Autor: agitosp

  • Achocolatado em caixinha: por que banir a opção da sua rotina

    Prático, o leite achocolatado em caixinha ganha, graças à característica, espaço na rotina alimentar de crianças e adultos. Mas, se a praticidade é um ponto positivo, o produto está longe de ser a opção mais nutritiva, conforme esclarece a nutricionista clínica do Hospital Edmundo Vasconcelos, Karina Fernando Cadete Leite. “O ideal é que não haja o consumo do produto”, diz ela.

    A razão para isso está na composição da bebida, que segundo a especialista, possui alto teor de sódio, conservantes, corantes, estabilizantes e açúcar, o que, no longo prazo, pode acarretar problemas de saúde, principalmente no público infantil.

    “O leite achocolatado em caixinha é considerado um alimento ultra processado e, por isso, não deve fazer parte da alimentação saudável. Na maioria dos casos, o teor de açúcar é superior ao de cacau, o que traz malefícios à saúde como maior tendência a obesidade, diabetes e doenças do sistema circulatório”, reforça Karina.

    De acordo com Organização Mundial da Saúde (OMS), a quantidade diária de consumo de açúcar deve ser de, no máximo, 25 gramas. No entanto, a maioria das opções de achocolatado em caixinha ofertadas no mercado supera a marca. “Isso quer dizer que uma única caixinha do produto contém mais açúcar do que o recomendado como consumo máximo ao longo de um dia inteiro”, explica Karina.

    Os achocolatados em versões enriquecidas com proteínas ou adoçados com stevia não passam impunes à recomendação de não haver consumo rotineiro. Embora mais saudáveis do que as versões tradicionais do produto, ambas as opções são consideradas alimentos com pouco valor nutricional. “Independentemente do diferencial que oferecem, ainda estamos falando de um alimento ultra processado e que, portanto, não deve fazer parte da alimentação cotidiana”, enfatiza a nutricionista.

    “O consumidor precisa ficar atento aos ingredientes contidos no produto, pois, para compensar a ausência ou diminuição de algum componente, é acrescentada ou aumentada a quantidade de outro, de modo a manter suas características principais e o sabor”, conclui.

    Opções mais saudáveis

    Uma alternativa ao produto industrializado é que o consumidor faça seu leite achocolatado caseiro, misturando leite (pasteurizado e não UHT) com cacau em pó, se possível sem acrescentar açúcar. Caso não haja essa possibilidade, o ideal é escolher um açúcar menos processado e refinado, como o mascavo ou demerara. Outra opção é que o consumidor faça uma retirada gradativa do produto de sua alimentação diária, reduzindo o volume consumido e substituindo a bebida por preparações caseiras mais saudáveis, como leite batido com frutas.

  • Receita: Arroz de carne de panela na cerveja

    O arroz é um dos ingredientes mais utilizados na alimentação do brasileiro. Sua versatilidade possibilita a combinação com outros produtos e, consequentemente, saindo do básico do dia a dia. Pensando nisso, a Cozinha Experimental da Camil separou a receita de arroz de carne de panela na cerveja para você fazer e mudar a refeição da sua semana.  

    Confira o passo a passo: 

    Arroz de carne de panela na cerveja

    Rendimento: 6 porções

    Tempo de preparo: 1h

    INGREDIENTES

    CARNE DE PANELA

    • 2 colheres (sopa) de Azeite de oliva
    • 1 unidade grande de Cebola
    • 3 unidades de Dente de Alho
    • 400 gramas de acém ou coxão duro em cubos médios
    • 2 unidades médias de tomate picadas
    • 2 colheres (chá) de Sal
    • pimenta-do-reino a gosto
    • 1 1/2 xícara (chá) de Água

    ARROZ

    • 2 colheres (sopa) de Azeite de oliva
    • 1 unidade de cebola média picada
    • 2 unidades de Dentes de alho
    • 1 1/2 xícara (chá) de Arroz Reserva Especial CAMIL
    • 1 lata de cerveja clara pequena
    • 1 colher (chá) de Sal
    • 1 colher (chá) de Água
    • 1 xícara (chá) de Queijo Muçarela ralado grosso
    • 2 colheres (sopa) de cheiro-verde picado

    MODO DE PREPARO

    CARNE DE PANELA

    1. Em uma panela de pressão, em fogo médio aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho até dourar. 
    2. Junte a carne e refogue rapidamente, adicione o tomate, tempere com sal e pimenta e adicione a água. 
    3. Tampe a panela e cozinhe por 30 minutos contados a partir do início da pressão. 
    4. Espere sair toda a pressão, abra a panela e desfie grosseiramente a carne. Reserve. 

