Autor: agitosp

  • Dia do Sexo: quais são os fetiches que mais despertam a curiosidade dos brasileiros?

    Celebrado em 6 de setembro, Dia do Sexo abre espaço para falar sobre desejos e fantasias que ainda são cercados por tabus; Heitor Werneck, referência na cena fetichista brasileira e criador da festa Luxúria, que completa 20 anos, comenta as práticas que mais despertam interesse

    O Dia do Sexo, celebrado em 6 de setembro, pode ser uma oportunidade para tirar desejos e fantasias do campo do tabu. Se antes falar sobre fetiches era algo restrito à intimidade, hoje redes sociais, séries, filmes e comunidades digitais ajudaram a tornar o assunto mais presente nas conversas sobre sexualidade.

    Para Heitor Werneck, especialista em fetiche, produtor cultural e considerado o Rei do Fetiche no Brasil, a curiosidade aumentou, mas isso não significa necessariamente que as pessoas estejam interessadas em colocar todas as fantasias em prática.

    “Existe uma diferença entre ter curiosidade, fantasiar e realmente querer experimentar. Muita gente chega ao universo fetichista querendo entender determinadas práticas, observar ou simplesmente descobrir melhor os próprios desejos. O que percebo ao longo dos anos é que as pessoas estão falando mais sobre aquilo que desperta curiosidade, algo que antes era muito mais escondido”, explica.

    Entre os fetiches que, segundo Werneck, costumam despertar interesse estão BDSM, dominação e submissão, voyeurismo, exibicionismo, fetiches por pés, látex e couro, além de diferentes formas de role play.

    “O BDSM talvez seja um dos universos que mais geram curiosidade porque reúne inúmeras possibilidades. Dominação, submissão e bondage são algumas delas. Fetiches por pés também são muito conhecidos, enquanto roupas e materiais como couro, vinil e látex têm uma presença histórica muito forte nessa cultura. Mas não existe uma lista capaz de representar o desejo de todo mundo. A sexualidade é extremamente particular”, afirma.

    Luxúria completa 20 anos ajudando a tirar o fetiche da clandestinidade

    Heitor acompanha essa transformação de perto. Criada por ele, a festa Luxúria completa 20 anos em 2026, consolidando duas décadas dedicadas à cultura fetichista e à criação de um espaço no qual diferentes formas de expressão, estética e comportamento podem conviver.

    A celebração dos 20 anos acontece em 19 de setembro, em São Paulo, poucos dias depois do Dia do Sexo.

    “Quando a Luxúria começou, falar publicamente sobre fetiche era muito mais difícil. Existia muito preconceito e muita desinformação. Em 20 anos, vimos uma mudança enorme. Hoje, pessoas chegam querendo conhecer esse universo, entender seus desejos e encontrar outras pessoas com interesses semelhantes. Para mim, completar duas décadas mostra também o quanto essa conversa amadureceu no Brasil”, conta Werneck.

    Fetiche não significa necessariamente sexo

    Uma das confusões mais comuns, segundo o produtor cultural, é imaginar que todo fetiche obrigatoriamente precisa envolver uma prática sexual. Para algumas pessoas, o interesse pode estar na estética, na fantasia, nos papéis assumidos ou nas sensações associadas a determinado objeto ou situação.

    “Fetiche não pode ser resumido simplesmente ao ato sexual. Existe todo um universo de comportamento, estética, fantasia e construção de personagens. Algumas pessoas gostam de observar, outras de se vestir, outras se interessam por determinadas dinâmicas. É justamente essa diversidade que torna esse universo tão amplo”, explica.

    Para Werneck, a maior transformação percebida nessas duas décadas talvez esteja menos nos fetiches procurados e mais na disposição para falar sobre eles.

    “Desejos sempre existiram. O que mudou foi a possibilidade de conversar. Quando existe informação, respeito aos limites e consentimento entre adultos, as pessoas conseguem compreender melhor aquilo de que gostam sem necessariamente carregar a ideia de que todo desejo diferente precisa ser escondido”, conclui.

    No Dia do Sexo, portanto, a discussão pode ir além da vida sexual propriamente dita. Depois de 20 anos acompanhando de perto a cena fetichista brasileira, Heitor Werneck acredita que conhecer os próprios desejos e conseguir conversar sobre limites também são partes importantes de uma sexualidade mais consciente.

  • Dia da Amazônia: aquário de SC apresenta espécies e ajuda a entender a vida no bioma

    Pirarucu, sucuri-verde, tartaruga-da-Amazônia, lontra e tambaqui mostram diferentes formas de adaptação aos rios e às áreas alagadas da floresta

    Um peixe que precisa subir à superfície para respirar, uma serpente que caça sem veneno e um tambaqui que encontra alimento em árvores durante a cheia. No Oceanic Aquarium, em Balneário Camboriú (SC), espécies amazônicas são apresentadas ao público a partir de características relacionadas aos ambientes onde vivem.

    Na Amazônia, o nível dos rios varia ao longo do ano, áreas de floresta ficam alagadas e praias surgem nas margens durante a vazante. Essas mudanças interferem na alimentação, na reprodução e no deslocamento dos animais.

