Autor: agitosp

  • Consulta com o pediatra: o que falar no papo de rotina com o especialista

    A consulta de rotina com o pediatra é um compromisso dos pais desde que o filho nasce.Existe uma preocupação com o desenvolvimento correto do bebê, que é acompanhado de perto pelo médico em visitas frequentes ao consultório. De modo geral, a frequência de consultas deve ser mensal no primeiro ano de vida, trimestral, no segundo e semestral, do terceiro ao quinto ano. A partir dos seis anos de idade, a consulta no pediatra passa a ser anual, o que torna a conversa com o médico ainda mais importante, já que é o principal momento para identificar eventuais problemas. Uma dica para não deixar de comparecer na consulta é marcar o pediatra próximo ao aniversário da criança.

     

    O que precisa ser falado para o médico?

    Cada criança é única e, por isso, passa por situações individuais. As mudanças comportamentais devem ser observadas e expostas no momento da consulta. “É importante que os pais saibam os hábitos alimentares, frequência de atividade física, funcionamento do intestino, histórico familiar de doenças, levar sempre a carteirinha de vacinas e observar se a criança está dormindo bem”, destaca a pediatra Elisabete Caetano, com especialização pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Associação Médica Brasileira. Essas perguntas constam na anamnese do pediatra, um roteiro que ajuda na avaliação da criança.

     

    Outro ponto que deve ser considerado antes da consulta é a quantidade de vezes que a criança faz xixi e a característica da urina, ou seja, a rotina miccional. Isso porque, a infecção urinária é muito comum na infância, apesar de ser habitualmente mais relacionada aos adultos. Além disso, a enurese noturna, ou seja, a perda involuntária de xixi na cama, acomete cerca de 15% das crianças com mais de cinco anos de idade.

     

    Mas, por que falar de xixi durante a consulta com o pediatra?

    Por ser um assunto íntimo da criança, muitos pais evitam falar sobre o tema por vergonha e, principalmente, porque acreditam ser algo comum e que logo vai passar. Entretanto, trata-se de um problema que pode ter diversas causas, desde gatilhos emocionais até distúrbios no trato urinário. A enurese apresenta forte impacto na qualidade de vida da criança, prejudicando o aprendizado e excluindo-a socialmente, já que a criança deixa de participar de eventos escolares, por exemplo, e, principalmente, altera negativamente sua autoestima.  Por isso, crianças com cinco anos ou mais, que ainda fazem xixi na cama frequentemente, precisam ser avaliadas pelo médico.

     

    Investigando a enurese no consultório

    No caso da enurese noturna, a consulta com o pediatra pode ser mais proveitosa se a família registrar hábitos, como quantidade de água ingerida durante o dia e a periodicidade dos lençóis molhados. O diário das noites secas pode ajudar nessa tarefa. Aproveite para levar, também, informações como período de transição das fraldas, antecedentes familiares de enurese noturna, histórico de infecções urinárias e de constipação intestinal. A especialista listou algumas perguntas que podem ser feitas pelo pediatra e informações que devem ser levadas em todas as consultas:

     

    ·         A criança tem urgência para ir ao banheiro durante o dia?

    ·         A criança molha a calcinha/cueca com frequência?

    ·         A criança sente alguma dificuldade para urinar (dor, ardência, jato fraco)?

    ·         Durante a noite, quantos episódios por semana de xixi na cama ela têm?

    ·         Quantas vezes em uma mesma noite, a criança urina na cama?

    ·         A criança deixa de dormir na casa de colegas ou familiares por conta do xixi na cama?

    ·         A criança sofre ou já sofreu episódios de bullying por conta do xixi na cama?

    ·         A criança já pediu por tratamento médico?

    ·         Como os pais reagem com a enurese?

    ·         O xixi na cama muda a rotina da casa?

    ·         A família já deixou de fazer viagens por conta do xixi na cama?

    ·         Há estresse familiar por conta do xixi na cama?

     

    “Caso tenha dúvidas ou o pediatra não faça perguntas sobre as características urinárias da criança, é importante não deixar de falar sobre as eventuais mudanças no comportamento. É necessário investigar as causas da enurese e iniciar o tratamento mais indicado para diminuir o impacto negativo na vida da criança e da família”, completa a pediatra.

  • SeaWorld alerta que as ameaças à fauna marinha estão aumentando

    Desde a inauguração do parque, em 1964, a equipe de resgates do SeaWorld sempre esteve a postos para ajudar animais doentes, machucados, abandonados ou órfãos. Neste mês, em que são celebrados o Dia Mundial de Preservação do Meio Ambiente (5 de junho) e o Dia Mundial dos Oceanos (8 de junho), o SeaWorld Parks & Entertainment anunciou que o número de animais resgatados pelo time do SeaWorld Rescue chegou a 35 mil em seus 55 anos de história. Pesquisas sobre as tendências de resgate sugerem que o impacto humano nos oceanos, como a poluição, afetará cada vez mais a vida marinha.

    Para aumentar a conscientização sobre as ameaças à vida selvagem, a companhia lançou uma nova página no Instagram inteiramente dedicada ao SeaWorld Rescue (https://www.instagram.com/seaworldrescue/), que conta a histórias de resgate, reabilitação e soltura, através do olhar daqueles que salvam e cuidam de animais todos os dias.

