Autor: agitosp

  • “Treino até a falha” aumenta o risco de lesões

    Prática pode sabotar ganhos e aumentar o risco de lesões, especialmente em iniciantes

    O chamado ‘treino até a falha’, popularizado pelo universo das redes sociais como sinônimo de intensidade máxima e resultado rápido, não é indicado para todos de acordo com as evidências científicas. Caracterizado pela execução de repetições até o ponto em que o músculo não consegue completar mais uma com boa técnica, o treino até a falha leva o praticante ao limite momentâneo da contração concêntrica. Isso significa o momento em que ele já não consegue mais levantar o peso. Essa dinâmica exige alta demanda do sistema nervoso central e controle técnico refinado, fatores que levaram pesquisadores como os brasileiros Sanmy Nóbrega e Cleiton Libardi, da Universidade Federal de São Carlos, a analisar criticamente seus reais benefícios.

    Depois de revisar uma série de estudos sobre a metodologia, eles concluíram que treinar até a falha não só não oferece ganhos superiores ao treino próximo da falha. A prática, segundo os pesquisadores, também traz riscos relacionados a quadros de overreaching não funcional, que é um estado de excesso de carga de treino em que há queda ou estagnação de performance por várias semanas e com recuperação bem mais demorada, tornando-o uma prática a ser usada com muita parcimônia e em contextos de alta especificidade.

    Esse entendimento não se restringe ao universo acadêmico e já faz parte do repertório de profissionais da saúde que atuam no contato direto com seus pacientes e alunos. A fisioterapeuta clínica Aline Leite acrescenta que treinar até a falha repetidamente gera uma sobrecarga no sistema nervoso central, gerando uma sensação persistente de cansaço e prejudicando a qualidade da execução dos exercícios, combinação que, com o tempo, tende a comprometer a saúde musculoesquelética.

    Sabendo disso, treinadores de algumas das principais redes fitness do Brasil, como Lucas Florêncio, da Smart Fit, têm feito um esforço educacional para explicar aos praticantes de musculação que uma série feita com técnica perfeita e 1 repetição em reserva é superior a uma série ‘roubada’ até a falha.

    “O ideal é trabalhar com Repetições em Reserva, já que, com 1 a 2 repetições de reserva, consegue-se uma hipertrofia similar com mais segurança e cerca de metade do tempo de recuperação”, afirma o profissional.

    O fato de a falha não ser indispensável para gerar ganhos não significa que os especialistas desaconselhem a prática por completo. Tanto Leite quanto Florêncio destacam que ela pode ser um recurso importante para praticantes avançados em busca de quebrar platôs de estagnação ou intensificar estímulos em fases específicas da periodização. Mesmo nesses casos, porém, é preciso seguir algumas recomendações a fim de maximizar os ganhos e minimizar riscos articulares e sobrecarga excessiva do sistema nervoso.

    Entre as variáveis mais importantes nesse sentido estão a complexidade do exercício e a periodicidade de aplicação. No primeiro aspecto, o treinador da Smart Fit recomenda que o método seja aplicado preferencialmente em exercícios isolados, como rosca direta e cadeira flexora, e evitado em trabalhos multiarticulares mais complexos, como agachamento livre e levantamento terra. Em relação à periodicidade, o profissional defende o uso esporádico da falha, como na última série de um grupamento muscular ou em semanas específicas de intensificação antes de um período de recuperação.

    “No caso dos iniciantes, o treino até a falha deve ser evitado por completo. Um dos principais efeitos do treino até a falha é reduzir a qualidade técnica do movimento e aumentar as compensações biomecânicas, algo muito perigoso para um grupo que tem o refino motor como prioridade no processo de aprendizado”, acrescentou Florêncio.

    Sugestão de Treino

    Divisão: Push (Empurrar) – Foco Peitoral e Deltoides

    Exercício

    Séries x Reps

    RPE (Esforço)

    Observação Biomecânica

    Supino reto com halter

    3 x 8-10

    8/10 (2 RIR)

    Foco no alongamento das fibras claviculares.

    Supino maquina reto articulado

    3 x 6-8

    8/10 (2 RIR)

    Controle a fase excêntrica (3 segundos).

    Desenvolvimento maquina aberto

    3 x 10-12

    9/10 (1 RIR)

    Preservar a estabilidade escapular.

    Elevação lateral

    4 x 12-15

    10/10(FALHA)

    Exercício isolado; seguro para atingir a falha na última série.

