Autor: agitosp

  • Transforme a poupança involuntária da pandemia em hábito

    Faltou onde gastar? Como transformar a “poupança involuntária” da pandemia em hábito

    Dentre quem economizou em 2020, 56% reduziram gastos com viagens, festas ou bares e restaurantes e 7% guardaram por “não ter onde gastar”

    Do ponto de vista financeiro, a pandemia de coronavírus resultou em perda de renda e dificuldades de fechar as contas para muitos brasileiros. Mas uma parcela deles, de 36%, conseguiu poupar em 2020 – e em boa parte, justamente pelas ações tomadas para conter a disseminação da Covid-19.

    Entre as pessoas que economizaram no ano passado, 56% o fizeram porque reduziram gastos com viagens, festas ou idas a bares e restaurantes, todas atividades prejudicadas pela necessidade de isolamento social. Nada menos que 7% guardaram dinheiro – vejam só – simplesmente porque “não tinham onde gastar”, conforme os dados apurados pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) na pesquisa Raio-X do Investidor.

    Economizar nem sempre foi uma escolha nos últimos meses. Em certos casos, foi um “ato involuntário” devido às circunstâncias. Mas poderia a experiência despertar os brasileiros que até então não tinham o hábito de poupar para o admirável mundo novo em que sobra dinheiro na conta no fim do mês?

    Com o avanço da vacinação e os negócios voltando a funcionar, existe a possibilidade de que as pessoas abandonem o hábito que, em condições normais, é difícil incorporar – mas também não é impossível. Planejadores e educadores financeiros ouvidos pelo InfoMoney indicaram maneiras de aproveitar o embalo dos últimos tempos para engrenar numa rotina financeira mais saudável.

    O primeiro passo para qualquer um, segundo o planejador financeiro CFP Flávio Pretti, é adquirir consciência sobre os gastos e entender se eles são realmente necessários. Para isso, ele sugere fazer um mapeamento de todas as despesas – seja em um caderninho, numa planilha ou em um dos diversos aplicativos de controle financeiro disponíveis atualmente.

    “Somos bombardeados para consumir e fazemos isso sem avaliar o quanto custa de fato. Você vende um pedaço da sua vida para ter renda e, às vezes, não tem noção de quantas horas da sua vida gasta para comprar um bem”, diz Pretti, lembrando que comprar é um ato emocional, e não racional. Quando a informação sobre os gastos  é tangibilizada, é mais fácil tomar decisões.

    A pandemia, na visão de Valter Police, planejador fiduciário na Fiduc, criou uma oportunidade para as pessoas que achavam que não tinham condições de guardar dinheiro. Ele ressalta que as decisões de consumo são mais emocionais do que racionais, o que conduz ao imediatismo. Para transformar o hábito de poupar em um “vício positivo”, é importante entender que gastar não é sinônimo de felicidade, segundo Police. Projetar a economia feita hoje para o futuro e ter objetivos para cada fase da vida, diz, ajuda na percepção de ganho.

    “Precisamos olhar para o futuro e entender o efeito que os juros compostos têm sobre o dinheiro poupado por algum tempo”, sugere Police. “Gostamos muito de curto prazo, nossos instintos nos dizem para estarmos vivo hoje, viver o agora. Mas se você der um tempo para o dinheiro, ele poderá se multiplicar”. Para demonstrar sua tese, o planejador simula cinco cenários para um investimento mensal de R$ 1.000 ao longo dos anos:

    Para estabelecer objetivos, a educadora e planejadora financeira pessoal Carol Stange sugere ser específico, dando “nome e sobrenome” a cada um. Se o objetivo for, por exemplo, ter dinheiro suficiente para uma viagem, o ideal é definir de antemão para onde, quando e como será feito o passeio, para então estabelecer quanto guardar mensalmente para atingir a meta. “Poupar por poupar é chato. Quando se tem um motivo bem definido, é mais fácil correr atrás.”, afirma. Isso porque um objetivo claro pode ser subdividido em metas menores, mais rápidas de atingir.

    Mapear gastos e reduzir despesas – como aconteceu naturalmente para algumas pessoas na pandemia – podem não ser ações suficientes para alcançar as metas, segundo Carol. Às vezes, é preciso tirar o foco de “economizar” e mirar em “ganhar mais dinheiro”. Isso pode exigir pensar em buscar novas fontes de renda extra, em mudar de emprego ou em se especializar em alguma área profissional. “Se a pessoa não consegue fechar o mês no azul, não vai conseguir poupar. Precisa mudar o foco, investir em mais formas de ganhar dinheiro e depois multiplicar esse dinheiro”, avalia.

    Por que é difícil poupar?

    Letícia Camargo, planejadora financeira CFP, explica porque poupar é uma missão difícil para os brasileiros. Primeiro, é importante lembrar que o Brasil foi por décadas um país com alta inflação. Depois, falta educação financeira nas escolas. “Vivemos muito tempo com uma inflação galopante e não fomos acostumados a planejar ou poupar. A gente recebia o salário e saía correndo para comprar. Na cabeça do brasileiro ainda é ganhou, gastou”.

