Autor: agitosp

  • Lillo lança copo 360° que estimula a independência das crianças

    A marca brasileira de produtos infantis apresenta produto sem bico que permite a ingestão de líquido por toda a sua borda

    Acompanhando de perto as fases de desenvolvimento das crianças com o cuidado em desenvolver produtos modernos e seguros, a Lillo apresenta mais uma novidade que auxilia o pequeno na transição da mamadeira para o copo.

    Práticos e divertidos, os Copos de Treinamento com borda 360° são uma ótima opção para dar segurança aos bebês que estão crescendo e já estão desenvolvendo habilidades manuais.

    O modelo permite que a tarefa de ingerir líquidos sozinho seja mais fácil, pois a criança consegue beber por toda a borda sem derramar, por conta de seu disco em silicone antivazamento. A marca traz duas versões do copo, perfeitos para as diferentes fases dos bebês, são eles:

    Copo de Treinamento 360° com alça Estilo

    Modelo de 207ml é recomendado para crianças a partir de 8 meses. Com alça antiderrapante é um super aliado das mamães e papais nesses momentos de desenvolvimento e crescimento.

    Uma imagem contendo xícara, recipiente, interior, sentado

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    Uma imagem contendo xícara, café, recipiente, caneca

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    Copo de Treinamento 360° 

    Modelo de 266ml é ideal para bebês com mais de 12 meses. Chega com decoração Magia, para os meninos o Dino, um divertido dinossauro e para as meninas, o colorido e fofo Unicórnio, que vão tornar a hora da alimentação muito mais alegre. O copo é semelhante ao usado pelos pais, sendo mais um incentivo para o desenvolvimento dos pequenos. 

    Uma imagem contendo xícara, mesa, verde, sentado

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  • 10 aplicativos que prometem apimentar a relação sexual

    Já passou a época onde a inspiração para novas atividades sexuais vinha de filmes ou revistas. É verdade que, nos últimos anos, a literatura erótica cresceu, contribuindo para alimentar as fantasias e incentivar os leitores a explorarem seus desejos na cama.

    Mas os tempos mudaram, e, agora, a tecnologia também oferece suas facilidades para apimentar a vida sexual das pessoas. Dos jogos à desafios eróticos, a autora de literatura hot, Lani Queiroz, listou 10 apps que prometem incrementar e esquentar ainda mais as coisas entre quatro paredes.

    • Kamasutra – Sex Position

    Como escritora, essa lista não poderia começar por outro app que não esse. Na versão gratuita do famoso livro indiano, são apresentadas 30 sugestões de posições separadas por categorias, como exóticas ou clássicas. Além disso, ele oferece descrições claras, figuras e gráficos 3D realistas.

    Já na conta premium, com valores que variam de R$ 3,69 a R$ 11,99, é possível ter acesso a mais de 200 posições. E as funcionalidades não param por aí, você consegue selecionar as favoritas, as que deseja tentar e as que já experimentou. Ah, e conforme for avançando na dificuldade, o software ainda dá dicas de cenas de filmes, lugares ou surpresas para se fazer ao parceiro ou parceira.

    • Lick This

    Quer aprimorar a sua habilidade no sexo oral? Esse é o aplicativo para você! Ele oferece uma série de exercícios para praticar com a língua na tela do smartphone. Os desafios podem focar em movimentos circulares, para cima e para baixo e até estilo livre. Bom, é como diz aquele ditado: A prática leva ao prazer… Não, espera!

    • Desire – Couple Games

    Mensagem romântica ou ousada? Não! Com esse app o parceiro ou parceira seleciona um desafio, que pode ser do romântico ao mais picante, e envia ao outro. Se cumprir, pontos são acumulados e novos desafios são liberados e atualizados semanalmente. O software ainda permite recursos como escrever diários, marcar encontros e a troca de fotos.

    • Yoga for Sex

    Para os casais que têm uma rotina mais fitness, esse app traz exercícios de ioga para fortalecer a musculatura utilizada durante o sexo. O programa dá instruções detalhadas de cada posição e promete que os exercícios ajudarão a ter um orgasmo melhor, aumentar a sensibilidade e a energia sexual.

