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  • Mês da conscientização sobre a Doença Renal Crônica:envelhecimento dos pets faz aumentar o número de casos

    No mês internacional do cuidado com as doenças renais, “Março Amarelo”, Médico-Veterinário que atua no tema, dá dicas de como identificar e prevenir esse mal em pets

    Gatos e cães estão ficando, cada vez mais, dentro dos lares e sendo acolhidos como um membro da família. Essa atitude, combinada com a conscientização da importância de oferecer uma alimentação de qualidade, bem como com uma assistência veterinária de qualidade, faz com que os pets vivam mais. Embora seja uma ótima notícia, o aumento da expectativa de vida de gatos e cães merece atenção: com a idade se aproximam algumas doenças, que não são tão comuns em animais mais jovens e, muitas vezes, são descobertas tardiamente. Um exemplo é a Doença Renal Crônica (DRC), condição marcada por diferentes causas, que pode acometer cães e gatos de todas as idades, mas principalmente animais acima de 10 anos, que têm 81% de chances de apresentar algum sintoma.

    Por isso, o mês internacional do cuidado com as doenças renais, conhecido como “Março Amarelo”, tem o objetivo de conscientizar Médicos-Veterinários e tutores sobre a prevenção da doença e diagnóstico precoce. Na maioria das vezes, o diagnóstico é realizado tardiamente, devido a característica de que a DRC é uma doença silenciosa, que apresenta sinais mais nítidos quando boa parte dos rins já estão comprometidos.

    O Médico-Veterinário estudioso da área de nefrologia veterinária e Professor da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Júlio Cambraia, dá dicas para identificar a doença renal crônica em pets:

    1)     Os primeiros sinais clínicos do problema são o aumento na micção seguida do aumento da ingestão de água.

    2)      A falta de apetite e, consequente perda de peso, também é um dos sinais comuns da doença.

    3)     O animal pode apresentar fraqueza, abatimento e palidez de mucosa.

    4)     Algumas das raças mais propensas a desenvolver a doença, incluindo aquelas que apresentam uma expectativa de vida maior.  Em cães: Beagle, Bull Terrier, Chow Chow, Cocker, Pinscher, Pastor Alemão, Lhasa Apso, Shih Tzu, Maltês, Schnauzer, Daschund, Sharpei, Poodle. Em gatos: Maine Coon, Abissinio, Siamês, Russian Blue, Persa.

    5)     Idas anuais ao Médico-Veterinário para check ups são fundamentais para a prevenção, principalmente para pets acima de 7 anos.

    O Professor ainda ressalta que um cuidado especial deve ser tomado pois muitos destes sinais são comuns a outras doenças e, portanto, somente o Médico Veterinário pode determinar o diagnóstico definitivo.

     A nutrição é a base da conduta terapêutica do paciente doente renal crônico. A dieta específica a ser oferecida ao pet com problemas renais deve ser cuidadosamente calculada em seus constituintes. Muitos deles devem ser restritos, bem como outros, acrescidos. Sódio e proteína, por exemplo, são controlados em quantidade e qualidade, para que as necessidades nutricionais sejam atendidas, sem gerar resíduos no organismo. O fósforo também se encontra em concentrações reduzidas, para diminuir a velocidade de progressão da doença renal e aumentar a expectativa de vida do paciente; assim como os antioxidantes, acrescidos na dieta, que ajudam a retardar o avanço da doença. Como uma das maiores dificuldades ao longo do tratamento do gato ou cão acometido da Doença Renal Crônica é a inapetência, a palatabilidade reforçada do alimento faz com que o animal tenha interesse em comer, já que o jejum piora o quadro clínico rapidamente.

    “O alimento adequado para gatos e cães portadores de DRC é muito importante para nutrir adequadamente estes animais que tem restrições, evitando, muitas vezes, a necessidade de medicamentos, ajudando a manter a doença sob controle, preferencialmente, sem progressão e, principalmente, permitindo qualidade de vida e longevidade do pet”, afirma o Professor Júlio.

    ALIMENTOS QUE AJUDAM NA NUTRIÇÃO DO DOENTE RENAL CRÔNICO

    No Brasil, a ROYAL CANIN® possui 6 produtos para gatos e cães que auxiliam no tratamento dos doentes renais crônicos. Consulte o Médico-Veterinário de sua confiança, para saber qual a melhor alimentação para o pet.

  • Pets precisam escovar os dentes?