    Triceps polia

    3 x 12-15

    9/10 (1 RIR)

    Manter cotovelos estáticos ao lado do tronco.

     Treino B: Pull (Puxar) – Dorsais, Deltoide Posterior e Bíceps

    Exercício

    Séries x Reps

    RPE (Esforço)

    Observação Biomecânica

    Puxada maquina articulada

    3 x 8-10

    8/10 (2 RIR)

    Foco na depressão das escápulas; evite o balanço excessivo do tronco.

    Remada curvada supinada barra

    3 x 8-10

    8/10 (2 RIR)

    Manter o torque de estabilização no core para proteger as vértebras lombares.

    Puxada maquina articulada

    3 x 10-12

    9/10 (1 RIR)

    Ênfase na fase de alongamento (excêntrica) controlada.

    Crucifixo maquina invertido

    3 x 12-15

    10/10(FALHA)

    Deltoide posterior tolera bem a falha por ser um grupo pequeno.

    Rosca alternada com halter

    3 x 10-12

    9/10 (1 RIR)

    Evite a flexão do ombro; mantenha o torque apenas no cotovelo.

     Treino C: Legs (Membros Inferiores) – Completo

    O treino de pernas é o que mais demanda do sistema cardiovascular e nervoso. Falhar no Agachamento Livre é um risco biomecânico desnecessário para a maioria dos alunos; por isso, a falha será reservada para as máquinas.

    Exercício

    Séries x Reps

    RPE (Esforço)

    Observação Biomecânica

    Agachamento maquina articulada

    3 x 6-8

    8/10 (2 RIR)

    Foco na profundidade mantendo a neutralidade da pelve (evitar retroversão).

    Leg Press Horizontal

    3 x 10-12

    9/10 (1 RIR)

    Posicionamento dos pés para otimizar o braço de momento no joelho (Quadríceps).

    Cadeira Extensora

    3 x 12-15

    10/10(FALHA)

    Excelente para falha concêntrica devido à estabilidade do tronco na cadeira.

    Cadeira Flexora

    3 x 10-12

    10/10(FALHA)

    Isquiotibiais respondem bem ao estresse metabólico terminal.

    Gêmeos em pé

    4 x 20 x 25

    10/10(FALHA)

    Alta tolerância ao lactato; pausa de 2s no alongamento máximo.

  • Skyglass Canela aposta em experiências nas alturas para a Páscoa

    Parque na Serra Gaúcha promove caça aos ovos temática em um cenário de paisagens deslumbrantes

    Entre chocolates, natureza exuberante e uma das vistas mais impressionantes da Serra Gaúcha, o Skyglass Canela se consolida como uma das opções mais procuradas para quem deseja aproveitar a Páscoa, celebrada em 5 de abril. Mais do que uma visita, o parque propõe uma experiência que combina contemplação, aventura e momentos em família a 360 metros de altura sobre o Vale da Ferradura.

    Para a data, o Skyglass dará continuidade à já tradicional Caça aos Ovos, realizada em parceria com a Chocolates Caracol, referência regional em chocolate artesanal. A ação acontece nos dias 3 e 4 de abril (sexta-feira e sábado), em dois horários: às 10h30 e às 14h30. Ao todo, serão distribuídos 200 kits, sendo 100 por dia, garantindo ainda mais encanto e sabor à experiência nas alturas.

    Além da atividade principal, o parque contará com um espaço dedicado aos pequenos, com área para desenhos e pintura de máscaras de coelho, reforçando o clima lúdico que marca a Páscoa na Serra Gaúcha e proporcionando momentos especiais para toda a família.

    Reconhecido como a maior plataforma de vidro da América Latina e uma das maiores do mundo, o Skyglass oferece uma vista panorâmica permanente do Vale da Ferradura e do Rio Caí, cenário que ganha contornos ainda mais especiais no outono gaúcho. O famoso deck do pôr do sol se torna ponto de encontro para quem deseja encerrar o dia com um espetáculo natural, enquanto o passeio “Abusado” proporciona uma dose extra de adrenalina ao levar visitantes em cadeiras suspensas sob a plataforma de vidro.

    Além das atrações principais, o parque abriga o Memorial do Ferro de Passar, com mais de 520 peças históricas, espaço que surpreende pela originalidade e convida a uma viagem curiosa pelo tempo. A infraestrutura inclui ainda playground, lanchonetes, loja de souvenirs e estacionamento, garantindo conforto durante toda a permanência no local.