    • 69 Places

    Esse programa é para aqueles casais que gostam de aventura. O app é um verdadeiro guia de lugares públicos no mundo para transar. Têm ambientes para todos os tipos: meios de transporte, ao ar livre, com pouca luz. Você pode selecionar as suas preferências e o software ainda disponibiliza descrição e fotos dos locais. Só cuidado para não serem pegos, ok?!

    • Motelaria

    Para aqueles que não querem se arriscar tanto, mas estão cansados dos mesmos lugares e querem inovar, com esse app é possível descobrir qualquer motel. O programa pode ser configurado de acordo com cidade, país, preços e o tipo.

    • Strip Roulette

    Falou em jogos eróticos, não pode faltar o bom e velho strip tease! Com uma roleta, esse programa ajudará você e seu parceiro ou parceira a saber qual peça de roupa retirar por vez. É a sorte que vai escolher quem fica nu primeiro. Para esquentar ainda mais o clima, não esqueça de procurar aquela playlist sensual na plataforma do Spotify.

    • Feeld

    Dois é bom, mas três é melhor! Inspirado em programas como o Tinder, esse app te ajuda a se conectar com uma terceira pessoa para um ménage. Também é possível encontrar usuários que têm “gosto peculiares”. Ah, e o mais legal, ainda dá para esconder o seu perfil de amigos e familiares, o sigilo é total.

    • Dirty Game: Hot Truth or Dare

    O clássico “verdade ou consequência” também ganhou uma versão online e ainda mais ousada! Dessa vez, não há desafios leves, apesar de serem divididos em categorias como iniciante, experiente e expert. O app ainda te permite configurar por idade e nível de ousadia, mas acredite: caso a opção “consequência” seja escolhida, as coisas podem esquentar em um piscar de olhos.

    • Sexy Dice

    Outro famoso brinquedo que ganhou uma versão virtual foram os dadinhos eróticos. Agora, com uma sacudida do celular, o app escolhe o que e onde o outro deve explorar. Para os adeptos da prática de BDSM, algumas versões disponibilizam um terceiro dado.

  • Conheça alternativas para diagnóstico de câncer de próstata

    O câncer de próstata é o mais frequente entre homens em todas as regiões do Brasil, tendo sido estimados 68.220 novos casos em 2018, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

    Embora a taxa de mortalidade para esse tipo de doença seja relativamente baixa, o rastreamento e a detecção precoce são importantes. Os exames mais utilizados na detecção de tumores na próstata são os níveis no soro de PSA, Antígeno Prostático Específico, e o toque retal. Exames de imagem, como a ressonância magnética também podem ser utilizados. No entanto, para o diagnóstico definitivo, é necessária a biópsia, podendo ser feita por meio do reto ou do períneo, que apresenta maiores vantagens para o paciente.

    Muito comum na Europa, a biópsia transperineal, região compreendida entre o saco escrotal e o ânus, tem como diferencial a forma de acesso as diversas regiões da próstata.

    “Algumas regiões são pouco acessíveis à biópsia transretal, como a porção anterior da próstata; nesses casos a punção transperineal tem maior facilidade em representá-la”, segundo a Drª Katia Ramos Moreira Leite, médica patologista, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Patologia (SBP).

    Além disso, a maior vantagem da biópsia transperineal seria os menores índices de infecção. “Apesar da prevenção da infecção com o uso de antibióticos quando realizada a biópsia transretal, seus índices têm aumentado, principalmente por resistência bacteriana aos antibióticos, devido ao uso indiscriminado dos mesmos”, afirma a médica patologista.

    Inovações no diagnóstico

    No âmbito tecnológico, a biópsia transretal e a transperineal se equivalem. Atualmente, a ressonância magnética multiparamétrica é o que há de mais novo para esse tipo de diagnóstico. Utilizada caso persista a suspeita de câncer e a primeira biópsia se mostre negativa, ela aponta com maior precisão a região suspeita permitindo uma biópsia dirigida.

