Tag: Cães

  • Shopping Frei Caneca realiza evento de adoção de cães e gatos

    Shopping Frei Caneca realiza evento de adoção de cães e gatos em parceria com ONG Amigos de São Francisco

    Ação acontece em 12 de setembro e busca conectar animais resgatados a famílias dispostas a oferecer um novo lar

    O Shopping Frei Caneca recebe, no dia 12 de setembro, sábado, mais uma edição do evento de adoção de animais, realizada em parceria com a ONG Amigos de São Francisco. A iniciativa reúne cerca de 20 pets, entre cães e gatos, que aguardam uma oportunidade de encontrar uma família e começar uma nova história.

    A ação reforça o compromisso do empreendimento com iniciativas que estimulam a adoção responsável e o bem-estar animal. Durante o evento, os visitantes podem conhecer os animais disponíveis para adoção, conversar com os responsáveis pela ONG e obter orientações sobre os cuidados necessários para receber um novo integrante em casa. 

    “Cada animal que chega para um evento de adoção carrega uma história, mas também a possibilidade de começar uma nova. Nosso objetivo é ajudar a aproximar esses cães e gatos de pessoas que estejam dispostas a transformar essa possibilidade em um novo capítulo, com cuidado, afeto e responsabilidade”, destaca Luciano Abílio, coordenador de marketing do Shopping Frei Caneca. 

    O evento acontece no Piso 1, das 11h às 16h.

    Serviço
    Evento de adoção de cães e gatos no Shopping Frei Caneca, em parceria com a ONG Amigos de São Francisco
    Data: 12 de setembro de 2026, sábado
    Horário: das 11h às 16h.

    ** Atualização: O evento foi cancelado devido às condições climáticas.

  • Raças de cães têm predisposição genética à dermatite atópica

    Você sabia? Algumas raças de cães têm maior predisposição genética à dermatite atópica

    MSD Saúde Animal alerta sobre os fatores hereditários que fragilizam a pele dos pets e destaca como a inovação terapêutica ajuda a controlar a doença crônica
     

    Quem convive com cães de raça muitas vezes nota uma atenção extra voltada à saúde da pele. Não se trata de mera coincidência: a dermatite atópica canina (DAC), condição alérgica, inflamatória e crônica que afeta entre 10% e 15% da população mundial de cães, possui um forte componente hereditário. Isso significa que, devido à própria seleção genética, algumas raças apresentam uma barreira cutânea naturalmente mais frágil e propensa a reagir de forma exagerada a agentes comuns do ambiente, como poeira, ácaros e pólen.


    Com o objetivo de conscientizar os responsáveis sobre a importância do diagnóstico precoce e do manejo correto desde os primeiros meses de vida, a MSD Saúde Animal mapeou os fatores que tornam certas linhagens mais vulneráveis no Brasil e apresenta como a inovação terapêutica simplifica o controle da doença a longo prazo.


    O mapa da predisposição: a explicação por trás da genética


    Embora a dermatite atópica possa acometer qualquer cão, inclusive os sem raça definida (SRD), a literatura veterinária e a rotina das clínicas apontam que determinadas linhagens exigem atenção redobrada. Raças populares como West Highland White Terrier, Shih Tzu, Lhasa Apso, Golden Retriever, Labrador, Bulldog Francês, Bulldog Inglês, Pug e Boxer lideram as estatísticas de atendimento dermatológico.


    A explicação para essa alta incidência reside na anatomia e na biologia celular desses animais. Geneticamente, essas raças apresentam mutações que reduzem a produção de proteínas e lipídeos essenciais para a coesão das células da pele. Sem essa estrutura firme, a pele funciona como uma “peneira”, facilitando a entrada de alérgenos e a perda de água. Além disso, no caso de raças braquicefálicas (como Bulldogs e Pugs), a presença de dobras cutâneas acentua o acúmulo de umidade e calor, criando o cenário perfeito para inflamações e infecções secundárias por fungos e bactérias.


    Kathia Soares, médica-veterinária e coordenadora técnica da MSD Saúde Animal, esclarece que compreender essa vulnerabilidade inata é o primeiro passo para um cuidado eficiente: “Quando o responsável opta por uma raça com histórico de sensibilidade cutânea, o monitoramento deve ser preventivo. A herança genética dita o comportamento da pele desses animais, mas as crises severas são engatilhadas pelo ambiente doméstico. Espaços com pouca ventilação, excesso de poeira e alta umidade favorecem a proliferação de ácaros que penetram facilmente nessa barreira cutânea já fragilizada”.


    Por isso, o especialista orienta atenção redobrada a itens que acumulam poeira na rotina da casa, como carpetes, cortinas pesadas e caminhadas com enchimento difícil de higienizar. Outro ponto de atenção envolve o uso de saneantes na limpeza dos cômodos. “O importante é removê-los por completo do ambiente em que o animal ficará”, complementa Soares.


    Blindagem diária: adaptando a rotina para proteger a pele frágil


    Sabendo que esses cães nascem com uma barreira de proteção deficiente, a rotina de cuidados não deve focar apenas em remediar as crises, mas em criar uma espécie de “escudo protetor” contínuo para o pet. Esse manejo preventivo baseia-se em três ações fundamentais:

    • Prevenção ativa contra parasitas: Uma única picada de pulga ou carrapato é suficiente para desencadear um processo inflamatório generalizado em uma pele que já opera no limite da sensibilidade. O uso regular de soluções antiparasitárias de longa duração impede que novos estímulos alérgicos se somem ao quadro atópico.
    • Suporte de barreira via higiene: Diferente de cães saudáveis, os atópicos necessitam de banhos frequentes com produtos específicos para remover os alérgenos que grudam nos pelos. Esse processo deve ser sempre acompanhado de hidratação veterinária profunda para tentar repor artificialmente a proteção que a genética não forneceu.
    • Sanitização focada: Reduzir a carga de poeira suspensa no ar por meio do uso de aspiradores de pó com filtros eficientes e lavar as fardas e cobertores do pet com sabão neutro diminui drasticamente o contato do cão com os microrganismos gatilhos.