    Pet friendly: feriado com os companheiros de quatro patas
    O Skyglass permite que visitantes levem seus animais de estimação para aproveitar o passeio em meio à natureza. Os pets devem permanecer com guia, respeitando as normas de segurança e a área de conservação ambiental que abriga fauna silvestre. O parque disponibiliza saquinhos para coleta de resíduos, lixeiras adequadas e bebedouro, solicitando apenas que os tutores levem recipiente próprio para servir água aos animais.

    Em relação ao feriado de Tiradentes, até o momento, o parque não contará com programação especial, mantendo suas atrações regulares para o público que optar por aproveitar o período na Serra Gaúcha.

    Em 2026, a proposta é transformar o feriado de Páscoa em uma experiência que vai além do tradicional, unindo paisagens, sabores e emoções em um dos cenários mais emblemáticos da Serra Gaúcha. Mais informações estão disponíveis em www.skyglasscanela.com.br e no Instagram @skyglasscanela.

  • Galinha Pintadinha celebra 20 anos e anuncia primeiro filme nos cinemas

    Ícone de gerações, Galinha Pintadinha celebra 20 anos e anuncia primeiro filme nos cinemas em 2026

    Em um ano de comemorações, a Popó transforma seu sucesso em uma grande aventura cinematográfica pensada para emocionar, divertir e surpreender toda a família

    Em 2026, a Galinha Pintadinha alcança um feito raro no entretenimento nacional: 20 anos de existência com relevância contínua, atravessando gerações e se mantendo como um dos maiores fenômenos infantis do Brasil e do mundo. Para celebrar essa trajetória marcada por inovação, afeto e conexão com o público, a Bromélia Produções, liderada por Juliano Prado e Marcos Luporini, prepara um presente especial não só para os pequenos, mas para todos que cresceram ao seu lado: o lançamento de um filme totalmente inédito nos cinemas brasileiros.

    A produção, que promete ser a maior animação brasileira da história, marca a estreia da personagem nas telonas com uma história feita para emocionar, criada especialmente para o cinema, ampliando o universo já conhecido pelo público e apresentando uma narrativa envolvente, repleta de aventura, coragem, descobertas e laços familiares. O longa chega como um evento cultural pensado para toda a família, reforçando o protagonismo da Galinha Pintadinha como um dos maiores ícones do entretenimento infantil nacional, e a força da marca mundialmente. 

    Ambientado em um universo já prestigiado, mas agora expandido, o filme apresenta na trama a tranquilidade de uma vila onde todos convivem em harmonia e que é abalada por um acontecimento inesperado. À espera de seu primeiro filho ao lado do Galo Carijó, a Galinha Pintadinha vê seus planos mudarem quando um erro improvável provoca uma troca que separa mães e filhotes. O Pintinho Amarelinho acaba distante, em um lugar cercado de mistérios e desafios, enquanto um pequeno visitante inesperado surge na vila, despertando surpresa, curiosidade e novos sentimentos.

    Determinada a reunir sua família, a Popó embarca em uma jornada que exige mais do que bravura: será preciso enfrentar antigos medos, atravessar territórios desconhecidos e descobrir que, mesmo entre os mais diferentes, existem sentimentos em comum. Ao longo do caminho, a narrativa revela que, quando o assunto é cuidar de quem se ama, sentimentos como proteção, empatia e afeto ultrapassam qualquer diferença. O filme conduz o público à uma reflexão sensível sobre convivência, respeito e a harmonia, sem perder o tom leve, divertido e acolhedor que consagrou a personagem durante seus 20 anos de existência. 

    O filme propõe uma mensagem atual e sensível: as diferenças não precisam separar, e o diálogo pode transformar até as relações mais questionáveis. Com cenas emocionantes e momentos de pura diversão, a produção promete envolver crianças e adultos em uma experiência cinematográfica completa, pensada para ser vivida coletivamente.

    A produção também dialoga diretamente com pais, mães e responsáveis afetivos, oferecendo uma experiência que pode ser compartilhada em família. A história equilibra aventura, humor e emoção, com mensagens universais que atravessam gerações, tornando o filme acessível e envolvente para públicos de diferentes idades. 

    Desde sua criação, em 2006, a Galinha Pintadinha surgiu em um contexto em que a tecnologia e a internet ainda não ocupavam um papel central na vida das famílias. Lançada antes da popularização dos smartphones e do consumo massivo de conteúdo online, a personagem cresceu acompanhando a transformação digital e, ao longo dos anos, ampliou sua presença para diferentes plataformas, acumulando bilhões de visualizações no YouTube e alcançando públicos em diversos países por meio de versões traduzidas em diversos idiomas.

