Autor: agitosp

  • Uso contínuo de descongestionantes nasais pede atenção

    O medicamente pode causar vício e prejudicar a saúde

    A congestão nasal é uma reação do organismo a processos infecciosos alérgicos, virais ou bacterianos, como a gripe, os resfriados e a sinusite, ou por problemas anatômicos, como o  desvio do septo. “Com a mucosa nasal irritada, os vasos sanguíneos se dilatam, o volume de sangue e também de secreção aumentam na região, dificultando a respiração. Com o uso do descongestionante, que contêm substâncias vasoconstritoras, os vasos se contraem, desincham e sobra mais espaço para a passagem do ar”, explica Dr. Arnaldo Tamiso, otorrinolaringologista do Hospital Paulista.

    Além disso, durante as estações com clima frio e seco, os agentes alérgenos, como poeira e poluição, ficam mais tempo suspensos no ar, aumentando mais a irritação da mucosa nasal e favorecendo o entupimento do nariz.  “Mesmo assim, o descongestionante só deve ser usado em casos específicos, por exemplo, durante um resfriado, quando a pessoa não consegue dormir porque não está respirando bem. Mas o uso deve ser pontual e por, no máximo, cinco dias”, diz o especialista.

    Riscos e alternativas

    Uma das consequências do uso frequente deste medicamento é que o efeito tende a diminuir, e o nariz volta a ficar entupido cada vez mais rápido. Assim, a passagem do ar só acontece de forma satisfatória com o uso do produto. “Outros problemas mais graves podem surgir, tais como a rinite medicamentosa, taquicardia e hipertensão. O ideal seria existir a necessidade de prescrição médica para a venda desse remédio nas farmácias”, alerta o otorrinolaringologista.

    Uma alternativa para aqueles que desejam parar com o uso contínuo de descongestionantes nasais é fazer uma avaliação com um otorrinolaringologista para identificar possíveis desvios no septo e inchaço nasal, podendo, até mesmo, realizar uma cirurgia para a correção.

    Para casos pontuais, como resfriados e sinusites, é importante evitar a irritação da mucosa. “Aplicar soro fisiológico nasal com frequência, manter-se hidratado e conservar a casa limpa e arejada podem ajudar muito”, afirma Dr. Tamiso.

  • Descubra mitos e verdades sobre o câncer de mama

    Para esclarecer algumas dúvidas sobre o assunto, o Dr. André Mattar, médico mastologista do Laboratório Rocha Lima, lista alguns tópicos importantes sobre a doença

    O câncer de mama é o primeiro tipo de câncer mais comum entre as mulheres, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). O assunto tem sido discutido e retratado de diversas maneiras, como na novela “A Dona do Pedaço”, transmitida pela Rede Globo. Gilda, personagem interpretada pela Heloísa Jorge, descobre que está com câncer de mama e que terá que fazer mastectomia (retirada da mama).

    Muitas mulheres costumam ter dúvidas sobre a doença, cujos sintomas incluem nódulo na mama, mudanças na forma do mamilo e secreção com sangue pela mama. Segundo estudos, quando diagnosticado precocemente, as chances de cura são de 95%. Para esclarecer algumas dúvidas sobre o assunto, o Dr. André Mattar, médico mastologista do Laboratório Rocha Lima, listou alguns tópicos importantes sobre a doença:

    – Filho (a) de mãe que já teve câncer de mama têm mais chances de desenvolver a doença

    Essa questão é verdadeira principalmente se o parente afetado apresentar a doença antes da menopausa. Os casos de câncer de mama hereditário são raros (cerca de 10% de todos os casos). Desta maneira, a maioria dos casos não é familiar, e, portanto, todas as mulheres devem ficar atentas. Quem possui histórico familiar de câncer de mama ou outros tipos de câncer deve ser melhor avaliado com um especialista no assunto.

    – Apenas as mulheres tem câncer de mama

    É raro encontrar homens que tiveram câncer de mama, tanto que eles correspondem apenas entre 0,5 a 1% dos casos. Porém, segundo pesquisas feitas nos último 25 anos, foi constatado um aumento de aproximadamente 26% nas incidências do câncer de mama em homens.

    – Mães depois dos 30 e menstruação precoce tem maior probabilidade de ter câncer de mama

    As mulheres que estão dentro desse perfil ficam mais expostas aos hormônios estrogênio e progesterona, pois menstruam com mais frequência no decorrer da vida, por isso o risco é ligeiramente maior.

    – Sutiã e desodorantes podem aumentar o risco de câncer de mama

    Mito. Várias Fake News foram divulgadas dizendo que os desodorantes e até mesmo o sutiã podem ser os responsáveis pela doença. Na verdade, não existe nenhum estudo adequado que comprove que isto é verdade.

    – Amamentar colabora na prevenção da doença

    A amamentação é claramente um fator protetor para o câncer de mama, especialmente por modificar a glândula mamária e torna-la mais diferenciada e estável. O benefício da amamentação é variável pois depende de vários outros fatores de risco associados.

    – Mulheres com seios pequenos não correm o risco de ter câncer de mama

    Não existe ligação em relação ao tamanho dos seios e o câncer de mama, são outros fatores que podem contribuir com o aparecimento da doença como o sedentarismo, obesidade, uso de hormônios e alimentação com alto índice de gordura.

    – Silicone pode aumentar as chances de ter a doença

    Outro boato infundado. Apesar de não aumentar o risco o implante pode atrapalhar o diagnóstico da doença, recomenda-se portanto, antes do procedimento, uma avaliação adequada com um especialista.

