Tag: calor

  • Mais nutrientes em menos calorias: a nova tendência da alimentação saudável

    A redução das porções acelerou uma mudança na alimentação, colocando a qualidade nutricional no centro de cada refeição

    A chegada dos medicamentos injetáveis para perda de peso acelerou uma mudança que já vinha ocorrendo na forma como as pessoas encaram a alimentação. Mais do que emagrecer, cresce a preocupação em garantir que cada refeição forneça os nutrientes de que o organismo realmente precisa para funcionar de maneira adequada.

    “Como esses medicamentos reduzem consideravelmente o apetite, cada gole ou garfada importam, e precisam oferecer maior qualidade nutricional. Isso significa ir além das proteínas e incluir também fibras, vitaminas e minerais, ajudando a suprir as necessidades do organismo, preservar a massa muscular e dar suporte a funções importantes, como o sistema imunológico, além de contribuir para a saúde da pele e dos cabelos”, explica o médico nutrólogo e mestre em Nutrição e Alimentos, Dr. Nataniel Viuniski, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife.

    No entanto, essa mudança não se limita às pessoas que utilizam esses medicamentos. Ela reflete uma tendência mais ampla na nutrição, que passou a valorizar a chamada densidade nutricional das refeições, ou seja, a quantidade e a variedade de nutrientes que elas fornecem em relação às calorias.

    Nesse contexto, ganha destaque a nutrição inteligente com produtos desenvolvidos para concentrar diferentes nutrientes essenciais (como proteínas, fibras, vitaminas e minerais) em uma única porção, com teor calórico controlado, como é o caso dos shakes nutricionais.

    “Além das proteínas, que promovem maior saciedade e ajudam a prevenir a perda de massa muscular, essas formulações costumam fornecer fibras, que contribuem para o bom funcionamento intestinal, assim como vitaminas e minerais importantes para o metabolismo, o sistema imunológico, a saúde óssea e muitas outras funções do organismo”, afirma Viuniski.

    Outro aspecto de destaque é a praticidade desses alimentos, já que seu preparo leva apenas alguns minutos e pode ser feito em um copo misturador ou no liquidificador. Por isso, eles podem ser uma alternativa para profissionais que passam grande parte do dia fora de casa, estudantes, pessoas fisicamente ativas e quem busca manter uma alimentação equilibrada apesar de uma rotina intensa. Nessas situações, ajudam a evitar que as principais refeições sejam substituídas por lanches rápidos, que costumam ser ricos em calorias e pobres em nutrientes.

    “Quando bem formulado, um shake pode representar uma alternativa interessante para situações específicas, como jornadas intensas de trabalho, viagens ou após a prática de atividade física. O importante é que faça parte de um padrão alimentar saudável e variado”, conclui o nutrólogo.

  • O impacto de condimentos na saúde de diabéticos e hipertensos

    Maionese, ketchup e mostarda: especialista alerta sobre o impacto de condimentos na saúde de diabéticos e hipertensos

    Rótulos, ingredientes e frequência de consumo fazem diferença na hora de incluir os condimentos na alimentação

    Presentes em lanches, saladas e preparações do dia a dia, a maionese, o ketchup e a mostarda estão entre os condimentos mais consumidos no Brasil. Embora pareçam simples complementos, eles podem variar bastante em composição nutricional, e isso faz diferença especialmente para quem tem doenças crônicas, como diabetes, colesterol alto ou precisa seguir dietas mais restritivas.

    Segundo a coordenadora de nutrição e dietética do São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, o principal ponto de atenção está nos ingredientes e no consumo frequente. “Muitos desses produtos têm alto teor de sódio, açúcar e aditivos, o que exige moderação, principalmente em populações com risco cardiovascular ou metabólico”, explica.

    Os principais tipos de condimentos

    Maionese

    • Tradicional: à base de óleo vegetal e gema de ovo, com alto teor calórico.
    • Light ou reduzida em gordura: menor valor calórico, mas pode ter mais aditivos.
    • Vegana: substitui o ovo por emulsificantes vegetais.
    • Artesanal/caseira: permite controle de ingredientes, mas exige atenção à segurança alimentar.

    Ketchup

    • Tradicional: feito com tomate, açúcar e vinagre.
    • Sem açúcar ou reduzido em açúcar: opção para controle glicêmico.
    • Orgânico ou artesanal: pode conter menos aditivos, mas a composição deve ser avaliada através do rótulo.

    Mostarda

    • Amarela tradicional: baixa caloria, mas pode conter sódio elevado, dependendo da marca.
    • Dijon: sabor mais intenso e picante, a composição pode variar entre marcas, mas geralmente tem menos açúcar e textura mais cremosa.
    • Escura: mais forte e aromática, costuma ter sabor mais marcante e pode ter maior concentração de sementes e especiarias.
    • Em grãos: feita com sementes inteiras ou parcialmente trituradas, tem textura mais rústica e sabor mais complexo, sendo comum em preparações gourmet e molhos artesanais.

