Autor: agitosp

  • Acorda muito durante a noite? Confira qual a posição correta para dormir melhor

    Especialista da Duoflex fala sobre como melhorar a postura durante a noite e se livrar das incômodas dores

    A manutenção da postura é essencial para um descanso de qualidade. Durante o sono, perdemos o controle da musculatura e para evitar problemas mais sérios na coluna é importante se preocupar com a postura correta durante toda a noite.

    Segundo a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, a boa postura é importante para evitar pequenos despertares que interrompem o clico do sono e não permitem que o indivíduo percorra todas as fases até atingir o estágio  profundo. “Nessa fase, acontecem as principais funções do sono, como a regeneração celular, a produção de hormônios, o fortalecimento do sistema imunológico e a consolidação da memória e do aprendizado. Além disso, se atentar a postura evita problemas e dores nas regiões cervical, torácica e lombar, a longo prazo”, explica.

    De acordo com especialistas o ideal é dormir de lado ou de barriga para cima, com as pernas levemente flexionadas, variando entre as duas posições. “Na posição lateral a coluna fica perfeitamente alinhada, o que facilita a circulação do sangue e os estímulos elétricos enviados pelo cérebro aos demais órgãos do corpo. Já, dormir de bruços não é recomendado. Além de forçar a coluna lombar, deixa o pescoço torcido, tencionando nervos e músculos da região cervical”, afirma Renata.

    A Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, dá mais algumas dicas para melhorar a postura e o bem-estar durante o sono.


    Escolha o travesseiro correto
    Não existe o travesseiro ideal, mas sim o que se adapta melhor às necessidades de cada um. Há três pontos fundamentais para levar em conta na hora da escolha de um travesseiro: a posição em que dorme, o biótipo e, claro, o gosto pessoal. “Um bom teste para tirar a dúvida sobre o modelo ideal é deitar-se com o travesseiro e verificar se o pescoço está retinho: se estiver voltado para cima ou para baixo, prefira outro modelo”, orienta a especialista.

    Questões pessoais, por outro lado, interferem em pontos como o toque e suporte da espuma – macia, média ou firme; formato – tradicional ou anatômico; conforto térmico; proteção antiácaro, entre outros. “Uma pessoa alérgica dá maior atenção à proteção, enquanto alguém que transpira muito prioriza o frescor do travesseiro”, comenta.


    Alinhe a coluna
    Independentemente da posição escolhida, é indispensável alinhar cabeça, ombros e quadril. Para manter a coluna alinhada na posição lateral, a dica é utilizar dois travesseiros, sendo um para a cabeça, preenchendo o espaço entre ela e o colchão, formando um ângulo de 90 graus, e outro entre os joelhos, mantendo-os afastados e evitando a rotação da lombar. Para quem dorme de costas (ou de barriga para cima), o ideal é manter os joelhos semiflexionados e usar um 2º travesseiro embaixo deles. E para quem, inevitavelmente, dorme de bruços (ou de barriga para baixo), é aconselhável um travesseiro bem baixinho apenas para apoio e conforto da cabeça e um 2º travesseiro embaixo do quadril.


    Tenha um bom colchão
    “Ter um bom colchão é fundamental para manter a coluna alinhada e garantir noites de sono revigorantes”, garante a consultora do sono da Duoflex. Pensando nisso, a marca criou o DuoHybrid, colchão premium embalado à vácuo, desenvolvido para adaptar-se aos contornos do corpo, respeitando a curvatura natural da coluna em qualquer posição. Distribuído em três zonas com suportes diferentes no sentido da cabeça aos pés – a zona central, onde se encontra a região do quadril, possui maior reforço ortopédico – o DuoHybrid proporciona perfeito alinhamento da coluna e maior proteção da região lombar.

    Vendido pelo site www.colchoesduoflex.com.br e transportado dentro de uma caixa compacta, o colchão DuoHybrid proporciona o máximo de facilidade e conforto desde a sua aquisição até a sua entrega final. 

