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  • Você sabia? Alimentação inadequada é a principal causa da obesidade em cães e gatos

    A obesidade é uma doença causada pelo excesso de gordura corporal e representa um dos problemas de saúde que mais acometem os animais de estimação atualmente. Ela é resultado de um desequilíbrio entre a ingestão e o gasto de energia e pode acarretar diversos problemas, como doenças ortopédicas, cardiorrespiratórias, diabetes, problemas urinários e outras complicações que afetam a saúde e a longevidade.

    A incidência do problema é mundial. Para se ter uma ideia, estudos recentes nos Estados Unidos, Europa, Japão e China mostram prevalência de 24% a 60% de cães e gatos em sobrepeso ou obesos. No Brasil os dados são escassos, mas um estudo recente na cidade de São Paulo indica que 40,5% dos cães têm sobrepeso ou obesidade, um dado alarmante. Animais nessas situações necessitam de tratamento orientado e acompanhamento de um médico veterinário.Principais causas e como prevenir
    Para prevenir a obesidade é importante estar alerta às causas que levam à doença. De acordo com o médico veterinário Flavio Silva, supervisor de capacitação técnico-científica da PremieRpet®, os cuidados com a escolha do alimento e o manejo são pontos fundamentais para prevenir e combater o excesso de peso, por isso devem ser tratados como prioridade pelos tutores de cães e gatos.

    “O excesso de petiscos e a “humanização” da alimentação são fatores recorrentes nos dias de hoje. É importante lembrar que cães e gatos não escolhem o que comer ou quantas vezes devem se alimentar, portanto, cabe ao tutor zelar pela alimentação adequada”, diz.

    Confira abaixo as principais causas da obesidade:

    Transferência de hábitosPessoas com hábitos alimentares inadequados tendem a transferir isso ao pet.
    Excesso de petiscosOs “extras” não devem superar 10% da quantidade calórica diária.
    Comida caseiraNão oferecer comida caseira sem orientação especializada
    Ração em quantidade exageradaImportante seguir a recomendação do médico veterinário ou de consumo diário indicada na embalagem do alimento.
    HumanizaçãoAnimais e humanos têm necessidades alimentares diferentes e isso deve ser respeitado.
    SedentarismoSeguir recomendações do médico veterinário ao promover atividade física diária com passeios ou brincadeiras.
    IdadeCães com idade mais avançada e gatos adultos jovens são mais suscetíveis.
    SexoEstudos apontam que as fêmeas têm mais predisposição ao ganho de peso. Redobre a atenção.
    CastraçãoA obesidade é mais frequente em animais castrados.
    Predisposição genéticaHá raças mais suscetíveis, como Labrador, Beagle, Basset hound, Dachshund, Cocker etc
    Distúrbios de comportamentoAnsiedade por causas diversas (como solidão) pode causar um apetite voraz. Os animais precisam de atividade para manter sua saúde física e mental.
    Doenças hormonaisHipotireoidismo e hiperadrenocorticismo podem levar entre outros problemas à obesidade, e uma vez diagnosticados devem ser tratados

    Segundo o médico veterinário, é importante fazer uma avaliação nutricional completa do pet. Estudos atuais determinaram que essa prática deve se tornar rotina, pois é considerada o quinto sinal vital dos animais, ou seja, é tão importante como parâmetro de saúde do animal quanto a temperatura, frequência cardíaca e respiratória. “Somente a partir desta avaliação é que será possível indicar qual o alimento ideal de acordo com as condições clínicas do animal”, finaliza Silva.

  • Vetnil orienta sobre a importância da vermifugação em cães e gatos

    A Coordenadora de Desenvolvimento de Produtos Pet da Vetnil, Dra. Carla Coiro, alerta: Vermifugar periodicamente os animais evita infestação por endoparasitas, melhora qualidade de vida dos animais e aumenta a segurança dos tutores

    Embora muitos tutores não deem a devida atenção à vermifugação dos seus pets, esse cuidado com os animais de estimação é muito importante para que estes não fiquem vulneráveis à exposição aos parasitas gastrointestinais e também para evitar a transmissão desses parasitas aos tutores. Sabe-se que a relação entre pet e tutor é bastante estreita, e essa proximidade pode possibilitar a transmissão de verminoses dos animais para seus tutores, quando os pets não estão devidamente vermifugados.


