Autor: agitosp

  • “Monstropolis”, nova área do Disney’s Hollywood Studios

    “Monstropolis”, nova área do Disney’s Hollywood Studios

    Primeiros detalhes da história de “Monstropolis”, nova área do Disney’s Hollywood Studios, são revelados

    Novos detalhes apresentam o “H.U.M.A.N. Day”, a celebração que acontece em toda a cidade para dar as boas-vindas aos humanos ao mundo de “Monstros S.A.”, da Disney e Pixar


     Monstropolis, a nova área inspirada em “Monstros S.A.”, da Disney e Pixar, que chegará ao Disney’s Hollywood Studios, começa a ganhar forma com a divulgação de novos detalhes sobre sua história. A experiência será centrada no “H.U.M.A.N. Day”, uma celebração realizada em toda a cidade que, pela primeira vez, levará os humanos ao mundo dos monstros. 

    Ambientada após os acontecimentos do filme original, a história dá continuidade à descoberta de James P. Sullivan e Mike Wazowski de que o riso humano é significativamente mais poderoso do que os gritos. Essa descoberta não apenas transformou a principal fonte de energia da cidade, como também mudou a forma como os monstros enxergam o mundo humano.


    Agora, essa mudança levou ao que está sendo descrito pelos moradores da cidade como uma “decisão histórica”. Pela primeira vez, os líderes de Monstropolis estão se preparando para abrir as portas entre os dois mundos, convidando os humanos a conhecerem a cidade dos monstros.

    Para apoiar esse novo capítulo, a cidade criou o Departamento de Relações Humanas, uma nova equipe dedicada a ajudar monstros e humanos a se compreenderem melhor e a preparar Monstropolis para esse encontro histórico.

    O H.U.M.A.N. Day, sigla para “Humans Understand Monsters Are Nice” (“Humanos Entendem que os Monstros São Legais”), será o pano de fundo para a chegada dos visitantes ao mundo dos monstros. Parte celebração, parte intercâmbio cultural, o evento convida os humanos a explorarem Monstropolis, interagirem com seus habitantes e vivenciarem a cidade em primeira mão, enquanto monstros e humanos se unem por meio do riso, e não do medo.

    À medida que a área continua ganhando forma, os visitantes poderão esperar uma cidade totalmente desenvolvida, com ruas vibrantes, indústrias em funcionamento e locais icônicos inspirados no filme. Destinos conhecidos, como o restaurante Harryhausen’s e o Glob Theater, ajudarão a dar vida a Monstropolis.Mais detalhes sobre a área no Disney’s Hollywood Studios serão divulgados futuramente.

  • SBT lança seu primeiro tour e leva fãs aos bastidores da televisão

    SBT lança seu primeiro tour e leva fãs aos bastidores da televisão brasileira em experiência inédita e imersiva

    “Tour do SBT” estreia no dia 12 de junho e convida o público a conhecer cenários, bastidores e espaços históricos da emissora em uma jornada interativa, emocionante e repleta de memória afetiva

    Presente na vida e na memória afetiva de milhões de brasileiros, o SBT convida o público a conhecer de perto os bastidores de uma das emissoras mais queridas do país. A partir do dia 12 de junho, o “Tour do SBT” passa a oferecer aos fãs, famílias e apaixonados pelo universo do entretenimento a oportunidade de explorar cenários, corredores e histórias que fazem parte da trajetória da TV brasileira.

    Com uma proposta imersiva e interativa, o passeio convida os visitantes a mergulharem no universo do entretenimento e da comunicação, explorando ambientes icônicos da emissora, espaços de gravação, áreas exclusivas e ativações temáticas que fazem parte da história do SBT e da memória afetiva do público brasileiro.

    Entre os destaques da experiência estão o Hall da Fama, que conta com um espaço dedicado à trajetória de Silvio Santos, reunindo elementos históricos, curiosidades e referências a um dos maiores comunicadores da televisão brasileira. Ao longo do percurso, os visitantes também poderão reviver momentos marcantes da emissora por meio de conteúdos multimídia, ambientações especiais e ativações pensadas para aproximar ainda mais o público da magia que acontece por trás das câmeras.

    “O SBT sempre fez parte da vida dos brasileiros e agora abre uma nova forma de conexão com o público. O Tour do SBT permite que fãs e visitantes conheçam de perto os bastidores da televisão, revisitem momentos marcantes da nossa história e vivenciem experiências que reforçam a relação de carinho que construímos ao longo da nossa história”, afirma Daniel Abravanel, diretor Estratégico de Negócios e Rede do SBT.

    A curadoria e operação do projeto são assinadas pela Arena Experience, empresa referência no desenvolvimento de atrações imersivas e responsável por cases de sucesso como os tours do Allianz Parque, da Mercado Livre Arena Pacaembu e da Arena MRV.