  • Ícone dos anos 80, Walkman completa 40 anos

    Hoje, o icônico Walkman completa 40 anos. Desenvolvido pela Sony em 1979, o aparelho foi o primeiro reprodutor de música portátil do mundo e objeto de desejo de inúmeros jovens na década de 80.

    Capaz de reproduzir fitas cassetes, um formato que revolucionou a indústria da música na época, o dispositivo fez tanto sucesso que o nome Walkman, patenteado pela Sony, acabou se tornando, informalmente, sinônimo de qualquer modelo de toca-fitas portátil disponível no mercado.

    O nascimento do Walkman

    A ideia de criar um aparelho portátil capaz de reproduzir fitas cassetes surgiu de um dos fundadores da Sony, Masaru Ibuka, a partir de uma necessidade pessoal. Ele queria ouvir música em estéreo com fones de ouvido durante uma viagem de negócios ao exterior. Solicitou então ao seu time de desenvolvimento que criasse uma versão estéreo simples, apenas de reprodução, do gravador portátil da Sony TC-D5, o que viria a ser o protótipo do Walkman.

    Em 1º de julho de 1979, era lançado no Japão o Walkman TPS-L2, o primeiro modelo de áudio portátil do mundo. Posteriormente, ele passou a ser vendido em todo o planeta, marcando uma geração inteira e revolucionando o mercado de áudio. Ao longo dos anos 80, tempo em que o Walkman reinou, a Sony lançou diversos modelos, como WM-2, WM-20 e a evolução deste aparelho, o WM-109, que acumulou mais de 20 milhões de unidades vendidas.  

    O pai dos dispositivos pessoais de áudio portáteis

    O surgimento do Walkman foi o início da era dos dispositivos pessoais de áudio portáteis, já que permitia que as pessoas ouvissem suas músicas preferidas em qualquer lugar e a qualquer momento. Com o declínio da fita cassete e ascensão do CD, no fim da década de 80, a Sony lançou, em 1988, o Discman D-20 e, em 1992, introduziu o MiniDisc como um novo formato de áudio com o MZ-1 MD-Walkman. Pioneira no mercado de áudio, a Sony também foi a primeira no mundo a lançar um headphone com Digital Noise Cancelling, o MDR-NC500D, em 2008.

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  • Você sabe ensinar seu filho como escovar os dentes?

    Aprenda uma maneira simples de inserir a escovação na rotina da criança

    Não é só fazer movimentos de cima para baixo e circulares. Ou é? Será que tem uma forma certa para segurar a escova? E tamanho? São muitas questões que envolvem a escovação e o dentista Denis Panhota, da JP Odonto esclarece as dúvidas.

    Meu filho ainda não tem dentes, devo escovar?

    Sim. Neste caso não é escovação, mas sim, higienização das gengivas. Com uma gaze e água filtrada, faça movimentos massageadores nas gengivas e garanta que não tenha resíduos de leite também na língua.

    Posso usar qualquer escova de dentes?

    Não é o indicado. O ideal é que após os primeiros 6 meses de vida você escolha a escova indicada para a faixa etária que normalmente consta na embalagem. Cada uma delas tem uma quantidade específica de cerdas, maciez e tamanho da cabeça que evolui com a aparecimento dos dentes.

    Quanto tempo dura uma escova de dentes?

    O certo é trocar a cada 30 dias ou até antes se as cerdas estiverem muito abertas.

    E pasta de dente? Quanto mais melhor? Limpa mais?

    Não. A quantidade de pasta também varia com a idade. Quando a criança tem até 8 dentes na frente, a quantidade da pasta deve ser equivalente a metade de um grão de arroz. Se a criança já tiver os dentes do fundo, dobre esta quantidade. A partir dos 2 anos ou quando ela já souber cuspir, a medida deve ser comparada a uma ervilha. A quantidade deve ser aumentada gradualmente e a escolha do produto deve ser feita pela quantidade de flúor adequada para crianças. Existem produtos adequados no mercado próprios para crianças com indicação da idade.