    – Qualquer caroço na mama é um câncer     

    Muitos pensam que qualquer caroço na mama é sinal que a pessoa tem câncer, mas isso não é verdade. Ele pode ser benigno ou maligno, mas isso só pode ser comprovado através de exames.

  • O design por trás do Novo Nissan LEAF

    A segunda geração do Nissan LEAF, veículo 100% elétrico mais vendido no mundo, desembarca no Brasil este mês.

    Além de todos os atributos tecnológicos, um dos pontos fortes do carro é o desenho moderno, com itens da assinatura do design da Nissan, que o tornam “descolado” e “tecnológico”.

  • Dia da saúde ocular | simples foto detecta tumor infantil

    10 de julho é o

    Dia da Saúde Ocular

    Uma simples foto feita com flash pode detectar o

    Retinoblastoma,

    tumor ocular mais frequente na infância.

    Moderna terapia disponibilizada no Hospital Santa Marcelina

    em parceria com a TUCCA,

    sem qualquer custo, pode alcançar 100% de cura

    e preservar inclusive o olho, se o dignóstico for precoce.

    O retinoblastoma é um  tumor maligno comum na infância, que se desenvolve na retina. Referência internacional no tratamento, a TUCCA (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer) promove o diagnóstico precoce do retinoblastoma desde 2001 quando laçou a campanha “Fotografe seu filho com flash”.

    Esta  campanha alerta à população que uma simples foto pode detectar o retinoblastoma, já que o olho afetado aparece com uma mancha branca, semelhante ao do olho do gato, reflexo do próprio tumor. A campanha obteve grande repercussão e foi traduzida para vários idiomas.

    Se a doença for diagnosticada precocemente, pode ter cura em até 100% dos casos, mas o número de crianças identificadas tardiamente ainda é muito alto no país, cerca de 50%, o que reduz as chances de tratamento e cura do tumor, que pode levar à cegueira e até a morte.

    Referência no tratamento, o Centro de Atenção Integral à criança com retinoblastoma, em Itaquera, na Zona Leste de São Paulo,  localizado no Hospital Santa Marcelina, mantido em parceria com a TUCCA, está equipado com aparelhos de última geração e oferece opções terapêuticas de ponta.

    O oncologista pediátrico e presidente da TUCCA, Dr. Sidnei Epelman, explica porque o diagnóstico precoce desse tumor é fundamental. “É essencial detectar o quanto antes a doença, não só para que o câncer seja curado, mas também para preservar o olho e a visão da criança.” É utilizada uma técnica chamada de quimioterapia intra-arterial (dentro do globo ocular) feita na artéria oftálmica, onde é utilizado um cateter, que vai da artéria femoral até o olho da criança. A dose de quimioterapia usada é menor que a usada quando se utiliza por via sistêmica.

    Desde 2012, cerca de 72% dos olhos diagnosticados com retinoblastoma no Hospital Santa Marcelina foram salvos com a utilização de quimioterapia intra-arterial, uma alternativa eficaz e com menos efeitos colaterais utilizada para o tratamento de crianças com retinoblastoma.

    “É um privilégio ter a possibilidade de conseguir não só curar, mas salvar o olho da criança. O tratamento padrão é a enucleação (retirada do olho), mas com a quimioterapia intra-arterial podemos salvar o olho e a visão da criança”.

    Tratamento de ponta reconhecido internacionalmente

    O tratamento que a TUCCA oferece, em parceria com o Hospital Santa Marcelina, é comparado ao oferecido nos Estados Unidos e em algumas cidades da Europa. A observação foi feita por um dos maiores oncologistas pediátricos do mundo, Dr. Ira Dunkel, do Memorial Sloan Kettering Cancer Center, durante visita ao Brasil este ano para participar do Simpósio Internacional de Atenção Integral à Criança com Retinoblastoma. “Estive no Hospital Santa Marcelina em  2011, quando foi inaugurado o primeiro centro especializado em tratamento do retinoblastoma do Brasil. O nível de tratamento oferecido aqui é altíssimo. O nível equipe de oncologia pediátrica, a tecnologia e a abordagem multidisciplinar são fundamentais para o sucesso no tratamento da doença e é comparado ao que nós vemos, diariamente, nos grandes centros de oncologia pediátrica de Nova York, por exemplo”, revela o médico.

    A expertise no tratamento desse tumor foi compartilhada pelo Dr. Sidnei Epelman, diretor do serviço de Oncologia Pediátrica e Presidente da TUCCA, em dois encontros internacionais ocorridos 2014: o One Retinoblastoma World, realizado no Canadá e no evento que celebrou os 100 anos do programa de retinoblastoma do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York, um dos hospitais mais renomados do mundo.

    “Realizamos o atendimento integral das crianças com retinoblastoma, sem qualquer custo ao paciente ou à sua família. Atendemos todas as necessidades em termos de diagnóstico, tratamento e reabilitação”, destaca Epelman.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 400 novos casos desse tipo de tumor ocular são diagnosticados por ano no Brasil.

  • Emagrecimento é mais efetivo com mudança de estilo de vida

    Low carb se enquadra no rol de práticas alimentares que almejam a perda de peso de maneira sustentável, focando na qualidade dos alimentos ingeridos e não na quantidade

    Quando os quilos a mais começam a incomodar, sejam por razões estéticas ou sejam por motivos de saúde, é comum que as pessoas saiam em busca de dietas que prometam resultados em curtíssimo prazo. Não é raro que consigam emagrecer, a custa, porém, de muita privação e de muito sofrimento, a base de contagem de calorias, fazendo com que o efeito não seja duradouro e a gordura e o peso voltem rapidamente.