    “O Tour do SBT é muito mais do que uma visita guiada. É uma oportunidade de aproximar o público da magia da televisão brasileira, permitindo que as pessoas vivenciem os bastidores de uma emissora que faz parte da vida de milhões de brasileiros”, afirma Álvaro Parisi, diretor da Arena Experience. 

    Com duração aproximada de uma hora e meia, o passeio será realizado em grupos acompanhados por monitores treinados, preparados para conduzir os visitantes por uma jornada dinâmica, informativa e divertida. O tour também contará com materiais em inglês e espanhol para atender turistas e visitantes internacionais, além de espaços exclusivos para registros fotográficos da experiência.

    Além do formato tradicional, o projeto prevê ativações especiais e experiências temáticas ao longo da programação, consolidando o espaço como um novo polo de entretenimento, turismo e cultura na Grande São Paulo.

    Ingressos e funcionamento

    Os ingressos poderão ser adquiridos online ou presencialmente na bilheteria oficial do tour.

    • Tour do SBT: R$ 90 (inteira) / R$ 45 (meia)

    • Foto impressa oficial: R$ 30

    O funcionamento será de sexta a domingo, das 10h às 16h, com possíveis ajustes em datas especiais e dias de evento.

    Mais informações:

    Avenida das Comunicações, 4 – Industrial Anhanguera – Osasco/SP – CEP 06276-905

    tourdosbt.sbt.com.br

    tourdosbt@arenaexperience.com.br | +55 (11) 97701-9997

    @tourdosbt

  • Cetesb apresenta nova sinalização de balneabilidade no litoral paulista

    Com novo design e informações bilíngues, as tradicionais bandeiras verde e vermelha mudaram para garantir mais segurança a quem frequenta as praias

    As 175 praias do litoral paulista ganharam um novo layout em suas sinalizações de balneabilidade. A iniciativa da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), moderniza a comunicação com o público e oferece dados mais claros, precisos e de fácil leitura para moradores e turistas.

    A principal mudança está na atualização das antigas bandeiras verde (própria) e vermelha (imprópria). O novo design permite a identificação da qualidade da água de forma rápida e visual. Além disso, as placas e bandeiras agora contam com informações em inglês, o que amplia a acessibilidade para os visitantes estrangeiros.

    Com essa reformulação, a expectativa é aprimorar a experiência de lazer, com foco em bem-estar e conscientização. A transição para o novo modelo visual simplifica o entendimento das condições da água e se consolida como uma ferramenta eficaz na prevenção de riscos à saúde.

    Balneabilidade no feriado de Corpus Christi

    O boletim da Companhia, divulgado nesta quinta-feira (4), aponta que 117 praias ostentam a bandeira verde para este feriado prolongado. No Litoral Norte, municípios como São Sebastião, Ubatuba e Ilhabela têm diversas opções próprias para o mergulho. Na Baixada Santista, as boas opções estão em Ilha Comprida e Peruíbe.

    O monitoramento indica 58 pontos com bandeira vermelha no Litoral, portanto, fique ligado: respeite as sinalizações, afinal, praias consideradas impróprias podem causar quadros de infecções gastrointestinais, de pele e de vias respiratórias. Caso chova durante o feriado, a recomendação é evitar o mar nas 24 horas seguintes aos temporais.

    Mesmo com as temperaturas mais baixas, sempre tem quem aproveita para caminhar na areia, praticar esportes ou até encarar um mergulho. Então vale conferir a situação das praias antes de sair de casa através do mapa interativo no site oficial da Cetesb ou pelo aplicativo gratuito (disponível para Android e iOS).

  • Maior montanha-russa inicia testes no Cacau Park

    Maior montanha-russa de lançamento da América Latina inicia testes no Cacau Park, em Itu (SP)
     

    A Ghost Rider, que será a maior e mais rápida montanha-russa de lançamento da América Latina, iniciou sua fase de testes operacionais. A nova etapa marca um importante avanço na construção do Cacau Park, parque temático da Cacau Show que será inaugurado em 2027, em Itu, no interior de São Paulo.
     

    Desenvolvida pela fabricante holandesa Vekoma, uma das líderes mundiais em atrações de alta performance, a Ghost Rider possui 55 metros de altura, alcança velocidade máxima de 120 km/h e já teve sua estrutura metálica e trilhos concluídos. Agora, a atração passa por uma série de avaliações técnicas conduzidas por equipes especializadas e engenheiros internacionais.
     

