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  • Cães e gatos também passam pela adolescência, explica especialista

    Acredite: animais também têm adolescência e passam por essa fase difícil com rebeldia. Preguiça, desobediência e desejo de liberdade são algumas das características desse período após a infância para as crianças, mas cães e gatos também apresentam os mesmos sintomas.

    O médico veterinário Cleiton Rupolo, especialista da Nutrire – indústria de alimentos de alta performance para pets, explica o que ocorre nessa fase e de que forma os tutores devem agir para garantir bem-estar ao animal.

    Cães

    Tal e qual acontece com as crianças, os cães também saem da infância para aquela mais conhecida como “fase da rebeldia”. Além das mudanças físicas, alterações comportamentais acontecem e saber como lidar nesse período é muito importante.

    “A adolescência de um cão surge no começo dos seis meses de idade e vai até os 18 meses, no máximo. A produção maior de hormônios acarreta nas mudanças de interesses e podem complicar a relação dos pets com seus tutores”, explica. Mas, afeto e determinação vão auxiliar a passar etapa de forma tranquila e feliz com seu pet.

    Nessa fase, o treinamento do cachorro requer mais paciência, consistência e persistência. “É bom que todos utilizem as mesmas palavras de comando e compreendam que tudo o que o animal aprender agora, vai levar para a fase adulta”, acrescenta. Quando o cão já é adestrado, pode acontecer dele não obedecer como antes, por isso, a paciência é o segredo da comunicação eficiente. “A fase da adolescência não é fácil para o animal e a rebeldia vai passar com o tempo”, diz.

    Além disso, o cachorro pode ficar mais corajoso e instigado a novas descobertas. O ideal é não abrir mão da coleira na hora do passeio, por exemplo, principalmente porque eles desejarão explorar novos lugares e há perigos iminentes se o pet sair correndo pela rua. “O animal adolescente pode desejar a presença de outros companheiros, mas as brincadeiras não devem passar do limite. Muitas fêmeas, por exemplo, não aceitarão a companhia de outras fêmeas – o que pode gerar confrontos”, alerta Dr. Rupolo.

    Os machos costumam se interessar pelas fêmeas nesse período e também tendenciam a marcar o território, o que também pode gerar brigas com outros machos. Todo cuidado é pouco. “Não se esqueça de deixar sempre claro quem é o líder, mas evite punições, gritos e xingamentos – isso só afasta seu cãozinho de você. Afeto é sempre a melhor forma lidar com a rebeldia do seu pet”, avalia.

    Gatos

    Aprender e brincar são os lemas de um gato adolescente. Além de mais carinhoso, o pet nessa fase da vida é cheio de energia e precisa se divertir bastante para gastar tudo isso. Ao mesmo tempo, os felinos também costumam dormir mais do que quando eram filhotes. “Portanto, não estranhe se o animal descansar por 15 ou 16 horas no dia”, diz o especialista.

    Dr. Rupolo também alerta para os incômodos de móveis estragados. “Se você não deseja ter sofás e poltronas arranhadas, o ideal é investir em um arranhador, pois o gatinho adolescente é extremamente curioso e qualquer ambiente pode ter coisas interessantes e atrativas para afiar as unhas”, sugere.

    Apesar das brincadeiras ainda serem a grande atração do gato adolescente, outra questão importante é a demarcação do território – feito tanto por machos como pelas fêmeas. “O xixi fora da caixa de areia é a forma mais comum do animal demonstrar que aquele ambiente é dele e de mais ninguém”, diz.

    A castração é a forma mais segura de evitar esse comportamento – além de ser importantíssimo para a saúde do felino. Uma gata no cio pode incomodar os vizinhos e é muito desconfortável para o bichano. Por isso, é sempre indicado pedir orientação sobre o procedimento com um veterinário de confiança. “Tendo em vista que a superpopulação de animais domésticos é um caso de saúde pública, a castração auxilia a evitar o abandono de filhotes, impede as ninhadas não desejadas e prolifera a cultura da posse responsável”, diz.

    “Independente de o seu companheiro ser filhote, adolescente, adulto ou idoso, seja paciente e afetuoso com ele. Há muitos mitos em torno dos gatos, um deles é de que não são tão apegados às pessoas”, completa o especialista. Porém, esses animais também sentem-se acolhidos, cuidados e seguros quando estão com seus tutores. Um gatinho adolescente só precisa de atenção e interação para que cresça saudável e se torne um adulto feliz.