    “Os estudos mostram que 1/4 dos pacientes poderiam não sofrer a biópsia nos casos onde a ressonância magnética se mostre normal. Mesmo que persista a suspeita de câncer, por exemplo, por níveis aumentados do PSA,  o exame de ressonância normal está associado a ausência de câncer ou a tumores clinicamente insignificantes, que não alteram a qualidade de vida ou a longevidade do paciente. Mas, se a ressonância se mostrar alterada, a biópsia dirigida para essa área suspeita tem maior chance de fazer o diagnóstico”, explica Moreira Leite.

    “Mais sofisticado, mais caro e menos acessível”, complementa a médica patologista, “o equipamento de medicina nuclear com o uso de um marcador, o PSMA, utiliza um elemento radioativo, seguro e sem reações adversas, como marcador específico da célula cancerígena e é outra importante inovação no diagnóstico do câncer de próstata”, complementa.

  • Pet Terapia: Cães auxiliam crianças e adultos com deficiências

    Além dos alunos da APAE, a terapia com animais também é utilizada para tratamento contra o câncer, doenças cardíacas, estresse, depressão e paralisias. 

    Já são 132 milhões de animais de estimação no Brasil, sendo 52,2 milhões de cães e 22,1 milhões de gatos. Além disso, o Brasil é o 2º maior mercado pet do mundo. Em 2018 foram US$ 6,44 bilhões movimentados, ou seja, cerca de R$ 20,7 bilhões. Os números são impressionantes, mas não causam surpresa, visto que cerca de 88% de brasileiros consideram e tratam, por exemplo, cachorros e gatos como membros da família.

    Já está comprovado que a relação entre ser humano e animal desencadeia diversos sentimentos positivos, entre eles saúde emocional, física, social e cognitiva. Além de ótimos companheiros, os pets ainda podem ajudar pacientes com os mais diversos problemas de saúde, transtornos ou outras limitações. É a chamada Terapia Assistida com Animais (TAA) ou Pet Terapia – termo mais usado popularmente.

    Em Poço de Caldas (MG), o projeto “Cãoterapia” atende pessoas com deficiências na APAE. As atividades acontecem mensalmente e com acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, presente em todas as tarefas realizadas entre cães e alunos. Com duração entre 30 a 50 minutos, a terapia é documentada para estudo e avaliação, como explica Rita Ferrari Paludo, Gerente de gestão de pessoas na Nutrire – empresa idealizadora do projeto.

    “Nossa missão é utilizar o amor dos cães para promover comunicação e convivência, além de integrar e motivar esses alunos. Com isso, garantimos a diminuição do isolamento e da dor a essas pessoas. Dessa forma, também conseguimos diminuir a ansiedade e provocar relaxamento e alegria antes, durante e depois das terapias”, revela Rita. Além disso, os animais auxiliam no aumento da mobilidade, das amplitudes de movimento e da agilidade dos alunos em decorrência do dinamismo das atividades. Rita conta ainda que o projeto iniciou em 2016 e atua nos aspectos físico, cognitivo, emocional e social dos alunos da APAE.

    A Pet Terapia surgiu em 1792, na Inglaterra, quando Willian Tuke indicou o uso de animais domésticos no tratamento de doentes de um asilo em Londres. Tuken ficou reconhecido mundialmente através da sua luta pelo tratamento humanizado, onde o projeto com animais se encaixa totalmente. Rita explica que a inciativa da Nutrire em Minas Gerais trabalha com os conceitos da Terapia Assistida usada por Tike e desenvolvida a partir de estudos que mostram que o simples contato com um animal já é suficiente para promover bem-estar. “Os cães de terapia são aqueles treinados para visitar instituições com altas taxas de depressão e estresse como hospitais, asilos, orfanatos e presídios. Esses cães realizam um trabalho que consiste basicamente em dar carinho e atenção a pessoas que precisam, fazendo com que se sintam melhores”, acrescenta.

    Alguns benefícios da atividade e TAA já foram comprovados, como a diminuição da pressão sanguínea e cardíaca, além da melhora do sistema imunológico, da capacidade motora e da autoestima. Tecnicamente falando, conforme explica Rita, o processo também estimula a interação social e tem uma ação calmante e antidepressiva, o que resulta, em alguns casos, na redução da quantidade de medicamentos.