    Ciência e inovação a favor do bem-estar diário


    Diante da natureza hereditária da DAC, mesmo com um controle ambiental impecável, o manejo medicamentoso contínuo surge como um pilar indispensável, dado o caráter permanente da doença. “Por se tratar de uma falha que o animal carrega em seu DNA, precisamos de suporte terapêutico de longo prazo que combine conforto e segurança clínica”, explica Soares. “O segredo do sucesso está em não esperar o cão se ferir de tanto coçar para intervir. O tratamento moderno busca estabilizar o paciente com medicamentos modernos associados ao suporte de xampus e hidratantes ideais para a realidade de cada linhagem”.


    Para preencher essa importante lacuna com máxima segurança e eficácia, a MSD Saúde Animal introduziu recentemente no mercado brasileiro o Numelvi®. Primeiro e único inibidor de JAK de segunda geração na medicina veterinária, o produto atua com altíssima seletividade diretamente na enzima JAK1, a grande responsável por traduzir os estímulos inflamatórios do organismo em coceira.


    Diferente das soluções terapêuticas de primeira geração, o perfil inovador e tecnológico de Numelvi® confere um alívio potente e rápido, visível a partir de 2 horas após a administração da primeira dose e reduzindo de forma significativa as interferências em outras funções vitais do animal, como a imunidade e a produção de células sanguíneas.


    Essa eficiência científica ganha ainda mais relevância quando associada à facilidade de administração. Afinal, um dos maiores obstáculos no tratamento de doenças crônicas e hereditárias em animais de companhia é a complexidade dos protocolos longos, o que costuma gerar frustração e abandono da terapia por parte das famílias. Pensado para promover comodidade e se encaixar perfeitamente na rotina, o Numelvi® exige apenas uma única dose diária e dispensa a necessidade de doses de ataque (etapas iniciais com dosagens mais elevadas).


    Comprovadamente seguro inclusive para filhotes a partir de seis meses de idade, o medicamento permite que os sintomas biológicos da predisposição genética sejam controlados de forma precoce, segura e descomplicada. Ao alinhar o conhecimento sobre as particularidades de cada raça com a alta tecnologia médica, os responsáveis conseguem desmistificar o peso de uma doença crônica, restabelecendo a leveza, o conforto e a harmonia no convívio familiar

  • Por que alguns cães lambem as patas sem parar?

    Por que alguns cães lambem as patas sem parar? 5 causas que vão além da “mania”

    Veterinária explica quando o comportamento pode indicar problemas de saúde e quais sinais os tutores devem observar

    Foto: Freepik

    Uma lambida ou outra nas patas faz parte do comportamento dos cães. O sinal de alerta aparece quando o animal começa a fazer isso repetidamente, por longos períodos ou com tanta intensidade que provoca vermelhidão, feridas e até perda de pelos na região.
     

    Segundo Flávia Paiffer, professora do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Anhanguera, a lambedura excessiva não deve ser automaticamente encarada como uma “mania”.
     

    “Quando o comportamento se torna frequente, é importante observar o animal e a região afetada. A lambedura pode estar relacionada a diferentes alterações, desde uma irritação localizada e problemas dermatológicos até alterações sistêmicas ou comportamentais. Por isso, é importante que o animal seja avaliado por um médico veterinário, que poderá investigar a origem do problema, já que identificar a causa é fundamental para conseguir interromper esse ciclo”, explica.
     

    Confira as 5 possíveis causas para o cachorro lamber as patas excessivamente.
     

    1.Alergias

    Alergias estão entre as possíveis causas de coceira e lambedura excessiva das patas. Elas podem estar relacionadas a fatores ambientais, como ácaros e pólen, ou a outros agentes que precisam ser investigados individualmente. 
     

    Além das lambidas, o responsável pode perceber vermelhidão, coceira em outras regiões do corpo e alterações na pele e entre os dedos. Em alguns casos, a lambedura constante também pode causar escurecimento dos pelos da região por ação da saliva.
     

    2. Parasitas

    Pulgas, carrapatos e alguns tipos de ácaros podem provocar coceira, inflamação e desconforto. Mesmo quando o tutor não consegue visualizar o parasita, sua presença ou uma reação às picadas pode fazer com que o animal coce ou lamba determinadas regiões com frequência. Por isso, a ausência de pulgas e outros parasitas visíveis não descarta a causa parasitária.
     

    3. Ferimentos ou corpos estranhos

    Espinhos, pequenas pedras, farpas e outros objetos podem ficar presos entre os dedos ou nas almofadas das patas. Cortes, fissuras, queimaduras provocadas pelo contato com superfícies quentes e outros machucados também podem fazer com que o cão concentre as lambidas em uma única pata.
     

    Por isso, quando o comportamento começa de maneira repentina, é importante observar cuidadosamente a região, sem tentar retirar objetos profundos ou manipular uma lesão dolorosa.
     

    4. Infecções e inflamações na pele

    Alterações na barreira cutânea e o excesso de umidade podem favorecer a proliferação de microrganismos, como bactérias e fungos, especialmente quando já existe uma doença de base. Nesses casos, além da lambedura, podem aparecer mau cheiro, vermelhidão, descamação, inchaço, dor, secreção ou mudanças na aparência da pele.
     

    É importante lembrar que a própria lambedura constante pode manter a região úmida e irritada, contribuindo para a piora da inflamação e do desconforto. Esse ciclo pode dificultar a cicatrização e favorecer infecções secundárias.
     