    Nesta etapa, os testes são realizados em velocidades reduzidas e sem passageiros. O objetivo é calibrar os sistemas da atração, validar o funcionamento dos equipamentos e permitir a adaptação gradual entre rodas, trilhos e componentes mecânicos. Ao longo dos próximos meses, as avaliações serão intensificadas progressivamente até que a montanha-russa alcance suas condições operacionais completas.
     

    O processo é fundamental para validar todos os sistemas da atração, incluindo aceleração, frenagem, estabilidade e segurança operacional em diferentes condições de funcionamento.
     

    “A Ghost Rider representa exatamente o que queremos entregar com o Cacau Park: uma experiência de padrão internacional, capaz de surpreender e emocionar nossos visitantes. Iniciar os testes dessa atração é um momento muito importante para o projeto e mostra que estamos avançando de forma consistente rumo à inauguração”, afirma Alê Costa, fundador e CEO da Cacau Show.
     

    Com investimento estimado em R$ 2 bilhões, o Cacau Park está sendo construído em uma área de aproximadamente 7 milhões de metros quadrados e contará com mais de 70 atrações, incluindo 52 brinquedos, além de shopping a céu aberto e dois hotéis com 1.330 quartos. O complexo foi concebido para receber até 50 mil visitantes por dia e tem expectativa de atrair cerca de 3 milhões de pessoas por ano.
     

    Dividido em cinco áreas temáticas inspiradas no universo do cacau, Fantástica Floresta do Cacau, Aventura Maia, Vila laCreme, Fábrica Show e Terra dos Sonhos, o empreendimento deve consolidar o interior paulista como um importante destino turístico nacional e internacional, além de gerar cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos.

  • Esponja de cozinha pode esconder bactérias nocivas

    A segurança sanitária dentro de casa tem acendido um alerta nos hábitos da rotina com a limpeza doméstica, mas um item em particular merece atenção especial: a esponja de cozinha. Usada todos os dias para lavar louças, talheres, panelas, pias e bancadas, ela pode se transformar em um reservatório invisível de microrganismos, principalmente se seu uso é prolongado além da recomendação da ANVISA, sete dias ou menos, ou quando permanece úmida, desgastada ou é utilizada em diferentes superfícies sem separação adequada.

    Para Bruno Brunetti, microbiologista e especialista em contaminação microbiológica, a atenção deve ir além da aparência do item. “A esponja de lavar louça provavelmente é um dos objetos mais contaminados dentro de uma cozinha. O problema não é simplesmente ter bactéria, porque elas existem em praticamente tudo. A questão é que a esponja reúne umidade, resíduos de alimentos, gordura e matéria orgânica, criando um ambiente muito favorável para a multiplicação de microrganismos potencialmente perigosos”, explica.

    Por sua estrutura porosa e pelo contato frequente com restos de alimentos, gordura e água, a esponja cria um ambiente favorável para a proliferação de bactérias. Entre os microrganismos que podem estar associados a superfícies e utensílios contaminados na cozinha estão Salmonella, Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Klebsiella, Listeria e outros coliformes. Em casos de exposição por ingestão ou contato indireto com alimentos, esses agentes podem provocar sintomas como diarreia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais, febre e mal-estar. Em pessoas mais vulneráveis, como crianças, idosos, gestantes e pessoas com imunidade baixa, o risco pode ser maior.

    Embora nem toda bactéria presente em uma esponja cause doença, o problema está no acúmulo e na transferência desses microrganismos para pratos, copos, talheres, tábuas, bancadas e alimentos. É justamente aí que entra um dos principais alertas para a limpeza doméstica: a contaminação cruzada, que acontece quando microrganismos ou resíduos são transportados de uma superfície para outra por meio de utensílios, mãos, panos, escovas ou esponjas. Na prática, isso pode ocorrer quando a mesma esponja usada para limpar a pia também é usada em uma tábua de corte, em uma bancada ou até em outros cômodos da casa.

    “Usar a mesma esponja para louça, pia, bancada, tábua, fogão ou áreas mais sujas é praticamente criar um sistema de distribuição de contaminação pela cozinha. Uma bancada que recebeu carne crua, por exemplo, pode carregar microrganismos patogênicos que depois acabam sendo transferidos para pratos, copos e utensílios”, alerta Brunetti.

    Cores ajudam a separar usos e reduzem riscos

    Uma medida simples para tornar a limpeza mais segura é adotar a separação das esponjas por cor. A lógica é facilitar a identificação visual e evitar que a mesma esponja seja usada em locais com níveis diferentes de sujeira ou risco de contaminação. No ambiente doméstico, uma divisão prática pode seguir critérios como:

    • Verde e Amarela: louças em geral, copos, pratos e talheres.
    • Azul: superfícies delicadas de panelas antiaderentes, taças e utensílios como Airfryer
    • Lilás/Roxa: limpeza de panelas, fôrmas e assadeiras onde haja sujeira incrustada 
    • Verde claro: exclusiva para banheiro e áreas sanitárias.
    • Cinza: utensílios da churrasqueira como grelhas e espetos.
    • Branca: a única Biodegradável, que se decompõe 25 vezes mais rápido no meio ambiente e não libera microplásticos na natureza.