  • Cães: veterinário dá dicas de como ensinar um filhote

    A chegada de um animal de estimação em casa é só alegria. Bom, pelo menos é assim que deveria ser, não é? Sim, mas é preciso saber educar o cãozinho e evitar que ele seja protagonista de algumas situações desagradáveis. O primeiro passo é lembrar que o cão que está chegando vai precisar se adaptar a nossa rotina e isso leva certo tempo. “As principais reclamações dos tutores giram em torno de dois fatores: o pet que incomoda na hora das refeições da família e o animal que faz xixi no local errado. Por isso, algumas dicas são essenciais para auxiliar nesse processo de aprendizagem”, diz Thiago Marçal, veterinário da Nutrire.

    “Evite deixar a ração o tempo todo na vasilha. Além de não ser saudável para o pet, vai acostumar o animal a comer na hora que bem entender. Aquele comportamento desagradável do cachorro de ficar pedindo comida na hora do almoço é fruto do manejo alimentar inadequado”, aconselha. Estipule horários fixos para as refeições do seu pet e siga rigorosamente as recomendações do veterinário quanto ao tipo e à quantidade que deve ser oferecida diariamente.

    “Divida em duas ou três porções e deixe disponível por 10 minutos, retire o comedouro logo após, mesmo não havendo consumo. Isso fará com que ele compreenda que aquele é o horário de alimentação, e que o líder da matilha é você – o que tornará muito mais fácil a socialização do cão no novo ambiente. Isso também faz parte dessa aprendizagem”, acrescenta o especialista.

    Ignore-o sempre que pedir comida quando sua família estiver reunida, pois uma hora ou outra ele vai entender que seus pedidos não serão ouvidos. Se o animal não for acostumado a consumir a mesma alimentação de seus tutores, possivelmente não vai desejar experimentá-la.

    Além disso, a maioria dos tutores reclama da dificuldade em ensinar o pet a fazer as necessidades nos lugares certos, todo mundo deve ter passado por isso, não é mesmo? Algumas dicas podem ajudar e a primeira delas é sobre a definição do local para o xixi, que deve ser distante de onde ele se alimenta. “Seja muito paciente, esse processo demora bastante dependendo da personalidade do animal. Aquela história de gritar e esfregar o nariz do cão no chão não resolve nada, ok? Desista dessa ideia imediatamente”, alerta.

    Depois de escolher um cantinho para as necessidades, crie uma rotina a ser seguida pelo pet e acredite na associação positiva. Fique em silêncio se ele não fizer o xixi no local que você gostaria, mas não poupe elogios quando o pet agir corretamente. No caso de tapetes higiênicos ou jornais, uma boa dica é espalhar alguns pela casa até que ele assimile o processo de aprendizagem. “Vá retirando conforme o tempo for passando até que sobre apenas um. Mantenha o local higienizado”, finaliza Dr. Marçal.

  • Maça e mamão podem auxiliar na saúde dos cães

    Provavelmente os tutores já pensaram em dar frutas como petisco para os cães, mas é importante lembrar que não são todas que fazem bem para seu pet.Apenas algumas possuem propriedades benéficas para a dieta dos cães, como a maçã e o mamão. O médico veterinário da Naturalis, Marcello Machado, apontou os benefícios dessas frutas para os cães.

    “A maçã contém vitaminas B, C e E, e é uma ótima fonte de fibras para favorecer a função intestinal; possui baixo valor calórico, contribui para manter a imunidade alta e regula a glicemia dos cães. Já o mamão é fonte de fibras e possui um sabor que agrada muito os cães; ajuda a melhorar a digestão e possui vitaminas A e C, cálcio e potássio”, explica Machado.

    Mas é importante reforçar que, em hipótese alguma a alimentação do cachorro pode se basear apenas em frutas, pois ele precisa de uma nutrição balanceada com proteínas de qualidade e fibras em níveis ajustados. Rações com frutas possuem um odor diferenciado e são mais atrativas para o olfato canino. Podem ser uma ótima opção para cães que não sentem atração pela alimentação comum.