    “O impacto da atuação dos cães é bastante profundo e têm demonstrado excelentes resultados com a prática que foi implantada. Os projetos de Terapia, estabelecidos em todo o mundo a partir da década de 80, tiveram como base as propriedades positivas do convívio com os cães que foram demonstrados pelos trabalhos de diversos pesquisadores”, revela.

    Porém, Rita alerta para a necessidade de profissionalização desses projetos espalhados pelo mundo, especialmente no Brasil. “O trabalho é sério e exige alguns cuidados, por isso, deve ser realizado apenas por quem entende do que está fazendo, pois não é qualquer cão que pode simplesmente sair visitando estas instituições de qualquer maneira. Os animais precisam estar aptos ao serviço de TAA. Um pet que estranha o paciente, por exemplo, pode causar o efeito contrário, trazendo um sentimento de rejeição extremamente prejudicial para esses alunos”, alerta.

    Rozeli Custódio, psicóloga da APAE de Poços de Caldas – que atende cerca de 80 pessoas diariamente, conta que os resultados são surpreendentes. “A melhora dos alunos é visível, especialmente quando observamos os cadeirantes acometidos de paralisia cerebral que são estimulados quanto a linguagem expressiva e a motricidade global. A TAA age como uma ponte de tratamento, sendo o cão um agente terapêutico”, diz. Além disso, a especialista constatou melhora importante no comportamento de autistas, que passaram a expressar seus sentimentos, colocar regras, limites e linguagem expressiva no convívio com o animal.

    A TAA também é utilizada para tratamento contra o câncer, doenças cardíacas, estresse, depressão e paralisias. Além de cães e gatos, podem ser utilizados outros animais como cavalos, peixes, pássaros, coelhos, aranhas, cobras e até botos – projeto chamado de bototerapia e utilizado no Brasil para auxiliar crianças que lutam contra a leucemia no Amazonas, onde pacientes interagem com esses grandes mamíferos no Rio Negro. 

    Uma relação de afeto e saúde

    É por essas e outras que os brasileiros sobem no ranking dos apaixonados por pets todos os anos. Para a Dra. Luana Sartori, veterinária da Nutrire, o contato com os animais aumenta a produção de endorfina, que ao ser liberada estimula a sensação de bem-estar, conforto, e alegria. “Além da endorfina, a produção de outra substância também aumenta com a relação entre tutores e seus pets, por exemplo. É a chamada  ocitocina, que promove a afeição e diminui a pressão arterial”, explica. Segundo os pesquisadores Brian Hare e Vanessa Woods, da área de evolucionismo da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, as mesmas sensações sentidas em situações de afeto entre humanos também acontecem entre espécies diferentes.

    “Recentemente, o hospital Albert Einstein, em São Paulo, liberou visitas dos pets aos tutores internados, visto que a humanização do tratamento é consequência do resultado positivo que os animais exercem na cura dessas pessoas”, explica Dra. Luana. Além dele, muitas instituições e ONGs realizam a chamada Pet Terapia e trabalham levando os animais até centros de recuperação. “É claro que há indicações de segurança e higiene que precisam ser seguidos, conforme determinação de cada espaço de saúde”, complementa.

    Os cães também são responsáveis pela diminuição no risco das crianças desenvolverem alergias, segundo estudo da Universidade de Wisconsin-Madison. A pesquisa revelou que  as chances de ter esse tipo de problema são 33% menores com um animal de estimação. Para o pesquisador, responsável pelo estudo, até o sistema imunológico dos pequenos fica mais forte com a convivência canina.

    Além de tudo isso, os cães e gatos podem auxiliar na preservação da saúde do coração. É o que garante o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o Instituto Nacional de Saúde (NIH), nos Estados Unidos. Há pesquisas que dizem que um pet pode diminuir o colesterol e o nível de triglicérides.

    “De uma forma geral, os pets só trazem benefícios tanto para crianças, como para adultos e idosos. Os animais são compreensíveis, solidários e muito fiéis aos donos. É isso que estabelece a relação de confiança e afeto entre eles. E é isso que movimenta todas as energias boas que os bichos são capazes de provocar. É por isso que nossas atenções devem estar voltadas para o bem-estar dos bichos, garantir que tenham uma vida feliz, saudável, com alimento de qualidade e acompanhamento veterinário periódico. É isso que todos eles merecem.”, completa Luana.

