Tag: Cães

  • Consumo de chocolates é prejudicial para a saúde de gatos e cães

    ROYAL CANIN® alerta para outros alimentos que também são nocivos para eles

    A Páscoa é uma celebração bastante presente nos lares brasileiros e, entre as tradições que ela traz, está o consumo de diversos pratos – como a tradicional bacalhoada – e também o protagonista da comemoração: ovos de chocolate. Porém todas essas delícias são uma verdadeira ameaça para a saúde dos pets. 

    Por isso, os tutores precisam ter cuidado redobrado com os gatos e cães durante as celebrações para que eles não sejam prejudicados, afinal, grande parte desses alimentos podem ser tóxicos para os pets.

    A ROYAL CANIN®, que tem como compromisso oferecer saúde através da nutrição aos gatos e cães, alerta sobre os alimentos que podem ser prejudiciais para a saúde e bem-estar dos nossos melhores amigos. Confira, abaixo, orientações da Dra. Natália Lopes, Médica-Veterinária e Gerente de Comunicação Científica da ROYAL CANIN® Brasil, sobre alimentos vilões da Páscoa para os pets e dicas de como o tutor deve proceder caso tenha algum problema com seu animal.

    ●        Chocolate

    A teobromina, substância presente no cacau (em maior concentração nos chocolates do tipo amargo e de preparo culinário), pode causar intoxicação quando consumida mesmo em pequenas quantidades, acarretando vômito, diarreia, agitação, arritmia cardíaca, espasmos musculares e convulsões, podendo levar à morte. 

    Geralmente, os sintomas de intoxicação ocorrem cerca de 6 a 15 horas após o consumo de qualquer tipo de chocolate ou receitas com este ingrediente. 

    A teobromina é lentamente eliminada do organismo e possui um efeito cumulativo, o que significa que ingestões repetidas em quantidades menores (não tóxicas) ainda podem causar a intoxicação. 

    ●        Alho e cebola 

    Há muitos anos é conhecida a sensibilidade dos cães e gatos ao alho e à cebola, sejam crus, cozidos ou desidratados. Essas substâncias provocam alterações nas hemácias (células sanguíneas) dos pets, levando-as à ruptura e, consequentemente, à anemia.

    A gravidade do efeito é dose-dependente e mesmo quantidades muito pequenas podem ser tóxicas. Os sintomas são secundários à anemia, aparecem dias após a ingestão, e incluem membranas mucosas pálidas, taquicardia, taquipneia, letargia e fraqueza. Vômito, diarreia e dor abdominal também podem surgir. Casos graves evoluem para icterícia e insuficiência renal, podendo levar à morte.

    ●        Uvas e passas

    Essas frutas são saudáveis para os seres humanos, mas são tóxicas para os pets. Por exemplo, cães acometidos pela intoxicação de uvas ou passas, normalmente, apresentam dores gastrintestinais seguidas por insuficiência renal aguda. Os sinais iniciais de toxicidade neste caso são vômito, seguido por letargia, anorexia, diarreia, dor abdominal, ataxia e fraqueza, que podem aparecer nas primeiras 5-6 horas após a ingestão. Os sinais da insuficiência renal aguda são menos frequentes e podem ocorrer com 24 horas ou dias depois, e se caracterizam por anorexia, apatia, vômito, diarreia, ataxia e convulsões. 

    ●        Nozes e Sementes

    Embora elas possam parecer saudáveis, evite, por exemplo, oferecer nozes ao pet. O tamanho delas representa um perigo de asfixia e elas possuem muita gordura, o que pode desencadear um mal-estar estomacal no animal. Em especial, as sementes de macadâmia mostraram-se altamente tóxicas para cães. Embora não tendam a resultar em mortes, elas podem fazer o cão sofrer com incapacidade de andar, vômitos, letargia e tremores.

    ●        Leite, creme e queijo

    À medida que os pets atingem a idade adulta, a capacidade de digerir laticínios diminui conforme faltam as enzimas para isso. Isso significa que eles podem apresentar sinais de intolerância à lactose caso acabem ingerindo leite, creme ou queijo, como vômitos, diarreia e um mal-estar estomacal.

    ●        Alimentos fritos e gordurosos

              Alimentos fritos e gordurosos podem ser ruins para os pets. Os altamente gordurosos podem causar mal-estar estomacal e também favorecer o surgimento de pancreatite. Além disso, o consumo regular desses tipos de alimentos pode levar à obesidade e problemas de saúde relacionados.

    ●        Adoçante 

    Para pets, xilitol é tóxico. É importante manter produtos que contenham o composto longe do alcance do animal para que ele não o consuma, nem mesmo acidentalmente.