    “Como uma organização, nós queremos chegar ao estágio onde possamos realizar menos operações de resgate, o que significaria que os animais necessitam de menos intervenção humana. Porém, nesse momento existem muitos animais doentes, machucados e que precisam da nossa ajuda, ” disse Jon Peterson, Líder Sênior de Operações de Zoológico no SeaWorld Orlando, que já deu assistência pessoalmente a centenas de animais necessitados. “Nós ainda não chegamos lá, mas agora existe uma consciência muito maior sobre como as ações humanas afetam a saúde dos oceanos e dos animais que vivem nele, do que quando eu comecei no time de resgate, e é isso que nos dá esperanças. Parte da missão do SeaWorld é aumentar essa conscientização e educação sobre o que o impacto humano tem causado na vida marinha. ”

    O SeaWorld destaca mudanças na temperatura da superfície do mar, desenvolvimento urbano e perda de habitat, juntamente à poluição do oceano, como as principais ameaças aos animais marinhos. De acordo com os dados do SeaWorld, por exemplo, aproximadamente metade dos peixes-bois resgatados na costa da Flórida desde 2015 estavam em perigo por conta de atividades humanas, incluindo paralisias causadas por hipotermia ou maré vermelha resultantes das mudanças drásticas da temperatura do oceano, ferimentos causados por acidentes com barcos ou emaranhamento em linhas de pesca.

    “O U.S. Fish and Wildlife Service gostaria de expressar sincera gratidão ao SeaWorld, em especial, pelo trabalho realizado com os peixes-bois do Oeste da Índia, disse Jay Herrington, supervisor de campo para o U.S. Fish and Wildlife Service no Norte da Flórida. “O time de resgates e a equipe de veterinários esteve sempre presente para esses animais, unindo seu amor pelos mamíferos marinhos ao desejo de contribuir com a conservação e recuperação do peixe-boi. A dedicação do time do SeaWorld em salvar as espécies tem se estendido além das fronteiras da Flórida, levando as operações de resgate de Massachussetts ao Texas em conjunto com outros parceiros em conservação marinha. ”

    O time de resgate do SeaWorld está de plantão 24 horas por dia durante 365 dias no ano, fazendo parcerias com agências governamentais, incluindo a Administração Nacional dos Oceanos e Atmosfera (NOAA, sigla em inglês), para resgatar e reabilitar animais com o principal objetivo de que fiquem saudáveis e possam retornar à natureza. No entanto, nos casos em que os animais resgatados são considerados como não aptos pela NOAA ou outra agência federal, o SeaWorld é uma das instalações que pode oferecer cuidados de qualidade reconhecida mundialmente, com sua equipe de especialistas em cuidado animal e veterinário.

    “O SeaWorld tem sido um grande parceiro na promoção da conservação, resgatando e reabilitando a fauna marinha, ” disse Donna Wieting, diretora da NOAA no Departamento de Proteção dos Peixes. “No Dia Mundial dos Oceanos, a NOAA e o SeaWorld reforçam ao público que todas as pessoas têm o papel importante de relatar casos de animais marinhos feridos e em perigo. ”

    Além dos esforços em resgate, o time de zoólogos e pesquisadores da companhia trabalha para propagar a conservação ao redor do mundo a fim de ajudar a salvar quase um milhão de espécies que estão sendo levadas à extinção. O trabalho se dá a partir de:

    • Pesquisas que orientam a conservação das baleias orcas residentes do Noroeste Pacífico;
    • Desenvolvimento de novas ferramentas no Laboratório de Preservação de Espécies do SeaWorld na Califórnia que ajudam a repovoar espécies ameaçadas;
    • Prática da medicina para reabilitar espécies ameaçadas de extinção como o lobo-marinho de Guadalupe;
    • Uso de dados das várias espécies sob cuidado do SeaWorld para que os cientistas possam diagnosticar e entender melhor as ameaças à saúde dos animais;

    “Para o SeaWorld, nosso compromisso com a conservação vai muito além de salvar um único animal na praia, “ disse Peterson. “Nós queremos salvar e apoiar espécies inteiras, o ecossistema no qual vivem, e a fonte de alimento da qual necessitam. ”

     

    Como ajudar nos Estados Unidos

    O número de animais resgatados aumentou nos últimos anos, em parte, devido ao fato de que mais pessoas estão conscientes em acionar os órgãos responsáveis para ajudar. O SeaWorld faz parte de redes de organizações que trabalham em parceria para atender aos pedidos de resgate da forma mais eficiente possível. Em toda a costa americana, é possível contatar o órgão responsável, ao encontrar um animal que precisa de ajuda:

    • Costa Oeste: O SeaWorld San Diego, na Califórnia, faz parte da West Coast Marine Mammal Stranding Network. Qualquer pessoa pode reportar um animal encalhado ao chamar a linha de emergência do SeaWorld (800-541-SEAL).
    • Flórida e Costa Leste: Animais encontrados encalhados na Flórida e na região da Costa Leste devem ser notificados para a Florida Fish and Wildlife Conservation Commission por meio do telefone 888-404-FWCC(888-404-3922). Para ligações de celulares é possível chamar pelo *FWC or #FWC.
    • Texas: O SeaWorld San Antonio é membro da Texas Marine Mammal Stranding Network. O telefone de emergência é 800-9MAMMAL (800-962-6625). Para reportar Tartarugas marinhas encalhadas, o contato é a Texas Sea Turtle Stranding and Salvage Network por meio do telefone 361-949-8173, ramal 226.
  • Primeira consulta com o ginecologista deve ser antes da puberdade

    Muitas vezes, por medo ou vergonha, algumas meninas adiam a primeira consulta com o  ginecologista. Orlando Costa Filho, ginecologista da Santa Casa de Mauá, explica que a visita deve ser feita assim que aparecerem os primeiros sinais da puberdade. O encontro permitirá que a adolescente compreenda as mudanças e funcionamento de seu corpo, esclareça dúvidas, receba orientações e previna problemas com a saúde.
     