    Consumo em dietas restritivas

    Para quem segue dietas com restrição calórica, a maionese costuma ser o item mais crítico, por ser rica em gorduras. Já o ketchup pode ser um problema para pessoas com diabetes devido ao açúcar adicionado.

    Em casos de hipertensão ou problemas renais, o principal alerta recai sobre o sódio, presente em todos os três condimentos, especialmente nas versões industrializadas.

    “Não é necessário excluir totalmente esses alimentos, mas sim ajustar a quantidade e escolher versões com melhor perfil nutricional”, orienta Cintya Bassi.

    Diabetes, colesterol e atenção redobrada

    • Diabetes: preferência por versões sem açúcar ou com menor teor de carboidratos.
    • Colesterol alto: atenção ao consumo excessivo de maionese devido à sua elevada densidade calórica, devendo ser considerada dentro do contexto alimentar total.
    • Hipertensão: observar o consumo de sódio, especialmente em ketchup e mostarda industrializados.

    Como ler o rótulo e fazer a melhor escolha

    Na hora da compra, alguns pontos ajudam a identificar a qualidade do produto:

    • Lista de ingredientes: quanto menor e mais simples, melhor.
    • Ordem dos ingredientes: os primeiros da lista são os mais presentes no produto.
    • Açúcar e xarope de glicose: quanto mais próximo do início, maior a quantidade.
    • Sódio: valores altos indicam maior risco para hipertensos.
    • Aditivos e conservantes: a presença de diversos aditivos e ingredientes industrializados pode indicar maior grau de processamento.
    • Gorduras trans ou hidrogenadas: devem ser evitadas.

    Versões sem açúcar e alternativas caseiras

    As versões “zero açúcar” de ketchup e algumas mostardas podem ser alternativas para quem precisa controlar a glicemia, mas ainda assim devem ser consumidas com moderação, já que podem conter adoçantes e outros aditivos.

    Já as versões caseiras são uma opção interessante para reduzir os ingredientes industrializados:

    • Maionese caseira: pode ser feita com ovos cozidos ou liofilizados (desidratados à frio), azeite e limão.
    • Ketchup caseiro: utiliza tomate fresco, vinagre e especiarias, sem açúcar ou com substitutos naturais
    • Mostarda artesanal: sementes de mostarda, vinagre e temperos naturais.

    Apesar das diferenças entre as versões, a especialista reforça que o ponto central é o consumo equilibrado. “Esses condimentos podem fazer parte da alimentação, desde que usados em pequenas quantidades e inseridos em uma dieta variada e baseada em alimentos in natura. Esse cuidado também deve ser mantido quando o consumo é fora de casa, em lanchonetes ou restaurantes, onde é mais difícil controlar a qualidade. A escolha consciente começa no rótulo e se completa na quantidade consumida no dia a dia”, conclui Cintya.

  • Calor e umidade impulsionam casos de micoses no verão

    Especialista orienta sobre cuidados que ajudam a prevenir infecções que aumentam em mais de 42% em períodos de alta temperatura

    Com o calor intenso e a alta umidade do verão, os fungos encontram o ambiente ideal para a proliferação na pele. Um estudo publicado no Jornal de Ciência Médica da Coreia do Sul (2024), que analisou mais de 38 mil casos de infecções dermatofíticas ao longo de dez anos (2014-2024), mostrou que cerca de 42,7% dos episódios de micose ocorreram durante os meses mais quentes do ano. O dado reforça um alerta importante para esta época, marcada pelo uso frequente de piscinas, praias, academias e vestiários compartilhados.

    A dermatologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Silvana Coghi, avalia que o aumento dos casos está diretamente ligado aos hábitos do verão. “O calor favorece a transpiração excessiva e, quando a pele permanece úmida por muito tempo, cria-se um cenário perfeito para o desenvolvimento de fungos. Piscinas, duchas coletivas e o compartilhamento de toalhas ou chinelos aumentam ainda mais o risco de contaminação”, explica.

    As micoses são infecções comuns que podem atingir diferentes regiões do corpo, como pés, unhas, virilha e dobras da pele. Apesar de não serem consideradas graves na maioria dos casos, exigem atenção, já que o tratamento inadequado pode prolongar o quadro e facilitar a transmissão para outras pessoas.

    Tratamento e cuidados indicados

    O tratamento das micoses depende do tipo, da região afetada e da gravidade da infecção. De forma geral, a médica destaca que os cuidados podem envolver:

    • Uso de medicamentos antifúngicos tópicos, como cremes, loções ou sprays, prescritos por um dermatologista;
    • Em casos mais extensos ou persistentes, indicação de antifúngicos orais, sempre com acompanhamento médico;
    • Manutenção da pele limpa e bem seca, principalmente após banho de piscina ou mar;
    • Troca frequente de roupas úmidas e preferência por tecidos leves e respiráveis;
    • Evitar o compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas, calçados e alicates de unha.

