hereditária. Além disso, também pode ser adquirida e evoluir para uma insuficiência, caso não seja tratada adequadamente, como é o caso das infecções urinárias de repetição.

    “Nem toda causa da doença renal crônica é prevenível. Desta forma, o que fazemos é retardar a evolução para doença renal crônica. A depender do caso, há necessidade de intervenção cirúrgica ou de acompanhamento clínico periódico, além da adoção de hábitos saudáveis, que incluem alimentação, e atividades física; e também evitar as causas secundárias, como obesidade, diabetes e hipertensão arterial, que também pode ocorrer em crianças e adolescentes”, explica a nefrologista pediátrica Lucimary de Castro Sylvestre, do Hospital Pequeno Príncipe.

    Diagnóstico precoce

    Se a função renal chega a menos do que 10% a 15% de sua capacidade, existe a necessidade de fazer algum tipo de tratamento para substituir a função dos rins, que pode ser a diálise peritoneal, a hemodiálise ou o transplante renal. O início dos cuidados com os rins deve acontecer desde antes da concepção do bebê. É importante conhecer o histórico de doenças na família, entre elas as hereditárias renais. No pré-natal, é necessário acompanhar o desenvolvimento fetal por meio da ultrassonografia gestacional e identificar possíveis doenças congênitas renais para viabilizar o acompanhamento adequado da gestante e do feto.

    A insuficiência renal de Davi Heitor dos Santos, de 2 anos e meio, amazonense de Caapiranga, região metropolitana de Manaus, foi descoberta durante um exame morfológico realizado por volta dos cinco ou seis meses de gestação. Logo depois de nascer, o bebê passou por seus primeiros exames na capital de seu estado. Lá, segundo a mãe, Natácia dos Santos Batista, foi feito tudo que era possível pela criança, e então resolveram encaminhá-la para o Pequeno Príncipe.

    “Não tinha mais recurso para ele lá. Aqui a médica determinou a internação na mesma noite, porque ele estava bem grave. No dia seguinte, já foi bem complicado, ele convulsionou e precisou fazer vários exames. O medo tomou conta, mas também veio a esperança de dias melhores na vida dele. Hoje vejo a oportunidade do meu filho ter uma vida normal, uma infância boa. Poder brincar. Poder ir à escola. Ter o futuro que eu sempre quis para ele, que eu sempre sonhei”, diz.

    À espera de um transplante renal, Davi Heitor realiza hemodiálise pelo menos três vezes por semana no Hospital, porém, de acordo com Natácia, agora a família vive um momento bom. “O medo fez parte da minha vida, porque eu encarava a hemodiálise como um monstro. Mas aqui eu pude esclarecer as coisas e pude entender a necessidade do tratamento. Agora se tornou uma rotina normal e é uma rotina boa. Claro que o melhorar será quando ele transplantar, né? Mas eu já vejo a evolução dele e, no futuro, com certeza a gente vai estar comemorando.”

    Sintomas e diagnósticos

    A doença renal crônica pode ser silenciosa e muitas vezes o paciente só descobre que tem o problema renal quando existe uma falência dos rins. No caso das crianças e dos adolescentes, é preciso ficar atento aos sinais e sintomas, que podem auxiliar no diagnóstico precoce da doença, como: infecções urinárias de repetição; dificuldade do ganho de peso e/ou crescimento; anemia persistente sem causas aparentes; inchaço; problemas ósseos; e dificuldade, dor e/ou ardência ao urinar.

    A doença renal crônica é dividida em estágios, e uma das formas de avaliar a função do órgão do paciente é por meio da creatinina – substância presente no sangue que é produzida pelos músculos e eliminada pelos rins. Outros exames complementam a avaliação se os rins estão funcionando bem ou não, como ureia, potássio e exame de urina, para avaliar se há perda excessiva de albumina. Assim, “Saúde dos rins (e exame de creatinina) para todos” é o tema central da campanha do Dia Mundial do Rim, que neste ano será celebrado em 9 de março. A iniciativa é coordenada no Brasil pela Sociedade Brasileira de Nefrologia.

  • Vida noturna na Ilha da Madeira

    Destino português é famoso por sua natureza exuberante, mas também oferece muitas opções de diversão noturna

    O Arquipélago da Madeira, destino português situado em meio ao Oceano Atlântico, é sempre muito associado a viagens de ecoturismo e aventura devido aos seus belos cenários e natureza exuberante. No entanto, a ilha possui ótimas opções no que se refere à vida noturna, para os turistas também aproveitarem a Madeira após o pôr do sol.