    É nesse cenário que vivem o pirarucu, a sucuri-verde, a tartaruga-da-Amazônia, a lontra-neotropical e o tambaqui. No aquário catarinense, os cinco animais permitem conhecer diferentes estratégias desenvolvidas pela fauna para viver nessas condições.

    O Dia da Amazônia, celebrado em 5 de setembro, serve de mote para apresentar as espécies e suas características.

    O peixe que precisa respirar fora d’água

    O pirarucu (Arapaima gigas) está entre os maiores peixes de água doce do mundo. Possui um órgão respiratório especializado que permite retirar oxigênio do ar.

    Por isso, mesmo vivendo na água, precisa chegar regularmente à superfície para respirar. As escamas, grandes, resistentes e flexíveis, também ajudam a proteger o corpo.

    A serpente que não precisa de veneno

    A sucuri-verde (Eunectes murinus) usa a força da musculatura para capturar suas presas. Ao contrário das serpentes peçonhentas, não possui veneno.

    Associada a rios, lagoas e áreas alagadas, consegue se deslocar na água e permanecer à espera de uma oportunidade para atacar. O tamanho e a massa corporal estão entre as características mais marcantes da espécie.

    Celeste, a sucuri-verde mantida pelo Oceanic Aquarium, foi resgatada no Mato Grosso e chegou a Santa Catarina após o fechamento do zoológico onde vivia.

    A tartaruga que depende das praias dos rios

    O ciclo de vida da tartaruga-da-Amazônia (Podocnemis expansa) está ligado à variação do nível dos rios.

    A espécie utiliza a água para alimentação e deslocamento, mas depende das praias de areia formadas nas margens para se reproduzir. Esses locais mudam conforme os períodos de cheia e vazante.

    A reprodução do animal acompanha, portanto, uma paisagem que se transforma ao longo do ano.

    A lontra entre a água e as margens

    A lontra-neotropical (Lontra longicaudis) utiliza os ambientes aquáticos para se deslocar e buscar alimento. O corpo alongado e as patas adaptadas à natação favorecem a movimentação na água, enquanto as margens oferecem áreas de abrigo.

    No Oceanic Aquarium, Eva e Carlos participam de atividades de enriquecimento ambiental preparadas pela equipe técnica, com estímulos relacionados à busca por alimento e à movimentação.

    O peixe que encontra alimento na floresta

    A relação entre floresta e rio aparece de forma direta na alimentação do tambaqui (Colossoma macropomum).

    Durante a cheia, a água avança sobre áreas de vegetação. Frutos e sementes que caem das árvores podem chegar aos ambientes aquáticos e servir de alimento aos peixes.

    O tambaqui está entre as espécies que aproveitam esse recurso. A cheia, assim, modifica também as fontes de alimento disponíveis para os animais.

    Da Amazônia a Santa Catarina

    As cinco espécies vivem naturalmente em diferentes ambientes da Amazônia, mas podem ser conhecidas também por quem está distante do bioma. No Oceanic Aquarium, em Balneário Camboriú, elas são apresentadas em habitats de água doce.

    A educação é uma das principais funções deste trabalho. Em visitas escolares, estudantes podem conhecer espécies que não fazem parte de seu cotidiano e relacionar características dos animais às condições dos ambientes onde vivem.

    “O animal é o ponto de partida para falar sobre o ambiente. Quando uma criança entende por que o pirarucu precisa subir para respirar ou como o tambaqui encontra alimento na floresta alagada, ela passa a compreender que essas características dependem das condições do lugar onde a espécie vive. É esse conhecimento que dá sentido ao trabalho de educação para a conservação”, afirma Juliana Formágio, veterinária e gerente de operações técnicas do Oceanic Aquarium.

    O aquário reúne mais de 170 espécies em 30 habitats, entre animais de água doce e salgada. Para muitos estudantes, a visita representa uma oportunidade de conhecer espécies amazônicas que estão fora de seu cotidiano e entender, a partir delas, aspectos de um dos principais biomas brasileiros.

    Campanha Feriadão pede Diversão

    Para aproveitar o feriadão com muita diversão, o Grupo Oceanic preparou uma condição especial entre os dias 1º e 7 de setembro. Durante o período, o Passaporte 4 Atrações estará disponível por R$149,90, enquanto o Passaporte 5 Atrações poderá ser adquirido por R$179,90, ambos com uso em qualquer dia.

    A promoção é válida para os parques participantes do Grupo Oceanic e é uma oportunidade para quem deseja conhecer diferentes atrações de Balneário Camboriú com mais economia. Já os ingressos do Oceanic Aquarium terão condições especiais durante todo o mês de setembro, com valores a partir de R$89,90 no ingresso antecipado.

    Serviço

    Oceanic Aquarium

    Rua 4000, nº 133, Barra Sul – Balneário Camboriú (SC)

    Aberto diariamente, a partir das 9h.

