Tag: Cães

  • Holanda se torna primeiro país do mundo a erradicar cães abandonados

    A Holanda anunciou que erradicou totalmente a falta de moradia para cães, ou seja,  não há mais cães de rua no país.

    Par alcançar esse objetivo sem sacrificar nenhum animal, o país desenvolveu um plano em três etapas: esterilização, legislação e campanha.

    Na primeira etapa, os holandeses implementaram um rigoroso programa de esterilização de todos os cachorros de rua, diminuindo o número de filhotes nascidos sem dono. Eles também foram vacinados para evitar a propagação de doenças.

    O segundo passo para retirar os animais das ruas foi mudar a legislação, garantindo o bem-estar do animal e multando pesadamente quem violar a lei, como por exemplo, abandonando o cachorro. As multas chegam a US$ 16 mil (R$ 87,4 mil) e até 3 anos de cadeia.

    Por último, foi criado uma campanha para incentivar as pessoas a adotarem os cães, ao invés de comprá-los em lojas. A medida surtiu efeito positivo e cerca de 1 milhão de animais foram adotados.

    Fonte: Metro

  • Pets sentem mais fome no inverno?

    A alimentação de cães e gatos durante o inverno costuma gerar dúvidas nos tutores. Afinal, eles de fato sentem mais fome? É preciso aumentar a quantidade de alimento oferecida? Entenda:

    Muita gente imagina que, no inverno, os pets normalmente sentem mais fome, pois necessitam de mais energia para manter sua temperatura corporal estável. Mas será que esse raciocínio é sempre válido? No Brasil, um país tropical, muitas vezes essa é uma ideia equivocada e não pode ser aplicada aos cães e gatos. 

    O fato de o inverno brasileiro ser considerado ameno, somado às condições em que a maioria dos pets vivem, são fatores que tornam menos provável que a temperatura mais fria interfira no funcionamento do organismo do animal.

    “A grande maioria de cães e gatos que têm abrigo possuem camas, roupinhas e cobertores, o que contribui para que eles mantenham a temperatura corporal estável”, explica o médico veterinário Flavio Silva, supervisor de capacitação técnico-científica da PremieRpet®.

    Se a temperatura do pet se mantém estável com essas condições, isso significa que o corpo dele não está gastando mais energia para se manter aquecido. “Como não há aumento no gasto energético, não há motivo para repor energia com mais calorias, muito menos para que o animal sinta mais fome. Portanto, o tutor não deve oferecer alimento a mais”, esclarece Flavio Silva.

    Segundo ele, aumentar a oferta de alimento sem orientação do médico veterinário só porque esfriou é uma conduta inadequada que pode levar os animais de estimação a um quadro de sobrepeso ou até mesmo obesidade.

    Dica da PremieRpet®: o clima seco do inverno pode causar problemas respiratórios e ressecamento de pele nos pets. Por isso, é muito importante manter os cuidados com a oferta de água, que deve estar sempre limpa e fresca.

  • Pets precisam de atenção especial com a chegada do inverno

    Em meio à pandemia de Covid-19, médicos-veterinários dão orientações para a época mais fria e instável do ano, o que pode prejudicar a saúde dos animais de estimação

    Com o frio do inverno se aproximando e toda a situação de pandemia do novo coronavírus, tutores de cães e gatos podem ficar se perguntando se, devido à Covid-19 e as intempéries da estação, devem redobrar os cuidados para que os animais não fiquem doentes nesta época devido às baixas temperaturas.

    De acordo com a médica-veterinária Rosângela Gebara, membro da Comissão Técnica de Bem-Estar Animal (CTBEA) do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), apesar de possuírem pelos, animais de estimação também estão suscetíveis às doenças associadas às baixas temperaturas, como gripes, resfriados, problemas respiratórios e osteoarticulares.

    Em tempos de pandemia, os sintomas não devem ser confundidos com os do coronavírus e motivo de preocupação para a saúde da família, entretanto, é preciso procurar sempre a orientação de um médico-veterinário. De acordo com o Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Saúde Pública Veterinária da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (PANAFTOSA-OPAS/OMS) e a Proteção Animal Mundial, até o momento, não há evidências científicas de que animais de companhia (cães e gatos) são uma fonte de infecção da Covid-19 para humanos.

