Autor: agitosp

  • Lavagem nasal pode prevenir doenças respiratórias infecciosas

    Procedimento auxilia na remoção de micro-organismos como vírus, bactérias e fungos

    O sistema respiratório é um dos mais importantes do corpo humano, pois é responsável pelas trocas gasosas do organismo. Ao mesmo tempo, trata-se de um dos aparelhos mais sensíveis, já que, constantemente está em contato com os diversos micro-organismos encontrados no ar, como vírus, bactérias e fungos. Então, mesmo com a ação do sistema imunológico, é comum que no decorrer da vida, as pessoas apresentem algumas doenças.

    De acordo com a otorrinolaringologista do departamento médico científico da Grupo FQM, Dra. Adriana Leal Alves, é possível evitar diversos problemas respiratórios com a adoção de alguns cuidados diários. “Deve-se evitar lugares fechados, aglomerações e contato com quem estiver gripado. Vale também manter os ambientes bem ventilados e realizar lavagem nasal diária. E a principal consequência de não manter estes cuidados diários é desenvolver uma doença respiratória”, afirma.

    Estudos realizados por Sandeep Ramalingam e colaboradores demonstram que a lavagem nasal pode auxiliar na prevenção de diversas infecções respiratórias, inclusive a Covid-19. Estudos in vitro, a respeito da doença, realizados no Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, indicam que o vírus pode sobreviver até três dias em determinadas superfícies.

     “A lavagem nasal, com solução salina isotônica ou hipertônica, é eficaz para controle sintomático e prevenção das infecções virais das vias aéreas. O ideal é realizá-la pelo menos duas vezes por dia”, orienta Dra. Alves.

    Pensando em contribuir com mais informações sobre a saúde respiratória e qualidade de vida para a população, a Maresis, do Grupo FQM, inaugurou o Portal Respirar, site que conta com dicas exclusivas, inclusive nas redes sociais, e blog sobre o assunto. Dessa forma, a população brasileira tem, a sua disposição, um meio de consulta rápida e segura sobre o sistema respiratório, as diversas doenças que o cercam e os principais cuidados.

    A marca firmou uma parceria com a ONG eureciclo que, desde 2016, realiza um trabalho de sustentabilidade junto a algumas empresas brasileiras. Dessa forma, a FQM contribui mensalmente para a reciclagem de um volume de material equivalente a 100% da massa de resíduos, utilizada nas embalagens de Maresis. O valor é destinado aos operadores de coleta, que têm papel fundamental nesse processo. No Portal Respirar, é possível acompanhar o Reciclômetro, indicador que atualiza mensalmente o volume de material reaproveitado.

    Para saber mais a respeito das propriedades, indicações e modo de uso do Maresis, acesse o Minuto Saudável, por meio do link.

  • Entenda como funciona um purificador de água

    Produto purifica a água, elimina partículas e a torna ideal para o consumo

    O purificador promove o tratamento das impurezas da água para torná-la ideal para o consumo. E por que esse processo é necessário? No caminho da estação de tratamento até a chegada às casas, a água pode adquirir impurezas e ter contato com diversos materiais nocivos à saúde, como esgoto, chorume e metais pesados. Por esse motivo, o produto é a melhor opção para realizar essa purificação, garantindo que a água para beber, higienizar e preparar alimentos esteja adequada para o consumo.

    Edson Suguino, engenheiro da Lorenzetti, explica que é imprescindível que o produto realize todas as etapas de purificação. Uma delas é “A passagem do líquido pelo carvão ativado com prata coloidal é responsável por eliminar o excesso de cloro, gostos e odores, evitando também a proliferação de bactérias”.

    Os purificadores garantem a água ideal para a hidratação da família. Mas é preciso se atentar ao prazo de validade dos refis que, geralmente, devem ser trocados seguindo o tempo indicado pelo fabricante. “Se o refil não for substituído no prazo determinado, o produto perde a sua efetividade com o passar do tempo e deixa de realizar o tratamento.”, conclui Suguino.

  • Fernando de Noronha lança exposição permanente de coleção de lixo marinho

    Até 2050 os oceanos terão mais plásticos do que peixes. O alarmante dado foi divulgado durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, em 2016. Os produtos descartáveis, sobretudo os plásticos, e consequentemente o descarte errado desse e de outros resíduos, podem colapsar o planeta em um futuro próximo, como apontou o documento no fórum de Davos.

    Pensando nessas questões, a administração de Noronha, através da Superintendência de Meio Ambiente, está lançando a exposição Coleção Didática de Lixo Marinho nesta sexta-feira (18), no Memorial Noronhense, que vai marcar o Dia Internacional da Limpeza das Praias (Cleanup Day), ação programada para o sábado (19) em mais de 180 países, para que as pessoas repensem os próprios hábitos, conscientizando-as por meio da educação ambiental.