    Ingressos disponíveis em www.oceanicaquarium.com.br, pontos de vendas oficiais e na bilheteria.

  • Mais praticidade para simplificar a reforma do banheiro

    Com soluções que reúnem bancada, cuba e gabinete em um único produto, móveis reduzem etapas na obra e aproveitam melhor os espaços compactos

    Gabinete com lavatório integrado Elite na cor Beige – Divulgação Celite

    Reformar um banheiro envolve uma combinação de escolhas, fornecedores e mão de obra especializada. Além dos revestimentos e metais, é preciso pensar na bancada, contratar marcenaria ou marmoraria e coordenar diferentes etapas até chegar ao resultado desejado. Para quem busca uma obra mais simples, reduzir esse número de decisões pode fazer toda a diferença, inclusive no orçamento.

    É nesse contexto que os móveis com lavatório integrado ganham espaço como uma alternativa prática. Ao reunir gabinete e cuba em uma única solução, os produtos eliminam a necessidade de desenvolver uma bancada separadamente, tornando a reforma mais ágil e reduzindo a quantidade de serviços envolvidos. Uma escolha que pode significar menos etapas, menos contratações e mais praticidade para o consumidor.

    Entre as opções disponíveis, os móveis Elite e Flow foram pensados justamente para facilitar essa jornada, combinando dimensões versáteis, facilidade de instalação, espaço para organização e materiais adequados à rotina do banheiro.

    Soluções pensadas para diferentes espaços

    Com 70 cm de largura, 47 cm de altura e 47 cm de profundidade, o gabinete Elite se adapta inclusive a banheiros e lavabos compactos. O lavatório embutido é produzido em louça sanitária, material resistente a riscos e impactos e que mantém a superfície livre de amarelamento ao longo do tempo.

    O gabinete também foi desenvolvido para lidar com as condições características do ambiente, como respingos e vapor de água, sem estufar. O conjunto conta com duas gavetas revestidas em PVC e corrediças telescópicas, ampliando o espaço para guardar itens do dia a dia.

    Com instalação suspensa e as linhas retas reforçam o visual atemporal do móvel, disponível nas cores Branco, Stone e Beige. Outro ponto que contribui para simplificar a reforma é a instalação: o produto chega montado e dispensa conhecimento especializado, tornando a aplicação mais rápida e prática.

    Menos etapas, mais possibilidades

    Com 80 cm de largura e apenas 38 cm de profundidade, o móvel Flow é alternativa para quem precisa aproveitar bem cada centímetro. O conjunto combina gabinete e cuba de apoio integrada em uma solução completa, adequada principalmente para banheiros e lavabos compactos.

    A cuba é produzida em louça sanitária, com resistência a riscos e impactos e superfície que não altera a cor com o tempo. Já o gabinete, produzido em MDP, traz estrutura metálica, gavetas revestidas em PVC e corrediças telescópicas, oferecendo resistência e espaço para os objetos de uso cotidiano.

    A instalação também é simplificada e não requer conhecimento especializado, já que vem montado. Basta apenas realizar a instalação hidráulica da torneira. Disponível nas cores Branco, Stone e Matte Black, o gabinete Flow acompanha diferentes propostas de decoração e permite criar um ambiente funcional sem a necessidade de recorrer a uma bancada feita sob medida.

    As soluções integram o portfólio da Celite e traduzem uma proposta cada vez mais presente nas escolhas para a casa: facilitar a obra com qualidade, estética e durabilidade. Para quem reforma, isso significa transformar uma etapa que costuma envolver diferentes fornecedores em uma solução mais direta e, potencialmente, mais simples e econômica.

  • Saúde sexual não se mede pela frequência das relações

    No Dia do Sexo, psicóloga defende que prazer, autoestima, autoconhecimento e respeito aos próprios limites são indicadores mais importantes do que a quantidade de transas

    Quantas vezes uma pessoa faz sexo ainda é uma das formas mais comuns de medir sua vida sexual. Para a psicóloga, sexóloga e neuropsicóloga Fernanda Purificação, porém, essa lógica ignora o que realmente importa. No Dia do Sexo, celebrado em 6 de setembro, ela propõe uma mudança de perspectiva: saúde sexual não deveria ser medida pela frequência das relações, mas pela forma como cada pessoa se relaciona com o próprio corpo, seus desejos, seus limites e seu prazer.

    “Gostaria de propor que, nesta data, a gente refletisse menos sobre a quantidade de pessoas que estão transando e mais sobre quantas delas estão vivendo de forma inteira a sua sexualidade”, afirma a especialista.

    A reflexão encontra eco na história de Yasmin Polemick. Depois de anos em um relacionamento marcado por controle financeiro e desgaste emocional, a criadora de conteúdo encontrou no Hotvips, plataforma brasileira de monetização de fotos e vídeos eróticos, não apenas uma fonte de renda, mas também um caminho para reconstruir a autoestima e desenvolver uma relação mais positiva com o próprio corpo. “Enquanto o homem que estava do meu lado me deixava sempre para baixo, os clientes elevavam minha autoestima”, conta.