    Como ensino ele a escovar?

    1 – A escova tem que estar paralela à gengiva

    2- Faça movimentos circulares de 4 em 4 dentes e em seguida de cima para baixo

    3- Para os dentes de traz, faça movimentos de vai e vem…um trenzinho.

    4- Para encerrar, passe a escova pelas bochechas e língua.

    Com que idade devo iniciar o uso do fio dental?

    Desde o nascimento dos dentes. Ele não só contribui para higiene bucal como para remoção da placa bacteriana.

  • Alto índice de cesáreas no país revela medo de parto normal

    Pesquisa aponta que grupo de mulheres que já tiveram uma cesárea é quem mais tem medo do parto normal; especialista pondera que deve haver mais informação e consequente liberdade de escolha da gestante

    Seja por indicação médica, preferência pessoal ou alguma emergência, é notável que o índice de cirurgias cesáreas possui um número alto no Brasil. O país ocupa a segunda posição no mundo em número de cesarianas. Enquanto isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou que até 15% fosse um percentual recomendado. Entretanto as brasileiras que dão à luz por cesárea chegam a 55%.

    Boa parte das cesarianas não possui uma determinação médica efetivamente necessária, e que incluam fatores de risco que justifiquem a cirurgia. Entretanto, em muitas localidades, faltam condições propícias à realização do parto normal. Além disso existem fatores que influenciam como a indisponibilidade do médico, o comodismo em ter uma data certa de parto e a durabilidade do procedimento que é muito curta, quando comparada com um parto normal.

    Com o objetivo de investigar a causa deste alto índice que preocupa a OMS, o portal Trocando Fraldas elaborou um estudo com 7 mil mulheres pelo Brasil, entre elas 3,5 mil grávidas, para identificar a razão pela qual mulheres, mesmo tendo total direito de escolha, se submetem à uma cirurgia que poderia ser evitada.

    O levantamento elimina a hipótese de uma possível influência dos médicos para que o parto seja uma cesárea, isso porque 84% das mulheres afirmaram que o obstetra nunca indicou que uma cesariana seria a melhor escolha. Mesmo assim, o grupo das mulheres que já tiveram um parto cesárea foi a maioria quando apontaram que a indicação partiu do médico.

    Na pesquisa, 53% de todas as mulheres entrevistadas estão preocupadas de o Brasil ser um país com um alto número de partos cesáreas. Contraditoriamente, 45% culpam o desejo da própria mulher pelo excesso de cesáreas no Brasil, apenas 17% o médico e 14% o sistema de saúde brasileiro. Entre os grupos de quem já teve uma cesárea e parto normal, as mulheres que tiveram parto normal foram a maioria, com 65%, e apontaram que o índice de cesáreas no Brasil é preocupante. Enquanto isso, 39% de mulheres que passaram por uma cesariana afirmaram que isso é uma preocupação.

    Uma margem considerável de 61% demonstrou ter medo do parto normal. Enquanto 86% das gestantes que já tiveram parto normal gostariam de ter de novo, 47% das que tiveram cesárea responderam que pensam em ter parto normal em outra gravidez. O grupo de mulheres que já teve cesárea foi quem demonstrou mais medo do parto normal, com 69%. Estados como Amapá e Roraima estão no topo entre os que possuem mais mulheres com medo do parto normal.

    Neste mês de junho, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), o Projeto de Lei 435/2019, da deputada Janaina Paschoal (PSL), que garante à gestante a possibilidade de optar pelo parto cesariano, foi aprovado por dez votos a dois na Comissão de Constituição, Justiça e Redação, e deve ir para votação em plenário nesta quarta-feira (26). A medida garante que a grávida opte pelo parto cesariano, a partir da trigésima nona semana de gestação, bem como a analgesia, mesmo quando escolhido o parto normal.