    ARROZ

    1. Em uma panela, aqueça em fogo médio o azeite e refogue a cebola e o alho até dourar.
    2. Junte o arroz e refogue por mais alguns minutos. 
    3. Adicione a cerveja e o sal, tampe parcialmente a panela e cozinhe até começar a secar o líquido. 
    4. Adicione a água, tampe parcialmente a panela e termine o cozimento até que os grãos estejam macios. 
    5. Desligue o fogo, tampe a panela e deixe descansar por 5 minutos. 
    6. Solte delicadamente o arroz com um garfo e junte a carne cozida reservada com o caldo, o queijo e o cheiro-verde, misture bem e sirva em seguida. 

    DICAS

    • Para o preparo da carne de panela é importante utilizar uma carne que seja saborosa e você pode substituir o acém ou o coxão duro por outra de sua preferência. 
    • Se preferir, você pode substituir a cerveja clara por cerveja preta. 
  • Inspire-se na paixão dos alemães pelas flores e dê boas-vindas à primavera

    Primavera à vista aqui no Hemisfério Sul: embora com um clima predominantemente quente e ensolarado quase o ano todo, no Brasil, também é época de colorir cidades de norte a sul com diferentes tipos de flores e plantas, para todos os gostos, solos e climas, diferentemente do hemisfério “de cima”, que fica restrito apenas à primavera para poder desfrutar da beleza das flores. É o caso da Alemanha, cujos habitantes são reconhecidamente pessoas apaixonadas pelas flores e buscam o cultivo dela em cada pedacinho de terra.

    Essa admiração e encanto alemães com as flores também dão ao país alguns títulos grandiosos, como por exemplo, o de ter a maior coleção de rosas do mundo , segundo o Guiness Book. Fundada em 1896, em Sangerhausen, a coleção reúne 80 mil rosas de 8,6 mil de diferentes espécies em uma área se 13 hectares. As rosas florescem entre fim de maio e meados de julho e encontram-se nos canteiros de um parque de jardinagem perfeitamente conservado, no qual a “rainha das flores” desempenha o papel principal. No final de junho, é realizado no local a “Noite das 1 mil luzes”, um festival de fogos de artifício, música, dança e delícias culinárias.

    A Alemanha também abriga a Bundesgartenschau (BUGA), evento bienal de jardinagem que transforma a cidade, inclusive com a criação de atrações que, após o término da mostra, permanecem no local. Centenária, em 2021, a BUGA ocorrerá em Erfurt, local onde ocorreu o primeiro evento, em 1865.

    Nota-se, portanto, que os visitantes apaixonados por flores só precisam se decidir (dura tarefa) pelo destino na Alemanha: seja na região de Munique, ao Sul, ou em Hamburgo, ao Norte; ou ainda em Colônia, Berlim ou Dresden. Basta escolher o roteiro que mais agradar e gute reise .

    Uma ilha inteira de flores

    A paixão dos alemães por flores é algo tão sério que resultou numa ilha todinha repleta delas, a ilha Mainau , também conhecida como ilha das Flores, claro. Com cerca de 45 hectares de jardins e atrações para despender um dia de passeio, Mainau está localizada no lago de Constança (Bodensee), na fronteira com a Suíça e a Áustria, e fica aberta o ano inteiro para visitação, sendo a primavera a estação mais agradável e o momento que os jardins se enchem de tulipas.

    Um dos must see do local é o Italienische Blumen-Wassertreppe, uma escadaria imensa cercada por flores e que lembra uma cascata. Preparado para tirar muitas fotos? Então, esse momento do passeio vai valer cada click. Também vale visitar o borboletário, afinal, esses insetos encantadores estão intimamente ligados às flores, o parquinho e a fazendinha, com inúmeros animais. Ou seja, diversão garantida para diferentes perfis de turistas, com ou sem crianças.

  • Visite de forma virtual o único zoológico de insetos do Brasil

    Cerca de 90% dos museus do mundo fecharam durante a pandemia do novo coronavírus, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O Museu do Instituto Biológico (IB-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, que realiza a mostra permanente Planeta Inseto, também teve que suspender as visitações em seu espaço físico. Porém, crianças e adultos apaixonados por insetos poderão conhecer melhor esses organismos em uma versão virtual do espaço, que é o único zoológico de insetos do Brasil. Para conhecer acesse clicando aqui. 