    5. Estresse, ansiedade ou tédio

    Nem toda lambedura excessiva tem origem exclusivamente física. Alguns cães podem desenvolver comportamentos repetitivos diante de situações de estresse, ansiedade, falta de estímulos ou mudanças na rotina. No entanto, uma causa comportamental não deve ser presumida antes que outras possíveis causas, como como doenças, dores, alergias, infecções e outras alterações no organismo, sejam investigadas.
     

    Quando procurar o veterinário?

    Se o cão lambe as patas ocasionalmente e não apresenta outras alterações, esse comportamento pode fazer parte da higiene habitual. Porém, quando a lambedura se torna frequente ou persistente, acompanhada de feridas, inchaço, perda de pelos, secreção, mau cheiro, dor ou dificuldade para apoiar a pata, é importante procurar avaliação veterinária. 
     

    Também não é recomendado utilizar pomadas, medicamentos ou receitas caseiras sem orientação profissional, já que o tratamento adequado depende da identificação da causa.

  • Câncer pode atingir 50% dos cães após os 10 anos

    Aproximadamente um em cada dois cães com 10 anos ou mais pode desenvolver câncer, segundo a Veterinary Cancer Society. Entre os gatos, a doença renal crônica pode atingir até 40% dos animais acima dos 10 anos, de acordo com a Universidade Cornell. Os números reforçam a necessidade de acompanhamento veterinário regular para identificar alterações antes que elas comprometam a saúde e a qualidade de vida dos pets.
     

    A partir dos 8 anos, muitos cães já apresentam mudanças associadas ao envelhecimento, embora esse processo varie conforme porte, raça, histórico clínico e condições de saúde. Entre os gatos, a fase sênior costuma ser considerada a partir dos 10 anos, mas o monitoramento pode começar antes, principalmente quando existem fatores de risco ou alterações no comportamento.
     

    A American Animal Hospital Association recomenda consultas semestrais para cães idosos e gatos acima dos 10 anos, mesmo quando aparentemente saudáveis. A avaliação permite acompanhar mudanças discretas que nem sempre são percebidas pelos tutores.
     

    “É comum ouvir que o animal está mais quieto, dorme mais, perdeu peso ou deixou de brincar porque ficou velho. Só que essas mudanças também podem indicar dor, problemas renais, alterações cardíacas ou doenças hormonais. O envelhecimento exige acompanhamento, não resignação”, explica o médico veterinário Gustavo Jorge Gonçalves, da WeVets, maior grupo de saúde veterinária do Brasil.
     

    Segundo o especialista da WeVets, seis grupos de doenças merecem atenção especial durante o acompanhamento de cães e gatos mais velhos.
     

    1. Doença renal crônica

    Os rins podem perder a capacidade de funcionar adequadamente de maneira gradual, sem sinais evidentes nas fases iniciais. O problema é especialmente frequente em gatos idosos e pode provocar aumento da sede, maior volume de urina, emagrecimento, redução do apetite e apatia.
     

    2. Câncer e outros tumores

    O risco de desenvolver câncer aumenta com a idade, sobretudo entre os cães. Caroços na pele, feridas que não cicatrizam, emagrecimento sem explicação, sangramentos e mudanças persistentes no apetite precisam ser avaliados.
     

    3. Doenças cardíacas

    Problemas cardíacos podem surgir de maneira progressiva e, inicialmente, apresentar sinais discretos. Cansaço durante passeios, respiração acelerada, desmaios e redução da disposição merecem atenção. Nos cães, a tosse também pode estar associada a alterações cardíacas; nos gatos, esse sintoma é menos característico.
     

    4. Diabetes e alterações hormonais

    O envelhecimento também pode favorecer doenças metabólicas e hormonais, como diabetes, hipotireoidismo em cães e hipertireoidismo em gatos.
     

    5. Artrose e outras doenças articulares

    Dificuldade para se levantar, resistência a subir escadas, redução dos passeios e receio de pular no sofá podem indicar dor articular. Nos gatos, os sinais costumam ser mais discretos e incluem menor interesse em acessar lugares altos, alterações na higiene e dificuldade para entrar na caixa de areia.
     

    6. Doença periodontal

    Mau hálito persistente, acúmulo de tártaro, gengivas inflamadas, sangramento e dificuldade para mastigar podem indicar doença periodontal. Segundo a Associação Americana de Medicina Veterinária, o problema afeta cerca de 80% dos cães e 70% dos gatos já por volta dos 3 anos de idade, o que torna o acompanhamento ainda mais relevante durante o envelhecimento.
     

    O que deve entrar no checklist semestral
     

    O acompanhamento precisa ser definido de acordo com a espécie, a idade, o porte e o histórico clínico. De forma geral, a consulta de um pet idoso pode incluir:

    • Avaliação clínica completa, com análise do peso, da condição corporal e da massa muscular.
    • Observação da mobilidade, da postura e de possíveis sinais de dor.
    • Exame da pele e palpação de nódulos, mamas e linfonodos.
    • Avaliação dos dentes e das gengivas.
    • Ausculta cardíaca e respiratória.
    • Aferição da pressão arterial, principalmente em gatos idosos ou animais com suspeita de alterações renais.
    • Hemograma e exames de sangue para avaliar glicose, função renal e outros indicadores metabólicos.
    • Exame de urina, com avaliação complementar quando houver suspeita de doença renal ou diabetes.
    • Investigação hormonal, conforme a espécie e os sinais apresentados.
    • Exames de imagem, eletrocardiograma ou ecocardiograma quando houver indicação clínica.
    • Revisão da alimentação, do calendário vacinal, da prevenção de parasitas e dos medicamentos utilizados.