    Os parasitas são organismos que infectam outros seres vivos para retirar desses os meios para a sua sobrevivência como nutrientes da alimentação ou sangue do animal. O contato e a infestação por diferentes espécies de vermes de cães e gatos podem ocorrer em várias situações, como por exemplo, durante os passeios, quando os animais entram em contato com água, comida e fezes contaminadas por ovos ou larvas dos parasitas. Também pode ocorrer de outras formas, como por meio da picada de mosquito que alberga a larva do parasita, pela ingestão de pulgas contaminadas, e até mesmo pela transmissão placentária ou pelo leite durante a amamentação, quando a mãe está infectada.


    De acordo com a Coordenadora de Desenvolvimento de Produtos Pet da Vetnil, Dra. Carla Coiro, os sinais clínicos podem variar de acordo com o parasita, porémum dos primeiros sintomas é a presença de diarreia com odor forte e perda de peso. Em alguns casos, pode haver a presença de sangue nas fezes, e essa perda de sangue pode resultar em quadros graves de anemia. A presença de abdômen volumoso, cansaço excessivo ou indisposição, perda de brilho nos pelos, que ficam opacos e quebradiços, também fazem parte dos sinais mais comuns. “Se alguns desses quadros forem identificados no seu cão ou gato, deve-se procurar atendimento veterinário o quanto antes para minimizar os riscos à saúde do seu pet”, afirma.


    É fundamental instituir um calendário de vermifugação preventiva junto ao médico veterinário. Em geral, a primeira vermifugação é realizada com quatro semanas de vida e normalmente os protocolos instaurados envolvem a administração de duas a três vezes ao ano do vermífugo, dependendo do estilo de vida e dos locais, em que o animal é exposto,repetindo sempre a dose inicial após 15 dias. Nas fêmeas em reprodução, o indicado é realizar a vermifugação 10 dias antes do parto e três a quatro semanas pós-parto”,complementa Dra. Carla.


    “Escolher, junto ao médico veterinário, um vermífugo de amplo espectro, impedirá a infestação e as possíveis reinfestações em várias situações, protegendo e conferindo a saúde e o bem-estar do pet”, orienta ainda Dra. Carla Coiro.


    Dicas da Vetnil


    Vetmax®Plus e Vetmax®Plus Suspensão Oral 
    – vermífugo de amplo espectro, indicado no combate às infestações por nematelmintos (vermes redondos) e platelmintos (vermes chatos) gastrintestinais de cães e gatos. Deve-se administrar por via oral a quantidade de comprimidos ou mL proporcional ao peso do animal, e caso necessário repetir a medicação após 15 ou 30 dias, ou a critério do médico veterinário. A apresentação em suspensão possui frasco de 30 mL com seringa dosadora, tornando a administração muito mais simples em algumas situações. No combate ao Dipylidium Caninum convém, concomitantemente ao tratamento com  Vetmax®Plus ou Vetmax®Plus Suspensão Oral, combater as pulgas do animal e do ambiente onde vive.

  • Cães terão massagem relaxante, sessões de higiene e embelezamento na Pet Experience

    Dog Spa, da Pet Experience, reúne especialistas em saúde animal, acupuntura, tosa e higiene em um espaço dedicado ao conforto dos pets
    Com a quantidade de famílias que se dedicam hoje aos cuidados com os animais domésticos, uma atração focada no bem-estar dos nossos melhores amigos não poderia ficar de fora da Pet Experience. Pensando nisso, o maior evento para pets e seus tutores contará com o espaço Dog Spa, uma área repleta de profissionais especializados no conforto, relaxamento, saúde e, ao mesmo tempo, diversão aos anfitriões.


    São mais de 200 m² de atividades ligadas ao conforto do pet, com demonstrações de banho a seco, tosas de diferentes tipos e até massagem. Em parceria com a Pet Society, empresa que fornece soluções em higiene, beleza e saúde animal, o evento prepara ambientes interativos e lounges para lindas fotos e troca de experiências entre todos os visitantes.


    Os tutores que têm dúvidas sobre a saúde do seu pet poderão consultar veterinários que vão permanecer no espaço à disposição dos visitantes.
    Além desse serviço, o Dog Spa oferecerá outros ainda mais agradáveis para garantir o conforto e a felicidade do seu companheiro. Com a supervisão da Dra. Carolinne Torres, sócia-proprietária da Flor de Lótus, o Dog Spa terá sessões de acupuntura veterinária.


    Os participantes poderão sentir os benefícios da terapia complementar, identificando dores no bichinho, tensão muscular, e também conhecer técnicas de massagem especiais da medicina chinesa, que podem melhorar a qualidade de vida dos animais. A especialista também apresentará novas opções de reabilitação animal, como eletroacupuntura, uma novidade no meio.