    Para a ginecologista e obstetra Dra. Maíra de La Rocque, que também está se especializando em medicina fetal, a falta de informação das mulheres sobre os benefícios e riscos de cada procedimento, além da baixa remuneração dos planos de saúde para os médicos credenciados, podem ser fatores que desencadeiam o alto número de cesáreas no Brasil.

    “Muitas mulheres têm a ideia do parto normal que é passada pela mídia. Isso faz com que elas não saibam os reais riscos e benefícios e não tenham capacidade de julgamento baseado em evidências científicas. A parte fundamental desse processo é a busca por informações e, acima de tudo, o respeito pelo desejo dela em escolher a via de parto. Se, após saber de riscos e benefícios, a mulher ainda escolher pela cesariana, acredito que é um direito e deve ser respeitado”, pontua. “O que não podemos aceitar mais são falsas indicações, enganação e o aproveitamento de um momento de fragilidade para manipulação em prol de comodismo médico”.

  • Busch Gardens Tampa Bay tem novos tours de bastidor

    Além de poderem experimentar a Tigris, a nova montanha-russa de arremesso mais alta da Flórida, agora os visitantes do Busch Gardens Tampa Bay podem aproveitar novas experiências ao lado de rinocerontes e bichos-preguiça. As reservas já podem ser feitas para esses dois novos tours que levam os visitantes aos bastidores do parque para interagirem com animais encantadores enquanto aprendem mais sobre os cuidados com eles.

       Sloth Encounter: Esse é o momento para os fãs de bichos-preguiça poderem ficar bem pertinho desses animais impressionantes! O tour de 30 minutos dá oportunidade para os visitantes conhecerem o lar das preguiças e aprenderem sobre suas dietas especiais, enquanto ajudam a alimentá-las. Os participantes poderão interagir com o animal de diversas maneiras com a presença dos seus cuidadores.

       Rhino Encounter: Chegue bem perto de um dos maiores animais do mundo. Esse tour de 45 minutos leva o participante para conhecer duas espécies de rinoceronte que vivem no Busch Gardens. Um guia conduzirá o grupo, que terá a oportunidade de ver como esses animais são cuidados diariamente, e ainda tocar em um dos rinocerontes-brancos do parque. Depois, os visitantes são levados para encontrar com Jody, uma fêmea de rinoceronte-negro, e alimentá-la com seu petisco predileto! Os participantes desse tour aprenderão sobre os cuidados e os hábitos dos rinocerontes e também sobre nossos esforços para contribuir com a conservação e proteção desses animais na natureza.

    Esses dois novos encontros com animais agora fazem parte da lista das dez experiências de bastidores oferecidas no Busch Gardens Tampa. Nessa lista há ainda programas como o “Keeper for a Day”, que inclui encontro com diversos animais do parque. De pinguins e gorilas a elefantes e tigres, agora os visitantes têm mais opções para visitar seus animais favoritos. 

    As reservas para esses tour podem ser realizadas no BuschGardensTampaBay.com.

  • 5 golpes mais comuns na hora de comprar um carro usado

    Comprar um seminovo não é tão simples como parece e pode ser. Os problemas começam quando alguns vendedores buscam esconder defeitos no automóvel para poder vendê-lo com um preço tentador, o que facilita o golpe em um consumidor mais desatento. 

    “Na hora de comprar um seminovo, não existe nada mais perigoso do que a expressão ‘amor à primeira vista’”, avalia Fabio Pinto, especialista em carros e CEO da Carflix (www.carflix.com.br), startup que conecta compradores e vendedores de seminovos por meio de uma plataforma interativa.  

    Fabio Pinto explica que se não estiver atento na hora de comprar um usado e não contar com um profissional de confiança durante a escolha, o consumidor pode ser enganado facilmente. “Você se apaixona por um carro ou pelo preço bem abaixo da concorrência, dá uma conferida e ele parece estar em ordem, mas depois da compra, em poucos meses, o automóvel passa a apresentar várias falhas e irregularidades incomuns. Isto sem falar em golpes em que o consumidor antecipa o pagamento para o vendedor e não recebe o seminovo de volta. Todo cuidado é pouco na hora de comprar um carro usado”, explica.

