Autor: agitosp

  • Vitaminas e minerais ajudam na prevenção de doenças e no bem-estar

    Manter uma alimentação balanceada é fundamental para a saúde, mas nem sempre é possível obter nas refeições todos os nutrientes de que o corpo precisa. Criados com o objetivo de complementar as necessidades diárias de nutrientes do organismo, os suplementos alimentares trazem doses concentradas de vitaminas, minerais e outras substâncias importantes para o corpo.

    “A suplementação alimentar ajuda na prevenção de doenças e melhora o desempenho físico e mental. Os suplementos também são capazes de potencializar os resultados de medicamentos e prevenir ou reduzir suas reações adversas, contribuindo para o sucesso de tratamentos”, explica Camila Martins coordenadora farmacêutica da Extrafarma.

    Para ajudar seus clientes a manter a saúde do organismo e ter mais disposição e bem-estar, a Extrafarma acaba de lançar a Be Better Vita+, uma linha de suplementos alimentares desenvolvida junto aos melhores fornecedores do mercado, com substâncias cuidadosamente selecionados para complementar as necessidades do corpo. Conheça alguns dos principais nutrientes e seus benefícios para o organismo.

    A linha Be Better Vita+ chega às lojas Extrafarma com sete itens: Vita+ Ômega 3, Vita+ Cálcio 600 + D + K, Vita+ Cabelos e Unhas, Vita+ A/Z, o Vita+ Homem, Vita+ Mulher, Vita+ 50+.

    Conheça mais seus benefícios:

    Ômega 3

    Possui ação anti-inflamatória e atua para a manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos, ajudando a proteger a saúde vascular e cerebral.

    Cálcio

    Tem um papel importante na formação e manutenção de ossos e dentes. Atua nos processos de coagulação do sangue, de divisão celular e no metabolismo energético. Também contribui para o funcionamento muscular e neuromuscular.

    Vitamina D3

    Assim como o cálcio, auxilia na formação de ossos e dentes e no funcionamento do sistema muscular. Sua ingestão também facilita a fixação de cálcio e fósforo pelo organismo.

    Vitamina K

    Atua na coagulação do sangue, auxiliando no processo de cicatrização. Também desempenha um papel importante na manutenção dos ossos.

    Zinco

    Nutriente importante para a manutenção do cabelo, da pele e das unhas, auxilia no processo de divisão celular, tem ação antioxidante e protege o sistema imunológico.

    Biotina

    Uma das vitaminas do complexo B, a Biotina contribui para a saúde do cabelo e da pele. Ela também participa no processamento de carboidratos, gorduras e proteínas e na produção de várias enzimas no organismo.

    Cobre

    Nutriente importante para a produção de melanina, o cobre contribui para a pigmentação do cabelo e da pele. Também ajuda na formação de tecidos conjuntivos e possui ação antioxidante.

    Ferro

    Atua na formação das células vermelhas do sangue, que têm como função transportar o oxigênio no organismo. Também ajuda a manter o sistema imunológico saudável.

    Ácido fólico

    Cumpre um papel importante em diversos processos do organismo, como divisão celular, produção de proteínas e formação das células vermelhas do sangue. É um nutriente fundamental durante a gravidez, pois auxilia na formação do tubo neural do feto.

  • Mudanca nos sintomas da raiva em animais requer atenção redobrada de clínicos

    Vigilância, orientação aos tutores e notificação aos órgãos oficiais são prioridades

    Com a disseminação do Sar-CoV-2, as atenções se voltaram à Covid-19. Outras doenças graves, porém, também precisam de um olhar cuidadoso. É o caso da raiva, que, em animais, passou a apresentar sinais diferentes dos observados no passado, o que pode acarretar a identificação tardia da zoonose e uma perda no aspecto preventivo.

    É o que alerta o Prof. Dr. Sílvio Arruda Vasconcellos, secretário-geral do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP). “A clássica agressividade nos animais infectados não tem sido observada. Já paralisias, salivação e ausência de apetite são sinais considerados mais comuns na atualidade.”

    No Estado, segundo a Prof. Dra. Valéria Gentil de Tommaso, que integra a Comissão Técnica de Políticas Públicas do CRMV-SP e atua no Instituto Pasteur, a mudança no perfil clínico da doença está atrelada ao fato de que, desde 1998, a variante 2 (canina) do vírus rábico não circula. “Houve, apenas casos isolados em cães e gatos, com variantes de morcegos.”