    E mais, a equipe do Groomer mais conhecido do país, William Galharde, também fará demonstrações de famosas técnicas de tosas, como a tosa japonesa, e outros serviços com pets modelos! A equipe também estará disponível para tirar dúvidas dos visitantes sobre qual o melhor tipo de tosa para a raça do seu cão e sugerir correções estéticas. Assim todos poderão aproveitar o dia com um look bem bonito!
    A atração estará disponível durante os três dias da Pet Experience.

    SERVIÇO:

    Pet Experience

    30 de agosto a 01 de setembro
    Sexta-feira: das 14h às 19h
    Sábado e Domingo: das 09h às 19h
    Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes KM 1,5
    Ingressos: de R$16,00 a R$ 80,00 (pacote família 4 com pet)
    Local venda ingressos: lojas físicas da Petz da capital paulista e grande São Paulo ou pelo site petexperience.com.br/

  • Confira 5 erros na hora de alimentar seu cachorro

    Médica veterinária comenta atitudes de tutores que influenciam na obesidade do pet

    Você sabia que o cão tem uma maneira diferente de se alimentar? De acordo com a médica veterinária e coordenadora de Comunicação Cientifica da Equilíbrio Super Premium (Total Alimentos), Bárbara Benitez, a refeição deve ser regrada e assim, o tutor evita que seu cachorro fique obeso. Mas, existem erros muito comuns que são cometidos pelos tutores de cães na hora da alimentação. Confira os principais deles e evite-os:

    Dar comida durante a sua refeição

    Os cachorros sabem como ninguém pedir comida quando estamos à mesa, mas ao alimentá-lo dessa forma você estará ensinando que chorar e latir são as melhores maneiras de ele conseguir o que quer. Além disso, o problema de alimentar o cachorro com comida caseira, além da ração, é que ele consumirá mais calorias do que precisa e pode acabar engordando.

    Dar restos de comida caseira

    A ração para cães é balanceada, tem os nutrientes necessários e na quantidade correta para o organismo de acordo com seu estágio fisiológico (filhote, adulto e idoso). Muitas pessoas acreditam que alimentar os cachorros com sobras das refeições é suficiente ou que podem ser fornecidas como complemento à ração.

    Porém, as necessidades nutricionais dos cães são diferentes das humanas, o que pode levar à desnutrição ou obesidade. Além disso, alguns temperos podem fazer mal ao cachorro e a comida caseira, quando fornecida no longo prazo pode causar tártaro.

    Dar ossos

    Os cães adoram roer ossos de aves e bovinos, porém não é recomendável, uma vez que podem perfurar o esôfago, estômago ou intestino do cachorro. Recomendamos os snacksfuncionais que são específicos para os cães e trazem inúmeros benefícios para sua saúde e não tem riscos de perfurar nenhum órgão digestivo do animal.

    Não controlar a quantidade de ração fornecida por dia

    Deixar o pote de ração sempre cheio dá menos trabalho, mas pode fazer o seu cachorro comer além do necessário e gerar um quadro de obesidade. O ideal é que cães sejam alimentados de 2 ou 3 vezes por dia e ter uma rotina é importante para o animal. Porém, se a rotina do tutor não permitir, eles podem ser alimentados uma vez ao dia, porém a quantidade precisa ser medida. Lembre-se de fornecer água limpa e fresca à vontade.

    Escolher a ração errada (raça, porte, idade)

               Existem muitas rações de cachorro disponíveis no mercado e é difícil escolher qual oferecer ao seu amigo. Dar a ração certa para o tamanho, idade e raça do seu cachorro é essencial para a nutrição e saúde dele. Em qualquer fase de vida você deve fornecer o melhor alimento para seu pet.

                Evite cometer um dos erros acima para garantir uma vida mais saudável ao seu cão. Dicas ou dúvidas, consulte um médico veterinário de confiança, que saberá das necessidades especiais do seu pet e ajudará na escolha certa da alimentação.

  • Cães obesos vivem menos

    Quase 60% dos cachorros sofrem com o sobrepeso e, consequentemente, com as doenças decorrentes da obesidade. O especialista Thiago Marçal, veterinário da Nutrire, explica sobre o problema e dá dicas de como preveni-lo.