    Para Fernanda, a experiência ilustra algo que ela observa com frequência no consultório: saúde sexual, bem-estar emocional e autoestima caminham juntos. “A sexualidade não pode ser reduzida a desempenho ou frequência. Ela está diretamente ligada à forma como cada pessoa vive seus desejos, seus limites e sua relação consigo mesma”, afirma.

    A qualidade da experiência importa mais que a frequência

    A ideia de que sexo faz bem para a saúde não é mito. O que muitas vezes passa despercebido é que os benefícios dependem muito mais da qualidade da experiência e do contexto em que ela acontece do que da quantidade de relações. “Não existe resposta sexual separada da cabeça, do corpo e da vida que a pessoa está vivendo. Estresse, cansaço, autoestima, relacionamento e saúde física influenciam diretamente o desejo”, explica Fernanda.

    Isso ajuda a entender por que uma experiência sexual satisfatória pode contribuir para o relaxamento, o prazer e o bem-estar emocional. Mas também explica por que nem toda relação sexual produz os mesmos efeitos. “Não é qualquer sexo que faz bem. Sexo vivido na obrigação, no medo, na pressão, na dor ou para evitar conflito pode produzir exatamente o contrário”, afirma.

    A especialista explica que a neurociência ajuda a entender esse processo. “Durante a excitação e o orgasmo, o cérebro ativa circuitos ligados ao prazer, ao vínculo afetivo e à sensação de recompensa. Mas, para que isso aconteça, o ambiente precisa ser percebido como seguro. Por isso, costumo dizer que o cérebro é o nosso maior órgão sexual. O corpo não responde sozinho.”

    Conhecer o próprio corpo também é saúde sexual

    Quando começou a produzir conteúdo adulto, Yasmin ainda estava no antigo relacionamento. A renda gerada pelo trabalho ajudou a construir sua independência financeira e permitiu que reorganizasse a própria vida. Ao mesmo tempo, o contato diário com o próprio corpo trouxe uma mudança que ela não esperava: a recuperação da autoestima.

    Essa reconexão é o que Fernanda chama de consciência corporal. Segundo ela, a masturbação é uma das ferramentas mais importantes nesse processo. “A prática permite que a pessoa descubra como o próprio corpo responde, quais estímulos funcionam, qual intensidade é melhor e como o prazer aparece. Não é treino para fazer bonito para o outro. É consciência de si mesma.”

    Histórias como a de Yasmin ajudam a ilustrar uma dimensão pouco discutida da saúde sexual: a capacidade de tomar decisões sobre o próprio corpo, reconhecer desejos e desenvolver autonomia.

    No Hotvips, relatos sobre aumento da autoestima, maior conhecimento corporal e independência financeira aparecem com frequência entre mulheres que transformaram a produção de conteúdo em fonte de renda.

    Intimidade se constrói antes do quarto

    Para quem está em um relacionamento, Fernanda faz um alerta: esperar que o desejo simplesmente apareça ao final de um dia cansativo costuma gerar frustração. “O adulto tem trabalho, boleto, preocupações e uma fila interminável de questões. É válido lembrar que o sexo começa numa conversa e é por isso que é importante cultivar intimidade antes de cobrar o sexo: uma conversa, um toque, um beijo, presença.”

    Ela também destaca que nem toda demonstração de carinho precisa terminar em sexo. “Se isso acontece, as pessoas começam a evitar até o abraço.”

    Para a especialista, falar sobre sexualidade fora do quarto é uma das recomendações mais frequentes que faz aos casais. “Perguntar o que está gostoso, o que mudou, o que desperta desejo. Às vezes o que falta na cama começa antes dela.”

    Nem toda queda de libido é um problema

    Fernanda explica que ter menos vontade de fazer sexo não significa necessariamente que existe um problema. A libido varia naturalmente ao longo da vida e sofre influência de fatores como maternidade, luto, alterações hormonais, uso de medicamentos, estresse e privação de sono.

    Segundo ela, o sinal de atenção aparece quando a mudança é persistente e provoca sofrimento. Nesses casos, a especialista sugere mudar o foco da pergunta. “Em vez de questionar por que você não quer sexo, a pergunta mais útil é o que está acontecendo com o seu corpo, a sua cabeça, suas relações e sua vida nesse momento.”

    Segundo Fernanda, compreender esse contexto é o primeiro passo para entender o lugar que o desejo ocupa na vida de cada pessoa.

  • O roteiro definitivo: uma viagem, três lados do Panamá

    Os viajantes de hoje buscam cada vez mais destinos que ainda transmitam a sensação de serem pouco explorados, oferecendo experiências que combinam cultura, gastronomia e natureza, sem a complexidade de uma viagem de longa distância. O Panamá atende a essa demanda ao proporcionar um destino onde é possível vivenciar três mundos distintos em uma única viagem.

    De arranha-céus cosmopolitas a ilhas caribenhas e terras altas cobertas pela neblina, o país oferece uma rara diversidade geográfica e cultural, perfeita para um roteiro multifacetado que proporciona a sensação de viver três viagens em uma só.