    No dia 20 de março, dia dedicado a conscientização sobre a saúde bucal, fica o alerta: até 85% dos cães e gatos com mais de 3 anos tem doença periodontal

    Não são apenas os humanos que precisam estar atentos a saúde bucal, já parou para pensar que cães e gatos também necessitam de cuidados diários? Muitas pessoas desconhecem o fato de que a boca é uma das principais causadoras de problemas e doenças em animais. A infecção da cavidade oral pode se estender a outros órgãos, como rins e coração, por exemplo.

    Um dos primeiros sinais de que há algo errado é o mau hálito, que pode indicar que o pet já esteja sofrendo de doença periodontal, mal que atinge 85% dos cães e gatos com mais de 3 anos de idade. Outros sintomas comuns e que os tutores devem ficar atentos são: mudança de cor e edema nas gengivas (crescem e ficam mais avermelhadas), corrimentos orais com ou sem sangue, aumento da salivação e prurido (coceira) na região do focinho.

    No dia 20 de março, dia mundial da saúde bucal, vale o alerta de que, geralmente, os fatores para o desenvolvimento desta doença são quase sempre os mesmos: a falta de cuidado do tutor. A maioria deles acreditam que os dentes e as gengivas de seu animal estão saudáveis e ignoram o fato de que cães e gatos precisam escovar os dentes diariamente.

    “Os cuidados com a saúde bucal devem começar cedo, incluindo escovação regular, complementada com produtos funcionais mastigáveis específicos para a saúde oral e visitas frequentes ao Médico-Veterinário”, explica o Dr. Marcello Roza, Médico Veterinário, Embaixador da Mars Petcare, especializado em odontologia veterinária.

    Um estudo realizado pelo Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™, da Mars Petcare, referência científica no cuidado, nutrição e bem-estar animal, mostrou que cães pequenos e idosos são mais suscetíveis à doença periodontal. “Os cães pequenos, por possuírem dentes proporcionalmente grandes ao reduzido tamanho e espaço de sua boca, têm predisposição ao acúmulo de placa bacteriana, favorecendo a formação de tártaro e, consequentemente, o mau hálito”, complementa o veterinário.

    Pensando nesta necessidade, a Mars possui, no portfólio de PEDIGREE®, o produto DENTASTIX™, que auxilia no combate à formação do tártaro e, consequentemente, melhora a qualidade de vida dos cães. Estudos internos comprovam que oferecer 1 unidade de DENTASTIX™ por dia, continuamente, ajuda a reduzir em até 80% a formação do tártaro em cães que possuem uma boca saudável.

    Escovação dos dentes é fundamental: aprenda a realizá-la!

    A escovação diária dos dentes de cães e gatos é recomendada desde cedo, nos primeiros meses de vida. O Médico-Veterinário tem o papel de orientar o tutor sobre a correta forma de realizar a higiene oral, lembrando que associar a escovação a um estímulo positivo, como uma brincadeira, um passeio ou um carinho, ajuda na aceitação pelo animal.

    Confira, abaixo, 6 dicas do Dr. Marcello Roza, médico veterinário especializado em odontologia veterinária e Embaixador da Mars Petcare:

    1) Utilizar, com delicadeza, uma escova dental com cerdas macias (as escovas para humanos podem ser utilizadas). A dedeira também pode ser utilizada no processo de adaptação e depois substituída pela escova, assim que o animal estiver condicionado.

    2) A pasta dental para humanos não deve ser utilizada porque contém flúor, que é engolido pelos animais e irrita o tubo gastrointestinal. Além do sabão, que levaria à formação de espuma, atrapalhando o processo de escovação. A pasta dental veterinária tem um sabor agradável e facilita a escovação. Entretanto, também é importante buscar por pastas com ação química.

    3) O animal deve estar bem confortável. Carícias e mimos ajudam a deixá-lo receptivo à escovação.

    4) Realizar a escovação em ambiente calmo e em um momento tranquilo e relaxado também auxiliam.

    5) Sempre que possível, tentar fazer a escovação no mesmo horário, estabelecendo uma rotina, para que o processo de aceitação seja mais rápido.

    6) A escovação deve ser diária, uma vez por dia, e deve durar cerca de 1 minuto

  • Estudo revela que 1 em cada 4 cães tem fraturas dentárias por mastigar produtos muito duros

    Apesar da importância do assunto, metade dos tutores dos cães participantes da pesquisa não conseguiram identificar as fraturas dentárias

    Confira dicas para proteção dos dentes dos cães

    Não é novidade que os cães usam a boca para explorar o mundo, mantendo-os ativos e diminuindo o stress. No entanto, uma recente pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade da Pensilvânia, com apoio da Mars Petcare, identificou que cerca de 27% dos cães têm fraturas dentárias, geralmente em dentes funcionalmente importantes, e esses episódios estão diretamente relacionados aos brinquedos e petiscos disponíveis no mercado.