    A obesidade não atinge apenas as pessoas, mas também os animais. Dados recentes indicam que mais da metade dos pets estão em algum grau de sobrepeso. Dentre as causas mais comuns, podemos identificar a má alimentação e o sedentarismo. “Cães considerados gordos, geralmente, não comem apenas ração. Além disso, são bichinhos que não fazem exercício físico. Esses dois fatores por si só já causam problemas à saúde canina, juntos prejudicam ainda mais os animais”, revela o veterinário da Nutrire, Dr. Thiago Marçal.

    Outro fator que pode levar à obesidade é a rotina alimentar, ou seja, a maioria dos cães possuem alimento à disposição o dia todo, ingerindo mais do que necessitam para uma vida saudável. “A alimentação deve ser como o de uma criança pequena, com horários certos e porções definidas – essa medida em específico deve ser de acordo com o peso do cão e precisa constar nas embalagens das rações secas”, explica. 

    A queima de energia também é uma necessidade do pet, visto que o mesmo precisa exercitar os músculos para se manter ativo e bem disposto, além de crescer saudável. “O ideal é que o cãozinho pratique caminhadas ao menos duas vezes ao dia. Isso, claro, de acordo com seu estado de saúde, raça e outras peculiaridades definidas pelo médico veterinário”, conta Marçal.

    A obesidade é um problema com consequências sérias para os pets, como doenças articulares e de coluna, diabetes canina, aparecimento de distúrbios respiratórios e disfunções cardíacas. Fora a questão física, pois o sedentarismo também pode deixar o cão deprimido. 

    “A artrite é uma doença causada geralmente pelo excesso de peso, muito embora algumas raças tenham predisposição para isso. Porém, animais gordos forçam suas articulações além do recomendável”, diz. Os pulmões de um cão obeso, por exemplo, têm menos espaço para a entrada do ar, ou seja, o esforço para absorver oxigênio é muito maior do que para um pet que está no peso ideal. “Os problemas respiratórios oriundos desse processo são muito comuns”, completa.

    Sem falar em diabetes, problemas cardiovasculares, pressão sanguínea alta, entre outras doenças decorrentes da obesidade. “É fundamental que o tutor compreenda que o animal precisa ingerir os alimentos feitos especificamente para ele, pois têm a quantidade exata de nutrientes, vitaminas, minerais e tudo mais que sua saúde pede. “Preparar comida caseira para o pet não é proibido, mas deve haver um acompanhamento por um veterinário especialista em nutrição, para que a dieta seja balanceada e atenda todas as necessidades do cão”, acrescenta o veterinário.

    Como prevenir a obesidade?

    Os pets precisam de acompanhamento médico, inclusive para controle da alimentação. O veterinário é a pessoa certa para indicar o melhor alimento para cada tipo de animal, levando em consideração idade, tipo físico, problemas de saúde e outras informações. Não alimente seu bichinho de estimação com restos que sobraram das suas refeições, priorize a ração seca indicada pelo especialista. 

    Os petiscos são uma forma de agradar o pet e não estão proibidos, mas não pode ser toda hora. Ofereça apenas agrados feitos especificamente para animais. E não esqueça dos exercícios físicos. “O passeio pode ser pelo bairro mesmo, sem muito esforço. Porém, é interessante que o cachorro movimente-se todos os dias. Quando não for possível levá-lo para caminhar ou correr, exercite-o dentro de casa com os brinquedos que ele gosta”, indica. 

    Por fim, Marçal alerta que a obesidade também pode ser consequência de algum outro transtorno. Se o seu cão ou gato aumenta de peso mesmo comendo apenas a ração, pode ser o caso de distúrbios hormonais como o hipotireoidismo, por exemplo. “É preciso estar sempre atento ao peso do pet”, conclui. 

  • Pet Terapia: Cães auxiliam crianças e adultos com deficiências

    Além dos alunos da APAE, a terapia com animais também é utilizada para tratamento contra o câncer, doenças cardíacas, estresse, depressão e paralisias. 

    Já são 132 milhões de animais de estimação no Brasil, sendo 52,2 milhões de cães e 22,1 milhões de gatos. Além disso, o Brasil é o 2º maior mercado pet do mundo. Em 2018 foram US$ 6,44 bilhões movimentados, ou seja, cerca de R$ 20,7 bilhões. Os números são impressionantes, mas não causam surpresa, visto que cerca de 88% de brasileiros consideram e tratam, por exemplo, cachorros e gatos como membros da família.

    Já está comprovado que a relação entre ser humano e animal desencadeia diversos sentimentos positivos, entre eles saúde emocional, física, social e cognitiva. Além de ótimos companheiros, os pets ainda podem ajudar pacientes com os mais diversos problemas de saúde, transtornos ou outras limitações. É a chamada Terapia Assistida com Animais (TAA) ou Pet Terapia – termo mais usado popularmente.