    Em um momento em que os viajantes priorizam tanto a gastronomia quanto experiências imersivas na natureza como principais motivações para viajar, o Panamá reúne o melhor dos dois mundos – tudo isso em um destino compacto, bem conectado e fácil de explorar. É assim que ganha vida o roteiro da “trifeta definitiva”: três experiências distintas em uma única viagem.

    Parada 1: Cidade do Panamá – Arranha-céus e uma capital gastronômica da UNESCO

    Reconhecida pela UNESCO como Cidade Criativa da Gastronomia, a Cidade do Panamá combina história, inovação e sabor. Os turistas podem explorar o charme colonial do Casco Antiguo, desfrutar da gastronomia e dos restaurantes em rooftops do bairro, conhecer a importância arqueológica do Panamá Viejo e admirar o moderno skyline da cidade, tudo isso em poucas horas. De forma única, também é uma das épocas capitais do mundo que tem uma selva tropical nos limites da cidade, incluindo o Parque Natural Metropolitano, lar de mais de 1.000 espécies de plantas e animais.

     

    Parada 2: Bocas del Toro – Paraíso caribenho e cultura afro-caribenha

    Na costa caribenha do Panamá, Bocas del Toro fica a um curto voo da Cidade do Panamá e oferece um refúgio descontraído e repleto de cores, marcado por sua rica biodiversidade e cultura local. Reconhecido como um “Hope Spot” pela Mission Blue, o arquipélago é o destino ideal para explorar diferentes ilhas de barco, com avistamentos frequentes de golfinhos entre as ilhas e águas bioluminescentes que iluminam o mar ao entardecer. Além das paisagens naturais, a herança afro-caribenha está presente em toda a região, influenciando a música, a gastronomia e o estilo de vida local, criando uma atmosfera vibrante e profundamente conectada às suas raízes culturais.
     


    Parada 3: Boquete – Refúgio nas montanhas e destino para aventura

    Por fim, escondida nas montanhas do oeste do Panamá, Boquete oferece um clima mais ameno e é a porta de entrada para experiências de aventura e contato com a natureza. Conhecida como o coração da região cafeeira do país, a cidade é o berço do mundialmente famoso café Geisha, com visitas imersivas a fazendas que revelam seu terroir e todo o processo de produção. A região também é ideal para trilhas, rafting em corredeiras e a subida ao Volcán Barú, além de estar próxima ao Parque Internacional La Amistad, Patrimônio Mundial da UNESCO conhecido por sua rica biodiversidade e florestas nubladas.
     


    Juntos, esses três destinos formam um roteiro integrado que transita naturalmente entre a sofisticação urbana, a tranquilidade do Caribe e a aventura nas montanhas, oferecendo o contraste e a diversidade que tornam uma viagem verdadeiramente inesquecível.

  • GWM inaugura hub de recarga ultrarrápida em Porto Belo (SC)

    Novo espaço no Vivapark Porto Belo, desenvolvido em parceria com a Dimas e a WeCharge, amplia a infraestrutura de recarga para veículos eletrificados em uma das principais rotas turísticas de Santa Catarina

    Hub reúne quatro pontos de recarga, incluindo carregador ultrarrápido de 120 kW, e reforça a expansão da rede de eletropostos da GWM no Sul do país

    A GWM Brasil acaba de inaugurar um novo hub de recarga para veículos eletrificados em Porto Belo (SC), resultado da parceria com a concessionária Dimas e a WeCharge, empresa responsável pela operação e gestão dos carregadores. Instalado no Vivapark Porto Belo, empreendimento às margens da BR-101, o novo espaço reforça o compromisso da marca com a expansão da infraestrutura de recarga no país e oferece mais praticidade aos clientes que circulam por uma das principais rotas turísticas de Santa Catarina.

    O hub conta com quatro pontos de recarga: um carregador ultrarrápido de corrente contínua (DC) de 120 kW, equipado com dois conectores, e dois carregadores de corrente alternada (AC) de 22 kW, permitindo o atendimento simultâneo de veículos híbridos plug-in e elétricos. No caso do novo GWM ORA 5, por exemplo, a recarga em carregadores rápidos DC pode elevar o nível da bateria de 30% para 80% em apenas 20 minutos, oferecendo mais conveniência para viagens e deslocamentos na região.

    “O investimento em infraestrutura de recarga é um dos pilares para acelerar a eletrificação da mobilidade no Brasil. Com este novo hub, ampliamos nossa presença em uma região estratégica do país e oferecemos ainda mais conveniência aos clientes da GWM e aos proprietários de veículos eletrificados”, afirma Marcelo Palla, Head de Novos Negócios da GWM Brasil.

    O hub de carregadores já está integrado ao mapa de eletropostos disponível no aplicativo My GWM.Com o aplicativo de recarga é possível saber o status em tempo real, realizar a liberação do carregador e realizar o pagamento da recarga, no qual já reúne mais de 2.900 pontos em todo o Brasil. Enquanto o veículo é recarregado, os usuários podem aproveitar a infraestrutura do empreendimento, que oferece cerca de oito opções de restaurantes e uma cafeteria.