    “Assim como os humanos, os animais também devem ter a vacinação atualizada. Os gatos precisam estar com a vacina tríplice ou quádrupla em dia e os cães com a vacina V8 ou V10. Se for um cão filhote, idoso ou que more com muitos outros cães, procure vacinas específicas para gripe canina, que protegem contra o Adenovírus Canino Tipo 2, o vírus da Parainfluenza Canina e a Bordetella bronchiseptica”, explica Rosângela.

    Em relação ao aquecimento dos pets, deve-se ter muito cuidado. O médico-veterinário Eduardo Pacheco, membro da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP orienta para sempre abrigá-los, evitando deixar os animais no sereno. Segundo ele, para os que vivem fora de casa, o ideal é ter camas ou cobertores para proteger do frio. “Deve-se também, como prevenção de doenças, adotar uma alimentação balanceada, evitar banhos com água fria ou até espaçar mais o tempo entre um banho e outro”, ressalta.

    Pacheco também pede atenção para evitar aglomeração de cães, como forma de prevenir a contaminação por gripe canina e, sendo necessário deixá-los em creches, estar com todas as vacinas em dia. “Para quem sai para passear com os animais, é melhor que não o faça em horários como no começo da manhã ou no fim da tarde, quando as temperaturas caem, a umidade baixa e o sereno pode fazer muito mal”, avalia.

    Além do cuidado com a temperatura, o médico-veterinário faz outro alerta nos dias de passeios: “Se um cão ou gato tiver contato físico com uma superfície contaminada pelo novo Coronavírus, eles podem carregá-lo para dentro de casa por meio das patas ou do pelo, assim como os humanos carregam nas mãos e objetos.”

    Desta forma, ele orienta os tutores a fazerem a higienização dos animais. “Lave as patas deles com água e sabão neutro, da mesma forma como temos que lavar as mãos, para matar o vírus”, orienta Pacheco.

    E se o tutor estiver doente da Covid-19?

    Com a pandemia se alastrando cada vez mais no Brasil, não é difícil que muitos tutores de pets tenham se infectado com o novo coronavírus. Nesses casos, o Centro de Controle de Doenças (CDC) recomenda que estas pessoas:

    – Restrinjam o contato com os pets, assim como fariam com outras pessoas;

    – Solicitem que outra pessoa cuide dos animais enquanto estiver doente;

    – Evitem o contato mais próximo com o pet, e isso inclui acariciá-lo, abraçá-lo, ser beijado ou lambido por ele e compartilhar alimentos;

    – Se precisarem cuidar do seu pet ou ficar perto de animais enquanto estiver doente, sempre lavem as mãos com água e sabão antes e depois de interagir com os animais e usem uma máscara facial.

  • Cuidados com a pele garantem o bem-estar e a longevidade de cães e gatos

    Ter uma boa alimentação, manter a higiene e o hábito de escovação são cuidados que interferem na pele e pelagem e, consequentemente, na saúde dos animais.

    Ter um pet sempre limpinho e cheiroso é uma delícia, mas a importância disso vai muito além do que apenas a questão estética. A pele e a pelagem dos animais são um importante indicativo de saúde, do bom funcionamento do organismo e desempenham um papel significativo deproteção

    Segundo o médico veterinário Flavio Silva, supervisor de capacitação técnico-científica da PremieRpet®, enquanto a pele forma uma barreira entre o animal e o meio ambiente para bloquear perigos físicos, químicos e microbiológicos, a pelagem ajuda na proteção da pele em si, que é o órgão mais extenso e visível do corpo. Por exercerem um papel tão importante no organismo, é essencial que essa dupla poderosa (pele + pelagem) seja bem cuidada. 

    “Esses cuidados contribuem para o bem-estar e a longevidade e têm ligação direta com a saúde do animal. Muitos tutores acham que são coisas separadas e é aí que mora o problema”, diz Silva.

