Autor: agitosp

  • Odisseia no espaço: a surpreendente história de como a Ford ajudou a pôr o homem na Lua

    A chegada do homem à Lua está fazendo 50 anos e praticamente todos conhecem detalhes dessa conquista histórica. O que muitas pessoas não sabem é que a Ford teve uma participação importante no sucesso da missão da Apollo 11 – veja o vídeo.

    ‘Houston, aqui é da Base Tranquilidade. A Águia pousou.” Assim Neil Armstrong anunciou para o centro de controle da NASA e para o mundo o pouso do módulo lunar no dia 20 de julho de 1969. Mas isso não seria possível – inclusive a transmissão da voz do astronauta – sem a participação da Ford na construção e manutenção do centro de controle da missão.

    Essa história começa com a Philco, fundada em 1892 para fabricar lâmpadas de arco de carbono antes de iniciar a produção de baterias, rádios e televisores. Em 1953, seus engenheiros inventaram o transistor de barreira de superfície – o primeiro transistor de alta frequência que permitiu o desenvolvimento de computadores de alta velocidade. Esse esforço para miniaturizar e aperfeiçoar o transistor levou a Philco a trabalhar com as Forças Armadas dos EUA e a NASA, mas em 1960 dificuldades financeiras forçaram a empresa a procurar um comprador externo.

    “A Ford queria expandir sua oferta de produtos para além da indústria automobilística e foi atraída pelas tecnologias inovadoras da Philco. Adquiriu a empresa em 1961 e transformou sua Divisão Aeronutronica numa nova organização, a Philco-Ford ”, conta Ted Ryan, gerente de Arquivos e Patrimônio da Ford.

    Em 1963, a Philco-Ford enfrentou gigantes da tecnologia como IBM, RCA, Lockheed, Hughes Aircraft e AT&T na corrida para desenvolver o centro de controle do novo Centro Espacial Tripulado em Houston. Mesmo sendo considerada um azarão, a Philco-Ford foi escolhida como fornecedora principal do projeto.

    “Sem a fusão com a Ford a empresa provavelmente não teria sido considerada para o trabalho, devido à magnitude dos recursos de engenharia necessários”, observou Walter LaBerge, gerente da Philco-Ford Houston Operations, recontando a história do projeto.

    Construindo o que nunca foi feito

    As responsabilidades do trabalho da Philco-Ford eram imensas, desde o projeto dos sistemas de hardware e software para a solução problemas que nunca haviam sido enfrentados antes, até a fabricação, instalação e testes do centro de controle, incluindo a ligação e controle de dados dos pontos de rastreamento remoto da NASA.

    “Em suma, o que a NASA precisava para garantir um pouso na Lua nos anos 60 era uma grande capacidade de tomada de decisão assistida por computador, que ninguém tinha quando a Philco-Ford recebeu o contrato”, registra um documento da empresa da época.

    O centro de controle da missão foi concluído em cerca de dois anos – a tempo de monitorar a missão Gemini 3, em março de 1965 – e tornou-se totalmente funcional alguns meses depois, quando todas as operações foram transferidas do Cabo Kennedy para o Centro Espacial Tripulado em Houston.

    Além de projetar e construir o centro de controle, a Philco-Ford forneceu equipes de suporte técnico e engenharia durante a construção e operações. O projeto passou por atualizações para cada missão, que exigiram até 2 milhões de mudanças na fiação. Outros dados do projeto continuam tão surpreendentes quanto eram há mais de 50 anos:

    • Mais de 1.500 dados diferentes de telemetria – da saúde dos astronautas aos resultados dos testes de voo – eram enviados ao centro simultaneamente.
    • O centro de controle da missão abrigou o maior conjunto de equipamentos de transmissão de televisão do mundo.
    • Mais de 96.000 km de cabos foram instalados e supervisionados para as operações.
    • Cinco computadores principais IBM 360/75 enviaram dados para mais de 1.300 comutadores monitorados pelos controladores de voo.

    A jornada para a Lua

    A Philco-Ford participou de todas as missões Apollo, mas duas se destacam pela sua complexidade. A Apollo 8 foi a primeira espaçonave a orbitar a Lua e retornar à Terra, o que trouxe grandes desafios para o centro de controle, pois os sinais e os dados seriam perdidos quando a nave ficasse atrás da Lua durante a órbita. Havia a preocupação de como o sinal seria recuperado, mas o equipamento funcionou perfeitamente e até permitiu aos astronautas fazer várias transmissões do espaço – incluindo uma mensagem de paz na véspera do Natal de 1968.

    Em julho de 1969, a Apollo 11 foi o foco do mundo. A natureza inédita da missão tornou ainda mais complexo o trabalho da Philco-Ford e da equipe de controle. Quando o mundo prendeu a respiração em 20 de julho, a descida de Neil Armstrong e Buzz Aldrin na superfície da Lua foi transmitida para todo o mundo.

    Os astronautas realizaram experimentos e coletaram material da superfície lunar. Também lançaram o Early Apollo Scientific Experiments Package (EASEP), equipamento construído em parceria pela NASA, a Philco-Ford e a IBM para monitorar as condições ambientais. Após o retorno bem-sucedido dos astronautas em 24 de julho de 1969, ele permaneceu na Lua e continuou transmitindo dados durante um ano.

    A vida depois do “passo gigante”

    O trabalho da Philco-Ford no centro de controle da NASA continuou quando as missões Apollo deram lugar ao Skylab, à Apollo-Soyuz e ao Ônibus Espacial. Rebatizada como Ford Aerospace and Communications Corporation em 1976, a empresa passou a fornecer também serviços de comunicação por satélite. No início dos anos 80, a Ford Aerospace havia construído mais da metade dos satélites de comunicação em órbita.