    “De modo geral, evite fornecer alimentos que não foram desenvolvidos especificamente para gatos e cães ou não prescritos pelo Médico-Veterinário. Além dos riscos citados acima, relacionados a intoxicações, outros alimentos podem provocar desconfortos digestivos, flatulência, vômitos e diarreia. Existem riscos relacionados à segurança do animal, como por exemplo quando existe a ingestão de ossos e o risco de perfuração esofágica. Além disso, desenvolver este hábito de ceder alimentos de humanos aos pets também pode levar a uma desnutrição, já que isso pode provocar um desbalanço nutricional”, menciona a Dra. Natália Lopes.

    Meu pet comeu alimentos proibidos, e agora?

    Se o tutor vir ou suspeitar que seu pet tenha ingerido algum desses alimentos, ou qualquer outra coisa fora do habitual, deve conectar-se imediatamente com o Médico-Veterinário e explicar a situação. Caso perceba sintomas de intoxicação, o tutor deve levar o pet imediatamente à clínica veterinária para que o tratamento adequado possa ser realizado o mais rápido possível, para evitar danos à saúde do pet.  Para agilizar o atendimento em caso de emergência, o tutor ou acompanhante pode ligar na clínica ou hospital veterinário enquanto se dirige até o estabelecimento, a fim de preparar a equipe para um atendimento de urgência, se for necessário. Por isso, é importante ter sempre em mãos o contato do profissional.

    Não é recomendado a administração de qualquer substância ou medicamento que não tenham sido orientados previamente.

  • Mars Petcare alerta para fraturas dentárias em pets

    Produtos com densidade inadequada representam risco à saúde bucal de animais domésticos

     – A empresa global de alimentos para animais de estimação, Mars Petcare, dona de marcas como PEDIGREE®, WHISKAS® e OPTIMUM™ se uniu à Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, no último ano, para conduzir uma série estudos que demonstrassem cientificamente os efeitos da densidade de brinquedos e petiscos na saúde oral de cães. A pesquisa também busca estabelecer padrões de segurança para densidade de produtos, agindo de maneira preventiva frente ao risco de fraturas dentárias.

    Especialistas veterinários reconhecem mordedores e petiscos como estímulo mental importante para cães. No entanto, ainda é possível encontrar produtos que não possuem textura e densidade adequadas, aumentando os riscos de lesão na região bucal. Fraturas dentárias estão entre os acidentes mais comuns e podem causar perda de apetite, dor e infecções generalizadas.

    “A fratura dos dentes não é facilmente percebida sobretudo porque poucos tutores têm o hábito de realizar a escovação regularmente e com isso, quase nunca olham a boca do pet. Por ser um problema silencioso, a melhor estratégia é selecionar com cuidado produtos que não representem risco e ofereçam benefícios para saúde oral do cão, como é o caso do petisco funcional DentaStix™”, comenta Marcello Roza, doutor em odontologia veterinária e sócio fundador e membro do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Odontologia Veterinária.

    O produto, que integra o portfólio da marca de PEDIGREE®, foi desenvolvido minuciosamente pelo instituto Waltham, autoridade científica que realiza estudos sobre Nutrição e Bem-Estar Animal há mais de 50 anos e dedica-se a pesquisas focadas em saúde preventiva. A composição, densidade e formato em “X” incorporadas à DentaStix™ são fortes aliados no combate à formação de tártaro nos dentes e gengiva, contando com ingredientes cientificamente testados para garantir boa digestibilidade.

    “A Mars Petcare gera conteúdo científico e busca constantes atualizações para trazer impacto positivo para a vida dos pets e suas famílias. Estamos comprometidos em compartilhar informações de qualidade e dar visibilidade às questões ligadas a saúde oral dos cães, incluindo a necessidade de adotar padrões de segurança para textura dos petiscos e alimentos”, comenta Roberto Valdrighi, Gerente de Marketing da Mars Petcare no Brasil.

  • Conheça os benefícios da castração de cães e gatos

    Quem nunca se perguntou qual é a função da castração? Atualmente, essa é a técnica cirúrgica mais realizada em pets, como gatos e cães. Ela se baseia na retirada dos órgãos reprodutivos de fêmeas e machos. A medida é a mais ética, eficaz e segura para o controle populacional de cães e gatos. E ainda previne doenças, trazendo inúmeros benefícios.

    “A castração prematura diminui consideravelmente o risco de a gata e cadela desenvolverem tumores de mama, previne doenças sexualmente transmissíveis e doenças reprodutivas, como cistos ovarianos (em fêmeas), hiperplasia prostática (aumento da próstata em machos), além de excluir completamente a possibilidade de piometra (infecção no útero) ”, elenca a Profa. Dra. Meire Silva, coordenadora de Medicina Veterinária do Unipê.

    Em cães castrados entre sete e oito meses de idade, são raros os tumores perianais, estimulados pela testosterona, diz Dra. Meire, que é médica veterinária. A castração evita a propagação de doenças graves, como em cães com características prejudiciais ou doenças hereditárias (hérnias em geral e luxação de patela).

    O comportamento melhora? Sim! “Aquele instinto do cão de fazer xixi em todos os cantos da casa para marcar território, por exemplo, tende a desaparecer. E quanto antes a castração acontecer, maiores as chances”, orienta. Fim dos latidos, uivos e miados excessivos que, geralmente, ocorrem por causa do cio, podem desaparecer.