    “Fernando de Noronha, além da incrível beleza e abundante vida marinha, uma combinação perfeita para a reflexão, se apresenta também como um grande laboratório de sensibilização ambiental sobre o lixo marinho. O fluxo de amantes da natureza que visitam a ilha é um fator favorável à disseminação desse despertar”, comenta Guilherme Rocha, administrador da ilha.

    A utilização de plásticos descartáveis está proibida na ilha desde 2019, quando entrou em vigor o programa Noronha Plástico Zero. A exposição é mais uma forma de mostrar o que o lixo pode causar à natureza, causando desequilíbrio aos ecossistemas, destruindo vidas marinhas e afetando o meio ambiente de maneira irreversível.  A coleção que será exposta em Noronha, no Memorial Noronhense, é integrada à Rede de Coleções didáticas e Científicas/de Referência sobre lixo Marinho (RECOLIXO), que inclui diversas instituições de ensino e pesquisa. Ela será permanente, com inclusão de novos itens que forem sendo encontrados ao longo do tempo.

    “O lixo marinho fornece indícios sobre nosso estilo de vida no planeta. Por meio da sua coleta e análise podemos ter uma noção dos impactos relacionados ao nosso consumo e do descarte inadequado de resíduos. Se por um lado o lixo marinho causa desconforto pela poluição visual, por outro, pode ser usado como estímulo para repensarmos em qual mundo queremos viver. Nosso hábito está refletido em cada item encontrado na praia ou ingerido incidentalmente pelos animais marinhos”, diz Daniele Mallman, superintendente de Meio Ambiente do arquipélago.

    Sandra Cadengue, bióloga da administração, foi a responsável pela coleta dos itens que fazem parte da coleção. Segundo ela, o que mais a impressionou durante o recolhimento foi a quantidade de tampinhas de garrafas, vidros, sandálias, sapatos, seringas de medicamentos, pilhas, bitucas de cigarro, embalagens de biscoito, escovas de dente, pentes, produtos de higiene, garrafa de óleo de motor e apetrechos de pesca com animais presos. Também foi identificado lixo de outros países, que chegou até Noronha pelas correntes marinhas.

    “Este trabalho de manutenção das áreas tem que ser contínuo, para a retirada dos resíduos, com o intuito de conservar o ambiente terrestre e também o marinho. A partir do momento que nós retiramos esses resíduos, evitamos a contaminação das praias e oceanos”, alerta a bióloga.  

    O trabalho já havia sido feito anteriormente, com ações de limpeza da administração. Mas com o objetivo da coleção, para dar embasamento ao que chega na ilha pelo mar e também do que é produzido localmente, a coleta foi realizada entre os meses de maio e agosto, em praias da Área de Proteção Ambiental (APA) e do Parque Nacional Marinho (PARNAMAR). Em torno de noventa quilos de itens foram recolhidos.

    Todo o lixo coletado foi separado por tipo e por praia. O material sofreu outra triagem, associando informações de onde eles foram encontrados, país de origem (se os objetos tiverem rótulo) e uso. A partir disso, a coleção foi subdividida entre a parte didática, que será exposta no museu, com materiais encontrados no dia a dia e que vão parar no mar por descuido, e a parte de reserva técnica, com itens que tenham informações mais detalhadas, principalmente de outros países, que podem ser futuramente usados por pesquisadores que estudam o lixo marinho.

    A bióloga da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Érika Cavalcante, que está atuando na curadoria da exposição, catalogando a coleção, diz que já foram encontrados nas praias de Fernando de Noronha objetos de países do continente africano e asiático. Ela diz que a função da coleção é justamente registrar itens de um momento histórico, para o acesso de pesquisadores e interessados sobre o assunto. O registro de determinado grupo de itens para as pessoas se utilizarem daquela informação agora e no futuro.

    Ela aponta uma característica, por exemplo, que as praias do Mar de Fora trazem com mais frequência itens de outros países, por conta das correntes marítimas do Oceano Atlântico. Já nas praias do Mar de Dentro, os itens encontrados provavelmente têm origem na própria ilha.

    “Tentamos chamar atenção justamente aos cuidados que a gente tem que ter com o oceano, não só do lixo que produzimos e que podem estar em outras áreas do mundo, mas dos lixos que são jogados em outras áreas do mundo e também nos impactam. A coleção mostra que ações locais impactam globalmente”.  