    Em Poço de Caldas (MG), o projeto “Cãoterapia” atende pessoas com deficiências na APAE. As atividades acontecem mensalmente e com acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, presente em todas as tarefas realizadas entre cães e alunos. Com duração entre 30 a 50 minutos, a terapia é documentada para estudo e avaliação, como explica Rita Ferrari Paludo, Gerente de gestão de pessoas na Nutrire – empresa idealizadora do projeto.

    “Nossa missão é utilizar o amor dos cães para promover comunicação e convivência, além de integrar e motivar esses alunos. Com isso, garantimos a diminuição do isolamento e da dor a essas pessoas. Dessa forma, também conseguimos diminuir a ansiedade e provocar relaxamento e alegria antes, durante e depois das terapias”, revela Rita. Além disso, os animais auxiliam no aumento da mobilidade, das amplitudes de movimento e da agilidade dos alunos em decorrência do dinamismo das atividades. Rita conta ainda que o projeto iniciou em 2016 e atua nos aspectos físico, cognitivo, emocional e social dos alunos da APAE.

    A Pet Terapia surgiu em 1792, na Inglaterra, quando Willian Tuke indicou o uso de animais domésticos no tratamento de doentes de um asilo em Londres. Tuken ficou reconhecido mundialmente através da sua luta pelo tratamento humanizado, onde o projeto com animais se encaixa totalmente. Rita explica que a inciativa da Nutrire em Minas Gerais trabalha com os conceitos da Terapia Assistida usada por Tike e desenvolvida a partir de estudos que mostram que o simples contato com um animal já é suficiente para promover bem-estar. “Os cães de terapia são aqueles treinados para visitar instituições com altas taxas de depressão e estresse como hospitais, asilos, orfanatos e presídios. Esses cães realizam um trabalho que consiste basicamente em dar carinho e atenção a pessoas que precisam, fazendo com que se sintam melhores”, acrescenta.

    Alguns benefícios da atividade e TAA já foram comprovados, como a diminuição da pressão sanguínea e cardíaca, além da melhora do sistema imunológico, da capacidade motora e da autoestima. Tecnicamente falando, conforme explica Rita, o processo também estimula a interação social e tem uma ação calmante e antidepressiva, o que resulta, em alguns casos, na redução da quantidade de medicamentos.

    “O impacto da atuação dos cães é bastante profundo e têm demonstrado excelentes resultados com a prática que foi implantada. Os projetos de Terapia, estabelecidos em todo o mundo a partir da década de 80, tiveram como base as propriedades positivas do convívio com os cães que foram demonstrados pelos trabalhos de diversos pesquisadores”, revela.

    Porém, Rita alerta para a necessidade de profissionalização desses projetos espalhados pelo mundo, especialmente no Brasil. “O trabalho é sério e exige alguns cuidados, por isso, deve ser realizado apenas por quem entende do que está fazendo, pois não é qualquer cão que pode simplesmente sair visitando estas instituições de qualquer maneira. Os animais precisam estar aptos ao serviço de TAA. Um pet que estranha o paciente, por exemplo, pode causar o efeito contrário, trazendo um sentimento de rejeição extremamente prejudicial para esses alunos”, alerta.

    Rozeli Custódio, psicóloga da APAE de Poços de Caldas – que atende cerca de 80 pessoas diariamente, conta que os resultados são surpreendentes. “A melhora dos alunos é visível, especialmente quando observamos os cadeirantes acometidos de paralisia cerebral que são estimulados quanto a linguagem expressiva e a motricidade global. A TAA age como uma ponte de tratamento, sendo o cão um agente terapêutico”, diz. Além disso, a especialista constatou melhora importante no comportamento de autistas, que passaram a expressar seus sentimentos, colocar regras, limites e linguagem expressiva no convívio com o animal.

    A TAA também é utilizada para tratamento contra o câncer, doenças cardíacas, estresse, depressão e paralisias. Além de cães e gatos, podem ser utilizados outros animais como cavalos, peixes, pássaros, coelhos, aranhas, cobras e até botos – projeto chamado de bototerapia e utilizado no Brasil para auxiliar crianças que lutam contra a leucemia no Amazonas, onde pacientes interagem com esses grandes mamíferos no Rio Negro. 