    “Para melhores resultados, a jovem precisa se sentir à vontade na presença do médico para conversar e esclarecer questões sobre o seu corpo. O médico ajudará a resolver o problema pelo qual foi procurado e aproveitará para discutir assuntos ligados ao seu crescimento”, explica.
     
    Normalmente, a conversa é conduzida pelo médico que fará perguntas básicas sobre a saúde e hábitos para entender o histórico da paciente. É importante que o profissional também chame sua atenção para as tomada de decisões que envolvem a saúde e hábitos saudáveis, principalmente, relacionados com a alimentação e com a prática de exercícios físicos. Outro ponto importante são os cuidados com drogas e com a prática sexual, que deve ocorrer de forma responsável e com o uso de preservativos e contraceptivos de modo obrigatório.
     
    Na primeira consulta, é comum também a requisição de exames – físico a fim de avaliar se o desenvolvimento está de acordo com a idade e outros de laboratório. “De forma preventiva,  também é aconselhado rastrear possíveis infecções que podem ser transmitidas sexualmente, inclusive para HIV, quando sugerimos as imunizações possíveis”, acrescenta o médico. 
     
    Na Santa Casa de Mauá, a consulta de uma adolescente é sempre realizada com a presença de um acompanhante, pois os pais devem se envolver e acompanhar os problemas. A ideia é que a garota compreenda a necessidade de consultar um ginecologista regularmente, pois ajuda a diagnosticar doenças e evitar consequências futuras mais graves.
     
  • Cigarro: vilão contra o sono de qualidade

    Especialista da Duoflex explica que a nicotina tem efeito estimulante no organismo e causa inquietude

    O cigarro possui mais de quatro mil substâncias tóxicas prejudiciais à saúde que são inaladas a cada tragada. Entre elas estão o alcatrão, o monóxido de carbono e a nicotina, esta última considerada a mais mortífera e responsável pela dependência química. Além desses malefícios, a nicotina também age como estimulante, afetando as ondas cerebrais e os padrões do sono.

    Uma pesquisa realizada pela Escola de Medicina Charité Berlin, da Alemanha, apontou que pessoas fumantes têm mais distúrbios do sono e dormem menos do que as não fumantes. No estudo, que avaliou cerca de 1.100 usuários de cigarro e 1.200 não fumantes, foi constatado que, dentre os usuários, 17% dormiam menos de seis horas e 28% manifestavam dificuldades neste período. Já no grupo que não faz uso do fumo, foram registrados, respectivamente, 7% e 19% para os mesmos quesitos.

    A Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, explica que, por atuar como estimulante, o consumo de nicotina próximo ao horário de dormir causa inquietude. “Estudos já comprovaram que por conta do fumo as pessoas demoram muito mais para adormecer, dormem menos e ainda têm um sono menos profundo”, explica.

    Os fumantes não conseguem alcançar o estágio mais profundo do sono, uma vez que a fase mais leve é constantemente interrompida devido aos efeitos da nicotina. O cigarro causa no organismo um resultado parecido com o do álcool, podendo ocasionar problemas como ronco, apneia e insônia crônica. Por isso, deve ser evitada por quem deseja um sono reparador e de qualidade.

    A consultora ressalta ainda que as noites mal dormidas podem causar inúmeros problemas. Entre os mais perigosos estão as doenças do coração e o diabetes, que podem ser adquiridas ao longo do tempo. “A privação do sono pode comprometer seriamente a saúde, pois é durante o descanso que são produzidos alguns hormônios que desempenham papéis vitais no funcionamento de nosso organismo, como por exemplo, o hormônio do crescimento (GH), a serotonina, a melatonina e o cortisol”, alerta Renata.

    No caso dos tratamentos contra o tabagismo, a abstinência provoca reações como irritabilidade, ansiedade, sonolência e bradicardia, e é essencial aprender a lidar com esses sintomas e mudar alguns hábitos. “Adotar práticas saudáveis como atividades físicas regulares, alimentação balanceada, rotina regular do sono associada à postura correta ao dormir, bem como ao uso de travesseiro e colchão adequados ao biotipo, são fundamentais neste processo. Deixar o cigarro pode ser difícil, mas os benefícios são muito vantajosos”, orienta a especialista da Duoflex.

  • 97% das mulheres disseram já ter sido vítimas de assédio em meios de transporte

    Pesquisa do Instituto Patrícia Galvão / Instituto Locomotiva ouviu mais de 1000 brasileiras que utilizam diversas formas de transporte no seu dia-a-dia

    O assédio sexual é uma realidade na vida da maior parte das mulheres brasileiras: 71% conhecem alguma mulher que já sofreu assédio em espaço público e, ainda mais impressionante, 97% dizem já ter sido vítimas de assédio em meios de transporte. O dado é da pesquisa realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e Instituto Locomotiva, com o apoio da Uber, sobre violência contra a mulher no transporte.

    Para entender os obstáculos e desafios que as mulheres enfrentam em sua locomoção pelas cidades todos os dias, a pesquisa ouviu 1.081 brasileiras que utilizaram transporte público e por aplicativo nos três meses anteriores à data do início do estudo*.

    O levantamento aponta que, para as mulheres que trabalham e/ou estudam, o tempo gasto se deslocando entre sua casa e o trabalho/instituição de ensino é um fator decisivo e central na vida delas: para 72% das entrevistadas, o tempo para chegar ao trabalho influencia na decisão de aceitar um emprego ou de permanecer nele. Ainda assim, 46% das entrevistadas não se sentem confiantes para usar meios de transporte sem sofrer assédio sexual.