    A versão virtual do Museu de Pesca conta com uma réplica da estrutura física do espaço, contendo em cada ambiente parte de seu acervo real, que é visitado anualmente por mais de 33 mil pessoas. O projeto faz parte do Venha Visitar Virtualmente (PVV) realizado pela Secretaria, que já disponibilizou visitação virtual do Museu de Pesca, mantido pelo Instituto de Pesca (IP-APTA). 
    Os visitantes poderão ter acesso a informações sobre formigas, abelhas, bicho-da-seda, bicho-pau, baratas e besouros. Além disso, poderão conhecer os insetos de importância médica, saber o que é controle biológico e ver como funciona um laboratório entomológico. 

    “É possível ainda aprender as características que diferenciam um inseto de outros animais, como o corpo dividido em três partes (cabeça, tórax e abdômen), um par de antenas e três pares de pernas. Essa é uma das dúvidas mais comuns dos visitantes da exposição física”, conta Mário Kokubu, educador do Planeta Inseto e responsável pela pesquisa de conteúdo da exposição virtual. No ambiente online, os visitantes podem ainda assistir a vídeos, ver fotos e toda a ambientação das salas físicas do Museu do IB. 

    De acordo com Harumi Hojo, coordenadora do Planeta Inseto e assessora da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), a visitação virtual é importante a curto prazo, devido à pandemia, mas também a longo prazo. “Com esse projeto, pessoas de fora da cidade de São Paulo podem conhecer a exposição e saber mais sobre os insetos, que são muito importantes para o meio ambiente e para a produção agrícola. Sempre tivemos a preocupação de levar o Planeta Inseto para outros locais, por isso, temos o projeto de museu itinerante. Porém, essa virtualização, potencializará ainda mais nossas ações”, afirma. 

    Planeta Inseto

    O Planeta Inseto é o único zoológico de insetos do Brasil. De forma lúdica e interativa, o público recebe informações sobre o quanto os insetos estão presentes no cotidiano e sua importância para o ambiente, a produção de alimentos e a saúde humana. Estima-se que existam mais de um milhão de espécies de insetos conhecidos e que haja mais milhões a serem identificadas. 

    A mostra tem como público-alvo crianças e adolescentes de três a 16 anos, mas recebe visitantes de todas as idades. O público pode conhecer no local, em São Paulo, quatro espécies de abelhas sem ferrão e baratas praticando corrida, lagartas tecendo fios de seda, formigas trabalhando em sistema organizado e o bicho-pau, que se assemelha a gravetos. 
    Sediada no Museu do Instituto Biológico, o Planeta Inseto conta com autorização de manejo e exposição de insetos emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Desde a inauguração, em 2010, o Planeta Inseto já recebeu mais de 400 mil visitantes no museu físico e itinerante. O espaço permanece com visitas presenciais suspensas por conta da pandemia. 

    Venha Visitar Virtualmente

    O projeto Venha Visitar Virtualmente (PVV) foi idealizado por Cibele Silva, bióloga e integrante do Centro de Comunicação e Transferência do Conhecimento do Instituto de Pesca, devido ao impedimento da visitação ao espaço físico neste momento de controle do contágio do novo coronavírus e para dar oportunidade a pessoas de fora da região e até mesmo do Estado de conhecer o acervo do Museu. O Projeto VVV foi planejado e desenvolvido por Bruna da Silva, Gabriela Pereira e Raphaela Horti, estagiárias do Instituto de Pesca. 

    Gabriela Pereira foi a principal responsável pelo desenvolvimento da mídia para virtualização e interatividade entre equipamento e visitante. “Criar o mapa do museu em uma versão virtual, ainda mais interativo, foi um desafio para mim, pois não sou da área de informática. Porém, meus conhecimentos de design gráfico ajudaram na parte visual e, por ser estudante de Ciências Biológicas, meu entusiasmo em poder fazer parte de um projeto que comunica a importância da preservação do meio ambiente foi a grande motivação para aprender o que não sabia e conseguir fazer a entrega”, diz Pereira. 

  • Olhos vermelhos, coçando e inchados? É conjuntivite ou blefarite?