  • Três cuidados para a pele do bebê não ressecar no inverno

    Estação mais fria do ano exige atenção especial dos papais

    Com a chegada do inverno, os papais devem redobrar os cuidados com a pele do bebê, afinal, a pele delicada dos pequenos pode sofrer com o ressecamento excessivo da epiderme. “No inverno a pele tende a ressecar e desidratar, tornando-a mais sensível. No geral, a pele ressecada não costuma causar maiores problemas, além do prurido (coceira), porém, em alguns casos, podem surgir pequenas lesões, que se não forem tratadas, geram complicações como descamação e lesões, permitindo a entrada de germes e bactérias”, alertam as enfermeiras da Criogênesis, Natalia Modica e Luciana Santos.   

    Para evitar alterações da pele do bebê no inverno, as enfermeiras separaram três dicas fáceis para incluir na rotina:

    Aposte na hidratação e proteção labial – Após o banho, realize intensa hidratação com emolientes (óleo, cremes e pomadas), principalmente nas áreas expostas como rosto. Não esqueça dos lábios, com protetor labial específicos para bebês ou lanolina.  

    Evite banhos quentes e demorados – A temperatura deve ser em 37/38 graus e os banhos devem ser curtos, de no máximo 10 minutos. Utilize shampoo e sabonetes sem álcool e seque com toalha de algodão.  

    Prefira roupas de algodão – Evite o uso da lã ou sintético em contato direto na pele do bebê, prefira roupas de algodão. Se nariz, mãos e pés estiverem gelados é sinal que o pequeno está com frio.

  • Animais de estimação podem salvar vidas

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    Campanha Patinha Vermelha visa conscientizar a sociedade sobre a importância da doação de sangue animal

    Junho é mundialmente conhecido como o mês da doação de sangue e nesse período, muitas campanhas são realizadas com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância da doação de sangue. Essa é uma atitude que pode salvar vidas. Porém, não são apenas os humanos que necessitam dessa boa ação. Nossos amigos de quatro patas também sofrem com a escassez de bolsas de sangue. No Brasil, já existem diversos bancos para coleta, mas o número de doadores ainda está muito abaixo do necessário para suprir a demanda.

    Pensando nisso, a clínica veterinária Soft Dogs e Cats idealizou a Campanha Patinha Vermelha e contou com o apoio da clínica Strix, ambas de São Paulo – que tem como finalidade promover a saúde e o bem-estar animal através da doação de sangue. Em parceria com o Sanimvet – banco de sangue veterinário – serão realizadas duas ações para coleta de bolsas de sangue animal: no dia 30 de junho, na Soft Dogs e Cats e em 14 de julho, na Strix. Num primeiro momento, serão realizadas apenas coletas em cães.

    Para participar do evento, os interessados devem se inscrever pelo site www.patinhavermelha.com.br. Na data selecionada, os tutores devem comparecer ao local acompanhados dos cães, que passarão por uma triagem.  Para ser doador é preciso preencher alguns requisitos: ter entre 1 e 7 anos; pesar pelo menos 25 kg; estar clinicamente saudável; realizar controle de pulgas e carrapatos; realizar vermifugação periodicamente; ter a vacinação em dia; ter temperamento dócil; não ter passado por procedimento cirúrgico recente (últimos 2 meses) e as fêmeas não podem estar gestantes. Importante ressaltar, que não há necessidade de sedação.

    “Antes de iniciar o processo de doação, os cães são submetidos a um exame físico e é feita uma coleta de amostra de sangue. Nesse pré-exame são verificados o hematócrito e a proteína plasmática. Estando tudo dentro dos parâmetros, a coleta é feita. Os cães heróis recebem também exames laboratoriais completos num prazo de até 30 dias. Os pets doadores receberão suplementos e outros brindes que ajudarão em seu bem-estar após a doação”, explica Natália Gouvêa, médica veterinária da Soft Dogs e Cats e idealizadora da campanha.