    Pensando nisso, e com o objetivo de ajudar os tutores no cuidado com os amigos de quatro patas, a PremieRpet® indica três pontos que precisam ser levados em consideração no cuidado com a pele e pelagem dos animais, a começar pela boa alimentação.  

    Nutrição adequada

    A alimentação interfere diretamente no desenvolvimento e na qualidade da pele e pelagem dos pets. Por isso, a recomendação dos especialistas é sempre ofertar uma nutrição balanceada e de alta qualidade a eles, em todas as fases da vida. Baixas concentrações de zinco, biotina e ácidos graxos essenciais (ômegas 3 e 6) no organismo animal podem causar descamações e quebras na barreira de proteção da pele (deixando-a exposta a bactérias que causam infecções), além de deixar o pelo opaco e quebradiço.

    Importante: Caso o pet possua alergia alimentar, que é uma condição genética que pode ser agravada pela alimentação inadequada e impactar diretamente na pele, é recomendado consultar um médico veterinário para oferecer uma dieta equilibrada e seguir um tratamento orientado.

    Banhos

    Cuidar da higiene é sempre importante, mas é preciso atenção ao shampoo e à frequência de banhos. Em excesso, podem interferir na oleosidade natural da pele do pet, diminuir a barreira de proteção natural e também facilitar infecções.

    Com relação ao banho em gatos, não existe um consenso. Alguns especialistas acham melhor evitar por conta do stress, enquanto outros acreditam ser um cuidado indispensável na rotina. É importante consultar o médico veterinário para saber qual a indicação para cada pet.

    Escovação

    Acostumar o pet desde filhote com a escovação diária é de grande importância, pois ajuda a eliminar células mortas e pelos soltos. Para os gatos, essa prática é ainda mais necessária, pois ajuda a evitar as famosas bolas de pelo.

    A escovação pode ser feita em casa pelo próprio tutor, ou por profissionais especialistas nos cuidados com a pele e pelagem dos animais. Uma dica é prestar atenção na escova, que deve ser adequada para não machucar ou incomodar.

    De acordo com Flavio Silva, é essencial que os tutores incluam esses três pontos na rotina de cuidados com os pets e que haja umacompanhamento profissional. “É fundamental fazer um trabalho de conscientização dos tutores para mostrar que esses cuidados não são somente pela beleza, mas também para que os pets vivam mais e com mais saúde”, finaliza.

  • Alimentos úmidos para cães e gatos: conheça os benefícios

    PremieR Gourmet: sofisticação e qualidade que se vê no prato! Menu especial oferece quatro opções naturalmente saudáveis e sabor excepcional para satisfazer até mesmo os cães e gatos de apetite mais caprichoso.
    A oferta de alimentos úmidos de alta qualidade para cães e gatos, em combinação com o slimento seco, é uma medida cada vez mais recomendada pelos médicos veterinários.
    “O alimento úmido traz diversos benefícios para os pets, desde que escolhido um produto de alta qualidade e na quantidade correta para manter o equilíbrio nutricional”, afirma Keila Regina de Godoy, médica veterinária e gerente de capacitação técnica da PremieRpet®. Ela destaca que a combinação dos alimentos deve seguir a recomendação do fabricante e a orientação do médico veterinário para manter a dieta balanceada.

    Alimentos úmidos de alta qualidade para cães e gatos
    Benefícios:

    Agrado ou recompensa – os pets se enchem de alegria quando recebem um agrado de seus tutores, seja por terem feito algo certo, como parte do aprendizado ou como gesto de carinho.
    – Os alimentos úmidos da linha PremieR Gourmet associam sabor irresistível e alta qualidade para compor refeições sofisticadas que agradam cães e gatos.

    Estímulo para o apetite – muito atraentes ao paladar dos pets, representam uma excelente opção para animais com apetite caprichoso ou em fase de transição para o alimento seco. Além disso, são de fácil apreensão e mastigação.
    – Os alimentos úmidos da linha PremieR Gourmet oferecem somente as partes nobres do peito de frango, atum e salmão.