    “Receitas caseiras ou soluções naturais não substituem o tratamento médico. Elas podem até aliviar sintomas leves, mas não eliminam o fungo. O ideal é procurar um dermatologista ao perceber sinais como coceira, descamação, manchas ou alterações nas unhas”, orienta a Dra. Silvana.

    Para a dermatologista, a prevenção ainda é o melhor caminho durante o verão. Secar bem o corpo, usar chinelos em áreas comuns e manter hábitos simples de higiene ajudam a reduzir significativamente o risco de infecção. “Com cuidados básicos e atenção aos primeiros sinais, é possível aproveitar a estação mais quente do ano sem prejuízos à saúde da pele”, finaliza.

  • Dicas para manter a saúde nos dias de calor excessivo 

    Nutricionista dá dicas para manter a saúde nos dias de calor excessivo 

    Em dias de calor excessivo, precisamos prestar atenção na alimentação e na ingestão de líquidos para evitar desidratação e outros problemas de saúde

    Os extremos nem sempre são benéficos, e as temperaturas são um exemplo claro disso. Tanto o frio intenso quanto o calor excessivo podem representar riscos à saúde. No Brasil, as ondas de calor são cada vez mais severas, com previsões indicando temperaturas de até 40°C, podendo alcançar 45°C em algumas regiões, com sensação térmica ainda mais elevada. Esse calor extremo pode afetar o organismo de diversas formas, desde a desidratação até a redução do apetite.

    Para preservar a saúde e o bem-estar, é fundamental atentar-se à alimentação e à hidratação, como ressalta a nutricionista Karina Domenica Di Rico, gerente de unidade no segmento educacional da empresa Sapore. Segundo ela, em dias mais quentes, é recomendável optar por alimentos de fácil digestão, como verduras, frutas, legumes e carnes magras, além de intensificar a ingestão de água, chás gelados e sucos naturais.

    “No verão, a elevação da temperatura corporal e a transpiração intensa reduzem a sensação de fome e resultam na perda de líquidos e sais minerais. Por isso, uma alimentação mais leve aliada à hidratação adequada torna-se essencial”, afirma.

    Para promover o bem-estar e a saúde, a nutricionista Karina preparou sete recomendações indispensáveis para enfrentar as ondas de calor intenso com mais segurança:

    7 dicas essenciais de alimentação para enfrentar o calor intenso com saúde

    1. Aposte em folhas verdes e legumes frescos – Priorize o consumo de vegetais crus, sempre bem higienizados. Além de leves e nutritivos, esses alimentos possuem alto teor de água, auxiliando na hidratação e no equilíbrio térmico do corpo.
    2. Evite molhos industrializados e maionese – Opte por temperos naturais como azeite de oliva extravirgem, limão e vinagre. Além de realçarem o sabor das saladas, esses ingredientes possuem propriedades antioxidantes que ajudam a combater os radicais livres e contribuem para a saúde do coração.
    3. Prefira proteínas magras e grelhadas – Carnes magras, como frango, peixe e cortes magros de carne bovina, são de digestão mais leve e evitam desconfortos gástricos. Além disso, são fontes de proteínas de alta qualidade sem o excesso de gorduras prejudiciais.
    4. Reduza o consumo de carnes gordurosas – Carnes vermelhas e cortes com alto teor de gordura demandam mais energia para digestão, elevando a temperatura corporal. Em dias quentes, o ideal é optar por preparações mais leves e menos gordurosas.
    5. Escolha sobremesas refrescantes e nutritivas – Substitua doces pesados por opções mais leves e ricas em água, como frutas frescas, saladas de frutas, sorvetes à base de frutas, smoothies, flans e gelatinas. Além de deliciosas, essas alternativas contribuem para a hidratação.
    6. Hidrate-se constantemente – A ingestão adequada de líquidos é indispensável! Beba bastante água ao longo do dia e varie com chás gelados e sucos naturais. Evite refrigerantes e bebidas muito açucaradas, que podem causar desidratação e picos glicêmicos.
    7. Modere o consumo de bebidas alcoólicas – Além de serem calóricas, as bebidas alcoólicas possuem efeito diurético, favorecendo a desidratação. Se as consumir, intercale com água para minimizar os impactos no organismo.

    Sucos refrescantes para o calor

    Para refrescar os dias mais quentes e trazer ainda mais sabor e leveza para a rotina, a Sapore apresenta novas opções de sucos naturais, preparados com combinações refrescantes de frutas e chás.


    As novidades unem frescor, aromas naturais e ingredientes selecionados, resultando em bebidas leves, saborosas e ideais para hidratar e refrescar ao longo do dia. Uma forma deliciosa de tornar o verão ainda mais agradável, com o cuidado e a qualidade que fazem parte do nosso compromisso.