    De 2002 a 2020, no estado de São Paulo, foram registrados 13 casos de raiva em cães e 20 em gatos. “O número é relativamente pequeno, porém, não podem ser desconsideradas subnotificações ou, ainda, a não detecção de casos, uma vez que houve mudança no perfil clínico da doença”, diz Valéria.

    Sintomas neurológicos e o diagnóstico diferencial 

    Neste contexto, é preciso que os médicos-veterinários clínicos estejam atentos a animais com sintomas neurológicos e incluam a raiva no diagnóstico diferencial. De acordo com a Nota Informativa nº13/19 do Ministério da Saúde (MS), foram elencados os seguintes critérios em cães e gatos:

    Com sinais e sintomas neurológicos que foram a óbito ou submetidos à eutanásia; que morreram no período de observação de 10 dias após a agressão; os encontrados mortos por atropelamento ou sem causa definida; e suspeitos de raiva, advindos de clínicas particulares, faculdades ou outros estabelecimentos, que foram a óbito ou submetidos à eutanásia.

    Vírus identificado em morcegos frugívoros 

    Outro ponto que Vasconcellos enfatiza merecer destaque é o fato de ter sido identificado o vírus circulando em populações de morcegos frugívoros, em diversos estados brasileiros. O risco, nesse contexto, se dá pelo contato destes com morcegos hematófagos, de forma a transmitir o vírus aos que se alimentam de sangue.

    “Como se sabe, os frugívoros podem, ainda, cair em locais em que transitam pessoas e animais, o que facilita a ocorrência de mordidas acidentais, por meio das quais pode haver transmissão do vírus”, frisa Vasconcellos. O alerta é ainda maior se considerado que 90% das espécies de morcegos identificadas com raiva estão em áreas urbanas, de acordo com o MS.

    O papel do médico-veterinário 

    Os profissionais da Medicina Veterinária, em especial o clínico, têm papel fundamental na vigilância da raiva, uma vez que, na rotina de atendimento, será o primeiro a avaliar o animal doente, identificar a suspeita e notificar o serviço público. Também por isso, os profissionais devem manter-se prevenidos contra a raiva, com seus controles sorológicos anuais.

    “O médico-veterinário é estratégico, ainda, na orientação dos tutores quanto ao comportamento de cães e gatos e quanto à prevenção de mordeduras”, destaca Valéria, que ainda argumenta que, no Estado, há aproximadamente 120 mil atendimentos antirrábicos humanos anualmente, dos quais 85%, em média, são causados por cães e, 12%, por gatos.

    Confira quais as instituições que realizam o diagnóstico laboratorial da raiva, aqui no estado de São Paulo:

    – Instituto Pasteur (Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo);

    – Instituto Biológico (Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo);

    – Centro de Controle de Zoonoses (Secretaria de Saúde do município de São Paulo);

    – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP);

    – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Estadual Paulista (FMVZ-Unesp), campus Botucatu;

    – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ-Unesp), campus Araçatuba.

    Campanha de vacinação antirrábica é suspensa em São Paulo 

    Imunizar cães e gatos continua sendo de extrema importância

    Após decisão conjunta da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo com as administrações públicas dos municípios paulistas, a campanha de vacinação de cães e gatos contra a raiva não será mais realizada. O principal motivo é o risco de transmissão do novo coronavírus (Sars-CoV-2), que é potencializado em situações de aglomeração de pessoas.

    A suspensão da campanha foi oficializada por meio de uma deliberação (CIB nº 65/20), publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) no dia 07/08. Isso não significa que os pets não devam ser imunizados contra a raiva, que é uma doença grave em animais e humanos.

    “Manter a carteira de vacinação dos animais de estimação em dia, com as doses anuais, é uma responsabilidade dos tutores”, ressalta a médica-veterinária Valéria Gentil de Tommaso, que integra a Comissão Técnica de Políticas Públicas do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP).

    Para se ter uma ideia, de 2002 a 2020, no estado de São Paulo, foram registrados 13 casos de raiva em cães e 20 em gatos. “O número é relativamente pequeno, porém, não pode ser desconsiderada a não detecção de casos, pois a apresentação de sintomas da doença nos animais mudou e podem ser confundidos com os de outras doenças”, diz Valéria.