    Manutenção do trato urinário saudável – graças ao elevado teor de umidade, contribuem com a ingestão hídrica. Este é um benefício muito importante especialmente no caso dos gatos, pois auxilia para a saúde o trato urinário.
    – Os alimentos úmidos da linha PremieR Gourmet oferecem 88% de umidade.

    Suplemento proteico para animais idosos e/ou em recuperação – quando oferecem níveis elevados de proteína de alta qualidade, auxiliam na manutenção da massa muscular em pets idosos ou em recuperação.
    – Os alimentos úmidos da linha PremieR Gourmet oferecem níveis elevados de proteína de alta qualidade.

    Fósforo moderado – quando oferecem teor moderado de fósforo, junto com a umidade elevada, colaboram para manutenção da saúde renal.
    – Os alimentos úmidos da linha PremieR Gourmet possuem essa característica, por isso são ideais para cães e gatos idosos.

    Apoio para o emagrecimento – quando oferecem calorias reduzidas, são ideais para pets que passam por um processo de emagrecimento.
    – Os alimentos úmidos da linha PremieR Gourmet possuem baixas calorias: 43,6 Kcal/100g para cães e 31 Kcal/70g para gatos.

    Como escolher o melhor produto?
    Segundo Keila, é importante optar sempre por alimentos específicos para a espécie, feitos com ingredientes de alta qualidade e procedência. “Recomendo escolher produtos livre de corantes e aromatizantes artificiais, saudáveis e que ofereçam benefícios à saúde do pet”, conclui.

  • 1 a cada 3 cães têm algum tipo de sensibilidade

    NUTRIÇÃO PIONEIRA PARA CÃES
    COM SENSIBILIDADES CHEGA AO BRASIL

    Pesquisa mostra que um a cada três cães
    desenvolve algum tipo de sensibilidade

    Após a condução de uma pesquisa global realizada com mais de dois mil cães, a ROYAL CANIN®, líder em nutrição saúde para gatos e cães,  identificou que um a cada três cães têm algum tipo de sensibilidade como, por exemplo, digestiva, cutânea, como coceiras e irritações, e relacionadas ao peso. Os dados mostram que 56% dos cães estão acima do peso, 12% têm sensibilidades digestivas, 45% vivem em áreas urbanas com contato à diversas fontes de estresse, e 17% apresentam sensibilidades na pele. 

    “Mais da metade da população mundial de cães desenvolve algum quadro clínico de saúde que poderia ser evitado. Em muitos casos, a resposta para controlar esses quadros e impedir que se torne uma doença está na nutrição”, comenta a Médica-Veterinária e Líder da Área Científica da ROYAL CANIN® Brasil, Natália Lopes. Ainda, segundo o estudo, quando perguntado aos tutores o que eles mais desejam aos seus pets, 58% desejam uma vida livre de lesões e doenças; 58% uma vida longa; e 32% uma vida ativa. 

    Com o intuito de melhorar ainda mais a qualidade de vida e bem-estar dos cães, a marca ROYAL CANIN® desenvolveu a linha de alimentos úmidos Canine Care Nutrition – a única no Brasil apropriada para algumas sensibilidades comumente manifestadas em cães. Canine Care Nutrition oferece uma refeição completa para o cão, com todos os nutrientes necessários, para todos os portes:

    ·       ROYAL CANIN® Light Weight Care para limitar o ganho de peso e manter a massa muscular. Fórmula com proteína de alta qualidade e baixo teor de gordura, além de fibras solúveis e insolúveis para ajudar os cães a se sentirem saciados, garantindo a digestão ideal. 

    ·       ROYAL CANIN® Digestive Care para equilíbrio da microbiota e melhor qualidade das fezes. Esta fórmula é criada com proteínas altamente digestíveis e uma mistura de prebióticos e fibras, oferecendo conforto digestivo. 

    ·       ROYAL CANIN® Dermacomfort para nutrição e proteção da pele mais irritada. A fórmula contém ácidos graxos ômega 3 e 6, além de proteínas selecionadas para reduzir as chances de intolerância.