    “A pesquisa confirma que, infelizmente, o assédio sexual no transporte faz parte da rotina das mulheres brasileiras. Para elas, que em sua maioria estudam e trabalham fora de casa, a segurança no deslocamento é uma questão essencial. É importante não só aplicar a lei que criminaliza essa prática, como também desenvolver políticas e mecanismos para prevenção, para garantir que as brasileiras possam se sentir seguras ao exercerem seu direito de ir e vir, garantindo também seu direito a uma vida sem violência”, afirma Jacira Melo, diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão.

    Quando o assunto é locomoção, segurança é mesmo o fator que mais preocupa as mulheres: de olhares insistentes a serem encoxadas, passando por cantadas indesejadas, passadas de mão, comentários de cunho sexual ou serem seguidas, são diversas as situações de assédio relatadas. Em regra, o percentual de citações de assédio no transporte público é maior do que nas demais alternativas analisadas (ver quadro abaixo).

    A pesquisa também apontou que três em cada quatro mulheres (75%) se sentem seguras usando transporte por aplicativo – número maior do que as que se sentem seguras usando táxis (68%) e quase três vezes maior do que o número de mulheres que se sentem seguras no transporte público (26%).

    “O estudo aponta que, hoje, as mulheres não têm segurança para se locomover pelas cidades. Elas são assediadas, seja nas ruas ou nos meios de transporte, quando saem para trabalhar, levar as crianças para a escola, se divertir… Para que as mulheres tenham mais autonomia, precisamos de políticas de combate à violência que incluam o olhar para esses deslocamentos”, aponta Maíra Saruê Machado, diretora de pesquisa do Instituto Locomotiva.

    Elas também apontam que os transportes por aplicativo permitem às mulheres denunciar os abusadores mais facilmente (55%) e que é onde acreditam que há mais chances de os homens que cometem assédio serem punidos (45%) – fatores que podem contribuir para a maior sensação de segurança.

    Por fim, para 91% o surgimento do transporte por aplicativo melhorou sua capacidade de locomoção pela cidade e 94% afirmam que se sentem mais seguras sabendo que, se precisarem, podem chamar um Uber para voltar para casa.

    *Perfil das entrevistadas: 18 anos ou mais, classes A, B, C, e D, de todas as regiões do país, que utilizaram transporte público e transporte por aplicativo ao menos uma vez nos últimos 3 meses. Período de campo: fevereiro de 2019.

  • Perigos e riscos da automedicação por meio do “Dr. Google” 

    O Dr. Gustavo Eder Sales, cardiologista do Hospital Albert Sabin, explica os riscos de se automedicar com “dicas” da internet. 

    Atualmente, 3,2 bilhões de pessoas acessam diariamente a internet no mundo. A grande maioria utiliza a ferramenta de busca Google como forma de acesso a informações sobre os mais diversos assuntos e interesses, e muitos desses internautas procuram respostas sobre variadas doenças.

    Um recente levantamento realizado pelo Google, com o objetivo de saber como os brasileiros pesquisam e consomem conteúdo de saúde na própria plataforma e no YouTube, mostrou que o índice de pessoas que utilizam esses recursos como primeira fonte de informação em casos de problemas de saúde, chega a 26%, próximo aos que buscam imediatamente um médico, com 35%.

    “É sabido que a internet possui muitas inverdades para diversos assuntos, sendo esse o principal risco a que se expõe a pessoa que procura orientação no “Dr. Google” ou até mesmo em sites confiáveis, porém, a coleta e interpretação das informações não serão eficazes como as feitas por profissional médico.”, adverte o cardiologista do Hospital Albert Sabin, Dr. Gustavo Eder Sales.

    Como principal risco da utilização de tais informações está a automedicação, sempre gravíssima, pois, pode-se desenvolver intoxicações, prejudicar diagnósticos e ainda lesionar órgãos, não acometidos até o momento, pelo uso indevido de fármacos.

    “Como exemplo, cito um fato ocorrido recentemente na UTI do nosso hospital. O paciente apresentava um quadro de cefaleia (dor de cabeça) e se medicava em domicílio por meio de “dicas” adquiridas na internet e outras fontes. Após dois ou três dias de automedicação procurou o hospital, pois, não apresentava melhora do quadro e, pior, havia evoluído. Foi então diagnosticado com meningite bacteriana, insuficiência renal aguda e outras patologias que culminaram com o óbito em menos de 24 horas de internação. Se este paciente procurasse atendimento médico no início dos sintomas, fosse diagnosticado e medicado adequadamente, certamente teria sua vida salva” desabafa o Dr. Sales.

    Muitas vezes, o paciente faz a busca pelos sintomas e, de imediato, encontra o suposto diagnóstico. Porém, não leva em consideração que um mesmo sintoma pode estar associado a diferentes patologias e que cada pessoa é única. A coleta de informações a respeito de doenças em sites confiáveis não deixa de ser válida, contudo, desde que seja por pura e tão somente fonte de conhecimento, deixando o diagnóstico e a prescrição de remédios sempre a cargo de um médico.

    “Quando o paciente nos procura trazendo informações de suas pesquisas na internet, em nada nos atrapalhará, pois, detendo o conhecimento adequado e específico, não nos influenciaremos. Porém, se o indivíduo se utiliza de tais informações para modificar o tratamento, colocará sua saúde e até sua vida em risco”, finaliza o Dr. Gustavo.

    Hospital se torna referência na zona oeste de São Paulo.

    Com 40 anos de experiência, Hospital Albert Sabin passa por revitalização completa e se posiciona como principal polo de saúde da Lapa e região.

    O  Hospital Albert Sabin foi totalmente reformulado, e conta agora com uma infraestrutura completa, com a maior comodidade possível, fator que ajuda amenizar as patologias, pois o bem-estar dos pacientes é fundamental para o sucesso de cada tratamento.