    Inchaço, coceira, vermelhidão e secreção na região dos olhos. Estes são sintomas da conjuntivite, certo? Nem sempre! Apesar dos sintomas em comum pode ser também caso de blefarite. O oftalmologista doutor André Borba, especialista em oculoplástica pela Universidade da Califórnia, explica a diferença.

    “A conjuntivite é uma infecção da membrana ocular, chamada de conjuntivo. Já a blefarite se dá pelo excesso de oleosidade nas pálpebras, que na maioria das vezes, é uma resposta à dermatite seborreica, também conhecida como caspa. Além disso, a baixa umidade do ar e o tempo seco são propícios para este tipo de infecção”, explica.

    A principal distinção é o tempo de duração das duas condições. Enquanto a conjuntivite dura de 15 a 30 dias, a blefarite é crônica, e se torna recorrente na vida da pessoa afetada. “A blefarite pode realmente prejudicar a vida do paciente. A inflamação atrapalha muito o dia a dia porque a pálpebra fica inchada e altera significativamente a visão, isso sem falar no desconforto da coceira”, complementa.

    O tratamento para as duas também é bem diferente. A conjuntivite pode ser sanada ao utilizar soro fisiológico gelado e compressas sobre as pálpebras, assim como limpar os olhos com frequência. Mas o caso da blefarite é mais grave, e muitas vezes envolve o uso de pomadas tópicas ou até mesmo antibióticos e anti-inflamatórios.

    Fora os medicamentos, quem sofre com a blefarite deve lavar os olhos todos os dias, assim como escovamos os dentes. Manter uma dieta rica em vitamina C, A, E, assim como o ômega 3, também é importante. “Como a doença não tem cura, é melhor começar o tratamento o quanto antes, principalmente porque ele requer dedicação por parte do paciente”, alerta o médico.

    Então, como podemos diferenciá-las em um primeiro momento? A resposta final é que infelizmente não conseguimos. Até ter o olho examinado por um especialista com o equipamento adequado, não há como fazer um diagnóstico caseiro. Segundo o doutor Borba, muitas vezes o diagnóstico da blefarite é atrasado pois o paciente acredita estar com conjuntivite e faz o tratamento errado em casa. “Por isso, minha recomendação é, sempre, consultar um oftalmologista em caso de qualquer alteração na região dos olhos”, finaliza o especialista.

  • NASA Kennedy Space Center Visitor Complex oferece experiência de treinamento espacial

    O NASA Kennedy Space Center Visitor Complex ajuda os entusiastas do espaço a realizarem o sonho de se tornarem astronautas – pelo menos por um dia. Localizado próximo a Orlando, na Flórida, o complexo oferece duas experiências de simulações totalmente imersivas: a Astronaut Training Experience® e a Mars Base 1. 

    Durante a Astronaut Training Experience® (ATX) os visitantes têm a oportunidade de experimentar um treinamento de astronautas para uma futura viagem à Marte. A atração possibilita a simulação de lançamento de um foguete, sua acoplagem e seu pouso no planeta vermelho. Tecnologias simulam a microgravidade, ambientes severos e problemas reais de uma missão espacial. 

    No programa, grupos de até 24 pessoas trabalham simultaneamente em várias atividades diferentes e atuam em cenários ambientados na realidade, como o simulador de movimento Land-and-Drive-on-Mars, e a atração de realidade virtual Walk-on-Mars, que reproduzem o terreno do Planeta Vermelho, além do centro de lançamentos espaciais. 

    Já na Mars Base 1®, os turistas vivenciam e trabalham como se estivessem em uma base científica de Marte. Nesta simulação, os participantes devem superar diversos desafios, como administrar a Base de Operações, plantar e colher vegetais em um Laboratório de Botânica, coletar dados, programar um robô para limpar painéis solares e se adaptar aos desafios de viver no ambiente marciano. As atividades podem ser feitas individualmente ou em grupo. 

    Para participar das duas simulações é necessário fazer agendamento prévio e possuir fluência em inglês para compreender as instruções dos orientadores. O ATX® e o Mars Base 1® estão disponíveis para participantes maiores de 10 anos de idade, sendo que os com idade inferior aos 18 anos devem estar acompanhados por um adulto pagante participante. 

    Como parte do compromisso do NASA Kennedy Space Center Visitor Complex de criar um espaço de confiança para visitantes e funcionários, medidas e procedimentos estão em vigor que incluem limitação da capacidade, exigência de máscara facial e controle de temperatura, distanciamento social e aumento da frequência de desinfecção dos locais. 