    O mais importante é manter uma regra clara dentro de casa. Cada esponja deve ter uma finalidade específica. Essa organização reduz o risco de transportar microrganismos de ambientes mais contaminados para superfícies ligadas ao preparo ou consumo de alimentos.

    “A separação por cores ajuda a criar uma rotina mais intuitiva. Quando cada acessório tem uma função definida, a família inteira entende melhor o que deve ser usado em cada ambiente. Isso torna a limpeza mais eficiente e diminui o risco de contaminação cruzada”, explica Gerson.

    Troca frequente também é medida de saúde

    Outro ponto de atenção é o desgaste natural dos materiais. Esponjas deformadas, com mau cheiro, resíduos acumulados ou aparência escurecida devem ser descartadas. Mesmo quando parecem limpas, podem manter umidade e matéria orgânica em seu interior, favorecendo a multiplicação de microrganismos.

    Segundo Brunetti, a substituição não deve acontecer apenas quando a esponja começa a se desfazer. “A troca precisa ser frequente. Em cozinhas domésticas, a recomendação é substituir a esponja, no máximo, a cada sete dias, dependendo da intensidade de uso.”, orienta. “Com o tempo, os materiais perdem eficiência e deixam de entregar o desempenho esperado. Renovar esses acessórios é uma medida simples, mas importante para tornar a limpeza mais funcional e compatível com o cuidado que a casa e a saúde exigem”, completa.

    A atenção à limpeza doméstica também ganhou relevância em um contexto no qual os consumidores estão mais atentos à procedência, segurança e uso correto de produtos e utensílios de higiene. Mas, além dos produtos utilizados, especialistas reforçam que os hábitos diários fazem diferença: separar, higienizar, secar e substituir os acessórios de limpeza são atitudes simples que ajudam a proteger a saúde da casa.

    Cuidados práticos com esponjas na rotina doméstica

    Para reduzir riscos, alguns cuidados ajudam:

    • usar uma esponja exclusiva para louças e outra para pia e bancadas;
    • nunca utilizar a esponja da cozinha no banheiro ou em áreas externas;
    • enxaguar bem após o uso e retirar o excesso de água;
    • guardar em local ventilado, que permita secagem;
    • substituir a esponja a cada sete dias ou menos, caso ela pareça gasta;
    • descartar imediatamente em caso de mau cheiro, mudança de cor ou desgaste;
  • Você e seu pet: a melhor homenagem acontece no dia a dia

    Psicóloga reforça a importância da convivência consciente e da construção de memórias afetivas enquanto os animais estão presentes na rotina das famílias

    No dicionário, homenagem é uma forma de reconhecimento, carinho e valorização de histórias importantes e consiste em demonstrar publicamente amor e gratidão. E, no caso dos animais de estimação, elas podem e devem acontecer ainda em vida, na convivência diária, nos momentos compartilhados e no tempo dedicado à construção de vínculos afetivos.

    Em meio à rotina acelerada, muitos tutores só percebem o valor de momentos simples após a despedida de um animal de estimação. Passeios adiados, brincadeiras interrompidas pela pressa e até pequenos hábitos cotidianos passam a ganhar outro significado quando restam apenas as lembranças. Para a psicóloga especializada em vínculo humano-animal e sócia da Laika Funeral Pet, Natália Nigro de Sá, criar memórias afetivas no cotidiano é uma forma de homenagear os pets ainda em vida.

    Segundo a doutora, a relação entre humanos e animais vai muito além do cuidado básico e se fortalece na convivência diária. “Os pets participam da nossa história, acompanham fases importantes e oferecem presença emocional genuína. Muitas vezes, as homenagens são associadas apenas à despedida, mas elas começam antes, na forma como escolhemos viver o dia a dia ao lado deles”, afirma Natália.

    De acordo com Natália, viver plenamente a convivência também ajuda a reduzir o sentimento de culpa e arrependimento que costumam surgir durante o processo de luto. “Muitas pessoas ficam fragilizadas pela sensação de que poderiam ter aproveitado mais. Quando existe uma relação construída com presença e troca verdadeira, a despedida se torna menos associada ao vazio e mais conectada à gratidão pela história vivida”, explica. “Além disso, os cerimoniais de despedida também ajudam os tutores a ressignificarem as últimas lembranças do pet, muitas vezes marcadas pelo sofrimento de tratamentos e internações, permitindo que a imagem do animal seja reconstruída com carinho, dignidade e afeto”, complementa.