    Hoje, totalmente humanizada, a UTI conta com 18 leitos, sendo 2 de isolamento (1 com pressão positiva e outro com pressão negativa), capaz de atender qualquer tipo de patologia com segurança. Além da UTI, o HAS está finalizando a revitalização da fachada, que será totalmente acessível a deficientes físicos e visuais, incluindo piso tátil e rampas para o acesso a cadeirantes. 

    Com excelência de atendimento e Certificado Nacional de qualidade, o HAS oferece também total segurança em seu Centro Cirúrgico, que dispõe de avançados recursos tecnológicos, com instalações completas. Realiza exames laboratoriais de imagens e cardiológicos, conta com equipe de nutricionistas, atendimento 24 horas em diversas especialidades médicas, incluso suporte fisioterapêutico.

    Entre os serviços de diagnose e terapia, o hospital –  novamente com o que há de mais moderno em equipamentos e com extrema qualidade profissional – oferece Exames Laboratoriais, Anatomia Patológica, Broncoscopia, Colonoscopia, Doppler Transcraniano, Ecocardiograma, Ecodoppler, Eletrocardiograma, Endoscopia Digestiva Alta, Hemodinâmica, Prova de Função Pulmonar, Quimioterapia, Radiologia em Geral, Ressonância Magnética/Angiorressonância, Tomografia Computadorizada/Angiotomografia e Ultrassonografia.

    Concluindo sua estrutura, o Hospital Albert Sabin ainda dispõe de amplo Pronto Atendimento clínico e ortopédico, Internações eletivas e de urgência, e cirurgias nas mais diversas especialidades. Tudo com a busca incessante da satisfação total de todos os usuários, sejam pacientes, médicos ou visitantes. 

    Serviço

    Endereço

    Rua Brigadeiro Gavião Peixoto, 123 – Lapa – São Paulo – SP

    Central de atendimento

    (11) 3838 4655

    Site

    http://www.hasabin.com.br

  • #AgitoSP em Orlando: Review Busch Gardens Tampa

    Conhecemos o Busch Gardens Tampa Bay, o parque de montanhas russas 🎢 do Sea World, que fica em Tampa (aprox. 1 hora e meia de Orlando).
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    Chegamos cedinho no parque (cedinho = antes do parque abrir pq ele abre às 10hrs e chegamos às 9hrs ) e logo fomos no Adventure Outpost para agendar o Serengeti Safari ($29 por pessoa, além do ingresso).

    Conseguimos horário para às 11 hrs 👏🏻, mas o recomendado é comprar através do site ou nos quiosques dos parques do Sea World.

    Cheetah Hunt

    Indo para a direita após a entrada, fomos para África na primeira montanha russa Cheetah Hunt (inspirada nos disparos dos guepardos, ela não tem loopings). No mundo ao lado Egito, tem a Cobra’s Curse 🐍 (o carrinho é levado por um elevador e depois é lançado, a mais tranquila do parque) e ao seu lado a mais radical Montu (com loopings, inversões e torções).

    Melhor parte do passeio, a girafa pertinho

    Chegou a hora do Serengeti Safari, que é preciso chegar 15 minutos antes do seu horário e guardar suas coisas em um armário coletivo. Depois você embarca na caçamba de um caminhão e parte para o Serengeti Plain, onde há zebras, rinocerontes, avestruzes e girafas (as estrelas do passeio). Depois de percorrer a savana por cerca de 15 minutos, no final o caminhão estaciona e uma girafa  vem em nossa direção. A monitora pega folhas de acelga, começa a distribuir para os participantes e a girafa vem comer na sua mão. Momento para muitas fotos 📸 e não precisa se desesperar porque a girafa não sai de lá enquanto não acabar as folhinhas (esfomeada rs). Ah o passeio é todo em inglês, mas mesmo se não entender, dá para curtir os animais e a paisagem

    Falcon´s Fury

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    Continuando o roteiro radical, em Pantopia tem o Falcon’s Fury (Torre de queda com mais de 100m de altura. Chegando no topo, as cadeiras viram você de barriga para baixo e alguns segundo depois  despenca ). Ao seu lado tem o Scorpion (montanha russa com um looping) e a Phoenix (barco viking, só que ele faz voltas 360º).

    No Congo tem a Kumba (montanha russa com vários e vários loopings) e a Congo Rivers Rapids (botes que simulam um rafting e molham muito).


    Finalizando em Stanleyville, tem a mais radical e temida montanha russa do parque: Sheikra. São duas quedas livres em 90º (antes de cair o carrinho trava por 3 segundos) à mais de 110 km/h

    Almoçamos no Dragon Fire Grill, que tem quatro tipos de opções de pratos: americano, Italiano, asiático e mexicano. Pedimos um teriaki e um macarrão com frango e camarão. Estava muito bom!

    Como o parque estava super tranquilo, praticamente não tinha fila nos brinquedos, então terminamos usando o trenzinho Serengeti Railway, que passa pelos mundos África, Serengeti, Congo e Stanleyville. No Serengeti dá para avistar os mesmos animais do Safari (mas não tem interação com a girafa), porém o trenzinho anda muito muito devagar.