    A parceria entre GWM e WeCharge já soma mais de quinze pontos de recarga em Santa Catarina, entre carregadores AC e DC, todos com benefícios exclusivos de 10% até 50% de desconto para clientes GWM disponíveis diretamente no aplicativo e continuará sendo ampliada como parte da estratégia da marca para expandir a infraestrutura de eletrificação no estado.

  • Serra Gaúcha é opção de destino com diversão para o próximo feriado prolongado

    Para quem ainda não decidiu o que fazer no dia 7 de setembro, a dica são os parques de Canela e Gramado, uma das cidades turísticas mais famosas do Brasil

    Os brasileiros finalmente terão um feriado prolongado, devido ao Dia da Independência, 7 de setembro, que este ano “cairá” em uma segunda-feira no calendário. Em família ou com amigos, Canela e Gramado, na Serra Gaúcha, é sempre uma opção para quem deseja passeios e entretenimento. O destino agrada o público de todas as idades, com dezenas de parques temáticos e complexos de lazer. Confira alguns deles:

    Parque Terra Mágica Florybal

    Um atrativo fantástico em Canela, principalmente para famílias. São mais de 40 opções, entre cenários, personagens e brinquedos. “A Lenda da Rainha da Neve”, é a nova produção desta temporada de inverno apresentada no Teatro de Sonhos, que combina aventura e emoção para contar a história de Nébulo, um personagem de coração gelado que tenta destruir a amizade entre Caio e Valdirzinho. A trama ganha novos contornos justamente com a chegada da Rainha da Neve cercada por flocos dançantes e elementos inspirados no universo congelante da estação.

    E, se “bater” aquela fome, tem o restaurante do castelo, dinolanches, praça da alimentação, mini fábrica de chocolates e outros.

    Ingressos disponíveis no www.parqueflorybal.com.br. Crianças de 0 a 3 anos são isentas mediante apresentação de RG ou certidão de nascimento.

    – Endereço: RS-466, nº 1630, em Canela (RS).

    Parque Vila da Mônica Gramado

    Se você é brasileiro e adulto, com certeza já leu muitas histórias em quadrinhos com os personagens criados pelo cartunista Mauricio de Sousa. Icônicos, representam a inocência da infância. O Parque Vila da Mônica Gramado, reúne mais de 20 atrações indoor para todas as gerações, entre elas o Carrossel do Chico Bento, a Casa da Mônica, a Casa do Cascão e tantas outras. 

    Bilheteria on-line, com passaportes e informações no site www.viladamonicagramado.com.br

    – Endereço: Rua Germano Boff, 611, Carazal, Gramado (RS)

    Parque Mundo a Vapor

    Entrar no Parque Mundo a Vapor, em Canela, é encantar-se a partir de uma visita guiada. Como, por exemplo, observar a menor fábrica de papel do mundo, produzindo ao vivo. O processo dessa impressão faz parte de uma das 10 salas temáticas, imersivas, inauguradas em abril deste ano no atrativo, que formam um roteiro multissensorial conduzido pelos guias “viajantes do tempo”. A Roda-Gigante de 52 metros de altura, com cabines fechadas, e uma vista em 360º, passeio de trem clássico, loja personalizada e espaço gourmet complementam a experiência. A fachada icônica do Parque Mundo a Vapor também tem explicação: o trem caído é inspirado em um acidente histórico que aconteceu em Paris (FR), em 1895, na estação Gare Montparnasse.

    Até 30 de setembro, em virtude do Mês dos Gaúchos, o atrativo oferece 20% de desconto no passaporte para nascidos e residentes no Estado. Para ter acesso ao benefício, é necessário apresentar RG ou comprovante de residência. A iniciativa não é cumulativa com outras promoções nem com o desconto destinado a moradores de cidades da região.

    A aquisição antecipada de ingressos pode ser efetuada por meio do site www.mundoavapor.com.br.

    – Endereço: Av. Don Luiz Guanella, 1247, Bairro São José, Canela (RS).

  • Câncer pode atingir 50% dos cães após os 10 anos

    Aproximadamente um em cada dois cães com 10 anos ou mais pode desenvolver câncer, segundo a Veterinary Cancer Society. Entre os gatos, a doença renal crônica pode atingir até 40% dos animais acima dos 10 anos, de acordo com a Universidade Cornell. Os números reforçam a necessidade de acompanhamento veterinário regular para identificar alterações antes que elas comprometam a saúde e a qualidade de vida dos pets.
     

    A partir dos 8 anos, muitos cães já apresentam mudanças associadas ao envelhecimento, embora esse processo varie conforme porte, raça, histórico clínico e condições de saúde. Entre os gatos, a fase sênior costuma ser considerada a partir dos 10 anos, mas o monitoramento pode começar antes, principalmente quando existem fatores de risco ou alterações no comportamento.
     

    A American Animal Hospital Association recomenda consultas semestrais para cães idosos e gatos acima dos 10 anos, mesmo quando aparentemente saudáveis. A avaliação permite acompanhar mudanças discretas que nem sempre são percebidas pelos tutores.
     