    Apesar de receber milhares de turistas todos os anos, a vida cotidiana da ilha não foi afetada pelo ritmo acelerado desta indústria. Assim, ao longo da semana, os habitantes vivem tranquilamente sem muito agito. Mas aos finais de semana, as noites da Madeira ganham mais vida nos bares, pubs, clubes noturnos, discotecas, cassino, jantares musicais, dentre tantas outras opções.

    Para aproveitar a noite, a dica é degustar alguns drinks acompanhados de petiscos típicos em um dos muitos bares e pubs da ilha. O Moynihan’s, único pub tradicional irlandês da Madeira, é perfeito para quem gosta de uma boa cerveja. O Hole in One Pub e o White House Pub também são ótimas opções. Se você preferir algo mais elegante, o Hotel Savoy Palace possui um bar cinco estrelas, chamado Galáxia Skyfood, com vista 360 graus da capital Funchal.

    Para quem gosta de dançar ao som de música ao vivo, há opções para todos os gostos e faixa etária no centro do Funchal. O Trap Music Bar é um dos clubes noturnos mais conhecidos, com destaque para seus diferentes ambientes, sendo uma sala com música ao vivo e bar, e outra com discoteca “deep house”, além de um agradável terraço. Já o Dubai Club Madeira, que fica aberto até o nascer do sol, oferece variados estilos musicais, um bar de narguilé e um terraço. Além disso, sua programação geralmente está repleta de noites temáticas.

    Ambos os espaços estão localizados na Rua da Favila, uma área animada da cidade. Nas imediações, encontram-se algumas outras discotecas e o Casino da Madeira, para aqueles que gostam de tentar a sorte nas roletas, no poker, no blackjack ou nos modernos caça-níqueis.

  • Mitos e verdades sobre as doenças renais

    Dia Mundial do Rim: mitos e verdades sobre as doenças renais

    Perda de apetite, náusea, fraqueza, mal-estar, pressão elevada e emagrecimento são alguns sinais de alerta 

    O rim é responsável por limpar todas as impurezas e toxinas do corpo, regular a água e manter o equilíbrio das substâncias minerais do organismo, além de liberar hormônios para manter a pressão arterial e normalizar a produção de células vermelhas no sangue, contribuindo para a ativação da vitamina D, que mantém a estrutura dos ossos. De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia, aproximadamente 2,4 milhões de pessoas morrem todos os anos por conta de alguma doença renal. Devido as altas taxas de mortalidade, o Dia Mundial do Rim, comemorado este ano em 9 de março, foi criado pela Internacional Society of Nephrology (ISN) com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do estilo de vida saudável e do diagnóstico precoce.

     

    A médica Milena Vasconcelos, nefrologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, um dos principais hubs de saúde do país e referência no tratamento de doenças renais, esclarece alguns dos mitos e verdades sobre a doença e faz um alerta: “A ISN estima que cerca de 850 milhões de pessoas no mundo são impactadas anualmente por alguma doença renal e, geralmente, os sinais só vêm à tona quando o paciente já perdeu aproximadamente 50% da função dos rins. Por isso, o diagnóstico precoce é a melhor forma de tratar e controlar a evolução da doença”.

     

    Retenção de líquido pode ser sinal de alerta. VERDADE

    Os rins são responsáveis por retirar o excesso de líquido, impurezas, toxinas e manter o equilíbrio do organismo. Inchaço constante nas pernas e nos pés pode significar que esse processo não está sendo bem-sucedido e que o corpo, em vez de eliminar, está retendo esse líquido, acumulando água dentro dos tecidos. Essa abundância de água nas células é capaz de gerar problemas na circulação sanguínea, por exemplo.

    Urina com sangue e infecções urinárias constantes são situações que sempre indicam a presença de doenças mais graves. MITO

    Não necessariamente. A urina com sangue, por exemplo, pode significar uma doença local, uma infecção ou até mesmo cálculo renal, ou pedra nos rins, pequenos cristais na região do trato urinário que causam dor intensa ao urinar. O importante é sempre procurar um nefrologista para avaliar.