    Em 1990, a Ford saiu da indústria aeroespacial com a venda da Ford Aerospace para a Loral Corporation. Mas o espírito de curiosidade e inovação que impulsionou seus empreendimentos aeroespaciais permanece vivo. Com grandes investimentos e avanços na tecnologia de carros autônomos, conectados e elétricos, assim como o projeto Cidade do Futuro, que conecta todos os sistemas de transporte em uma rede mais eficiente, a Ford trabalha para ajudar as cidades a superar seus desafios de mobilidade com o poder da tecnologia.

    “Já criamos tecnologias inovadoras antes, o que nos dá a confiança de saber que podemos fazer isso de novo para melhorar a vida de todos aqui mesmo na Terra”, completa Ted Ryan.

  • Bebê morsa nasce no SeaWorld Orlando

    A equipe de veterinários e cuidadores de animais do SeaWorld Orlando está muito feliz com o nascimento de um bebê morsa. O filhote, que nasceu com 68 quilos, é o segundo da mamãe Kaboodle e também o segundo nascido no SeaWorld Orlando. Mamãe e bebê estão juntos e passam bem.

    Desde o nascimento, a equipe de veterinários do parque está monitorando a Kaboodle e o filhote 24 horas por dia. Devido a esse importante processo de observação, foi possível identificar que ela não estava lactando e o bebê não recebia a alimentação necessária nesses primeiros dias de vida. Eles então tomaram a decisão de intervir na alimentação e agora oferecem oito mamadeiras por dia ao filhote, para garantir seu desenvolvimento.

    “Estou extremamente orgulhoso em ver a nossa equipe em ação, enquanto cuidam de Kaboodle e seu filhote,” afirma Gus Antorcha, CEO do SeaWorld Parks. “Nossos especialistas ofereceram os melhores procedimentos de pré-natal para Kaboodle, e agora, está monitorando de perto tanto mamãe quanto seu filhote”.

    O programa de morsas do SeaWorld tem a importante missão de educar e inspirar o público sobre esses animais que estão ameaçados e como podemos ajudá-los. Nos mais de 55 anos de história do SeaWorld em cuidados com animais, apenas quatro morsas nasceram nos parques. Após esse nascimento, atualmente existem apenas 18 morsas que vivem em zoológicos nos Estados Unidos. Elas dão aos visitantes a chance de vê-las de perto e ainda aprender como as ações humanas estão impactando sua sobrevivência na natureza. Além disso, os cientistas conseguem realizar pesquisas para entender melhor a biologia das morsas, o que seria impossível de descobrir em ambiente selvagem.

    As morsas enfrentam muitas ameaças na natureza, como derretimento do gelo devido a temperaturas elevadas e diminuição de comida disponível. O Fundo de Conservação do SeaWorld & Busch Gardens investe em pesquisas com o objetivo de ajudar as morsas na natureza. O número de indivíduos selvagens alcançou o recorde mínimo nos anos 60 e teve uma pequena recuperação nos anos 80 após vários esforços em preservação. Infelizmente, a população selvagem está novamente em declínio, principalmente devido a mudanças em seu habitat. As morsas dependem do gelo estável para sua sobrevivência, para caçar e para oferecer um lugar seguro para os mais jovens.

    Com a permissão do U.S. Fish and Wildlife Service, o SeaWorld Orlando já ajudou a criar dez filhotes órfãos de morsa nos últimos 50 anos, incluindo o papai do recém-nascido, Garfield.

    A Dra. Stacy DiRocco, veterinária sênior no SeaWorld Orlando, celebra: “A nossa equipe está muito feliz com o nascimento desse filhote, que é o segundo na história do SeaWorld Orlando. Ele e sua mamãe estão sob observação 24 horas por dia. Poder compartilhar essa história com os nossos visitantes é extremamente gratificante. As morsas precisam da nossa ajuda e os embaixadores da sua espécie como Kaboodle, seu filhote e toda a nossa população do Wild Artic nos ajudam a transmitir uma importante mensagem.”

    Kaboodle e seu bebê continuarão nos bastidores do parque durante essas primeiras semanas, já que o filhote ainda está ganhando peso e aprendendo a nadar. Os visitantes do parque podem ver o restante da família de morsas no habitat Wild Artic, além de belugas.

    Curiosidades sobre as morsas:

    • Seu período de gestação é de 15 a 16 meses;
    • Kaboodle ganhou aproximadamente 136 quilos durante a gravidez;
    • Os recém-nascidos podem pesar de 44 a 74 quilos e medir de 121 a 182 centímetros;
    • O leite das morsas é composto por gordura, proteína e água, que são ricos nutrientes para um filhote em período de amamentação;
    • Com um mês, os filhotes já são excelentes nadadores;
    • Os filhotes nascem com bigodes, que os ajudam a detectar crustáceos que fazem parte da sua dieta;
    • Tanto machos quanto fêmeas possuem grandes presas que são utilizados para defesa e também para quebrarem o gelo e conseguirem sair da água.
  • Dia do amigo: adote um de quatro patas

    O Dia Mundial do Amigo é celebrado em 20 de julho no mundo inteiro para lembrar à todos da importância de ter amigos para compartilhar os bons momentos e, claro, para fazer companhia nas horas mais difíceis da vida. Além dos humanos, os pets desempenham muito bem esse papel, afinal eles são leais, carinhosos e enchem o dia a dia dos tutores de graça e alegria.

    O veterinário e fundador da rede Animal Place, Jorge Morais, explica que adotar um pet é ganhar amor em sua forma mais pura e verdadeira,  no entanto, adotar na empolgação do momento, sem pensar nas consequências não é correto, afinal os animais domésticos dependem de seus tutores para viver bem e com saúde.“A adoção é sempre um ótimo caminho quando se pensa em um pet, mas também é preciso lembrar a importância da consciência da posse responsável”, ressalta Morais.