    A Coleção Didática de Lixo Marinho de Fernando de Noronha permitirá perceber que o problema do lixo marinho é global e urgente. E tem por objetivo principal a reflexão de todos sobre seus hábitos de consumo e descarte do lixo.

    Serviço

    Exposição Coleção de Lixo Marinho de Fernando de Noronha

    Local: Memorial Noronhense (Vila dos Remédios)

    Data: A partir de 18 de setembro de 2020

    Horário: 9h às 12h,

    Dias: Segundas, quartas e sextas

  • Brasil conta com a segunda maior população pet do mundo

    Levantamento realizado pelo Sindan mapeou a penetração de cães e gatos nos domicílios brasileiros, as raças favoritas e os principais hábitos de cuidado e consumo desses pets

    A Comissão de Animais de Companhia (COMAC) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal (Sindan) apresentou nesta quinta-feira (17/9), em coletiva de imprensa virtual, os principais resultados do Radar Pet 2020. Realizada em parceria como o Instituto H2R, a pesquisa apresenta um panorama completo da penetração de cães e gatos nos lares brasileiros, o perfil dos tutores, lista as raças favoritas e os principais hábitos de cuidado e consumo dos animais de estimação.

    De acordo com o levantamento, mais de 37 milhões de domicílios no Brasil contam com algum pet, na esmagadora maioria cães ou gatos – são mais de 54 milhões de cachorros e quase 30 milhões de gatos, das mais variadas raças. Ou seja, em território brasileiro, existem aproximadamente de 84 milhões de animais de companhia. O Brasil só perde para os Estados Unidos que conta com mais de 135 milhões de pets.

    Através de pesquisas quantitativas e qualitativas com mais de 3.500 brasileiros de todas as idades, gêneros e classes sociais, o Radar Pet 2020 traçou o perfil desses tutores e identificou as grandes tendências em produtos e serviços para os animais domésticos.

    “Mais do que simples estatísticas, os dados obtidos pelo Radar Pet mostram os hábitos de consumo dos tutores e seus pets. Trata-se de um segmento em franco crescimento no Brasil, mas ainda aquém do observado nos países desenvolvidos”, afirma Leonardo Brandão, coordenador da Comissão de Animais de Companhia do Sindan e responsável pela apresentação dos dados aos jornalistas.

    Entre as principais tendências apontadas pelo Radar Pet 2020 está a adoção de animais. Neste caso, no entanto, a preferência é por gatos abandonados – 59% do total, contra 33% dos cachorros. Outra curiosidade apontada pelo levantamento está relacionada com o cuidado com os pets: para a maioria dos tutores, o cuidado com os bichinhos é similar ao dado aos membros da família, comportamento observado em todas as classes sociais, mesmo em tempos de crise.

    Confira alguns destaques do levantamento:

    Presença dos pets: Cerca de 53% dos domicílios brasileiros contam com cães ou gatos. Dentro desse percentual, 44% são habitados por cães e 21% por gatos. Há uma média de 1,72 cães e 2,01 gatos por lares brasileiros. Os gatos, em geral, são os pets de entrada (o primeiro contato de pessoas com os animais de companhia) e contam com um crescimento 3 vezes maior do que os cães dentro do Brasil, de acordo com Leonardo.

    “Temos mais cães, mas os gatos têm ganhado um grande espaço nos lares brasileiros. É um animal de entrada para muitas pessoas e famílias. No Nordeste, por exemplo, há já uma predominância dos gatos. Um dos possíveis motivos para isso, além do perfil do animal, é um custo mais baixo mensal. O gato vai ser o pet do futuro”, observa.

    Tipos de pet: Os vira-latas ou Sem Raça Definida (SRD) são a grande maioria dos animais de companhia brasileiros. Entre os cães, 42% são vira-latas. Cerca de 70% daqueles com raça definida são de pequeno porte. As raças favoritas dos brasileiros são, respectivamente, pincher, poodle e shitzu. Entre os gatos, 65% são sem raça definida. Entre aqueles com raça, os siamês são predominantes.

    Os tutores: A maior parte das pessoas responsáveis pelos cuidados dos animais de companhia são mulheres, com uma média 60%. Além disso, 58% dos tutores são casais ou pessoas que moram juntas. Grande parte dos responsáveis, tanto por cães ou gatos, também são famílias com filhos de diversas idades. Apenas cerca de 10% dos tutores moram sozinhos.

    Gastos mensais: Os tutores de cães gastam uma média R$ 224 por mês para cuidar dos pets, entre banho, tosa, alimentação e acessórios para o animal. Já os tutores de gatos investem cerca de R$ 168 mensais nos cuidados com o pet.