    Onde vacinar o seu pet 

    O serviço de vacinação está disponível em estabelecimentos privados de saúde animal, como clínicas e consultórios. Cabe ressaltar que a vacinação deve ser realizada por um médico-veterinário e nunca em balcões de petshops e casas de ração.

    Os serviços públicos municipais também são uma alternativa, pois continuarão dispondo de doses gratuitas da vacina aos tutores que levarem seus animais até os postos fixos de atendimento de sua cidade. Neste caso, a orientação é buscar por informação junto às secretarias de Saúde.

    Morcegos que comem frutas também podem transmitir a doença 

    A população também deve estar atenta aos morcegos. O médico-veterinário Sílvio Arruda Vasconcellos, secretário-geral do CRMV-SP afirma que, no Brasil, foi identificado que o vírus circula entre os que se alimentam de frutas. Eles podem aparecer em residências, ruas e praças, por exemplo. “Estes morcegos podem cair em locais em que transitam pessoas – inclusive crianças – e cães e gatos, o que facilita a ocorrência de mordidas acidentais, por meio das quais pode haver transmissão do vírus”, frisa Vasconcellos.

    Saiba o que fazer se uma pessoa ou um animal tiver contato com morcegos 

    Em caso de morcegos encontrados em comportamento não habitual – por exemplo, caídos no chão ou avistados durante o dia – é indispensável procurar o serviço de saúde o mais breve possível. O animal não deve ser tocado.

    O morcego precisa ser mantido no local para que a vigilância municipal providencie o recolhimento do animal para identificação e diagnóstico da raiva.

    Confira outros cuidados para evitar a raiva: 

    – não abra mão de manter seu pet vacinado contra a raiva todos os anos;

    – não permita que cães e gatos tenham acesso à rua, desacompanhados (este tópico merece atenção redobrada aos gatos que, devido seu hábito noturno e de caça, podem ter maior chance de contato com morcegos. Mesmo os gatos que vivem em apartamento devem estar vacinados);

    – não alimente ou tente contato com animais silvestres em parques;

    – caso seja mordido por cães, gatos, morcegos ou animais silvestres, lave imediatamente o ferimento com água e sabão e procure atendimento médico.

  • Universal Orlando revela a nova montanha-russa Jurassic World VelociCoaster

    CRIANDO UMA NOVA ESPÉCIE DE MONTANHA-RUSSA…

    UNIVERSAL ORLANDO RESORT REVELA A NOVA JURASSIC WORLD VELOCICOASTER – É A MONTANHA-RUSSA MAIS EMOCIONANTE E INTENSA, INSPIRADA NOS FILMES DE SUCESSO MUNDIAL

    Com abertura no verão norte-americano de 2021 no Universal’s Islands of Adventure, a Jurassic World VelociCoaster vai dar vida à emocionante e épica franquia de filmes da Universal Pictures e da Amblin Entertainment em uma montanha-russa radical 

    A montanha-russa com o lançamento mais alto e rápido da Flórida e uma turma feroz de Velociraptors estarão “à solta” no Universal Orlando Resort em 2021 com a estreia de Jurassic World VelociCoaster. Concebida e projetada pela premiada equipe da Universal Creative, em parceria com aclamados cineastas da Universal Pictures e Amblin Entertainment, esta nova espécie de montanha-russa traz uma série de manobras intensas que catapultarão os visitantes no ar a mais de 45 metros e a 112 km/h, junto com o mais rápido dos predadores pré-históricos. 

    Com abertura no parque temático Universal’s Islands of Adventure, a Jurassic World VelociCoaster será a primeira montanha-russa do mundo baseada na famosa franquia e apresentará uma história original que engloba as emoções, os dinossauros e os ambientes que os fãs viram na telona. Os visitantes se juntarão ao elenco original dos filmes  – Chris Pratt como Owen Grady, Bryce Dallas Howard como Claire Dearing e BD Wong como Dr. Henry Wu – enquanto o Jurassic World revela a próxima evolução de sua “expansão carnívora”: a VelociCoaster, onde os visitantes embarcam em uma corrida em alta velocidade e sentem a adrenalina da caça enquanto correm ao lado de um grupo ágil de Velociraptors.