    De acordo com o médico endocrinologista, diretor científico de Medicina da Associação Brasileira LowCarb (ABLC), Rodrigo Bomeny, o importante para quem deseja permanecer magro é focar na qualidade dos alimentos e não na quantidade. “O segredo está em controlar o que comemos e não o quanto comemos”, diz. Nesse sentido, é diferente de uma dieta e mais próxima ao que é denominado reeducação alimentar, com ênfase na mudança de estilo de vida, e na tomada de consciência de quais alimentos são nutritivos e fazem bem à saúde.

    A low carb se enquadra no rol de práticas alimentares que almejam a perda de peso de maneira sustentável. Segundo o médico, diretor-presidente da ABLC, José Carlos Souto, a low carb não deve ser vista como uma dieta mágica de emagrecimento, ao contrário de muitas que são vendidas com promessas milagrosas. “Deve ser utilizada como estratégia a longo prazo, através de mudança permanente de hábitos e estilo de vida, para que os resultados sejam atingidos”, afirma.

    Sobre a prática alimentar low carb também ser restritiva – afinal a ingestão de carboidratos deve ser evitada – e por isso correr o risco de ser abandonada pelas pessoas como qualquer outra dieta, o diretor-presidente da ABLC explica que a questão principal não é tanto a respeito de restringir ou não restringir. Conforme Souto, trata-se mais sobre a escolha entre limitar tudo, tal como ocorre na estratégia da restrição calórica primária, ou limitar apenas carboidratos. 

    Segundo o diretor-presidente da ABLC, mesmo podendo ser eficaz, cortar calorias como foco primordial da dieta deixa o indivíduo sempre com fome. “Algo que não me parece viável, muito menos para o resto da vida”, destaca. Por outro lado, de acordo com o médico, quando se restringe carboidratos, a tendência é que o indivíduo perca peso, mesmo saciado, pois ocorre redução espontânea do apetite. “O que é uma grande vantagem”, declara.

    Ao se adotar uma dieta com restrição calórica, o corpo tenderá a buscar o equilíbrio perdido. Nesse sentido, começará a dar sinais como aumento constante da fome, falta de energia para as atividades diárias e para o exercício físico, e perda de massa magra. “Este é o motivo pelo qual quase 100% dos pacientes que perdem peso em dietas de restrição calórica ganham o peso novamente no primeiro ano”, explica.

    Se o objetivo é o emagrecimento, deve-se regular os níveis de insulina, hormônio responsável pelo armazenamento de gordura e consequente aumento de peso. Por sua vez, a insulina é estimulada pela glicose, encontrada em grandes quantidades nos carboidratos. Assim, para tratar a obesidade ou o sobrepeso, conforme Souto, o enfoque principal precisa ser no defeito metabólico (hiperinsulinismo), que pode ser combatido com a restrição de carboidratos, somente, sem restrição voluntária das calorias.

    Para reiterar como a estratégia da restrição calórica primária não funciona a longo prazo, o diretor-presidente da ABLC cita o Women’s Health Initiative (WHI), estudo lançado nos Estados Unidos no início da década de 1990 sobre tópicos da saúde feminina. Um dos temas dessa pesquisa, que recrutou aproximadamente 50 mil mulheres, era o impacto de uma dieta pobre em gordura sobre a saúde.

    Cerca de 20 mil delas foram orientadas a ingerir menos gorduras e mais fibras, comendo bastante frutas e vegetais. Tal estratégia resultou numa diminuição de 360 calorias diárias em relação ao que ingeriam no começo do estudo. Passados oito anos, constatou-se que essa redução calórica não foi eficaz para emagrecimento. “As mulheres perderam, em média, um quilograma. E, ao mesmo tempo, a circunferência abdominal delas aumentou, ou seja, o pouco peso perdido foi de massa magra, e não de gordura”, relata Souto.

    Mesmo sendo mais sustentável do que dietas hipocalóricas, não há garantias de que a pessoa que adotar a prática low carb permanecerá nela por longa data. De acordo com o diretor-presidente da ABLC, é natural que em qualquer estratégia de reeducação alimentar as pessoas não sigam adiante e ganhem peso novamente. “Isso é verdade para toda e qualquer intervenção de estilo de vida, seja exercício, cessação de tabagismo, ou dieta alimentar, não porque parem de funcionar com o tempo, mas porque a média das pessoas deixa de seguir a orientação”, esclarece.

    Conforme Souto, é sabido que em 24 meses a maioria das pessoas deixa de seguir qualquer recomendação de mudança de estilo de vida. Assim, é necessário avaliar o valor de uma intervenção, não pela sua efetividade, mas por sua eficácia, isto é, se funciona quando implementada. “Por isso recomendamos low-carb para diabéticos, por exemplo. Sua eficácia é indiscutível nos primeiros 90-180 dias dos estudos, quando as pessoas ainda estão seguindo a estratégia”, afirma.

    A permanência do indivíduo em um novo estilo de vida, tal como uma prática alimentar, passa, segundo o diretor científico de Medicina da ABLC, Rodrigo Bomeny, por mudanças de hábitos sabotadores e aprimoramento de habilidades e competências. Dessa forma, uma readequação alimentar bem-sucedida carece trabalhar limites, escolhas e vontades, entre outros fatores relacionados ao ato de comer.

    Conforme o médico endocrinologista, entre as habilidades e competências que precisam ser estimuladas no indivíduo que deseja transformar seus hábitos alimentares estão: crença em si próprio e em suas habilidades; motivação; desenvolvimento de comportamentos que auxiliem no emagrecimento; responsabilidade; compreensão do propósito do emagrecimento; controle emocional; e autonomia.