    Pretti ressalta que a dificuldade de poupar é uma questão estrutural. “Quando conversamos com neurocientistas, entendemos que não fomos estimulados a planejar e não temos estrutura para lidar com pensamento de longo prazo. É difícil pensar em objetivos distantes do imediato. É um desafio”, diz.

    Primeiro passo: dê o primeiro passo

    Tanto planejar quanto poupar são ações que precisam ser começadas para, aos poucos, se tornarem um hábito. Inicialmente, podem ser processos maçantes – que ficam mais interessantes quando os primeiros resultados começam a aparecer. Pretti observa que quem já fazia planejamento financeiro antes da pandemia certamente passou pela situação com menos dificuldades. Ele estima que a economia feita pelas pessoas que começaram o controle de gastos pode ter ficado entre 10% a 15% da renda.

    Um grande estímulo, diz Pretti, é fazer o exercício de olhar para o futuro. “Eventos adversos fazem parte do nosso cotidiano, e o dinheiro guardado e bem aplicado é um protetor da sua qualidade de vida. Serve como um colchão para você não se machucar”, afirma.

    Conforme guardar dinheiro se torna mais fácil, é possível começar a pensar em investir. Há, porém, alguns passos a serem dados, um por vez. “Vemos muita gente querendo começar a jornada de investimento direto na bolsa. Mas antes é preciso formar uma reserva financeira para emergências e conhecer um pouco sobre o tema. Senão, vai se machucar”, alerta Carol. É como uma maratona, diz a especialista. “Você começa correndo um pouco, contornando as lesões e adaptando os treinos, até chegar à maratona”.

    Fonte: Info Money

  • Os maiores vilões da conta de luz nos lares dos brasileiros

    Geladeira, chuveiro, aquecedor e ar-condicionado são os vilões da conta de luz nos lares brasileiros e passaram a pesar ainda mais no orçamento após o aumento da bandeira tarifária vermelha patamar 2, cuja cobrança extra passou de R$ 6,24 para R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos — uma alta de 52%.

    De acordo com simulação realizada pela Plataforma Clima e Consumo do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) com 11 equipamentos elétricos, a geladeira frost free é o eletrodroméstico que mais consome energia (56,88 kWh/mensal) porque precisa ficar ligada 24 horas.

    Na bandeira verde, uso do refrigerador por um mês geraria um gasto de R$ 37,34. Na bandeira vermelha reajustada, por sua vez, o valor subiu para R$ 39,19.

    Na bandeira verde, uso do refrigerador por um mês geraria um gasto de R$ 37,34. Na bandeira vermelha reajustada, por sua vez, o valor subiu para R$ 39,19.

    Na avaliação de Clauber Leite, coordenador do programa de energia do Idec, o isolamento social provocado pela Covid-19 fez com que muitos brasileiros priorizassem o conforto dentro de casa e consumissem mais energia

    Buscar equipamentos mais eficientes, segundo o coordenador, é a melhor forma de reduzir o consumo de energia sem deixar de utilizar os eletrodromésticos que facilitam o dia a dia.

    “Existem geladeiras mais eficientes, que geram uma economia de até R$ 30 por mês. A gente consegue checar o consumo médio delas na própria etiqueta”, indicou o coordenador. 

    Estratégias para economizar energia

    • Trocar lâmpadas fluorescentes por lâmpadas led;
    • Apagar as luzes durante o dia;
    • Reduzir tempo de banho para, no máximo, 5 minutos;
    • Passar apenas as roupas necessárias;
    • Desligar equipamentos em desuso da tomada;
    • Diminuir a temperatura da geladeira no inverno;
    • Se possível, trocar eletrodomésticos antigos por modelos novos.

    Fonte: G1

  • Colesterol controlado ajuda a preservar a saúde vascular

    Conheça as influências do colesterol no organismo e a importância de mantê-lo controlado

    O colesterol é um tipo de gordura essencial para o funcionamento de células do cérebro, nervos, músculos, pele, fígado, intestinos e coração. No entanto, se seus níveis no organismo estão em excesso, ele pode dificultar o fluxo do sangue em alguma região, pois se acumula dentro da parede das artérias. Por isso, é necessário controlar esse acúmulo para que não haja obstrução da passagem do sangue e cause grandes problemas circulatórios, como o infarto, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e falta de circulação nas extremidades que, em alguns casos, pode evoluir para uma amputação, do membro afetado.  

    As artérias são vasos dentro do corpo humano que levam o sangue do coração para as outras extremidades, e as veias trazem o sangue das extremidades de volta ao coração. Conforme diz o presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), Dr. Bruno Naves, nossa circulação funciona como o trânsito nas ruas. “Para que o fluxo de carros flua sem congestionamentos ou transtornos, quanto melhor for a estrada, sem obstáculos, melhor será o trânsito. Na circulação funciona assim também: se temos um vaso limpo, com paredes lisas, o fluxo de sangue será bom”, afirma.

    Existem diferentes tipos de colesterol, são eles:

    • Lipoproteínas de alta densidade (HDL) – É conhecido como o colesterol “bom”, pois leva o excesso de colesterol no sangue para o fígado, que o remove do corpo.
    • Lipoproteínas de baixa densidade (LDL) – É conhecido como o colesterol “ruim”, pois leva ao acúmulo de placas de gordura em suas artérias, que pode causar doenças cardíacas.
    • Lipoproteína de densidade muito baixa (VLDL) – Também é conhecido como colesterol “ruim”, pois contribui para o acúmulo de placas de gordura nas artérias. Mas é diferente do LDL, porque este carrega colesterol, e o VLDL carrega triglicérides, um outro tipo de gordura encontrada no sangue.

    Dr. Bruno reitera que é muito importante manter os níveis de colesterol sempre controlados. Para isso, ele recomenda evitar comidas que contenham muita gordura de origem animal, e consumir mais legumes, verduras, grelhados, frutas, alimentos integrais, fibras e cereais. E também aconselha a prática de atividade física aeróbica, como, por exemplo, a natação, a caminhada, bicicleta, dança, entre outras. Além disso, duas vezes na semana, fazer atividade resistida, como musculação ou pilates. O tabaco também deve ser cortado dos hábitos.

    Existem outras doenças que também representam perigos para a saúde vascular e devem ser combatidas. A obesidade, por exemplo, aumenta muito o trabalho do coração de ter que mandar sangue para um tanto de células gordurosas que estão em excesso e ajudam a causar um estreitamento das artérias dificultando a circulação. O tabagismo traz milhares de componentes que fazem mal a diversos sistemas do organismo, e, no sistema vascular, promove uma lesão na parede das artérias que vai se acentuando com o passar do tempo e leva ao fechamento ou estreitamento importante desses vasos. No caso do sedentarismo, o sangue parado aumenta o risco de formar coágulos ou trombos, que podem causar uma interrupção da circulação, conhecida como trombose. E o estresse é causador de uma contração dos vasos arteriais que, quando muito frequente, pode danificar sua parede e levar a danos irreversíveis.

    A SBACV tem como missão levar informação de qualidade sobre saúde vascular para a população. Para buscar um especialista associado da entidade, por região, basta acessar o link.

  • Comer grãos integrais ajuda a controlar o peso e a pressão sanguínea, diz estudo

    Comer pelo menos três porções diárias de grãos integrais pode ajudar a manter o peso e os níveis adequados de açúcar e pressão no sangue, segundo um novo estudo. Uma porção de grão integral corresponde a uma fatia de pão integral, meia xícara de aveia ou de arroz integral.

    “Incluir grão integrais em uma dieta saudável traz muitos benefícios à saúde”, diz a cientista Nicola McKeown, autora do estudo e membro da equipe de nutrição epidemiológica do Centro de Pesquisas em Nutrição Humana no Envelhecimento da Universidade Tufts, em Boston, nos Estados Unidos.

    No estudo, publicado nesta terça-feira (13) na revista especializada Journal of Nutrition, os pesquisadores acompanharam 3.100 pessoas na faixa etária dos 50 anos, em intervalos de 4 anos, durante 18 anos. Dessa forma, conseguiram rastrear mudanças nos hábitos alimentares com o passar do tempo. 

    Comparados com aqueles que comiam meia porção de grãos integrais, as pessoas que ingeriam três ou mais porções diárias do alimento apresentaram menor aumento na circunferência abdominal e maior declínio nos níveis de triglicérides a cada 4 anos. 

    Também foram observados menores aumentos nos níveis de açúcar no sangue e na pressão sanguínea daqueles que incluíram grãos integrais na dieta, mesmo quando houve algum aumento na circunferência abdominal. Segundo McKeown, gerenciar esses fatores de risco pode ajudar prevenir doenças cardíacas à medida que envelhecemos.

    Por que grãos integrais?

    Comer grãos integrais, como nossos ancestrais faziam, fornece ao organismo uma série de benefícios que se perdem quando o grão é processado. A farinha branca presente em pães, biscoitos e massas é pobre em fibras, antioxidantes, vitaminas, magnésio e potássio, devido à perda desses nutrientes durante o processamento. Apenas o amido é preservado.

    Como são ricos em fibras, os grãos integrais dão maior sensação de saciedade, o que ajuda a reduzir a ingestão de calorias.

    “Além disso, o magnésio, o potássio e os antioxidantes presentes nesses grãos contribuem para diminuir a pressão sanguínea”, afirma a pesquisadora Caleigh Sawicki, outra autora do estudo. Ela diz que as fibras solúveis também podem controlar os picos de glicose no organismo após as refeições.

    Por esses motivos, as pesquisadoras recomendam a substituição dos grãos refinados pelos integrais na maior parte das refeições. Elas sugerem optar pelos cereais integrais no café da manhã em vez de pães e biscoitos de farinha refinada, incluí-los na salada e trocar o arroz branco pelo integral na hora do almoço.

    “Qualquer mudança na alimentação para incluir grãos integrais fará diferença na sua saúde com o passar do tempo”, diz McKeown.

    Fonte: CNN

  • Diabetes: 5 dicas para treinar e controlar a glicemia

    Nutricionista explica porque exercícios são considerados tratamento e traz orientações de alimentação para o pré e pós-treino

    O diabetes é uma das doenças crônicas mais incidentes no Brasil, afetando pelo menos 16 milhões de pessoas no país, de acordo com o International Diabetes Federation (IDF). A maior parte dos casos é de debates tipo 2, que está diretamente ligado ao estilo de vida, especialmente ao sobrepeso. E com os índices de obesidade aumentando na população, a doença também vem crescendo, inclusive entre os mais jovens. “O diabetes causa um desequilíbrio metabólico capaz de trazer diversas repercussões negativas para a saúde. Por isso, é essencial preveni-la desde cedo – e a melhor forma de fazer isso é por meio da alimentação saudável e de exercícios físicos”, afirma o nutricionista esportivo e ortomolecular Rafael Felix, da Via Farma.

    Para quem convive com a doença, o especialista diz que é possível manter uma boa qualidade de vida, desde que as orientações do médico e as mudanças de hábitos sejam seguidas. “Muitos pacientes conseguem manter uma ótima composição corporal, ou seja, uma proporção saudável entre gordura e massa magra. Isso pode, inclusive, reduzir o uso de insulina nos insulino-dependentes”, pontua Felix, e acrescenta que o benefício é o resultado de uma dieta balanceada e de uma rotina consistente de treinos.

    Os exercícios físicos, aliás, são considerados tão importantes quanto os medicamentos no tratamento do diabetes, melhorando a sensibilidade à insulina e indicadores como a glicemia de jejum e hemoglobina glicada. “Isso acontece porque a contração muscular do exercício favorece a ação dos transportadores de glicose, chamados GLUT-4. Esse processo ocorre de forma independente da ação da insulina, por isso é tão importante que a pessoa com diabetes se mantenha ativa”, explica o nutricionista. Para tirar o máximo proveito das atividades físicas no controle do diabetes, também é preciso associar uma dieta adequada à prática. Confira as dicas do especialista para conciliar exercícios e alimentação:

    1. Planejamento dos exercícios

    Antes de começar, é indicado contar com o acompanhamento de um profissional de educação física, com o monitoramento de eventuais hipoglicemias. O especialista indicará os exercícios mais compatíveis a cada perfil, mas de forma geral, a musculação é a modalidade que mais auxilia no controle glicêmico, justamente pelo estímulo ao GLUT-4. Assim, é possível melhorar o transporte de glicose para o interior das células, equilibrando a glicemia. Além disso, também é indicado associar os treinos de força às atividades aeróbicas, pois elas potencializam o trabalho das mitocôndrias, componentes celulares que também ajudam no transporte glicêmico, melhorando as atividades antioxidante e anti-inflamatória, que são essenciais para equilibrar o metabolismo.

    2. Alimentação pré-treino  

    Antes de suar a camisa, é essencial oferecer ao corpo nutrientes e energia, prevenindo hipoglicemias induzidas pelo esforço. O ideal é combinar uma fonte de carboidrato a uma proteína. Na hora de escolher o carboidrato, é indicado optar pelos que possuem índice glicêmico menor, como o arroz integral e algumas raízes, como a mandioca, inhame,  batata-doce e mandioquinha. Consumidas com ovos ou frango, por exemplo, formam a combinação perfeita. Nesse momento, é indicado que a quantia de carboidrato ingerida seja maior do que a de proteína. Para acertar as porções, vale contar com a ajuda do nutricionista.

    3. Durante os exercícios

    Se a alimentação antes do treino foi equilibrada, não há porque temer uma hipoglicemia – a não ser que o tempo de prática ultrapasse uma hora e meia. Mas nem é necessário ir muito além, pois os benefícios dos exercícios para a saúde e para o diabetes já podem ser sentidos com uma hora diária de treino. A única recomendação durante a atividade física é caprichar na hidratação, para repor a água perdida pelo suor.

    4. Alimentação pós-treino

    Escolher os alimentos nessa fase é simples: os elementos são os mesmos (proteína e carboidrato), o que muda é apenas a proporção. Assim, depois dos exercícios, é recomendado comer uma quantia menor de carboidrato e um pouco mais de proteína. Também pode ser interessante incluir uma fonte de gorduras boas, como as oleaginosas, ou até mesmo uma fruta de baixo índice glicêmico, como pera, morangos ou maçã, por exemplo. 

    5. Ao longo do dia

    Além da alimentação nas porções adequadas antes e depois dos treinos, é preciso fracionar as refeições a cada 3 ou 4 horas durante o dia. Dessa forma, não é preciso esperar a fome aparecer, aumentando o risco de hipoglicemia. O corpo funciona de forma mais eficiente quando existe uma rotina, por isso, é preciso manter um plano alimentar com horários estipulados, para evitar as famosas “beliscadas” fora de hora. Assim, é possível prevenir os picos glicêmicos e combater as ações inflamatórias que eles causam.

    Com a prática regular de exercícios e uma alimentação planejada com a ajuda do nutricionista, as terapias medicamentosas indicadas pelo endocrinologista ganham ainda mais eficácia no controle do diabetes. Atualmente, existem muitas opções de tratamento que podem ser combinadas para restabelecer o equilíbrio da glicemia, inclusive terapias naturais, que ajudam a trazer ainda mais qualidade de vida ao paciente. “Uma das novidades do mercado de medicamentos personalizados é o extrato de Portulaca oleracea L, que conta com três mecanismos para melhorar a resistência à insulina. Um deles é justamente o estímulo do transportador GLUT-4, que acontece da mesma forma que no exercício físico. É uma excelente opção para potencializar os efeitos dos treinos e da alimentação no controle da glicemia”, finaliza o nutricionista.  

  • Gastrite nervosa, você sabe reconhecer os sintomas?

    Muito comum entre mulheres, a gastrite nervosa tem influência de fatores emocionais e, normalmente, se dá por uma inflamação no estômago. Dependendo dos hábitos alimentares, é possível sentir este desconforto, em maior ou menor intensidade. Descubra como reduzir estas dores e garanta o seu bem-estar.

    De acordo com a Dra. Tabata Cristina Alterats Antoniaci, gastroenterologista do Grupo São Cristovão Saúde, a gastrite, também chamada de dispepsia funcional, é uma doença orgânica, pois existe a alteração da mucosa gástrica e tais sintomas são caracterizados por dor ou desconforto estomacal, que pioram com estresse e ansiedade. “Por isso, é importante uma abordagem global pelo médico do paciente, avaliando se as duas patologias estão somadas, e nesse caso, o tratamento da ansiedade é fundamental para a melhora dos sintomas gástricos”, pontua.

    Não existe uma causa única para a evolução desse quadro, mas certamente fundos emocionais interferem diretamente nos sintomas. Além de uma alimentação balanceada, é necessário um diagnóstico correto, incluindo exames de imagem para complementar a anamnese (entrevista ao paciente) e exame físico. De acordo com a especialista, após uma boa conversa com o paciente, “pode-se encaminhá-lo para tratamentos conjuntos, como com o auxílio de um nutricionista e/ou psicólogo, ou até mesmo psiquiatra, formando-se uma equipe multidisciplinar para auxiliar o paciente”, revela.

    Caso você note algum dos sintomas da gastrite nervosa no seu dia a dia e eles sejam persistentes, o correto é se consultar com um especialista. “Há uma série de fatores que podem ser ajustados, buscando a melhoria dos quadros. Uma dieta rica em vitaminas e minerais, deixando de lado estimulantes como chocolates e café, por em excesso gerarem ansiedade, é uma das alternativas”, ressalta Tabata.

    Beber água também é útil no controle do estresse, pois reduz a temperatura corporal, evita a secura na garganta, geralmente causada pelo nervosismo e ajuda na digestão e na hidratação de seu organismo. Alimentos com efeito calmante, como doces leves e chás, são indicados para minimizar a reação biológica ao estresse. Já outros ajudam a controlar o PH estomacal e a aliviar os sintomas, especialmente a azia. São eles:

    • legumes cozidos, em especial a batata;

    • frutas como a banana e o melão (as cítricas devem ser evitadas);

    • grãos integrais, como a aveia;

    • carnes magras, como peixes e frango sem pele.

    Por fim, atividades físicas auxiliam na liberação de endorfinas e podem ajudar a balancear o seu emocional, como caminhadas, meditação e yoga: “inclua sempre na sua semana o encontro ou conversa com pessoas que lhe causem calma e prazer. Todos nós temos os nossos “leões” para enfrentar e devagar, os venceremos”, finaliza a gastro.

  • Exumas, nas Bahamas, é um luxuoso e turístico refúgio no Caribe

    As Exumas, nas Ilhas das Bahamas é um lugar perfeito para deixar a rotina de lado e vivenciar novas experiências. Além de favorecer a conexão com a natureza, dispõe de estadias e experiências luxuosas, atividades aquáticas que unem belas paisagens e aventura e oferece atrações para todos. 

    Ao sudeste de Nassau, capital das Bahamas, as Exumas unem 365 ilhas – uma para cada dia do ano. Um verdadeiro paraíso tropical que abriga praias isoladas e desertas, ilhotas desabitadas e hospedagens que variam de pitorescas a luxuosas e com tudo incluso. 

    É um destino imperdível para se visitar, seja por ar, voando de helicóptero entre as ilhas, através de serviços aéreos regulares e fretados. Ou ainda por mar, já que as águas cristalinas das Bahamas tornam o destino irresistível para passeios de barco. Todo o território bahamense conta com marinas bem equipadas. Em um dia dá para visitar três ilhas ao longo da cadeia de Exumas. Interagir com iguanas em Allen’s Cay, os porcos nadadores de Big Major’s Cay e os amigáveis tubarões-lixa de Staniel Cay. 

    Entre as ilhas principais está Great Exuma, que reúne a maioria dos grandes hotéis e resorts. Bem como o Aeroporto Internacional de Exuma e a capital George Town. Uma pequena ponte conecta Great a Little Exuma, onde se encontra um dos segredos mais bem guardados e apreciados do destino: a paradisíaca Praia do Trópico de Câncer (nomeada assim por conta das coordenadas geográficas de sua localização). Se trata de uma graciosa meia-lua de areia branca e fina que faz fronteira com a água azul-esverdeada translúcida ao longo da costa. 

    São diversas opções de resorts e villas aconchegantes, como Grand Isle Resort and Residences, Kahari, Fowl Cay, February Point, Staniel Cay Villas, entre outras. Enquanto, o Sandals Emerald Bay, em uma praia intocada, é exclusivo para adultos – perfeito para viagens românticas. A cena gastronômica também é ponto forte, e diversidade é palavra de ordem. Indo do típico a culinária internacional. 

    As ilhas menores, chamadas de “cays”, são conhecidos recantos de ricos e famosos. Abrigando mansões e resorts de luxo. Personalidades como Johnny Depp, Nicolas Cage, John Travolta e Chuck Norris escolheram o destino para seus próprios paraísos particulares. Já Penelope Cruz e Javier Bardem fizeram de uma das ilhas cenário de seu casamento. Tem até uma ilha-hotel do mágico David Copperfield, a Musha Cay. 

    Imperdíveis 

    Exumas é o melhor dos mundos em matéria de Caribe. A começar, claro, pelas famosas águas em mesclas de tons de azul, como turquesa e safira, que são tão límpidas que podem ser vistas até mesmo do espaço.  

    O destino tem como um de seus ícones os famosos e adoráveis porquinhos nadadores. Big Majors Cay, popularmente chamada de Pig Beach, é um tremendo sucesso – e não só entre as crianças. Aliás, o reino animal é destaque quando o assunto é atrativo turístico aliado a natureza. Sendo possível alimentar iguanas, mergulhar com golfinhos, acariciar arraias, ver estrelas do mar e, para quem for corajoso, dá até para nadar com tubarões-lixa. 

    As águas cristalinas e mornas das Exumas convidam para a prática de mergulho e snorkeling em cavernas subaquáticas, como na Thunderball Grotto, ao oeste de Staniel Cay. Cenário de filmes como “007 Nunca Mais Outra Vez”, este sistema de cavernas é repleto de exótica vida marinha. Um verdadeiro caleidoscópio de recifes de corais e peixes de cores brilhantes. O misticismo da gruta é intensificado por sua compacta entrada, quase escondida. 

    Outro ponto de interesse que não pode ficar de fora do roteiro das Exumas é uma visita a praia Blow Hole Cay, que leva o nome de um gêiser marinho criado pelas ondas do outro lado da ilha. Compacta, desabitada e remota, ostenta uma pequena faixa de areia e pode ser um ótimo refúgio. 

    Em uma grande área preservada que se estende de norte a sul do arquipélago, fica o parque marinho Exumas Cays Land, criado em 1958. Qualquer tipo de pesca é proibido nessa área protegida, que vai de Shroud Cay, ao norte, até Bell Cay, no sul. A melhor maneira de conhecer o lugar é como em quase toda atração natural das Bahamas, a bordo de um barco. Possui paisagem de manguezais, natureza intocada e espécies nativas, como a iguana das Bahamas, podem ser avistadas.   Visita guiada é uma boa opção de passeio, que pode durar um dia, a partir de Eleuthera ou mesmo George Town, na ilha Great Exuma. 

    É necessário que todos os viajantes solicitem o visto de saúde Bahamas Travel Health Visa para ingressar nas Bahamas. Devem ser disponibilizados os resultados negativos do exame PCR-RT COVID-19 realizados com o máximo de 5 dias da chegada ao país. Turistas imunizados com as vacinas Pfizer, Moderna, Johnson & Johnson e Astra Zeneca estão isentos de apresentar o teste negativo para entrar nas Bahamas, todos os outros visitantes são bem-vindos e devem seguir o protocolo padrão. 

    Ao solicitar o visto de saúde, os viajantes vacinados devem fazer o upload do comprovante de vacinação da COVID-19. Para obter mais informações sobre o Bahamas Travel Health Visa, visite Bahamas.com/pt.

    Mais informações estão disponíveis no site oficial do  Ministério do Turismo e Aviação das Ilhas das Bahamas.

  • Centro de Visitantes da NASA celebra 10º aniversário do retorno do ônibus espacial Atlantis

    Já se passaram 10 anos desde o último voo do STS-135 e desde que o Atlantis começou sua nova missão de educação continuada e inspiração no Kennedy Space Center. Para comemorar este evento, um espetáculo repleto de estrelas foi realizado no último dia 8 de julho, e as memórias da missão puderam ser ouvidas em primeira mão pelos astronautas que voaram na Atlantis.

    Durante a apresentação ao vivo e presencial, os astronautas responderam a perguntas postadas nas redes sociais Facebook, Twitter ou Instagram usando a hashtag #Atlantis10. Os astronautas veteranos da NASA que estiveram presentes no complexo de visitantes foram: 

    • Chris Ferguson (STS-135) 
    • William “Bill” Shepherd (STS-27 e membro do U.S. Astronaut Hall of Fame) 
    • Norman Thagard (STS-30 e membro do U.S. Astronaut Hall of Fame) 
    • Nicole Stott (último membro da tripulação da estação a retornar à Terra através do ônibus espacial Atlantis, na STS-129) 
    • Rex Walheim (STS-135) 
    • Sandy Magnus (STS-135) 

    Com o voo final do Programa do Ônibus Espacial, STS-135, concluísse um programa que durou mais de três décadas. É possível visitar no Complexo de Visitantes da NASA a exposição do ônibus espacial Atlantis para aprender mais sobre este período incrível na história (incluso no ingresso de entrada diária). 

    Como sempre, a saúde e a segurança dos funcionários e visitantes é a maior prioridade para o NASA Kennedy Space Center. Sendo assim, de acordo com as recomendações dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), o complexo continuará com todas as medidas de precaução, incluindo incentivo de compras antecipadas de ingressos. Bem como exigir o uso de máscaras faciais para todos os funcionários e visitantes, exceto aqueles que foram totalmente vacinados contra COVID-19, e não precisam mais usar máscaras faciais ao ar livre. 

    Detalhes adicionais podem ser encontrados em: www.kennedyspacecenter.com/info/coronavirus

  • Curiosidades sobre o Sake, a bebida típica do Japão

    2021 é um ano especial para o Japão, que sediará os jogos olímpicos. Por isso, a Azuma Kirin, marca japonesa especializada em sake, lista 5 curiosidades sobre a bebida fermentada indispensável na cultura oriental e que há tempos caiu no gosto dos brasileiros

    Em julho, os holofotes mundiais se voltam para Tóquio. A movimentada capital do Japão é símbolo da mescla de modernidade e tradicionalismo tão presente na cultura japonesa. Aproveitando que a cultura oriental está em alta e desperta muita curiosidade, a Azuma Kirin, marca japonesa especializada em sake, com mais de 85 anos de Brasil, revela algumas diferenças entre o consumo tradicional e moderno da bebida típica do Japão. Confira!

    Como o sake é produzido?

    O processo de produção do sake não é simples, começando com o polimento do arroz, processo que busca conservar apenas a parte central do grão, onde encontra-se o amido. Quanto maior o grau de polimento do grão, mais nobre é o sake. Após o polimento, o arroz é lavado e cozido ao vapor, depois parte para o processo de fermentação, juntamente com água e o koji, que confere mais complexidade de sabor e aroma à bebida. “Como a fermentação é feita de forma 100% natural, sem adição de aditivos químicos, a qualidade do grão do arroz, características da água utilizada e do koji são fundamentais para o resultado final da bebida,” explica Rodrigo Peca, especialista em sake e Gerente geral da Kikkoman do Brasil.

    Qual é a base da produção do sake?

    As fábricas que produzem sakes são, tradicionalmente, chamadas de Sakaguras. Os três principais elementos para a produção da bebida são: água, arroz e o Koji, específico para a produção de sake, koji, que são microrganismos utilizados para sacarificação de arroz, seguido por processo de fermentação. Aromas e sabores característicos da bebida são resultado de trabalho do koji e das leveduras.

    Como o sake é tradicionalmente consumido no Japão?

    No Japão, desde a década de 80, a forma tradicional de beber o sake é como aperitivo, ou seja, antes das refeições. Entretanto, o consumo da bebida como acompanhamento de refeições vem se tornando a forma mais comum, o que mostra uma modernização e globalização do sake.

    Como o japonês escolhe o sake que irá consumir?

    Não existe uma forma certa para o consumo da bebida, já que a escolha vai depender do paladar de quem o consome. O que diferencia os tipos de sakes são os aromas e sabores        . Por exemplo, alguns são mais frutados e refrescantes, como o Guinjo e Namazake, enquanto outros são mais encorpados e expressivos, como o Junmai.

    Qual o sake ideal para cada ocasião?

    O sake mais indicado para cada ocasião depende do prato a ser escolhido e até da temperatura em que a bebida fermentada será consumida.

    Confira abaixo os tipos de sake fabricados no Brasil pela Kikkoman do Brasil – Detentora da marca Azuma Kirin, com os sakes mais premiados do Brasil – e dicas de pratos que combinam perfeitamente com a bebida:

    ·         Comum: É um sake menos complexo e que passa a sensação mais alcoólica. É incolor, tem sabor neutro e final seco. É ideal para misturas com frutas cítricas e uma boa pedida para o preparo das tradicionais sakerinhas, além de ser versátil para uso na culinária, como substituto ao vinho em algumas preparações. Pode ser facilmente combinado com frutos do mar e sushis mais tradicionais.

    ·         Soft: Indicado para quem busca um sabor discreto e agradável. Tem aroma suave, frutado, é leve e delicado no paladar. Boa opção para degustar puro ou em drinks que se procura leveza pois, possui menor teor alcoólico, permite que a fruta se destaque na preparação. Ideal para combinar com petiscos, pizza e até mesmo hamburger.

    ·         Dourado: O Dourado é um sake para uma legítima experiência oriental, aroma fresco e frutado, com sabor suave e acidez na medida certa.  É perfeito para consumo puro ou em drinks mais elaborados e considerado um produto de alta qualidade e preço acessível. Harmoniza muito bem com peixes assados, frutos do mar e sushis e sashimis, ou ainda os Lámens. petiscos, pizza e até mesmo hamburger.

    ·         Nama: É uma bebida delicada, frutada e de final cítrico. É um sake que passa por uma menor pasteurização, em comparação aos demais sakes, daí o significado de seu some “sake cru”. Ainda por este motivo, o Nama é considerado uma bebida volátil e pede especial atenção na forma de consumo e armazenamento, que deve ser sempre refrigerado, boa pedida para os dias quentes ou quem não abre mão de uma bebida gelada. Ideal para combinações com saladas, petiscos e pratos leves ou sashimis.

    ·         Junmai: o Junmai é o sake sem adição de álcool, toda percepção alcoólica é proveniente de sua fermentação, é mais encorpado e com final de sabor intenso. Com alta qualidade, já garantiu medalha de prata no Prêmio Monde Selection, realizado na Bélgica. Ideal para consumo puro, harmonizando muito bem com ensopados, frituras ou ainda pratos com temperos mais intensos, ou para os mais exigentes, quem sabe compor drinks com maior nível de complexidade.

    ·         Guinjo: O sake Nacional mais premiado do mundo. O sake Guinjo é feitos com grãos com nível de polimento superior a 40%, quando se utiliza a parte mais nobre do arroz. Produzido a partir de método tradicional japonês é mais aromático, frutado e adocicado com leves notas de maçã, combinando muito bem com Sushis e Sashimis, Lámen e caldos de sabor mais suave. Em 2021, o sake Guinjo da Azuma Kirin conquistou medalha de ouro na Premiação Monde Selection, pelo segundo ano consecutivo, no concurso europeu de bebidas.

  • Holambra ganha primeiro complexo multifuncional da cidade

    Conceito de condo-hotel e residencial tem atraído investidores

    A menos de duas horas de carro de São Paulo, dentro da Região Metropolitana de Campinas, o município de Holambra é conhecido como a “capital nacional das flores”, e costuma atrair até um milhão de visitantes ao ano. Apesar de número tão expressivo, a cidade não contava com um empreendimento hoteleiro de alto padrão.

    A partir desta constatação, e da necessidade de oferecer à população local uma opção inovadora de moradia, o grupo Boulevard Business desenvolveu o primeiro complexo multifuncional de Holambra: o Boulevard  Holambra, que conjuga hotelaria de alto padrão, com a grife Royal Tulip, bandeira de luxo da rede internacional Louvre Hotels, e um residencial completo para moradia ou locação de longa permanência.

    Administrado pelo grupo Aros Hotéis e Resorts, o Royal Tulip Holambra funciona em regime de condo-hotel: suas 100 unidades, autônomas e dispostas em duas torres, são adquiridas por investidores e integradas ao pool hoteleiro.

    O residencial, que oferece três tipos de planta, com áreas entre 43 e 80 metros quadrados, é integrado à área do hotel, e os moradores podem desfrutar de toda sua infraestrutura de lazer e serviços. “Os apartamentos são perfeitos para quem busca praticidade, segurança e bem estar”, diz Mayra Lopes Arantes, Gerente de Marketing do Boulevard Holambra.

    Oportunidade

    As altas taxas de ocupação de hotéis e resorts em cidades do interior do país evidenciam o “novo normal” no turismo, trazido pela pandemia da covid-19. Em tempos ainda marcados por medidas restritivas aos grandes deslocamentos, a opção preferencial pelas viagens curtas beneficia de forma mais consistente destinos próximos às grandes capitais.

    Segundo dados do Instituto de Economia da Unicamp, a Região Metropolitana de Campinas integra 20 municípios, onde vivem mais de 3 milhões de habitantes. A região apresenta PIB de R$ 178,3 bilhões (8,7% do PIB estadual), e ostenta números significativos nos segmentos agrícola, agroindustrial e industrial.

    A opção dos empreendedores pelo modelo de condo-hotel se justifica por vários aspectos que tornam a aquisição de unidade o melhor investimento imobiliário, entre os quais: ocupação garantida por parcerias com grandes empresas; taxas de rentabilidade acima da média de mercado; valorização patrimonial sem o ônus de administração, manutenção, inadimplência; programa especial de tarifas para investidores em toda a rede hoteleira. “Criamos um produto único, e nosso modelo de negócio, aprovado pela CVM, oferece grandes perspectivas de lucro ao investidor. É o primeiro condomínio de apartamentos inserido no mesmo terreno de um hotel categoria luxo”, completa Mayra.