    Além disso, a castração de um animal evita sua procriação ou crias indesejadas. “Você está salvando centenas ou milhares de outros, já que, na prática, você está impedindo que outros nasçam e acabem abandonados. Várias ONGs e organizações que atuam na defesa dos direitos dos animais afirmam que castrar é uma medida emergencial das mais importantes para o controle populacional de animais de rua”, pontua Dra. Meire.

    Mais benefícios

    A Dra. Meire elencou outros benefícios importantes que a castração pode acarretar. Confira:

    – Evita gravidez psicológica: algo bem comum em cadelas e gatas, que chegam até a produzir leite sem estarem prenhes;

    – Diminui o risco de fugas: cachorros e gatos castrados não têm interesse em sair de casa para buscar cadelas e gatas no cio. Assim, os riscos de morrerem atropelados, envenenados ou simplesmente desaparecerem irá diminuir muito;

    – Previne brigas: com a redução da produção de hormônios sexuais, os animais se tornam menos agitados e agressivos, o que ajuda muito a evitar brigas entre machos que vivem na mesma casa;

    – Expectativa de vida: principalmente se for feita no animal ainda filhote, a castração aumenta consideravelmente sua expectativa de vida.

  • Como proteger os cães dos fogos de artifício?

    Educador canino responde as principais dúvidas sobre o tema e dá dicas para manter o bem-estar dos animais durante as festas de fim de ano

    O mês de dezembro chegou, e com ele as esperadas festas de Natal e Ano Novo, mas o momento de celebração dos humanos pode ser desafiador para os cães, por conta dos fogos de artifício, que são utilizados com frequência nessa época.

    Mas, por que isso acontece? Os cães têm uma audição aguçada, por isso detectam sons a longa distância. Durante a queima de fogos os animais ouvem o barulho alto e estridente dos artefatos em uma frequência diferente dos humanos e não conseguem identificar a origem do ruído, por isso, o interpretam como uma ameaça e isso desperta sentimentos como pânico e medo. É comum que os cães se escondam, e em casos graves a fobia pode até mesmo provocar a fuga ou acidentes.

    Por isso, as típicas queimas de fogos podem ser um problema para os pets. Mas, como identificar se o cão tem medo dos artefatos e como agir para manter o bem-estar dos animais durante as festas do fim do ano? Pensando em auxiliar os tutores com essas e outras dúvidas o educador canino e parceiro da Ceva Saúde Animal,  Edinei Horacio Gois respondeu as 5 dúvidas mais comuns sobre o tema. Confira:

    1.Quais os sinais apresentados pelo cão que tem medo de fogos?

    O medo pode se manifestar de diferentes formas. O pet pode apresentar sinais corporais, como tremores, rabo entre as pernas, corpo curvado e orelhas abaixadas. Além disso, ele pode ter mudanças comportamentais, como procurar se esconder pela casa, buscar pelos tutores, latir em excesso ou ficar agressivo com outros cães da casa, por exemplo. Por isso é preciso ficar atento ao comportamento do pet nesses momentos para identificar uma possível fobia.

    1. Como preparar os pets para a queima de fogos?

    O ideal é que ao longo da vida do pet sejam feitas associações positivas com os sons de fogos, iniciando o processo logo na infância. Dessa forma o barulho se tornará algo “normal” dentro da vida do cão. É possível, por exemplo, usar vídeos do Youtube para fazer esse treinamento. Mas, é importante ressaltar que isso não significa que o pet não possa desenvolver esse medo ao longo da vida.

    1. No caso das festas de fim de ano, quais medidas os tutores podem adotar para auxiliar os cães que tem medo dos artefatos?

    Nestes casos onde a situação é previsível, ou seja, o tutor sabe que haverá a queima de fogos, o ideal é deixar os cães em locais onde seja possível minimizar o barulho externo. É importante que o cão já esteja habituado a esse lugar, e o tutor pode colocar músicas clássicas em um volume um pouco mais alto para ajudar a abafar o som dos fogos. Além disso, nessas datas o tutor pode proporcionar um dia com mais atividades físicas e mentais para o pets, isso irá fazer com que os animais gastem energia e fiquem mais relaxados no período noturno, onde tipicamente ocorre o barulho dos artefatos.

    1. O que fazer para distrair o pet?

    Uma vez que o pet está nesse local protegido o tutor pode tornar o momento agradável oferecendo ao cão seu petisco preferido e brincando com ele. Dessa forma o animal fará uma associação positiva com aquele cenário.

    1. Como acalmar um pet que está com medo?

    Além de preparar um local tranquilo para o animal, o ideal é que o tutor fique próximo do pet, que no momento de estresse pode querer pedir colo ou simplesmente buscar ficar ao seu lado. A simples proximidade com o tutor irá ajudar a acalmar o animal.