  • Tâmara: fruta é opção pré-treino e substituição do açúcar


    Nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau, explica as propriedades e dá ótimos motivos para incluir o alimento na rotinaProfissional também ensina preparos doces e salgados para variar no consumo

    De sabor adocicado e marcante, a tâmara é muito famosa por ser uma substituição natural ao açúcar e uma opção saudável para matar a vontade de comer doces.  

    Originária das tamareiras, essa fruta exótica pode ser considerada um superalimento, pelos altos níveis de nutrientes que possui e até compor a alimentação como opção pré-treino, de acordo com a nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau.

    Se você ainda não conhece as propriedades da fruta, Renata listou as principais características e bons motivos para você incluí-la na rotina. Anote!

    • Rica em antioxidantes, previne o envelhecimento celular precoce;

    • Fonte de carboidratos, a fruta fornece energia para o corpo;

    • Por ser rica em fibras, é benéfica para a saúde intestinal e proporciona sensação de saciedade;

    • Contém uma pequena quantidade de proteínas, o que pode ajudar na recomendação proteica total do dia;

    • Fonte de potássio, ferro, cálcio e cobre, minerais relacionados à saúde muscular, cardíaca, óssea, metabólica e prevenção de anemias;

    • Contém vitaminas do complexo B (tiamina, riboflavina e niacina), que são
    importantes, principalmente, para o metabolismo energético.

    Apesar da tâmara ser conhecida por agregar sabor às receitas doces, a fruta também rende ótimos preparos salgados, como saladas e petiscos com queijo e nozes.

    Confira as dicas e receitas que a nutricionista do Oba Hortifruti separou:

    TÂMARA PARA SUBSTITUIR AÇÚCAR EM BOLOS
    Ingredientes:
    Para cada xícara de açúcar da receita, use ½ xícara de tâmara sem caroço hidratada.

    Preparo:
    1) Bata as tâmaras no liquidificador ou processador até formar uma pasta.
    2) Em seguida, bata os ingredientes líquidos do bolo até que as tâmaras fiquem completamente trituradas.
    3) Use a mistura em todo tipo de bolo.

    DOCINHO DE TÂMARA
    Ingredientes:
    1 xícara de tâmaras sem caroço
    2 bananas
    1 colher de chá de cacau em pó
    ½ xícara de coco ralado

    Preparo:
    1) Hidrate as tâmaras por 20 minutos e em seguida bata no processador até formar uma pasta.
    2) Acrescente a banana, o cacau e o coco e bata até formar uma pasta mais consistente.
    3) Se necessário, acrescente mais coco ralado para dar o ponto de enrolar.
    4) Faça bolinhas e sirva em forminhas de brigadeiro.

    TÂMARA RECHEADA COM GORGONZOLA
    Ingredientes
    50g de gorgonzola
    1 colher de sopa de creme de ricota
    Tâmaras inteiras sem caroço
    Amêndoas laminadas

    1) Faça um creme misturando o queijo gorgonzola com o creme de ricota.
    2) Recheie cada tâmara com o creme e acrescente as lâminas de amêndoas para decorar.
    3) Sirva em seguida.

  • As melhores posições para transar no carro 🚗

    O estudo ainda mostrou que 32% dos brasileiros já transaram dentro de um carro com mais de uma pessoa ao mesmo tempo


    Nos filmes a gente sabe que o clima começa a esquentar no banco da frente mesmo, mas é no banco de trás que tudo acontece. E uma pesquisa feita pelo Sexlog, maior rede social adulta da América Latina, levantou quais as posições preferidas entre os brasileiros para o super fetiche do sexo no carro.

    Foram 13.894 respondentes e, acredite, o pessoal está com as preferências na ponta da língua. Tipo de carro, de banco, todas as condições de temperatura e pressão são analisadas pro sexo perfeito nessa situação. Confira:

    Posições clássicas são práticas?

    Quando o assunto é posições sexuais, a criatividade dentro do carro não fica longe da imaginação de dentro do quarto. As mais tradicionais como “papai e mamãe” e “frango assado” são as menos utilizadas pelos respondentes da pesquisa Sexlog, representando 4% e 13% da preferência brasileira, respectivamente.

    A posição preferida para as rapidinhas no carro é a “cavalgada”, apontada como a melhor por 54% dos respondentes. Em segundo lugar vem a famigerada posição “de quatro”, principal escolha de 29% dos brasileiros.