    ·       ROYAL CANIN® Coat Care para nutrição da pele e da pelagem. Esta fórmula é criada com ácidos graxos ômega 3 e 6, além de GLA (presente no óleo de borragem).

    Os alimentos úmidos da linha Canine Care Nutrition tem textura diferenciada e elevada palatabilidade para os cães. A vantagem deste tipo de alimento é que ele apresenta facilidade de preensão, tem alta digestibilidade para aproveitamento máximo dos nutrientes, além de colaborar para a hidratação do animal. 

    “Os tutores, ao perceberem alguma das sensibilidades apresentadas em seus pets, sem sintomatologia clínica, podem oferecer Canine Care Nutrition. A recomendação é fazer uso exclusivo da linha para obtenção de resultados. Ela não substitui os alimentos coadjuvantes ao tratamento de doenças da Linha Veterinária, prescrita pelo Médico-Veterinário, assim como também não é recomendado o uso combinado entre elas. Se os sintomas de sensibilidade persistirem, é sempre importante consultar um Médico-Veterinário”, explica Natália. 

    Com a chegada do lançamento da Linha Canine Care Nutrition no Brasil, a ROYAL CANIN® também deseja chamar a atenção dos tutores e educá-los no reconhecimento de sensibilidades na saúde do seu pet. Sinais simples como ganho de peso, pele mais avermelhada, pelagem opaca, podem ser o indício inicial de um problema mais grave.

    O alimento úmido é muito mais que um petisco

    Os alimentos úmidos da ROYAL CANIN® apresentam fórmulas precisamente balanceadas e completas, podendo ser utilizados sozinhos e combinados com os alimentos secos na nutrição dos pets.

    Os benefícios do alimento úmido são inúmeros para a saúde do pet, dentre eles:

    ·       Textura diferenciada: maior atratividade do alimento.

    ·       Elevada palatabilidade: devido à textura e ao perfil aromático.

    ·       Facilidade de preensão: mais fácil de apanhar, mastigar e engolir o alimento.

    ·       Alta digestibilidade: máximo aproveitamento dos nutrientes.

    ·       Equilíbrio hídrico: colabora para a hidratação do animal.

    ·       Saúde do trato urinário: maior ingestão de água colabora para a diluição urinária e redução dos riscos de urolitíases.

    ·       Aversão alimentar: é uma importante opção para tratar esses casos.

    · Neofobia alimentar: uma alternativa para animais que sofrem desse transtorno.Os produtos já estão disponíveis nos principais pet shops do país.
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  • Como os cães enxergam?

    Com menos cores, mas com uma visão periférica poderosa, os pets veem o mundo de uma forma única

    Em preto e branco, cinza, com apenas duas cores, muitos são os mitos em torno da visão dos cães, porém o fato é que os pets realmente enxergam o mundo de forma diferente dos humanos.

    “Os cones, células sensíveis às cores que estão presentes na retina dos cães, detectam apenas algumas tonalidades, assimilando o restante como sendo cores repetidas. Além disso, os cães não enxergam o vermelho e o verde”, explica a Médica Veterinária e Gerente de Produtos da Unidade Pet da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec.

    Apesar de verem menos cores, os cães possuem uma visão periférica superior à dos humanos, o que faz com que consigam enxergar objetos que estão fora de seu campo de visão, principalmente quando estão em movimento.

    Estima-se que a visão dos cães chegue a um ângulo de alcance de até 250°. Isso é possível por conta da constituição fisiológica da retina. “Os pets possuem um número elevado de bastonetes nos olhos, que são as células fotorreceptoras responsáveis pelo reconhecimento da luminosidade e dos movimentos, essa é uma das razões pela qual a visão noturna deles é mais apurada”, explica Priscila.

    Em locais de pouca luminosidade, os receptores dos olhos dos cães são ajustados para detectar movimentos. Pesquisas indicam que nessas condições os animais consigam identificar um item em movimento a 900 metros de distância, enquanto no caso de objetos estáticos, as capacidades de reconhecimento caem para aproximadamente 500 metros.