    Para que os fogos de artifício não sejam um desafio para os pets é importante que os mesmos sejam acostumados com o som ao longo da vida, e em caso de fobia, sejam treinados para associar o barulho a algo rotineiro. Além disso, existe no mercado, um produto que é a cópia sintética do odor materno canino e quando presente no ambiente, é capaz de transmitir ao cão a sensação de bem-estar, conforto e tranquilidade. Esse produto pode ser utilizado no ambiente para melhorar o bem-estar do pet durante a queima de fogos.

  • Cuidados com os pets no verão

    Pets no verão: alta temperatura pode causar queimaduras nas patas, convulsões e óbito em dias de extremo calor

    Médico veterinário ensina o que os tutores devem evitar e o que podem fazer para garantir a saúde dos cães durante a estação mais quente do ano

    Sombra e água fresca não devem ser privilégio apenas dos humanos em dias mais quentes, principalmente durante o verão. Os pets também precisam de ambientes ventilados, água à vontade e que os passeios ocorram em horários mais frescos, para evitar ferimentos nas patinhas e hipertermia ou insolação, que pode resultar que o cão venha a óbito.

    Segundo o médico veterinário João Gustavo P. de Souza, do Hospital Veterinário Lovely Dog, os pets transpiram pelos coxins (as almofadinhas das patas) e pela boca, e não pela pele como nós. No caso dos cães braquicefálicos, como o Pug, Bulldog Francês, Shih Tzu e Boxer, a dificuldade de perder calor é ainda maior, pois possuem o focinho mais curto, por isso requerem cuidados redobrados no verão.

    No entanto, embora os braquicefálicos sejam os mais acometidos, todos os cães estão sujeitos a sofrer com a alta temperatura. O aumento da temperatura corpórea pode elevar a frequência respiratória, evoluir para falta de ar, causar desmaios, convulsões, levando o pet ao risco de morte.

    Então fique atento aos principais sintomas: hipersalivação; respiração ofegante acima do normal; pele muito quente; batimento cardíaco acelerado; cansaço,  fraqueza, indisposição.

    Nesse sentido, confira seis cuidados sugeridos pelo médico veterinário capazes de garantir a integridade da saúde do seu pet:

    1) Queimadura nas patas

    Ao contrário do que muitos pensam, as patas dos cães são sensíveis e podem sofrer queimaduras durante um passeio em horários entre 10h e 16h. Isso porque a camada de gordura presente nos coxins (almofadinhas das patas) não é suficiente para isolar a alta temperatura da areia da praia, do asfalto e das calçadas de pedra e cimento. Se a temperatura do chão estiver quente para você, também estará quente para o seu companheiro de caminhada.

    2) Desidratação

    Recomenda-se colocar mais potes de água em casa, com alguns cubos de gelo. Durante o passeio, é importante levar uma garrafinha de água e oferecer ao poucos ao cão.

    3) Refresco

    Existem algumas formas para os cães se refrescarem em dias em que a temperatura está mais elevada. Comidinhas e frutas congeladas em forma de gelo são opções que podem agradar os pets. Outra alternativa é colocar alguns brinquedos preferidos do cão no freezer, o que os deixam ainda mais atrativos enquanto brincam.  

    4) Cão no carro

    Deixar o cão no carro, no calor, pode levá-lo à óbito. Mesmo com a janela aberta, o carro esquenta rapidamente o que contribui no aumneto da temperatura corpórea .

    5) Focinheira

    Opte por focinheiras de grade de modo que permita que o cão possa abrir melhor a boca e assim, perder calor.

    6) Parasitas

    O calor contribui para o aumento de pragas como mosquitos (que transmitem a Dirofilariose – popularmente conhecida como verme do coração – e Leishmaniose – que não tem tratamento de cura), assim como pulgas e carrapatos. Então, certifique-se de que seu cão esteja devidamente protegido mesmo que more em apartamento. E se for em casa, manter o ambiente limpo e dedetizado para esses insetos pode ser a opção mais adequada.

    7) Praia

    Embora seja proibida a presença de cães no litoral, muitos tutores ignoram a Lei. Nesse caso, ao colocá-los em contato com a água do mar e areia da praia, além de machucar as patinhas por conta do calor do solo, os grãos também podem prejudicar os olhos, e com a umidade, causar dermatites e otites. Então, limpar os olhos com soro em abundância e secar bem o animal, são alguns cuidados importantes.

    Após todos os cuidados recomendados, bom verão e divirta-se com o seu pet!

  • Riscos da obesidade para os cães

    Excesso de peso afeta a qualidade de vida dos animais e pode favorecer o desenvolvimento de doenças

    A obesidade é um problema crescente na população pet. De acordo com pesquisas recentes, no Brasil, 25% a 40% dos animais estão com sobrepeso ou obesos. Comumente os cães adultos são os que mais sofrem com a patologia.

    “A incidência de problemas relacionados ao excesso de peso entre os animais domésticos é cada vez maior. Por isso, é importante reforçar que a obesidade é um fator de risco para os cães, que pode estimular o surgimento de doenças cardíacas, diabetes, problemas respiratório e articulares, entre outros”, explica a médica-veterinária e gerente de produtos da Unidade de Pets da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec.