    • Suco de Abacaxi + Hortelã + Chá Verde

    Ingredientes (1 litro):
    – 2 xícaras de abacaxi picado
    – 500 ml de chá verde gelado
    – 500 ml de água gelada
    – 6 a 8 folhas de hortelã
    – Gelo a gosto

    Modo de preparo:
    Bata todos os ingredientes no liquidificador até obter uma bebida homogênea. Sirva bem gelado.

    • Suco de Laranja + Gengibre + Chá Verde

    Ingredientes (1 litro):
    – 500 ml de suco de laranja natural
    – 500 ml de chá verde gelado
    – 1 colher de chá de gengibre fresco ralado
    – Gelo a gosto

    Modo de preparo:
    Bata todos os ingredientes no liquidificador. Coe, se necessário, e sirva gelado.

    • Suco de Frutas Vermelhas + Chá de Hibisco

    Ingredientes (1 litro):
    – 1 xícara de frutas vermelhas (morango, framboesa e amora)
    – 500 ml de chá de hibisco gelado
    – 500 ml de água gelada
    – Gelo a gosto

    Modo de preparo:
    Bata todos os ingredientes no liquidificador até ficar bem incorporado. Sirva gelado.

  • 6 dicas para o cuidado com flores e plantas em dias quentes

    O verão chegou ao Brasil elevando as temperaturas em todas as regiões, com termômetros ultrapassando os 35 °C em diversas cidades. O calor excessivo não impacta apenas a saúde das pessoas, como também afeta diretamente plantas e flores, especialmente as espécies mais sensíveis. Altas temperaturas, sol intenso e baixa umidade podem provocar queimaduras nas folhas, acelerar a perda de água e causar desidratação, comprometendo o desenvolvimento e a vitalidade de algumas espécies. 

    Confira algumas dicas de cuidados para que plantas e flores passem pela estação sem perder a beleza. 

    1- Ajustar a rega de acordo com o calor 

    Embora a necessidade de hidratação aumente, o excesso de água pode ser tão prejudicial quanto a falta, favorecendo o apodrecimento das raízes, o surgimento de doenças e a queda das folhas. Por isso, a orientação dos especialistas é manter o equilíbrio, regando com maior frequência, porém sempre com moderação, e observando o acúmulo de água nos pratinhos ou gavetas dos vasos. A rega deve ser feita de forma lenta e uniforme, garantindo que a água alcance as raízes sem encharcar o substrato.  

    2- Proteção contra o sol intenso 

    A mudança da posição do sol pode expor folhas sensíveis à insolação direta. Sempre que necessário, os vasos devem ser mudados de lugar para buscar um equilíbrio entre luz e sombra, evitando sol forte nas horas mais quentes do dia. Deve-se ter cuidado, principalmente, com as espécies mais delicadas, que não suportam insolação direta. Cactos e suculentas suportam melhor os períodos de seca do que espécies tropicais de folhas largas. 

    3 – Garantir boa drenagem dos vasos Furos obstruídos na base dos vasos e o acúmulo de água nos pratinhos favorecem o apodrecimento das raízes, além de criar um ambiente propício ao surgimento de fungos e pragas. A recomendação é utilizar substratos leves e bem drenados, que facilitem o escoamento da água, e eliminar sempre o excesso após as regas. Também é fundamental descartar a água parada nos recipientes, medida que ajuda a evitar a proliferação de mosquitos, incluindo o Aedes aegypti, transmissor da dengue. Observar a textura do substrato faz parte desse cuidado sendo que as misturas muito compactas devem ser substituídas por opções mais soltas, que permitam melhor aeração das raízes e absorção adequada da umidade. 

    4- Evitar podas drásticas 

    O verão não é a estação ideal para cortes profundos. Restrinja-se às podas de limpeza, retirando folhas e galhos secos, deixando intervenções maiores para períodos mais amenos, como o outono. Após o corte, as plantas e as flores começam a crescer e nascem novos brotos, sensíveis à luz solar e temperaturas altas. 

    5 – Reforçar a adubação com equilíbrio 

    Com regas mais frequentes, os nutrientes são absorvidos mais rapidamente. A estação mais quente do ano é propícia a adubar, preferencialmente com adubos orgânicos, respeitando as necessidades de cada espécie. Nutrir as plantas neste período é fundamental para que elas tenham tempo de metabolizar os nutrientes do solo mais rapidamente, uma vez que no calor elas buscam por mais hidratação. 