    O CEO da Carflix aponta os 5 golpes mais comuns para quem busca comprar um carro usado e dá dicas para que o comprador não caia numa cilada.

    Consórcio Sorteado/contemplado: Neste golpe, os vendedores anunciam um consórcio, já contemplado, disponível para aquisição. Basta o comprador pagar uma taxa de transferência de titularidade e outras taxas administrativas.

    O esquema é comprovado para a vítima a partir de documentos falsos. Os golpistas desaparecem após o comprador fazer o pagamento da suposta taxa de transferência e na melhor das hipóteses a vitima acaba realmente entrando em um consórcio, mas terá que esperar o sorteio, como todos os outros participantes.

    Esconder colisões: Quando uma batida compromete parte da lataria, é possível disfarçar para que não haja desvalorização do automóvel. Ao invés de fazer os reparos adequados, que são mais caros, coloca-se uma “massa” no local danificado e a pintura é feita por cima.

    Para fugir desse golpe, é fundamental perceber a diferença de tonalidade do local onde houve a colisão e o restante do carro.

    Quilometragem adulterada: adulterar a quilometragem é um dos golpes mais comuns. O ideal é que pedais, bancos, volante e câmbio não estejam nem muito gastos – indicando que o carro tem uma quilometragem maior do que parece – e nem muito novos – um revestimento muito novo pode ser feito a fim de mascarar desgastes.

    Além disso, o Detran disponibiliza em seu site no estado de São Paulo as últimas inspeções realizadas no automóvel. O consumidor pode conferir as km das últimas vistorias e ver as fotos do carro durante essas vistorias.

    Qualidade do pneu: a expressão “nem tudo que reluz é ouro” pode ser aplicada aos pneus. Os golpistas limpam e aplicam produtos como silicone e reparador para aparentar que são novos, mas na realidade foram trocados recentemente e possuem desgastes muito severos.

    Procurar pneus de marcas conhecidas no mercado, tomar cuidado com os modelos remold, que colocam em risco a segurança do motorista e passageiros. Usar as marcações originais do pneu, chamado de TWI (Tread Wear Indicator), que é o indicador de desgaste de rodagem do pneu.

    Veículo fantasma – entrada para segurar a venda: Os golpistas anunciam o veículo por preço abaixo do mercado e em condições mais atrativas do que a concorrência. Quando o interessado entra em contato, costumam informar que o veículo se encontra em outro estado e divulgam fotos do automóvel e até convidam o consumidor a olhar pessoalmente o carro.

    Nos próximos contatos, os golpistas informarão que receberam uma oferta de outro interessado e que estão prestes a fechar a venda. Para enganar o consumidor, é informado que só podem segurar o negócio por meio de um depósito ou transferência bancária. Desesperado para não perder a oportunidade, o comprador faz o que o golpista pede e perde o dinheiro, pois o golpista irá sumir sem dar aviso.

  • 7 principais dúvidas que surgem na primeira consulta ao ginecologista

    Especialista fala sobre menstruação, DSTs, sexo, métodos contraceptivos e outras questões que toda menina precisa saber

    Uma pesquisa da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) apontou que a idade média das mulheres na primeira consulta ao ginecologista é 20 anos. No entanto, segundo orientações da própria Federação e da Dra. Karine Gavioli, ginecologista do Grupo São Cristóvão Saúde, o ideal é que a menina comece mais cedo. “O momento ideal para iniciar acompanhamento médico é quando a menina entra na puberdade e seu corpo começa a se transformar, culminando na primeira menstruação”, explica.

    Nesse estágio, é comum a menina ter medo, vergonha ou constrangimento, então a primeira consulta funciona mais como uma conversa, na qual o profissional dará orientações sobre tudo o que envolve a saúde íntima. Por isso, a especialista recomenda que a paciente aproveite esse momento para tirar todas as suas dúvidas.