  • Chegou aos 50? Saiba como manter a saúde e a boa forma pela alimentação

    A nova fase também traz mudanças no metabolismo, portanto vale investir nos cuidados à mesa para manter a saúde

    Fazer 50 anos é um marco na vida da maioria das pessoas. A nova fase também traz mudanças no metabolismo, portanto, vale cuidar da alimentação para manter a saúde e a boa forma.

    A partir desta faixa etária, o metabolismo fica mais lento, ocasionando ganho de peso. “Além disso, há a perda muscular, e como os músculos são os maiores consumidores de energia, o excesso dela vai se acumulando em forma de gordura”, afirma a nutricionista Cintya Bassi, do grupo São Cristovão Saúde.

    Cintya diz que, para manter o peso adequado, é preciso evitar o excesso do consumo de açúcares, por exemplo: “Por ser um ingrediente muito utilizado, pode ser mais difícil de controlá-lo, mas essa medida é essencial nessa fase em que o metabolismo não trabalha como antes. Além disso, é importante se atentar para o consumo de sal e alimentos industrializados, pois podem contribuir para a retenção de líquidos. Por fim, deve-se dar preferência a carnes magras”.

    A nutricionista recomenda não ficar muitas horas sem se alimentar, estabelecendo horários regulares para as refeições e, assim, regrar melhor o organismo. Também sugere manter uma rotina de alimentação saudável, sem exageros, e incluir alimentos ricos em fibras como grãos, cereais integrais e verduras cruas nas refeições.

    Sarina Occhipinti, especialista em Clínica Médica e em Nutrição Funcional do Instituto Sári, de Nova Lima (MG), afirma que não há uma dieta específica para a faixa dos 50 anos, mas há muitas ações que podem ser seguidas no dia a dia para se manter saudável.

    “A melhor dieta é aquela rica em nutrientes, proteínas e fibras; com moderada quantidade de gordura e carboidratos complexos; e livre de açúcares simples e industrializados, o que também vale para adultos de qualquer idade”, afirma.

    A especialista acrescenta que praticar musculação colabora para aumentar a massa magra e o consumo energético, evitando o ganho de peso. Outra medida importante para a saúde nesta fase é controlar os hormônios, e fazer reposição, se for necessário.

    Protegendo os ossos e os intestinos

    Sarina lembra que, na faixa dos 50 anos, é sempre bom se preocupar com a saúde dos ossos, para evitar a osteoporose que atinge, principalmente, mulheres na pós-menopausa.

    A doença provoca um enfraquecimento progressivo dos ossos, o que pode causar múltiplas fraturas. Tanto que, de acordo com dados da International Osteoporosis Foundation (IOF), a doença é responsável por mais de 9 milhões de fraturas por ano no Brasil.

    Quando se chega aos 50, também é comum notar uma mudança nos níveis de energia diários. Isso é normal até certo ponto, mas uma deficiência de vitamina B12 pode ser a culpada. Nesses casos, a suplementação diária é fundamental, pois uma queda na energia pode levar à diminuição da mobilidade e da atividade, o que também contribui para a osteoporose, enfraquecimento do coração e alterações nos movimentos intestinais.

    “Após os 50 anos, é muito comum esse déficit de ferro e vitamina B12, mas essa carência se deve mais às disfunções na absorção do que na ingestão em si. Dessa forma, é importante cuidar também da saúde do intestino, para melhorar a absorção de nutrientes”, lembra a médica.

     Cintya completa: “As vitaminas do complexo B atuam no metabolismo dos macronutrientes, fortalecem o sistema imunológico e protegem o sistema nervoso. Alguns minerais devem ser lembrados, como o cálcio, importante para a manutenção cardiovascular, e o ferro, que é essencial para a formação de hemoglobina e para fornecer energia. Já o zinco também tem papel importante na imunoproteção e cicatrização”.

    Outra doença comum em pessoas com 50 anos ou mais é o diabetes tipo 2. Para elas, vale a pena investir em fibras, que são benéficas para retardar a liberação de açúcar na corrente sanguínea, o que diminui e estabiliza os níveis de glicose no sangue. Elas também são importantes para a digestão, diminuindo o colesterol e ajudando a manter um peso saudável. Além disso, ajudam a promover movimentos intestinais regulares.

    Quando a suplementação é necessária

    Cintya frisa que todas as vitaminas são importantes, mas algumas têm a necessidade aumentada com o passar dos anos, como é o caso da vitamina D: “Ela é importante para absorção de cálcio e para manter os ossos saudáveis. Já a vitamina C contribui para a formação do colágeno e, consequentemente, da cartilagem que compõe as articulações”.

    No caso da osteoporose, um problema recorrente nesta faixa etária, a nutricionista explica que a suplementação não irá reverter o problema, se já estiver instaurado, mas irá auxiliar a minimizar a deficiência causada.

    E quando a suplementação é indicada? Cintya afirma que ela é feita quando as necessidades nutricionais estão elevadas por alguma doença, ou quando não estão sendo atingidas apenas com a alimentação. A seguir, ela cita alguns exemplos:

    = redução da ingestão por ansiedade, depressão, outras doenças ou aversões alimentares;

    = metabolismo alterado por tumores, cirurgias ou tratamentos clínicos;

    = incapacidade de se alimentar como em casos de disfagia (dificuldade em deglutir), confusão mental, e doença de Parkinson;

    = alterações de absorção;

    = perdas excessivas, como vômito, diarreia e fístula.

