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  • Cães: as raças mais registradas e suas curiosidades!

    Você sabia que o Bulldog Francês é o campeão de registros no Brasil?

    Popularmente chamados de “melhores amigos dos seres humanos”, os cachorros foram domesticados há milhares de anos e são animais sociáveis, leais, companheiros e relativamente dóceis. Em todo o mundo, eles já somam mais de 400 raças e é inevitável que algumas delas acabem “caindo nas graças” dos brasileiros.

    Um recente levantamento feito no Brasil apontou as sete raças mais registradas em 2017. Dentre os vários perfis, como tamanho, características de pelagem e de comportamento, os pets de pequeno e médio porte ainda estão entre os preferidos da população.

    Confira abaixo o ranking das raças mais registradas no Brasil, e conheça algumas curiosidades e cuidados necessários para cada uma.

    1. Bulldog Francês: a raça mais vendida no Brasil teve seu primeiro registro na França em 1885. Esses pacotinhos de músculos e charme tendem a engolir a ração inteira e costumam ter problemas digestivos. Para manter seus músculos fortes, é aconselhável a prática de exercícios regulares com caminhadas diárias curtas, evitando corridas que podem causar dificuldades respiratórias. Cuidados com as dobras da face também são imprescindíveis para manutenção da higiene.
    1. Shih Tzu: a segunda raça mais registrada provém do cruzamento entre Lhasa Apso e Pequinês, e teve provável origem no Tibet e sua ancestralidade. São dóceis, companheiros, calmos e discretos. Com pelagem abundante, longa e densa, requer escovação diária e amarração dos pelos sobre a cabeça. Possuem o focinho largo, curto e quadrado. Por isso, necessitam de uma alimentação adaptada que permita a mastigação de forma adequada ajudando a reduzir a formação do tártaro.
    1. Pug: considerada uma das mais antigas do mundo, a raça é original da China, antes da era cristã, apareceu na Europa e logo se tornou o querido da família real holandesa. O PUG é considerado um animal de raça inconfundível. Afetuosos e robustos, tem tendência a engolir o alimento sem mastigar por causa de sua mandíbula característica e lábio superior espesso. Para manter sua massa muscular e controlar o ganho de peso, necessita de exercícios bem suaves em pequenas doses, associados a uma dieta adequada. Cuidados com as dobras da face também são imprescindíveis para manutenção da higiene.
    1. Yorkshire: o Yorkshire é fruto da mistura de quatro raças terrier inglesas e gosta das atividades típicas de um terrier, como caçar pequenas presas e cavar buracos. Possui pelagem longa, macia e sedosa, que cresce continuamente. A ausência de subpelo implica em pouca proteção a baixas temperaturas. Possui maior predisposição ao desenvolvimento do cálculo dental (tártaro), portanto, é necessária uma atenção especial quanto a higiene oral. Tende a ter vida longa, em média 15 anos, exigindo cuidados especiais para prevenir os efeitos do envelhecimento.
    1. Bull Inglês: originário da Inglaterra, o Bull Inglês foi descoberto no século XII. Fortes e robustos, esses cães foram inicialmente criados para combater touros, daí o nome “bull”, que significa touro em inglês. Com uma aparência potencialmente intimidadora, esses adoráveis e robustos cães são extremamente amáveis e carinhosos. Por conta de sua mandíbula superior ser mais curta que a inferior, possui a tendência de engolir o alimento sem mastigar. Podem apresentar dificuldade na respiração em dias quentes e durante atividades físicas. Possuem tendência ao ganho de peso, que deve ser evitado para não prejudicar suas articulações. Cuidados com as dobras da face também são imprescindíveis para manutenção da higiene.
    1. Golden Retriever: está entre as quatro raças mais inteligentes do mundo. Frequentemente, são utilizados como cães de assistência para portadores de deficiência ou em operações de resgate. Esses companheiros dóceis e charmosos possuem tendência a ganhar peso, especialmente quando a falta de atividade é combinada com uma dieta não adaptada. A pelagem desta raça é densa e resistente à água. Por isso, o calor e a retenção de umidade podem ocasionar problemas dermatológicos. Além disso, a sensibilidade cardíaca pode ser mais comum do que em outros cães de raça de grande porte.
    1. Maltês: o Maltês foi introduzido na Ilha de Malta por volta de 500 a.C. Donos de um caráter nobre, esses pequenos sedutores precisam de escovação e uma dieta com nutrientes específicos para manter sua pelagem branca sempre macia e sedosa. Manchas decorrentes da umidade podem aparecer, principalmente na região próximas aos olhos, focinhos e patas. Seus dentes fortes e grandes são sensíveis a problemas, como doença periodontal. Exigentes, precisam de uma alimentação particularmente atrativa.