    “Para atender o paladar dos cães que gostam de frutas, existem rações no mercado pet, que além de possuir formulação 100% natural, também contam com sabores, vitaminas, sais minerais e os nutrientes necessários para manter o cão sempre bem alimentado e saudável”, indica Machado.

    Além das frutas, alimentos que possuem em sua composição verduras, carne, ingredientes integrais, e são livres de conservantes artificiais e corantes, contribuem para que o cão cresça com vitalidade e energia, beneficiando sua saúde e longevidade.

  • Cuidados: Remédio para cães

    Medicar um pet sem consultar um veterinário pode ser perigoso

    Muitas vezes, ao invés de levarmos ao veterinário, vamos atrás de um remédio por conta própria acreditando que ele trará alguma melhora.

    No entanto, não podemos esquecer que muitas drogas podem ser nocivas. Ter medicamentos em casa não quer dizer que seja seguro e que é a solução para qualquer caso de doença.

    Se você tem dúvidas sobre medicações para cachorros, fique atento às informações que trouxemos para que tenha mais segurança e conhecimento a respeito de substâncias que nem sempre podem fazer bem.

    Remédio para pessoas X remédio para cachorro
    A quantidade de medicamentos destinados aos cachorros está aumentando. Isso causa dúvidas sobre a relação com remédios para humanos.

    O que difere uns dos outros são as doses, que devem ser ajustadas de acordo com o peso do animal. Do ponto de vista farmacológico, não há diferença entre os medicamentos para humanos ou para animais.

    Outra coisa a ser pensada é que podemos encontrar alguns remédios com mais facilidade em uma farmácia convencional.

    No entanto, quando os remédios são fabricados para pets, os benefícios são maiores porque não corremos o risco de errar na dosagem. Além disso, os comprimidos são compatíveis com o tamanho dos bichos, o que facilita a ingestão, afirma a Dra. Livia Romeiro do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

    No caso dos cachorros, eles não entendem que devem engolir. Nesse caso, alguns medicamentos palatáveis facilitam a administração.
    Pode acontecer de seu pet necessitar de um remédio que não tenha formulação veterinária. Se isso acontecer, os médicos recorrem aos remédios para humanos e readaptam a dosagem.

    Remédios humanos que podem ser prejudiciais em cães
    Assim como acontece com a gente, alguns medicamentos, ao invés de trazer alívio, podem fazer muito mal para os cães. Dosagem inadequada e erro no diagnóstico são exemplos de situações que podem gerar consequências graves.

    Sempre temos em casa aquela caixinha de remédios que utilizamos em casos de alguns males, como dor de cabeça, indigestão, dor muscular e resfriado.

    Quando nosso pet não está bem, associamos os sintomas aos nossos e decidimos dar os mesmos remédios que nós tomamos. Mesmo existindo drogas para humanos que animais podem usar, algumas fazem parte da lista de alerta.
    Não dê por conta própria antiinflamatórios, como piroxicam, diclofenaco e ibuprofeno. Antissépticos de vias urinárias, como sepurim e pirydium, paracetamol e aspirina também são prejudiciais.

    Anestésicos e enxaguantes para boca e garganta, antidepressivos, descongestionantes nasais e antigripais não devem ser dados a cães.

    E se meu pet ingeriu algum medicamento?
    Por mais que a gente tenha prudência e atenção, alguma coisa pode acabar passando.

    Como ele não tem consciência do perigo, acaba ingerindo, o que pode desencadear em reações como apatia, diarreia, vômito, falta de apetite, convulsões prostração intensa, dor abdominal ou dificuldade para respirar.

    Não importa se é medicamento para bicho ou para gente. São tóxicos do mesmo jeito se inseridos na dosagem errada e, principalmente, se o cão não estiver em tratamento.

    Exemplos disso são vermífugos. Alguns possuem cheiro e gosto atrativos justamente para que o pet tome sem maiores problemas. No entanto, a superdosagem pode causar alto nível de intoxicação.

    Em casos de ingestão inadequada, não devemos dar leite, receitas caseiras ou mais remédios, principalmente para vômito ou diarreia. Você deve levar seu amigo imediatamente ao veterinário e ele saberá como contornar a situação.

    Receitas de remédios caseiros podem causar grande perigo. As substâncias utilizadas podem gerar efeitos colaterais negativos para os cachorros.