    Uma relação de afeto e saúde

    É por essas e outras que os brasileiros sobem no ranking dos apaixonados por pets todos os anos. Para a Dra. Luana Sartori, veterinária da Nutrire, o contato com os animais aumenta a produção de endorfina, que ao ser liberada estimula a sensação de bem-estar, conforto, e alegria. “Além da endorfina, a produção de outra substância também aumenta com a relação entre tutores e seus pets, por exemplo. É a chamada  ocitocina, que promove a afeição e diminui a pressão arterial”, explica. Segundo os pesquisadores Brian Hare e Vanessa Woods, da área de evolucionismo da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, as mesmas sensações sentidas em situações de afeto entre humanos também acontecem entre espécies diferentes.

    “Recentemente, o hospital Albert Einstein, em São Paulo, liberou visitas dos pets aos tutores internados, visto que a humanização do tratamento é consequência do resultado positivo que os animais exercem na cura dessas pessoas”, explica Dra. Luana. Além dele, muitas instituições e ONGs realizam a chamada Pet Terapia e trabalham levando os animais até centros de recuperação. “É claro que há indicações de segurança e higiene que precisam ser seguidos, conforme determinação de cada espaço de saúde”, complementa.

    Os cães também são responsáveis pela diminuição no risco das crianças desenvolverem alergias, segundo estudo da Universidade de Wisconsin-Madison. A pesquisa revelou que  as chances de ter esse tipo de problema são 33% menores com um animal de estimação. Para o pesquisador, responsável pelo estudo, até o sistema imunológico dos pequenos fica mais forte com a convivência canina.

    Além de tudo isso, os cães e gatos podem auxiliar na preservação da saúde do coração. É o que garante o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o Instituto Nacional de Saúde (NIH), nos Estados Unidos. Há pesquisas que dizem que um pet pode diminuir o colesterol e o nível de triglicérides.

    “De uma forma geral, os pets só trazem benefícios tanto para crianças, como para adultos e idosos. Os animais são compreensíveis, solidários e muito fiéis aos donos. É isso que estabelece a relação de confiança e afeto entre eles. E é isso que movimenta todas as energias boas que os bichos são capazes de provocar. É por isso que nossas atenções devem estar voltadas para o bem-estar dos bichos, garantir que tenham uma vida feliz, saudável, com alimento de qualidade e acompanhamento veterinário periódico. É isso que todos eles merecem.”, completa Luana.

  • Perfume seu pet com fragrâncias finas

    Com alta fixação, a Natural Pet possui 10 aromas especiais para cães e gatos

    Não tem nada mais gostoso do que o cheirinho do nosso pet, não é mesmo?! Nessa época mais fria do ano, às vezes, fica mais difícil organizar os banhos dos cães e/ou gatos… Pensando nisso, a Natural Pet desenvolveu perfumes com alta fixação, inspirados em fragrâncias finas. Com 10 aromas, os produtos são ambientalmente seguros, dermatologicamente testados e ideais para o dia a dia dos pets.

    Entretanto, para esse delicioso cuidado, algumas dicas são importantes:

    – Escolha produtos específicos para a pele dos pets, para não causar nenhuma reação alérgica a eles. Opte por aromas suaves, pois perfumes para cães e, especialmente gatos, quando são muito fortes podem agir de forma negativa no humor dos pets.

    – Aplique o perfume com os pelos limpos, a fixação é maior e o efeito do aroma será mais duradouro. Outra dica importante é que o perfume nunca deve entrar em contato com os olhos, o nariz ou a boca do animalzinho. Além disso, áreas sem pelos, incluindo a genial do pet, não são adequadas para aplicação. 

    – Não exagere na quantidade. Perfumes para cães e gatos em excesso podem causar irritações, alergias e até mascarar doenças, que se manifestam através do odor do animal.

    – O cheiro para os bichinhos, principalmente para os cães, é muito mais uma forma de agradar os donos do que os próprios animais. Quando escolher um perfume, uma boa dica é pensar em algum que seja semelhante ao aroma que você usa. Assim, as chances do aroma agradar o seu pet são muito maiores.

    • Nas versões 60 e 500ml, as Fragrâncias Finas da Natural Pet são Sport, Melody, Canis, Vip, Happy, Fellyx, Sweet Baby, Belíssima, Rock’n’Roll e Red Fruits.
  • Cuidados necessários para cães e gatos no inverno

    Essa época do ano pode ser muito prejudicial para filhotes e pets idosos

    Para cães, principalmente, que tendem a gostar mais do inverno, e também têm mais disposição, é uma boa época para uma rotina de atividades físicas. Já para filhotes e animais idosos, é preciso ter cuidado com doenças típicas do período. A médica veterinária do Hospital Veterinário Cão Bernardo, Carolina Ferreira, destaca um cuidado essencial: “Uma das tarefas mais importantes é não deixar que o pet tome chuva ou fique muito exposto ao vento. Para gatos, por exemplo, é importante não deixar a cama deles em contato direto com o chão”.