    A mastigação é algo inerente à espécie canina, o que pode acabar dando a falsa impressão de que os dentes dos cães são indestrutíveis. A verdade é que o esmalte de um dente canino é seis vezes mais fino que de um humano e os nervos estão mais próximos da superfície, causando maior sensibilidade. Atualmente, 1 em cada 4 cães tem dentes fraturados em decorrência de mastigar produtos muito rígidos.

    A Dra. Lisa Milella, Médica-Veterinária britânica Especialista em Odontologia e membro da European Veterinary Dental College, reforça ainda que “ao contrário de muitas fraturas comuns em humanos, lascas e fraturas nos dentes dos cães podem causar dor extrema, infecção e diminuição do apetite, uma vez que os nervos dos seus dentes ficam mais expostos”.

    O estudo comprovou também que a mandíbula de um cão tem força suficiente para quebrar os dentes ao mastigar produtos muito rígidos. Isso significa que, mesmo que alguns cães consigam roer e morder brinquedos e alimentos com essa característica, existe um grande potencial de danificação dos dentes, considerando a imensa força que eles aplicam na mastigação.

    Apesar da importância do assunto, metade dos tutores dos cães participantes da pesquisa não conseguiram identificar fraturas dentárias em seus pets. Isso mostra a necessidade que ainda existe de aprendizado e conscientização dos tutores sobre a rigidez de petiscos e brinquedos voltados para a mastigação dos cães. Pensando nisso, a Mars Petcare elencou 3 dicas valiosas para os tutores estarem atentos ao assunto e protegerem os dentes de seus cães:

    1) De olho na mastigação: fique atento ao que o cão mastiga, principalmente itens que ele encontra e coloca na boca por curiosidade, como pedrinhas que encontra na rua ou no parque. Desencoraje esse tipo de comportamento.
    2) Se achar que é muito rígido, provavelmente é. Quando oferecer ao cão algo para mastigar, imagine-se dando uma mordida forte naquele petisco ou brinquedo. Se sentir aflição ao pensar nisso, então provavelmente o item é muito rígido para o cão.
    3) Consulte sempre o Médico-Veterinário: Se não tiver certeza se um produto – petisco ou brinquedo – é muito rígido, fale com o Médico-Veterinário de confiança para obter orientações sobre o que é seguro para o pet.

  • 10 curiosidades sobre gatos – espécie que cresceu mais que o dobro que a de cães

    10 CURIOSIDADES QUE VOCÊ PROVAVELMENTE
    NÃO SABE SOBRE OS GATOS

    Dia 17 de fevereiro é celebrado o Dia Mundial do Gato – espécie que vem ganhando o coração e os lares dos brasileiros.

    De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o mercado pet brasileiro é o segundo maior do mundo em faturamento, atrás apenas da China. Boa parte deste crescimento está relacionado ao aumento da população de animais de estimação nos lares, sobretudo de gatos que, em seis anos, cresceu mais que o dobro do que a de cães.

    Os brasileiros estão cada vez mais gateiros e os dados comprovam: já são mais de 22 milhões de gatos no país, e a expectativa é ultrapassar 30 milhões até 2022, segundo dados do IBGE.

    Além de serem animais inteligentes e amorosos, o aumento da população de felinos aconteceu também devido à mudança no estilo de vida das pessoas: independência e fácil adaptação a ambientes pequenos são alguns dos fatores que têm levado o brasileiro a se interessar e optar cada vez mais pelos bichanos.

    Com este crescimento, é preciso informação para que se realize a guarda responsável. Uma pesquisa recente realizada pela ROYAL CANIN®, marca líder em alimentação super premium para gatos e cães, descobriu que, embora 45% dos tutores de gatos os considerem como um membro da família, metade deles adiam a visita ao consultório veterinário. O dado é preocupante, uma vez que atrasa a identificação de um possível problema. Visando mudar essa realidade, a marca lançou a campanha “Meu Gato no Vet”, para conscientizar tutores sobre a importância da visita periódica ao Médico-Veterinário.