    No streaming de áudio, a personagem também se consolidou como referência, figurando entre os conteúdos infantis mais ouvidos em plataformas como o Spotify, onde suas músicas fazem parte da rotina de milhões de famílias. Ao longo desses 20 anos, a marca expandiu seu universo para livros, brinquedos, roupas, materiais escolares, produtos de higiene, alimentos e uma ampla linha de produtos licenciados, tornando-se presença constante no dia a dia das crianças.

    O filme chega como a celebração máxima dessas duas décadas de sucesso. Mais do que uma nova produção, o longa representa a evolução natural de uma personagem que sempre acompanhou as transformações do consumo infantil, sem perder sua essência. Ao apostar em uma história completamente nova, criada para o cinema e pensada para emocionar, Juliano e Marcos, criadores da Galinha Pintadinha, reafirmam a capacidade de se reinventar e de manter um produto relevante para novas gerações.

  • Ford adota conceitos da Fórmula 1 para criar nova picape elétrica

    • “Falhar rápido, aprender mais rápido” faz parte do aprendizado que a marca traz das corridas para aprimorar sua nova plataforma elétrica 
    • A aerodinâmica é outro ponto essencial para a eficiência energética, beneficiado pela experiência nas competições
    • A nova picape média elétrica terá uma aerodinâmica 15% mais eficiente que as concorrentes existentes hoje no mercado 

    Para desenvolver sua futura picape média elétrica – primeiro modelo que será produzido com a nova Plataforma Universal de Veículos Elétricos – a Ford buscou inspiração na Fórmula 1, adotando o conceito de “falhar rápido, aprender mais rápido”. A aerodinâmica, um dos pontos essenciais na busca da eficiência energética, é outro aprendizado que vem das corridas, onde o ar pode ser tanto o maior aliado como o inimigo mais implacável. Mais da metade do time de aerodinâmica da marca veio do mundo da Fórmula 1.


    “Nossa equipe de aerodinâmica passou grande parte da carreira obcecada por detalhes que a maioria das pessoas não consegue ver. Quando você está buscando milissegundos em um tempo de volta, cada curva e cada milímetro importam”, diz Saleem Merkt, gerente sênior de Aerodinâmica Avançada de Veículos Elétricos da Ford. “Essa mesma obsessão nos ajudou a melhorar em mais de 15% a eficiência aerodinâmica da nova picape média elétrica comparado a qualquer outra no mercado, com maior autonomia e menor custo para os clientes.”


    Historicamente, os túneis de vento são usados ao final de um projeto para validação de design, quando pouco pode ser alterado. A Ford inverteu esse processo, usando o túnel de vento como ferramenta de desenvolvimento desde o início do projeto, operando com a urgência de uma equipe de pit stop.


    Construção modular

    A construção do veículo de teste foi feita com um sistema modular do tipo “Lego”, que permite trocar em questão de minutos peças impressas em 3D e usinadas – desde protetores de chassi até a grade frontal e suspensão. 


    “Testamos milhares de componentes impressos em 3D, incluindo versões da suspensão e das unidades de tração que ainda nem existiam como protótipos funcionais. A grande precisão dessas peças, em frações de milímetro comparado às simulações, nos permitiu desenvolver uma compreensão mais profunda das mudanças nas forças verticais, longitudinais e laterais e como cada detalhe impacta na autonomia e eficiência no mundo real”, explica Saleem Merkt.


    Esse ritmo acelerado permitiu à equipe perseguir as metas de custo, eficiência da bateria e autonomia, além de reunir dados para aprimorar a capacidade de simulação. Mas testar mais rápido é apenas metade da batalha. Era preciso também pensar mais rápido.


    Para processar o enorme fluxo de dados dos sensores, o kit de ferramentas digitais aerodinâmicas foi reconstruído do zero, gerando um fluxo contínuo de informações e visualizações personalizadas. Toda a equipe podia ver os dados do túnel de vento em tempo real e compará-los com as simulações. E, ao contrário da Fórmula 1, não havia regras para limitar o processamento, a quantidade de horas ou o tipo de supercomputador que poderia ser usado.


    “Essas ferramentas digitais fazem mais do que apenas nos acelerar – elas estabelecem a base para o futuro design impulsionado por IA”, destaca o especialista. “Elas permitem identificar exatamente as mudanças com maior impacto no custo da bateria e na autonomia, ajudando a entender o porquê por trás da física. Afinal, o ar é invisível.”