     

    Qualquer pessoa pode doar um rim. MITO

    Para ser um doador, é necessário ter idade superior a 18 anos e ter um plano de saúde. Pessoas com diabetes, obesidade ou câncer também não podem ser doadoras, já que, apesar de não serem doenças renais, são condições que possibilitam o desenvolvimento de um distúrbio renal futuro. Quem tem doenças infecciosas que possam contaminar quem irá receber o órgão também não estão aptas. Outro ponto importante para um doador é estar física e psicologicamente disposto a passar por um procedimento cirúrgico. Vários exames serão realizados no provável doador, tanto para verificar as condições de saúde, como para certificar a compatibilidade entre doador e receptor.

    Doenças renais podem ser hereditárias. VERDADE

    Sim, desde doenças mais comuns, como cálculo renal (pedra nos rins) até doenças genéticas renais raras.

    É importante realizar exames preventivos anualmente. VERDADE

    As doenças renais podem ser silenciosas. Por isso, o ideal é buscar acompanhamento periódico com um nefrologista para a realização de exames de rotina gerais. É imprescindível realizar exames para medir os níveis de creatinina no sangue, visto que esta é uma substância produzida pelos músculos e eliminada pelos rins, quanto mais alta, maior será a gravidade, indicando insuficiência renal. Além disso, o exame de urina e ultrassom dos rins devem ser feitos obrigatoriamente todos os anos em maiores de 40 anos ou em casos de doenças renais na família. Os indivíduos acometidos por diabetes e hipertensão arterial (pressão alta) também devem realizar exames preventivos uma vez por ano. O paciente que apresentar urina com espuma e sangramento deve buscar imediatamente o atendimento médico.

     

    Hemodiálise é o único tratamento disponível. MITO

    Dependendo da fase da doença renal, o tratamento pode variar entre uma dieta específica, com medicamentos via oral. Em fases avançadas, o paciente pode ser submetido a procedimentos de hemodiálise, dialise peritoneal, que consiste em filtro natural como substituto da função renal, e transplante de rim. Na BP, contamos com medicações e equipamentos de ponta para auxiliar em todas as fases do tratamento do paciente.

     

    Doenças renais nunca apresentam sintomas. MITO

    Depende da velocidade da progressão da doença. Caso a perda da função renal esteja acontecendo rapidamente, os sintomas aparecem de maneira precoce. Porém, se demorar anos para a descoberta da doença, o paciente pode apresentar sintomas apenas quando menos de 10% dos órgãos estiverem funcionando.

    Os sintomas geralmente são perda de apetite, especialmente por carnes, náusea, fraqueza, mal-estar, pressão elevada e emagrecimento. A quantidade de diurese (urina) também pode reduzir ou sofrer alteração na coloração e apresentar espuma. Tosse, falta de ar e inchaço também podem ser sintomas recorrentes.

     

    Não há limitações para quem decide doar rim. VERDADE

    De uma maneira geral, quem doa um dos rins apresenta uma vida normal após o procedimento, sendo aconselhado que o indivíduo faça acompanhamento com um nefrologista.

     

    Posso evitar o desenvolvimento de doenças renais. VERDADE

    A dica mais importante é o cuidado com as doenças que podem afetar os rins, como diabetes, pressão alta e doenças autoimunes. Também é importante conhecer bem o histórico familiar de doenças renais, fazer um acompanhamento anual dos rins, manter uma dieta equilibrada, reduzir o sal e açúcar, controlar o peso e evitar o fumo, ingestão de bebidas alcoólicas e uso indiscriminado de medicamentos sem orientação médica.

  • Bolas de pelo em gato são perigosas

    Bolas de pelo em gato são perigosas, por isso, saiba o que fazer nesses casos e como evitá-las

    Inerente ao gato, a bolas de pelo, em alguns casos, significa danos à saúde do felino

    As bolas de pelo, em algumas situações, podem oferecer riscos a saúde dos gatos, porém, na maioria das vezes, não há motivo para desespero. Até porque, eles conseguem expelir facilmente. De qualquer forma, os tutores devem, sim, seguir alguns cuidados para evitar alguns probleminhas e dores de cabeça em relação a esse hábito. 

    “Primeiro, porque quando ocorre com frequência, pode não ser um bom sinal (assim como qualquer coisa em excesso!) Segundo, porque algumas bolas são mais difíceis de sair, e isso, sim, traz malefícios ao bem-estar dos gatinhos”, afirmam os profissionais veterinários do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

    Como as bolas de pelo em gato se formam? E por quê? 