     
    6- Atenção redobrada com as pragas e sinais de estresse 

    As altas temperaturas favorecem a proliferação de insetos, fungos e bactérias, exigindo monitoramento constante das plantas. Folhagem murcha, manchas, amarelamento ou queda precoce podem indicar estresse ou infestação. Pragas como pulgões, cochonilhas, percevejos e cigarrinhas sugam a seiva e facilitam o aparecimento de fungos. Lesmas, caracóis e lagartas também se tornam mais ativos no verão. A recomendação é adotar medidas preventivas, como limpeza regular, controle com métodos naturais e aplicação de fertilizantes apenas no início da manhã, o que reduz o risco de danos. 

  • Calor intenso: alerta para cuidados com alimentação e ingestão de água para os pets

    Adimax – Divulgação

    2026 chegou sob altas temperaturas, indicando um verão com índices térmicos acima da média e uma maior frequência de ondas de calor, especialmente nas regiões Sul, Sudeste e partes do Centro-Oeste e Nordeste. Um sinal de alerta para os responsáveis por pets, que devem ficar atentos ao comportamento dos seus animais e redobrar alguns cuidados quando o assunto é a alimentação e hidratação, levando em conta as particularidades dos cães e gatos.

    Os cães, por exemplo, regulam a temperatura de seu corpo por meio da ofegação, o que faz com que percam uma considerável quantidade de água. Por isso, seu consumo hídrico deve ser maior nos dias mais quentes. Os gatos, por sua vez, têm por hábito beber pouca água voluntariamente, mesmo no calor. Por isso, necessitam de estímulo constante para maior ingestão hídrica. 

    Outro ponto a ser considerado é que o calor pode levar à diminuição do apetite. Além disso, o cuidado deve ser ainda maior em relação à conservação do alimento, pois nessa temporada, em razão da alta temperatura e umidade, ocorre maior proliferação de insetos transmissores de doenças, como moscas, formigas e baratas e outras pragas que contaminam os alimentos e que são atraídos pela ração. 

    O médico-veterinário Gustavo Quirino, que atua na Capacitação Técnica na Adimax, reforça os principais cuidados com os pets no calor. Seguindo essas dicas, o responsável proporcionará saúde, bem-estar e qualidade de vida ao seu pet! 

    1. Procure planejar os horários de alimentação para os períodos mais frescos do dia (manhã e noite); 

    2. Além da ração, é interessante incluir os alimentos úmidos na dieta, como os sachês, que colaboram para a ingestão hídrica. Eles podem ainda ser misturados com água e colocados em formas de gelo, e oferecidos ao pet como “sorvete”;

    3. Não deixe sobras de alimentos no comedouro, para evitar atrair insetos e também que o alimento se deteriore pela exposição prolongada. Além disso, a exposição longa promove perda do aroma, crocância e sabor, diminuindo a aceitação;

    4. Mantenha o comedouro e o bebedouro em ambiente tranquilo, fresco, livre da luz solar direta e da possibilidade de pegar chuva;

    5. Tenha mais de um bebedouro espalhado pela casa, tanto para os cães quanto para os gatos, pois isso estimula a ingestão de água; 

    6. Lave e troque a água do bebedouro do animal pelo menos uma vez ao dia; podem ser adicionadas pedras de gelo no bebedouro;

    7. Quando possível, prefira fontes de água (principalmente para gatos), pois eles dão preferência por água fresca e corrente, estimulando, assim, o consumo;

    8. Sempre que sair para passeios mais longos ou se o pet for te acompanhar na rotina, jamais esqueça de levar seu bebedouro e uma garrafinha com água para ir oferecendo. E procure realizar os passeios nos horários de temperatura mais amena;

    9. Se optar por manter o alimento na embalagem original, garanta que ela esteja bem fechada e vedada, longe do chão e de paredes. Se for utilizar um recipiente para guardar, ele deve ser bem vedado, limpo, seco e proteger o alimento da luz;

    10. Independentemente da escolha, o alimento deve ser sempre guardado em ambiente seco, ao abrigo da luz e longe de produtos químicos. E muito importante: não se esqueça de guardar a embalagem original para uma eventual necessidade de contato com o fabricante.

  • São Paulo tem previsão de ventos fortes e chegada de frente fria

    Chegada de uma frente fria muda o tempo, com chuva na sexta-feira (2) e queda das temperaturas entre sábado (3) e domingo (4) em algumas regiões paulistas

    Após um período de forte calor e temperaturas recordes, uma frente fria avança pelo estado de São Paulo, trazendo mudanças no clima a partir desta sexta-feira (2). A redução das temperaturas, que será mais perceptível entre o sábado (3) e o domingo (4), chega com ventos de forte intesidade e chuvas. 

    Nesta sexta-feira (2), a frente fria avança pela costa paulista, favorecendo tempo mais nublado e chuva a qualquer hora do dia, principalmente na faixa leste e no litoral do estado. As chuvas podem variar de moderadas a fortes, com possibilidade de raios e rajadas de vento de forte intensidade e acumulados significativos, aumentando o risco de transtornos como alagamentos, deslizamentos de terra, quedas de árvores e interrupções viárias, especialmente em áreas mais vulneráveis. Destaca-se ainda que as rajadas de vento podem gerar quedas de árvores e construções menos estruturadas.