    Obsessão pela aerodinâmica

    Esse kit de ferramentas inspirado na F1 permitiu encontrar ganhos aerodinâmicos que poderiam permanecer ocultos, como os três exemplos a seguir:


    Superfície Virtual – A linha do teto foi esculpida cuidadosamente para liberar o ar em alta velocidade em perfil de gota, que se estende sobre a caçamba. Isso cria uma “superfície virtual”, permitindo que o ar passe inteiramente por cima da caçamba. Para o ar, ela não é mais uma picape, mas uma silhueta aerodinâmica e elegante.


    Espelho de 2,4 km – A inovação geralmente vem da simplificação. Em vez de usar motores separados para o ajuste do vidro e o rebatimento elétrico, essas funções foram fundidas em um único atuador. Com isso, foi possível reduzir toda a peça em mais de 20% e adotar um formato mais aerodinâmico, que adiciona cerca de 2,4 km de autonomia. Não parece muito, mas esses ganhos se somam.


    Assoalho invisível – A parte inferior de uma picape é tipicamente um pesadelo aerodinâmico. O seu assoalho foi tratado como um carro de corrida, com parafusos embutidos em cavidades minúsculas e chassi meticulosamente projetado para dirigir o ar ao redor dos pneus dianteiros e da suspensão. Embora não seja possível fazer a turbulência do pneu desaparecer totalmente, é possível gerenciá-la. Guiando a turbulência do pneu dianteiro diretamente para os pneus traseiros, evita-se que os pneus traseiros criem seu próprio “buraco” no vento, com um ganho adicional de 7,2 km de autonomia.


    Diferença de 80 km

    A nova picape foi projetada como um sistema único e integrado. Para atender às metas de autonomia e custo, a carroceria teve de ser meticulosamente esculpida desde o início. Se fosse usada simplesmente a carroceria de uma picape existente, a física não funcionaria. 


    “Se a picape média a gasolina com aerodinâmica mais eficiente existente hoje nos EUA fosse equipada com a mesma bateria, acreditamos que a nossa nova picape elétrica teria quase 80 km, ou 15% a mais de autonomia. E uma melhoria de 30% em velocidade na estrada”, afirma Merkt.


    O veículo agora está sendo testado em pistas e ruas do mundo real para garantir que cada detalhe funcione perfeitamente, trazendo aprendizados para aperfeiçoar a produção. O fluxo de ar gerado por meio desse trabalho não pode ser visto, mas o cliente certamente sentirá a diferença ao dirigir.

  • Escape 60′ leva universo de Bob Esponja para dentro das residência

    Escape 60′ leva universo de Bob Esponja para dentro das residências em novo formato de experiência imersiva

    Com o jogo “O Amuleto Perdido de Atlântida”, marca une licenciamento global e conveniência para transformar festas particulares, da capital paulista, em cenários de investigação ativa

    O Escape 60’, marca pioneira em jogos de fuga no Brasil, acaba de anunciar uma expansão estratégica em seu modelo de atuação com o lançamento de uma experiência imersiva inspirada no universo de Bob Esponja.Batizada de “O Amuleto Perdido de Atlântida”, a iniciativa leva a estrutura dos enigmas e a cenografia da marca diretamente para o ambiente das festas e eventos particulares na cidade de São Paulo e região metropolitana. O projeto marca uma evolução no setor de entretenimento domiciliar ao transpor a complexidade dos jogos de escape para a sala de casa, permitindo que crianças e adultos vivenciem uma narrativa guiada no fundo do mar sem a necessidade de deslocamento até uma unidade física.

    O grande diferencial desta proposta é a operação integral realizada por uma equipe especializada, que assume desde a montagem da estrutura até a condução técnica dos desafios. Ao contrário de uma recreação convencional, a experiência é estruturada como um evento temático completo, contando com a presença física dos personagens Bob Esponja e Lula Molusco em uma programação que se estende por oficinas criativas e dinâmicas de grupo. Enquanto os participantes exercitam o raciocínio lógico e a colaboração para desvendar o mistério de Atlântida, os monitores garantem que o alto padrão de imersão e segurança da marca seja mantido, transformando o espaço residencial em um campo de investigação ativa e lúdica.