    Ao observar a rotina de um gato, percebemos que o hábito de se lamber é muito comum, eles fazem isso com muita frequência. Por um lado, isso é algo bem positivo, principalmente para a promoção da autolimpeza, pois a língua deles tem várias “lâminas” minúsculas. Essa espécie de lâmina funciona como uma escovinha e varre o pelo em excesso. 

    Assim formam-se as bolas de pelo, principalmente por conta da higiene exacerbada dos bichanos. Outros motivos também contribuem: 

    ·        estresse e problemas emocionais; 

    ·        doenças de pele;

    ·        distúrbios no intestino. 

    E para controlar estes problemas, eles utilizam hábitos reguladores de emoção, e um deles é a lambida. Doenças dermatológicas também causam incômodo e eles acabam tentando aliviar da mesma forma. 

    Já os distúrbios no intestino fazem com que a bola de pelo não percorra facilmente o caminho até a expulsão. 

    Porém, é claro que não se deve repreendê-los, pois a lambedura é algo natural e do instinto deles. 

    Além disso, não é sempre que as bolas significam uma adversidade, apenas em alguns casos. 

    Então, como identificar se o gato está nessa situação?

    “Queremos deixar claro que não precisa incomodar o dono da casa (sim, nós sabemos que é ele) toda vez que o vê lambendo a pelagem. Bola de pelo em gato não é um problema se ele consegue expelir pelas fezes ou vômito”, afirmam os veterinários da Vet Quality.

    Mas, quando essa expulsão está difícil por algum motivo, o corpo do felino com certeza deverá dar alguns sinais mostrando que algo não vai bem. 

    É aí que mora o perigo das bolas. Em grande quantidade, elas ficam paradas no organismo e ele passa a não funcionar corretamente por conta desse bloqueio. 

    A consequência disso é principalmente quando ela passa pelo intestino e desregula o sistema digestivo e até mesmo causa uma oclusão intestinal e a única saída é a cirurgia. 

    Portanto, esteja atento a sinais como: 

    ·        prisão de ventre;

    ·        diarreia;

    ·        fezes muito ressecadas;

    ·        vômitos mais de uma vez ao dia;

    ·        ânsia de vômito;

    ·        fraqueza;

    ·        falta de apetite;

    ·        cansaço;

    ·        apatia;

    ·        alterações comportamentais em geral. 

    Por mais que não falem, um bichinho doente, com dor ou qualquer desconforto físico, vai demonstrar que não está bem. Por isso, qualquer alteração física ou de comportamento deve ser levada a sério. 

    Outro problema com pelos é a alopecia, por exemplo: Alopecia em cães e gatos: saiba os cuidados.

    Como evitar bolas de pelo em gato?

    Como deu para perceber, a questão da bola de pelo em gato às vezes é simples, mas às vezes nem tanto. Então, o que se pode fazer é evitá-la, mas como? 

    ·        escovar os pelos pelo menos uma vez na semana. Se perceber que eles caem demais, aumente a frequência; 

    ·        manter a higiene do local em que ele fica, para evitar com que ele se sinta sujo e incomodado;

    ·        cuidar da saúde do intestino através de uma alimentação rica em fibras e oferecendo bastante água; 

    ·        evitar a infestação de parasitas e manter as vacinas em dia;

    ·        fornecer brinquedos estimulantes, de arranhar, morder e lamber; 

    ·        manter as consultas com o veterinário em dia.

    Quando (e como) é necessário intervir? 

    Ao que o gatinho está se lambendo bastante, mas não há sinais da bola de pelo, o tutor pode ajudá-lo na expulsão. Uma das maneiras mais comuns é colocar um pouco de vaselina nas patinhas dele, até que eles comecem a lambê-las. 

    Não há preocupão, pois esse produto não é prejudicial. Depois disso, espere e monitore o pet, até ter certeza de que ele expeliu as bolas. 

    Outra opção são as gramas para gatos, sendo a mais popular delas a erva de gato (ou catnip), pois são ricas em fibras, o que ajuda na passagem do pelo no intestino. 

    Quanto a medicamentos para bola de pelo, o mais recomendado é que essa indicação parta de um médico veterinário. Na verdade, ele deverá ser procurado quando: 

    ·        nenhuma das alternativas acima deram certo; 

    ·        os sintomas aparecerem com frequência; 

    ·        o felino está demorando para expelir as bolas, mesmo se lambendo bastante. 

    Outra dica, é sempre manter os exames de rotina em dia, além das bolotas, você previne outras várias doenças e complicações.