    Adoção: A grande maioria dos pets, sejam cães ou gatos, chegaram aos seus tutores como um presente ou por meio de processo de adoção. Entre os animais nos lares brasileiros, 33% dos cães e 59% dos gatos foram adotados. Leonardo analisa que, durante a pandemia, é provável que os números tenham crescido consideravelmente.

    Relação com os pets: Cada vez mais, os brasileiros estão criando laços afetivos com seus pets. A maioria enxerga os animais como um filho ou membro da família. Um dos dados da pesquisa revela que, por exemplo, a saúde dos animais de companhia são tão importantes dentro do lar quanto as da demais pessoas. Também existe uma grande preocupação com o envelhecimento do pet e o cuidado com a saúde preventiva dos animais. Contudo, ainda é baixa a frequência de idas ao veterinário.

    Apesar do grande número de animais, Leonardo percebe que o Brasil precisa muito evoluir em relação aos cuidados e bem-estar com os Pets. Não à toa, esse é um dos mercados mais promissores dentro do Brasil por conta do seu potencial de crescimento.

  • Ecoturismo nos quatro patrimônios naturais da Unesco no Japão

    Organização Nacional do Turismo Japonês recomenda lugares especiais para apreciar a natureza no Japão

    Entre os países asiáticos, o Japão se destaca por possuir grande número de locais classificados como Patrimônio Mundial pela Unesco. Ao todo são 23 atrações naturais e culturais. Conheça os quatro patrimônios naturais, que guardam paisagens de tirar o fôlego, ilhas paradisíacas, florestas, cachoeiras e montanhas. São quatro destinos completos para amantes da natureza e quatro razões para incluir o Japão nos planos de futuras viagens. 

    Cordilheira Shirakami Sanchi

    Shirakami Sanchi é a maior floresta virgem de faia japonesa, a imponente árvore típica da região. A árvore ultrapassa os 20 metros de altura e encanta por sua densa folhagem, que colore e transforma a paisagem conforme as estações do ano. Localizada na região de Tohoku, ao norte do Japão, esta maravilha natural estende-se pelos vilarejos de Aomori e Akita, e reserva trilhas por vales e cachoeiras habitados por animais raros. Além das trilhas pelo Vale de Mase, entre as atrações locais estão as Cataratas de Anmon e a Garganta de Daira-kyo, um verdadeiro parque de diversões para pescadores. Há um forte movimento de preservação da região. Por isso, é necessário que o visitante se informe e fique atento às regras de visitação de caminhada para proteger a natureza selvagem, como não deixar o lixo para trás, ir ao banheiro antes de visitar as montanhas e não alimentar os animais.

    Mais informações: https://www.japan.travel/pt/world-heritage/shirakami-sanchi-mountain-range/

    Ilha Yakushima, os “Alpes no oceano”

    Lar do Jomon Sugi, o mais antigo e maior dos ciprestes japoneses, bem como de animais exclusivos, como o macaco Yaku e o cervo Yaku. A ilha é conhecida como os “Alpes no oceano”, pois é formada por altas montanhas, com picos de até 1.936 metros. Um destino completo para amantes da natureza, reúne cachoeiras, florestas, montanhas e praias. Entre as atrações de destaque estão o parque Ravina de Shiratani Unsuikyo, com antigas árvores de cedro; o Onsen Hirauchi Kaichu, uma fonte de água mineral bem ao lado do mar; as cachoeiras Ooko-no-taki, a maior da ilha; e Senpiro-no-taki, onde a água jorra do alto de 66 metros e cai dentro de uma imensa coluna de pedra de granito. Para os amantes do mar, o Farol de Yakushima oferece uma bela vista do oceano. E, na praia de areia em Sango-no-hama (margem de corais), é possível encontrar areia em forma de estrela. Para conhecer o local e desfrutar de experiências como canoagem, banho de floresta ou dar uma volta completa na ilha com um guia experiente, é importante reservar lugar em uma excursão.

    Mais informações:

    https://www.japan.travel/pt/world-heritage/yakushima-island/

    Shiretoko 

    A península de Shiretoko, ao nordeste de Hokkaido, separa o Mar de Okhotsk, a oeste, do Estreito de Nemuro, ao leste. O local abriga verdadeiras áreas selvagens repletas de lagos intocados, florestas submersas, pássaros raros e ursos. As atrações são variadas e podem ser desfrutadas o ano todo. Se destacam o Parque Nacional de Shiretoko, que possui cinco lagos serenos conhecidos como Shiretoko Goko, e trilhas até cachoeiras escondidas. Há ainda um cruzeiro para ver baleias, golfinhos e focas. No inverno há a possibilidade de realizar excursões no gelo. Durante todo o ano, os deliciosos frutos do mar frescos estão disponíveis para serem saboreados. Para conhecer a região, é recomendável entrar em contato com o Centro Natural Shiretoko, que oferece passeios noturnos guiados e caminhadas diurnas voltadas à observação de aves e animais selvagens, além de estudos de plantas alpinas.