    Confira alguns alimentos que são essenciais nessa fase da vida:

    Gergelim, verduras verdes, leites e laticínios não modificados: aposte no cálcio, presente nestes alimentos, em prol da saúde dos ossos.

    Iogurte: as bactérias do produto, que liberam o ácido lático, podem ser úteis para a saúde intestinal. Um bom iogurte deve ser rico em cálcio, essencial à saúde dos ossos.  As recomendações de cálcio por dia passam de 1000 mg para 1200 mg a partir dos 50 anos. Pessoas com intolerância à lactose, alergia ao leite ou que não gostam de produtos lácteos, devem optar por outras fontes de cálcio. O brócolis, por exemplo, tem 400 mg de cálcio em um ramo de 100 g.

    Prefira iogurtes ricos em vitaminas A, B6 e B12, riboflavina, ácido fólico e niacina e minerais como potássio e fósforo. No entanto, se o produto tiver grande quantidade de conservantes e corantes, é mais tóxico que benéfico.

    Vitamina D: é importante se expor ao sol para realizar a síntese da vitamina D; e fazer suplementação de magnésio, se necessário.

    Oleaginosas (castanhas, amêndoas, avelãs, pistaches etc): são ricas em minerais importantes para o organismo nessa faixa etária, como zinco e selênio. Este último ajudda o sistema imunológico e auxilia na regulação do hormônio da tireoide. As oleaginosas são opções de gordura saudáveis e não são tóxicas para o corpo. A única ressalva é o amendoim, cuja molécula produzida, ao ser ingerida, pode ser muito irritante para o intestino.

    Laranja:outro alimento importante para o adulto de 50 anos ou mais. Cada laranja fornece, em média, 70 mg de vitamina C, mais de 150% da quantidade diária recomendada. Excelente antioxidante, deve ser consumida no climatério para proteger o estresse oxidativo das células, além de contribuir para o fortalecimento da imunidade. É rica em vitamina A, vitaminas do complexo B, ácido fólico, cobre, potássio e cálcio, que auxiliam em outras funções do metabolismo.  Consuma a laranja sempre inteira com seu bagaço, em vez de suco. A maior parte de seus benefícios está no bagaço, rico em fibra e pectina, um polissacarídeo que auxilia na digestão. Com a idade, a mulher pode observar uma lentidão intestinal, e a pectina da laranja é essencial para estimular o intestino. Além disso, evita o acúmulo de gordura periférica e visceral.  Mas, atenção:para quem está controlando diabetes, não é indicada.

    Rúcula: é um alimento essencial. Ela tem poucas calorias, menos de 25 kcal em cada 100g, e é rica em ferro, vitaminas e ácido fólico. Ajuda em outras funcionalidades também porque é rica em vitamina A, que colabora na formação do colágeno e renovação celular; em vitamina C, que fortalece o sistema imunológico, e em vitamina K, que auxilia na função neurológica e também na absorção do cálcio pelo organismo. 

  • Hard Rock Hotel anuncia artistas que serão homenageados nos hotéis brasileiros

    Junto a cantoras consagradas mundialmente, como Beyoncé, Rihanna e Janis Joplin, está a brasileira Anitta

    Na semana em que é celebrado o Dia Mundial do Rock (13/07), a Hard Rock Hotel anuncia a lista de artistas que estamparão as paredes dos lobbys, corredores e suítes do Residence Club at the Hard Rock Hotel Fortaleza, o primeiro hotel da marca a ser inaugurado no Brasil. A abertura está prevista para o fim de 2020.

    No lobby do Residence Club at the Hard Rock Hotel Fortaleza, Bob Marley dá as boas-vindas aos hóspedes enquanto Ariana Grande ilustra a academia do hotel. Na charmosa suíte com varanda, piscina privativa, bar, sala de TV e sala de estar, as imagens de Rihanna cantam e dançam nas paredes. A beleza de Beyoncé se expande nos pelos quartos e apartamentos, assim como a marcante Janis Joplin e o icônico Jimmy Hendrix, emformatosmais amplos. Nas suítes, os hóspedes verão a sensualidade de Anitta e da exótica roqueira Pink.

    A operação dos hotéis Hard Rock no Brasil se baseará no conceito de multipropriedade e terá a assinatura Residence Club at the Hard Rock Hotel. A multipropriedade ou fração imobiliária é um modelo de negócios que segue a tendência da economia compartilhada. Consiste na compra de uma fração de um imóvel como segunda residência para férias. O proprietário pode usufruir do imóvel nas datas definidas no momento da escritura. A segunda propriedade familiar oferece benefícios como ter a escritura definitiva do patrimônio, acesso aos serviços e espaços de um hotel cinco estrelas, investimento mais baixo para a compra de um patrimônio e a comodidade de não se preocupar com a manutenção do imóvel. Fortaleza e Ilha do Sol, no Paraná, já estão comercializando suas frações.

  • Sete dicas para cuidar bem da próstata

    A próstata é uma glândula no homem que tem a função de ajudar a nutrir os espermatozóides para a reprodução. A partir dos 40 anos, ela começa a crescer em diferentes velocidades e isso pode levar aos mais variados graus de sintomas, que não necessariamente tem relação direta com seu tamanho.

    “Este crescimento, de modo geral, é benigno e faz parte da natureza do homem. No entanto, não deixa de ser um incômodo e precisa de acompanhamento”, afirma Dr. Renato Falci, urologista e membro do comitê científico do Instituto Lado a Lado pela Vida (LAL).