    A campanha Patinha Vermelha conta com a colaboração de vários parceiros, como: Agener União, Botupharma, MSD Saúde Animal, Hills ProPet, PF Animal, Premier, Elanco e ProCão.

    Serviço:

    Patinha Vermelha – Doação de Sangue

    • Data: 30 de junho – Domingo

    Horário: 10 às 17 horas

    Local: Soft Dogs e Cats – Avenida Divino Salvador, 802 – Moema – São Paulo (SP)

    • Data: 14 de julho – Domingo

    Horário: 10 às 17 horas

    Local: Strix – Avenida Professor Vicente Rao, 1275 – Jardim Nova Petrópolis – São Paulo (SP)

  • Discriminação contra pessoas com autismo poderá ser relatada via disque-denúncia

    A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 13 de junho, um projeto de lei que obriga o Poder Público a criar um disque-denúncia de ações contra pessoas autistas. O canal será disponibilizado em âmbito nacional através de um número composto por três dígitos. Após serem registradas, as reclamações serão encaminhadas às autoridades competentes.

    O texto aprovado é um substitutivo da deputada federal Geovânia de Sá (PSDB/SC) ao PL 1688/2019 do deputado federal Célio Studart (PV/CE). O projeto original incentivava a criação de um mecanismo de denúncia por meios eletrônicos em lugares específicos como escolas, caso alguma criança autista tivesse a matricula recusada. No entanto, a deputada entendeu que o combate à discriminação contra pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista) não poderia limitar-se apenas aos ambientes escolares, mas que deveria ser expandido nacionalmente.

    O disque-denúncia será um canal gratuito. Impedimento na contratação de planos de saúde ou cobertura negada, ou ainda, a discriminação destes no mercado de trabalho, são algumas das ações que poderão ser denunciadas. A criação do canal será incorporada à Lei 12.764/12, conhecida como Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Logo, o canal poderá ser utilizado por autistas ou seus responsáveis sempre que a Política de Proteção for desrespeitada.

    Para escolas que recusarem a matricula de estudantes autistas, a Lei 12.764 já prevê multa de 3 a 20 salários mínimos contra a gestão. O PL agora será analisado em caráter de urgência pelas Comissões de Educação e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. No Brasil, além da Política Nacional, os autistas são amparados pela Lei 13.146/2015, conhecida como Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.

    No Brasil, a estimativa é que exista mais de dois milhões de autistas. Esse grupo da população enfrenta diariamente o preconceito e a indiferença de boa parte da sociedade que, na maioria das situações, por falta de informação, não consegue lidar com as diferenças. O Transtorno do Espectro Autista atinge pessoas de todas as idades e classes sociais, porém, para famílias de baixa renda, lidar com as dificuldades impostas por esse transtorno é mais difícil ainda.

    Para crianças e adolescentes, a dificuldade de inserção social e do próprio relacionamento com os outros são os maiores obstáculos enfrentados. Quando adultos, autistas têm dificuldades para conseguir emprego, se relacionarem socialmente e ainda enfrentam a falta de acessibilidade em espaços públicos e coletivos.

    A escola como ambiente acolhedor

    De acordo com o Censo Escolar, divulgado anualmente pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 2018, o número de estudantes com autismo matriculados em classes comuns no país foi de 105.842. O número é um retrato da obrigatoriedade legal das escolas em não recusarem a matricula. Porém, o número de crianças e adolescentes autistas é muito maior que o número daqueles que estão estudando. Muitos, portanto, ainda permanecem nas suas casas, sem terem a mesma oportunidade que as demais crianças e adolescentes.

    Para Keila Espíndola, psicopedagoga do Colégio Objetivo de Brasília, muitas escolas ainda têm dificuldade em adaptar a rotina da instituição às necessidades de cada estudante, especialmente quando exigem mais atenção e tempo por parte dos profissionais, como é o caso dos estudantes autistas. “É muito comum as escolas tentarem negar a matrícula para algum educando, principalmente aqueles que forem diagnosticados com algo que requeira uma atenção diferenciada da escola, que exija alguma mudança na rotina comum do ambiente”, explica a psicopedagoga.