    Outra opção para não andar tanto pelo parque é usar o SkyRide, um teleférico que corta o parque de uma ponta à outra. Assim, desembarcamos do trenzinho em Pantopia e pegamos o SkyRide para ir até a entrada do parque

    Confira mais fotos em nossa fanpage⠀

    O #AgitoSP viajou para Orlando à convite do Sea World Parks. Visita realizada em dez/17

    #AgitoSP #BuschGardens #SeaWorldParksBR

  • 5 dicas para viajar com o seu cão durante as férias

    Ao decidir fazer uma viagem de família levando os pets, não basta fazer as malas, entrar no carro e ‘cair na estrada’; é importante seguir algumas instruções para garantir a segurança e o bem estar do cão e da família; especialista em comportamento animal Cleber Santos lista cuidados para curtir a viagem sem estresse

    Viajar nas férias em família é sempre divertido, principalmente se o “time” estiver completo, com todos os integrantes. E por que não incluir no grupo os “filhos” ou “irmãos” de 4 patas, os cãezinhos de estimação? Porém, não é tão simples levar o pet conosco na hora de sair da cidade, e é preciso adotar alguns cuidados para garantir a segurança, e para que todos aproveitem.

    Pensando nisso, o adestrador e especialista em comportamento animal Cleber Santos, da ComportPet, orienta sobre algumas medidas para evitar transtornos. “As viagens com os animais de estimação podem ser muito boas, pois, além de fazerem companhia, os bichinhos também enchem o lugar de alegria. Contudo, deve-se ficar atento a eventuais dificuldades em relação à adaptação, ao transporte, às vacinas necessárias, à temperatura adequada e à alimentação”, alerta o especialista.

    Confira todas as dicas:

    Planeje com antecedência

    Uma viagem com a família e com os pets necessita de uma pré organização e programação, para que não ocorra empecilhos e com a presença dos bichinhos.

    Todas as decisões devem ser tomadas com antecedência quando se pretende viajar levando os animais. Por exemplo: confira se o hotel em que se hospedar aceita bichos de estimação, se há locais seguros e adequados para deixá-los no caso de um passeio sem o pet, etc”, comenta.

    Leve somente os itens essenciais para o pet

    Segundo Cleber, em uma viagem, é importante levar os objetos e acessórios que os pets irão precisar ou sentir falta- como brinquedos, produtos de higiene, remédios, coleira, cobertores, roupinhas e ração. No entanto, cuidado com os exageros, não é viável levar tudo que o cão tem em casa.

    “Por isso separe uma mala apenas para os pertences do pet, e faça uma lista para não esquecer nada que seja essencial”, aconselha o especialista.

    Cuide da identificação e segurança.

    Para todo lugar que levar seu amiguinho de 4 patas, (principalmente em viagens), o tutor deve se atentar com sua segurança e proteção.

    “É sempre recomendado colocar identificação na coleira do pet, com nome, endereço e número de telefone dos tutores. O uso constante da guia e coleira também é imprescindível para evitar maiores problemas”, ensina Cleber

    Certifique-se das vacinas e cuidados médicos

    Por razões de saúde, antes de qualquer viagem, é indispensável que os tutores chequem quais vacinas são necessárias para que seus bichinhos de estimação possam curtir o passeio de forma segura e divertida.

    “Para viajar com animais dentro de certos continentes é obrigatório por lei que os mesmos estejam com as vacinas em dia, como por exemplo, a vacina anti-rábica”, diz o especialista. Mesmo sem solo  nacional, projeto de lei do Congresso Nacional exige que “para viagens com animais, a carteira de vacinação deve estar atualizada, na qual conste, ao menos, as vacinas anti-rábica e polivalente.”

    “Por isso, para evitar problemas e garantir a saúde e o bem-estar do cão, certifique-se que as vacinas estão em dia. Isso é primordial mesmo estando em sua cidade, e torna-se ainda mais importante na hora de viajar”, explica.

    Garanta transporte adequado

    Para segurança e bem-estar dos pets, é fundamental escolher bem a forma como eles serão transportados, levando em consideração seu porte, estado físico e psicológico.

    “O trajeto da viagem pode ser perigoso para os bichinhos se não escolhermos a melhor e mais adequada forma de transportá-los. Capas protetoras, cadeirinhas, cintos de segurança próprios para pets e caixas transportadoras são importantes para garantirmos a segurança do cão na estrada”, recomenda Cleber.

  • Aedes aegypti: ações preventivas para combater o mosquito

    Até o início deste mês, 2.850 casos de dengue foram notificados em SC. Em Blumenau, já foram identificados 169 focos do mosquito. 
    Dados atualizados mostram que, entre 30 de dezembro de 2018 e 04 de maio de 2019, foram notificados 2.850 casos de dengue em Santa Catarina.

    Destes, 442 (16%) foram confirmados, 82 (3%) estão inconclusivos, 1.403 (49%) foram descartados por serem negativos e 923 (32%) estão sob análise dos municípios. Em Blumenau, de janeiro a 04 de maio foram identificados 169 focos doAedes aegypti – de acordo com dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive-SC).

    No período de 30 de dezembro de 2018 a 04 maio de 2019, 15.595 casos prováveis de Dengue, Chikungunya ou Zika vírus foram registrados em 175 municípios de SC, causando um aumento de 62% no número de focos identificados. São 85 municípios considerados infestados, um incremento de 21,4% em relação ao mesmo período de 2018, que registrou 70 municípios nessa condição – segundo dados da Dive-SC.

    Durante as épocas de chuva, a proliferação do mosquito é mais propícia. Portanto, a população deve redobrar a atenção para não manter possíveis criadouros do mosquito. 

    Os cuidados devem estar presentes no dia a dia de todos por meio de ações individuais, como evitar acúmulo de água em vasos e pneus, utilizar repelente, colocar areia em vasos, entre outras ações de prevenção. 

    Sintomas das doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti
    A prevenção ao mosquito Aedes aegypti é a única forma de combater as doenças como Dengue, Zika e Chikungunya. Abaixo o infectologista e médico cooperado à Unimed Blumenau, Dr. José Amaral Elias, informa sobre os principais sintomas:

    Dengue: febre alta; dores nos músculos, articulações, olhos e costas; manchas vermelhas pelo corpo; náuseas e diarreia; vômito, dor abdominal intensa e tontura.