    No dia 17 de fevereiro é comemorado o Dia Mundial do Gato e, para homenageá-los, a Médica-Veterinária Natália Lopes, Líder de Comunicação Científica da Royal Canin Brasil, elencou 10 curiosidades sobre os felinos para um melhor entendimento da espécie:

    1. A domesticação dos gatos começou a ocorrer a partir de 7.500a.C. Os primeiros fosseis foram encontrados em uma região desértica, no norte da África. Esse fato explica muito sobre a fisiologia urinária dos felinos – em um ambiente com escassez hídrica, o organismo concentra a urina e ele é capaz de sobreviver com pouca ingestão de água. Esse fato explica os gatos atuais ainda beberem pouca água e concentrarem a urina.
    2. Gatos possuem visão tridimensional e noturna, fator que garante que sejam exímios caçadores. Hoje, o comportamento de caçar mesmo sem ter fome é um reflexo da sua ancestralidade.
    3. O paladar dos gatos é menos desenvolvido se comparado aos cães e aos humanos: possuem aproximadamente 475 receptores gustativos, enquanto os cães têm 1.700 e os humanos 9.000. Gatos também não sentem o sabor doce.
    4. O olfato, diferente do paladar, é bem desenvolvido, e é o primeiro sentido que atrai o gato para o alimento. Depois do olfato, os gatos poderão mostrar preferência pela sensação do alimento na boca, provocada pelo tamanho, forma, textura e sabor.
    5. A audição dos felinos é bastante aguçada e melhor que a de um cão. Eles têm capacidade de orientar o ouvido na direção do som, pois contam com 32 músculos na região, enquanto cães tem cerca de 18 e os humanos têm apenas 6. Esse sentido é um fator-chave para seu comportamento alimentar de caça.
    6. A infância do gato é dividida em duas fases distintas: a primeira, que vai até os 4 meses e se caracteriza por um crescimento intenso, quando ele adquire até 50% do peso que terá quando adulto. A segunda vai dos 4 meses a 1 ano, e se caracteriza por um crescimento mais harmonioso.
    7. A fase madura se inicia aos 7 anos. A partir dos 12 anos, ele entra no estágio senil.
    8. O período de socialização dos gatos ocorre em sua primeira fase de vida: esse é o momento para lhes apresentar, por exemplo, texturas diferentes de alimentos e colocá-lo em contato com outros animais.
    9. Os gatos se comunicam com seus tutores de diversas maneiras por meio do corpo, sons e gestos. Por exemplo, o ronronar pode representar submissão e contentamento, já o gesto de movimentar o rabo demonstra geralmente irritação, ao contrário dos cães, que costuma ser interpretado como satisfação.
    10. A paixão por gatos chama-se ailurofilia. O termo vem do grego, que significa gato + paixão.
  • Conviver com cães pode prolongar a vida dos seres humanos

    Estudos indicam a associação entre ser tutor de um cão e uma vida mais longa

    Escolhemos ser tutores de pets por sabermos que eles são amáveis e excelentes companhias independentemente da idade. Agora além disso, entendemos através de estudos que os animais de estimação, principalmente os cães, também podem ser participantes ativos em uma vida mais longa e sadia.

    Pesquisas recentes sugerem que os cães são fiéis aliados em uma vida mais saudável, já que também de acordo com estudos do Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM®, parte da Mars Petcare, ser tutor de um pet durante a vida agrega benefícios em diversos aspectos da vida, incluindo a saúde física, mental e social. Já que eles nos estimulam à prática de exercícios físicos e ajudam a combater o isolamento social.

    O assunto também foi trabalhado em pesquisas da Universidade Uppsala, na Suécia. Lá foram comparados os riscos entre pessoas que haviam sofrido ataques cardíacos e derrames cerebrais que possuíam cães ou não. Os resultados apontaram que tutores de cachorros que haviam sofrido um ataque cardíaco apresentam 33% a menos de chance de morrer após uma internação, do que aqueles que não possuem um pet. Já aqueles que sofreram um derrame, as chances são 27% menores.

    Não é possível afirmar com total certeza, que adotar um cão possa reduzir a mortalidade e mais pesquisas devem ser feitas antes de assegurar que cães devem ser prescritos como remédio para condições de saúde, mas esses estudos comprovam que existe uma “vantagem canina” e na qualidade de saúde entre aqueles que são tutores e aqueles que não são. Só não podemos esquecer que a posse de um pet deve ser responsável e muito bem pensada.

  • 6 dicas para começar a correr na companhia do seu cão

    Uma das resoluções mais comuns no começo do ano é a de uma vida mais saudável, com a inclusão de uma atividade física na rotina. A corrida veio como uma das modalidades esportivas mais adoradas pelo público, e ganhou diversos eventos voltados para esse esporte em todo o país.