    Alimentação direcionada para as raças

    Cada raça é única e tem necessidades específicas. Atualmente, a Royal Canin possui a linha Breed Health Nutrition, um programa nutricional baseado na pesquisa e desenvolvimento, exclusivamente focado nas necessidades no animal, levando em conta sua morfologia, fisiologia e sensibilidades de cada raça. Saiba mais sobre alimentação específica para raças aqui.

  • Petz alerta sobre a importância da vacinação de cães e gatos

    Para marcar o mês de agosto, data tradicional no calendário de vacinações dos pets, rede de pet shop orienta sobre as doses que devem ser aplicadas a partir dos 45 dias de vida dos bichinhos

    Manter a vacinação em dia de cães e gatos não é só um ato de amor, mas também de cidadania. A afirmação é da veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz, que aproveita agosto, conhecido como mês do cachorro louco, para alertar sobre a importância das vacinas. Além da prevenção, ao vacinar os pets, as pessoas colaboram para evitar que doenças como a raiva voltem a ser uma ameaça. No caso de São Paulo, segundo o Centro de Zoonoses, não há registro da doença em humanos e em cães e gatos desde 1982 e 1984, respectivamente.

    “A vacinação é uma forma de proteger toda a família e essencial para a qualidade de vida do pet. Além da raiva, é importante vacinar os cães e gatos todos os anos contra doenças como a cinomose, parvovirose, giárdia, gripe e dirofilariose”, orienta a Dra. Karina. Uma dica para não esquecer é aplicar as doses sempre na mesma data que deverá ser repetida anualmente ou associar a uma dia importante, como o do aniversário. Outra estratégia é anotar e guardar a carteirinha de vacinação sempre no mesmo lugar.

    Quando vacinar

    A partir dos 45 dias, cães e gatos devem receber as primeiras doses. Depois do primeiro ano, o cãozinho precisa ser vacinado anualmente com uma dose de cada vacina, incluindo a V8 ou a V10 (contra cinomose, hepatite infecciosa canina, adenovírus canino tipo 2, parainfluenza canina, parvovírus canino e leptospirose), a gripe canina, giárdia e antirrábica. Os gatos também devem receber a V4 (contra a panleucopenia, rinotraqueíte, calicivirose e clamidiose) e a raiva anualmente.

    ‘Cachorro louco’

    As campanhas de vacinação contra a raiva costumavam ser realizadas em agosto. Hoje, as cidades fazem o controle durante todo o ano, mas ficou a fama de “mês do cachorro louco”. Uma das explicações mais populares para ela é que, por causa das condições climáticas desta época do ano, aumenta a concentração de fêmeas no cio, o que deixa os machos mais vulneráveis às brigas e ao contágio da doença.

  • Benefícios dos legumes para cães

    Veterinário explica como a cenoura, ervilha e batata doce auxiliam na saúde do seu pet

    Provavelmente os tutores já pensaram em dar legumes como petisco para os cães, mas é importante lembrar que não são todas os legumes que fazem bem para seu amigo, apenas alguns possuem propriedades benéficas para a dieta dos pets.