    Abaixo o profissional lista algumas informações importantes para quem pensa em adotar um amigo de quatro patas.

    1. O tempo médio de vida de um animal é de aproximadamente 12 anos, portanto, é preciso lembrar e estar atento a isso na hora da adoção, pois será uma responsabilidade a longo prazo.
    2. O animal de estimação, seja cão ou gato, deve ser mantido dentro de casa, evitando, assim, que sofra acidentes ou maus-tratos nas ruas.
    3. Alimente-o com ração apropriada para sua espécie e mantenha sempre disponível água limpa e fresca.
    4. A visita ao veterinário deve ser feita regularmente (pelo menos uma vez por ano) para aplicação de vacinas, vermifugação e check-up. Afinal, eles também envelhecem e precisam de cuidados especiais.
    5. Atenção e carinho são essenciais para o novo membro da família.
    6. Identifique o animal com microchip ou placa identificadora.Em algumas cidades o registro do animal é feito de forma gratuita na prefeitura. Verifique!
    7. Castre-o logo após a adoção e depois do primeiro cio. A castração evita gravidez indesejada, brigas por territórios e doenças, inclusive o câncer. Pesquisas indicam que pets castrados vivem mais.
  • CRMV-SP orienta como viajar com seu pet de carro ou avião

    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há mais de 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos no Brasil. E 61% dos tutores desses animais os consideram como membros da família – o que explica o fato de ser cada vez mais comum o planejamento de viagens com os pets, para que eles participem das férias da família.

    Para que esta experiência seja tranquila, tanto para os animais quanto para os tutores, os médicos-veterinários do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) dão algumas orientações e esclarecem dúvidas frequentes neste período.

    Pré-requisito: saúde em dia

    “Antes de viajar com seu cão ou gato, uma visita ao médico-veterinário é muito importante para garantir que ele está em boas condições de saúde. Isso inclui observar se as vacinas e a vermifugação estão em dia, se ele está com alguma medida preventiva atualizada para evitar pulgas ou carrapatos e se não apresentou mudanças de comportamento recentemente. Outra função importante do profissional é avaliar o destino da viagem, para receitar medidas protetivas de acordo. Por exemplo, se vai à praia, tem que se proteger contra a dirofilariose, a doença o verme do coração. Se vai a uma região endêmica, ver se precisa de proteção contra leishmaniose, entre outras”, explica Carolina Filippos, que faz parte da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP.

    Limitações físicas, doenças, idade avançada e sobrepeso são alguns dos fatores que podem exigir repensar a ideia de viajar com o pet. Outra questão aconselhada pela especialista é uma reflexão prévia sobre a região da viagem, o trajeto necessário e o perfil do animal. “Meu cachorro ou gato se adapta facilmente a um ambiente novo? Ele está acostumado a passear com a família ou fica incomodado sempre que há uma alteração na rotina? Vamos para um lugar em que o animal passará muito calor? Ele poderá ser incluído nos planos de passeio das férias? Todas essas perguntas são relevantes para pensarmos se o bem-estar do pet será assegurado durante a viagem propriamente dita e nos dias fora de casa.”

    Após uma avaliação cuidadosa e se estiver tudo bem, o médico-veterinário poderá emitir um Atestado de Saúde do Animal, que deve ser levado na viagem, junto com a carteira de vacinação do pet. “Ter em mãos um atestado de saúde emitido por um médico-veterinário é uma garantia a mais em casos de fiscalizações durante a viagem”, destaca Anne Pierre Helzel, assessora técnica médica-veterinária do CRMV-SP.

    Mais um aspecto importante a levar em conta e que precisará da orientação do médico-veterinário, é se o pet toma alguma medicação controlada ou de uso contínuo. Nas situações em que o tratamento é mantido, a receita atualizada também deverá acompanhar a família. 

    Segurança sobre quatro rodas

    Para transporte de animais em carro, o Código de Trânsito Brasileiro prevê alguns cuidados. Animais no colo, no banco do carona ou com a cabeça fora da janela podem resultar em situações de risco, tanto para os pets quanto para os demais ocupantes do veículo, bem como multa.

    Entre as opções permitidas, estão as caixas de transporte, que têm que ser adequadas ao tamanho do animal, acopladas ao cinto de segurança, com ventilação em todos os lados e porta e travas de ferro. Para cães maiores ou que não ficam em caixas, também existem cintos de segurança que podem ser ligados às guias. “Antes de sair para muitas horas de viagem, vale fazer um teste, para ver se o animal se adapta a esses acessórios. E se não sente enjoo em trajetos de carro”, lembra Carolina Filippos.

    As pausas durante a viagem também são essenciais, a cada duas ou três horas ou quando o comportamento do pet indicar que é preciso. “Além de permitir que o animal ande um pouco e desestresse, as paradas são importantes para que o pet possa tomar água, se refrescar e fazer suas necessidades”, orienta a integrante da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais.

    Deve-se observar, ainda, a temperatura do veículo durante a viagem. A dica é escolher os horários mais frescos do dia, para evitar o desconforto térmico do animal.

    Segurança nas alturas

    Se a viagem for de avião, o primeiro preparativo é verificar as regras da companhia aérea, pois as diretrizes podem variar de uma empresa para outra e conforme o destino final. Uma das exigências é o Atestado de Saúde do Animal, assinado por um profissional registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária.

    Para o transporte internacional de animais, também serão solicitados outros dois documentos: o Certificado Veterinário Internacional (CVI), que deverá ser emitido para cada viagem que o animal for realizar, ou o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos, que poderá ser reutilizado em várias viagens. Ambos são emitidos de graça pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Vale salientar que, para a concessão do passaporte, é obrigatória a identificação eletrônica do animal, por meio de um microchip.