    Entre uma consulta e outra, o tutor deve observar mudanças no apetite, na ingestão de água, na urina, no sono, na interação com a família e na disposição para caminhar ou brincar. Fotos de nódulos e vídeos mostrando a forma como o animal anda ou se levanta também podem ajudar o veterinário a acompanhar a evolução de possíveis alterações.
     

    “Envelhecer não significa conviver com dor, perder autonomia ou aceitar mudanças importantes como inevitáveis. Quando o acompanhamento começa cedo, temos mais condições de identificar problemas, controlar sintomas e preservar a qualidade de vida do animal”, conclui o especialista da WeVets.

  • Primeiro Parque da América Latina para cães inaugura em SP

    CACHORRANDIA: primeiro parque de diversões para cães da América Latina inaugura em São Paulo com experiências inéditas para pets e suas famílias

    Com 10 mil metros quadrados, complexo reúne parque aquático, hotel, restaurante canino, spa, clínica veterinária, cinema 360°, atrações temáticas e programação especial para toda a família

     Imagina chegar em uma Disney, onde os protagonistas são os cães. Um local que foi especialmente pensado neles, com pura diversão, lazer, saúde, gastronomia e hospedagem.

    Essa é a proposta da CACHORRANDIA, que no mundo como o primeiro parque temático para cães da América Latina, transformando a relação entre famílias e seus pets em uma experiência completamente diferente.

    Instalada em uma área de aproximadamente 10 mil metros quadrados, cercada por natureza e localizada dentro da cidade de São Paulo, a CACHORRANDIA nasce com a proposta de ser um ponto de encontro para os apaixonados por cães de todo o Brasil e também de outros países.

    Mais do que um espaço de lazer, o projeto foi concebido como um ambiente HUMAN FRIEND, no qual famílias inteiras podem aproveitar o dia ao lado de seus filhos de quatro patas, com atrações para cães, crianças e adultos.

    Uma entrada para um mundo mágico

    A experiência começa logo na chegada. De forma opcional, os visitantes poderão atravessar o VORTEX, um túnel mágico que marca a entrada para o universo da CACHORRANDIA.

    A partir dali, cães e seus responsáveis encontram uma estrutura planejada para proporcionar muita interação e diversão ao longo de todo o dia.

    O complexo conta ainda com estacionamento interno, oferecendo mais comodidade, facilidade de acesso e segurança para os visitantes.

    Um dos diferenciais do projeto é o CACHORRANDIA CLUB, criado para transformar os próprios cães em sócios do espaço.

    Os integrantes poderão ter sua própria carteirinha e aproveitar atrações, benefícios e promoções especiais oferecidas pelo complexo.

    A proposta é criar uma verdadeira comunidade de apaixonados por cães, reunindo famílias, criadores, profissionais, tutores e amantes das mais diferentes raças.

    Entre as principais atrações está o complexo aquático da CACHORRANDIA.

    São 130 mil litros de água em uma piscina temática que transporta os doguinhos para um universo submarino, com elementos como golfinho, cavalos-marinhos, tartaruga, sereia e até um submarino amarelo.

    Outro diferencial está no tratamento da água: o sistema utiliza ozônio e ionização, sem uso de cloro, de acordo com a proposta do empreendimento.

    O espaço conta ainda com:

    • Playground Dog, com brinquedos especialmente desenvolvidos para os cães;
    • Grande área gramada;
    • Equipamentos de Agility Dog;
    • Áreas livres com bancos para descanso e contemplação;
    • Espaços temáticos com tanque de areia, pirâmide, esfinge e camelo;
    • Monitores e recreadores responsáveis por atividades ao longo do dia.

    Depois de tanta diversão, os cães e seus donos também terão um espaço dedicado ao descanso.

    Salão do Descanso funciona em um ambiente inflável em formato de Dome Full, climatizado, com iluminação e sonorização.

    Nos finais de semana, o espaço se transforma no CINE DOG, com sessões de filmes em 360 graus, criando uma experiência audiovisual diferenciada para famílias e seus pets.

    Enquanto isso, as crianças também ganham seu espaço exclusivo no KIDIE PLAY, permitindo que os “irmãozinhos humanos” tenham sua própria programação de diversão.

    Um dos grandes destaques da CACHORRANDIA é a Vila dos Sonhos, uma cidade cenográfica com praça Boulevard, fonte canina, Calçada da Fama Canina e pequenos comércios.

    O espaço foi pensado para criar uma atmosfera lúdica e instagramável, com experiências que aproximam ainda mais o universo dos cães do cotidiano das famílias.

    Inspirado no clássico universo de “A Dama e o Vagabundo”, o restaurante reúne cafeteria, lanchonete e restaurante para os tutores.

    Mas o grande diferencial está no primeiro restaurante canino da América Latina, com a proposta de oferecer pratos Gourmet Dog especialmente desenvolvidos para os cães.

    A estrutura inclui ainda um hotel com 100 baias, além de suítes VIP para momentos especiais.

    Os tutores poderão acompanhar seus cães por meio de câmeras IP, aumentando a tranquilidade durante a hospedagem.

    O transporte dos pets entre as baias e as áreas de recreação será realizado por um mini caminhão elétrico, tornando a experiência ainda mais divertida.

    A CACHORRANDIA também aposta no segmento de estética animal com um amplo espaço de banho e tosa.

    A proposta é oferecer uma estrutura de alto padrão, com:

    • Banheiras;
    • Ofurôs;
    • Mesas pantográficas;
    • Máquinas automáticas de secagem;
    • Equipamentos com ozônio;
    • Serviços de SPA e estética.

    O objetivo é proporcionar aos animais uma experiência de cuidado, conforto e bem-estar.