    Mais informações:

    https://www.japan.travel/pt/world-heritage/shiretoko/

    Ilhas Ogasawara

    Um arquipélago constituído de 30 ilhas e mil quilômetros distante ao sul da ilha principal do Japão. As Ilhas Ogasawara são conhecidas como as “Galápagos da Ásia”, com locais intocados, praias paradisíacas e florestas preservadas. Apenas duas ilhas são habitadas, a Ilha Chichijima e a Ilha Hahajima, e o restante pode ser explorado por passeios de barco. Para os amantes de animais e plantas, a visita à Ogasawara é um prato cheio de atividades, pois as ilhas são lar de mais de 190 espécies aviárias ameaçadas, 400 espécies de plantas nativas e um oceano cristalino cheio de vida marinha. Vale a pena explorar também por terra, passeando pelas trilhas nas florestas ou curtindo as praias; observar o céu, com seus pássaros, ou apreciando as estrelas à noite; e o mar, nos passeios de barco e mergulho. O acesso às remotas ilhas é feito de balsa, a partir de Tóquio. A viagem dura cerca de 24 horas e a embarcação tem toda a infraestrutura para levar os viajantes.

    Mais informações:

    https://www.japan.travel/pt/world-heritage/ogasawara-islands/

    Dicas para aproveitar os quatro patrimônios naturais da Unesco no Japão

    • O Japão tem como característica as quatro estações do ano bem marcadas. Isso significa que, durante o verão, o clima é quente e o sol não está a passeio. Verifique sempre as atrações e atividades disponíveis no destino que escolher.
    • É costume no país não deixar sujeira nos locais públicos. Então é recomendável levar, sempre, uma sacola adequada para recolher o próprio lixo.
    • Por conta da pandemia, as recomendações para viagens irão mudar e se adaptar ao chamado “novo normal”. O JNTO recomenda atenção aos protocolos vigentes para viajar ao Japão. O site da organização disponibiliza todas as informações necessárias para o turista, inclusive recomendações do país relacionadas à pandemia, como usar máscara, lavar as mãos com frequência, utilizar álcool em gel, manter objetos pessoais higienizados e respeitar a distância entre as pessoas. Acesse em: https://www.japan.travel/pt/br/
  • 3 dicas para lidar com choros e reclamações dos seus filhos

    Você já tentou de tudo, mas a reclamação nunca termina? Não se preocupe, você não está sozinho. Ao entender por que seus filhos choramingam, você vai poder descobrir o que fazer para mudar essa realidade. Mas afinal, por que as crianças choramingam?

    Porque funciona! Quando seus filhos choramingam, eles garantem uma boa parte de sua atenção, mesmo que de forma negativa. Todos os seres humanos estão ligados a duas necessidades emocionais básicas: pertencimento e significância. Uma das formas cruciais pelas quais os pais podem satisfazer a necessidade de pertencer a uma criança é dar atenção suficiente à ela. As crianças não choram para com a intenção de irritarem seus pais de propósito, na verdade, elas reclamam porque necessitam de atenção. 

    Corremos o dia todo e há inúmeras coisas a serem feitas que competem pelo nosso tempo e atenção, mas quando as crianças não estão recebendo a quantidade de atenção positiva que precisam, elas começam a buscar essa atenção de maneira negativa. Claro que elas preferem nossa atenção positiva, mas a atenção negativa será melhor do que nada, então, elas investem em reclamar, choramingar e negociar para chamar sua atenção e tentar encontrar a atenção positiva que necessitam, porém isso não funciona, porque tudo o que conseguem é irritar os próprios pais, que não compreendem o recado, se descontrolam ou cedem as pressões dos filhos e então esse ciclo vicioso se repete.

    A verdade é que as crianças só continuam com aqueles comportamentos que funcionam para elas. Quando as crianças choramingam e os pais cedem, elas percebem que as reclamações lhes dão o que querem, a atenção que desejam e talvez até aquela barra de chocolate na fila do caixa do supermercado, mas ceder às demandas, como só mais um desenho na TV ou outro sorvete, não é a única maneira de recompensarmos as reclamações de nossos filhos. 

    O simples fato de respondermos, mesmo que seja para repreendê-los, já é suficiente para alimentar esse ciclo vicioso, porque eles sabem que podem fazer isso de novo e de novo para obter sempre o mesmo resultado: a sua atenção negativa. Então como parar esse ciclo vicioso?