    Para ajudar nesse momento, a Dra. Karine respondeu às sete perguntas mais comuns que as meninas podem fazer no consultório:

    1. Se eu nunca tive relação sexual, preciso ir ao ginecologista?

    O ideal é começar a fazer o acompanhamento ginecológico antes de ter a primeira relação sexual, pois dessa forma a profissional dará toda a orientação necessária para que ela inicie com mais segurança.

    A médica lembra que a falta de orientação pode expor a mulher à riscos de contrair DSTs, gravidez indesejada e outras complicações, por isso a conversa é tão importante.

    1. O Papanicolau machuca?

    Com o objetivo de detectar células alteradas no colo do útero que podem evolui para um câncer, esse exame é feito no consultório médico. Apesar dos temores envolvendo o Papanicolau, trata-se de um procedimento indolor e rápido. “Algumas meninas sentem um ligeiro desconforto no momento da raspagem do colo do útero, porém na medida em que conseguem relaxar, essa sensação diminui bastante”, conta a ginecologista do Grupo São Cristóvão Saúde.

    O Ministério da Saúde recomenda a realização desde exame a partir de 25 anos após a mulher começar a ter relações sexuais, e após dois exames normais com intervalo de um ano entre eles, este exame pode ser feito cada 3 anos. No entanto, o ginecologista irá examinar a paciente anualmente e individualizar cada caso.

    1. Qual método contraceptivo é melhor para mim?

    Existem diversos métodos, de acordo com as necessidades e o perfil de cada paciente. Por exemplo, métodos injetáveis, DIU,  implante ou adesivo são indicados para pessoas que não querem tomar pílula todos os dias ou têm dificuldade de lembrar de tomar. Existem também diferentes tipos de contraceptivos orais conforme a necessidade de cada paciente. “É importante que essa escolha seja feita em conjunto com o médico, pois ele ajudará a paciente a avaliar quais são as vantagens e desvantagens de cada método, definindo assim o ideal para ela”, explica Dra. Karine.

    1. Tenho histórico de câncer de mama na família, preciso fazer a mamografia?

    Não existe um consenso quanto à idade em que se deve começar a fazer o exame que ajuda a identificar o câncer de mama. Seguindo a orientação da Febrasgo e da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), recomenda-se seja a partir dos 40 anos. No entanto, cada caso é único.

    A ginecologista fala que o histórico de câncer de mama na família é um fator a ser considerado sim, mas outros elementos serão usados pelo médico durante a consulta para identificar a necessidade de fazer o exame antes dos 40. Importante frisar que, embora um pouco desconfortável, esse exame é bastante simples e extremamente importante.

    1. Que tipo de doenças eu posso pegar se não usar camisinha?

    Independentemente do método contraceptivo escolhido, é importante lembrar que a camisinha é sempre necessária, uma vez que ela protege contra Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). Além de ser a única forma de proteção contra o HIV, a camisinha também deve ser usada para evitar problemas como sífilis, herpes, gonorreia, clamídia entre outras.

    1. Ciclo irregular e secreções, quando devo me preocupar?

    Toda mulher tem secreções vaginais e isso é normal quando sua cor é clara e a textura, fluída ou espessa, produz um cheiro leve. A ginecologista do Grupo São Critóvão Saúde explica que a secreção precisa ser investigada em caso de alteração em alguma dessas características.

    “Quando a mulher sente um cheiro forte, alteração da cor da secreção (esverdeada, acinzentada) ou sente prurido vaginal (coceira) importante, pode ser um sinal de infecção”, esclarece.

    No caso do ciclo menstrual, normalmente ele tem média de 28 dias, com a menstruação ocorrendo por três a sete dias. Segundo a médica, nos dois primeiros anos após a primeira menstruação, é comum ter alterações no tempo e no fluxo mensal. Caso o ciclo permaneça irregular, é necessário procurar um ginecologista, que irá verificar possíveis complicações.