    Ai, se o banco de trás falasse

    Se o banco de trás do carro falasse, ele revelaria muitas histórias, já que 69,9% dos respondentes o escolheram como a melhor opção de lugar para fazer sexo no carro. O banco do passageiro aparece em segundo lugar, com 24% de fãs. Apenas 6% têm como primeira opção o banco do motorista.

    Se combinar direito, cabe todo mundo

    Mesmo que o imaginário coletivo facilmente associe as rapidinhas de sexo no carro a uma aventura a dois, a pesquisa da rede social adulta revelou que não é bem assim. Mais de 30% dos brasileiros já transaram no carro com mais de uma pessoa.

    Quanto mais espaço, melhor

    O conforto é um fator importante na hora de realizar a fantasia – ou rapidinha – de sexo no carro. Espaçosos, os veículos do tipo sedan são os preferidos de 42% para fazer sexo no carro, seguidos pelas SUVs, que são a preferência de 27% dos brasileiros. Os menos populares foram os clássicos utilitários, com 15%, os carros tipo hatch, com 9%, e os esportivos tradicionais, com 8%.

    Além da variedade de tipos de carros, a pesquisa mostra que as aventuras em diferentes veículos também rola solta! Mais de 24% dos respondentes da pesquisa da rede social adulta já transaram em cima de uma moto e mais de 12% tiveram experiências em caminhões.

    *A pesquisa foi realizada pela rede social adulta Sexlog entre os dias 16 e 22 de outubro de 2018 com 13.894 respondentes

  • 7 atividades ao ar livre para fazer no Arquipélago da Madeira

    O Arquipélago da Madeira, território português situado em meio ao Oceano Atlântico, encanta os turistas com atrações e atividades diversas. Em um momento em que as pessoas começam a pensar em turismo novamente e a definir para onde podem viajar, a Madeira desponta como uma excelente opção, não apenas pela maneira exemplar que lidou com a pandemia de coronavírus desde o princípio, mas também porque muito do entretenimento local é realizado ao ar livre.

    Confira abaixo sete atividades ao ar livre para fazer no Arquipélago da Madeira!

    Desfrutar da vista de um mirante
    De origem vulcânica, a Ilha da Madeira é montanhosa, contando com diversos pontos de altitude elevada espalhados por seu território. Muitos deles garantem vistas inesquecíveis para os cenários naturais da ilha, seus vilarejos ou o mar, como o Cabo do Girão, que fica a 580 metros de altitude e ainda conta com uma eletrizante plataforma de vidro, chamada skywalk, sobre um paredão de pedra.

    Caminhar pelas levadas
    Por toda a ilha, você verá antigos canais de irrigação conhecidos como levadas. Eles começaram a ser construídos pelos colonizadores do destino há mais de quatro séculos, com o intuito de levar água de norte a sul. Mas o que eles fizeram, além de melhorar o abastecimento de água, foi criar uma série de caminhos belíssimos em meio à vegetação nativa, onde se pode relaxar, entrar em contato com a natureza e fazer longas e agradáveis caminhadas.

    Passear de barco para ver golfinhos e baleias
    A região atlântica em que este destino é situado é lar de diversas espécies de golfinhos e baleias. Em agradáveis passeios de barco ou até de canoa, os turistas podem ver esses graciosos animais em seu habitat natural, fazendo brincadeiras e saltando para fora da água!

    Conhecer plantas e flores exóticas
    A Madeira tem uma localização privilegiada no globo terrestre, que faz com que tenha um clima de primavera o ano todo. Esta e outras condições geográficas da ilha fazem dela um lugar excelente para o cultivo de diversas plantas – mesmo aquelas vindas de lugares distantes. Por isso, há inúmeros jardins repletos de flores e plantas diferentes e coloridas, além de frutas exóticas, como o maracujá roxo.

    Subir os mais altos picos da Madeira
    Como mencionado acima, o território madeirense é montanhoso. E os viajantes podem subir as montanhas madeirenses, caminhando por trilhas demarcadas e deslumbrantes. Uma das opções mais populares é o Pico do Areeiro, no interior de ilha, que fica a 1.818 metros de altitude. É o segundo pico mais alto da Madeira e, em alguns dias, quem está no topo tem a sensação de estar no céu, já que consegue ver inúmeras nuvens de cima.