    Além disso, por conta da amplitude de visão, os cães conseguem enxergar o que está atrás deles. “Isso ocorre pois os animais possuem olhos mais laterais que permitem esse alcance maior, porém a amplitude irá variar de acordo com a raça, já que a posição dos olhos muda dependo do tipo físico do animal”, informa a veterinária.

    Por outro lado, identificar objetos muito próximos pode ser um desafio para os pets.

    “Devido à estrutura dos olhos e da órbita ocular, os cães têm maior dificuldade para focar em objetos que estejam muito próximos aos olhos”, finaliza Priscila.

  • Mês da conscientização sobre a Doença Renal Crônica:envelhecimento dos pets faz aumentar o número de casos

    No mês internacional do cuidado com as doenças renais, “Março Amarelo”, Médico-Veterinário que atua no tema, dá dicas de como identificar e prevenir esse mal em pets

    Gatos e cães estão ficando, cada vez mais, dentro dos lares e sendo acolhidos como um membro da família. Essa atitude, combinada com a conscientização da importância de oferecer uma alimentação de qualidade, bem como com uma assistência veterinária de qualidade, faz com que os pets vivam mais. Embora seja uma ótima notícia, o aumento da expectativa de vida de gatos e cães merece atenção: com a idade se aproximam algumas doenças, que não são tão comuns em animais mais jovens e, muitas vezes, são descobertas tardiamente. Um exemplo é a Doença Renal Crônica (DRC), condição marcada por diferentes causas, que pode acometer cães e gatos de todas as idades, mas principalmente animais acima de 10 anos, que têm 81% de chances de apresentar algum sintoma.

    Por isso, o mês internacional do cuidado com as doenças renais, conhecido como “Março Amarelo”, tem o objetivo de conscientizar Médicos-Veterinários e tutores sobre a prevenção da doença e diagnóstico precoce. Na maioria das vezes, o diagnóstico é realizado tardiamente, devido a característica de que a DRC é uma doença silenciosa, que apresenta sinais mais nítidos quando boa parte dos rins já estão comprometidos.

    O Médico-Veterinário estudioso da área de nefrologia veterinária e Professor da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Júlio Cambraia, dá dicas para identificar a doença renal crônica em pets:

    1)     Os primeiros sinais clínicos do problema são o aumento na micção seguida do aumento da ingestão de água.

    2)      A falta de apetite e, consequente perda de peso, também é um dos sinais comuns da doença.

    3)     O animal pode apresentar fraqueza, abatimento e palidez de mucosa.

    4)     Algumas das raças mais propensas a desenvolver a doença, incluindo aquelas que apresentam uma expectativa de vida maior.  Em cães: Beagle, Bull Terrier, Chow Chow, Cocker, Pinscher, Pastor Alemão, Lhasa Apso, Shih Tzu, Maltês, Schnauzer, Daschund, Sharpei, Poodle. Em gatos: Maine Coon, Abissinio, Siamês, Russian Blue, Persa.

    5)     Idas anuais ao Médico-Veterinário para check ups são fundamentais para a prevenção, principalmente para pets acima de 7 anos.

    O Professor ainda ressalta que um cuidado especial deve ser tomado pois muitos destes sinais são comuns a outras doenças e, portanto, somente o Médico Veterinário pode determinar o diagnóstico definitivo.

     A nutrição é a base da conduta terapêutica do paciente doente renal crônico. A dieta específica a ser oferecida ao pet com problemas renais deve ser cuidadosamente calculada em seus constituintes. Muitos deles devem ser restritos, bem como outros, acrescidos. Sódio e proteína, por exemplo, são controlados em quantidade e qualidade, para que as necessidades nutricionais sejam atendidas, sem gerar resíduos no organismo. O fósforo também se encontra em concentrações reduzidas, para diminuir a velocidade de progressão da doença renal e aumentar a expectativa de vida do paciente; assim como os antioxidantes, acrescidos na dieta, que ajudam a retardar o avanço da doença. Como uma das maiores dificuldades ao longo do tratamento do gato ou cão acometido da Doença Renal Crônica é a inapetência, a palatabilidade reforçada do alimento faz com que o animal tenha interesse em comer, já que o jejum piora o quadro clínico rapidamente.