    Com a mudança nos modelos meteorológicos, o bloqueio que manteve o calor intenso nos últimos dias perde força. No entanto, a queda mais expressiva de temperatura ocorre nas regiões leste, sul e litorânea, enquanto no interior as mudanças são mais discretas.

    A Defesa Civil do Estado continua monitorando as condições meteorológicas, com o gabinete de crise mantido em operação até domingo (4), em razão dos impactos recentes associados ao calor extremo e à previsão de mudanças no tempo com temporais.

    Temperaturas previstas (máximas e mínimas) para as regiões de:

    Registro

    Máxima: Sábado 37°C | Domingo 24°C

    Mínima: Sábado 22°C | Domingo 20°C

    Capital

    Máxima: Sábado 30°C | Domingo 24°C

    Mínima: Sábado 21°C | Domingo 18°C

    Campinas

    Máxima: Sábado 30°C | Domingo 28°C

    Mínima: Sábado 20°C | Domingo 20°C

    Sorocaba

    Máxima: Sábado 30°C | Domingo 26°C

    Mínima: Sábado 20°C | Domingo 20°C

    Santos

    Máxima: Sábado 32°C | Domingo 23°C

    Mínima: Sábado 24°C | Domingo 20°C

    São José dos Campos (SJC)

    Máxima: Sábado 31°C | Domingo 26°C

    Mínima: Sábado 20°C | Domingo 19°C

    Araraquara

    Máxima: Sábado 31°C | Domingo 30°C

    Mínima: Sábado 21°C | Domingo 20°C

    Ribeirão Preto

    Máxima: Sábado 31°C | Domingo 32°C

    Mínima: Sábado 21°C | Domingo 20°C

    São José do Rio Preto (SJRP)

    Máxima: Sábado 32°C | Domingo 30°C

    Mínima: Sábado 22°C | Domingo 21°C

    Presidente Prudente

    Máxima: Sábado 32°C | Domingo 32°C

    Mínima: Sábado 22°C | Domingo 21°C

    Mudança no interior será menor

    No interior paulista, a queda de temperatura tende a ser menos significativa, já que a frente fria perde intensidade à medida que avança pelo continente. Além disso, a menor influência marítima, o ar mais seco e as características do relevo dificultam um resfriamento mais acentuado. Ainda assim, o calor extremo perde força, proporcionando sensação térmica mais confortável em comparação aos últimos dias.

    A Defesa Civil reforça a importância de acompanhar os alertas oficiais e adotar medidas de autoproteção, especialmente em áreas suscetíveis aos impactos das chuvas.

  • Zoo de São Paulo e Simba Safari adotam ações para amenizar efeitos do calor sobre os animais no verão

    Sorvetes adaptados à dieta, banhos e simulação de chuvas fazem parte das estratégias de enriquecimento ambiental para garantir conforto térmico

    Com a chegada do verão, que começou oficialmente em 21 de dezembro, o Zoológico de São Paulo e o Simba Safari iniciam uma série de ações voltadas ao bem-estar animal diante das altas temperaturas. As medidas incluem desde a oferta de alimentos congelados até a simulação de chuvas, além da adaptação das rotinas de manejo com foco no conforto térmico das espécies que vivem nos dois parques.

    Entre as principais iniciativas estão os chamados “sorvetes”, preparados de acordo com a dieta de cada morador: há picolés feitos com suco de frutas para herbívoros, versões à base de insetos para espécies insetívoras e até sorvetes de caldo de carne destinados aos carnívoros. A atividade marca a chegada da estação mais quente e é repetida sempre que os termômetros sobem de forma mais intensa.

    Outra estratégia adotada nos dias de calor são os banhos com mangueira, que simulam chuvas e ajudam na regulação da temperatura corporal. Para alguns animais como jabutis, porcos, elefantes e rinocerontes, a equipe técnica prepara lameiros – áreas com terra bem molhada onde os animais podem rolar para reduzir o calor e afastar insetos da pele. Já os semi-aquáticos, como hipopótamos e tartarugas, contam com piscinas em suas “casas”, há até ar-condicionado em alguns pontos como o ambiente das girafas.

    Além do enriquecimento ambiental, a alimentação diária também passa por ajustes durante o verão. Répteis, por exemplo, tendem a ficar mais ativos com o aumento da temperatura e, por isso, recebem comida com maior frequência. Já os carnívoros costumam reduzir a atividade nos dias mais quentes, o que leva a intervalos maiores entre as refeições ao longo da estação. Todos os animais são monitorados diariamente por uma equipe multidisciplinar formada por cuidadores, biólogos, zootecnistas e veterinários. 