    As documentações possuem a finalidade de atestar as condições de saúde do animal e o cumprimento das condições sanitárias exigidas para o trajeto até o país de destino.

    “A reflexão sobre a necessidade da viagem é ainda mais importante no caso do avião, pois o animal precisaria ficar mais tempo na caixa de transporte, no compartimento destinado aos animais, ou mesmo na cabine junto com os tutores, enfrentando diferença de pressão e barulho”, alerta Carolina Filippos.

    Já quando se fala em viagens de navio, animais como passageiros são mais raros, afinal a maior parte das companhias não permite – a não ser nos casos de cães-guia.

    Outras dicas

    Independentemente do pet ser treinado e manter a calma durante viagens, uma precaução a ser tomada antes de sair de casa é providenciar uma identificação para a coleira do pet, inserindo nome, endereço e contato dos tutores.

    Por fim, na visita ao médico-veterinário, este profissional também poderá auxiliar o tutor na montagem de um kit de primeiros socorros personalizado, de acordo com as características de cada pet. “Os medicamentos imprescindíveis vão depender do animal. De modo geral, podemos indicar analgésicos, antieméticos (contra enjoos), anti-histamínicos (para reações alérgicas), pomada cicatrizante e colírio lubrificante, sempre com exame prévio de um médico-veterinário para atestar que o pet está em condições de receber tais medicações”, explica Carolina.

    Além de medicamentos, a médica-veterinária indica a inclusão de insumos para pequenos curativos, como soro fisiológico para lavagem de feridas, solução antisséptica, esparadrapo microporado, gazes e bandagem. Tudo isso contribuirá para uma viagem mais tranquila, com momentos de lazer para todos.

  • The Museum of Ice Cream – Tudo o que você precisa saber sobre o museu em São Francisco


    O Museu do sorvete chegou para ficar! Depois de algumas temporadas em Nova York, Miami e Los Angeles, The Museum of Ice Cream é uma instalação fixa da cidade de São Francisco desde 2017 – única a receber esse feito. Mas se você pensa que por ser um museu, é fácil entrar e comprar ingressos, você está muito enganado. Os tickets para esse doce passeio continuam muito concorridos e não são vendidos na porta, então, a melhor dica é garantir no site.

    Pensando nesse agradável e único passeio, San Francisco Travel preparou uma lista de tudo que você precisa saber para se aventurar nesse doce museu:

    A história do Museum of Ice Cream

    O MOIC foi fundado por Mary Ellis Bunn e Manish Vora, que chegaram à conclusão de que Nova York já não tinha mais coisas novas para fazer. Para eles, nada teria tanto potencial para conectar os millennials a um projeto de arte como experiência do que um evento cuja temática fosse o sorvete. O primeiro Museum of Ice Cream inaugurou em 2016, em um espaço de 465 m² no Meatpacking District, em Manhattan. Os ingressos esgotaram em três dias. Sentindo o cheirinho do sucesso, a dupla dinâmica mirou outras cidades, como Miami, Los Angeles e agora São Francisco.

    O que esperar do Museum of Ice Cream de São Francisco

    A piscina de granulados é a atração mais procurada e fotografada, mas o museu também oferece muitas outras salas e delícias. As atividades do espaço foram artisticamente criadas para mostrar as guloseimas favoritas de todos em uma escala inimaginável e de um jeito totalmente imersivo.

    As versões temporárias do MOIC tinham paletas de picolé, uma homenagem à jujuba nas cores do arco-íris e uma galeria de bananas suspensas. As instalações de lá são sazonais, então, sempre há um motivo para conferir algo novo (e doce!).

    Confira o Cafe1905C, localizado na entrada e aberto ao público nos horários de funcionamento do museu. Homenageando o famoso tom de rosa da escala Pantone do MOIC, o Cafe1905C serve delícias como sorvetes com sabores da casa, guloseimas e bebidas com sabores inspirados nas obras. Em épocas temáticas, o museu entra no clima e prepara novas atrações, como grandes árvores natalinas, por exemplo. Vale visitá-lo nessas épocas!

    Como chegar ao Museum of Ice Cream de São Francisco

    Localizado a alguns quarteirões da Union Square e bem próximo à Market St., é fácil chegar aoMuseum of Ice Cream de São Francisco a pé partindo de qualquer ponto do centro da cidade, especialmente pela proximidade com as estações Powell St. e Montgomery e do BART. As vagas para estacionar na rua são escassas na região, mas há vários estacionamentos rotativos a alguns quarteirões do museu.

    Se você pretende fazer outros programas no mesmo dia, sugerimos um roteiro com outros pontos turísticos:

    • Union Square – Fazer compras é um esporte que se leva a sério na região da Union Square, que oferece lojas de departamentos, botiques de luxo e lojas de souvenir para turistas. A praça em si é um oásis urbano e serve de palco para eventos que vão desde shows a filmes. Além disso, é um lugar privilegiado para observar a movimentação da cidade em qualquer dia da semana. A praça também concentra os teatros da cidade, com pérolas como o American Conservatory Theater (ACT) e o The Curran.
    • Chinatown – Saindo do Museum of Ice Cream, a apenas quatro quarteirões subindo a Grant Ave., está o Dragon’s Gate, o pórtico da lendária Chinatown de São Francisco. De chás a lojas com itens de jade e ervas medicinais, Chinatown é uma aventura sem fim que deve ser vivenciada por todos que visitam a cidade.
    • SoMa – A maior concentração de obras de arte a céu aberto e museus da Costa Oeste aguarda os visitantes bem do outro lado da Market St. Do internacional San Francisco Museum of Modern Art (SFMOMA) aos pequenos e riquíssimos Museum of the African Diaspora (MoAD) e Contemporary Jewish Museum, essa região é a Meca dos museus como nenhum outro lugar do mundo. Não deixe de dar uma passada no Yerba BuenaGardens, o espaço verde mais vivo e relaxante do centro de São Francisco e palco de shows e apresentações gratuitas no verão.
    • Para saber mais sobre São Francisco, siga www.facebook.com/onlyinSF, www.instagram.com/onlyinsf e https://twitter.com/onlyinsf.  Por favor, use as hashtags #AlwaysSF e #sftravel.
  • Novas formas de tratamento aquecem mercado de diabetes