    Chikungunya: febre alta; inchaço nas articulações e dores intensas que dificultam atividades rotineiras e manchas vermelhas pelo corpo com coceira intensa.

    Zika Vírus: febre leve; olhos vermelhos e sensíveis à luz; dores nas articulações e coceira intensa pelo corpo. Os sintomas são similares e podem ser diagnosticados através de exames específicos como: hemograma, AST, ALT, sorologias IgG/IgM, glicose, ureia, creatina, eletrólitos, entre outros.“Atente-se!

    A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente com a doença em mais de 100 países de todos os continentes. Com pequenos gestos, é possível se prevenir da doença”, informa o infectologista. Quando a Unimed Blumenau identifica casos suspeitos de dengue, é feita a notificação compulsória destes pacientes e, imediatamente, a cooperativa comunica a Vigilância Epidemiológica, para que o órgão proceda com o exame sorológico IgG/IgM. 

    Cuidados e prevenção de combate ao MosquitoO infectologista cooperado à Unimed Blumenau, ressalta os cuidados necessários para evitar a contaminação e proliferação do mosquito Aedes aegypti. Confira as dicas e se cuide!

    Dentro de casa:– Tampe os tonéis, caixas d’água e lixeiras;- Mantenha as calhas e ralos sempre limpas e com aplicação de tela;- Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo;- Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia; – Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais;- Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa;- Mantenha ralos fechados e desentupidos;- Dê descarga no mínimo uma vez por semana em banheiros pouco usados e mantenha fechada a tampa do vaso sanitário.

    Áreas externas:
    – Cubra e realize manutenção periódica de áreas de piscinas e de hidromassagem;
    – Limpe ralos e canaletas externas;- Atenção com bromélia, babosa e outras plantas que podem acumular água;
    – Deixe lonas usadas para cobrir objetos bem esticadas, para evitar formação de poças d’água;
    – Guarde garrafas com o gargalo virado para baixo e mantenha lixeiras tampadas;
    – Lave com escova os potes de comida e água dos animais no mínimo uma vez por semana;
    – Evitar acumular entulho, pois ele pode se tornar local de foco do mosquito da dengue. 

    Caso você resida em locais onde ocorra surto das doenças, siga estas recomendações

    Utilize telas em janelas e portas, use roupas compridas – calças e blusas – e, se vestir roupas que deixem áreas do corpo expostas, aplique repelente nessas áreas.

    Fique, preferencialmente, em locais com telas de proteção, mosquiteiros ou outras barreiras disponíveis.
  • AgitoSP em Cancún – Roteiro e Dicas para você curtir

    Em nossa viagem para Cancún, vamos compartilhar com vocês o roteiro e dicas para o planejamento da sua próxima viagem.

    Dia 1 – Ida para Cancún

    Saímos de Guarulhos e fizemos uma escala em Bogotá (Colômbia).  Após embarcarmos, é necessário preencher dois formulários mexicanos para serem entregues na alfândega.

    #Dica 1: Leve uma caneta, pois nesse voo da Latam Bogotá – Cancún, os comissários são super grosseiros e sem educação. E não adianta pedir emprestado para eles.

    #Dica 2: Garanta seus formulário. Por incrível que pareça, eles não tem a quantidade necessária para todos os passageiros no voo. E se você deixar para preencher na alfândega, vai perder um tempo, pois a fila é bem grande.

    #Dica 3: Após passar pela alfândega e a pessoa carimbar seu passaporte, guarde o canhoto do formulário acima. Pois na volta, você terá de reapresentar. No caso de perda, há um custo de US$ 100,00.

    Depois de passar pela alfândega, você pega suas malas e tem de passar todas as bagagens na máquina de raio-x. Depois entrega o formulário 1 para a fiscal e aperta um botão (acredito que seja um aleatório para fazer uma nova vistoria na bagagem).

    Assim que você sai do desembarque, há várias pessoas no saguão que te abordam para apresentar, ops vender, pacotes turísticos. Se puder fuja deles.

    Na saída do aeroporto, há várias pessoas com plaquinhas de traslados. Logo avistei a nossa plaquinha da Mayatours Transportacion.

    Vantagens para se contratar um serviço de traslado: segurança, pontualidade, conforto e preço fixo. A van da Mayatours é rastreada por GPS, tem ar condicionado e o motorista atencioso com direção segura.

    Do aeroporto de Cancún para Riviera Maya são cerca de 1 hora e meia. E chegamos no Hard Rock Riviera Maya, na recepção do Heaven. No balcão do check in fomos informados que teríamos um check in especial e pegamos um carrinho de golfe para o outro prédio Hacienda.

    Chegando lá, fomos recepcionados pela Daniela do Concierge VIP do Hard Rock. Ela fez nosso check in, explicou sobre o hotel, colocou uma pulseirinha (que serve como chave do quarto) e ganhamos um drink de boas vindas.

    Em seguida pegamos outro carrinho de golfe até o prédio 6, no 3º andar. Entrando no nosso quarto, havia um balde de gelo com champanhe, um vinho, macarrons e uma carta de boas vindas da equipe do Hard Rock. Leia mais sobre o nosso quarto, lazer e alimentação no resort.

    Dia 2 – XCaret

    Depois de tomar café no The Market, que tinha inúmeras variedades para o café da manhã, pegamos um táxi para o XCaret, com valor acordado de US$ 14,00.

    Chegando no XCaret, fomos recepcionados pela Lorena, que nos indicou os pontos imperdíveis do parque: Aviário, Borboletário, Golfinhos, o Rio e os shows temáticos que acontecem no final do dia. Leia mais sobre nosso dia no parque ecológico XCaret.