    As doenças que mais atingem os pets é a traqueobronquite infecciosa em cachorros e, nos felinos, a rinotraqueite. Em cachorros, os sinais são parecidos com o da gripe: tosse seca, secreções nasais, espirros e a impressão de que o animal está engasgando. No caso dos gatos é parecido, somando falta de apetite e febre.

    Outra dica que a médica veterinária aponta é a vacinação. Além daquelas que os animais precisam tomar durante o ano, há ainda as voltadas para prevenção das viroses comuns do inverno. “Como a temperatura favorece a proliferação de viroses, além do acompanhamento anual com um veterinário, temos vacinas contra a traqueobronquite infecciosa canina, e a vacina V3 e V4 para os gatos, que protegem a parte respiratória e ocular”, afirma.

    Além de estimular o consumo de água e evitar horários de frio mais intenso, também é necessário estar atento à constância dos banhos. Banhar o animal não deve ser descartado durante esta época do ano, porém, é necessário diminuir a frequência, que deve ser determinada pelo profissional de cada pet.

    As roupas também podem ajudar os pets nesse período, mantendo o calor, principalmente nos animais com pelos curtos ou que não possuem subpelos. “É importante escovar os pelos para evitar proliferação de fungos, além de trocar as roupinhas a cada dois dias, para evitar acúmulo de sujeira e umidade”, finaliza Carolina.

  • Bichos de estimação: saiba tudo sobre a vacinação do seu pet

    Quais vacinas ele deve tomar? Quais são as doenças que podem ser evitadas? Essas e outras dúvidas são respondidas por Luana Sartori, veterinária da Nutrire.

    A vacinação de cães e gatos é a forma mais eficaz de prevenir as principais doenças infecciosas, como a cinomose em cães e a rinotraqueíte em gatos. E, ainda, é uma ferramenta importante para evitar as chamadas zoonoses, que são doenças como a raiva e a leptospirose – que podem ser transmitidas dos animais para os humanos.

    A especialista da Nutrire, a veterinária Luana Sartori, explica sobre as principais vacinas e a importância de cada uma delas. “É através do protocolo completo de vacinação que o pet adquira imunidade para que, caso entre em contato com essas doenças, seu organismo possa se defender e bloqueá-las, diz.

    No protocolo de vacinas de gatos filhotes, geralmente, são usadas duas doses da vacina polivalente (tríplice, quádrupla ou quíntupla), com início aos 60 dias de idade e com intervalo de 21 dias. “Ainda nesse protocolo, incluímos a vacina contra a raiva, que deve ser feita junto com a última dose da polivalente ou até os 6 meses de idade”, completa Dra. Luana.

    Já nos cães filhotes, esse esquema de vacinas é um pouco diferente, nestes são indicadas três doses da polivalente (V7, V8, V10 e V11), iniciando aos 45 dias de vida e, também, com intervalos de 21 dias. “Nos cães incluímos ainda a vacina da raiva com a última dose ou até os 6 meses. Além disso, para os cães existem as vacinas contra traqueobronqueíte infecciosa, mais conhecida como “tosse dos canis” e giardíase canina, que são indicadas duas doses, associadas a segunda e terceira dose da polivalente”, explica

    É importante lembrar que a proteção vacinal dos animais não acaba por aí, os cães e gatos adultos necessitam de doses anuais de reforço das vacinas polivalentes e da raiva, para assim mantê-los imunes durante toda a vida. Também é interessante saber que os protocolos de vacina podem variar, conforme as necessidades específicas e também aos diferentes laboratórios. E não esqueçam, estes procedimentos devem ser realizados somente pelo médico veterinário.

    Saiba mais sobre as principais vacinas e quais doenças ela imuniza o pet

    * Tríplice: Panleucopenia, Rinotraqueíte e Calicivirose / Quádrupla: Panleucopenia, Rinotraqueíte, Calicivirose e Clamidiose / Quíntupla: Panleucopenia, Rinotraqueíte, Calicivirose, Clamidiose e Leucemia.