    A localização do Zoológico e do Simba dentro do Parque Estadual Fontes do Ipiranga, na zona sul da capital paulista, também contribui para amenizar os efeitos do calor, já que a extensa área verde ajuda a reduzir a temperatura e a melhorar a umidade do ar.

    Confira os valores das ofertas de fim de ano

    • Zoológico de São Paulo – ingresso avulso antecipado por R$49,95. O valor no dia é de R$ 99,90
    • Jardim Botânico – ingresso avulso antecipado por R$19,95. O valor no dia é de R$ 39,90
    • Simba Safari – ingresso avulso antecipado por R$59,95. O valor no dia é de R$ 119,90 (necessário agendar o horário de visita)
    • Combo com quatro atrações – Zoo SP, Jardim Botânico, Simba Safari e Mundo Dino – de R$319,60 por R$129,90 na compra antecipada. O valor no dia é de R$ 139,90
    • Combo com cinco atrações – Zoo SP, Jardim Botânico, Simba Safari, Mundo Dino e Acqua Zoo – de R$359,50 por R$149,90 na compra antecipada. O valor no dia é de R$159,90.

    Serviço

    Funcionamento dos parques a partir do dia 20 de dezembro:

    Zoo São Paulo: aberto todos os dias das 8h30 às 17h30(visitação até às 18h30);

    Jardim Botânico: aberto todos os dias das 9h às 17h (visitação até às 18h);

    Simba Safari: aberto todos os dias das 8h às 17h30 (visitação até às 18h30).

    (horários especiais em 24, 25 e 31 de dezembro e 1 de janeiro)

    Site para compra de ingressos – Zoo SP e Simba Safari

    Endereços: Zoológico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 4241 – Água Funda. 

    Jardim Botânico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 3031 – Água Funda.

  • Cuidados que você precisa ter com seu pet durante o calor intenso 

    Veterinárias da Una Jataí orientam tutores sobre medidas simples para garantir bem-estar dos pets em dias quentes e prevenir acidentes 

    No período de calor, os riscos para cães e gatos aumentam significativamente. Queimaduras nas patas, desidratação e hipertermia estão entre os problemas mais comuns. Em Jataí (GO), as professoras Gisele e Dalila, do curso de Medicina Veterinária da Una, alertam que os cuidados devem ser redobrados entre dezembro e março, período mais quente do ano. O motivo? Mudanças climáticas e hábitos inadequados dos tutores, como passeios em horários de sol intenso e falta de hidratação adequada. 

    Durante o verão, cães e gatos podem ter a saúde comprometida e até levar à morte. “Eles não transpiram como nós. A troca de calor ocorre pela respiração, o que os torna mais vulneráveis ao superaquecimento”, explica a professora Gisele. A hipertermia pode ser identificada por sinais como respiração ofegante, salivação excessiva e pele quente ao toque. Já a desidratação é percebida por mucosas secas, olhos fundos e perda de elasticidade da pele. “Se ao puxar a pele das costas ela demora a voltar, é sinal de alerta”, completa Dalila. 

    Raças braquicefálicas, como Pug, Bulldog e Shih-tzu, além de filhotes e idosos, exigem atenção especial. “Esses animais têm maior dificuldade respiratória e sensibilidade ao calor, por isso devem permanecer em locais arejados e com água fresca disponível”, orienta Gisele. Dalila reforça: “Filhotes e idosos desidratam mais rápido e podem apresentar doenças cardíacas ou respiratórias agravadas pelo calor”. 

    Segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o Brasil tem mais de 149 milhões de pets, e as ondas de calor têm aumentado os atendimentos emergenciais por hipertermia nos últimos dois anos. A tendência é que os tutores busquem cada vez mais soluções preventivas, como tapetes de resfriamento, bebedouros automáticos e monitoramento remoto da temperatura corporal. 
     

    Dicas para proteger cães e gatos no verão 

    Evite passeios em horários quentes. Prefira antes das 9h ou após as 17h. Faça o teste do asfalto: se você não consegue manter a mão por 30 segundos, está quente demais para as patas; 

    Disponibilize potes de água fresca ou fontes para estimular gatos. Cubos de gelo ou frutas geladas, como maçã e banana, podem ajudar; 

    Observe sinais de alerta: Respiração ofegante, salivação intensa e pele quente indicam risco de hipertermia; 

    Hidratantes específicos e protetor solar pet para focinho, orelhas e áreas desprovidas de pelos (abdômen) são recomendados para proteger contra queimaduras; 

    Sol e chuva favorecem carrapatos e pulgas. Mantenha protocolos preventivos em dia. 
     
    ‘’É essencial evitar atividades físicas intensas em horários de pico e nunca deixar o animal em locais fechados sem ventilação, como carros”, reforça Dalila. Para Gisele, a palavra-chave é atenção: “Mudanças comportamentais, como apatia ou falta de apetite, são sinais para procurar um veterinário imediatamente”. 