    O médico veterinário da Naturalis, Marcello Machado, explica que em hipótese alguma a alimentação do cachorro pode se basear apenas em legumes, pois ele precisa de uma nutrição balanceada com proteínas de qualidade e fibras em níveis ajustados. Alguns alimentos que fazem bem para os humanos são tóxicos para os cães e podem causar sérios problemas digestivos e alérgicos.

    O médico veterinário da Naturalis apontou os benefícios dos legumes para os cães:

    Cenoura: a cenoura é um legume muito presente em nossa alimentação, podendo estar também na dos cães. Além do sabor delicioso, é rica em betacaroteno, vitamina A e sais minerais que contribuem para o fortalecimento das defesas naturais do organismo do cão e são importantes na manutenção da saúde da pele.

    Ervilha: a ervilha contribui para a saciedade do cão, pois é rica em fibras alimentares. Também são fontes de minerais como fósforo, cálcio, potássio e ferro, além de conter as vitaminas A, B1, B2, B3 e B6.

    Batata-doce: assim como as ervilhas, a batata-doce é rica em fibras que ajudam a deixar o cachorro satisfeito por mais tempo. Trata-se de um alimento fonte de vitaminas B6 e C, betacaroteno e magnésio.

    Como oferecer legumes para o pet

    Caso você já esteja pensando em ir à feira comprar legumes para o seu cachorro, saiba que incrementar esse tipo de alimento no dia a dia dele só fará bem se estiver inserido em uma alimentação balanceada. Por isso, Marcello Machado indica a ração Naturalis. Além de legumes com todas as suas vitaminas e sais minerais, a linha de ração natural conta com frutas e vegetais.

    “Para atender o paladar dos cães que gostam de legumes, existem rações no mercado pet como a Naturalis, que além de possuir formulação 100% natural, também conta com sabores, vitaminas, sais minerais e nutrientes para manter o cão sempre bem-alimentado e saudável”, indica Machado e acrescenta: “Naturalis possui em sua composição verduras, carne, ingredientes integrais, e é livre de conservantes artificiais e corantes para o cão crescer com vitalidade e energia, resultando saúde e a longevidade do animal”.

  • Pulgas, carrapatos e sarnas em cães podem ser prevenidos com um único medicamento  

    Simparic, comprimido mastigável da Zoetis, é altamente eficaz na eliminação de parasitas. O único do mercado que possui indicação em bula para o tratamento de três tipos de sarna: sarcóptica, otodécica e demodécica

    Pulgas, carrapatos e parasitas que provocam sarnas podem proliferar rapidamente nos cães, prejudicando sua saúde e bem-estar. Além da coceira causada pela picada, pulgas e carrapatos podem transmitir doenças como erliquiose, babesiose e verminoses, além de causarem dermatites.

     

    “As dermatites, em particular as alérgicas, trazem grande desconforto ao animal e podem levar a complicações como feridas na pele, queda de pelo e vermelhidão no local”, alerta Alexandre Merlo, médico veterinário e Gerente Técnico e de Pesquisa Aplicada de Animais de Companhia da Zoetis.

     

    Outras parasitoses que podem prejudicar a saúde dos animais de estimação são as sarnas, que provocam coceira intensa, inflamação na pele e queda de pelos. Os três tipos de sarnas mais comuns são a sarcóptica, demodécica e otodécica, sendo que a primeira também pode ser transmitida para o ser humano (zoonose).Por isso, um tratamento antiparasitário duradouro e eficaz é essencial para manter o bem-estar não apenas dos pets, mas de toda a família.

    A Zoetis oferece o antiparasitário em comprimido mastigável Simparic, que atua contra carrapatos, pulgas e o único que possui em bula indicação para o tratamento de três tipos de sarnas (sarcóptica, otodécica e demodécica).