    A Jurassic World VelociCoaster elevará o patamar quando o assunto é a criação de montanhas-russas radicais e se tornará a experiência definitiva para os entusiastas de montanhas-russas e para os que buscam fortes emoções. Abrangendo mais de 1.430 metros de trilhos e alcançando alturas de até 47 metros, as manobras, que são a assinatura desta montanha-russa, farão com que os visitantes girem e planem sobre a terra, rodem em espiral a apenas alguns centímetros acima da água, acelerem para lançamentos dentro do paddock e muito mais … com apenas uma barra de segurança matendo-os no lugar. Preparem-se para: 

    • Acelerar com dois lançamentos, o mais rápido atingindo 112 km/h em 2,4 segundos
    • Encontrar uma manobra única, um espiral de 360 ​​graus, a apenas centímetros acima da lagoa do Islands of Adventure
    • Experimentar uma inversão de gravidade zero que virará os visitantes de cabeça para baixo por 30 metros ao longo da pista, em uma manobra de cair o queixo, a primeira do tipo já criada
    • Voar durante a altíssima “cartola”, que impulsiona os visitantes a quase 50 metros no ar e depois, imediatamente, em uma queda de 80 graus – a queda mais acentuada do Universal até o momento
    • Encarar um total de 12 segundos de “tempo no ar” – aquela sensação emocionante de gravidade zero que os visitantes sentem quando são levantados de seus assentos – durante a experiência completa

    Jurassic World VelociCoaster será a próxima adição emocionante ao Jurassic Park, no Universal’s Islands of Adventure. Somente nesta área imersiva os visitantes podem ficar cara a cara com dinossauros em tamanho real, em experiências incríveis de parques temáticos, incluindo Jurassic Park: River Adventure, em que um passeio de bote se transforma em um ousado mergulho de oito andares para escapar de um feroz T- Rex; o Raptor Encounter, onde o visitante testa sua coragem ao chegar perto da Blue, a Velociraptor, além das mais novas adições ao paddock desta atração – bebês raptors – enquanto aprendem mais sobre os carnívoros espertos. Os visitantes também podem satisfazer sua gula com novos itens de refeições deliciosas inspirados em Isla Nublar. 

    Mais detalhes sobre a montanha-russa serão revelados nos próximos meses. Para obter mais informações e para se inscrever para receber atualizações exclusivas sobre a Jurassic World VelociCoaster, visite www.universalorlando.com. 

  • Complexo de Visitantes da NASA oferece atração sobre Marte

    Embora a ideia de humanos vivendo em Marte possa parecer ficção científica, a NASA continua avançando em direção a esse objetivo. E se você quer sentir de perto a experiência de visitar o Planeta Vermelho, a atração Journey to Mars: Explorers Wanted no NASA Kennedy Space Center Visitor Complex é parada obrigatória.

    Os visitantes podem experimentar a vida em Marte por meio de atividades interativas, como simuladores de pouso e simuladores de acoplamento orbital. Também é possível assistir a apresentações explicativas de como será á a vida no Planeta para os humanos e verificar os projetos do veículo Orion, que será lançado no topo do Space Launch System (SLS) e levará os primeiros exploradores à Marte.

    Em 30 de julho de 2020, foi lançado a bordo do foguete ULA Atlas V o veículo de exploração de superfície Perseverance como parte da missão Mars 2020 do Programa de Exploração do Planeta Vermelho.

    Em Journey to Mars, há exposição de imagens, descrições e citações de engenheiros, programadores, cientistas e outros especialistas que fazem parte da equipe da missão a Marte. A atração está incluída na admissão diária ao Complexo.

    Como parte do compromisso do NASA Kennedy Space Center Visitor Complex de criar um espaço de confiança para visitantes e funcionários, medidas e procedimentos estão em vigor que incluem limitação da capacidade, exigência de máscara facial e controle de temperatura, distanciamento social e aumento da frequência de desinfecção dos locais.

  • Aruba, a Ilha Feliz, aposta no turismo sustentável e na proteção do meio ambiente

    A crise causada pela pandemia de Covid-19 motivou um grande número de mudanças em todos os setores, como o turismo. O setor sempre teve uma grande capacidade de resiliência e adaptação, e esta conjuntura é um bom momento para repensar como as coisas estão sendo feitas, sobretudo questões fundamentais como a sustentabilidade.

    Com o fechamento de fronteiras e a ausência de turistas, as autoridades de Aruba puderam observar diversos impactos positivos no meio ambiente. Portanto, uma série de medidas já foram tomadas para preservar as mudanças na natureza, flora e fauna, afim de promover um turismo mais consciente e sustentável, e avaliar os impactos negativos das atividades de aventura.