    1 – Faça o seu NÃO valer 
    Remova a recompensa, a atenção negativa e também pare de dar o que eles estão pedindo apenas para se livrar da angústia do momento. Mantenha-se firme no NÃO, sem perder o controle e você reduzirá drasticamente esse mau comportamento.Ex: Se você está no mercado ou na mesa de jantar, diga “não” e cumpra com sua palavra. Se uma birra acontecer, mantenha a calma e deixe seu filho lidar com aquela frustração. Chorar faz parte, mas não ceda, pois em breve ele entenderá que choramingar ou até mesmo fazer uma birra, não fará você mudar de ideia.

    2- Não dê atenção negativa
    Ao recusar-se a dar atenção a reclamações, você remove uma grande parte da recompensa. Então explique o que vai acontecer de agora em diante. Em um momento de calma, olhe para o seu filho e diga: “Você está crescendo tanto! Você já é grande o suficiente para pedir o que gostaria com uma voz normal, sem reclamar e ficar bem se não conseguir o que deseja. Se você me perguntar algo em uma voz chorosa, eu não responderei. Então, você pode tentar novamente com sua voz normal e ficarei feliz em falar sobre qualquer coisa que você deseje. Combinado?”.

    Explique como você responderá de agora em diante. Diga: “Se você continuar a falar chorando, eu não responderei. Em vez disso, irei fazer minhas coisas até que você queira falar com a sua voz normal e, então, ficarei feliz em ouvir o que você tem a me dizer.”Em seguida confirme a compreensão. Diga: “Você pode repetir para mim como vamos conversar de agora em diante, um com o outro e o que farei se você decidir continuar a falar chorando?”.

    Agora que você já deu o primeiro passo, vai precisar se manter firme nesse caminho para que consiga ter resultados. Calma, vai melhorar antes que você perceba. Mantenha o combinado TODAS as vezes que seu filho começar a choramingar. Permaneça calmo e sem dar atenção enquanto os choramingos não pararem. Quando seu filho usar sua voz normal, então responda de forma calma e gentil.

    3- Dê atenção positiva de forma proativa
    Para que essas etapas funcionem, você precisará dar atenção positiva para atender às necessidades emocionais de seu filho. Os pais devem tirar pelo menos 30 minutos de tempo de qualidade todos os dias com cada criança. Se forem crianças pequenas o tempo deverá ser muito maior que isso. Nesse tempo você pode jogar seu jogo favorito, brincar de bola ou fazer qualquer outra coisa que seu filho goste de fazer. Durante esse tempo especial com cada um, deixe o celular de lado e esqueça as tarefas de casa. Invista em se conectar, pois quando você preenche a necessidade de atenção de seus filhos de forma positiva e proativa, eles se tornarão mais cooperativos e menos propensos a recorrer a choramingos como forma de ganhar sua atenção.

    Sim! A vida é corrida para todos e encontrar tempo extra durante o dia pode ser muito desafiador no começo, mas pense nisso como um investimento de longo prazo no relacionamento com os seus filhos. Educar crianças para se tornarem pessoas de bem dá trabalho e exigirá nossa dedicação, mas essa deve ser a nossa maior prioridade como pais.

    Pense nisso!

  • Má postura no trabalho é a principal causa de cervicalgia

    Grande parte da população mundial adotou o home office durante a pandemia. O trabalho remoto deu tão certo que muitas empresas, como Google e Facebook, anunciaram que iriam implantar esse novo modelo de trabalho.

    A maioria dos profissionais precisou improvisar um espaço em casa para viabilizar o home office. Mas, esse improviso pode ser perigoso para a saúde da coluna.

    “Normalmente, as organizações contam com profissionais especializados em ergonomia, essencial na prevenção de doenças relacionadas ao trabalho. Além do mobiliário adequado, nas grandes e médias empresas há sempre informações e orientações disponíveis sobre as posições mais adequadas na hora de trabalhar”, comenta a fisioterapeuta Walkíria Brunetti, especialista em Pilates, RPG e fisioterapia neurológica.

    Entretanto, como a pandemia pegou todos de surpresa, foi preciso adequar os espaços e os móveis para poder trabalhar em casa. Sem orientações, muitas pessoas acabaram usando cadeiras e mesas que não contribuem para a ergonomia.

    “Tenho recebido muitos pacientes com queixas de dores na coluna, principalmente na cervical e na lombar”, diz a especialista.

    Um vilão chamado celular

    “Quando falamos de cervicalgia, o principal fator de risco é uma postura inadequada na hora de trabalhar. Outra causa muito comum é a posição do pescoço durante o uso do celular ao digitar mensagens, ler ou usar os aplicativos. E nunca se usou tanto o celular como nos últimos seis meses”, comenta Walkíria.