    1. Sinto dor durante a penetração, é normal?

    Segundo a Dra. Karine, algumas mulheres podem sentir dor durante a relação sexual, sobretudo com a penetração. Esse é o tipo de dúvida que costuma gerar constrangimento e, por conta disso, sofrimentos desnecessários. A médica explica que, ao dividir essa questão com o ginecologista, ele poderá ajudar a descobrir a origem do problema, que muitas vezes podem ser simples.

    “Se as dores são profundas, a causa pode ser endometriose, presença de pólipos ou DSTs; se for superficial, pode ser uma alergia ou tensão, investigar a causa e orientações adequadas podem minimizar este desconforto”, comenta.

    Sigilo absoluto

    E para tornar a primeira ida ao ginecologista ainda mais tranquila, a especialista dá uma dica. “A menina pode ir à primeira consulta acompanhada pela mãe, por exemplo, o que ajuda a reduzir a ansiedade e o constrangimento diante do médico. Ou, se preferir, também pode conversar com o médico sozinha, o que se sentir mais confortável”, sugere.

     

    Além disso, é válido destacar que as consultas sempre acontecem sob sigilo. A paciente pode confiar suas dúvidas ao especialista sem medo de ter sua vida exposta a outras pessoas. “O consultório deve ser um lugar no qual a paciente se sinta à vontade para esclarecer suas dúvidas e não se sinta constrangida ou julgada ao expor sua vida pessoal”, afirma a ginecologista. Ela comenta que apenas casos de suspeita de abuso, doenças graves ou risco de vida são compartilhados com os pais ou responsáveis.

  • Problemas no intestino? Saiba o quanto este órgão interfere em sua vida

    Grande influência na saúde, no apetite, no peso e no humor

    A maioria das pessoas estão preocupadas com o cérebro e esquecem de cuidar do que consideramos o “segundo cérebro do corpo”, o intestino. Um dos mais importantes redutos de produção da seratonina (cerca de 80%), é capaz de regular o neurotransmissor responsável por nossas sensações, tanto físicas, quanto emocionais promovendo o bem-estar do corpo.

    O que isso quer dizer? Que a alegria que tanto buscamos no dia a dia, começa na qualidade e cuidados com seu intestino. Para o funcionamento correto deste órgão tão importante do corpo, é indispensável seguir uma alimentação saudável e equilibrada.

    Evite alguns alimentos 

    O consumo excessivo de carne vermelha, embutidos, enlatados e defumados não são saudáveis para o intestino. O método de processamento da carne é o motivo do aumento de número de pessoas com câncer. Já está claro para alguns pesquisadores que os antibióticos podem alterar drasticamente a microbiota intestinal.

    Consumo de água e fibras 

    Para a hidratação do organismo e contribuição do funcionamento do intestino é recomendável a ingestão diária de líquido deve ser de aproximadamente 2 litros.

    Dr. Henrique Passos, endocrinologista e ortomolecular, explica: “Mastigar bem os alimentos, comer devagar, fracionar as refeições diárias e comer fibras frescas, secas, leguminosas, hortaliças ou cereais integrais, aumenta a quantidade de bactérias do intestino, tem efeitos anti-inflamatórios e melhoram o sistema imunológico, ajudando no seu pleno funcionamento e garantindo um intestino disposto a trabalhar pela nossa saúde e felicidade.” A dieta tem uma enorme influência sobre o microbioma intestinal.

    Rotina com exercícios físicos 

    Com 30 minutos diários de atividade física moderada em cinco dias da semana, é possível manter o melhor funcionamento do intestino estimulando a movimentação do órgão, e contribuir para diminuição do estresse.

    “Quem tem uma rotina de alimentação saudável e exercícios físicos, controla o peso e diminui o risco de ter câncer neste órgão.” – conta o endocrinologista.