  • Hora do passeio: Quais os cuidados necessários com os pets?

    Momento de lazer requer alguns cuidados para manter a segurança e o bem-estar do pet

    O passeio é, sem sombra de dúvidas, a hora mais aguardada pelos cães.  É como se cada pisada pra fora de casa trouxesse um mar de possibilidades a serem exploradas,  estimulando o instinto investigativo do animal e tendo papel fundamental para a sua qualidade de vida. As caminhadas, mesmo que curtas, são importantes não apenas para a socialização do pet como também para o estímulo da parte física e psicológica.

    “É durante o passeio que o pet explora seus sentidos, desestressa, conhece outros animais e humanos, gasta toda a energia acumulada, além desse ser um momento de conexão entre o tutor e o cão”, conta a médica-veterinária e gerente de produtos da Unidade de Pets da Ceva Saúde Animal, Fernanda Ambrosino.

    Porém, para que a aventura exploratória aconteça com toda a segurança e sem nenhum problema para o pet e o tutor, é importante se atentar  a alguns pontos. Por isso, para facilitar essa rotina, a profissional listou os cuidados que devem ser adotados ao levar os cães para passear. Confira:

    • Sempre utilize a guia e coleira com identificação: Por mais comportado e obediente que seja o pet, o uso do acessório é indispensável para manter a segurança do cão. Dessa forma, ele estará identificado caso se perca do tutor e também será possível tirá-lo de alguma situação perigosa, como por exemplo, se ele se aproximar de algum inseto ou caso seja preciso desviar seu caminho de um desnível no chão.
    • Planeje passeios diferentes: Mudar o lado da rua, dar a volta no outro quarteirão, procurar uma praça nas redondezas ou visitar um parque diferente são boas opções para dar uma diversificada nos passeios e não cair na rotina. Os pets também enjoam das mesmas coisas e lugares, e muitas vezes mudanças pequenas já trazem uma outra energia para o animal.
    • Segurança na saúde também é importante: Manter as vacinas, vermifugação e o uso de antipulgas e carrapatos em dia é fundamental, não apenas para um passeio mais seguro, mas também para manutenção da saúde do pet. Além disso, com os controles em dia, o animal estará protegido e poderá interagir tranquilamente com outros cães ou se divertir na grama, sem que o tutor se preocupe com possíveis infestações por parasitas ou outras doenças. 
    • Cuidado com os horários, principalmente no verão: O sol forte pode causar vários problemas como doenças de pele, desidratação e queimaduras. O ideal é passear antes das 9h da manhã e depois das 17h, quando o chão não está muito quente e não há riscos de queimar as patas do pet. Aliás, o tutor pode verificar a temperatura do chão pisando descalço ou encostando o dorso da mão por alguns minutos, se estiver muito quente, o pet terá a mesma sensação. 
    • Leve água e petiscos. Em dias quentes ou em caminhadas longas, ter água para oferecer ao pet em períodos de descanso é essencial. A água refresca e evita que ocorra desidratação. Os petiscos são recomendados para os passeios longos, porque mesmo que os cães não façam grandes refeições fora de casa, ter o petisco específico do pet evita que ele sinta fome, caso gaste muita energia. Além disso, o item pode ser usado como recompensa em uma brincadeira ao ar livre. 
    • Deixe o pet aproveitar o passeio: Para os cães, o passeio é bem mais que uma simples caminhada, ele serve para marcar território, cheirar as coisas em volta, fazer contato com outros animais, desenvolver habilidade social, desestressar e liberar energia. Por isso, tente programar caminhadas onde seja possível deixar o animal mais à vontade em relação ao espaço e ao tempo. 
    • Respeite os limites do cão: É preciso saber que não existe tempo correto de passeio, e quem dita ele normalmente deve ser o pet. Cada animal tem uma necessidade de tempo e distância específica. Alguns dias, pode ser que o cão queira andar sem parar, em outros pode ser que apenas uma caminhada curta já seja suficiente. Respeitar os limites e as vontades do pet neste momento deixa o passeio mais prazeroso para as duas partes.
    • Cuidado com a higienize do pet ao retornar para casa: As patas dos cães são como pequenas almofadas úmidas que retêm a poeira e a terra dos locais onde pisam. Por isso, ao retornar para casa é fundamental higienizar a região para evitar que o animal ou o ambiente se contamine. Para isso, o tutor deve lavar a pata do cão com água e sabão neutro, limpando com cuidado entre os dedos e debaixo da unha. Na sequência é preciso secar bem a região, pois a umidade permite que fungos e bactérias se desenvolvam.
  • Chile atualiza o valor mínimo de dinheiro

    Serviço Nacional de Migração do Chile atualiza mínimo de dinheiro a ser comprovado para entrada no país

    Atualização está válida desde 21 de fevereiro

    O Serviço Nacional de Migração do Chile atualizou o valor mínimo de dinheiro que os turistas estrangeiros devem comprovar ao entrar no país.