    As razões para os “quilinhos extras” são variadas, desde a falta de exercício, doenças endócrinas, até o excesso de alimentação. “Uma série de fatores podem estimular o ganho de peso, mas sem dúvida os maus hábitos alimentares associados ao sedentarismo costumam ser as causas mais comuns. Pois, assim como acontece com os humanos, o ganho de peso dos pets ocorre a partir do desequilíbrio entre o consumo e o gasto de energia. Ou seja, o cão que come em excesso e não se exercita tem mais chances de acumular gordura no organismo”, detalha Priscila.

    Algumas raças precisam de atenção redobrada com a alimentação, pois apresentam uma predisposição que facilita o ganho de peso, como por exemplo, Labrador, Rottweiler, Basset Hound, Beagle,Pug,Shih Tzu e Boxer.

    “Independentemente da raça, estabelecer uma rotina de exercícios físicos, oferecer uma alimentação balanceada e fazer visitas periódicas ao veterinário são medidas fundamentais para evitar a obesidade nos cães e as consequências que ela pode causar”, afirma Priscila.

    Os primeiros sinais de alerta para o excesso de peso podem ser notados pelo tutor. Comumente, os animais perdem a definição da cintura e ao tocá-los é difícil sentir suas costelas. Além disso, os cães costumam apresentar fadiga e menos disposição para realização de passeios e brincadeiras.

    Para conscientizar os tutores sobre os riscos da obesidade, a médica-veterinária listou os seis problemas que podem ser acarretados pelo excesso de peso. Confira:

    Dificuldade respiratória:
    Os cães obesos podem apresentar alterações respiratórias, entre os sinais clássicos estão respiração curta e rápida, falta de ar e ruídos respiratórios. No caso dos cães braquicefálicos, que são aqueles com o focinho achatado, os impactos da dificuldade respiratória são ainda maiores.

    Doenças cardiovasculares:
    As células de gordura estimulam a produção de substâncias inflamatórias no organismo do pet que se alojam nos vasos sanguíneos, dificultando a passagem de sangue e favorecendo o surgimento de problemas cardíacos. A doença pode se manifestar de forma silenciosa, por isso é preciso atenção redobrada caso o animal apresente sinais como: intolerância a exercícios, falta de energia, diminuição do apetite e emagrecimento. Nesses casos é imprescindível levar o animal para uma consulta com o médico-veterinário.

    Doenças endocrinológicas
    Em muitos casos o ganho de peso pode estimular o surgimento de patologias como a diabetes, onde ocorre a deficiência parcial ou absoluta de insulina (produzida pelo pâncreas), levando ao aumento da concentração de açúcar no sangue, ou  ahiperlipidemia que é caracterizada pelo o aumento do nível de colesterol e/ou triglicerídeos no sangue do pet. Ambas são patologias que afetam a qualidade de vida do cão e que precisam de tratamento prolongado.

    Problemas articulares:
    Além de desconforto e dor, o aumento da tensão nas articulações causado pelo excesso de peso pode estimular o aparecimento doenças como a osteoartrite canina que é uma doença degenerativa que atinge as articulações, sendo a causa mais comum de dor crônica nos cães.

    Estresse térmico
    Os animais obesos tem mais dificuldade em regular sua temperatura corporal e dificuldade na respiração. Com isso, o pet sente maior desconforto nos dias quentes.

    Queda de imunidade
    A gordura estimula a inflamação crônica do corpo e a liberação de radicais livres no organismo, o que estimula a diminuição da imunidade e pode deixar o animais mais susceptível ao desenvolvimento de doenças.

  • Como receber um novo pet em casa?

    PENSANDO EM TER MAIS PETS EM CASA?
    CONFIRA 5 DICAS DE COMO SE PREPARAR PARA SUA CHEGADA

    É importante considerar algumas recomendações para a adaptação segura de um novo pet em casa, principalmente quando já existe um outro animal de estimação

    Já é comprovada que a convivência com os animais é benéfica para os seres humanos e, por isso, não é estranho que as pessoas que já têm um pet em casa queiram aumentar a família trazendo outros membros. No entanto, é preciso ficar atento a alguns cuidados importantes. A Médica-Veterinária Amanda Correa, da Mars Petcare, separou algumas 5 dicas essenciais para auxiliar no processo de adaptação desse novo pet.

    • Espécies diferentes no mesmo ambiente

    Caso o tutor tenha interesse em ter cães e gatos, por exemplo, é interessante ressaltar que a adaptação é mais fácil quando são filhotes. É preciso ter em mente que por serem animais muito distintos, exigem tratamentos específicos a cada perfil. Portanto, o ambiente deve ser planejado para que eles possam expressar suas respectivas personalidades e instintos. Se a adaptação ocorrer na fase adulta, a introdução deve ser gradual e o tutor deve monitorar de perto o comportamento, já que gatos costumam não se sentir confortáveis na presença de cães. Uma boa opção é deixar alternativas de proteção caso ele se sinta ameaçado, como lugares altos que possa escalar. Vale ressaltar que o temperamento de ambos interferirá na receptividade e adaptação.