     O número de brasileiros diagnosticados com diabetes aumentou 61,8% nos últimos dez anos, passando de 5,5% da população em 2006 para 8,9% em 2016¹. A versão mais prevalente da doença, o diabetes do tipo 2 é uma epidemia mundial e se caracteriza por ser um sério problema de saúde pública². São mais de 422 milhões de pessoas no mundo com a doença, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde)², só no Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, são mais de 13 milhões de diabéticos³. 

    Com sintomas nem sempre evidentes, pesquisas apontam que mais da metade dos pacientes com diabetes nem sabem que sofrem com doença4. E, pior, muitas pessoas ainda associam à patologia exclusivamente à perda de visão e à amputação dos membros inferiores³. O que pouca gente sabe, alerta o Dr. Freddy Eliaschewitz, endocrinologista diretor do Centro de Pesquisa Clínicas CPClin, é que o diabetes está diretamente relacionado a outras graves consequências, como as complicações cardiovasculares e renais³. Para ter uma ideia, o paciente diagnosticado com a patologia tem de duas a quatro vezes mais chances de morrer vítima de um infarto ou de um AVC (Acidente Vascular Cerebral) ou de morte súbita devido à insuficiência cardíaca4 .  

    Por isso, lembra o Dr. Eliaschewitz, é importante informar a população sobre a doença, ainda mais porque ela está diretamente relacionada a hábitos inadequados de vida, como dieta desequilibrada que leva à obesidade e o sedentarismo, que ainda implicam na hipertensão arterial, na hipercolesterolemia, entre outros fatores de risco. 

    Mas como tratar a doença? Além da inclusão de hábitos e atividades mais saudáveis de vida, em muitos casos, o paciente tem de recorrer à medicação. Para auxiliar no controle dos níveis de açúcar na corrente sanguínea, a ciência tem evoluído e testado formas diversas de tratamento.  

    Algumas destas drogas visam diminuir a quantidade de glicose liberada pelo fígado, fazendo com que haja menor quantidade da substância presente no organismo; outras vão bloquear a atuação de uma enzima que causa a liberação da insulina, o que ajuda a metabolizar a glicose5. 

    Há ainda os inibidores de SGLT2, uma proteína que transporta sódio e glicose, que focam em inibir a reabsorção da glicose pelos rins reduzindo seus níveis no sangue. Este tipo de tratamento, como também reduz os níveis de sódio, ajudam a diminuir a pressão arterial, uma das complicações do diabetes. São, portanto, opções que não só reduzem os níveis de glicose no sangue, como têm efeitos protetores cardiovasculares e renais6.  

    Também há a aplicação direta de insulina, que vem sendo testada em mais de uma forma de administração. Este tratamento é mais indicado para os pacientes do tipo 1 da doença, que não produzem qualquer quantidade do hormônio, e para aqueles do segundo tipo que não conseguem controlar somente com medicação oral5. 

    Por terem diferentes tipos de atuação, as formas de tratamento podem ser associadas. Contudo, a prescrição é pensada individualmente pelo profissional médico responsável, que avalia a presença de comorbidades e o perfil de adesão do paciente.7 

    Referências: 

    1.       Ministério da Saúde. Disponível em: http://www.brasil.gov.br/noticias/saude/2017/11/numero-de-brasileiros-com-diabetes-cresceu-61-8-em-10-anos. Acesso em junho de 2019 

    2.       World Health Organization. Disponível em: www.who.int. Acesso em junho de 2019. 

    3.       Sociedade Brasileira de Diabetes. Disponível em: https://www.diabetes.org.br/profissionais/images/2018/poster-atlas-idf-2017.pdf. Acesso em maio de 2019. 

    4.       Pan America Health Organization. Disponível em: https://www.paho.org/hq/index.php?option=com_content&view=article&id=9157:2013-half-people-who-have-diabetes-dont-know-it&Itemid=1926&lang=en. Acesso em junho de 2019.  

    5.       Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Disponível em: https://www.ufrgs.br/lidia-diabetes/wp-content/uploads/2017/08/med.jpg. Acesso em junho de 2019 

    6.     Consenso Brasileiro Sobre Diabetes. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/consenso_bras_diabetes.pdf acesso em 28/06/2019  

    7.     Universidade Federal da Bahia. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302000000600011 acesso em 28/06/2019 

  • Oito dúvidas sobre métodos anticoncepcionais

    Especialista da Criogênesis esclarece os principais questionamentos das mulheres

    Segundo o relatório publicado pelo Departamento da ONU para Assuntos Econômicos e Sociais, Tendências do Uso de Métodos Anticoncepcionais no Mundo, 64% das mulheres em um relacionamento estável usam métodos anticoncepcionais. No Brasil, o público feminino que usou algum tipo de método contraceptivo chegou a 79% em 2015, contra cerca de 51% em 1970. “O uso de anticoncepcionais auxilia na prevenção de uma possível gravidez indesejada, ajuda a manter o ciclo menstrual regulado e proporciona alguns benefícios à saúde da mulher, por isso esse aumento durante os anos”, revela Renato de Oliveira, ginecologista e infertileuta da Criogênesis.