    Além da intoxicação, a possibilidade de a receita caseira não ter resultado satisfatório algum sobre a enfermidade é grande e ainda pode causar problemas secundários.

    Consultar um veterinário é sempre a melhor opção
    Para não agravar o problema de saúde de seu animal, opte sempre por um veterinário. Ele é a única pessoa capacitada para identificar o real problema do seu amigo e solicitar um tratamento adequado.

    Medicar animais exige conhecimento profissional e não deve ser feito por tutores. Além disso, não tire dúvidas com o atendente da loja de rações ou pet shop. A vida do seu amigo vale uma consulta médica.

    Nem sempre economizar é o melhor caminho. Além de não solucionar o problema, você pode mascará-lo ou causar intoxicação grave, o que é muito ruim.

    Além de prescrever a medicação adequada, profissional poderá indicar quais são os lugares confiáveis para adquiri-la. É importante que você compre em farmácias veterinárias ou pet shops especializados.

    Se optar por uma compra pela internet, pesquise o histórico dos estabelecimentos. Uma boa avaliação dos compradores reduz o risco de comércio ilegal de remédios falsificados ou fora do prazo de validade.

    O cuidado é sempre o melhor remédio
    A única pessoa que conhece o comportamento e a personalidade do seu cachorro é você. É importante saber se ele tem costume de brincar com tudo que está ao seu alcance.

    Para evitar acidentes, mantenha os remédios em locais onde seu amigo não possa ter acesso. Lugares altos, armários fechados e gavetas são exemplos onde você pode deixar guardado com segurança.

    Caso seu pet necessite de medicação, informe-se sobre a melhor forma de administrá-la, sem causar lhe estresse. Muitas vezes, optamos pelo caminho mais fácil e misturamos o remédio com algum petisco.

    No entanto, é preciso atenção. Alimentos, como a salsicha e outros embutidos são tóxicos. É preciso ter soluções seguras para fazer com que o cachorro tome o remédio. Você pode utilizar a seguinte técnica:

    Coloque o cachorro entre suas pernas, tomando cuidado para não apertar seu pescoço, e levante o focinho. Abra a boca dele com cuidado e tente colocar o comprimido mais próximo da garganta.

  • Como está a saúde bucal do seu pet?

    No dia 20 de maço foi celebrado o Dia Mundial da Saúde Bucal, data instituída pela Federação Dentária Internacional (FDI). Assim como para nós, humanos, a saúde bucal está atrelada a um estado de completo bem-estar físico e mental, e para os pets não é diferente.

    A Pedigree acredita que os cães são companheiros para a vida toda. Eles tornam os nossos dias melhores e, mais do que isso, nos fazem pessoas melhores. Nada melhor do que ter uma companhia tão especial, não é mesmo?

    É muito comum ficarmos de olho na alimentação que oferecemos, na saúde da pela, no brilho do pelo… mas e a a saúde da boca do pet será que está em ordem? Apesar do carinho com que cuidamos dos nossos cães, na correria do dia-a-dia é comum não dar a devida atenção à higiene bucal. Por exemplo, você sabia que um simples mau hálito pode indicar que o cão está sofrendo de doença periodontal? E que esta doença atinge 80% dos cães com mais de 3 anos de idade? A doença periodontal pode gerar complicações sérias, como perda dos dentes e migração de bactérias para rins, fígado e coração.

    Por isso, é superimportante manter a escovação frequente, aliada ao uso diário de produtos específicos como Pedigree Dentastix e visitas regulares ao médico veterinário. Cuidados como estes são essenciais para melhorar a qualidade de vida e garantir a saúde bucal dos cães.

    Estudo comprovaram que oferecer 1 unidade de Dentastix por dia, continuamente, ajuda a reduzir e até 80% a formação do tártaro em cães que possuem uma boca saudável, graças a sua textura especial e ingredientes ativos, sendo o único produto do mercado a garantir essa eficácia.

    *Vale saber: é importante estar atento a tabela nutricional para que o consumo de calorias respeite a necessidade diária do pet evitando, assim, o sobrepeso.