    Contra pulgas, o medicamento começa a agir em 3 horas, com efeito máximo em até 8 horas. Já os carrapatos são eliminados a partir de 8 horas, sendo completamente eliminados em até 24 horas. A ação ocorre tão rapidamente que as pulgas não conseguem procriar – um fator importante, já que elas começam a produzir ovos 24 horas após subirem em um animal. Todos esses benefícios perduram por até 35 dias.

    Uma pesquisa publicada na revista científica Veterinary Parasitology também mostrou que o Simparic é altamente eficaz na eliminação da sarna demodécica e sinais clínicos da doença em cães infectados, utilizando-se doses mensais. “Em 44 dias de tratamento, nenhum animal estudado apresentava ácaros nos raspados de pele, o que representa uma velocidade de efeito surpreendente no tratamento deste tipo de sarna”, finaliza Alexandre.

  • 10 coisas que você faz e seu cão odeia

    Com a convivência diária e a proximidade cada vez maior entre cães e donos, é comum que ocorram alguns desentendimentos. Da mesma forma como acontece entre os humanos, com os cães a má interpretação de sinais e gestos ou situações desagradáveis podem fazer com que o vínculo de amizade e respeito seja quebrado, ou que situações ruins possam criar traumas psicológicos no animal.

    Para evitar que você faça o que não deve com o seu cão, contamos com as dicas de Ricardo Tamborini, que é adestrador e especialista em comportamento canino.

    1º Encarar o cão

    Olhar nos olhos é um sinal de desafio no mundo animal. É através do olhar que os cães demonstram medo ou ameaça e, ao ficar por algum tempo encarando um cão sensível, você faz com que ele se sinta ameaçado, e situações repetitivas como essa farão com que ele que se torne cada vez mais medroso. O contrário acontece com cães mais firmes e dominantes, que, ao serem encarados, podem revidar, atacando e mordendo.

    2º Abraçar o cão em excesso

    Nem todos os cães gostam de ser beijados e abraçados.  Os cães montam uns nos outros no intuito de subjugar aquele que está por baixo. Por isso, ao abraçar o cão, ele pode entender que está sendo testado e subjugado.

    3º Beijar e falar

    Os cães lambem uns aos outros como forma de demonstrar submissão, e parte da comunicação deles é feita através da vocalização: latindo, rosnando ou chorando. Ao ficar de rostinho colado, falando e beijando o cão, ele pode interpretar esses sinais como excesso de submissão. Alguns irão tentar sair do colo a fim de evitar essa situação, mas em outros casos acabam mordendo seus donos, pois ficaram muito incomodados.

    4º Passear da forma errada

    Os passeios servem para mostrar ao cão o que existe da porta de casa para fora. Durante os passeios, ele recebe diversos estímulos como sons, cheiros dos mais diversos tipos, e encontram pessoas e outros cães. Fazer o passeio com pressa faz com que ele não tenha tempo para se acostumar a esses estímulos e, sendo assim, poderá nunca se acostumar com a presença de cães e pessoas desconhecidas.

    5º Usar guias e coleiras erradas nos passeios

    Encontramos facilmente uma vasta linha de materiais de passeio, como coleiras de pescoço, peitoral e guias dos mais diversos tipos. Mas cada material tem uma finalidade, assim como cada cão necessita do material de passeio adequado ao tamanho e peso dele. Ao escolher o material inadequado ou não recomendado para o seu cão, ele pode puxar demais durante os passeios, pode ficar incomodado pelo desconforto caso fique muito apertado e também pode escapar, caso o material fique com folga no corpinho do seu cão.

    6º Deixar o cão de castigo

    Colocar o cão de castigo, como se fosse uma criança, de nada adianta. Eles não compreendem o mundo da mesma forma que os nossos filhos. O castigo só faz com que o cão acumule mais energia e fique ainda mais ansioso. Não é de se estranhar que os donos coloquem o cão de castigo e quando voltam para retirá-lo notam que ele destruiu muitas coisas onde estava.