    No Parque Nacional Arikok, tesouro nacional da Ilha, que compreende 18% do território, foram tomadas novas medidas de proteção à natureza, incluindo a criação de experiências digitais para ajudar a reforçar o distanciamento social, como visitas virtuais guiadas, e diretrizes para limitar o tamanho das caravanas e reduzir o fluxo de pessoas.

    Os planos incluem ainda a promoção de programas de aventura sustentáveis e de baixo impacto, com foco na conectividade e acessibilidade para todas as operadoras de turismo ligadas ao parque.

    “Para Aruba, a sustentabilidade sempre foi um dos pilares fundamentais para manter o equilíbrio entre o bem-estar econômico, o crescimento do turismo e a proteção dos nossos recursos naturais. Não surpreendentemente, novas diretrizes foram criadas para a proteção do meio ambiente. A pandemia acelerou a necessidade de tomar medidas imediatas para proteger a riqueza natural do Parque Arikok e manter um equilíbrio entre o turismo sustentável e o turismo de aventura, realizado tanto por visitantes quanto por moradores locais”, afirma Miriam Dabian, diretora para a América Latina da Autoridade de Turismo de Aruba (ATA).

  • Dificuldade para engravidar: conheça os principais motivos

    Especialista em saúde da mulher comenta o problema que afeta 15% dos casais

    Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) classificam como inférteis os casais que tentam engravidar e encontram dificuldades após o período de um ano, mesmo com relações frequentes e sem qualquer forma de contracepção. Segundo a entidade, 15% dos casais em idade reprodutiva são afetados, ou seja, cerca de 80 milhões de pessoas no mundo. Problemas como cistos, hipotireoidismo, endometriose, adenomiose, miomas, alterações hormonais, entre outros, estão entre as causas mais comuns. 

    “Os números são altos e a situação pode assustar um pouco, mas é importante destacar que infertilidade não é igual a esterilidade. O casal infértil tem muitas chances de engravidar, o importante é determinar as causas e agir para solucionar”, explica Dr. Marcos Tcherniakovsky, ginecologista e obstetra, especialista em endometriose e Diretor de Comunicação da Sociedade Brasileira de Endometriose (SBE). 

    Se tratando especificamente da saúde da mulher, de acordo com o Ministério da Saúde, a infertilidade pode estar relacionada a:  

    Ovários: a presença de cistos, inflamações, ausência de ovulação, problemas de baixa tireóide (hipotireoidismo), idade da mulher a partir de 35 anos e menopausa precoce podem causar quadros de infertilidade.  

    Tubas uterinas: a obstrução das tubas pode impedir o encontro do óvulo com o espermatozóide. Os motivos para isso podem variar de doenças que causam inflamação pélvica, como endometriose, adenomiose, Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) e até alteração do muco cervical. 

    “A endometriose é responsável por 30% a 50% dos casos de infertilidade. Ela acontece quando o tecido do endométrio, que deveria ser expelido na menstruação todos os meses, migra no sentido oposto, para a cavidade abdominal e órgãos da pelve. Da mesma forma, a adenomiose que faz com que o endométrio se instale na parede muscular do útero (miométrio), causando alterações que  provocam não apenas quadros de infertilidade, mas abortamento frequente”. Por outro lado cerca de 30% são assintomáticas comenta o médico. 

    Óvulos: Alterações na ovulação como em espermatozóides podem interferir na fecundação. Dessa forma, exposição à radiação e medicamentos tóxicos, assim como problemas nos cromossomos podem interferir na sua qualidade e fertilidade.  

    Hormônios: é na parede do endométrio que ocorre a fixação do embrião, para o desenvolvimento da gestação. Este ambiente é regulado pelos hormônios estrógeno e progesterona, que se não estiverem em funcionamento normal podem dificultar a gravidez.  

    “Exames de imagem colaboram para o diagnóstico correto, como ultrassonografia e ressonância pélvica. Os tratamentos vão depender do histórico de saúde da paciente e do problema responsável pelo quadro de infertilidade”, comenta Dr. Marcos. 