    Entretanto, muitos acabam perdendo o estímulo com o tempo e, por isso, ter um parceiro para se manter motivado pode ser aquele detalhe que faz toda a diferença. E por que não esse parceiro ser o seu cão? Afinal, assim como a atividade física faz bem à saúde e bem-estar das pessoas, ela também promove muitos benefícios aos animais.

    Confira, abaixo, 6 dicas da Médica-Veterinária Priscila Rizelo, Coordenadora de Comunicação Científica da ROYAL CANIN® Brasil, para incluir seu cão em uma rotina de vida mais saudável junto com você:       

    1. CHECK UP  
    Para começar, é importante ter certeza de que seu cão está saudável e que está apto a iniciar essa jornada em segurança e sem prejuízos para a saúde dele. Portanto, um check up no Médico-Veterinário é o primeiro passo antes de levá-lo às corridas com você.

    2. DE OLHO NA BALANÇA     
    Caso ele esteja acima do peso, é importante moderação. Iniciar as primeiras semanas com uma caminhada, para que ele possa se acostumar, é o recomendado. Adaptar a alimentação e incluir exercícios na rotina do pet ajudam no controle de peso e deixam seu cão mais saudável e disposto. Cães obesos tem menor expectativa de vida e maior predisposição à problemas articulares. Fique de olho!

    3. HORÁRIO APROPRIADO   
    Escolha um local e horário apropriado para a prática de exercícios. Geralmente, o início da manhã e o final da tarde são os mais recomendados. Enquanto você usa tênis e está protegido do calor do asfalto, seu cão pode queimar as patinhas.

    4. HIDRATAÇÃO É ESSENCIAL          
    Em todas as estações do ano, mas principalmente no verão, é importante ingerir bastante água e essa recomendação não é diferente para os cães. Faça pequenas pausas para que ele possa se hidratar no trajeto. Uma dica também é apostar na alimentação combinada, ou seja, incluir alimentos úmidos na rotina de alimentação do seu pet, o que colabora para a hidratação.       

    5. ALIMENTAÇÃO ADEQUADA        
    É importante conversar com o Médico-Veterinário de confiança para que ele recomende a nutrição mais adequada para o gasto energético do seu cão. Assim como você busca um nutricionista para equilibrar sua dieta, o Médico-Veterinário precisa saber quantas vezes na semana seu cão irá correr com você, por quanto tempo, em qual intensidade e adequar a rotina de alimentação às necessidades físicas dele.

    Os alimentos super premium são os mais indicados, e você pode optar por linhas específicas para as características de raça, estilo de vida, porte e necessidades fisiológicas do seu pet.

     
    6. ADAPTAÇÃO         

    Esse momento com o seu pet é para ser repleto de diversão. Vale saber que nem todos os cães gostam de correr, então, observe se essa atividade também está sendo prazerosa para ele. É preciso respeitar os limites de cada um.      

    Outro fator importante é a respiração. Cães braquicefálicos – aqueles com o focinho achatado – tem mais dificuldade de respirar e trocar calor por meio da respiração, por isso, estão mais sujeitos a hipertermia. Se esse é o caso do seu pet, considere fazer outro tipo de atividade com ele.      

    Agora, é só se preparar para viver esse momento de muito companheirismo e incentivo mútuo! Se tiver qualquer dúvida, não deixe de consultar seu Médico-veterinário de confiança.

  • A expressão facial dos cães e como ela nos conquista

    Estudos apontam que os cães encontraram uma forma mais rápida para tocar nossos corações

    Que os pets têm um talento a mais para encantar os seres humanos já é mais do que sabido. Eles nos hipnotizam com suas peripécias e fazem nosso coração bater mais rápido a cada carícia.

    Foi o que a Universidade de Portsmouth, da Inglaterra, em parceria com o Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM®, parte da Mars Petcare, atestaram em estudos realizados. Eles testaram a capacidade de cães, que estavam para adoção, de alterar suas expressões faciais e assim chamar a atenção de possíveis novos tutores.

    Um aspecto curioso estudado pelos cientistas é que os cães em determinado momento perceberam que ao variar a musculatura da parte interna de suas sobrancelhas, seus olhos ficavam maiores e adquiriam um olhar mais entristecido e isso atraia mais a atenção dos humanos. Segundo os pesquisadores, a nossa preferência por pets com essa expressão é porque nos remete à feições mais infantis.