    Apesar de ser um assunto muito discutido, algumas questões ainda precisam ser esclarecidas. Abaixo, o especialista separou as principais dúvidas dos métodos contraceptivos.

    1. Existe um método contraceptivo mais efetivo?

    Se pensarmos em relação a evitar gravidez e prevenir doenças sexualmente transmissíveis, o preservativo é uma boa opção. Se considerarmos apenas o fato de evitar gravidez, o anticoncepcional oral, combinado ou não, é uma excelente opção também para controle do ciclo e melhora da oleosidade da pele e acne. Os injetáveis propiciam a praticidade de aplicações mensais ou trimestrais; porém, a aversão às picadas pode ser um fator que diminua a adesão destas pacientes. Anel vaginal é um método efetivo, mas com resistência de muitas pacientes pela forma de uso. O adesivo também possui boa efetividade, no entanto, pode ocorrer uma perda desta se a mulher for obesa. Os dispositivos intrauterinos são rejeitados em uma pequena parcela das mulheres. Assim, antes de escolher o método, é necessário entender o propósito, a forma de uso do contraceptivo, além da adequação da paciente.

    1. Qual a importância da utilização de métodos contraceptivos?

    Além de prevenir a gravidez, o uso desses métodos ajuda a controlar o ciclo menstrual, além de aliviar a TPM e reduzir as cólicas e fluxo menstrual.

    1. O anticoncepcional pode falhar?

    Sim. Não existe nenhum método 100% e as chances de falhar aumentam se a mulher tiver náuseas e vômitos, diarreia, tomar bebida alcoólica, esquecer ou tomar fora do horário.

    1. Usar um contraceptivo por muito tempo pode levar à infertilidade?

    É muito importante frisar que os métodos hormonais não causam infertilidade. “A interrupção do método e o retorno dos ciclos menstruais sugere o retorno à fertilidade. O que causa infertilidade não é o fato de usar um anticoncepcional por 10 ou 15 anos por exemplo, mas ter 10 ou 15 anos a mais e a idade impacta na taxa de gravidez”, explica Dr. Oliveira.

    1. Remédios podem contar o efeito do anticoncepcional?

    Sim, podem. Dentre todos, deve-se destacar alguns antibióticos e antidepressivos. Portanto, informe sempre ao seu médico sobre o uso de remédios em paralelo.

    1. Posso engordar utilizando os métodos contraceptivos?

    Os métodos estão cada vez mais modernos e utilizam baixas doses de hormônios, causando o mínimo possível de transtorno em relação ao peso e, desde que não existam contraindicações, costumam ser bem tolerados. O que engorda é a alimentação, o sedentarismo e o passar do tempo com as modificações naturais do metabolismo. 

    1. É possível engravidar nos 7 dias de intervalo entre uma cartela e outra?

    Não. Desde que a mulher tenha feito o uso correto, não existe nenhum momento fértil para que possa surgir uma gravidez.

    1. Tem algum problema usar o medicamento para ficar sem menstruar? 

    A interrupção da menstruação com métodos anticoncepcionais, desde que não haja contraindicações, é considerada segura e deveria ser oferecida como uma opção para a mulher moderna. “No entanto, a escolha do método depende de critérios de elegibilidade definidos pela Organização Mundial de Saúde a fim de avaliar o risco para cada paciente. Assim, antes de iniciar qualquer método, procure seu ginecologista”, finaliza Dr. Renato. 

  • A importância do check-up cardiológico

    O Dr. Reginaldo Passero Junior, cardiologista do Consulta Aqui, fala sobre a importância do check-up cardiológico para a prevenção e acompanhamento de doenças cardíacas.

    O check-up cardiológico, ou cardiovascular, consiste em um grupo de exames que ajudam o médico a avaliar o risco de ter ou desenvolver problemas cardíacos e circulatórios, como insuficiência, arritmia, infarto e outros. É também uma importante ferramenta no acompanhamento de pacientes já diagnosticados com essas doenças.

    Os principais exames são:  Eletrocardiograma, Teste Ergométrico, Holter 24h, Mapa 24h, Ecocardiograma, Tilt Test e devem ser realizados, regularmente, em diversos tipos de pacientes. “Indivíduos que apresentem histórico familiar de doença cardiovascular ou aterosclerótica, como infarto do miocárdio ou acidente vascular encefálico (derrame), devem ter o cuidado redobrado e fazer um check-up cardiológico pelo menos uma vez ao ano”, explica o Dr. Reginaldo Passero Junior, cardiologista do centro médico Consulta Aqui.

    Para os demais, a indicação correta de qual exame realizar e a frequência adequada variam conforme cada caso, cabendo ao médico cardiologista, que acompanha o paciente, estabelecer a rotina e devida prescrição. Pessoas que exercem atividade laboral (trabalho) que ofereçam riscos a outros, como pilotos de avião e motorista de ônibus, também devem se submeter a esses exames com regularidade.

    “Existem também os exames coletados por via venosa, que podem levar o médico a suspeitar ou até mesmo a confirmar uma lesão do músculo cardíaco”, esclarece o Dr. Reginaldo. Dentre eles, destacam-se: CPK, CK-MB e as Troponinas.  Já entre os exames físicos, a esteira ergométrica possui diversas finalidades, sendo a principal, a detecção precoce de isquemia miocárdica, ou seja, a presença de um suprimento inadequado de sangue nos músculos cardíacos. Além disso, pode ser usada para detecção de arritmias, avaliação de capacidade física, avaliação do comportamento da pressão arterial frente ao estresse físico, na programação de treinos para atletas e para aqueles que desejam iniciar uma atividade física.