    O acompanhamento de rotina com o médico ginecologista, para manter a saúde da mulher em dia e evitar que os problemas se agravem, são essenciais. Por meio dele, é possível detectar, inclusive de forma precoce, patologias que possam causar infertilidades. “O ginecologista pode tratar das doenças de sua especialidade e também indicar um tratamento multidisciplinar, até que a fertilidade seja restabelecida”, esclarece o Dr. Marcos.

  • Chegada da primavera traz alerta sobre questões de saúde em pets

    Hoje, 22, entramos na estação mais florida do ano, a primavera. No entanto, esse período pode também predispor os pets à alguns riscos e, por isso, Márcio Barboza, médico-veterinário e gerente técnico da MSD Saúde Animal, traz seis dicas para que os tutores fiquem atentos e, assim, possam garantir uma temporada saudável aos cachorros e gatos.

    “A primavera é o período de transição da estação mais seca para a época mais úmida e com maiores temperaturas. Essa variação climática é propícia para os animais de estimação desenvolverem não somente problemas dermatológicos, respiratórios, alergias e intoxicações, mas também para que estejam mais suscetíveis a pulgas, carrapatos, leishmaniose e leptospirose.”, explica o médico-veterinário.

    Pulgas e carrapatos
    O aumento da temperatura ocasiona a proliferação das pulgas e carrapatos e a melhor maneira de proteger os pets é a utilização dos ectoparasiticidas. “Todos os animais estão suscetíveis a esses ectoparasitas em todas as épocas do ano, dentro ou fora de casa, mas os animais ficam mais propensos nesta estação. Por isso, é muito importante que o tutor use produtos corretos com longa duração, de preferência até doze semanas de proteção, e rápida eficácia”, alerta Marcio Barboza.

    Leishmaniose
    Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é líder nos casos da doença no continente americano, representando aproximadamente 96% do total de casos. A propagação da leishmaniose acontece a partir da picada do mosquito-palha infectado pelo protozoário Leishmania chagasi. O inseto infectado pode picar não somente o cão, mas também as pessoas com quem ele convive, por isso é importante proteger o animal e, consequentemente, toda a família, sendo em área endêmica ou não.

    “A principal maneira de garantir a prevenção é o uso da coleira que após a sua colocação no pescoço do cão, começa a liberação do seu princípio ativo, a Deltametrina. Além disso, vale a atenção com os cuidados básicos como manter o local do pet limpo e com telas anti-mosquito na janela para manter o mosquito afastado”, explica o médico-veterinário.

    Leptospirose
    A combinação de calor com chuva, que é muito comum nessa época do ano, também contribui para o aumento dos casos de leptospirose, adquirida principalmente pelo contato com a urina infectada de ratos e cães. A principal forma de prevenir essa doença é por meio da vacinação contra os principais tipos de leptospiras presentes no Brasil.

    Além disso, assim como a leishmaniose, é muito importante a higienização dos lugares em que os pets ficam. No entanto, após a vacinação, o principal cuidado é não deixar ração em local aberto para que ratos não sejam atraídos. A melhor forma é fornecer a alimentação em horários específicos e retirar os pratos na sequência.

    Plantas e flores
    A estação florida traz esse alerta aos proprietários dos cachorros e gatos, principalmente aqueles que possuem jardins em sua casa e as flores podem ser atrativo como petisco aos animais. No entanto, é preciso estar alerta pois algumas plantas são consideradas tóxicas e devem ser evitadas como por exemplo a azaleia, copo de leite, mamona, bico-de-papagaio, costela-de-Adão, comigo-ninguém-pode e hortênsia.

    Adubos industrializados ou orgânicos também são extremamente perigosos, tanto pela possibilidade de ingestão pelos animais quanto por atrair insetos como aranhas, abelhas, sapos, rãs, formigas, algumas lagartas, cobras e escorpiões, que chamam a atenção do animalzinho e podem feri-lo.

    Alergias dermatológicas
    A primavera é o período da troca de pelo dos animais e, com isso, há uma maior tendência a apresentar doenças de pele, como dermatites. Por isso, é essencial prestar atenção se a pelagem está caindo mais do que o normal. “Existem diversas dermatites e só um médico-veterinário vai poder identificar a causa e o melhor tratamento. Mas é importante saber que essas alergias podem ocorrer por picadas de pulgas e carrapatos, pólen das flores e até reações alérgicas a alimentos e medicamentos”, reforça Marcio Barboza.