    Uma ferramenta foi desenvolvida pelos pesquisadores de ambas as instituições e ela consegue analisar de uma forma bem prática a famosa “carinha de dó” que alguns cães fazem quando humanos se aproximam. Ela foi nomeada de ‘DogFACS’, que em tradução livre seria Sistema de Codificação de Ações Faciais para Cães. Em resumo, ela decodifica e identifica as expressões faciais e musculares dos cães e suas alterações, nos ajudando a entender a evolução que os pets tiveram em relação a comunicação e interação humano x animal.

    A pesquisa foi realizada com 27 cães que estavam à espera da adoção e foi medido o momento exato em que um humano se aproximava e a mudança na feição dos cachorros. O “olhar de coitadinho” deu certo – o olhar foi decisivo para os futuros tutores na hora da adoção.

  • Por que é importante vacinar os pets?

    Dra. Meire Silva, professora e coordenadora do curso de Medicina Veterinária do Unipê, explica a relevância de uma carteirinha de vacinação em dia

    Ter um animalzinho de estimação é o sonho de muitas pessoas e a posse responsável dos pets vem com vários cuidados essenciais, entre eles, a vacinação.

    Com o auxílio de um médico veterinário e uma carteirinha de vacinação em dia, seguindo o calendário estabelecido pelo profissional e com reforços anuais, é possível ter o controle sobre a saúde dos nossos companheiros de quatro patas. A vacinação beneficia não só a saúde do animal, mas também previne a disseminação de algumas doenças que são transmissíveis para os humanos e para os outros pets.

    De acordo com números levantados pelo IBGE e atualizados pelo Instituto Pet Brasil, em 2018, foram contabilizados no país uma estimativa de 139,3 milhões de animais de estimação, sendo eles: cães (54,2 milhões), gatos (23,9 milhões), aves (39,8 milhões), peixes (19,1 milhões) e répteis e pequenos mamíferos (2,3 milhões).

    Para os cães de 6 a 8 semanas de vida, as vacinas polivalentes V8 ou V10 são fundamentais e aplicadas em três doses intervaladas, segundo a médica veterinária e professora doutora do Centro Universitário de João Pessoa (Unipê), Meire Silva. “A V10 é evita diversas doenças, como: cinomose, hepatite infecciosa canina, parvovirose, coronavirose, adenovirose, parainfluenza canina e leptospirose.  É interessante destacar que o pet só fica realmente protegido depois que recebe a última dose da vacina”, afirma Meire, que também é coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Instituição.

    Além das vacinas citadas, existem casos em que o médico veterinário pode recomendar outras imunizações para cães, como aquelas contra giárdia, gripe canina e leishmaniose, a partir de 16 semanas.

    Já a vacina antirrábica é tanto uma proteção para os cães e gatos como para os humanos. A raiva é uma doença que afeta boa parte dos mamíferos e sua evolução é muito rápida após o surgimento dos primeiros sintomas, como salivação excessiva, sendo fatal em quase 100% dos casos. “Em geral, o animal infectado morre em sete dias após o aparecimento da sintomatologia”, conta Meire. Normalmente, a primeira dose é administrada após a 12ª semana de vida do pet, e é necessário vacinar o cachorro e o gato todo ano para garantir a eficácia da vacina.

    Falando da saúde dos gatos, as vacinas têm o papel de proteger o felino de todas as possíveis complicações que ele terá durante a vida. De acordo com a professora Meire, o esquema deve ser iniciado a partir dos 2 meses de vida por conta do organismo frágil dos felinos. As polivalentes são a V3 (panleucopenia, calicivirose e rinotraqueíte), a V4 (inclui a clamidiose) ou a V5 (para felinos com pré-disposição à leucemia), também aplicadas em três doses intervaladas.

    O mais indicado é vacinar o gato quando filhote, mas existem muitos casos de pessoas que adotam o animal já na fase adulta. “O primeiro passo é levá-lo ao médico veterinário para saber se ele já foi imunizado alguma vez. Se a resposta for negativa, deve-se verificar se o animal está apto a receber as primeiras doses de cada vacina. Como a imunidade de um felino adulto já está formada ele só irá precisar receber uma dose de cada vacina obrigatória”, completa a professora Meire.O que muitos não sabem é que as vacinas não se aplicam apenas aos cães e gatos. Os coelhos e aves também precisam ser imunizados e protegidos de doenças, seguindo um calendário de vacinação.

    Assim, manter a carteirinha de vacinação do seu melhor amigo atualizada é fundamental para garantir a saúde dele e a sua também. A vacinação é responsabilidade e dever do proprietário. Procure um médico veterinário de confiança e garanta uma vida saudável para o seu bichinho!