    Para Jeannette Galbinski, diretora de marketing e sócia-fundadora do Escape 60’, este movimento representa uma resposta natural à demanda por experiências personalizadas e exclusivas no conforto do lar. “ A marca conseguiu adaptar seu principal produto a novos contextos sem perder a essência dos desafios investigativos que a consolidaram no mercado. Ao unir a força de um licenciamento global à praticidade do serviço em domicílio, o Escape 60’ redefine o conceito de festas infantis, entregando um nível de entretenimento que equilibra o desenvolvimento de habilidades cognitivas com o encantamento visual da Fenda do Biquíni”, afirma Jeannette.

    O valor da experiência na festa é a partir de R$3.999,00, de acordo com a localização, espaço e quantidade de desafios, tempo de duração e número de crianças.

  • Por que a obesidade feminina após os 40 exige mais do que medicação?

    04/03 – Dia Mundial da Obesidade | Por que a obesidade feminina após os 40 exige mais do que medicação?

    Especialista explica que é resultado de fatores biológicos e emocionais e exige uma abordagem integrada

    O Brasil acompanha uma escalada silenciosa: o avanço da obesidade em diferentes faixas etárias, especialmente entre mulheres acima dos 40 anos. Ao mesmo tempo, cresce a procura por medicamentos injetáveis para emagrecimento, impulsionando discussões sobre soluções rápidas para um problema que é muito mais complexo do que aparenta.

    E no Dia Mundial da Obesidade, celebrado em 4 de março, vale um alerta para o reconhecimento da obesidade como uma doença crônica e multifatorial, distante da ideia ultrapassada de falta de disciplina ou descuido pessoal.

    Para Juliana Romantini, treinadora corpo & mente e especialista em mindfulness e em Medicina do Estilo de Vida pela Harvard University, compreender a obesidade exige olhar para o cérebro e para o impacto acumulado do estresse ao longo da vida. “A obesidade não é preguiça, nem fraqueza. Muitas vezes, é resultado de um sistema nervoso desregulado. Quando o corpo vive em estado constante de alerta, ele ativa mecanismos de proteção e armazenamento de energia”, explica.

    O estresse crônico é um dos principais protagonistas desse cenário. A liberação contínua de cortisol favorece o acúmulo de gordura visceral, especialmente na região abdominal, além de interferir na sensibilidade à insulina e no equilíbrio metabólico.

    Após os 40 anos, esse processo tende a se intensificar. “As mulheres atravessam transições hormonais importantes. Soma-se a isso sobrecarga mental, múltiplas responsabilidades e, muitas vezes, a priorização constante das necessidades dos outros. O corpo responde a esse contexto”, explica Romantini.

    Dormir mal também engorda – O sono insuficiente também exerce papel decisivo. Alterações hormonais provocadas por noites mal dormidas aumentam o apetite e reduzem a capacidade de perceber saciedade, criando um ciclo difícil de romper.

    Outro ponto central é a atividade física, frequentemente tratada como solução isolada. Segundo a especialista, o problema não está apenas na falta de exercício, mas na forma como ele é inserido na rotina.

    “Um sistema nervoso em exaustão não responde bem a estímulos extremos. Quando a atividade física é usada apenas como compensação ou punição, ela pode aumentar ainda mais o estresse fisiológico. O movimento precisa ser estratégico, progressivo e regulador, adaptado à fase hormonal e ao nível de energia dessa mulher”, explica. Ela reforça que exercícios adequados ajudam a modular o cortisol, melhorar a sensibilidade metabólica e fortalecer conexões neurais associadas ao autocontrole e à tomada de decisão, mas devem fazer parte de uma abordagem integrada.

    A compulsão alimentar também está ligada à desregulação neural. “Sob pressão constante, o cérebro busca recompensas rápidas. Alimentos ultraprocessados ativam circuitos de prazer imediato, reforçando padrões automáticos que não têm relação com fome real”, acrescenta.

    Diante desse cenário, Romantini defende uma mudança de estratégia com foco na neuroplasticidade, capacidade do cérebro de se reorganizar, que pode ajudar a criar novos padrões de resposta ao estresse, ao movimento e à alimentação.

    “O cérebro aprende. Quando regulamos o sistema nervoso, melhoramos o sono e inserimos atividade física de forma inteligente, abrimos espaço para uma transformação sustentável, não baseada em culpa. Entender os mecanismos biológicos e emocionais envolvidos é um passo essencial para construir soluções mais eficazes e humanizadas para a obesidade feminina após os 40 anos”, finaliza Romantini.