    Periodicidade nos exames 

    Feitos a partir dos 50 anos ou quando há fatores de risco, como hereditariedade de casos de câncer, o exame de colonoscopia se tornou exame de rotina como prevenção de câncer colorretal. Pode ser indicado também em investigações de dores abdominais, hemorragias ou diarreias. Com resultados normais, devem ser repetidos a cada cinco anos. Já com resultados alterados, devem ser repetidos de acordo com a orientação médica.

  • Mudança de temperatura e ácaros são os ingredientes para a rinite alérgica

    Espirros, coriza, nariz fungando, entupido e dormir de boca aberta parecem sinais de gripe, porém, esses sintomas também são características de uma crise de rinite alérgica. Como diferenciar?

    A especialista da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), Dra. Ingrid Souza Lima, explica que, ao contrário da gripe, a rinite alérgica não é transmitida e também não causa febre. De todas essas sintomatologias descritas, o que mais incomoda o paciente com rinite é o nariz entupido diariamente, já que não consegue respirar direito, o que leva a usar medicações inadequadas.

    Mudança de temperatura e ácaros podem ser desencadeadores das crises de rinite alérgica. O diagnóstico correto é fundamental para se ter sucesso no tratamento. Não se automedicar e procurar por um especialista para que ele possa identificar qual o tipo de rinite são os primeiros passos para o sucesso do tratamento.

    “Fazer o controle ambiental, retirando possíveis objetos que podem acumular ácaros, como cortinas e tapetes, encapar colchão e travesseiro com capa impermeável, deixar o ambiente iluminado e bem arejado são algumas das ações indicadas ao paciente diagnosticado com rinite alérgica”, explica a Dra. Ingrid. Uso de medicações e imunoterapia, conhecidas como vacinas para alergias, são outras formas de tratamento que podem ser definidas pelo especialista de acordo com o tipo de rinite que for diagnosticada.

    Rinite Alérgica – A rinite alérgica não é contagiosa e pode começar em qualquer período da vida, porém, é pouco frequente antes dos 12 meses de idade. Os sintomas clássicos da rinite alérgica são: crises de espirros, coriza clarinha, coceira no nariz (podendo atingir também os olhos, ouvidos e a garganta) e entupimento nasal.

    Uma criança com pais alérgicos terá aumentada de 50% a 70% a chance de desenvolver uma doença respiratória, inclusive rinite alérgica. No  Brasil, um estudo do International Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC) mostrou frequência média de 12,5% de rinite entre crianças de 6 e 7 anos e de cerca de 20% em adolescentes com idades de 13 a 14 anos. A incidência progride até a adolescência, fase da vida em que pode afetar até 25% da população.

  • Mora em apartamento e quer ter um gato?

    Saiba os cuidados necessários para garantir o bem-estar do seu pet e a boa convivência com os vizinhos.

    Nos últimos seis anos, a população de gatos aumentou 20% no Brasil, chegando à marca de 23 milhões. Os dados são do último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, Rio de Janeiro/RJ), realizado em 2017. E não é à toa que os felinos estão ganhando cada vez mais a preferência dos tutores. Conhecidos como “independentes”, são ótimas opções de animais de estimação, considerando o estilo de vida cada vez mais agitado e os lares cada vez menores de boa parte da população brasileira. O Brasil é, hoje, o 4º país no ranking mundial da população de felinos e estima-se que, em 5 anos, essa população cresça 16% no país, enquanto a de cães 10%. Com este crescimento acelerado, em menos de 10 anos o gato potencialmente será o pet predominante no Brasil.

    São muitos os fatores que precisam ser levados em consideração na hora da decisão de se ter um animal de estimação e, dentre eles, estão o estilo de vida do tutor e o ambiente em que ele viverá. Garantir a boa convivência com os vizinhos e o bem-estar do pet são fundamentais e farão toda a diferença.  

    Uma das orientações dos profissionais é manter o pet entretido ao longo do dia e promover o enriquecimento ambiental do espaço de acordo com as características da espécie. Pequenas modificações podem fazer uma grande diferença na qualidade de vida e bem-estar do animal.