    Outra grande aliada na prevenção e tratamento das doenças cardíacas, é a Ecocardiografia Transtorácica, que se realiza com o paciente deitado na maca e com o tórax exposto, onde o médico, através de um transdutor e um gel aplicado na pele, realiza a análise morfológica, anatômica e funcional do coração, detectando e determinando alterações na anatomia, contração muscular, condições das válvulas cardíacas, pericárdio, tamanho das câmaras, entre outros.

    “Pessoas que sofrem desmaios, desconforto e dores no peito ao praticar atividade física ou em repouso, que sentem palpitações, que queiram iniciar atividade física e sair do sedentarismo, além dos atletas profissionais, devem sempre contar com o acompanhamento do cardiologista, pois, vale lembrar que e a avaliação rotineira é fundamental para prevenção de doenças cardiovasculares”, finaliza o Dr. Passero.

    Consulta Aqui:

    Centro médico oferece exames e consultas a preços acessíveis.

    Em um único lugar, o Consulta Aqui oferece mais de 20 especialidades médicas e diversos exames com agilidade e corpo clínico altamente especializado.

    Com o slogan “Sua saúde no lugar certo”, o Consulta Aqui, localizado na Lapa, zona oeste da capital paulista, vem conquistando a cada dia mais clientes que encontram ali uma forma de realizar suas consultas e exames a preços competitivos em relação aos cobrados em clínicas e laboratórios da região.

    Entre as especialidades médicas, o centro conta com Cardiologia, Bucomaxilo, Cirurgia Torácica, Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica, Clínico Geral, Dermatologia, Endocrinologia, Fisioterapia, Gastroenterologia, Ginecologia, Neurologia, Oncologia, Hematologia, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Pediatria, Pneumologia, Proctologia, Urologia e Cirurgia Vascular.

    Contando com um corpo clínico especializado, o Consulta Aqui oferece ainda sessões de fisioterapia – motora, respiratória, neurológica, ortopédica, reumatológica e urológica – além de Reeducação Postural Global (RPG) e drenagem linfática pré e pós-operatória.

    Disponibiliza também exames laboratoriais, passando por check-ups (clínico, cardiológico, ginecológico, urológico e pré-operatório), escleroterapia, lavagem de ouvido, até procedimentos estéticos não invasivos, realizados por cirurgiões plásticos e dermatologistas.

    Entre os muitos benefícios concedidos aos seus clientes, o Consulta Aqui lançou seu cartão fidelidade. Com ele, além de desconto de 10% a partir da quinta consulta, ao atingir dez carimbos o cliente ganha uma consulta com o especialista de sua preferência.

    Serviço:

    Endereço:

    Rua Barão de Jundiaí, 485 – Lapa – São Paulo – SP

    Central de atendimento:  (11) 3838 4669

    Site:  http://www.consultaaqui.com.br/

  • Dicas para seu cão que esta velhinho

    É necessário fazer algumas alterações no hábito e na rotina do animal e ficar atento às mudanças de comportamento

    A velhice chega para todos os seres vivos. Apesar de a gente desejar que nosso melhor amigo seja sempre ativo e cheio de energia, em algum momento, a idade vai fazer com que seu comportamento mude.

    Mas isso não é motivo para não proporcionar conforto e carinho para quem passou a vida toda nos dando muito a amor e gestos de companheirismo e fidelidade. Saiba quais são os cuidados necessários para que o seu pet se torne um velhinho saudável.

    Alimentação especial

    Fornecer alimentos de qualidade e ricos em vitaminas e nutrientes deve ser uma preocupação que devemos ter com nosso pet desde o seu nascimento. Quando ele está idoso, o cuidado deve ser redobrado.

    Quando ele atingir a idade entre 7 e 9 anos, é preciso nutri-lo de acordo com suas novas necessidades . O intervalo entre uma refeição e outra deve ser diminuído para que ele não passe muitas horas sem comer e desenvolva quadros de hipoglicemia.

    No entanto, a quantidade de alimento deve ser reduzida. Depois de certa idade, o metabolismo de cães e gatos passa a precisar de um número menor de calorias. A necessidade energética diminui, aproximadamente, 20% em comparação aos pets mais novos.

    Não deixe de consultar o veterinário para que ele indique a ração mais apropriada para seu amigo e oriente acerca das porções e dos horários das refeições. 

    Visitas regulares ao veterinário

    Seu amigo deverá ser consultado em intervalos menores. A saúde dos pets idosos tende a ficar cada vez mais fragilizada, o que implica na baixa imunidade, menor capacidade para resistir às infecções e aumento de chances de desenvolver doenças, como catarata, diabetes, cardiopatias, problemas ósseos e problemas nos dentes. 

    Por isso, ele deve ser monitorado com maior frequência para que seja possível fazer o diagnóstico precoce de possíveis enfermidades, o que auxilia no rápido início do tratamento e proporciona maior qualidade de vida ao pet.

    É muito comum que animais idosos desenvolvam problemas renais e hepáticos. Diante disso, é necessário fazer exames laboratoriais e de imagem para acompanhar o funcionamento desses órgãos. 

    Calendário de vacina e vermifugação sempre em dia

    Independente da idade, todos os animais tendem a contrair doenças causadas por vírus, bactérias e protozoários. Portanto, é de extrema importância manter o calendário de vacinas atualizado.

    O médico veterinário orientará se houver necessidade de inserir novas vacinas, de forma a manter seu amigo protegido e ajudar as células de defesa do organismo. 

    Medicamentos para bloquear o surgimento de vermes também devem ser administrados normalmente. O mesmo serve para antipulgas e anticarrapatos. 

    De olho no peso

    A tendência é que os pets idosos desenvolvam sobrepeso por conta do metabolismo, que fica mais lento. A obesidade pode gerar diabetes, problemas na coluna, nos joelhos e enfermidades no coração.