    “A tendência é abaixar o pescoço, quando o correto seria levar o celular até uma altura que evite esse movimento. Para se ter uma ideia, quando a coluna vertebral está alinhada, a cabeça pesa cerca de 5 quilos. Quando você inclina a cabeça para baixo, o peso triplica. Ou seja, para ler uma mensagem no celular, a cervical precisa suportar 15 quilos”, explica a fisioterapeuta.

    Lógico que a cervical vai sofrer as consequências dessa postura inadequada. Com o passar do tempo, podem ocorrer lesões articulares, protusão do disco, hérnia de disco, escorregamento da vértebra etc.

    Até dor de cabeça

    A cervicalgia se instala lentamente. Na medida em que a pessoa adota posturas inadequadas por períodos prolongados, os sintomas aparecem. Além da dor no pescoço, ocorrem dores de cabeça, tontura e espalhamento da dor para os ombros. A dor pode irradiar para os braços e mãos, dependendo da lesão, segundo a especialista.

    A boa notícia é que é possível prevenir a cervicalgia. E tudo depende de uma boa postura ao usar celulares, tablets e computadores.  Veja abaixo:

    • Use uma cadeira que tenha um bom apoio para coluna e procure manter-se ereto
    • Ao usar o celular, dobre os cotovelos e leve o celular mais próximo do olhar.
    • Use os braços de uma cadeira ou até mesmo almofadas para apoiar o antebraço
    • Durante o expediente, procure levantar a cada meia hora e olhar para o horizonte

    “A fisioterapia pode ajudar a melhorar a dor. Mas, o trabalho postural é fundamental. Para corrigir a postura pode ser feita a Reeducação Postural Global (RPG). Acupuntura é outro recurso que pode ser muito útil na melhora do quadro doloroso”, finaliza Walkíria.

  • Nova Zelândia celebra língua maori e tem meta de aumentar número de falantes até 2040

    A cultura maori é parte fundamental da Nova Zelândia. O povo maori chegou ao país há mais de 1.000 anos e hoje um em cada sete neozelandeses se identifica com essa herança. Pelo país, essa rica cultura está presente em tradições, nomes de lugares e atrações, pontos turísticos e na sua língua indígena característica, o te reo.

    Para celebrar a língua do povo tradicional do país, a Nova Zelândia realiza até 20 de setembro a “Semana da Língua Maori” (Maori Language Week), evento anual que convida toda a população a fazer parte dessa comemoração. A ideia é que, pelo menos por um momento, todos possam se conectar ao te reo, seja ouvindo uma música maori, dançando a haka (dança tradicional) ou mesmo cumprimentando os amigos com palavras tradicionais, como o famoso kia ora – que significa “oi” ou “olá”.

    Estima-se que cerca de 23% dos neozelandeses sejam falantes de maori atualmente e o país tem como meta aumentar esse número em 1 milhão até 2040. Esse movimento de revitalização passa, além da Semana da Língua Maori, por escolas de idioma maori (da pré-escola até o ensino médio) e um canal de televisão no idioma, o Maori Television.

    Apesar de parecer complicada e até impronunciável à primeira vista, a língua maori guarda semelhança com o nosso português, sendo mais simples para os brasileiros do que para os próprios neozelandeses.

    O maori também possui as mesmas cinco vogais (a e i o u), pronunciadas como no português: “a” como em “carro”, “e” como em “elo”, “i” como em “ti”, “o” como em “forte”, “u” como em “tu”. Há oito consoantes em maori similares às do português – “h”, “k”, “m”, “n”, “p”, “r”, “t” e “w”. Há também duas consoantes diferentes – “wh” e “ng”. Muitos maoris pronunciam o som de “wh” semelhante ao nosso “f”. O “ng” é parecido com nosso som de “ng” em uma palavra como “pingo”, exceto pelo fato de no maori as palavras podem começar com “ng”.

    Para aprender um pouco mais sobre o te reo, veja abaixo algumas das expressões mais populares e celebre também a Semana da Língua Maori:

    • Kia ora – Olá

    • Kia ora tātou – Olá a todos

    • Tēnā koe – Saudações (dito a uma pessoa)

    • Tēnā koutou – Saudações a todos (dito a três ou mais pessoas)

    • Nau mai, haere mai – Bem-vindo

    • Kei te pēhea koe? – Como vai?