    As alergias na primavera são mais propensas pelo fato de que a pelagem fica mais espessa, pesada, deixa a pele mais sensível, e os subpelos que nascem para proteger os animais na baixa temperatura são substituídos por um pelo mais leve e curto. Com a troca a pele fica mais sensível podendo desencadear, com maior facilidade, eritemas (vermelhidão), pústulas (infecção bacteriana secundária), prurido (coceira) ou outros sinais dermatológicos mais graves.

    Curta a primavera!
    A primavera é uma estação linda, e tomando os cuidados necessários o período pode ser muito saudável para o pet. No entanto, se o tutor identificar algo estranho com o animal, a melhor recomendação é a ida ao veterinário para que ele possa identificar o problema e utilizar a melhor estratégia para o tratamento.

  • Primavera exige cuidados extras com os pets

    Médicos-veterinários do CRMV-SP alertam sobre o aparecimento de insetos e parasitas, além dos perigos da ingestão de plantas tóxicas

    Sem o frio do inverno que pode causar problemas respiratórios agudos ou, ainda, o sol e calor escaldante do verão, a primavera, que tem início dia 22 de setembro, é considerada a estação mais confortável para os pets. Apesar disso, é preciso ter alguns cuidados extras com a saúde e o bem-estar dos animais de estimação e atenção ao levá-los para passeios.

    De acordo com o médico-veterinário Otavio Verlengia, da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), com o aumento da temperatura, “os animais podem começar a pegar mais parasitas, como carrapatos e pulgas”, que têm seus metabolismos acelerados e se proliferam pelas áreas gramadas.

    Verlengia enfatiza que os tutores precisam ter cuidados durante os passeis para que os pets também não sejam alvo de formigas ou abelhas, “o que normalmente causa alergias preocupantes nos pets”.

    Alergias também podem ser causadas pelo pólen, ocasionando espirros e o desenvolvimento de rinites. Integrante da Comissão de Bem-estar Animal do CRMV-SP, a médica-veterinária Rosângela Gebara esclarece que, apesar desses casos serem raros no Brasil, é importante procurar um médico-veterinário caso haja alteração no comportamento do pet após passeios.

    Risco de intoxicação

    As plantas e flores ainda podem representar outro perigo aos animais de estimação. De acordo com o médico-veterinário Otávio Verlengia, a ingestão de algumas delas pelos pets pode desencadear problemas graves.

    As espécies mais comuns em parques e jardins na estação e podem ser perigosas se ingeridas são a azaleia, o bico-de-papagaio, a acomigo-ninguém-pode, o crisântemo, a dama da noite, e o lírio. “Os animais gostam da florada, mas a ingestão das flores é um perigo para eles e pode causar intoxicação”, alerta.

    Confira alguns cuidados especiais durante a Primavera

    – Tenha atenção às temperaturas: a partir dos 25oC, o chão pode queimar as patinhas dos pets;

    – Cuide do peso, da alimentação, e principalmente da hidratação. Esta é uma boa estação para exercitar os pets;

    – Verifique se a vacinação está em dia, pois as condições meteorológicas da estação podem levar ao aumento de casos de leptospirose;

    – Não frequente espaços em que a vegetação esteja com mais de 10 cm de altura;

    – Não deixe plantas tóxicas ao alcance dos pets;

    – Mantenha rígido controle dos insetos e parasitas usando produtos repelentes e parasiticidas sistêmicos (orais ou transdérmicos), com critério e sob supervisão médica-veterinária;

    – Procure manter os animais em ambientes frescos, arejados, sem de uso de desinfetantes concentrados e perfumados;

    – Busque sempre orientação de manejo de seu animal com seu médico-veterinário e busque o profissional sempre que o pet apresentar alterações de saúde ou de comportamento.

  • Mitos e verdades sobre os descongestionantes nasais

    O Dr. André Fraga Moreira, otorrinolaringologista do Consulta Aqui, esclarece as dúvidas sobre esse tipo de medicamento.

    Descongestionantes nasais são medicamentos de ação vasoconstritora, ou seja, faz com que os vasos sanguíneos se contraiam, reduzindo seu volume. São indicados para obstrução nasal aguda e em alguns procedimentos pós-operatórios. Devido aos efeitos colaterais e risco de dependência, devem sempre ser utilizados sob prescrição médica.