  • Conheça as plantas venenosas para seu cãozinho

    Você já se perguntou quais são as plantas tóxicas para seu melhor amigo? Cães são desbravadores, não é mesmo? Com bulbos, folhas, flores e caules não é diferente, seja por curiosidade ou até erupções dentárias, os pets mordiscam vegetais, ervas e tudo mais que encontram pela frente.

    Até aí tudo bem, exceto se a planta escolhida colocar em risco a vida do animal, conforme explica a veterinária da Nutrire, Luana Sartori. “A intoxicação pode ocorrer com apenas uma mordida, dependendo do tipo de planta. Além disso, muitos são os motivos que levam o pet a procurar esses verdes para morder, pode ser estresse, desconforto intestinal ou o cheiro da própria planta”, conta.

    Muitos tutores gostam de enfeitar o jardim ou até o apartamento com flores e plantas, mas para quem tem animais em casa todo cuidado é pouco.

    Confira a lista de algumas plantas vilãs para os cães:

    Comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia spp.)
    Costela de Adão (Monstera deliciosa)
    Jiboia (Scindapsus aureus)
    Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata)
    Bico de papagaio (Euphorbia pulcherrima)
    Azaleia (Rhododendron spp.)
    Folha da fortuna (Kalanchoe spp.)
    Copo de leite (Zantedeschia aeothiopica)
    Primula ou primavera (Primula abconica)
    Lírio (Lilium spp. e Hemero-callis spp.)
    Hortênsia (Hydrangeia macrophylla)
    Mamona (Ricinus communis)
    Coroa de Cristo (Euphorbia milii)
    Dama da noite
    Hibisco
    Samambaia
    Tulipa
    Begônia
    Babosa

    Sinais de intoxicação e o que fazer?

    A intoxicação causa irritação local na boca e garganta; produção excessiva de saliva, vômitos, dor abdominal e diarreia, tremores, convulsão e perda de coordenação, arritmia, taquipneia e dispneia e, ainda, icterícia, ressecamento da pele, fraqueza, desidratação e hipertermia. “A intensidade dos sintomas dependerá do tipo de planta e da quantidade mordiscada ou ingerida. Cães filhotes e idosos podem apresentar quadros mais severos”, acrescenta Luana.

    Ao perceber que seu pet ingeriu ou mordiscou alguma dessas plantas, o ideal é levá-lo ao veterinário antes mesmo dos sintomas aparecerem. “A grande questão é que muitos tutores podem não ver no momento exato em que isso aconteceu, então, costumam encontrar o pet já bastante prejudicado pelos sintomas. O quanto antes esse animal for atendido, maiores são as suas chances de recuperação”, aconselha.

    O ideal é que casas e apartamentos com animais estejam mais preparados para armazenar as plantas. “É possível cercar ou pendurá-las em locais onde os pets não alcançarão. O mesmo serve para os tutores de gatos, que podem ser ainda mais afetados pela toxicidade das plantas”, conclui Luana.

  • Saúde bucal dos cães merece atenção especial

    No dia 25 de outubro, dia dedicado a conscientização sobre a saúde bucal, fica o alerta: higiene oral, escovação dos dentes e produtos funcionais mastigáveis são essenciais no controle da doença periodontal

    Não são apenas os humanos que precisam estar atentos a saúde bucal, os cães também necessitam de cuidados diários. Muitas pessoas desconhecem ou ignoram o fato de que a boca é uma das principais causadoras de problemas e doenças em animais. O mau hálito, por exemplo, pode ser indício que o pet esteja sofrendo de doença periodontal, mal que atinge 80% dos cães com mais de 3 anos de idade e pode gerar complicações sérias, como perda de dentes e migração de bactérias para a corrente sanguínea, alcançando rins, fígado e coração.

    Causada pela proliferação de bactérias e acúmulo de alimentos na boca do animal, a doença periodontal quase não apresenta sinais no início ou, quando apresenta, são sutis aos olhos do tutor, tornando-a ainda mais perigosa. No mês de outubro, dedicado a conscientização sobre a saúde oral, vale o alerta de que, geralmente, os fatores para o desenvolvimento desta doença são quase sempre os mesmos: a falta de cuidado do tutor. 90% deles acreditam que os dentes e as gengivas de seu animal estão saudáveis, porém, 4 em cada 5 cães com mais de 3 anos de idade têm problemas nas gengivas. O mau hálito e o sangramento gengival são uns dos sinais mais evidentes de que pode haver algo errado.