    • O momento da interação

    No primeiro encontro, o tutor deve fazer uma introdução gradativa, sempre com supervisão e atenção aos sinais corporais que o animal expressa. Com os cães, caso haja necessidade, pode ser utilizada a coleira de contenção, mas o esperado é que com o tempo eles se acostumem com o cheiro um do outro e a convivência seja mais natural e tranquila.

    Uma prática interessante para facilitar a adaptação é a inclusão de brincadeiras que promovem o contato entre os pets. Para os cães, a utilização de bolas e recompensas por bom comportamento são bem-vindas. Já para os gatos, é interessante enriquecer o ambiente com itens que estimulam a personalidade caçadora dos felinos, como as varinhas de pescar, entre outros.

    • Alimentação

    Os comedouros e bebedouros devem ser separados para evitar disputa de território. Entretanto, o momento da alimentação é uma excelente oportunidade para criar conexão entre os pets. Petiscos, por exemplo, são muito usados como forma de recompensa para bons comportamentos. Esta metodologia é uma tendência que vêm ganhando espaço expressivo no cenário mundial, pois o treinamento se baseia nos princípios científicos da aprendizagem animal via motivação. Vale só ficar de olho na quantidade diária de calorias que o pet consumirá, evitando o sobrepeso.

    • Ciúme entre os pets

    O ciúme pode ocorrer principalmente entre cães e se a chegada deles acontecer em momentos distintos, já que o cão que já residia na casa pode sentir que está perdendo espaço. O recomendado é o tutor agradar e dedicar atenção aos pets de forma igualitária. Já os gatos podem adotar um comportamento mais competitivo na presença de outros gatos, por serem animais territorialistas.

    • Necessidades fisiológicas

    Entre os cães, é improvável que eles façam suas necessidades em locais diferentes, pois o cheiro é o principal atrativo e a maneira instintiva de demarcação de território. Nos gatos esse comportamento muda e caso tenham dois ou mais felinos, as caixas de areia devem ser separadas. Um ponto de atenção é que a limpeza diária da caixa interfere diretamente na saúde urinária da espécie, os felinos evitam o uso da caixa de areia caso ela esteja suja, ou seja eles tendem a diminuir o número de micções favorecendo a saturação da urina e propiciando a formação dos cálculos urinários, por isso, a adaptação e o manejo correto é crucial.

  • Plantas tóxicas: perigos da primavera para os pets

    Plantas podem fazer muito mal aos cães e gatos, por isso os tutores precisam redobrar a atenção nessa época do ano

    Com a chegada da primavera, ruas e jardins ganham muito mais cor. As plantas que dão vida e deixam os espaços mais bonitos e aconchegantes, entretanto, podem fazer muito mal aos cães e gatos. Isso porque algumas delas são tóxicas!

    Por curiosidade, tédio ou até mesmo para coçar os dentinhos que estão nascendo, os pets podem acabar ingerindo e se intoxicando com elas. A PremieRpet®, especialista em alimentos alta qualidade para cães e gatos, preparou uma imagem com algumas das principais plantas tóxicas para os nossos amigos de quatro patas. Confira abaixo:


    Crédito: Divulgação/PremieRpet

    Em caso de ingestão, o animal pode apresentar salivação excessiva, dor, edema, dificuldade de deglutição, vômitos, diarreias e perda de apetite. Se o seu pet apresentar algum desses sintomas, a orientação é procurar um médico veterinário.

    Para evitar esse perigo, uma dica é manter as plantas em lugares altos e inacessíveis, como em cima de móveis ou penduradas em suportes. No caso dos gatos, é preciso atenção extra, pois eles são escaladores. Além disso, é importante proporcionar uma rotina e um ambiente saudável ao pet, promovendo enriquecimento ambiental e praticando exercícios físicos.

    “Essas atividades diminuem o tédio e o estresse dos animais, direcionando a atenção deles para brinquedos adequados”, explica o médico veterinário Flavio Silva, supervisor de capacitação técnico-científica da PremieRpet®.

    Dessa forma, o seu jardim continuará alegre na estação mais florida do ano e, principalmente: sem riscos ao seu amigo de quatro patas! 😉

  • Reforço vacinal nos pets é importante?

    Anualmente, cães e gatos recebem a vacina antirrábica, indispensável contra a raiva. Mas é de igual importância o primeiro reforço anual de outras vacinas, como as polivalentes, necessárias contra doenças que podem ser fatais ou deixar sequelas, como cinomose e parvovirose, comuns em cães. 

    Segundo a professora Dra. Meire Silva, coordenadora  do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário de João Pessoa – Unipê, existem doenças que podem afetar os humanos, como leishmaniose, raiva e leptospiroses. “Já existem vacinas que protegem exclusivamente contra leptospirose”, relata. 