    Segundo Keila, as escolas têm a obrigação legal de criar ações que incluam os autistas e que os ajude a desenvolverem suas habilidades cognitivas e de sociabilidade. “A Instituição de ensino é o primeiro lugar onde o aluno vai ter uma vida social fora do ciclo familiar, e se neste ambiente este aluno não for atendido de forma efetiva, isso pode acarretar uma série de dificuldades ao longo da vida. A escola precisa criar estratégias para que esse atendimento ao estudante autista seja efetivo, adequado e inclusivo”, defende a profissional.

    Muito além do disque-denúncia

    A advogada especialista em direito constitucional Erika Xavier, do Escritório Alcoforado Advogados Associados, explica que a legislação brasileira possui amparo aos autistas, mas que na prática, a sociedade ainda não aprendeu a respeitar os direitos desse grupo. “Infelizmente a sociedade ainda age apenas por reação ao medo das punições, inclusive quanto ao respeito às minorias. Por essa razão é fundamental que essa parcela da sociedade seja beneficiada com a criação e implementação de mecanismos que facilitem a defesa de seus direitos e garantias”, completa.

    Para a especialista, o disque-denúncia é uma ação eficiente e necessária, porém, não deve ser a única ação proposta pelo o Poder Público. “Não se pode considerar que a instalação de um disque-denúncia seja o suficiente. Deve-se fazer com que as reclamações sejam efetivamente atendidas e os casos de desrespeito adequadamente tratados. Vale dizer: não é suficiente ouvir. É necessário que haja ação dos órgãos governamentais para que os casos de agressão aos direitos dessas pessoas sejam punidos e sejam adotadas as medidas de reparação e de correção do desvio”, finaliza a advogada.

  • Perfume seu pet com fragrâncias finas

    Com alta fixação, a Natural Pet possui 10 aromas especiais para cães e gatos

    Não tem nada mais gostoso do que o cheirinho do nosso pet, não é mesmo?! Nessa época mais fria do ano, às vezes, fica mais difícil organizar os banhos dos cães e/ou gatos… Pensando nisso, a Natural Pet desenvolveu perfumes com alta fixação, inspirados em fragrâncias finas. Com 10 aromas, os produtos são ambientalmente seguros, dermatologicamente testados e ideais para o dia a dia dos pets.

    Entretanto, para esse delicioso cuidado, algumas dicas são importantes:

    – Escolha produtos específicos para a pele dos pets, para não causar nenhuma reação alérgica a eles. Opte por aromas suaves, pois perfumes para cães e, especialmente gatos, quando são muito fortes podem agir de forma negativa no humor dos pets.

    – Aplique o perfume com os pelos limpos, a fixação é maior e o efeito do aroma será mais duradouro. Outra dica importante é que o perfume nunca deve entrar em contato com os olhos, o nariz ou a boca do animalzinho. Além disso, áreas sem pelos, incluindo a genial do pet, não são adequadas para aplicação. 

    – Não exagere na quantidade. Perfumes para cães e gatos em excesso podem causar irritações, alergias e até mascarar doenças, que se manifestam através do odor do animal.

    – O cheiro para os bichinhos, principalmente para os cães, é muito mais uma forma de agradar os donos do que os próprios animais. Quando escolher um perfume, uma boa dica é pensar em algum que seja semelhante ao aroma que você usa. Assim, as chances do aroma agradar o seu pet são muito maiores.

    • Nas versões 60 e 500ml, as Fragrâncias Finas da Natural Pet são Sport, Melody, Canis, Vip, Happy, Fellyx, Sweet Baby, Belíssima, Rock’n’Roll e Red Fruits.
  • Yeti: Terror of the Yukon está chegando ao Halloween Horror Nights 2019

    Hoje, o Universal Orlando Resort revelou Yeti: Terror of the Yukon como a próxima casa assombrada com conteúdo original chegando ao Halloween Horror Nights 2019 – o principal evento de Halloween do mundo.