    Neste 15 de Julho, Dia Nacional do Homem, Dr. Falci revela algumas dicas para conviver bem com a próstata, principalmente para quem já sofre com sintomas relacionados ao crescimento desta glândula, como jato fraco, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, frequência de micção aumentada, urgência para urinar e dor em baixo ventre durante a micção.

    1 – Evite o enchimento rápido da bexiga

    Isso ocorre na maioria das vezes por ingestão abrupta de grandes volumes de líquidos como, por exemplo, cerveja. Pelo fato da bexiga ser um músculo, sua rápida distensão faz com que sua contração perca eficiência, traduzindo-se por uma micção com jato mais fraco e, em casos extremos, em retenção urinária (incapacidade de urinar).

    2 – Evite longos períodos sem urinar

    Segurar a urina por longos períodos pode, pela superdistensão do músculo, terminar em uma micção dificultosa ou até em retenção urinária. Muitas pessoas já experimentaram a desagradável sensação de uma micção ruim, após passar longo período segurando a vontade de urinar e com um grande enchimento da bexiga, como por exemplo, em uma viagem. Isso é decorrente do estiramento das fibras musculares da bexiga que, temporariamente, diminuem a sua capacidade de contração.

    3 – Evite descongestionantes nasais

    A maioria desses medicamentos tem em sua composição um vasoconstritor que atua em receptores semelhantes aos que existem na cápsula da próstata e na saída da bexiga. A ativação desses receptores dificulta a saída de urina. Em jovens, esse efeito pode ser imperceptível mas, em quem já apresenta algum grau de sintoma do crescimento da próstata, seus efeitos podem ser maiores.

    4 – Cuidados com anti-gripais

    Uma boa parte desses compostos vendidos em farmácias contém substâncias semelhantes aos descongestionantes nasais e, pelo mesmo motivo, pioram a micção.

    5 – Atenção com compostos e fórmulas

    Compostos e fórmulas para aumentar o desempenho esportivo podem ter compostos derivados da efedrina, substância que atua nos receptores da cápsula da  próstata e saída da bexiga, assim como os anti-gripais e descongestionantes nasais.

    6 – Conheça a hiperplasia da próstata

    Praticamente todo homem terá que lidar com ela. Ter um urologista de confiança pode ser o primeiro passo. Conhecer a história natural da doença ajudará a definir o momento ideal do tratamento.

    7 – Faça check-up de saúde

    Adiantar-se aos problemas muitas vezes é a melhor solução.

  • Relacionamento casual pode se tornar um vício?

    O sexo casual facilitado pelo contato via tecnologia virou prática comum, mas muitas pessoas ainda desconhecem

    As pessoas costumam associar o termo “namoro ou sexo casual” as facilidades das novas tecnologias a aplicativos de contato rapido e próximo que oferecem a oportunidade de você se encontrar com a pessoa que acaba de conhecer pelo smartphone, ipad, tablet ou computador pessoal. Muitas consideram a possibilidade de conhecer alguém pela tecnologia um perigo, mas esquecem-se que conhecer uma pessoa no bar da esquina, na balada, no cinema, no restaurante também é a mesma coisa, desde que seja um desconhecido. No final, se o encontro terminar sobre uma cama em quatro paredes em um motel, hotel, na casa do desconhecido ou em qualquer lugar onde estiverem, poucas pessoas ou ninguém estará por perto.

    Outras pessoas associam o termo “sexo casual” a ter um caso de uma noite quando, a definição mais correta é: “qualquer relacionamento em que um casal não esteja namorando um com o outro”. Em outras palavras, de acordo com a sexóloga Carla Cecarello, consultora do site C-date (www.c-date.com.br) especializado em encontros casuais, ao invés de usar “sexo casual” como definição de relacionamento casual, o certo seria definir como aquele em que não há compromisso e tampouco as pessoas são sérias umas com as outras. “Ou seja, o sexo casual envolve muito mais a seriedade do relacionamento que as relações sexuais em que as partes estão envolvidas”, afirma a especialista.

    Então, o que é namoro ou sexo casual?

    A afirmação de que um casal está namorando ou casualmente envolvido em relações sexuais significa que não estão ligados um ao outro de qualquer maneira. Ambos ainda podem ver, sair, transar e namorar outras pessoas. O que quer dizer que não há compromisso e tampouco projetos futuros do tipo casamento, filhos, viver juntos, comprar casa, carro, etc. Quem adota esse estilo de relacioamento sai por um tempo, se diverte com o outro ou sai por apenas uma única noite. É importante lembrar que no sexo casual não há qualquer razão para as partes envolvidas quererem saber se a transa foi boa ou ruim ou se a outra pessoa deseja se encontrar novamente. “Todos que praticam sabem disso”, complementa a sexóloga do C-date.

    Antes mesmo de um casal flertar com a idéia de um relacionamento casual, eles devem comunicar suas intenções um com o outro para evitar qualquer mal-entendido. Outra informação importante, de acordo com a sexóloga, é que neste tipo de relacionamento as hipóteses de haver um futuro em conjunto, de querer mais, pode ser o fim do relacionamentio, uma vez que essa é uma intenção que quase nunca está presente na outra pessoa. “A última coisa que se deve fazer num relacionamento casual é ferir os sentimentos da outra pessoa, por isso, desde o princípio se exige sinceridade e honestidade. “Se a pessoa sentir que deseja a outra pessoa com algum sentimento, é melhor conversar sobre e se preparar para uma resposta negativa, já que essa é a libedade das relações casuais”, lembra Carla Cecarello.