    Por este motivo, os cães devem ser submetidos ao exame bucal regularmente, especialmente se apresentarem algum dos 6 fatores de risco abaixo:

    Halitose.
    Cálculo dental (tártaro).
    Dentes mal posicionados.
    Salivação excessiva.
    Dificuldade de mastigar o alimento.
    Sangramento gengival.

    Um estudo realizado pelo Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™, da Mars Petcare, referência científica no cuidado, nutrição e bem-estar animal, mostrou que cães pequenos e idosos são mais suscetíveis à doença periodontal. Publicado na BMC Vet Research, a pesquisa analisou a progressão da doença em cães da raça Schnauzer Miniatura e descobriu que sem higiene oral eficaz e frequente a doença periodontal se desenvolveu rapidamente e avançou ainda mais rápido com a idade.

    Os cães pequenos, por possuírem dentes proporcionalmente grandes ao reduzido tamanho e espaço de sua boca, têm predisposição ao acúmulo de placa bacteriana, o que favorece a formação de tártaro e, consequentemente, o mau hálito.

    Mas, o risco vai além da boca: ela favorece a entrada de bactérias na corrente sanguínea, o que pode acarretar outras complicações à saúde do animal, afetando inclusive órgãos vitais ou mesmo causando malefícios às articulações. A doença periodontal avançada, assim como em seres humanos, pode levar à perda de dentes, acometimento da raiz dentária e inervação, levando os pacientes à dor e inflamação crônica, que se traduzem em diminuição da qualidade de vida, perda de peso e desinteresse na alimentação.

    Por isso, os cuidados com a saúde bucal devem começar cedo, incluindo escovação regular, complementada com produtos funcionais mastigáveis específicos para a saúde oral e visitas frequentes ao Médico-Veterinário. Pensando nesta necessidade, a Mars possui, no portfólio de PEDIGREE®, o produto DENTASTIX™, que auxilia no combate à formação do tártaro e, consequentemente, melhora a qualidade de vida dos cães.

    Estudos internos comprovam que oferecer 1 unidade de DENTASTIX™ por dia, continuamente, ajuda a reduzir em até 80% a formação do tártaro em cães que possuem uma boca saudável, graças à sua textura especial e ingredientes ativos, sendo o único produto do mercado a garantir essa eficácia.

    Escovação dos dentes é fundamental: aprenda a realizá-la!

    A escovação diária dos dentes do cão é necessária a partir dos 6 meses de idade, porém, o hábito a este cuidado pode começar logo cedo, nos primeiros meses de vida. O Médico-Veterinário tem o papel de orientar o tutor sobre a correta forma de realizar a higiene oral, lembrando que associar a escovação a um estímulo positivo, como uma brincadeira, um passeio ou um carinho, ajuda na aceitação pelo animal.

    Confira, abaixo, 9 dicas da Dra. Fernanda M. Lopes Kubitza, Médica-Veterinária Especializada em Saúde Oral do Hospital Veterinário Pet Care:

    1) A pasta dental veterinária tem um sabor agradável para os cães e facilita a escovação, mas seu uso não é obrigatório, pois a fricção da escova já é suficiente para limpar os dentes.

    2) Utilizar, com delicadeza, uma escova dental com cerdas macias evita lesões, porém não usar cerdas ultra-macias, que não são abrasivas o suficiente para agir adequadamente. As escovas para humanos podem ser utilizadas.

    3) A pasta dental para humanos não é recomendada porque o teor de flúor presente nelas é tóxico para os animais. A maioria delas contém sabão e os animais vão engolir inevitavelmente.

    4) O cão deve estar bem confortável. Carícias e mimos ajudam a deixá-lo receptivo à escovação.

    5) Realizar a escovação em ambiente calmo e em um momento tranquilo e relaxado auxiliam.

    6) Não importa o horário em que a escovação será feita – pode ser até mesmo antes de comer – mas sempre que possível tentar estabelecer uma rotina para eles aceitarem mais rapidamente.

    7) A escova necessita estar posicionada a um ângulo de 45° em relação à superfície dos dentes para que as cerdas penetrem suavemente no sulco gengival. Movimentos circulares são corretos.

    8) A escovação deve ser diária, uma vez por dia, e que não precisa durar mais que 1 minuto.

    9) O uso da escova dental é fundamental. A dedeira pode ser utilizada no processo de adaptação, mas deve ser substituída pela escova assim que o animal estiver condicionado.