     

    De acordo com as informações mais recentes, toda pessoa estrangeira que ingressar no Chile temporariamente para recreação e/ou férias, esportes, estudos, negócios e/ou congressos; visitar parentes ou amigos, fazer tratamento de saúde – ou por qualquer outro motivo – deve comprovar um valor mínimo de subsistência diária de US$ 46.

     

    Mais informações estão disponíveis nos canais digitais oficiais do Serviço de Migração.

  • Dicas para tirar as melhores fotografias ao ar livre


    Luz do sol, dias nublados e organização do entorno devem ser considerados na hora de fazer as fotos em ambientes externos

    Encontrar o melhor ângulo sob a luz natural, a melhor pose na chuva ou a melhor definição durante a noite são apenas alguns dos desafios enfrentados por quem quer tirar as melhores fotos em ambientes externos. Não saber como resolver cada um pode estragar o registro da viagem, evento ou momento perfeitos.

    Para ajudar os aspirantes a fotógrafos a tirar as melhores fotos ao ar livre, separamos três dicas sobre como aproveitar melhor a iluminação, o ângulo e o próprio ambiente. 

    1. Luz natural

    Você já deve ter escutado que a iluminação pode salvar ou condenar uma foto para sempre. Em imagens ao ar livre, essa frase faz ainda mais sentido. A luz direta do sol, por exemplo, pode revelar detalhes que não ficam bons na foto, bem como ressaltar cores claras (como o branco) e sombras. Para evitar sorrisos e blusas saturados e obscurecer algumas partes, a principal dica aqui é ter certeza do que você quer dar destaque na foto. 

    Se a intenção é mostrar o dia ensolarado exatamente como ele é, com alta luminosidade e cores fortes, valorize a luz do sol. Mas se o objetivo for uma imagem mais suave, procure locais onde a incidência da luz seja indireta – uma sombra ou região coberta, por exemplo.  

    Outra possibilidade para usar a iluminação como ferramenta é a opção de ir “contra a luz”, ou seja, quando o que ilumina o fundo da imagem é mais forte do que o que está iluminando diretamente a pessoa, lugar ou objeto fotografado. Essa alternativa ajuda a suavizar o que está sendo fotografado – muito utilizado em fotos de pôr do sol e paisagens naturais. 

    Agora, se o ambiente foi, de alguma forma, prejudicado pela chuva, saiba que nem tudo está perdido. A iluminação do tempo nublado é a melhor para uma pele incrível nas imagens, o que permite ótimos resultados no quesito fotografia. Isso porque, de qualquer direção, a luz é suave e não invasiva.  

    1. Conheça o ambiente a ser fotografado

    Você já parou para pensar que, além de dar atenção ao objeto principal da foto, o entorno é de extrema importância para a imagem perfeita? Em muitas fotos, por exemplo, a pessoa pode ficar ótima, mas o fundo tem lixeiras, postes, placas e até mesmo outras pessoas que acabam aparecendo em posições aleatórias.   Por isso, nesses casos, o mais indicado é olhar a sua volta e tentar entender a disposição e os melhores ângulos do ambiente. 

    1. Horário também é importante

    Outra recomendação para quem vai fotografar ao ar livre é prestar atenção nos horários mais indicados (dependendo do seu objetivo) em cada ambiente. Há lugares com menor movimentação pela manhã, por exemplo. Isso faz com que tenham mais opções de ângulos e menor probabilidade de sair alguém ao fundo. Ou então, saber os horários em que os ambientes ficam “mais bonitos”. Alguns são mais conhecidos pelo pôr do sol, por exemplo. Então, o ideal é chegar mais cedo para estudar o entorno e preparar o espaço. 

    Juntas, essas dicas reforçam a importância de se ter uma base de composição. Mesmo para as pessoas que não possuem equipamentos profissionais de fotografia, ao seguir o passo a passo da melhor composição de imagem, pode fazer um álbum incrível.