    • Kei te pai – Bom

    • Tino pai – Muito bom

    • Ka kite anō – Até logo

    E para saber mais sobre a cultura e a língua maori, visite o site oficial do Turismo Nova Zelândia: http://www.newzealand.com/br/maori-culture/

  • Água quente e fria! Saiba o que é um misturador de água

    Os misturadores se tornaram os queridinhos para compor os mais variados projetos de cozinha ou banheiro. Mas como funcionam esses produtos? Como escolher? Quais são as principais funcionalidades presentes em alguns dos modelos?

    Como é realizada a instalação? Essas e outras informações serão abordadas em live especial que a Lorenzetti promoverá sobre o tema. Entenda cada detalhe sobre o produto e acerte na escolha no momento da compra.

    A live ocorrerá no canal da Lorenzetti no YouTube na terça-feira, 15/09, a partir das 19h.

  • Pouco tratada, rosácea diminui produtividade e pode causar depressão

    Rubor facial, vermelhidão permanente, pele sensível e lesões inflamatórias que afetam principalmente as bochechas e o nariz. Cerca de 415 milhões de pessoas no mundo sofrem com os sintomas da rosácea¹, uma doença que, muito além de problemas estéticos, pode causar grande impacto psicológico e afetar a qualidade de vida.

    Um estudo feito pela consultoria global de dados farmacêuticos, Kantar Health, revela que um terço das pessoas com Rosácea afirma que a doença lhes causa perda de confiança. Já para um quarto dessas pessoas, a condição é motivo de grande incômodo; enquanto uma a cada 10 pessoas desenvolveu depressão. A doença também afeta a vida profissional: 55% dos entrevistados ativamente empregados disseram que a Rosácea diminui sua produtividade no trabalho².

    A Rosácea é uma doença cutânea ou cutânea-ocular, ou seja, que pode também comprometer os olhos. Alguns casos, se não tratados, podem evoluir para manifestações mais graves, com edemas severos que comprometem a visão.

    A busca por tratamento para a Rosácea, entretanto, não é tão comum, pois há dificuldade em se estabelecer diagnóstico e iniciar o tratamento precoce. Fora do meio dermatológico, é uma doença pouco conhecida e as pessoas tendem a confundi-la. “A manifestação da Rosácea na forma de pápulas (bolinhas vermelhas) e pústulas (vasinhos dilatados) com frequência é confundida com acne. Por outro lado, eritemas transitórios (vermelhidão temporária da pele), podem ser relacionados ao consumo de álcool, ansiedade ou stress”, explica o Dr. Luiz Maurício Almeida (CRM 28153 MG), professor de Dermatologia da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

    Uma pesquisa da National Rosacea Society, grupo americano dedicado à melhoria de vida dos portadores da doença, estabeleceu os principais motivos que desencadeiam a condição. Os vilões da lista são os raios ultravioleta – não apenas a exposição ao sol -, atividades físicas, extremos de temperatura, consumo de bebidas alcoólicas e alimentos muito condimentados, utilização inadequada de cosméticos e a presença do ácaro Demodex.

    Segundo dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia, entre 1,5% e 10% das pessoas nas populações estudadas apresentam a condição. Por muitos considerarem apenas uma questão estética, a doença é subnotificada. Às vezes, o próprio médico subestima o desconforto do paciente, principalmente, se os sintomas são leves.

    Por outro lado, apesar de se sentiram bastante incomodados, muitos ficam constrangidos em procurar um especialista por considerar o problema apenas estético. “As questões de autoestima são muito relevantes para a vida. Além disso, a falta de tratamento gera chances importantes da piora do quadro clínico”, alerta o dermatologista.

    Apesar da Rosácea acometer mais indivíduos do sexo feminino, ela é não exclusiva das mulheres: estudos indicam que uma a cada três pessoas que sofrem com a doença é homem – um número substancial. A Rinofima, por exemplo, uma condição que causa o espessamento da pele do nariz é severa, muito mais comum em homens e pode surgir a partir da rosácea não tratada.

    Atualmente, os cuidados assumiram uma dimensão terapêutica para os portadores da Rosácea e são tão importantes quanto a medicação em si. Usar produtos suaves de limpeza de pele, hidratante leves que não causem a obstrução dos poros e filtros solares adequados aos diferentes perfis de manifestações são os cuidados mais básicos. Tudo sob orientação de um dermatologista.

    Além disso, o tratamento da Rosácea conta hoje com opções terapêuticas modernas e bastante eficazes. “Entre os medicamentos mais eficientes disponíveis no Brasil, está a Ivermectina tópica para o caso das pápulas e pústulas. A substância é a que apresenta os melhores dados científicos, de eficácia e de segurança. Para a Rosácea ocular existem alguns tipos de colírios, enquanto para a Rosácea fimatosa e as telangiectasias há várias opções de lasers”, finaliza o médico.