    Praticar canyoning pelas ribeiras
    Por suas características geológicas, com áreas de montanha, rochas, quedas d’água e lagoas, a Ilha da Madeira possui as melhores condições para a prática deste esporte, que explora cursos d’águas e ribeiras utilizando técnicas de montanhismo, natação e escalada. Há percursos para diferentes graus de dificuldade, todos rodeados pela beleza natural única do destino.

    Curtir as praias de Porto Santo
    O arquipélago da Madeira conta com outra ilha habitada: Porto Santo, que também esbanja cenários naturais de tirar o fôlego. Lá há uma faixa de nove quilômetros ininterruptos de areia dourada banhada pelo mar, ou seja: praias e mais praias incríveis, com mar azul-turquesa, para curtir dias de sol e calor.

  • Expressão “dor nas costas” bate recorde de buscas na internet

    De cada dez pessoas, oito terão dores nas costas ao longo da vida. Este é um dado divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que tem se confirmado nos últimos meses, pelo recorde de buscas no Google utilizando o termo: dor nas costas.

    Esse aumento das buscas por alguma referência em tratamento ou dicas de cuidados, têm sido atribuído às consequências das medidas preventivas, home office e isolamento social em tempos de pandemia, mas a realidade é que os cuidados e atenção à coluna vertebral nunca foram foco da população, e que esse segmento do corpo humano sempre necessitou de atenção e acompanhamento profissional.

    A coluna vertebral é constituída por 33 vértebras divididas em quatro segmentos vertebrais que formam as curvaturas fisiológicas que permitem toda funcionalidade estrutural para as atividades de vida diária do indivíduo. Alguns desses segmentos, apesar de serem intercalados por cartilagens resistentes, permitem os movimentos de deslizamento intersegmentares que somados tornam a mobilidade ampla em todos os sentidos do tronco, dessa forma podemos dobrar a coluna para frente, para trás, para os dois lados e também executar movimentos de torção. A região mais baixa da coluna, a qual chamamos coluna lombar, por possuir essa ampla mobilidade intersegmentar é uma das regiões mais afetadas em termos de lesão e a dor nessa região é considerado o principal problema de saúde funcional nos países ocidentais industrializados.

    As causas são comuns e geralmente estão associadas a desgastes excessivos das estruturas por excesso de movimento ou por descargas de peso constantemente influenciadas pela postura prolongada em algumas situações disfuncionais. Mas a notícia boa é que a dor nas costas nem sempre é sintoma de alguma doença e pode ser prevenida através de boas orientações profissionais e de diferentes técnicas de prevenção e tratamento das estruturas anatômicas e movimentos fisiológicos do corpo humano.

    A quiropraxia é uma ciência antiga, fundada entre 1845 e 1913, por Daniel David Palmer, no Canadá, é baseada no alinhamento vertebral como premissa de cuidado preventivo e também tratamento das microdisfunções articulares denominadas “complexos de subluxação vertebral”.  Esse método bastante estudado e comprovado utiliza-se de mobilizações articulares e ajustes que minimizam os efeitos das hipomobilidades entre os segmentos, trabalhando com os movimentos acessórios das articulações, dessa forma, é capaz de distribuir de maneira uniforme as cargas, corrigindo a mecânica errada que perpetuaria as microlesões e processos de cicatrização provenientes do uso contínuo e em excesso desses segmentos.

    O quiroprático trabalha como um facilitador e a resposta aos seus estímulos (mobilizações e ajustes) é o corpo que executa, tendo este o mecanismo vital da cura pela liberação de todo o sistema de integração do organismo que é o sistema nervoso descrito por Galeno em 129-199 a.C como “a chave máxima da saúde”.

    Todas as disfunções biomecânicas, não só da coluna vertebral, mas de todos os segmentos corporais podem ser trabalhadas pela quiropraxia a fim de melhorar-se a capacidade do sistema nervoso de regular as funções controlando e minimizando as disfunções articulares e não permitindo as acomodações viciosas do organismo.

    Este método antigo, mas também atual e promissor, pode ajudar nas queixas de “dor nas costas” e ainda melhorar perspectivas futuras de disfunções que surgem com o tempo, com os posicionamentos e vícios do dia a dia, produzindo bem-estar e qualidade de vida através de articulações funcionais e cargas bem distribuídas possibilitando a base de movimentação do aparelho locomotor em todas as atividades, sejam elas de trabalho, de lazer ou de vida diária.