    A Peppa e o Lucky adoram Dentastix e por isso mostram o sorriso lindo por todo lugar e no insta 😉

  • Tutores devem se preocupar com a prevenção de doenças renais nos pets

    Dia Internacional do Rim: segundo estimativas mundiais, um em cada três gatos e um em cada oito cães apresentarão Doença Renal Crônica

    Com frequência cães e gatos chegam aos consultórios e clínicas médico-veterinárias apresentando estágio avançado de Doença Renal Crônica (DRC) e todas as complicações que esse grave problema de saúde acarreta aos pets, em especial aos gatos. Por isso, é primordial que os tutores levem seus animais para exames de rotina com foco na prevenção e diagnóstico precoce.

    “Muitos animais chegam com sintomas, que debilitam ainda mais o seu estado geral de saúde, como vômito; diarreia com sangue; ulcerações bucais, que o impedem de se alimentar; e até convulsões”, diz a médica-veterinária Maria Cristina Santos Reiter Timponi, presidente da Comissão das Entidades Veterinárias do Estado de São Paulo do CRMV-SP. Ela explica que esses quadros acontecem devido à alta taxa de creatinina no sangue, que sobe porque os rins não estão filtrando como deveriam.

    Gatos são mais suscetíveis

    O médico-veterinário e presidente do Colégio Brasileiro de Nefrologia Veterinária, Luciano Henrique Giovanini, comenta que a prevalência mundial de DRC é maior entre os gatos.

    “Há estudos que demonstram que um em cada três gatos apresentará a doença”, diz o médico-veterinário. Já entre os cães, essa prevalência é de um em cada oito cães, o que também é uma incidência considera alta.

    Previna seu pet

    Para evitar que seu pet seja uma das vítimas de DRC, a dica dos médicos-veterinários é de que haja um controle anual, com exames simples, incluindo coleta de urina tipo I. Assim, qualquer alteração que sinalize problemas renais poderá ser detectada no início.

    “Além de evitar que o pet sofra, é infinitamente mais barato do que o valor de tratamentos para um doente renal crônico”, enfatiza a Cristina Timponi. Segundo ela, com frequência os problemas renais são silenciosos.

    Por outro lado, muitas vezes um sintoma da doença é o aumento da frequência e quantidade de urina, o que os tutores costumam considerar positivo, entendendo, erroneamente, que esse seria um sinal de que os rins funcionam bem.

    A médica-veterinária destaca também o risco de entrada de bactérias que se alojam nos rins a partir de problemas bucais. Por isso, manter a limpeza de tártaros do seu peludo em dia é de extrema importância.

  • Pela saúde de cães e gatos

    Entenda por que a vacinação dos pets é importante para eles e também para os tutores

    A famosa frase “Quem ama cuida”, tão dita e divulgada, torna-se mandatória quando o cuidado se refere aos animais de estimação. Presentes em quase metade dos lares brasileiros, os animais de companhia ganharam ao longo dos anos status de membro da família. Para que tenham uma vida plena não só de carinhos, mas também de saúde e bem-estar, alguns fatores são importantes – alimentação, higiene e vacinação em dia.

    “O cuidado com o animal está diretamente ligado à prevenção de doenças. E a melhor forma de fazê-la é por meio da vacinação, que deve ser recomendada e administrada por um médico-veterinário”, diz Fabiana Avelar, médica-veterinária e gerente de produtos de Animais de Companhia da Zoetis.

    De acordo com as recomendações atuais, cães e gatos devem ser vacinados logo nos primeiros meses. Terminado esse ciclo preventivo inicial, a vacinação deve ser feita anualmente ou a critério do médico-veterinário. “O protocolo vacinal garante a proteção imunológica do animal”, explica o médico-veterinário Alexandre Merlo, gerente técnico de Animais de Companhia da Zoetis.

    A carteira de vacinação completa para cães e gatos deve apresentar os dados de identificação do animal, nome e número de lote da vacina aplicada (geralmente contidos em selos destacáveis que vêm com a vacina) e data de reforço. Pode-se também anotar em que parte do corpo do animal a vacina foi injetada.

    Essa prevenção é importante não só para os animais como também para a proteção de seus tutores, já que algumas doenças de cães e gatos (como a leptospirose, a raiva e a giardíase) são zoonoses, ou seja, podem passar do animal para o ser humano e vice-versa.