    O complexo conta ainda com uma estrutura clínica voltada à saúde dos animais.

    Entre os espaços está a ACÃODEMIA, área dedicada à fisioterapia animal, com profissionais veterinários especializados e equipamentos específicos, incluindo esteira aquática.

    A estrutura também reúne especialistas em áreas como odontologia, dermatologia e cirurgias, ampliando a proposta da CACHORRANDIA de oferecer uma experiência que vai muito além do entretenimento.

    A programação da CACHORRANDIA pretende movimentar o espaço durante todo o ano. Aos finais de semana, estão previstas atrações como:

    • Feira de filhotes;
    • Feiras de adoção;
    • Encontros de raças;
    • Festivais;
    • Palestras;
    • Treinamentos;
    • Exposições;
    • Lançamentos;
    • Shows;
    • Eventos especiais.

    A ideia é fazer da CACHORRANDIA um grande ponto de encontro para o universo pet, além de também incentivar a doação, com suas feiras e do qual os cães adotados ainda terão muitos benefícios.

    Com uma proposta inédita na América Latina, a CACHORRANDIA pretende transformar São Paulo em um novo destino para o chamado turismo pet, atraindo visitantes de diferentes regiões interessados em proporcionar experiências diferenciadas aos seus cães.

    O projeto acompanha uma mudança no comportamento das famílias, que cada vez mais consideram os animais como integrantes da família e buscam espaços onde possam viajar, passear, comer, se divertir e viver experiências juntos.

    A CACHORRANDIA nasce justamente com essa proposta: um lugar onde o cão não precisa ficar em casa enquanto a família se diverte. Ele é parte da experiência.

    Inauguração

    A partir do dia 6 de setembro, o espaço estará aberto ao público.

    A entrada terá valor de R$ 40, com a proposta de oferecer uma experiência acessível e, em determinadas condições, possibilitar que o valor seja revertido em benefícios para o próprio animal.

    SERVIÇO

    CACHORRANDIA – Parque Temático para Cães

    Abertura público – de 6 de setembro

    End Rua João Moreira Salles, 835 – Jd. Monte Alegre 

    CEP 05548-000 / Altura do km 15 da  rodovia Raposo Tavares / São Paulo

    Entrada somente com hora marcada – whats 11 95000-7171

    Entrada: R$ 40

    Estacionamento R$ 40

    Instagram: @cachorrandia

  • Prevenção como a melhor demonstração de cuidado em todas as fases da vida canina

    Dia Mundial do Cachorro: Boehringer Ingelheim reforça a prevenção como a melhor demonstração de cuidado em todas as fases da vida canina
     

    Acompanhamento veterinário contínuo e inovações tecnológicas garantem a qualidade dos pequenos momentos ao lado dos cães desde filhotes até a fase sênior
     

    O Dia Mundial do Cachorro, celebrado em 26 de agosto, destaca o vínculo profundo entre os cães e seus responsáveis, promovendo a conscientização sobre a adoção responsável e o bem-estar do animal. Para que esse vínculo perdure, a Boehringer Ingelheim, farmacêutica multinacional, alerta o mercado de que o carinho e o cuidado devem estar presentes em todas as etapas da vida do animal. E, independentemente da idade, a melhor solução é sempre a prevenção.
     

    A saúde é a base estrutural para o bem-estar dos cães. A companhia ressalta que as ações mais essenciais para garantir a qualidade de vida do animal devem ocorrer de forma preventiva, muito antes que haja qualquer motivo visível para preocupação. O cuidado faz a diferença para que tutores e cães vivam intensamente as experiências de cada fase, e o acompanhamento veterinário precisa ser adaptado a essas diferentes necessidades:
     

    Filhotes: A base para o futuro 

    Os primeiros meses são o alicerce para a saúde a longo prazo. O foco absoluto nesta etapa inicial é a medicina preventiva básica, que inclui os rigorosos protocolos de vacinação e a proteção contínua contra parasitas. O que acontece nesses primeiros meses molda o bem-estar do cão para os anos seguintes.
     

    Adultos: Saúde para novas aventuras 

    A vida com um cão adulto é sinônimo de companheirismo e energia. Olhar para a saúde nesta etapa os mantém ativos, felizes e prontos para qualquer desafio e é aqui que os exames de rotina se provam vitais, pois a base de qualquer aventura é a saúde. Muitas doenças, como as cardiopatias, podem afetar os cães muito antes de existirem sinais óbvios. Hoje, a rotina preventiva conta com aliados de peso, e um exemplo são as ferramentas inovadoras de inteligência artificial para avaliar sons cardíaco, que já estão disponíveis em consultórios, ajudando veterinários na detecção precoce de alterações em cães que parecem perfeitamente saudáveis.
     

    Seniores: Um cuidado mais profundo e sob medida 

    Cães mais velhos trazem um tipo diferente de alegria: mais lenta, mais calma, mas mais significativa do que nunca, construída sobre anos de confiança. Essa ligação especial vale a pena ser protegida, e com o avanço da idade, o risco de doenças cardíacas aumenta, tornando os check-ups veterinários indispensáveis. O diagnóstico precoce das doenças cardíacas começa com uma avaliação clínica cuidadosa, que inclui anamnese detalhada e auscultação criteriosa, permitindo a identificação precoce de alterações cardiovasculares.
     

    “O cuidado e o carinho acompanham o cão desde o momento em que ele chega à família até a maturidade. Cada etapa exige um olhar diferente, mas a prevenção é a resposta e a melhor solução em todas elas”, explica Mariana Silva, médica-veterinária e consultora técnica de pets da Boehringer Ingelheim. “Para proteger os momentos que tanto importam, aliar a ida regular ao veterinário com tecnologias inovadoras de diagnóstico permite agir cedo. Cuidar preventivamente é a maior prova de amor que podemos oferecer aos nossos companheiros”, complementa.
     