    Para evitar quadros como esses, mantenha seu amigo ativo, mas sempre lembrando que ele possui suas limitações físicas e que é preciso respeitá-las. Caminhe com ele por alguns minutos e promova brincadeiras que não demandem esforço físico intenso. 

    Com essa rotina, além de garantir que ele esteja saudável fisicamente, você proporcionará estados de alegria e felicidade. Isso é fundamental para evitar quadros relacionados à depressão, doença que pode atingir pets idosos. 

    Adaptando o ambiente

    A artrite é uma doença muito comum em animais idosos, principalmente naqueles de grande porte.  Ela acaba limitando a mobilidade porque causa uma ligeira rigidez nas articulações ou, dependendo do quadro, pode promover total debilidade. 

    Para não forçar as articulações do seu amigo, evite que ele circule por locais onde haja escadas. Caso ele suba na cama ou no sofá, adapte um apoio para que ele suba sem muito esforço.

    Evite deixar a caminha do seu pet em espaços onde há muita umidade ou corrente de ar frio. Sol em excesso também não é bom.  A capacidade pulmonar de pets idosos diminui consideravelmente, o que pode gerar doenças respiratórias, como pneumonia.

    O ideal é que ele tenha à sua disposição um cantinho arejado, confortável e de fácil acesso sempre que ele quiser tirar um cochilo. 

    Mudanças no comportamento

    Ficar mais quietinho e dormir por mais tempo é um sinal de que seu amigo está na terceira idade. Além desse comportamento, ele pode fazer xixi em locais diferentes daquele que foi ensinado que era o correto.

    Não brigue com ele. Assim como acontece com os humanos, a bexiga deixa de funcionar corretamente. Se ele fizer xixi no lugar errado, é porque não conseguiu segurar a urina por muito tempo. 

    Se isso acontecer, nada de castigá-lo. O ideal é limpar o local sempre que ele não estiver vendo para que ele não assimile que fazer xixi é proibido. Isso pode gerar outros problemas do trato urinário.  

    Você também irá sentir que, devido a todas as dificuldades que são próprias da velhice, ele ficará mais dependente de você em todos os sentidos: para comer, brincar, dormir entre outros.

    Por isso, não hesite em fazer o máximo de companhia e que você está sempre por perto, para apoiá-lo, dar muito amor e fazer com que ele se sinta membro de uma família em que ele pode sentir conforto e segurança. 

    Quanto mais você ficar atento aos sinais que ele dá, mais fácil será identificar se há a necessidade de procurar por um veterinário 24h e garantir que ele receba sempre os cuidados necessários e adequados para a situação.

    Fonte: VetQuality

  • Como secar os cabelos corretamente?

    Tricologistas e a técnica cabeleireira da Marco Boni dão dicas sobre os cuidados na hora de secar e escovar os fios.

    Cabelos molhados e inverno não combinam. Na estação mais fria do ano, muita gente não abre mão do bom e velho secador para manter os fios no lugar. Há quem prefira utilizar logo após a lavagem para modelar ou apenas para finalizar a produção. Porém, o ar quente somado à falta de alguns cuidados pode prejudicar os fios e trazer danos à fibra capilar e à saúde do couro cabeludo.

    Para ter cabelos bonitos e saudáveis com o uso da escova, é importante tomar alguns cuidados. As orientações a seguir são dos médicos tricologistas (especialistas em saúde capilar) João Gabriel Nunes, membro da Sociedade Brasileira do Cabelo, Carlos Henrique Camilo, especialista em transplante capilar pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, e da técnica cabeleireira Renata Brandão, da Marco Boni. Confira:

    1 – O que fazer antes de secar os fios?

    O primeiro passo, segundo dr. João Gabriel, é escolher o xampu mais adequado para o tipo de fio e se certificar de que o cabelo não esteja encharcado. O excesso de água, além de atrapalhar na secagem, também danifica as fibras por exposição prolongada a altas temperaturas.  

    2 – É importante hidratar os fios antes da secagem?

    Para obter bons resultados e um cabelo brilhoso, a hidratação é indispensável. Conforme Carlos Henrique, é ela que protege os cabelos dos danos que a escova pode causar: o calor resseca os fios e pode torná-los quebradiços. A hidratação vai fazer a proteção dos fios, nutrindo-os e deixando-os mais fortes e brilhantes.

    3 – Quantas vezes na semana se pode utilizar o secador?

    O ideal é secar os fios com o aparelho no máximo duas vezes por semana. É importante que o cabelo esteja sempre preparado para receber o calor do secador. A utilização de um protetor térmico é recomendada.


    4 – Como escolher a escova ideal? Qual escova utilizar para cabelos lisos, ondulados, cacheados ou crespos? Segundo a técnica cabeleireira Renata Brandão, as escovas devem ser escolhidas de acordo com o tipo do fio. Cabelos grossos e de difícil alinhamento devem utilizar escovas de maior tração, isso facilitará a escovação (escovas de tufagem diagonal ou com as pontas arredondadas).

    Mulheres com cabelos médios e finos que não trazem muita dificuldade de alinhamento devem escolher escovas de tufagem reta. Já os cabelos porosos e quebradiços podem contar com a suavidade das escovas de tufagem única que não danificam os fios.

    5 – Para quem seca os cabelos em casa, quais cuidados tomar com a escova?

    A Marco Boni, possui um acessório (8092) limpador de escovas que retira o excesso de fios sem danificar as cerdas.

    6 – E no salão? Quais são os cuidados necessários?

    Segundo o médico João Gabriel, é importante confiar no profissional que fará o procedimento para que não haja exageros. Utilizar pomadas ou cremes oleosos na finalização da escovam podem dar um aspecto “pesado” ao fio.

    Siga as orientações dos especialistas para ter sempre um cabelo bonito e saudável.