    Para entender melhor os efeitos desses fármacos, o Dr. André Fraga Moreira, otorrinolaringologista do Consulta Aqui, elaborou uma lista do que é mito e verdade sobre o assunto.

    -Descongestionante nasal vicia.
    Verdade. Esses medicamentos são produzidos a partir de substâncias como a oximetazolina, nafazolina e xilometazolina, que podem causar dependência.

     -Descongestionantes nasais causam hipertensão arterial e taquicardia.
    Verdade. Por possuírem efeitos semelhantes ao da adrenalina, podem causar taquicardia, aumento da pressão arterial e arritmia.

    -O uso constante de descongestionantes nasais pode matar.
    Verdade. Em casos mais graves, podem levar o usuário a uma parada cardíaca e, consequentemente, à morte.

    -Crianças podem usar descongestionantes nasais.
    Mito. Crianças, principalmente as menores de seis anos, não devem usar tais medicamentos, pois, terão as mesmas reações dos adultos (taquicardia e aumento de pressão), porém, por conta do menor peso, em maior intensidade.

    -Idosos podem usar descongestionantes nasais.
    Verdade. Porém, seguindo recomendação médica e com muita cautela, pois, nessa faixa etária há maior frequência de problemas cardíacos e de hipertensão.

    -Existem descongestionantes nasais naturais.
    Mito. Contudo, inalações com soro fisiológico ou vapor d’água do próprio banho podem ajudar a soltar a secreção e a umidificar as narinas em dias mais secos.

    -Descongestionantes nasais “corroem” o nariz.
    Mito. Não existem casos relatados de tal fato.

    -A utilização de descongestionantes nasais por mais de cinco dias pode causar rinite medicamentosa.
    Verdade. Constitui-se como efeito colateral do medicamento.

    -Descongestionantes nasais causam sinusite.
    Mito. Não existe relação do aparecimento da doença como efeito colateral do fármaco.

    -Descongestionantes nasais devem ser usados em caso de COVID 19 para dissolver a secreção (catarro) e conter inflamações internas. Os do tipo “spray”, inclusive, ajudam na prevenção da doença.
    Mito. Não existem estudos em relação ao assunto. No mais, qualquer sintoma persistente de obstrução nasal deve ser investigado por um médico. “A automedicação com descongestionantes nasais pode trazer graves riscos à saúde. O ideal é sempre procurar um otorrinolaringologista para, se necessário, indicar e orientar a forma correta de utilização”, adverte o Dr. Fraga.

  • Hard Rock Hotel & Casino Punta Cana faz campanha para preservação de tartarugas marinhas

    Das sete espécies que ainda existem no mundo (tartaruga-de-couro, cabeçuda, verde, tartaruga marinha de Kemp, pente, tartaruga marinha australiana e oliva) seis estão em perigo de extinção

    Existe no mundo sete espécies de tartarugas marinhas e seis delas estão correndo sérios riscos de extinção, vivendo em oceanos tropicais, indo para as costas para fazer ninhos sua população diminuiu drasticamente por diversos motivos, como caça ilegal, perda de habitat ou mudança climática.

    Por esta razão, o Hard Rock Hotel & Casino Punta Cana, desenvolveu um programa de proteção às tartarugas marinhas, como parte do projeto de manejo da fauna silvestre, conservar e recuperar a população de três espécies de tartarugas que constroem seus ninhos nas praias do hotel.

    Com uma área privativa que garante bastante tranquilidade aos hóspedes, o hotel está fazendo uma ação de conscientização e apelo aos colaboradores e visitantes das praias para relatar o avistamento de ninhos e/ou tartarugas na praia, a fim de proteger o espaço pois  tartarugas marinhas apresentam um complexo ciclo de vida marcado por extensas migrações entre as áreas de alimentação e de desova.

    “Essas ações de conservação da biodiversidade silvestre, principalmente dessas espécies, contribuem para os aspectos mais próximos do desenvolvimento sustentável e do bem-estar ecológico, social, científico, educacional, cultural e recreativo”, afirma o Hard Rock Hotel & Casino Punta Cana por meio de comunicado.

    Na região continuam a ser desenvolvidas estratégias para contribuir para o aumento do número de tartarugas marinhas, uma vez sua população na República Dominicana está em estado crítico, com menos de 30 fêmeas por ano nas principais costas de desova.

    Para conhecer mais, acesse https://es.hardrockhotelpuntacana.com/