    A reflexão proposta por Natália busca justamente ampliar o olhar sobre o vínculo humano-animal, valorizando não apenas os momentos finais, mas toda a trajetória construída ao longo da vida do pet. E, quando chega a hora da despedida, esse amor também merece acolhimento, espaço e significado.

    “Os rituais de despedida existem há séculos porque ajudam o ser humano a ressignificar as perdas e dar forma ao que sentimos durante o luto. No caso dos pets, isso se torna ainda mais importante, porque muitas vezes essa dor não é reconhecida socialmente e o tutor acaba vivendo um sofrimento silencioso”, afirma a psicóloga.

    Com proposta voltada ao acolhimento das famílias, a Laika Funeral Pet oferece diferentes possibilidades de despedida e homenagens personalizadas aos animais de estimação. Entre os serviços estão velórios intimistas, cerimônias de despedida, cremação individual, memoriais afetivos e lembranças simbólicas que ajudam os tutores a eternizar a história vivida ao lado dos pets.

    Segundo a doutora, um cerimonial de despedida pode fazer diferença no processo de elaboração da perda, permitindo que a relação construída ao longo dos anos seja validada com respeito e sensibilidade. “Ritualizar não apaga a dor, mas ajuda o coração a compreender que aquele amor existiu e continua existindo de outra forma. É uma maneira delicada de dizer ao pet: ‘você importa, nossa história valeu a pena e nunca será esquecida’”, finaliza.

  • Cozinhar a dois ganha espaço no Dia dos Namorados

    Cozinhar a dois ganha espaço no Dia dos Namorados e impulsiona procura por cursos de gastronomia

    Casais trocam presentes tradicionais por experiências afetivas, e aulas culinárias entram na lista das opções mais buscadas para celebrar a data

    Flores, perfumes e chocolates seguem presentes no Dia dos Namorados, mas uma nova tendência tem ganhado força entre os casais: trocar presentes materiais por experiências compartilhadas. Entre as opções que mais crescem neste período estão os cursos de gastronomia, que unem lazer, aprendizado e conexão emocional em uma única atividade.

    O movimento acompanha uma mudança de comportamento observada desde a pandemia, quando cozinhar deixou de ser apenas uma necessidade cotidiana para se transformar em momento de convivência, entretenimento e troca afetiva. Com mais tempo dentro de casa naquele período, muitos casais passaram a descobrir a cozinha como espaço de aproximação, hábito que permanece forte mesmo após a retomada da rotina.

    A busca por experiências também acompanha um cenário de valorização do consumo afetivo. Pesquisas sobre comportamento do consumidor mostram que presentes ligados a momentos vividos a dois vêm ganhando espaço em datas comemorativas, especialmente entre pessoas que desejam fugir do óbvio e investir em memórias compartilhadas.

    De olho nessa tendência, a Receitaria Escola Gourmet criou um curso especial voltado para o Dia dos Namorados, pensado para casais que querem celebrar a data de maneira diferente, transformando a cozinha em cenário para uma experiência conjunta.

    Para Erick Passarelli, chef e CEO da Receitaria, o aumento da procura por experiências gastronômicas está diretamente ligado às mudanças de hábitos observadas nos últimos anos.

    “Desde a pandemia, percebemos um crescimento muito significativo na busca por cursos de gastronomia. Cozinhar passou a ter outro significado, deixou de ser apenas uma atividade do dia a dia e virou um momento de conexão, convivência e prazer. Hoje, muitos casais procuram presentes diferentes, algo que possa ser vivido junto e gere uma lembrança afetiva”, afirma.

    Segundo o chef, a proposta do curso especial é justamente oferecer um momento compartilhado, em que a experiência vale tanto quanto o resultado final do prato.

    “O curso de Dia dos Namorados foi pensado para proporcionar uma vivência a dois. O casal cozinha junto, aprende técnicas culinárias, divide tarefas, se diverte e cria uma memória construída naquele momento. É um presente que se vive, não apenas se entrega”, diz.

    A experiência proposta pela escola gastronômica inclui uma aula prática para casais, em ambiente pensado para estimular convivência e interação. Durante a atividade, os participantes aprendem técnicas culinárias enquanto cozinham juntos, transformando a refeição em parte da experiência romântica.

    O crescimento da procura por atividades desse tipo reforça uma tendência mais ampla do mercado: consumidores cada vez mais interessados em experiências personalizadas, afetivas e capazes de criar lembranças duradouras.

    Serviço

    Receitaria Escola Gourmet
    Curso especial de Dia dos Namorados criado para casais que desejam viver uma experiência gastronômica conjunta. A proposta envolve cozinhar a dois, aprender técnicas culinárias e transformar a celebração em um momento de conexão. A escola também oferece workshops, cursos de gastronomia, panificação e confeitaria.