    “O alimento adequado para gatos e cães portadores de DRC é muito importante para nutrir adequadamente estes animais que tem restrições, evitando, muitas vezes, a necessidade de medicamentos, ajudando a manter a doença sob controle, preferencialmente, sem progressão e, principalmente, permitindo qualidade de vida e longevidade do pet”, afirma o Professor Júlio.

    ALIMENTOS QUE AJUDAM NA NUTRIÇÃO DO DOENTE RENAL CRÔNICO

    No Brasil, a ROYAL CANIN® possui 6 produtos para gatos e cães que auxiliam no tratamento dos doentes renais crônicos. Consulte o Médico-Veterinário de sua confiança, para saber qual a melhor alimentação para o pet.

  • Pets precisam escovar os dentes?

    No dia 20 de março, dia dedicado a conscientização sobre a saúde bucal, fica o alerta: até 85% dos cães e gatos com mais de 3 anos tem doença periodontal

    Não são apenas os humanos que precisam estar atentos a saúde bucal, já parou para pensar que cães e gatos também necessitam de cuidados diários? Muitas pessoas desconhecem o fato de que a boca é uma das principais causadoras de problemas e doenças em animais. A infecção da cavidade oral pode se estender a outros órgãos, como rins e coração, por exemplo.

    Um dos primeiros sinais de que há algo errado é o mau hálito, que pode indicar que o pet já esteja sofrendo de doença periodontal, mal que atinge 85% dos cães e gatos com mais de 3 anos de idade. Outros sintomas comuns e que os tutores devem ficar atentos são: mudança de cor e edema nas gengivas (crescem e ficam mais avermelhadas), corrimentos orais com ou sem sangue, aumento da salivação e prurido (coceira) na região do focinho.

    No dia 20 de março, dia mundial da saúde bucal, vale o alerta de que, geralmente, os fatores para o desenvolvimento desta doença são quase sempre os mesmos: a falta de cuidado do tutor. A maioria deles acreditam que os dentes e as gengivas de seu animal estão saudáveis e ignoram o fato de que cães e gatos precisam escovar os dentes diariamente.

    “Os cuidados com a saúde bucal devem começar cedo, incluindo escovação regular, complementada com produtos funcionais mastigáveis específicos para a saúde oral e visitas frequentes ao Médico-Veterinário”, explica o Dr. Marcello Roza, Médico Veterinário, Embaixador da Mars Petcare, especializado em odontologia veterinária.

    Um estudo realizado pelo Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™, da Mars Petcare, referência científica no cuidado, nutrição e bem-estar animal, mostrou que cães pequenos e idosos são mais suscetíveis à doença periodontal. “Os cães pequenos, por possuírem dentes proporcionalmente grandes ao reduzido tamanho e espaço de sua boca, têm predisposição ao acúmulo de placa bacteriana, favorecendo a formação de tártaro e, consequentemente, o mau hálito”, complementa o veterinário.

    Pensando nesta necessidade, a Mars possui, no portfólio de PEDIGREE®, o produto DENTASTIX™, que auxilia no combate à formação do tártaro e, consequentemente, melhora a qualidade de vida dos cães. Estudos internos comprovam que oferecer 1 unidade de DENTASTIX™ por dia, continuamente, ajuda a reduzir em até 80% a formação do tártaro em cães que possuem uma boca saudável.

    Escovação dos dentes é fundamental: aprenda a realizá-la!

    A escovação diária dos dentes de cães e gatos é recomendada desde cedo, nos primeiros meses de vida. O Médico-Veterinário tem o papel de orientar o tutor sobre a correta forma de realizar a higiene oral, lembrando que associar a escovação a um estímulo positivo, como uma brincadeira, um passeio ou um carinho, ajuda na aceitação pelo animal.