    Criada pelas mentes distorcidas por trás do Halloween Horror Nights do Universal Orlando, Yeti: Terror of the Yukon irá transportar os visitantes a um acampamento isolado em uma área remota do Canadá que é tudo, menos inabitável. Conforme eles se aventuram pelo camping, descobrem rapidamente que não estão sozinhos e que agora precisam fugir de uma tribo de Yeti (Pé Grande) brutal como o inverno. Se o frio não os pegar, as criaturas irão…

    Para mais informações sobre Yeti: Terror of the Yukon, confira o Blog do Universal Orlando.

    Em noites selecionadas de 6 de setembro a 2 de novembro, os nomes mais aterradores do horror irão dominar o parque Universal Studios Florida, conforme o sol se pôr após um dia cheio de emoção e a noite acordar com os arrepios assustadores do Halloween Horror Nights. Os visitantes irão encarar 10 novas casas assombradas minuciosamente temáticas, cinco zonas de medo e entretenimento ao vivo, assim como curtir as mais incríveis atrações e experiências do Universal Studios. Todos os ingressos e pacotes de viagem já estão à venda. Para mais informações e para comprar ingressos, clique aqui.

  • Inverno x Dores na coluna: 5 dúvidas comuns dos pacientes

    As baixas temperaturas agravam problemas crônicos na coluna e aumentam a intensidade de dores lombares e nos músculos  
     

    No inverno naturalmente nós ficamos mais contraídos para sentir menos frio. Com isso, assumimos uma postura de contração dos músculos dos braços, aumentamos a curvatura fisiológica da coluna dorsal (corcunda) e anteriorizamos a coluna para conseguir, desta maneira, segurar o calor do corpo.   

    O Frio provoca uma natural contração muscular, deixa músculos e articulações mais rígidas e facilita as inflamações dos nervos. O resultado é uma piora do quadro geral dos pacientes que têm um histórico de problemas ortopédicos crônicos. São comuns o agravamento de artrites, artroses, dores articulares e um aumento na frequência das lombalgias, dores na parte inferior das costas. “No caso da lombalgia, ela ocorre porque o frio provoca a a contração muscular e possibilita a neurite que é a inflamação dos nervos”, afirma o ortopedista, Maurício Marteletto, especialista em dor de coluna.  

    Dr. Maurício esclarece algumas dúvidas frequentes dos pacientes nesse período do ano e ensina dicas importantes para enfrentar o problema nos dias frios:  
     

    1– Os inchaços que ocorrem em partes do corpo, como as articulações, são um sinal de um problema ortopédico? 

     Nem sempre, são mais significativos de problemas reumatológicos, sendo importante a avaliação destes profissionais. Vai depender da causa. Uma medida simples é fazer a posição de “Trendelemburg” que consiste em elevar as pernas em extensão para que a força da gravidade auxilie o retorno deste líquido acumulado, se houver um componente vascular, meias elásticas são indicadas a depender da intensidade e frequência deste inchaço.  

    2- Tomar banho quente e sair de casa em seguida pode causar que tipo de problema ortopédico?  

    Nenhum.  

    3- Quando está frio temos uma tendência de diminuir o esforço físico e a ficar parado muito tempo numa posição, isso pode causar que tipo de problema? 

     Uma contratura muscular e articular de maior intensidade gerando um círculo vicioso onde o imobilismo gera dor que gera mais imobilismo e dor e imobilismo.  

    4- Que cuidados práticos podemos tomar mesmo diminuindo a carga de exercícios?  

    Respeitar seu limite de dor e de capacidade do organismo. Sempre fazer um bom aquecimento antes e após qualquer atividade física. Não se esquecer de procurar ajuda de profissional médico para um bom diagnóstico para obter um resultado melhor.    

    5- É certo usar compressas quentes ou frias para tratar a dor nas articulações? 

    Sim especialmente se houver um inchaço (edema) associado, indicamos este tipo de “banho de contraste ” , ou seja, três minutos de calor, mais um minuto de frio, e um minuto alternado até completar trinta minutos. Desta maneira, conseguimos ativar a circulação, através da vasodilatação e vasoconstrição e, consequentemente, diminuir a dor e edema. De uma maneira geral o procedimento a ser adotado é o seguinte: 

    -Nas dores agudas com edema, orientamos o frio ou contraste 

    -Nas dores crônicas, acima de três meses de duração, sem edema, calor 

    -E se houver inchaço, compressa fria.