    A leishmaniose acomete várias espécies. No Brasil, a transmissão mais comum é pelo mosquito palha: a fêmea ao se alimentar do sangue de um mamífero infectado se contamina; depois, caso pique outro animal ou humano sadios para se alimentar, ela transmitirá o protozoário da leishmania. A leishmaniose visceral canina não tem cura e o tratamento consiste em diminuir a carga de parasitas no organismo e, assim, reduzir sinais clínicos. O acompanhamento do médico veterinário é para o resto da vida. Repelentes e vacinação evitam que o cão se infecte – a vacina tem proteção individual de até 96%, podendo ser feita a partir do quarto mês de vida do pet. 

    “Para o animal estar com sua imunidade ativa ele precisa ter concluído todo seu calendário de vacinação e é muito importante que essa imunidade seja mantida com os reforços anuais”, frisa. Antes de iniciar a vacinação, seu pet deve estar vermifugado e não pode apresentar sinais de nenhuma doença. Esses cuidados ajudarão na resposta adequada da vacina. O médico veterinário é o profissional indicado para avaliar, indicar e administrar as doses, formulando um calendário vacinal – se não for cumprido, deverá ser totalmente refeito. 

    Os pets resgatados devem passar por análise clínica das principais doenças que têm prevenção vacinal – se não houver anticorpos para elas, poderão ser vacinados. Pets adultos nunca vacinados ou filhotes que passaram do período indicado para vacinação precisarão de duas doses das polivalentes e uma da antirrábica anual. Já para os idosos, o especialista precisa avaliar e verificar quais vacinas serão indicadas.  

    Importante destacar que se as vacinas estão atrasadas, o recomendado é evitar passeios. Já os filhotes não devem ir à rua ou ter contato com outros animais antes de ser vacinados: seu sistema imunológico não está totalmente ativo, então podem contrair doenças, explica a Dra. Meire. Para cães, há a V6, V8 ou V10. Evite administrar a V6 ou V8 junto com a antirrábica: isso reduz reações adversas. A V8 ou V10 são indicadas a partir das seis primeiras semanas de vida.  

    A V10 previne contra: cinomose, hepatite infecciosa, doenças respiratórias, parainfluenza, coronavirose, parvovirose e leptospiroses. Ela tem duas leptospiras a mais do que a V8, que acometem mais animais silvestres e resultam em doença branda que pouco ocorre no Brasil. “São as mais ‘alergênicas’ das vacinas, em função da presença de adjuvantes, substâncias que ‘irritam’ o sistema imunológico para potencializar a produção de anticorpos”, conta Dra. Meire. 

    Já para gatos, há a V3 (panleucopenia, rinotraqueíte e calicivirose), V4 (inclui clamidiose) ou V5 (inclui leucemia felina). A primeira dose só pode ser dada entre 45 e 60 dias de vida. 

    “Finalizando o esquema das polivalentes, é fundamental após um ano da última dose realizar o reforço. Essa quarta dose protegerá seu cão contra cinomose, parvovirose e hepatite infecciosa canina por aproximadamente nove anos ou mais, contra coronavirose por toda a vida, contra parainfluenza e adenovirose tipo 2 por aproximadamente sete anos. Eles podem perfeitamente passar a receber um reforço a cada três ou cinco anos”, afirma a Dra. Meire.  

    Já o reforço da antirrábica, preferencialmente, é indicado ser anual por toda a vida, tanto para cães como para gatos. A antirrábica é a partir de 12 semanas para cães e dos quatro meses em gatos. “Além disso, a alimentação é importante: proteínas de alta qualidade, vitaminas C e E, minerais e gorduras boas, como óleo de peixe, estimulam o sistema imunológico a trabalhar mais rápido na produção de células de defesa”, conclui Dra. Meire. 

  • 6 curiosidades sobre o Lulu da Pomerânia – a raça de cão mais popular do Brasil

    Pomerânia, também conhecido como Spitz Alemão, liderou o ranking das
    raças mais registradas em 2019 pela Confederação Brasileira de Cinofilia.

    Pequenos, adoráveis e amorosos, os Pomerânias, também conhecidos como Spitz Alemão e Lulu, conquistaram o coração dos brasileiros. A pelagem única e abundante, a cabeça de raposa com olhos alertas e as pequenas orelhas pontudas, garantem a ele características únicas. Além disso, atributos comportamentais como o de ser muito companheiro, fez com que sua popularidade crescesse, ultrapassando o Bulldog Francês, raça mais registrada em 2018.

    No Brasil, a Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC) divulga, anualmente, o ranking das raças mais registradas. Em 2019 foram 120.651 registros de cães de raça no país – destes 25.231 foram apenas de Pomerânias. Pensando nisso, a Médica-Veterinária Natália Lopes, Gerente de Comunicação Científica da ROYAL CANIN® Brasil, preparou um levantamento com as principais curiosidades para orientar os apaixonados pela raça.