    A companhia reforça que cuidar de um cão é estar presente e contar com o apoio do médico-veterinário em todas as fases da vida, utilizando o que há de mais moderno na medicina preventiva para proteger o bem-estar animal.

  • Tempo seco pode agravar problemas respiratórios e de pele em cães e gatos

    Baixa umidade do ar pode causar ressecamento de mucosas, irritação das vias respiratórias, dermatites e aumentar o risco de desidratação; animais braquicefálicos exigem atenção especial

    O tempo seco não afeta apenas a saúde humana. Cães e gatos também podem sofrer com a baixa umidade do ar, que favorece o ressecamento das mucosas, irritações respiratórias e problemas de pele, além de aumentar o risco de desidratação. Para animais que já apresentam doenças respiratórias ou outras condições crônicas, o período exige atenção redobrada dos tutores.

    Segundo a docente de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ), Aline Ambrogi, a baixa umidade compromete a proteção natural das vias respiratórias. “O ar seco resseca as mucosas do nariz, dos olhos e das vias respiratórias, diminuindo a proteção natural contra agentes infecciosos. Além disso, favorece a desidratação e pode agravar doenças respiratórias e dermatológicas já existentes”, explica.

    Entre os sinais que podem aparecer nos pets estão ressecamento do focinho, dos olhos e dos coxins, tosse e irritação das vias respiratórias. O período também pode favorecer o surgimento ou agravamento de conjuntivites, dermatites e coceiras. Em animais predispostos, a baixa umidade pode contribuir para crises de bronquite, asma felina e colapso de traqueia.

    Alguns pets são mais vulneráveis

    Nem todos os animais respondem da mesma maneira às condições de tempo seco. Os braquicefálicos — cães e gatos de focinho curto — estão entre os que demandam maior cuidado. Bulldog Francês, Pug, Bulldog Inglês, Shih Tzu e Persa são alguns exemplos. “Animais braquicefálicos já apresentam dificuldades anatômicas para respirar e, por isso, podem sofrer mais em períodos de baixa umidade. Cães com colapso de traqueia, idosos, cardiopatas e animais com doenças respiratórias crônicas também merecem atenção especial”, alerta a docente.

    Hidratação é um dos principais cuidados

    Manter os animais hidratados é uma das principais medidas para reduzir os impactos do tempo seco. A recomendação é deixar água fresca e limpa sempre disponível e estimular o consumo ao longo do dia. Quando houver indicação do médico-veterinário, alimentos úmidos, como sachês, também podem contribuir para aumentar a ingestão de líquidos.

    Os passeios devem ser realizados preferencialmente nos horários de menor calor e menor ressecamento do ar, como no início da manhã ou no final da tarde. Dentro de casa, manter os ambientes ventilados e, quando possível, umidificador de ar pode ajudar. A orientação é manter a umidade entre 40% e 60%. Recipientes com água também podem ser utilizados para contribuir com a umidificação do ambiente.

    A limpeza frequente da casa é outro cuidado importante, já que ajuda a reduzir a concentração de poeira, que pode irritar as vias respiratórias. Também é recomendável evitar que os animais sejam expostos à fumaça de cigarro e às queimadas.

    Quando procurar um veterinário?

    Durante os períodos de baixa umidade, os tutores devem observar mudanças no comportamento e na saúde dos pets. Tosse persistente, dificuldade para respirar, secreção ocular intensa, apatia e redução do consumo de água são sinais de alerta.

    “Se esses sinais aparecerem, é importante que o animal seja avaliado por um médico-veterinário. Especialmente nos animais que já possuem doenças respiratórias, cardíacas ou outras condições crônicas, não é recomendável esperar que os sintomas desapareçam sozinhos”, orienta a especialista.

    Com medidas simples de hidratação, controle do ambiente e atenção aos sinais clínicos, é possível reduzir os impactos do tempo seco e proporcionar mais conforto e segurança aos animais durante o período de baixa umidade.

  • Nem todo tutor sabe, mas o ovo pode fazer parte da alimentação dos cães

    No Dia Mundial do Cachorro, especialista explica como o alimento pode ser oferecido aos pets e quais cuidados os tutores devem ter

    Imagem divulgação | Freepik


    Ovo pode ou não pode entrar na alimentação dos cães? A dúvida é comum entre tutores, principalmente quando o pet demonstra interesse pelo alimento. A resposta é que o ovo pode fazer parte da alimentação dos cães, desde que seja preparado adequadamente, oferecido com moderação e considerado dentro das necessidades nutricionais de cada animal.
     

    No Dia Mundial do Cachorro, celebrado em 26 de agosto, o Instituto Ovos Brasil (IOB) esclarece algumas das principais dúvidas sobre o tema e os cuidados necessários antes de incluir o alimento na rotina dos pets.
     

    Fonte de proteínas de alta qualidade, além de vitaminas e minerais, o ovo pode ser utilizado como complemento da alimentação ou oferecido ocasionalmente como petisco. Isso não significa, porém, que deva substituir uma alimentação completa e balanceada.

    A zootecnista Tabatha Lacerda, diretora administrativa do Instituto Ovos Brasil (IOB), explica que a quantidade e a frequência precisam considerar as características de cada cão. “O ovo é uma fonte de proteína de alta qualidade, vitaminas e minerais e pode complementar a alimentação dos cães. Mas sua inclusão deve ser feita de maneira equilibrada, considerando fatores como porte, idade, nível de atividade e as necessidades individuais de cada animal”.

    Como oferecer ovo ao cachorro?

    Uma das principais recomendações é oferecer o ovo cozido, sem sal, óleo, manteiga ou outros temperos. Preparações feitas para consumo humano podem conter ingredientes que não são adequados para os animais.
     