    Endereço: Rua Abegoaria, 538, Jardim das Bandeiras, São Paulo (SP)
    Horário: consultar agenda de turmas e disponibilidade do curso especial
    Instagram: @receitariaescolagourmet
    Informações: Curso Dia dos Namorados Receitaria

  • Quatro motivos pelos quais os gatos ronronam

    Ronronar é comunicação, saúde e bem-estar: entender o som mais icônico dos gatos fortalece vínculos e reforça a importância do cuidado preventivo

    O ronronar é inconfundível. O “motorzinho” dos gatos é um dos sons mais característicos do universo felino e também um dos mais complexos. Embora frequentemente associado à felicidade, esse comportamento pode ter diferentes significados e até funções fisiológicas relevantes.

    Compreender por que os gatos ronronam é uma forma de aprimorar a comunicação entre tutor e pet, fortalecer o vínculo afetivo e, principalmente, reconhecer sinais de bem-estar ou possíveis alterações de saúde.

    1. Felicidade e conforto

    O exemplo clássico é o gato acomodado no colo do tutor. Nesses momentos, o ronronar está ligado à sensação de segurança, aconchego e satisfação.

    2. Autorregulação em situações de estresse

    O comportamento também pode surgir em momentos de tensão, como durante consultas veterinárias ou no parto. “O ronronar pode funcionar como um mecanismo de autorregulação. As vibrações de baixa frequência parecem contribuir para a estabilização da respiração e para a redução do estresse, atuando como um modulador natural do organismo”, explica Camila Camalionte, médica-veterinária, zootecnista e gerente técnica da divisão de Pet Health.

    3. Possível auxílio na recuperação física

    Estudos indicam que as frequências do ronronar podem contribuir para a regeneração de tecidos, fortalecimento muscular e até alívio da dor. Isso ajuda a explicar por que gatos doentes ou feridos continuam ronronando.

    4. “Ronronar de pedido”

    Há ainda um tipo específico de ronronar que mistura características de miado e apresenta frequência semelhante ao choro de um bebê. “Esse som tende a despertar resposta imediata nos humanos e é usado para solicitar alimento ou atenção. Eles sabem como nos atrair”, completa Camila.

    Gato que ronrona também é bom para a gente

    O ronronar pode trazer benefícios também para os humanos. Um estudo do University of Minnesota Stroke Center apontou que tutores de gatos apresentam menor risco de morte por doenças cardiovasculares. Embora diversos fatores influenciem esse resultado, a convivência com os animais, incluindo estímulos como o ronronar, pode estar associada à redução do estresse.

    Os gatos sempre ronronam?

    Nem todos os gatos demonstram o ronronar da mesma forma. A intensidade pode variar bastante. Alguns produzem um som alto e constante. Outros emitem vibrações quase imperceptíveis, percebidas apenas ao toque.

    Há também gatos que aparentam não ronronar. Excetuando casos raros de alterações físicas, não há consenso científico que explique completamente esse comportamento. Observações indicam que gatos ferais tendem a ser menos vocais, enquanto os domesticados desenvolveram maior repertório de comunicação ao longo da convivência com humanos, utilizando vocalizações para solicitar alimento, atenção ou interação.

    Atenção às mudanças no ronronar

    Apesar de frequentemente associado ao bem-estar, o ronronar também pode surgir como resposta a desconfortos físicos. Alterações na intensidade, na frequência ou no contexto em que ocorre merecem atenção.

    “É essencial observar o conjunto de comportamentos. Se o ronronar vier acompanhado de apatia, perda de apetite, lambedura excessiva, coceira intensa ou alterações na pele, o tutor deve buscar avaliação veterinária. O ronronar pode ajudar o gato a se autorregular, mas não elimina a presença de um possível problema clínico”, orienta Camila.

    Entre os fatores que mais impactam o conforto e o comportamento felino estão as infestações por pulgas. A coceira constante e a irritação cutânea podem gerar estresse significativo, interferindo no sono, no apetite e na interação com o tutor. Garantir proteção preventiva é essencial para que o ronronar continue sendo expressão de tranquilidade e não uma resposta ao desconforto.

    Nesse contexto, o acompanhamento com o médico-veterinário é fundamental para definir a melhor estratégia de proteção. A Elanco desenvolve soluções específicas para felinos por meio do programa Elanco Para Gatos, que considera as particularidades da espécie.

    Entre as opções estão o Credeli™ Gatos, indicado para o controle de pulgas e que contribui para mais conforto e qualidade de vida, e a coleira Seresto™, que libera continuamente ativos antiparasitários por até 8 meses, atuando na eliminação de pulgas e ajudando também a reduzir o risco de doenças transmitidas por pulgas.