    Confira, abaixo, 6 dicas do Dr. Marcello Roza, médico veterinário especializado em odontologia veterinária e Embaixador da Mars Petcare:

    1) Utilizar, com delicadeza, uma escova dental com cerdas macias (as escovas para humanos podem ser utilizadas). A dedeira também pode ser utilizada no processo de adaptação e depois substituída pela escova, assim que o animal estiver condicionado.

    2) A pasta dental para humanos não deve ser utilizada porque contém flúor, que é engolido pelos animais e irrita o tubo gastrointestinal. Além do sabão, que levaria à formação de espuma, atrapalhando o processo de escovação. A pasta dental veterinária tem um sabor agradável e facilita a escovação. Entretanto, também é importante buscar por pastas com ação química.

    3) O animal deve estar bem confortável. Carícias e mimos ajudam a deixá-lo receptivo à escovação.

    4) Realizar a escovação em ambiente calmo e em um momento tranquilo e relaxado também auxiliam.

    5) Sempre que possível, tentar fazer a escovação no mesmo horário, estabelecendo uma rotina, para que o processo de aceitação seja mais rápido.

    6) A escovação deve ser diária, uma vez por dia, e deve durar cerca de 1 minuto

  • Estudo revela que 1 em cada 4 cães tem fraturas dentárias por mastigar produtos muito duros

    Apesar da importância do assunto, metade dos tutores dos cães participantes da pesquisa não conseguiram identificar as fraturas dentárias

    Confira dicas para proteção dos dentes dos cães

    Não é novidade que os cães usam a boca para explorar o mundo, mantendo-os ativos e diminuindo o stress. No entanto, uma recente pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade da Pensilvânia, com apoio da Mars Petcare, identificou que cerca de 27% dos cães têm fraturas dentárias, geralmente em dentes funcionalmente importantes, e esses episódios estão diretamente relacionados aos brinquedos e petiscos disponíveis no mercado.

    A mastigação é algo inerente à espécie canina, o que pode acabar dando a falsa impressão de que os dentes dos cães são indestrutíveis. A verdade é que o esmalte de um dente canino é seis vezes mais fino que de um humano e os nervos estão mais próximos da superfície, causando maior sensibilidade. Atualmente, 1 em cada 4 cães tem dentes fraturados em decorrência de mastigar produtos muito rígidos.

    A Dra. Lisa Milella, Médica-Veterinária britânica Especialista em Odontologia e membro da European Veterinary Dental College, reforça ainda que “ao contrário de muitas fraturas comuns em humanos, lascas e fraturas nos dentes dos cães podem causar dor extrema, infecção e diminuição do apetite, uma vez que os nervos dos seus dentes ficam mais expostos”.

    O estudo comprovou também que a mandíbula de um cão tem força suficiente para quebrar os dentes ao mastigar produtos muito rígidos. Isso significa que, mesmo que alguns cães consigam roer e morder brinquedos e alimentos com essa característica, existe um grande potencial de danificação dos dentes, considerando a imensa força que eles aplicam na mastigação.

    Apesar da importância do assunto, metade dos tutores dos cães participantes da pesquisa não conseguiram identificar fraturas dentárias em seus pets. Isso mostra a necessidade que ainda existe de aprendizado e conscientização dos tutores sobre a rigidez de petiscos e brinquedos voltados para a mastigação dos cães. Pensando nisso, a Mars Petcare elencou 3 dicas valiosas para os tutores estarem atentos ao assunto e protegerem os dentes de seus cães:

    1) De olho na mastigação: fique atento ao que o cão mastiga, principalmente itens que ele encontra e coloca na boca por curiosidade, como pedrinhas que encontra na rua ou no parque. Desencoraje esse tipo de comportamento.
    2) Se achar que é muito rígido, provavelmente é. Quando oferecer ao cão algo para mastigar, imagine-se dando uma mordida forte naquele petisco ou brinquedo. Se sentir aflição ao pensar nisso, então provavelmente o item é muito rígido para o cão.
    3) Consulte sempre o Médico-Veterinário: Se não tiver certeza se um produto – petisco ou brinquedo – é muito rígido, fale com o Médico-Veterinário de confiança para obter orientações sobre o que é seguro para o pet.