  • Petisco fácil: Batata Rústica

    Para um petisco fácil e cheio de sabor, aposte na receita de Batata Rústica da Água Doce Sabores do Brasil 


    BATATA RÚSTICA

    Ingredientes: 

    6 batatas médias cortadas no formato “canoa” – a “Asterix” é a melhor opção

    2 colheres de sopa de azeite de oliva

    Sal a gosto

    ½ colher de chá de páprica doce

    Alecrim a gosto 

    Modo de preparo:

    Lave bem as batatas com uma escovinha e mantenha a casca para manter a rusticidade. Corte a batata em 4 partes no formato de “canoa” e leve para pré-cozinhar por alguns minutos deixando “al dente”. Retire, escorra e coloque as batatas em uma bacia adicionando o sal, o azeite de oliva e a páprica doce. Mexa delicadamente para envolvê-las no tempero. Frite sob imersão em óleo quente. Absorva o excesso de óleo em papel toalha. Coloque-as em uma forma e salpique alecrim por cima.

    Rendimento: 5 porções

    Tempo de preparo: 40 minutos

  • Protagonismo feminino que revoluciona a mixologia brasileira

    Dia Mundial do Bartender: Campari celebra o protagonismo feminino que revoluciona a mixologia brasileira

    Da esquerda para direita: Ramona Merêncio e Bianca Lima – Crédito: divulgação

    Elas criam drinks premiados internacionalmente e formam a nova geração que está mudando o jeito de apreciar do brasileiro

    No Dia Mundial do Bartender, celebrado em 24 de fevereiro, a Campari Group, terceira maior empresa de bebidas destiladas do país, traz um recado claro: a mixologia brasileira tem rosto feminino – e esse movimento vai muito além de representatividade. Mais do que um modismo, a presença de mulheres na criação de drinks vem redefinindo padrões e trazendo um olhar mais cuidadoso para os ingredientes, além de uma nova perspectiva de frescor e criatividade para as histórias que cada drink conta.

    Para Bianca Lima, embaixadora da Campari no Brasil e vencedora de títulos em diversos campeonatos da coquetelaria mundial, a profissão de bartender deixou de ser vista apenas como ‘fazer drinks’ e virou uma carreira de alta performance, que exige técnica, estudo e muita dedicação. “Quando comecei há dez anos, eu era uma das poucas mulheres nos balcões. Hoje, vejo bartenders mulheres liderando bares premiados, criando conceitos autorais e sendo respeitadas pela qualidade do trabalho. A gente trouxe uma coisa importante: a escuta. Ouvimos o cliente, entendemos o momento, e isso se traduz em drinks que contam histórias de verdade. Não é sobre fazer bebida ‘feminina’ ou ‘masculina’ – é sobre fazer bebida boa, com técnica e alma”, declara.

    O paladar brasileiro ficou mais exigente e sofisticado – e as mulheres têm participação direta nisso. Ramona Merêncio, também Brand Ambassador da Campari e nome forte da mixologia nacional, explica: “Hoje, a busca é por drinks mais frescos e borbulhantes, com baixo teor alcóolico, menos açúcar e menos calorias.” Ela dá como exemplo o Aperol Spritz, uma bebida que conquistou o paladar dos brasileiros e que trouxe a preocupação com equilíbrio e consciência para dentro da taça.

    Para a Campari Group, o Dia Mundial do Bartender em 2026 é uma oportunidade para celebrar não apenas a arte de criar drinks, mas a força e a visão das mulheres que estão moldando o futuro da coquetelaria no Brasil. 

  • I Festival das Lanternas em SP

    Tradição milenar ganha luz em São Paulo com o I Festival das Lanternas


    Com 300 mil chineses na capital paulista, a primeira edição do evento no Brasil marca o encerramento da celebração do Ano Novo Chinês com Dança do Dragão e do Leão, música folclórica e feira gastronômica na Praça da Liberdade

    A cidade de São Paulo recebe, no próximo 28 de fevereiro, das 10h às 19h, o I Festival das Lanternas, na tradicional Praça da Liberdade. O evento, inédito no Brasil, promete transformar o coração do bairro oriental em um grande palco de celebração da cultura chinesa, reunindo arte, tradição, gastronomia e integração cultural.

    Uma tradição milenar que ilumina o Ano Novo Chinês

    O Festival das Lanternas (Yuan Xiao Jie) marca o encerramento das celebrações do Ano Novo Chinês, que teve início em 17 de fevereiro com a chegada do novo ciclo lunar. Na China, a festa das Lanternas é uma tradição que dura mais de 2 mil anos. Para a cultura chinesa, as lanternas simbolizam luz, prosperidade, renovação e esperança. Tradicionalmente, famílias se reúnem para admirar lanternas iluminadas, resolver enigmas escritos nelas e celebrar a união familiar sob a primeira lua cheia do ano.