    7º Dar broncas na hora errada

    Cães são imediatistas e a memória deles funciona como flash de uma máquina fotográfica. Eles fotogravam o momento e através das repetições e também de experiências boas e ruins aprendem o que é certo e errado. Dar broncas minutos ou horas depois do cão ter errado ou aprontando é completamente errado. Eles só compreendem as broncas quando são dadas no momento em que estão fazendo algo errado. Ficar brigando com o cão a todo momento e, principalmente, tempos depois que ele errou, só fará com que tenha medo de você.

    8º Cheiros muito fortes

    O olfato dos cães é muito mais apurado quando comparado ao dos humanos, e alguns são capazes de identificar uma gota de sangue em uma piscina olímpica, por exemplo. É comum cães com o olfato mais aguçado se sentirem incomodados quando usamos perfumes muito fortes ou quando passamos perfume em todo o corpinho deles após darmos banho.

    9º Sons muito altos

    Assim como o olfato, a audição dos cães é um sentido extremamente desenvolvido. Alguns cães são acometidos por má formação no labirinto do ouvido e, com isso, sofrem de hipersensibilidade auditiva. Por isso, padecem ao ouvir sons como fogos de artifício, trovão e barulhos muito altos.

    10º Falta de atividades

    Todos os cães, independentemente da idade, tamanho e raça, precisam ter atividades constantemente. Passeios diários, brinquedos atrativos e, principalmente, a interação com os donos fazem com que o cão fique física e mentalmente saudável. A falta de atividades faz com que ele fique muito entediado, o que pode causar diversos problemas comportamentais.

    Ricardo Tamborini é adestrador e especialista em comportamento canino

    www.ricardotamborini.com.br

  • Como aproximar Cães e gatos na convivência

    COMO APROXIMAR CÃES E GATOS

    A maioria dos cães, especialmente os mais jovens, preferem brincar com outros animais ao invés de atacá-los. Embora alguns considerem cães e gatos como inimigos naturais, há muitos casos onde eles se tornam grandes amigos.

     

    Permitir a esses animais estabelecer limites seguros, limitar o acesso entre eles e trabalhar em etapas para controlar a agressão do seu cão são as chaves para impedir um cão de atacar um gato. Listamos abaixo seis passos:

     

    1. Apresente o cão para o gato bem cedo — quando ainda são filhotes, se possível. Dê aos animas a oportunidade de se conhecerem na sua presença, independente da idade do cachorro. Permita ao gato gradualmente ficar à vontade perto do cão, o que o tornará menos propenso a atacar.
    2. A castração pode ser útil na redução do comportamento agressivo em relação aos gatos e também a outros cães.
    3. Passeie com seu cão com frequência e brinque o máximo possível para manter os níveis de energia do cão mais baixos quando ele interagir com o gato mais tarde.
    4. Leve o cão para um treinamento de obediência realizado por um treinador profissional. Estabeleça uma série de comandos a serem seguidos pelo cão, assim, mesmo que haja um ataque iminente, você estará preparado para impedi-lo com as vozes de comando praticadas.
    5. Fique no ambiente quando os animais estiverem juntos. Repreenda a animal a qualquer sinal de agressão. Sinais de agressão incluem mostrar os dentes, rosnar e assumir uma postura rígida.
    6. Mantenha áreas separadas em sua casa para cada animal, se possível. Mantenha-os separados sempre que você não estiver por perto para monitorá-los. Deixe os cobertorzinhos ou caminhas de um animal com o outro em áreas separadas, assim eles se acostumam com o cheiro um do outro.

    Dicas e Alertas: Nunca tente separar fisicamente uma briga entre seu cão e seu gato, pois você pode ser acidentalmente arranhado ou mordido.

     

    Fonte: Marcello Machado, médico veterinário da Max e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos.