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  • Tem leguminosa no seu prato?

    Nesse mês comemoramos o Dia Mundial das Leguminosas, fato que desperta a curiosidade sobre o alimento. Afinal, as consumimos com regularidade? Sabemos para o que servem e quais são os seus benefícios?

    Geralmente, quando pensamos em uma alimentação balanceada, nos vem à mente a famosa máxima de “diversificar os alimentos”, porém será que conhecemos o que cada um deles pode nos oferecer em termos de nutrientes e calorias? Aproveitando o mês em que celebramos o Dia Mundial das Leguminosas, a Dra. Danielle Toledo, nutricionista do Grupo Conexa, explica um pouco sobre esse grupo alimentar, rico em proteínas – assim como as carnes – e com mais de 18 mil espécies disponíveis para consumo!

    Be-a-bá das leguminosas 

    O feijão, a ervilha, o amendoim e a soja são exemplos comuns de leguminosas que ingerimos no dia a dia. “Esses grãos nascem em vagens ricas em tecido fibroso com diferentes texturas e tamanhos. Por serem alimentos completos no ponto de vista nutricional, se caracterizam como ótimas fontes de proteínas vegetais, auxiliando na manutenção dos órgãos e sistemas vitais do corpo humano”, enfatiza a Dra. 

    De acordo com a nutricionista, também ajudam a promover a saciedade, fornecem energia, colaboram com o trânsito intestinal e ainda são repletas de vitaminas do complexo B, que contribuem no equilíbrio da ansiedade, estresse, fadiga e concentração. “Vale destacar que o consumo regular favorece a prevenção de doenças, como câncer, diabetes e obesidade”, completa. 

    De olho na balança 

    Se uma alimentação equilibrada precisa ter, pelo menos, 75% de vegetais, não há o porquê se preocupar com o teor calórico das leguminosas. “Por si só, elas não engordam. A maioria tem um índice glicêmico mais baixo, uma elevada quantidade de fibras e de proteínas. Logo, você pode contemplá-la em seu prato sem culpa, desde que, pelo menos, uma porção por dia e de forma variada, garantindo novos sabores”, pontua Danielle. 

    Custo-benefício

    Ao ir ao mercado, a dica da Dra. é seguir o gosto brasileiro pelo feijão. “A combinação desse grão com o arroz é considerada o casamento perfeito. Ele é versátil, se apresenta em vários tipos – preto, carioca, jalo, branco, rajado, etc. – e pode compor a refeição de todos, contribuindo com nutrientes essenciais. Mesmo com a alta de preços, ainda assim, costuma ter um ótimo custo-benefício”, explica.  

    Uma lista para deixar na porta da geladeira 

    Para te ajudar na escolha da leguminosa durante as compras, Danielle apresenta uma lista com os cinco grãos que têm excelentes benefícios, incluindo um bom índice calórico. Tome nota! 

    1) Feijão: 100g do produto fresco, cozido em água, sem sal, contém 5,7g de proteína e 4,2g de fibras. Ele, assim como todos os alimentos de origem vegetal, não contém colesterol, além de ser uma importante fonte de ferro, cobre e fósforo. Todos os tipos são igualmente nutritivos; 

    2) Soja: 100g desse alimento contém 30g de proteínas, quantidade similar encontrada em pequenos filés de carne de frango. Ela é utilizada para substituir carnes, mas, também, para produzir queijos, como o tofu. É rica em fibras, vitamina K, cálcio, ferro, fósforo, magnésio e zinco; 

    3) Grão de bico: 100g dessa leguminosa apresenta 20,9g de proteínas, 6,4mg de ferro e 42mg de cálcio. É rica em magnésio, fósforo, ferro, potássio, cobre, zinco e vitamina A.  Por ter essas propriedades, ajuda a regular o funcionamento do intestino, além de manter os níveis de glicose do sangue equilibrados. Pode ser consumido em saladas, sopas, caldos, pastas e demais preparados; 

    4) Lentilha: por ter uma grande quantidade de fibras solúveis, ajuda a diminuir o colesterol ruim. Possui potássio, cálcio e ferro, se tornando uma importante fonte de fibras vegetais, além de trazer uma propriedade antioxidante, pelas isoflavonas presentes no grão; 

    5) Tremoço: tem um aporte calórico muito reduzido, um elevado teor de água e traz em sua composição – a cada 100g -, 16g de proteína e 5% de fibra. Ele não apresenta muita gordura (somente 2%) e conta vitaminas e sais minerais. 

    Receita gostosa e que agrada a todos 

    Que tal aproveitar as dicas servindo um hambúrguer de grão de bico, bem levinho, saudável e saboroso? Anote a receita abaixo e arrase no almoço ou no jantar! 

    Hambúrguer de grão de bico – por Danielle Toledo 
     
    Ingredientes 

    • 1 e ½ xícara de grão de bico cozido  
    • ½ abobrinha  
    • ½ cebola  
    • 1 colher de chá de cominho  
    • 4 colheres de sopa de salsa fresca  
    • 1 xícara de farinha de amêndoas  
    • 2 colheres de azeite  
    • ½ colher de chá de sal  
    • ½ limão siciliano espremido  
    • Pimenta a gosto  

    Modo de Preparo

    Bata todos os ingredientes no processador e forme bolinhos. Coloque na frigideira quente untada por 4 minutos de cada lado.

  • Como limpar o vidro do carro sem deixá-lo embaçado?

    Limpar o vidro do carro e mantê-lo sempre limpo. Essa tarefa simples e corriqueira faz uma enorme diferença no dia a dia de todo motorista. Afinal, qualquer sujeirinha é o suficiente para atrapalhar a visão, e tentar limpá-la de forma incorreta pode embaçar e até estragar a superfície, prejudicando ainda mais o condutor. Dirigir o carro com os vidros higienizados é essencial e traz segurança e conforto para o condutor e passageiros. Por isso, é importante conhecer como limpar o vidro do carro do modo certo, sem deixá-lo embaçado, seguindo as instruções do Manual do veículo. Confira nossas dicas e boa leitura!

    Truques para limpar o vidro do carro

    Não há nada mais desagradável do que perceber que o vidro fica mais embaçado (e mais manchado do que estava) a cada vez que você passa o pano. Oras, e não é para menos. O objetivo é limpar e não deixá-lo ainda mais sujo. Isso pode acontecer, pois a quantidade de poeira acumulada é tanta, que apenas um paninho não será o suficiente. Do carro popular ao luxuoso, todo proprietário deve estar atento para não estragar seu vidro.

    Retire a poeira primeiroPara limpeza externa, utilize água e detergente neutro, assim, todo o pó e gordura saem do vidro. Enxágue bem e verifique se o detergente saiu completamente, inclusive não pode ficar nenhum resquício dele nem no vidro nem na lataria, pois, com o calor do sol, é possível ficar manchas no carro.

    Evite o sol forte Prefira fazer a limpeza na sombra ou em dias com a temperatura mais amena. O calor faz com que a água e o produto utilizado sequem rapidamente. Em temperaturas altas, aumentam as chances de o vidro ficar embaçado ao secar.

    Use produtos e panos adequados Sempre aplique panos macios que não soltam fiapos. Panos de microfibra ou de algodão são as melhores opções. Para limpeza interna e externa, pode-se usar uma mistura caseira muito fácil de fazer. Misture um copo de água morna com uma colher de chá de detergente neutro e cinco gotas de vinagre de álcool, não coloque a mistura diretamente no vidro, umedeça o pano primeiro, depois passe no vidro.

    Nunca use produtos com amônia Alguns limpa-vidros têm esse componente. A amônia não é adequada para limpar vidros de carro e os deixa embaçados e engordurados. Fique atento ao rótulo e sempre prefira substâncias sem amônia. Limpar o vidro do carro está entre os cuidados essenciais que todo motorista deve ter. Fazer dessa atitude um hábito ajuda a preservar os vidros sempre limpos, sem manchas, evitando todo e qualquer tipo de incômodo ao dirigir. Esperamos que as dicas tenham ajudado!

    Fonte: Hyundai

  • Cuidados importantes nos primeiros meses de vida do pet

    Ao longo de 2021, a ROYAL CANIN®, marca que tem o compromisso de oferecer saúde através da nutrição a gatos e cães, está liderando conversas sobre a importância dos primeiros meses da vida de um filhote, já que este período influenciará diretamente sua saúde quando ele se tornar adulto. 

    Os tutores devem se preparar para a chegada do filhote e sua adaptação. Além de comprar os acessórios necessários para ele e cuidar dos preparativos adequados em casa, é vital levar o filhote ao Médico-Veterinário para uma verificação completa da saúde e para que possa tirar todas as dúvidas sobre o novo membro da família. 

    Confira, a seguir, dicas e orientações importantes da Dra. Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Coordenadora de Comunicação Científica da ROYAL CANIN® Brasil, que facilitarão a integração do pet e contribuirão para que a relação entre tutor e pet dê certo logo no começo. 

    1) Adaptação e alimentação 

    – O alimento para gatos e cães filhotes deve ser de alta qualidade e adequado à idade, raça ou porte. A ROYAL CANIN® possui fórmulas especialmente desenvolvidas para o crescimento e desenvolvimento saudável dos filhotes, que garantem uma nutrição especialmente desenvolvida para as necessidades específicas deste momento. 

    – Os pets adoram rotina. Por isso, uma boa dica é sempre fornecer o alimento no mesmo local e horário. Ao invés de deixar o alimento à vontade e disponível o tempo todo, respeite a quantidade indicada na embalagem e forneça em pequenas porções ao longo do dia, o que evitará o sobrepeso no filhote. Também é muito importante realizar a transição de alimentos de forma gradual quando a dieta do filhote mudar. 

    – Os filhotes são curiosos e gostam de explorar e, por isso, é importante garantir que a casa esteja segura antes de recebê-los. Cuidado com plantas tóxicas, objetos delicados e quebráveis. Restrinja o acesso à piscina e escadas. Telas nas janelas são fundamentais, especialmente para gatos. 

    – Verifique se possui tudo o que precisa para cuidar dele e ajudá-lo a se instalar no novo lar como, por exemplo: um local seguro e confortável para descanso, brinquedos interativos, comedouros e bebedouros, coleira e guia para os cães, material de limpeza seguros, equipamentos para higiene, etc. 

    2) Fornecimento de petiscos e recompensas alimentares 

    – Treinar o seu filhote é essencial para que ele se acostume com a guia e a coleira, aprenda a usar a caixa de transporte e saiba o local correto onde fazer suas necessidades. Petiscos são ótimas recompensas, mas lembre-se que as calorias devem ser contabilizadas no total diário. As calorias dos petiscos não devem exceder 10% do total de calorias ingeridas no dia. 

    – Outra possibilidade é utilizar croquetes da porção diária de seu alimento como recompensa, já que – dessa forma – o tutor não fornecerá calorias em excesso e manterá a dieta balanceada. 

    – Outras recompensas não relacionadas a alimentos podem ser elogios, atenção ou o brinquedo favorito dele. Tudo isso funcionará como um incentivo para ele repetir um bom comportamento. 

    3) Dicas de treinamento 

    – Dê o tempo necessário para o filhote conhecer a casa e vá, aos poucos, liberando o acesso aos diferentes cômodos. Supervisione para que ele não se perca e não acesse locais inadequados. Gatinhos, por exemplo, adoram se esconder dentro de armários ou dentro do forro do sofá. 

    – Mostre ao filhote onde fica sua área de dormir, área de alimentação e de necessidades. Esses locais devem ficar distantes uns dos outros. 

    – Para que o cão aprenda a ficar sozinho, introduza o distanciamento aos poucos para que ele não associe a uma experiência negativa. 

    – Gatos devem ter, diariamente, brincadeiras que simulam a caça. Use brinquedos como ratinhos, bolinhas e varinhas. Alimentos úmidos são as recompensas ideais para finalizar a “caçada”. 

    – É importante reforçar as ações desejadas e parabenizar o filhote por isso. Reforce sempre o comportamento positivo. 

    – Não castigue ou repreenda um filhote que tenha cometido um “acidente”. Em vez disso, ignore as ações indesejadas. 

    – As sessões de treinamento não precisam ser complicadas ou durar horas. Depois de um tempo, a atenção do filhote pode começar a se desviar. Portanto, faça sessões de treinamento curtas e frequentes, mesmo que seja necessário repetir a mesma sessão algumas vezes. 

    – Para ajudar o filhote a entender, é vital ser consistente. Por exemplo, você não deve permitir algo um dia e proibir em outro. Quando se trata de treinamento, a melhor abordagem é sempre usar as mesmas palavras para os mesmos comandos e incentivar os membros da família a fazerem o mesmo. 

    A ROYAL CANIN® está comprometida em facilitar a adaptação do pet ao novo lar, assim como contribuir para que a relação entre tutor e pet seja a mais prazerosa possível para ambos. Em janeiro, a marca lançou a promoção “Tudo para o meu filhote” em pontos de vendas de todo o Brasil. Já em março, a ação social #FilhoteSaudávelRoyalCanin em suas redes sociais. O compromisso da marca permanece e compartilhar conhecimento sobre a fase de vida dos filhotes continuará fazendo parte de sua agenda de comunicação com tutores e futuros tutores de pets.

  • Calor e desidratação resultam em pedras nos rins

    Verão: calor e desidratação contribuem para o aumento de pedras nos rins

    Incidência de cálculo renal é mais comum nos meses mais quentes. O consumo excessivo de bebidas alcoólicas e de alimentos industrializados favorece o surgimento das pedras.

    Mar, sombra e água fresca. Apesar de ser uma estação tão convidativa, o verão também exige mais cuidados com a saúde, principalmente em se tratando de cálculos renais, que tendem a surgir neste período de calor intenso. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), a incidência de cálculos renais, popularmente conhecida como pedras nos rins, chega a aumentar em até 30% nos meses mais quentes do ano. Entre as principais causas estão a falta de hidratação e o suor excessivo, devido às altas temperaturas, comuns nesta época do ano.

    O cálculo renal é uma massa dura desenvolvida a partir de cristais que se separaram da urina dentro do trato urinário. “Na maioria dos casos, os cálculos tem até 4 mm e são expelidos naturalmente na urina. As pedras maiores devem ser retirados por procedimento cirúrgico ou com outras alternativas, como a litotripsia extracorpórea, conforme orientação médica”, comenta o urologista da Fundação Pró-Rim, Dr. Jean Guterrez.

    Além da falta de ingestão de líquidos, principalmente a água, o alto consumo de bebidas alcoólicas pode acentuar o surgimento das pedras. “O álcool estimula a micção, a pessoa vai mais vezes ao banheiro. Caso não reponha o líquido necessário para o bom funcionamento do organismo, ela poderá ficar desidratada. A desidratação também colabora no desenvolvimento das pedras”, afirma o especialista.

    Dores indicam pedras

    O sintoma clássico é a dor abdominal ou lombar aguda, forte e intensa. Outros sintomas associados ao cálculo renal são náuseas, febre, dor para urinar e até presença de sangue. “Observe sempre a sua urina, quanto mais clara ou transparente estiver é sinal que você está bem hidratado. Se apresentar cor amarelada ou escura, você precisa fazer a ingestão de mais líquido”, complementa Dr. Jean.

    Apresentando estes sintomas, a pessoa deve procurar atendimento médico para avaliação do quadro e prescrição de medicamentos. Lembre-se, a automedicação não é recomendada em nenhum caso sendo um risco para o paciente.

    Litros de prevenção

    A principal fonte de prevenção é a hidratação. A água faz com que a urina seja diluída, facilitando o funcionamento dos rins e reduzindo a concentração de cristais e nutrientes indesejáveis para o organismo. “Pessoas que vivem em locais com clima quente e seco ou estão expostas a altas temperaturas no ambiente de trabalho devem estar se hidratando constantemente”, friza o especialista.

    A alimentação também pode contribuir na prevenção dos cálculos renais. “Evite o consumo excessivo de sal, açúcar, alimentos industrializados e diminua as proteínas. Pessoas que possuem histórico familiar de cálculos devem cuidar com o consumo de cálcio”, comenta Dr. Jean.

    Lembre-se, a hidratação é a chave para manter o organismo saudável e em bom funcionamento.

  • Dicas para uso de máscaras no verão

    Saiba como manter o conforto e a proteção da pele mesmo no calor

    O uso de máscaras de proteção é um hábito fundamental para o combate à pandemia do novo coronavírus. Cobrir o nariz e a boca é uma medida especialmente importante para prevenir que pessoas infectadas espalhem o vírus, por meio de partículas expelidas ao tossir, falar ou espirrar. Por isso, o uso de máscaras é considerado hoje não só uma forma de cuidado pessoal, mas um ato de respeito ao próximo.

    No verão, algumas medidas simples podem facilitar o uso das máscaras, sem deixar o conforto e os cuidados com a beleza de lado.

    Prefira máscaras feitas de tecidos 100% algodão e evite materiais como poliéster, que esquentam mais, ou tecidos muito pesados, que dificultam a respiração. É importante lembrar que, por mais que esteja muito calor, a máscara não pode ser feita de um tecido muito fino, ou terá uma eficácia menor na proteção.

    “O tecido da máscara não oferece uma proteção adequada contra os raios UV, por isso continua sendo necessário aplicar no rosto produtos com fator de proteção solar acima de 30 sempre que for se expor ao aol”, diz Adriano Ribeiro, farmacêutico da rede Extrafarma.

    Para evitar o aparecimento de acne, prefira protetores solares de textura mais leve, pois a pele já ficará coberta pelo tecido e o uso de cremes pesados pode aumentar a oleosidade e até causar irritação no local.

    “Manter uma rotina de limpeza e hidratação diminui as chances de ter problemas como acne ou descamação da pele. Também é importante não descuidar da higiene da máscara, já que ela fica em contato direto com a pele”, afirma Adriano.

    Sempre que sair, leve uma máscara de reserva, assim é possível trocar a proteção quando a máscara ficar úmida, já que o tecido precisa estar totalmente seco para proteger o rosto de forma adequada. No calor, quando suamos mais, é ainda mais importante ter o item extra à mão.  

    E lembre-se de que, para uma proteção eficaz, é essencial que as máscaras sejam usadas corretamente, como mostra o infográfico.

  • Cuidados com os pets no verão

    Pets no verão: alta temperatura pode causar queimaduras nas patas, convulsões e óbito em dias de extremo calor

    Médico veterinário ensina o que os tutores devem evitar e o que podem fazer para garantir a saúde dos cães durante a estação mais quente do ano

    Sombra e água fresca não devem ser privilégio apenas dos humanos em dias mais quentes, principalmente durante o verão. Os pets também precisam de ambientes ventilados, água à vontade e que os passeios ocorram em horários mais frescos, para evitar ferimentos nas patinhas e hipertermia ou insolação, que pode resultar que o cão venha a óbito.

    Segundo o médico veterinário João Gustavo P. de Souza, do Hospital Veterinário Lovely Dog, os pets transpiram pelos coxins (as almofadinhas das patas) e pela boca, e não pela pele como nós. No caso dos cães braquicefálicos, como o Pug, Bulldog Francês, Shih Tzu e Boxer, a dificuldade de perder calor é ainda maior, pois possuem o focinho mais curto, por isso requerem cuidados redobrados no verão.

    No entanto, embora os braquicefálicos sejam os mais acometidos, todos os cães estão sujeitos a sofrer com a alta temperatura. O aumento da temperatura corpórea pode elevar a frequência respiratória, evoluir para falta de ar, causar desmaios, convulsões, levando o pet ao risco de morte.

    Então fique atento aos principais sintomas: hipersalivação; respiração ofegante acima do normal; pele muito quente; batimento cardíaco acelerado; cansaço,  fraqueza, indisposição.

    Nesse sentido, confira seis cuidados sugeridos pelo médico veterinário capazes de garantir a integridade da saúde do seu pet:

    1) Queimadura nas patas

    Ao contrário do que muitos pensam, as patas dos cães são sensíveis e podem sofrer queimaduras durante um passeio em horários entre 10h e 16h. Isso porque a camada de gordura presente nos coxins (almofadinhas das patas) não é suficiente para isolar a alta temperatura da areia da praia, do asfalto e das calçadas de pedra e cimento. Se a temperatura do chão estiver quente para você, também estará quente para o seu companheiro de caminhada.

    2) Desidratação

    Recomenda-se colocar mais potes de água em casa, com alguns cubos de gelo. Durante o passeio, é importante levar uma garrafinha de água e oferecer ao poucos ao cão.

    3) Refresco

    Existem algumas formas para os cães se refrescarem em dias em que a temperatura está mais elevada. Comidinhas e frutas congeladas em forma de gelo são opções que podem agradar os pets. Outra alternativa é colocar alguns brinquedos preferidos do cão no freezer, o que os deixam ainda mais atrativos enquanto brincam.  

    4) Cão no carro

    Deixar o cão no carro, no calor, pode levá-lo à óbito. Mesmo com a janela aberta, o carro esquenta rapidamente o que contribui no aumneto da temperatura corpórea .

    5) Focinheira

    Opte por focinheiras de grade de modo que permita que o cão possa abrir melhor a boca e assim, perder calor.

    6) Parasitas

    O calor contribui para o aumento de pragas como mosquitos (que transmitem a Dirofilariose – popularmente conhecida como verme do coração – e Leishmaniose – que não tem tratamento de cura), assim como pulgas e carrapatos. Então, certifique-se de que seu cão esteja devidamente protegido mesmo que more em apartamento. E se for em casa, manter o ambiente limpo e dedetizado para esses insetos pode ser a opção mais adequada.

    7) Praia

    Embora seja proibida a presença de cães no litoral, muitos tutores ignoram a Lei. Nesse caso, ao colocá-los em contato com a água do mar e areia da praia, além de machucar as patinhas por conta do calor do solo, os grãos também podem prejudicar os olhos, e com a umidade, causar dermatites e otites. Então, limpar os olhos com soro em abundância e secar bem o animal, são alguns cuidados importantes.

    Após todos os cuidados recomendados, bom verão e divirta-se com o seu pet!

  • Calor pode desencadear crise de enxaqueca

    Neurologista do Hospital Santa Paula dá dicas para amenizar problema comum no verão

    A promessa de temperaturas altas com a chegada do verão é uma preocupação para quem sofre de enxaqueca – e com razão. O calor excessivo é um dos fatores desencadeantes de dores de cabeça e quem sofre com crises pode ter seu quadro agravado.

    Dr. Alexandre Bossoni, neurologista do Hospital Santa Paula, afirma que existem dezenas de tipos diferentes de dores de cabeça, porém as mais comuns são a enxaqueca (ou migrânea) e a cefaleia tensional. “Na enxaqueca, a dor costuma ser forte e latejante e vem acompanhada de outros sintomas, como náusea e intolerância a luz e ao barulho, além da intensidade da dor piorar com atividades físicas corriqueiras.” Para as pessoas acometidas por esse problema, a dor é incapacitante, reduz a qualidade de vida, atrapalha a execução de tarefas cotidianas, prejudica o trabalho, a vida familiar e o convívio social.

    A enxaqueca, de modo geral, pode ser desencadeada por fatores climáticos, emocionais, psicológicos, variações na rotina e nos hábitos de sono, na alimentação, estresse, consumo de bebidas alcoólicas e exercício físico, em alguns casos. Nas mulheres, as oscilações hormonais do ciclo menstrual também têm influência. Contudo não é raro haver crises sem um motivo aparente, sem um desencadeante óbvio. Elas podem surgir espontaneamente, pois a enxaqueca é uma doença do funcionamento do cérebro.

    Entre os fatores ambientais, o mais importante é o calor, e isso acontece por uma combinação de elementos. “A mudança de temperatura, por si só, pode causar crises de enxaqueca”. diz Dr. Alexandre Bossoni. “Além da própria temperatura, durante o verão perdemos muito líquido pelo suor. Se não tomarmos cuidado, ficamos desidratados e isso pode ser um fator de piora ou de ocorrência de crises de dor de cabeça. Além disso, é o período do ano preferido para férias e que coincide com várias festas e feriados, durante os quais mudamos de rotina de sono, alimentação, exercícios físicos, além de termos momentos de maior consumo de bebida alcóolica. Praticamente uma receita infalível para um desagradável dia de dor”.

    Como evitar

    Existem algumas medidas simples que podem minimizar o sofrimento com dores de cabeça fortes nos dias de temperatura muito alta.

    A primeira recomendação do neurologista é manter-se sempre bastante hidratado, aumentando significativamente nessa época a ingestão de líquidos. 

    Também é importante evitar a exposição direta ao sol forte, em especial nos horários de pico. Em ambiente ao ar livre, deve-se utilizar chapéu e óculos que ofereçam boa proteção contra a luminosidade. Tome banhos frios para refrescar, coloque roupas mais frescas ou aplique compressas frias na cabeça.

    Na alimentação, o especialista recomenda que se dê preferência a alimentos mais leves, com menos gordura, e evite o consumo de cafeína e comidas com muito açúcar. “Também é indicado evitar longos períodos de jejum”, diz.

    E durante a noite, preservar um ambiente mais fresco no quarto é essencial para não prejudicar o sono. 

    Se, mesmo seguindo essas dicas, a dor de cabeça surgir muito intensa ou em pessoa sem histórico de enxaqueca, é preciso atenção. “Quando a dor é acompanhada de outros sintomas neurológicos, como confusão mental, alteração visual ou dificuldade de fala ou movimento, é fundamental procurar um pronto-socorro imediatamente para uma avaliação, pois pode ser sinal de um problema mais grave, como um Acidente Vascular Cerebral”, alerta o neurologista.

  • Álcool e dormir mal contribuem para o ganho de peso

    Médico endocrinologista explica como o álcool e o sono influenciam o metabolismo do corpo com consequências para a saúde

    Há muitos mitos que rondam o senso comum acerca da perda de peso e funcionamento do metabolismo. Enquanto alguns comportamentos que realmente afetam nosso corpo nem sempre são lembrados ou levados em consideração no controle da obesidade, como a falta de sono e o consumo de bebidas alcoólicas que, sim, engordam.

    “Com o isolamento social, não são raras as pessoas que afirmam que os dois comportamentos foram potencializados em suas rotinas devido à quarentena. Por isso, o alerta é tão importante neste momento”, destaca o Prof. Dr. Filippo Pedrinola.

    Álcool tem quase o dobro de calorias do açúcar

    O processo de produção do álcool vem da destilação ou fermentação do açúcar, fazendo com que a molécula de açúcar, antes com quatro calorias, passe a ter sete calorias quando é transformada em uma molécula de álcool. Ou seja, o número de calorias quase dobra.

    De acordo com o Prof. Dr. Filippo Pedrinola, médico endocrinologista, o metabolismo acaba sendo bastante afetado pelo consumo do álcool durante o processo de emagrecimento.

    “Quando há a ingestão da bebida alcoólica, além de consumir o dobro das calorias do açúcar, o metabolismo vai priorizar a eliminação do álcool do organismo. Isso significa que ele acaba deixando de lado o processo normal de queima calórica do corpo, proveniente dos alimentos que ingerimos, como se atrasasse o metabolismo”, explica o endocrinologista.

    Pesquisas também sugerem que o álcool parece aumentar a percepção do apetite, podendo influenciar em uma série de hormônios responsáveis pela sensação de saciedade inibindo, por exemplo, a ação do GLP 1 e das leptinas.

    E o problema não se limita apenas à bebida alcóolica, já que, em alguns casos, dependendo de como a bebida é preparada em coquetéis, as calorias são ingeridas em dobro. Uma caipirinha, por exemplo, contém açúcar, uma batida pode conter leite condensado, há quem misture vodca com energético que, além da caloria, ainda tem o problema do excesso de cafeína.

    Mesmo entre as pessoas que já sabem disso, muitas até acreditam em mitos que afirmam que certas bebidas alcoólicas podem ser mais inofensivas e com menos calorias. Essa fama foi colocada no gin, por exemplo. Trata-se de uma impressão falsa, pois o coquetel mais clássico com essa bebida, o gin tônica, não levar açúcar e tem um paladar mais leve e fresco.

    “O problema do gin tônica é que a água tônica, principal ingrediente, é um dos refrigerantes mais calóricos que existem. O quinino em sua composição demanda uma grande adição de açúcar para que o sabor fique mais equilibrado. Existem alternativas para reduzir essa caloria, como utilizar água tônica com zero açúcar ou substituir o açúcar branco de uma caipirinha por adocante. Não podemos afirmar que estas versões dos coquetéis alcoólicos não engordam, porém são opções mais adequadas para o consumo de quem está controlando o ganho de peso”, declara Pedrinola.

    Para emagrecer com saúde e não deixar o álcool atrapalhar o processo, o ideal é sempre evitar o excesso de bebida, consumindo com moderação e buscando fazer misturas que tenham o mínimo de açúcar possível.

    Uma única noite mal dormida pode desregular todo o metabolismo

    No que diz respeito ao sono, os malefícios são igualmente prejudiciais. Isso acontece porque o ato de dormir é composto por quatro ciclos, sendo três deles conhecidos pelo nome “Fase Não-REM”, e o último ciclo é chamado de “Fase REM”, sigla que traduzida do inglês significa “Movimento Rápido dos Olhos”.  

    Cada um desses ciclos demora aproximadamente 90 minutos para se concluir, e a fase REM é essencial para o corpo e para a mente, sendo ela a responsável por liberar os hormônios necessários para o bom funcionamento do cérebro e a dose necessária de grelina, leptina e cortisol.

    Com a privação do sono esses hormônios ficam desregulados, gerando uma hiperprodução de grelina, produzida no estômago e responsável por nos fazer sentir fome. Uma hipoprodução de leptina, desenvolvida nas células de gordura, responsável pelo aumento da fome e maior produção nos níveis de cortisol, hormônio responsável pelo estresse. Inclusive, o estresse é outro fator que influencia muito no ganho de peso e tem relação direta com o acúmulo de gordura na região abdominal”, declara o Prof. Dr. Filippo Pedrinola.

    Em média, grande parte da população precisa dormir de 7 a 8 horas por noite, mas há aqueles que só ficam completamente “descansados” quando dormem por mais de 9 horas e aqueles que precisam de menos de 7 horas de sono para se recuperarem.

    O ideal é sempre se manter alerta ao seu relógio biológico e criar uma rotina diária, como um horário certo para ir dormir, evitar usar o celular pelo menos 30 minutos antes de se deitar e evitar o consumo de certos alimentos que podem estimular o cérebro ao invés de relaxar. Se, mesmo assim, ainda sentir dificuldades para dormir, o ideal é procurar a ajuda de um médico.

  • Calor ocasiona contaminação de lentes de contato

    Os principais vilões são a maior proliferação de bactérias, ar condicionado, água do mar ou piscina.

    Usar lente de contato em dias quentes requer o dobro de cuidado no manuseio e higiene. Segundo o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, os prontuários do hospital mostram que durante o calor o número de contaminações chega a dobrar em relação ao s meses mais frios. Isso porque, facilita a proliferação de bactérias que formam depósitos nas lentes e podem contaminar o estojo. Caso estes depósitos não sejam eliminados por uma higienização profissional, antecipa o vencimento da lente.

    Isso explica porque o uso além do prazo de validade ou durante a noite por 45% das contaminações

    Alerta

    Queiroz Neto afirma que vermelhidão nos olhos, sensibilidade à luz e visão borrada são os principais sinais de que algo está errado. “Insistir no uso da lente sentindo desconforto pode provocar úlcera na córnea e até cegar”, comenta. Por isso, quando o olho fica vermelho ele recomenda retirar as lentes e consultar um oftalmologista imediatamente. Colocar um colírio por conta própria pode piorar o problema, mesmo que os olhos fiquem temporariamente mais brancos, adverte.

    Lente escleral protege os olhos

    O oftalmologista explica que a lágrima tem a função de proteger os olhos das agressões externas e pode ressecar em pessoas que permanecem ambientes com ar condicionado.  Uma alternativa são as lentes esclerais que funcionam como um protetor da superfície ocular . Isso porque, cobrem a córnea e a esclera (parte branca do olho), minimizando a evaporação da lágrima. Este tipo de lente, destaca, também é indicado para quem tem ceratocone, abaulamento da parte central da córnea e outras doenças que afetam a mucosa ocular, entre elas, a síndrome de Sögren e a síndrome de Stevens Johnson.

    Nadar ou dormir com lentes pode cegar

    “Quem usa lente de contato deve optar por óculos de grau quando vai à piscina ou praia”, adverte. Isso porque, o contato da lente com água contaminada por bactérias, cloro e até filtro solar pode causar uma infecção na córnea ou uma conjuntivite tóxica. Além disso, entrar na água do mar ou de piscina usando lente aumenta o risco de contrair acanthamoeba, um parasita que dificilmente é controlado com medicamentos. Já durante o sono, o especialista diz que a produção lacrimal diminui e a falta de oxigênio na córnea aumenta entre 10 e 20 vezes o risco de deformação da córnea.

    Outro erro comum, observa, é usar soro fisiológico para higienizar a lente e o estojo. O produto pode contaminar os olhos porque não tem conservante. Para pessoas alérgicas às soluções higienizadoras a recomendação é usar frascos de dose única de soro,

    Manutenção 

    As principais recomendações do médico para quem prefere usar lente são:

    Fazer a adaptação com um oftalmologista. Lentes que não acompanham a curvatura da córnea podem causar lesões graves.

    Lavar cuidadosamente as mãos antes de manipular as lentes.

    Utilizar soluções higienizadora tanto na limpeza quanto no enxágüe das lentes e estojo.

    Friccionar as lentes para eliminar completamente os depósitos

    Não usar água de torneira ou sobra de soro fisiológico depois que a embalagem for aberta.

    Retirar as lentes antes de remover a maquiagem e quando usar spray no cabelo

    Colocar as lentes sempre antes da maquiagem

    Guardar o estojo em ambiente seco e limpo

    Trocar o estojo a cada quatro meses

    Respeitar o prazo de validade das lentes

    Jamais dormir com lentes, mesmo as liberadas para uso noturno.

    Interromper o uso a qualquer desconforto ocular e procurar o oftalmologista

    Retirar as lentes durante viagens aéreas por mais de três horas

    Não entrar no mar ou piscina usando lentes.

  • 6/9 Dia do sexo: curiosidades e dicas

    Dia do sexo: descubra quando aconteceu a primeira transa, seus benefícios e quais foram os produtos eróticos mais vendidos na quarentena

    Para quem quer descobrir mais curiosidades, o sexólogo da INTT, João Ribeiro, fala sobre algumas dúvidas que sempre acabam surgindo quando o assunto é sexo

    No dia 06 de setembro é comemorado o Dia do Sexo. A data existe desde 2008, depois de uma marca de preservativos realizar uma ação de marketing. Seja solo, em casal, ou em grupo, a prática pode melhorar o humor, queimar calorias, ajudar na relação e até mesmo melhorar a qualidade da pele. Para quem quer descobrir mais curiosidades, o sexólogo da INTTJoão Ribeiro, fala sobre algumas dúvidas que sempre acabam surgindo quando o assunto é sexo, confira:

    – Existe um marco zero do sexo?

    Por incrível que pareça, os alemães conseguiram provas do caso mais antigo de relações sexuais entre humanos. De acordo com uma pesquisa, realizada pelo Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology, em Leipzig, Alemanha, traços de DNA encontrados nos restos mortais de uma mulher de Neandertal, na fronteira Rússia-Mongólia há 100 mil anos atrás, mostra que a mulher das cavernas e seu parceiro foram os responsáveis pela primeira transa da história.

    – Faz bem para a pele

    Muita gente quando observa alguém muito feliz ou com a pele bem tratada já logo pensa que essa pessoa tem uma vida sexual ativa. Isso acontece pois o ato aumenta a produção de ocitocina, conhecido como o “hormônio do amor”, além do hormônio estrógeno, que fica concentrado no sangue, aumentar durante o sexo e deixar a pele e o cabelo com aspecto mais brilhoso. E o suor manda embora todas as impurezas da pele, deixando-a mais suave.

    – Queima calorias 

    Quer perder algumas calorias sem ter que ficar horas fazendo aeróbico? Então tenha uma vida sexual ativa. De acordo com a Associação de Educadores e Terapeutas Sexuais, meia hora de sexo queima em média 85 calorias.

    – Vale por uma aspirina

    Se qualquer mudança climática já é motivo de preocupação e medo de ter um resfriado, transar com frequência pode ser uma alternativa para evitar esse receio. De acordo com uma pesquisa feita pela Wilkes University, nos Estados Unidos, o sexo aumenta os níveis de um anticorpo chamado IgA, responsável por proteger o organismo de gripes e infecções.

    – Alivia o estresse

    Trânsito, correria, boletos, enfim, são inúmeros problemas que resultam no temido estresse. O ato sexual libera endorfina e ajuda a aliviar a tensão.

    – Músculos tonificados

    Não é só os aparelhos da academia que fazem com que o corpo fique mais tonificado, o sexo pode ajudar quem quer músculos mais fortes, principalmente aquela região que é trabalhada quando é feito agachamento.

    – Qual é o produto erótico mais vendido durante essa quarentena?

    De acordo com Stephanie Seitz, diretora da INTT Cosméticos, um estimulador clitoriano recarregável, com 11 níveis de sucções, chamado Satisfyer Pro 2 foi o produto mais procurado. Em 3 meses foram vendidas mais de 10.000 unidades.