    Ao trazer essa tradição milenar para São Paulo, o festival reforça os laços culturais entre Brasil e China e proporciona ao público brasileiro a oportunidade de vivenciar uma das celebrações mais importantes do calendário chinês.

    Programação cultural e atrações

    O I Festival das Lanternas contará com uma programação diversificada ao longo do dia, incluindo:

    • Dança do Dragão e do Leão, símbolos de sorte, força e prosperidade;
    • Apresentações de canções e danças tradicionais chinesas;
    • Exibições de instrumentos folclóricos chineses, revelando a riqueza sonora da cultura milenar;
    • Workshops culturais, promovendo aprendizado e interação com o público;
    • Feira gastronômica chinesa, com pratos típicos e sabores tradicionais.

    A proposta é oferecer uma experiência imersiva, que una tradição, entretenimento e conhecimento.

    Marco histórico para a comunidade chinesa no Brasil

    São Paulo abriga a maior comunidade chinesa do país, estimada em cerca de 300 mil pessoas. A realização do primeiro Festival das Lanternas no Brasil representa um momento histórico para essa comunidade, fortalecendo sua identidade cultural e ampliando o diálogo intercultural na capital paulista.

    Mais do que uma celebração festiva, o evento simboliza integração, reconhecimento e valorização da diversidade cultural que compõe a cidade. Ao ocupar a Praça da Liberdade — espaço emblemático da presença asiática em São Paulo — o festival reafirma a importância da cultura chinesa na formação do tecido social e cultural paulistano.

    A realização é da Comissão Organizadora da Celebração do Festival das Lanternas, com a orientação do Consulado Geral da República Popular da China em São Paulo e da Prefeitura de São Paulo, além do apoio da Associação Chinesa do Brasil e do vereador João Jorge.

    SERVIÇO: I Festival das Lanternas


    Data: 28 de fevereiro de 2026
    Horário:  Das 10h às 19h
    Local:  Praça da Liberdade – São Paulo
    Evento gratuito e aberto ao público

  • Serra Negra aposta em preços reduzidos e experiências exclusivas

    Com a chegada da baixa temporada, Serra Negra revela uma de suas melhores versões: mais tranquila, sempre acolhedora e com tarifas significativamente mais atrativas. Localizada no tradicional Circuito das Águas Paulista, a cidade do interior paulista aproveita o período fora dos feriados prolongados e das férias escolares para oferecer preços promocionais em hotéis e pousadas, tornando-se uma excelente opção para quem busca descanso com melhor custo-benefício.

    Longe do agito típico da alta temporada e dos feriados, o visitante encontra uma atmosfera mais serena nas praças, nas fontes de águas minerais e nas ruas do comércio, conhecidas pelas malhas, artigos em couro e artesanato. Caminhar pelo centro fica ainda mais agradável, sem pressa e sem filas, permitindo aproveitar com calma atrações tradicionais como o teleférico que leva ao Cristo Redentor, a icônica réplica da Fontana di Trevi e as praças da cidade.

    Um dos cartões-postais do município, o Alto da Serra, ganha contornos ainda mais especiais nesta época do ano. O mirante, que oferece vista panorâmica da cidade e das montanhas ao redor, costuma estar mais vazio, ideal para apreciar o pôr do sol em meio a bancos, mesas e food trucks. Para os mais aventureiros, o salto de parapente segue como opção para adicionar adrenalina ao roteiro.

    Cenário rural e gastronomia em alta 

    A baixa temporada também favorece quem deseja explorar a Serra Negra rural. Propriedades produtoras de cafés especiais, vinícolas, queijarias artesanais e alambiques abrem suas portas para visitas guiadas e degustações com atendimento mais personalizado.

    A gastronomia, por sua vez, continua sendo um dos grandes atrativos. O circuito de bares e restaurantes do centro segue movimentado, mas sem a superlotação dos meses mais concorridos. Endereços como o Café Boteco, a tradicional Lanchonete Americana, o D’Jones Restaurante Pub, o Central Pizza & Bar e o Chopp 40 compõem um roteiro diversificado, que vai da cozinha afetiva às pizzas de fermentação natural, passando por chapas flambadas, pratos executivos e ampla carta de chopes e drinks.

    Assim, a baixa temporada consolida-se como uma excelente oportunidade para viajar à cidade, com preços mais convidativos, atendimento mais próximo e paisagens que encantam o ano todo.