    Se o relacionamento está se transformando em algo inesperado, do tipo está se apaixonando pela pessoa e se aproveitando da situação, dormindo com ela sem a promessa de algo mais, é importante se lembrar dessa orientação. Seus sentimentos em relação a outra pessoa devem ser expostos, mesmo porque no “relacionamento casual é preciso ser honesto em qualquer momento para evitar que ambos passem por situações constrangedoras ou sofrimentos”, salienta a sexóloga do C-date.

    Pode virar namoro sério?

    Nas coisas do coração pouco se pode er certeza. O casal pode estar se relacionamendo casualmente, mas vir se apaixonar, por que não? As possibilidades de ir para o próximo nível existem, mas são as pessoas que decidem se vão ou não para o algo mais. Se os encontros casuais ocorrem mais frequentemente e não param na primeira ou segunda ou terceira vez pode haver interesse de uma das partes ou de ambas, nada é tão rígido. “O importante é que os sentimentos, quando existirem, sejam expostos com sinceridade para que a decisão ocorra também de forma rápida. Ou seja, ou para ou continua e assim ficará mais fácil para ambos, caso a decisão não seja a que ambos querem”, afima Carla.

    Por esse motivo, algumas pessoas podem perguntar “o que é um relacionamento casual?” porque pode-se argumentar que nenhum relacionamento é verdadeiramente casual. Há sempre o risco de o casal se tornar apenas isso – um casal – e se apaixonar um pelo outro, apesar de suas melhores intenções. Em uma nota mais triste, alguns casais decidem que seu relacionamento casual não pode continuar porque eles estão se tornando possessivos e ciumentos. Eles não querem gastar para sempre com essa pessoa, mas eles não querem ver essa pessoa feliz com qualquer outra pessoa também.

    Como decidir pelo namoro casual

    Namoro casual pode ser ideal para algumas pessoas e impraticável para outras. Desta forma, depende do estágio em que cada pessoa está na vida ao determinar se deve buscar um relacionamento casual. Depende do que cada pessoa deseja para o futuro e o que pretende em relação aos seus próprios sentimentos. Se for uma pessoa que tem necessidade de se relacionar e ter companhia, é claro que o sexo casual ou namoro casual não combina. Por outro lado, se for uma pessoa que quer aprender sobre sexo, desde que tenha sempre muito cuidado e se proteja durante os atos sexuais, pode se divertir mais brincando em campo por um tempo.

    Para as mulheres a decisão é sempre mais difícil, tendo em vista o relógio biológico que cobra dela seus desejos de ser mãe e montar sua família, o que quer dizer que tem um tempo mais curto para se divertir no sexo casual. Para o homem, o tempo é mais amplo e desde que ele não decida assumir seus comprmissos, o sexo casual é uma saída para não ficar só. Estas são as comparações mais comuns. Mas, em relação as novas tecnologias, os sites como o C-date, por exemplo, mostram um prfil diferente de mulher assumindo os romances casuais.

    No site, os perfis femininos somam 51% dos usuários enquanto os masculinos somam 49%. As mulheres no site assumem que o sexo casual era um tabu, mas que deciciram procurar o sexo casual por não ter tempo para assumir romances mais sérios, uma vez que estão mais preocupadas com suas careiras profissionais, estudos e crescimento em funções no mercado de trabalho. Ou seja, o relacionamento e compromisso sério virá mas não na atual fase de suas vidas.

    Por outro lado, as mulheres que estão divorciadas também quebraram o tabu e preferem um relacionamento superficial em vez de entrar num romance mais sério e comprometedor, de modo a evitar sentimentos mais profundos e feridas. Também os homens, especialmente os divorcidos e viúvos preferem mergulhar apenas uma ponta do pé em vez do corpo todo numa relação séria. “Os que procuram o consultório preferem relações descontraídas até ter certeza de estão prontos para se comprometer novamente. Por isso procuram o C-date, pois facilita encontrar pessoas que não querem compromisso sério de imediato”, completa a sexóloga.

  • Saúde nas férias: cuidados simples podem garantir viagens sem imprevistos

    Especialista explica, por exemplo, que efeitos do jet lag podem ser evitados

    Em viagens longas também é preciso estar atento com a parte circulatória Julho é mês de férias escolares.

    Seja o mês todo ou só em uma parte dele, muitos pais e responsáveis aproveitam para viajar com as crianças e os adolescentes. Para ter passeios tranquilos e minimizar o surgimento de imprevistos, alguns cuidados com a saúde são muito importantes.

    A primeira recomendação, e que vale para qualquer viagem, é observar se está levando medicação suficiente para todo o período de férias. Alguns países são bem restritivos até mesmo com medicamentos que no Brasil são vendidos sem a necessidade de receita médica. Em trajetos por aviões, ônibus ou navios remédios devem estar na bagagem de mão.  

    Orientações para passeios via rodovias, aéreo e marítimo Longas horas de viagem na mesma posição favorecem o surgimento de problemas circulatórios. Para evitar complicações, a cada duas horas a pessoa deve fazer uma pausa para caminhar por 5 minutos e melhorar a circulação sanguínea nas pernas. Essa parada também permitirá respirar mais calmamente, melhorando a oxigenação cerebral e dos órgãos. No avião, algumas pessoas sentem dor no ouvido devido à pressurização da aeronave e ao ar mais rarefeito.