    A introdução também deve ser gradual. Ao oferecer o alimento pela primeira vez, o tutor pode começar com uma pequena quantidade e observar a resposta do animal, especialmente possíveis alterações gastrointestinais.
     

    Já o consumo de ovo cru exige maior cautela e não deve ser incorporado à rotina do animal sem orientação profissional.
     

    Quanto ovo o cachorro pode comer?
     

    Não existe uma quantidade única indicada para todos os cães. Porte, idade, peso, condição física, nível de atividade e o restante da alimentação precisam ser considerados antes de definir a porção e a frequência.
    Por isso, principalmente quando a intenção é incluir o ovo regularmente na dieta, a orientação de um médico-veterinário é importante para evitar excessos e garantir que o alimento esteja adequado à rotina nutricional do animal.
     

    Quais cuidados o tutor deve ter?
     

    Algumas orientações ajudam a tornar o consumo mais seguro:

    • oferecer o ovo cozido e sem sal ou temperos;
    • começar com pequenas quantidades;
    • introduzir o alimento gradualmente;
    • observar possíveis alterações gastrointestinais;
    • não utilizar o ovo como substituto de uma alimentação completa e balanceada;
    • buscar orientação veterinária para definir quantidade e frequência de acordo com as necessidades do animal.

    O ovo, portanto, pode fazer parte da alimentação dos cães, mas não existe uma recomendação que funcione da mesma maneira para todos. Informação e orientação profissional são importantes para que o alimento seja incluído de maneira adequada à rotina de cada pet.

  • Cães e gatos demonstram dor articular de formas diferentes?

    Você sabia que cães e gatos demonstram dor articular de formas diferentes?

    Mudanças na locomoção, no comportamento e até na higiene podem indicar que o pet sente desconforto

    Os pets são mestres em esconder sinais de desconforto. Por isso, a dor articular pode permanecer despercebida por meses, sendo comumente confundida com sinais do envelhecimento, preguiça ou até mesmo mudanças de comportamento. Isso acontece também porque cães e gatos expressam a dor de formas diferentes.

    Enquanto o cão costuma demonstrar limitações em atividades compartilhadas com o responsável, como passeios e brincadeiras, o gato pode reorganizar toda a rotina sem mancar ou apresentar sinais evidentes.

    Os sinais em cada espécie

    Nos cães, os primeiros indícios podem surgir na hora de se levantar após o repouso, subir escadas, entrar no carro ou acompanhar o ritmo habitual dos passeios. Alguns passam a caminhar mais devagar, interrompem o trajeto, evitam correr ou transferem o peso para um lado específico do corpo.

    “A intensidade dos sinais pode variar ao longo do dia. Há cães que demonstram maior rigidez depois de períodos de repouso e melhoram após alguns minutos de movimento. Outros apresentam piora em dias mais frios ou após esforço acima do habitual”, explica Marcella Vilhena, médica-veterinária e gerente de produtos da Avert Biolab Saúde Animal.

    Nos gatos, é preciso observar principalmente a relação com o ambiente. Um felino que antes saltava diretamente para uma janela pode começar a usar móveis intermediários ou abandonar o local. Outros passam a dormir mais perto do chão, evitam brincadeiras que envolvem perseguição e demonstram irritação ao serem tocados ou carregados.

    A higiene é outro indicador importante nos felinos. O desconforto na coluna, nos quadris ou nos membros pode dificultar que o animal alcance a região lombar e a parte posterior do corpo, deixando a pelagem desalinhada. Na caixa de areia, bordas altas e a necessidade de agachar também podem se tornar obstáculos, favorecendo eliminações fora do local habitual.

    Esses comportamentos isolados não confirmam um problema articular, mas mudanças persistentes devem ser investigadas pelo médico-veterinário. Vídeos gravados em casa, por exemplo, podem contribuir para a avaliação, já que alguns animais se movimentam de maneira diferente no consultório.

    Dor articular não é apenas consequência da idade

    Embora as alterações articulares sejam mais frequentes em animais idosos, elas também podem atingir pets jovens. Excesso de peso, traumas, alterações ortopédicas, predisposição genética e atividades físicas incompatíveis com o condicionamento do animal estão entre os fatores que merecem atenção.

    O peso corporal, por exemplo, tem impacto direto na mobilidade. Além de aumentar a carga sobre as articulações, o excesso de gordura pode dificultar a prática de exercícios. Quando sente dor, o animal tende a se movimentar menos, perde massa muscular e encontra ainda mais dificuldade para realizar suas atividades, formando um ciclo de limitação progressiva.

    “O diagnóstico considera histórico, exame físico e ortopédico, observação da marcha e, quando necessário, exames de imagem. A partir dessa avaliação, o médico-veterinário pode combinar controle do peso, tratamento da dor, fisioterapia, atividade física adaptada e mudanças no ambiente”, detalha Marcella.

    A adoção de medidas simples, como pisos antiderrapantes, rampas e camas de fácil acesso, pode ajudar cães com problemas de locomoção. Para os gatos, caixas de areia com entrada baixa, plataformas intermediárias e pontos de descanso acessíveis reduzem a necessidade de saltos altos sem impedir a exploração da casa.

    Além disso, a suplementação pode ser uma aliada quando associada a esse conjunto de cuidados. Entre os nutrientes utilizados para a saúde articular estão o ômega-3 com EPA e DHA e o colágeno tipo II não desnaturado.

    EPA e DHA são ácidos graxos que compõem o ômega-3. No contexto articular, participam da modulação das respostas inflamatórias do organismo e podem contribuir para o conforto e a mobilidade.