    * V7: cinomose, adenovírus tipo 2, parainfluenza, parvovirose e leptospirose / V8: Cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa, adenovirose, coronavirose, parainfluenza e leptospirose (L.canicola e L.icterohaemorrhagia) / V10: cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa, adenovirose, coronavirose, parainfluenza e leptospirose (L.canicola, L.icterohaemorrhagia, L. grippotyphosa e L. pomona ) / V11: cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa, adenovirose, coronavirose, parainfluenza e leptospirose (L.canicola, L.icterohaemorrhagia, L. grippotyphosa, L. pomona e L. copenhageni.)

  • Herpes em cães e gatos

    HERPES EM ANIMAIS: ENTENDA MELHOR O QUE É COMO TRATÁ-LA

    herpes em animais é um problema bastante recorrente entre os animais de estimação. Nos cães, a doença é causada pelo herpesvirus canino (nos gatos, ele é o herpesvirus felino) e pode trazer malefícios consideráveis para a saúde dos pets.

    Por conta disso, conhecer melhor essa doença, suas características, sintomas e tratamentos é a melhor maneira de proteger os  pets desse tipo de problema. Identificar os sinais de que algo pode estar errado e agir de maneira eficaz e veloz.

    Herpes em animais

    Herpes é um nome genérico dado a doenças causadas por vírus “aparentados”’. Diferentes tipos de herpesvirus acometem humanos, gatos e cães, causando problemas distintos entre si.

    Nos animais, pode ocorrer tanto o acometimento causado pelo herpesvirus canino (HVC) quanto o felino, agente causador da rinotraqueíte. Por isso, é preciso conhecer bem os problemas a fim de identificar os seus sintomas mais comuns e as consequências que podem trazer aos animais de estimação.

    Diferença entre herpes felina e canina

    Herpes felina, também conhecido como rinotraqueíte, é um problema altamente contagioso (por contato direto com outros animais infectados) que pode afetar gatos de todas as idades. A doença não é, no entanto, transmissível aos seres humanos, afirma a Dra. Livia Romeiro do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

    Já o problema canino também pode ser transmitido por contato direto, mas também há as formas placentária e venérea (ou seja, por contato sexual). Os principais sintomas são respiratórios mas, no caso dos cães, também há sinais gastrointestinais e a presença de feridas nas mucosas, assim como ocorre em humanos.

    As causas e sintomas mais comuns

    No caso da rinotraqueíte, os sintomas mais comuns incluem:

    • espirros frequentes;
    • secreção e corrimento nasal;
    • problemas para respirar;
    • febre;
    • desidratação;
    • secreção ocular;
    • dificuldade para abrir os olhos;
    • inflamações na pele.

    Já os sintomas mais comumente encontrados no herpes canina são:

    • secreção nasal;
    • respiração ofegante;
    • tosse;
    • diarreia (normalmente em tons de verde ou amarelo);
    • dores abdominais;
    • emagrecimento;
    • conjuntivite;
    • presença de lesões na região genital;
    • choros frequentes (no caso de filhotes).

    Os cuidados com os filhotes, tanto no caso da rinotraqueíte quanto no do herpes canina, são os animais que estão sob maior risco de contágio. Por isso, as cadelas gestantes precisam ser imunizadas para evitar que seus bebês contraiam a doença. Já os gatinhos podem ser diretamente vacinados contra a enfermidade.

    Tratamento da doença

    O tratamento da rinotraqueíte tem como principal objetivo o controle dos sintomas e a redução da desidratação do animal. Para isso, são prescritos medicamentos que aliviam o desconforto (ajudando nas inflamações e na febre, por exemplo) e inalações, além de outros procedimentos pouco invasivos.

    No caso de herpes canina, o tratamento também segue a mesma linha de raciocínio. São comumente feitos procedimentos para aliviar os sintomas que aparecem, a fim de reduzir o desconforto do animal até que o ciclo da doença termine.

    O principal motivo para os tratamentos sintomáticos, ou seja, que tratam os sintomas, é o fato de que os problemas são causados por vírus. Assim, é necessário esperar que o ciclo viral se complete, já que não existem medicamentos que atuem diretamente nessas estruturas.

    O tratamento de suporte, no entanto, é essencial, especialmente quando falamos sobre animais debilitados, filhotes ou idosos. A desidratação e as outras ocorrências causadas pelos vírus podem levar esses pets a óbito ou trazer consequências irreversíveis para a sua saúde, afirma a Dra. Livia.

    herpes é um problema sério que requer tratamento rápido. Assim, é possível aumentar as chances de cura dos pets e garantir muito mais qualidade de vida a estes animais.