    O soro fisiológico e o descongestionante nasal podem ser aliados no combate ao problema, basta aplicá-los antes do embarque.  De acordo com Otavio Gebara, cardiologista e diretor médico do Hospital Santa Paula, trajetos feitos com outros modais de transporte também merecem atenção. “Viagens de carro, ônibus e navio podem causar enjoo em algumas pessoas. É recomendável fazer uma refeição leve antes de embarcar, evitar refrigerantes, comidas gordurosas e excessivamente temperadas.” Se recomendado por um médico, pode ser feito o uso de medicamentos antieméticos, que atuam aliviando as náuseas. “Importante lembrar também que comer muito antes de dirigir aumenta a chance de sentir sono no percurso. Em contrapartida, ingerir líquidos como água ou suco durante a viagem melhora a circulação sanguínea e reduz a vontade de dormir”, reforça o especialista.  

    Jet Lag, doenças locais e cuidados de sempre Quem parte para locais com fusos horários muito diferentes do que está habituado sofre com os efeitos do famoso e incômodo jet lag. Otavio Gebara dá dicas para evitar transtornos. “Neste caso, os viajantes podem fazer uma adaptação gradativa de três a quatro dias antes da viagem para evitar cansaço e sonolência excessivos, insônia, irritabilidade, fome incompatível, dor de cabeça e mal-estar. Estar informado sobre as doenças locais é outro fator importante para manter a saúde após o desembarque.

    O viajante deve estar com a carteira de vacinação em dia e, em alguns casos, optar também pelo uso de repelentes”, frisa o especialista.  Todos, sem exceção de idade e destino do passeio, devem usar chapéu, protetor solar e óculos escuros, principalmente entre 10h e 16h.

    O filtro solar deve ser usado diariamente, em todas as estações do ano. É importante que o produto proteja contra radiação UVA e UVB e tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo. O filtro deve ser espalhado de maneira uniforme de 15 a 30 minutos antes da exposição e reaplicado a cada duas horas em atividades de lazer ao ar livre (e depois de cada mergulho ou suor excessivo) para obter a proteção adequada. Importante também observar que ter diarreia na viagem de férias é algo mais comum do que se imagina, especialmente em outros países. A grande inimiga é a água da torneira, que pode possuir bactérias desconhecidas.

    Por essa razão, as pessoas devem priorizar o consumo de água filtrada ou com gás, que possui uma propriedade capaz reduzir o pH (grau de acidez) do estômago e eliminar as bactérias presentes no sistema gastrointestinal. Esse cuidado deve ser estendido ao escovar os dentes e cozinhar.  Para mais informações, o Ministério da Saúde tem uma página dedicada à saúde do viajante no link http://portalms.saude.gov.br/saude-para-voce/saude-do-viajante. 

    para passeios via rodovias, aéreo e marítimo Longas horas de viagem na mesma posição favorecem o surgimento de problemas circulatórios. Para evitar complicações, a cada duas horas a pessoa deve fazer uma pausa para caminhar por 5 minutos e melhorar a circulação sanguínea nas pernas. Essa parada também permitirá respirar mais calmamente, melhorando a oxigenação cerebral e dos órgãos. No avião, algumas pessoas sentem dor no ouvido devido à pressurização da aeronave e ao ar mais rarefeito. O soro fisiológico e o descongestionante nasal podem ser aliados no combate ao problema, basta aplicá-los antes do embarque.  De acordo com Otavio Gebara, cardiologista e diretor médico do Hospital Santa Paula, trajetos feitos com outros modais de transporte também merecem atenção. “Viagens de carro, ônibus e navio podem causar enjoo em algumas pessoas. É recomendável fazer uma refeição leve antes de embarcar, evitar refrigerantes, comidas gordurosas e excessivamente temperadas.” Se recomendado por um médico, pode ser feito o uso de medicamentos antieméticos, que atuam aliviando as náuseas. “Importante lembrar também que comer muito antes de dirigir aumenta a chance de sentir sono no percurso. Em contrapartida, ingerir líquidos como água ou suco durante a viagem melhora a circulação sanguínea e reduz a vontade de dormir”, reforça o especialista.  Jet Lag, doenças locais e cuidados de sempre Quem parte para locais com fusos horários muito diferentes do que está habituado sofre com os efeitos do famoso e incômodo jet lag. Otavio Gebara dá dicas para evitar transtornos. “Neste caso, os viajantes podem fazer uma adaptação gradativa de três a quatro dias antes da viagem para evitar cansaço e sonolência excessivos, insônia, irritabilidade, fome incompatível, dor de cabeça e mal-estar. Estar informado sobre as doenças locais é outro fator importante para manter a saúde após o desembarque. O viajante deve estar com a carteira de vacinação em dia e, em alguns casos, optar também pelo uso de repelentes”, frisa o especialista.  Todos, sem exceção de idade e destino do passeio, devem usar chapéu, protetor solar e óculos escuros, principalmente entre 10h e 16h. O filtro solar deve ser usado diariamente, em todas as estações do ano. É importante que o produto proteja contra radiação UVA e UVB e tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo. O filtro deve ser espalhado de maneira uniforme de 15 a 30 minutos antes da exposição e reaplicado a cada duas horas em atividades de lazer ao ar livre (e depois de cada mergulho ou suor excessivo) para obter a proteção adequada. Importante também observar que ter diarreia na viagem de férias é algo mais comum do que se imagina, especialmente em outros países. A grande inimiga é a água da torneira, que pode possuir bactérias desconhecidas. Por essa razão, as pessoas devem priorizar o consumo de água filtrada ou com gás, que possui uma propriedade capaz reduzir o pH (grau de acidez) do estômago e eliminar as bactérias presentes no sistema gastrointestinal. Esse cuidado deve ser estendido ao escovar os dentes e cozinhar.  Para mais informações, o Ministério da Saúde tem uma página dedicada à saúde do viajante no link http://portalms.saude.gov.br/saude-para-voce/saude-do-viajante.