    Com ondas de calor cada vez mais intensas e mudanças climáticas alterando padrões de temperatura, os cuidados com cães e gatos deixam de ser apenas uma recomendação e passam a ser uma necessidade urgente. Especialistas reforçam que a prevenção é a melhor forma de garantir qualidade de vida aos pets e evitar situações de risco que podem evoluir para quadros graves. 
    Em um país que soma mais de 149 milhões de animais de estimação, segundo a Abinpet, a responsabilidade dos tutores é decisiva. O verão pode ser um período de lazer para todos, mas só será seguro se os tutores estiverem atentos aos sinais e adotarem medidas simples. Cuidar é também proteger.

  • Calor extremo é uma ameaça aos pets no verão

    De hidratação reforçada a horários seguros de passeio, veterinária da UVA destaca os principais cuidados para evitar danos à saúde dos animais de estimação



    Com a chegada das altas temperaturas, os cuidados com cães e gatos precisam ser redobrados. Os animais possuem mecanismos diferentes para regular o próprio calor, o que os torna vulneráveis a quadros de hipertermia, queimaduras e até problemas cardíacos quando não há entendimento sobre esse processo. Segundo Cristina Amarante, professora de Medicina Veterinária da Universidade Veiga de Almeida (UVA), compreender essas limitações é o primeiro passo para protegê-los no verão.
     

    “Todos os animais fazem regulação de temperatura, mas cada um com capacidades diferentes. Os cães, por exemplo, têm poucas glândulas sudoríparas e dependem do ato de arfar (aumento da frequência respiratória) para perder calor. Arfar é o mecanismo natural de resfriamento dos cães. Quando respiram de forma rápida e ofegante, eles promovem a perda do calor pela respiração em conjunto com a perda pela água expelida, o que ajuda a reduzir a temperatura interna”, explica a especialista.
     

    Algumas raças sofrem ainda mais. Cães como São Bernardo e Husky Siberiano, adaptados a climas frios, têm mais dificuldade em dissipar o calor, aumentando as frequências respiratória e cardíaca, produzindo mais saliva como forma de compensação. Já os braquicefálicos, como pug, shih-tzu e buldogue francês, e gatos, precisam de cuidado máximo: “Os cães de focinho achatado têm capacidade muito menor de perder calor. Os felinos costumam usar mais o banho corporal com a língua no calor, o que gera mais perda de água, portanto a hidratação deve ser constante, principalmente com o uso de fontes de água corrente para estimular a ingestão de água. Em situações extremas, podem até infartar”, alerta a professora, que compartilha algumas dicas:

    1 – Passeios – horários certos e hidratação reforçada

    No verão, passear nos horários inadequados pode ser extremamente perigoso. A recomendação é antes das 8h ou após as 17h. “Levar o animal para caminhar sob sol forte é submetê-lo ao sofrimento. Ele não tem as mesmas ferramentas que nós para se resfriar”, afirma a veterinária.

    Além disso, as altas temperaturas podem causar queimaduras nas patas, especialmente em pisos como asfalto. Protetor solar específico para pets deve ser aplicado no nariz, orelhas, ou outras áreas com menos pelos e mais expostas ao sol. O tutor deve evitar coleiras com partes metálicas, que podem aquecer e queimar a pele do animal.

    A hidratação também merece atenção. Água fresca e até gelada deve estar sempre disponível, de preferência em recipientes de barro, aço inox ou alumínio, que ajudam a manter a temperatura. Água de coco é bem-vinda e pedras de gelo podem ser oferecidas.

    Se o animal precisar usar focinheira, o tutor deve garantir que o modelo permita a abertura da boca, essencial para que o cão possa arfar e controlar o calor.

    2 – Em casa, ambiente fresco e banhos moderados

    Dentro de casa, o ideal é garantir que o animal fique em locais sombreados e ventilados. A troca frequente da água e sua temperatura ideal, é fundamental, assim como observar se a área onde o pet permanece não recebe sol direto ao longo do dia.

    Os banhos devem ser espaçados: a cada 15 dias é suficiente. “O excesso de banho remove a camada de gordura natural da pele, que é protetora”, explica a professora. Manter o pelo aparado, em raças muito peludas, também pode ajudar na regulação térmica.

    A alimentação tende a diminuir no calor, o que é esperado. O ato de digerir os nutrientes gera energia e, consequentemente, mais calor, portanto, não é incomum que os animais comam menos durante os dias mais quentes.

    3 – Atenção aos sinais de perigo

    Qualquer alteração nas patas, como vermelhidão intensa, deve ser avaliada imediatamente por um veterinário.

    Para Cristina Amarante, o mais importante é que os tutores mantenham atenção constante: “Quando falamos em calor, responsabilidade do tutor é determinante. Os animais dependem de cuidados simples, mas constantes, para evitar hipertermia e outras complicações. Vigilância e prevenção são fundamentais”.