    Campanha

    Como parte do Programa de Educação Continuada da Zoetis, a empresa lançou, na última semana, o Blog Veterinário Zoetis. Direcionado à classe médico-veterinária, o canal trará, por meio de posts semanais, publicações técnicas e novidades sobre imunologia e vacinação em cães e gatos.

  • Cães da raça Shih Tzu podem desenvolver dermatite atópica

    Falta de zinco é um dos principais fatores que agrava problemas de pele nos cães

    A dermatite atópica, doença inflamatória da pele que causa coceira, vermelhidão, irritação e perda de pelo em excesso, tem aumentado entre os cães. Uma das raças que mais sofre com a doença é a Shih Tzu, conhecida por ter uma pelagem lisa que atinge grandes comprimentos.

    Por serem animais muito sensíveis e delicados, é necessário que o tutor tome alguns cuidados básicos. “Procure secar bem o seu cão após o banho, utilizando produtos mais neutros, com um soprador e, depois, um secador na temperatura morna. Além disso, evite pulgas, que podem trazer grandes transtornos ao bem-estar dos pets e causar alergia específica”, explica o médico veterinário da Equilíbrio Raças Específicas, Marcello Machado.

    Muitas vezes é difícil identificar as causas exatas de alergias, pois os agentes causadores são inúmeros, como pó, produtos de limpeza doméstica e alguns ingredientes utilizados na fabricação de rações.

    A doença se manifesta principalmente depois que os pets coçam ou passam a lamber, em excesso, uma parte do próprio corpo. A partir deste momento, o cão pode apresentar edemas e descamação, produzida por alterações no sistema imunológico.

    Além desses fatores, o veterinário explica que o contato com roupas sintéticas e cosméticos, e a predisposição genética são fatores consideráveis para o desenvolvimento da dermatite atópica.

     

    Sobre a Equilíbrio Raças Específicas – Shih Tzu

    O produto contém Ômegas 3 e 6 e minerais quelatados (selênio, zinco e manganês), que auxiliam para uma pele saudável e pelos brilhantes. Além disso, possui partículas com tamanho e formato ideais para a ingestão do alimento pelo Shih Tzu.

    Por isso, a Equilíbrio, linha super premium de alimentos para cães e gatos, lançou no mercado – Equilíbrio Raças Específicas – produtos formulados de acordo com as particularidades e necessidades de cinco raças, para as fases adultos e filhotes. São eles: Maltês, Lhasa Apso, Shih-Tzu, Yorkshire Terrier e Golden Retriever.

    Essas dietas buscam prevenir ou minimizar os principais problemas de saúde e congênitos de cada raça, além de estimular o máximo do potencial genético de cada cão. A novidade, pela primeira vez no Brasil, é que os produtos mesclam partículas de alimentos completos de alta performance com partículas liofilizadas de frango com alto nível de palatabilidade. Também são livres de transgênicos, glúten, corantes e aromatizantes artificiais.

  • Posse responsável de cães e gatos ajuda a evitar abandono e maus-tratos

    Veterinária orienta sobre os cuidados ao escolher um bicho de estimação e alerta para a importância da conscientização ao tratar de uma vida

    Por despertar paixão, os pets muitas vezes são procurados para presentear alguém em datas especiais. Mas ter um bichinho de estimação, seja adotado ou comprado, requer cuidados, pois é uma vida que a pessoa vai levar para casa. Por isso, a rede de pet shops Petz orienta sobre a posse responsável, tanto nas lojas como nos eventos de adoção que realiza, para evitar maus-tratos e abandonos. Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que há 30 milhões de bichos nessa situação no Brasil.

    “A decisão de ter um bicho de estimação deve ser bem pensada. Não se faz adoção ou compra de animais por impulso, de forma alguma. Antes, as pessoas precisam ter consciência de que a vida vai mudar, com gastos, cuidados e tempo disponível”, afirma a veterinária Giulliana Tessari, gerente responsável pelo projeto Adote Petz. Ela alerta para várias medidas que devem ser levadas em consideração. “É importante, por exemplo, saber que a expectativa de vida de um gato ou cachorro é de mais de 12 anos e, durante todo este período, ele precisará de cuidados, atenção e muito carinho.”