    “Promover o bem-estar dos gatos significa assegurar que sua natureza seja respeitada em cada fase da vida. Na Elanco, traduzimos o entendimento dessas necessidades únicas em soluções específicas para a espécie”, afirma Kyssia Monteiro, médica-veterinária e gerente de produto da Elanco Brasil.

    Ao aliar informação, prevenção e acompanhamento veterinário, é possível garantir que o ronronar continue sendo um dos principais sinais de bem-estar dos gatos e não uma resposta a desconfortos que passam despercebidos.

  • 10 sinais de problemas ortopédicos em pets


    Condições como ruptura de ligamento, luxação de patela e artrose podem afetar a realização de atividades simples do dia a dia, comprometendo a mobilidade e a qualidade de vida dos animais


    Doenças e traumas ortopédicos estão entre as principais causas de dor e limitação funcional em cães, especialmente em animais idosos, obesos ou de raças predispostas geneticamente. Em muitos casos, esses problemas surgem de forma progressiva e silenciosa, o que leva os responsáveis a demorarem para perceber os sinais de que existe uma lesão que precisa ser investigada e tratada. 
     

    “Os animais tendem a mascarar a dor. É preciso observar pequenas mudanças de comportamento que, embora costumem ser consideradas algo natural, são, na verdade, um pedido de ajuda”, explica Rafael Boccia, especialista do Veros Hospital Veterinário. O veterinário recomenda atenção às seguintes alterações nas atitudes cotidianas dos pets: 

    1. Claudicação (manqueira) ou dificuldade para apoiar uma das patas no chão
    2. Relutância para correr, brincar ou subir em lugares altos
    3. Dificuldade para levantar
    4. Gemidos ou vocalização ao se movimentar
    5. Tremores ou sensibilidade ao toque
    6. Redução das atividades habituais e aumento do tempo que passa dormindo;
    7. Alterações de postura
    8. Rigidez ao acordar
    9. Quedas frequentes ou perda de equilíbrio
    10. Mudanças repentinas de humor ou lambedura excessiva de uma articulação específica

    Quanto mais cedo acontecer o diagnóstico, maiores são as chances de recuperação e de preservação da autonomia e qualidade de vida, pois é possível evitar dor crônica, perda de mobilidade e complicações mais graves. Conhecer as principais doenças ortopédicas também ajuda na hora de identificar a necessidade de levar o pet a uma consulta veterinária. São elas: 
     

    Ruptura de ligamento

    Os ligamentos funcionam como estruturas de sustentação das articulações. Uma das lesões mais comuns é a ruptura do ligamento cruzado cranial — conhecido popularmente como ligamento cruzado do joelho — que pode ocorrer após saltos, corridas bruscas ou desgaste progressivo da articulação. Estudos apontam que esta é a doença mais frequente em pets idosos, obesos e de grande porte, além de apresentar predisposição genética em determinadas raças. Entre as mais associadas ao problema estão Rottweiler, Labrador Retriever, Cane Corso, Chow Chow, Bullmastiff, Newfoundland e Bulldog Inglês. “A ruptura deste ligamento traz dor intensa e dificuldade para caminhar com os membros posteriores. Ela é uma das principais causas de artrose em cães e pode evoluir rapidamente para degeneração articular se não for tratada adequadamente”, afirma Boccia. 
     

    Luxação de patela

    Ocorre quando a patela — pequeno osso localizado na parte da frente do joelho, antigamente chamado de rótula — sai da posição correta durante os movimentos. O problema está associado a alterações no alinhamento da articulação do joelho, muitas vezes congênitas, afetando cães de pequeno porte, como Poodle, Chihuahua, Yorkshire, Shih-tzu e Spitz Alemão. Também pode surgir após quedas, impactos ou outros traumas. “Como o pet claudica por alguns segundos e, depois, volta a andar normalmente, o responsável acha que é algo passageiro. Episódios repetidos indicam instabilidade articular e precisam de avaliação veterinária, pois causam dor, desgaste da articulação e podem levar ao desenvolvimento de artrose”, alerta Boccia.
     

    Hérnia de disco

    A hérnia de disco ocorre quando um dos discos localizados entre as vértebras comprime a medula espinhal. O problema é comum em raças como Dachshund, Bulldog Francês e Basset Hound. Sinais como relutância para se movimentar, postura curvada e vocalização de dor devem ser investigados rapidamente. O pet também pode apresentar perda de coordenação motora e, em casos graves, paralisia das patas. 
     