    1. Descendente das regiões árticas da Islândia

    O Pomerânia é descendente de cães originários das regiões árticas da Islândia. É uma raça que possui várias características semelhantes à dos lobos como, por exemplo, orelhas pequenas (para evitar queimaduras por frio) e subpelo isolante e denso (para manter o calor e protegê-los do frio).

    2. Sensibilidade específicas

    A raça Pomerânia apresenta algumas sensibilidades específicas, dentre elas, a dental, uma vez que os dentes de leite, frequentemente, persistem quando nascem os dentes permanentes, o que provoca o acúmulo de resíduos alimentares e bactérias na boca do cão ainda jovem. Outra sensibilidade, de origem genética, é o deslocamento da articulação do joelho (luxação de patela), que pode predispor o cão à lesão de ligamento e artrite. O fato de possuir uma pelagem densa pode fazer com que a pele perca umidade, provocando seu ressecamento e a perda do brilho dos pelos. Por fim, devido ao seu porte miniatura, possuem tendência à constipação intestinal (fezes mais duras e ressecadas).

    Devido a estas sensibilidades, precisam de cuidados específicos como uma alimentação própria para a raça. Um exemplo é o ROYAL CANIN® Pomeranian, alimento disponível na versão seca e úmida (sachê), indicada para cães adultos e maduros. O croquete adaptado para a mandíbula pequena da raça Pomerânia, auxiliando na saúde dental, além de ter fórmula exclusiva que oferece suporte aos ossos e articulações, ajuda na saúde digestiva melhorando a consistência das fezes, e possui ácidos graxos essenciais que beneficiam a saúde da pele e pelagem. Tudo isso confere mais qualidade de vida ao animal ao longo do tempo.

    Vale lembrar que é importante consultar o Médico-Veterinário de confiança para ele indicar o melhor alimento para cada pet.

    3. Perfil comportamental

    Excelentes companheiros, além de inteligentes, ativos e protetores, o Pomerânia é um cão de raça muito dócil e que adora brincar e se exercitar. Ele está sempre atento, animado e é excepcionalmente dedicado ao seu tutor.

    Com visitas podem se comportar com desconfiança, por isso, desde filhotes precisam ser encorajados à socialização. Mas esta é a mesma razão que os tornam o cão de guarda ideal para o lar. Embora facilmente treinável, esta raça inteligente também pode ter uma veia independente. Se bem treinado (para não latir excessivamente) e socializado, o Pomerânia ficará feliz em conviver com outras pessoas e cães.

    Sua boa adaptação a diferentes climas, robustez, aparência e longevidade são atributos que conquistaram milhares de pessoas ao redor de todo o mundo. A expectativa de vida média da raça é de 13 a 16 anos.

    4. Cinco tamanhos diferentes

    Com cinco tamanhos diferentes, variando de 18 a 55 cm, e uma gama de cores de pelagem, o Pomerânia, ou Spitz Alemão, é uma raça com incrível diversidade. As cinco variedades do Spitz Alemão são conhecidas separadamente como Spitz Toy, Spitz Miniatura, Spitz Médio, Spitz Gigante e Spitz Lobo. Em países de língua não alemã, os Spitz Lobos são conhecidos como Keeshonds e os Spitz Toys como Lulu da Pomerânia.

    5. Pelagem exuberante

    Os Pomerânias cativam pela beleza de sua pelagem. Impressionante é o tipo de juba ao redor do pescoço (“rufo”) e a espessa cauda atrevidamente portada sobre o dorso. A camada externa, longa e lisa, fornece proteção contra fatores ambientais externos como a chuva. Já a camada interna atua como um algodão cobrindo a pele, sendo responsável por manter a temperatura do corpo. Por essa razão, os pelos do Pomerânia nunca devem ser raspados.

    Para cuidar desta suntuosa pelagem, é importante aparar os pelos com um profissional a cada dois meses e escovar o animal regularmente, em média uma vez por semana, evitando assim, a formação de nós. O ideal é que o cão seja acostumado a estes cuidados deste filhote e que o processo seja feito de forma delicada para ser um momento agradável.

    6. Cães da realeza e sua popularização

    A rainha Vitória, da Inglaterra, era apaixonada por esses pequenos cães com juba pomposa. A raça acabou se popularizando por toda a Europa devido ao fato de a majestade não ser apenas tutora de vários Pomerânias, mas também ser uma das principais expositoras da raça.

    Fora da Europa, o Pomerânia começou a ganhar popularidade em 1892, quando o primeiro cão da raça foi registrado no livro American Kennel Club (AKC), considerado um dos maiores clubes de registro genealógico de cães de raça pura do mundo, e o maior e mais antigo dos Estados Unidos. Ainda assim, o reconhecimento, de fato, veio somente em 1.900. A partir de então, a raça passou a participar de concursos e exposições até chegarmos nos dias de hoje, com esses adoráveis cãezinhos liderando o ranking de mais registrados no Brasil.