    Dia 3 – Dolphinaris

    Dia de curtir os golfinhos no Dolphinaris Riviera Maya, que é pertinho do Hard Rock.

    Fizemos o programa “Nado com Golfinhos” e agendamos para às 10 horas. É necessário chegar com 30 minutos de antecedência para receber as instruções necessárias, guardar todos os seus pertences (óculos, relógio, chinelo, aliança, etc) e vestir o colete salva vidas. Depois é hora de cair na água e curtir a interação com os goflinhos. Leia mais detalhes aqui

    Como o passeio dura cerca de 1h30 entre nado e aguardar as fotos, na parte da tarde curtimos as piscinas do Hard Rock.

    Dia 4 – Hard Rock Riviera Maya

    Tiramos o dia para conhecer a outra área Heaven e ficar só no resort

    Dia 5 – Traslados

    Dia de se despedir do Hard Rock =(

    O check out do resort acontece ao meio dia e acordamos com a Happy Shuttle Cancun o nosso traslado. Mega pontuais, o motorista chegou 12h30 (como combinado) para nos buscar. Van novinha, com ar condicionado e comunicação via rádio com a central. 

    O traslado durou cerca de 1 hora até Cancún e agora vamos conhecer o Temptation Cancún Resort e SPA. Fomos recepcionados no concierge, onde aproveitamos para já agendar o jantar nos restaurantes She e Sutra) e o mordomo Ivan nos auxiliou com as malas até o quarto e nos explicou sobre o hotel.

    No horário combinado, fomos ao restaurante She, onde vocês podem ler mais aqui

    Dia 6 – Cancún

    A zona hoteleira de Cancún tem o formato de 7 e andar de ônibus é super fácil, sendo uma mão que vai e outra que volta. Assim pegamos um ônibus (custa 12 pesos ou 1 dólar a passagem) e fomos até a Playa Delfines, onde tem o letreiro de Cancún e uma praia linda, com uma água azul! #dica 4 Se você for passar uma tarde em Delfines, é bom saber que não há guarda sol, cadeiras ou barraquinhas para comprar alimentos ou bebidas.

    Pegamos outro ônibus e fomos até o Walmart do centro de Cancún. Diferente do Walmart de Orlando, os preços não são tão baixos e vale para comprar itens básicos e lembrancinhas.

    Conhecemos também o Shopping Puerto Cancun, que tem o estilo de outlet, mas os preços são bem caros. Tem lojas como Best Buy, Zara e até Cinépolis. O bacana é que em todas as escadas rolantes tem um indicativo para pegar seu pet no colo, para eles não machucarem as patinhas na escada. Tem também um letreiro Puerto Cancun e uma bola da copa, com um rio atrás.

    Retornando ao Temptation, jantamos no Sutra, onde vocês podem ler mais aqui

    Dia 7 – Passeio Isla Mujeres

    Fechamos um passeio para a Isla Mujeres, que dura o dia todo. A ilha é acessada através de ferry boats ou catamarãs. Leia como foi nosso dia aqui

    Dia 8 – Retorno ao Brasil

    Nosso voo estava agendado para às 12h30 e como gostamos bastante do serviço da Happy Shuttle, marcamos novamente com eles para nos buscar às 9h30 e levar até o aeroporto. Novamente super pontuais, às 9h30 o motorista já estava nos esperando na frente do hotel.

    E olha que legal! Gostamos tanto do serviço que temos um cupom de desconto “HAPPYAG1” de 10% para o transporte do aeroporto de Cancún. Acesse happyshuttle.com. e garanta seu desconto =D

    Fizemos uma conexão em Detroit e retornamos ao Brasil com a Delta.

    #Dica 5 – Tome cuidado com os taxistas de Cancún, combine o preço antes de entrar no carro, pois eles costumam “enfiar a faca” nos turistas. E opte pelo pagamento em pesos, pois se pagar em dólar, não vai receber troco

    #Dica 6 – Verifique a cotação do dólar em relação ao peso. Ele costuma flutuar de estabelecimento para estabelecimento

    #Dica 7 – Andar por Cancún é bem tranquilo de ônibus. Caso vá alugar um carro (para fazer passeios aos cenotes e ruínas), tome cuidado com as blitz policiais. Assim como os taxistas, eles costumam sacanear os turistas, pedindo “propina” (no México a caixinha é chamada de propina – no real sentido da palavra) para liberar você. Para evitar essa dor de cabeça, recomendamos o uso dos traslados.

    #Dica 8 – Contrate um chip 3G. Estivemos conectados durante toda a viagem com o chip da Easy Sim 4U, sem se preocupar em estourar a franquia de dados e o valor do roaming internacional das operadoras brasileiras (que sempre vem errado e quando chega a conta é aquele susto). O bacana também é que ele funciona em mais de 140 países. Por isso, mesmo que realizamos conexões na Colômbia e em Detroit, não precisamos trocar o chip e estávamos conectados =D

    #Dica 9 – Não deixe de ler as matérias na íntegra, clicando nos links laranjas 😉 e também conferir os stories de Cancún em nosso instagram

    Nesta viagem, agradecemos aos nossos parceiros:

    • Daniel da Easy Sim 4 U e Grupo Bem-Vinda
    • Ronaldo da Mayatours Transportacion
    • Lara, Estela, Camila da Mapa Comunicação
    • Joyce, Daniela e todo staff do Hard Rock Riviera Maya e RCD Hotels
    • Lorena do XCaret
    • Anabel do Delphinaris
    • Thainá da TM Latin América
    • Staff do Temptation Cancun Resort 
    • Dieter da Happy Shuttle Cancun
    • Alanda e Fábio da Delta