    Um estudo com cães diagnosticados com osteoartrite observou melhora no apoio do membro afetado após o consumo de uma dieta suplementada com ômega-3 proveniente de óleo de peixe. O resultado reforça o potencial de EPA e DHA como aliados no cuidado articular, sempre associados ao acompanhamento veterinário (Roush et al., 2010).

    Já o colágeno tipo II não desnaturado atua por outro mecanismo e pode auxiliar na manutenção da saúde e da função das articulações.

    “O suporte nutricional é um aliado, mas não atua de forma isolada. Ele deve fazer parte de um plano que considere as necessidades individuais do pet. O objetivo é preservar o movimento e permitir que o animal continue realizando atividades importantes para sua qualidade de vida”, afirma a profissional.

    Reconhecer precocemente os sinais de desconforto e buscar avaliação antes que a limitação comprometa de forma mais intensa a rotina amplia as possibilidades de cuidado. “A atenção não deve estar apenas na presença de claudicação, mas em qualquer mudança persistente na maneira como o pet circula pela casa, interage e realiza suas atividades habituais”, reforça Marcella.

    Na prática, preservar a saúde articular significa manter o pet participando da própria rotina, seja acompanhando um passeio, subindo em seu lugar favorito ou explorando a casa com independência.

  • População de gatos cresce quase duas vezes mais que a de cães

    População de gatos chega a 33,3 milhões e cresce quase duas vezes mais que a de cães no Brasil

    Mudanças nas moradias, novos arranjos familiares e uma transformação cultural na relação com os felinos impulsionam o crescimento e ampliam a demanda por atendimento veterinário e produtos especializados

     

    Os gatos estão conquistando cada vez mais espaço nos lares brasileiros. Dados recentes da Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação (Abempet)apontam que o país já reúne 33,3 milhões de felinos, número superior aos 32,2 milhões registrados anteriormente. A população de cães, por sua vez, é estimada em 62,5 milhões. Ao todo, o Brasil soma 166,8 milhões de animais de estimação e ocupa a terceira posição no ranking mundial do setor, atrás apenas dos Estados Unidos e da China. 

    Mais do que indicar uma preferência crescente pelos felinos, esse movimento reflete transformações no modo de vida da população. A verticalização das cidades, a redução da metragem dos imóveis e o aumento do número de domicílios ocupados por uma única pessoa estão entre os fatores que ajudam a explicar a presença cada vez maior dos gatos nas famílias brasileiras.

    Para Juliana Aguiar, médica-veterinária e gerente de marketing da linha PET da Ourofino Saúde Animal, uma das mudanças mais relevantes está na maneira como a sociedade passou a enxergar os felinos.

    “Durante muito tempo, o gato foi percebido como um animal frio, distante e pouco afetivo. Essa imagem vem sendo desmistificada. Hoje, ele é reconhecido como uma companhia próxima, capaz de estabelecer vínculos muito fortes com as pessoas responsáveis por seus cuidados. Essa mudança cultural tem um peso importante no crescimento da população felina”, afirma.

    A adaptação dos gatos a diferentes configurações de moradia também contribui para esse avanço. Por apresentarem uma dinâmica de convivência mais independente, os felinos podem se adequar a rotinas nas quais as pessoas permanecem períodos maiores fora de casa. Isso não elimina, entretanto, a necessidade de cuidados específicos, estímulos ambientais, acompanhamento veterinário e prevenção periódica.

    Outro fator destacado pela especialista é o fortalecimento dos programas de conscientização, resgate e adoção. Uma parcela relevante dos gatos chega às famílias por meio dessas iniciativas, contribuindo para ampliar não apenas a presença dos felinos nos domicílios, mas também o debate sobre guarda responsável, prevenção e bem-estar animal.

    Mercado acompanha as particularidades dos gatos

    O aumento da população felina já provoca mudanças em diferentes áreas do mercado PET. Clínicas veterinárias têm criado salas de espera e espaços de atendimento separados para reduzir o estresse dos gatos, enquanto cresce o número de profissionais especializados em medicina e comportamento felino.

    Congressos dedicados exclusivamente à espécie, ambientes de enriquecimento, novas opções de areia sanitária, alimentos específicos e produtos voltados às diferentes fases da vida também vêm ganhando espaço.

    “Os responsáveis por gatos estão mais informados e atentos às necessidades específicas da espécie. Isso exige uma evolução de toda a cadeia, desde a estrutura das clínicas e a capacitação dos profissionais até o desenvolvimento de produtos e de uma comunicação mais segmentada”, explica Juliana.

    Segundo a médica-veterinária, o gato não deve ser tratado como uma versão menor do cão, e essa percepção, felizmente, vem sendo superada. Os felinos apresentam características fisiológicas, comportamentais e ambientais próprias, e essas diferenças devem ser consideradas tanto nas consultas veterinárias quanto na rotina de cuidados em casa.

    A transformação desse olhar também estimula o desenvolvimento de soluções específicas. No portfólio da Ourofino está, por exemplo, o Banni 3, endectocida tópico de aplicação spot-on desenvolvido para gatos. O produto associa praziquantel, moxidectina e fipronil e é indicado para o controle de pulgas, piolhos, ácaros causadores da sarna otodécica, nematódeos gastrointestinais e cestódeos. O uso deve seguir as recomendações da bula e a orientação do médico-veterinário.

    Para Juliana, a tendência é que a expansão da população felina continue acompanhada de uma especialização cada vez maior do mercado.

    “Não estamos falando apenas de mais gatos nos lares, mas de uma nova forma de se relacionar com eles. Quanto mais conhecemos o comportamento e as necessidades da espécie, maior é a procura por prevenção, atendimento especializado, ambientes adequados e soluções que contribuam efetivamente para sua saúde e qualidade de vida”, conclui.