    Mutirão

    Em parceria com 36 ONGs, a Petz promove eventos de adoção em suas lojas nos finais de semana e a adoção permanente de gatos em algumas unidades. Já foram adotados 34.232 cães e gatos desde 2007, quando o projeto Adote Petz foi criado. Também participa de ações como o mutirão para controle populacional que ocorreu em janeiro em Florianópolis, em parceria com o Hospital Veterinário Jurerê e com a ONG Vila dos Bichos.

    8 dicas para a posse responsável:

    1 – Cães e gatos podem viver mais de 12 anos, por isso, levar um pet para casa é um compromisso para a vida toda.

    2 – É importante saber se a família mora em um lugar que aceite bichinhos, se há espaço para o pet viver com o mínimo de conforto, se alguém é alérgico à pelagem e se os vizinhos não se importarão com os latidos.

    – A casa deve ser estruturada para receber o pet, com proteção de tomadas, cuidados ao acesso a produtos de limpeza e plantas tóxicas, incluindo arranhadores para gatos e rede nas janelas, além de um cantinho confortável para ele descansar e se adaptar ao local.

    4 – Os cães são ativos, requerem passeios diários e não gostam de ficar muito tempo sozinhos. É preciso dedicar um tempo para dar atenção, interagir, brincar e passear com eles.

    5 – Os gatos se adaptam melhor às horas em que os donos estão fora de casa, porque dormem mais de 10 horas por dia. Mas também precisam de atenção e cuidados. 

    6 – Ter um cão ou gato envolve gastos com saúde e bem-estar. Os pets vão precisar de visitas semestrais ao veterinário, carteira de vacinação em dia e uma boa ração, além de banho e tosa, petiscos, brinquedos, acessórios e produtos de higiene.

    7 – Também é preciso pensar em formas de abrigar o pet quando a família for viajar. Avaliar se o orçamento permite pagar um hotel ou se há conhecidos que possam cuidar dos pets.

    – Quando ainda são filhotes, os cães precisam de adestramento e paciência do dono para aprender a fazer as necessidades no lugar certo. Eles crescem e também podem ficar maiores do que o esperado. 

  • Adoção responsável: cães e gatos exigem cuidados essenciais com a saúde ao ganharem um novo lar

    Veterinária dá dicas das primeiras medidas a serem tomadas para garantir o bem estar do pet que será levado para casa

    Optar por adotar um animal é uma das atitudes mais importantes para diminuir o número exorbitante de cães e gatos abandonados e sujeitos a mal tratos em todo o país. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem mais de 30 milhões de animais abandonados vivendo nas ruas do Brasil. Destes, mais de 20 milhões são cachorros. Porém, é crucial que a adoção seja responsável e ofereça os cuidados básicos e fundamentais para assegurar o bem estar do animal e também dos membros da família.

    De acordo com a médica veterinária da Esalpet, Leocádia Chalita de Lima, o primeiro passo para quem acabou de adotar um pet é providenciar o controle de pulgas e carrapatos e a vermifugação dos animais. “São medidas fundamentais para garantir o conforto do pet e prevenir diversos tipos de zoonoses, doenças que podem ser transmitidas dos animais para os seres humanos”, explica a especialista. Para garantir a saúde de cães e gatos adotados, é fundamental também que o dono certifique que o animal recebeu todas as vacinas necessárias. “Somente o esquema vacinal completo confere a imunização do animal deixando-os livres de doenças infectocontagiosas e com boa qualidade de vida”, esclarece.

    Outro cuidado primordial que contribui com o aumento da expectativa de vida dos animais é a castração. Segundo a profissional, o procedimento cirúrgico colabora não só com o controle de reprodução animal mas também protege de futuras doenças no aparelho reprodutivo como tumores e infecções. “A castração é recomendada tanto para fêmeas quanto para machos a partir dos 6 meses de idade, lembrando que nas fêmeas o procedimento deve ser realizado antes do primeiro cio”, detalha a especialista.

    Para completar, a médica veterinária lembra que outros cuidados básicos podem fazer toda a diferença para a saúde e bem estar dos pets. “Garantir uma alimentação regrada e balanceada, procurar um veterinário a qualquer sinal ou mudança de comportamento e manter a higiene em dia sem dúvida vão garantir uma adaptação muito mais sadia e tranquila para o cão ou gato em um novo lar”, completa Leocádia Chalita de Lima.