    “É comum ouvir que o animal está mais quieto, dorme mais, perdeu peso ou deixou de brincar porque ficou velho. Só que essas mudanças também podem indicar dor, problemas renais, alterações cardíacas ou doenças hormonais. O envelhecimento exige acompanhamento, não resignação”, explica o médico veterinário Gustavo Jorge Gonçalves, da WeVets, maior grupo de saúde veterinária do Brasil.
     

    Segundo o especialista da WeVets, seis grupos de doenças merecem atenção especial durante o acompanhamento de cães e gatos mais velhos.
     

    1. Doença renal crônica

    Os rins podem perder a capacidade de funcionar adequadamente de maneira gradual, sem sinais evidentes nas fases iniciais. O problema é especialmente frequente em gatos idosos e pode provocar aumento da sede, maior volume de urina, emagrecimento, redução do apetite e apatia.
     

    2. Câncer e outros tumores

    O risco de desenvolver câncer aumenta com a idade, sobretudo entre os cães. Caroços na pele, feridas que não cicatrizam, emagrecimento sem explicação, sangramentos e mudanças persistentes no apetite precisam ser avaliados.
     

    3. Doenças cardíacas

    Problemas cardíacos podem surgir de maneira progressiva e, inicialmente, apresentar sinais discretos. Cansaço durante passeios, respiração acelerada, desmaios e redução da disposição merecem atenção. Nos cães, a tosse também pode estar associada a alterações cardíacas; nos gatos, esse sintoma é menos característico.
     

    4. Diabetes e alterações hormonais

    O envelhecimento também pode favorecer doenças metabólicas e hormonais, como diabetes, hipotireoidismo em cães e hipertireoidismo em gatos.
     

    5. Artrose e outras doenças articulares

    Dificuldade para se levantar, resistência a subir escadas, redução dos passeios e receio de pular no sofá podem indicar dor articular. Nos gatos, os sinais costumam ser mais discretos e incluem menor interesse em acessar lugares altos, alterações na higiene e dificuldade para entrar na caixa de areia.
     

    6. Doença periodontal

    Mau hálito persistente, acúmulo de tártaro, gengivas inflamadas, sangramento e dificuldade para mastigar podem indicar doença periodontal. Segundo a Associação Americana de Medicina Veterinária, o problema afeta cerca de 80% dos cães e 70% dos gatos já por volta dos 3 anos de idade, o que torna o acompanhamento ainda mais relevante durante o envelhecimento.
     

    O que deve entrar no checklist semestral
     

    O acompanhamento precisa ser definido de acordo com a espécie, a idade, o porte e o histórico clínico. De forma geral, a consulta de um pet idoso pode incluir:

    • Avaliação clínica completa, com análise do peso, da condição corporal e da massa muscular.
    • Observação da mobilidade, da postura e de possíveis sinais de dor.
    • Exame da pele e palpação de nódulos, mamas e linfonodos.
    • Avaliação dos dentes e das gengivas.
    • Ausculta cardíaca e respiratória.
    • Aferição da pressão arterial, principalmente em gatos idosos ou animais com suspeita de alterações renais.
    • Hemograma e exames de sangue para avaliar glicose, função renal e outros indicadores metabólicos.
    • Exame de urina, com avaliação complementar quando houver suspeita de doença renal ou diabetes.
    • Investigação hormonal, conforme a espécie e os sinais apresentados.
    • Exames de imagem, eletrocardiograma ou ecocardiograma quando houver indicação clínica.
    • Revisão da alimentação, do calendário vacinal, da prevenção de parasitas e dos medicamentos utilizados.

    Entre uma consulta e outra, o tutor deve observar mudanças no apetite, na ingestão de água, na urina, no sono, na interação com a família e na disposição para caminhar ou brincar. Fotos de nódulos e vídeos mostrando a forma como o animal anda ou se levanta também podem ajudar o veterinário a acompanhar a evolução de possíveis alterações.
     

    “Envelhecer não significa conviver com dor, perder autonomia ou aceitar mudanças importantes como inevitáveis. Quando o acompanhamento começa cedo, temos mais condições de identificar problemas, controlar sintomas e preservar a qualidade de vida do animal”, conclui o especialista da WeVets.

  • JETOUR alcança 5 mil veículos vendidos no Brasil e acelera expansão no mercado nacional

    Marca celebra o resultado em seis meses após o início das vendas no País. Protagonista do portfólio, T2 vendeu sozinho mais de 1.000 unidades somente em agosto

    A JETOUR acaba de alcançar a marca de 5 mil veículos vendidos no Brasil, consolidando mais uma importante etapa de sua trajetória no mercado nacional. O resultado, conquistado em seis meses após o início das vendas no País, reforça a rápida evolução da operação brasileira e a receptividade dos consumidores ao portfólio de SUVs eletrificados da marca.