    Displasia coxofemoral

    Mais comum em cães de grande porte, como Labrador, Golden Retriever e Pastor Alemão, a displasia coxofemoral é uma alteração no encaixe da articulação do quadril. “O atrito anormal causa desgaste progressivo da cartilagem, gerando instabilidade, inflamação, dor e dificuldade de locomoção. O pet pode demonstrar dificuldade para levantar ou evitar apoiar totalmente as patas traseiras devido à dor”, diz .
     

    Artrose

    Também chamada de osteoartrite, a artrose é uma doença crônica e progressiva causada pelo desgaste das articulações. Pode surgir com o envelhecimento ou como consequência de outras alterações ortopédicas, como ruptura de ligamento cruzado, displasia coxofemoral e traumas. De acordo com o Colégio Americano de Cirurgiões Veterinários, a artrose atinge 20% da população canina adulta e 80% dos cães com mais de 8 anos
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    Fraturas

    Quedas, atropelamentos e brigas estão entre as principais causas de fraturas em pets. Os sinais incluem dor intensa, inchaço, dificuldade de locomoção e deformidade no membro afetado. “Nunca se deve tentar alinhar o osso em casa. O ideal é restringir a movimentação do animal e procurar atendimento veterinário imediatamente”, orienta Boccia. 
     

    Como prevenir traumas e lesões ortopédicas

    Algumas medidas ajudam a reduzir os riscos de traumas e doenças articulares. “É importante manter o peso adequado, com alimentação saudável e atividade física regular, assim como realizar check-ups veterinários periódicos, especialmente em pets idosos e raças predispostas”, aconselha Boccia. Para evitar acidentes, é importante instalar telas de proteção em janelas e varandas, utilizar coleira e guia durante os passeios e manter objetos pesados e fios elétricos fora do alcance.

  • Xixi na cama após os 5 anos pode indicar condição que exige tratamento

    Perda urinária involuntária durante o sono pode afetar autoestima, relações sociais e desenvolvimento emocional das crianças

    A enurese noturna, caracterizada pela perda urinária involuntária durante o sono, vai além de um simples atraso no controle da bexiga. Comum na infância, a condição pode provocar impactos importantes no desenvolvimento emocional, social e psicológico das crianças, especialmente quando persiste após os 5 anos de idade.

    Segundo o urologista da Unimed Araxá, Dr. Daniel Angotti Akel, o problema interfere diretamente na autoestima e nas relações sociais infantis. “A enurese noturna produz alterações psicológicas importantes e pode atrapalhar os laços de amizade entre as crianças, principalmente em situações sociais como viagens, festas do pijama e convivência escolar”, explica.

    A doença apresenta forte relação hereditária. Estudos apontam que filhos de pais que tiveram enurese possuem entre 45% e 75% de chance de desenvolver o quadro. Em alguns casos, também podem existir associações com alterações cromossômicas e atraso no amadurecimento das vias neurológicas responsáveis pelo controle da micção.

    A forma mais frequente é a enurese monossintomática, responsável por cerca de 80% dos casos. Nessa situação, a criança apresenta perda urinária apenas durante a noite, sem outros sintomas urinários associados. Entre os fatores relacionados está a hiperatividade do músculo detrusor da bexiga, que provoca contrações involuntárias enquanto a criança dorme.

    “Muitas vezes, a criança não consegue despertar adequadamente durante o sono para perceber o enchimento da bexiga. Ela simplesmente não responde ao estímulo urinário”, afirma o médico.

    A enurese também pode ser classificada como primária, quando a criança nunca adquiriu controle completo da urina durante a noite, ou secundária, quando a perda urinária reaparece após um período de continência já estabelecida. Nesta última situação, fatores emocionais e psicológicos podem estar envolvidos.

    Outra forma é a enurese polissintomática, caracterizada pela presença de sintomas urinários também durante o dia, o que exige investigação mais detalhada e acompanhamento especializado.

    Diagnóstico e tratamento

    O diagnóstico é essencialmente clínico e considera episódios de perda urinária noturna duas ou mais vezes por mês em crianças acima de 5 anos. A avaliação médica inclui histórico clínico detalhado, exame físico e, em alguns casos, exames complementares.

    O tratamento varia conforme cada paciente e pode envolver diferentes abordagens. “Existem opções como terapia comportamental, acompanhamento psicológico, uso de alarmes de perda urinária e medicamentos. O tratamento deve ser individualizado e acompanhado por um especialista”, destaca Dr. Daniel Angotti.

    O urologista ressalta ainda que o acolhimento familiar é parte fundamental do processo terapêutico. “É importante que os pais entendam a doença e ofereçam apoio à criança. A enurese não deve ser encarada como preguiça, desleixo ou comportamento inadequado. O suporte correto evita transtornos afetivos e psicológicos que podem repercutir no desenvolvimento e até na vida adulta”, afirma.