    Um dos principais exemplos da rápida aceitação da JETOUR no mercado brasileiro é o desempenho do T2, especialmente do modelo XWD 4×4. Lançado em julho, o modelo teve seu lote inicial de 700 unidades esgotado em apenas 15 dias. Protagonista do portfólio composto 100% de SUVs PHEV, o T2 vendeu sozinho mais de 1.000 unidades somente em agosto.

    Desde sua chegada, a JETOUR vem construindo sua presença no Brasil a partir de uma estratégia que combina produtos, tecnologia, expansão da rede de concessionárias e aproximação com o consumidor. Atualmente, a gama comercializada no mercado brasileiro é formada pelos SUVs S06, T1, T2 4×2 e T2 XWD 4×4, atendendo diferentes perfis de clientes dentro de uma proposta que reúne eletrificação, tecnologia, conforto e versatilidade.

    “Chegar a 5 mil veículos vendidos em tão pouco tempo é uma conquista muito importante para a JETOUR no Brasil. Quando vemos um produto como o T2 4×4 esgotar um lote de 700 unidades em apenas 15 dias, percebemos que estamos conseguindo criar uma conexão muito forte com o consumidor brasileiro. Mas isso é só o começo. Estamos construindo uma operação de longo prazo no País e ainda temos dois importantes lançamentos previstos para este ano, que vão ampliar nossa presença e mostrar ainda mais a força da JETOUR”, afirma Luiz Gonzaga, diretor de Vendas da JETOUR Brasil.


    Estreia no Festival Interlagos

    O marco de 5 mil veículos acontece em um momento de crescente exposição da JETOUR no País. Entre os dias 27 e 30 de agosto, a marca participou pela primeira vez do Festival Interlagos, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, um dos principais eventos do setor automotivo brasileiro.

    O Festival Interlagos foi palco da primeira aparição do G700 no Brasil. O SUV híbrido plug-in de grande porte antecipa um novo capítulo da JETOUR no mercado nacional e teve sua chegada confirmada ainda para 2026.

    Com 5,20 metros de comprimento, o G700 combina uma proposta de alto desempenho, tecnologia, capacidade off-road e luxo. O modelo será o primeiro integrante da Série G comercializado pela JETOUR no Brasil. O G700 é o quinto de um total de seis lançamentos da JETOUR no mercado nacional em 2026. A próxima novidade da marca será revelada em breve.

  • Nissan Kait chega à linha 2027 ainda mais competitivo

    SUV fabricado no Complexo Industrial da Nissan em Resende tem preços de tabela reduzidos em até R$ 10 mil

    O Nissan Kait, SUV que chama a atenção pelo design expressivo e amplo espaço interno, chega às lojas de todo o Brasil com uma oferta ainda mais competitiva. A linha do Kait 2027 teve redução dos preços na maioria de suas versões. A Advance, por exemplo, agora custa R$ 136.990, enquanto a topo de linha Exclusive, sai por R$ 149.990. A Sense custará R$ 129.990.

    Esse reposicionamento – não é desconto – deixa ainda mais atraente a linha de SUVs produzida no Complexo Industrial da Nissan em Resende, no estado do Rio. Para isso, também são destaques os diferentes níveis de tecnologia, conectividade, conforto e assistência à condução, que permitem aos consumidores escolherem a configuração mais adequada ao seu perfil de uso.

    Características que estão presentes desde a versão de entrada Active, que custa R$ 117.990 e mantém sua reconhecida relação custo-benefício aliada ao visual moderno e diferenciado.

    “O Nissan Kait foi desenvolvido para atender às necessidades dos consumidores brasileiros que buscam um SUV moderno, tecnológico e com excelente proposta de valor. Com a linha 2027, tornamos o modelo ainda mais competitivo e reforçamos nosso compromisso de oferecer produtos alinhados às expectativas dos nossos clientes”, afirma Ricardo Bianchi, diretor de Vendas da Nissan.

    Para atender à demanda dos clientes, a linha 2027 do Nissan Kait é composta pelas versões Active, Sense, Advance e Exclusive, todas disponíveis na rede de concessionárias Nissan em todo o Brasil a partir dos próximos dias.

    Nissan Kait posicionado de traseira em frente a um casa, parado na garagem

    O novo Nissan Kait

    Com 4,30 m de comprimento, 2,62 m de entre eixos e porta-malas de 432 litros, o novo Nissan Kait é espaçoso e confortável. O interior amplo é emoldurado por um design expressivo e que chama a atenção. O SUV brasileiro tem linhas arrojadas que transmitem dinamismo e uma estética que une funcionalidade e emoção. A frente do modelo é elegante, com um conjunto ótico separado e faróis full led de longo alcance. Enquanto a traseira traz o nome do modelo no centro do porta-malas.

    Sob o capô, o novo Nissan Kait é equipado com um powertrain confiável e desempenho comprovado pelos clientes da marca japonesa, o eficiente conjunto formado pelo motor 1.6 16V com a caixa de transmissão XTRONIC CVT. Essa dupla consagrada da Nissan é reconhecida pelos consumidores brasileiros por sua durabilidade, equilíbrio e baixo custo de manutenção.