Autor: agitosp

  • De sapo à onça-pintada, conheça a rotina de cuidados no maior zoológico da América Latina

    Dia do Veterinário – De sapo à onça-pintada, conheça a rotina de cuidados no maior zoológico da América Latina

    Hospital do Zoológico de São Paulo atende cerca de 2.500 animais de quase 300 espécies e realiza aproximadamente 5.300 procedimentos por ano

    De uma mamadeira para um filhote recém-nascido a um procedimento odontológico em uma alpaca. No Zoo São Paulo, o trabalho das médicas-veterinárias é tão diverso quanto os cerca de 2.500 animais que vivem no local. No Dia do Médico-Veterinário, celebrado em 9 de setembro, o Zoo mostra como funciona uma área que reúne prevenção, exames, cirurgias e tratamentos voltados à saúde e ao bem-estar de cada espécime.

    São aproximadamente 5.300 atendimentos e procedimentos por ano, entre análises laboratoriais, exames de imagem, intervenções cirúrgicas, ortopédicas e odontológicas e terapias integrativas, como fisioterapia e acupuntura. A atuação inclui ainda acompanhamento de partos e atenção a filhotes.

    O hospital veterinário passou recentemente por uma modernização, com R$ 2 milhões investidos na reforma, na expansão da estrutura e na aquisição de novos equipamentos. O espaço conta com centro cirúrgico completo, sala de preparação, radiologia, farmácia e alas de internação, reabilitação e quarentena.

    Em um zoológico, a atenção à saúde começa muito antes dos primeiros sinais de doença. Um programa contínuo de medicina preventiva prevê avaliações periódicas que permitem identificar e tratar precocemente possíveis alterações.

    A variedade de espécies exige abordagens distintas. Em um mesmo plantão, os profissionais podem atender pequenos répteis e aves e, em seguida, grandes mamíferos, como rinocerontes, hipopótamos e onças. Cada caso requer conhecimento das características anatômicas, fisiológicas e comportamentais, além de técnicas específicas de contenção e manejo.

    “A preparação para lidar com uma rotina tão diversa exige estudo contínuo, planejamento e muito trabalho em equipe. Nenhum atendimento é igual a outro. Preparar-se para atender desde um filhote de ave a uma girafa significa dominar anatomia, fisiologia e comportamento de centenas de espécies diferentes. O segredo está em antecipar os cenários, discutir casos em equipe e dominar as particularidades de cada espécie, para ter a segurança para agir nas mais diversas situações”, explica Maria Fernanda Gondim, médica-veterinária-chefe do Zoo São Paulo.

    Nos casos de resgate de animais ainda muito jovens ou de rejeição parental, os profissionais assumem os cuidados necessários nos primeiros meses de vida. Mamadeiras formuladas especificamente, oferecidas em horários determinados, controle diário do ganho de peso, avaliação do desenvolvimento e ambiente adequado fazem parte desse processo até que o filhote alcance independência.

    Da recuperação à conservação

    A medicina veterinária também integra as ações de conservação da fauna. Animais resgatados do tráfico, de situações de maus-tratos ou de outros contextos de risco passam por um rigoroso período de quarentena. Nessa etapa, são submetidos a avaliação clínica, testes laboratoriais e, quando necessário, tratamento antes da integração ao plantel.

    Em 2026, nove papagaios vítimas de uma tentativa de tráfico internacional de fauna silvestre foram destinados pelo Ibama ao Zoo São Paulo. Após a quarentena e a avaliação das condições de saúde, as aves passaram a integrar o “Bosque da Conservação”, espaço dedicado a espécies sob ameaça de extinção.

    Em março do mesmo ano, profissionais do Zoo participaram da primeira transfusão de sangue entre onças-pintadas registrada no Brasil. Realizado com sucesso, o procedimento representa um avanço para a medicina veterinária e o manejo clínico da espécie, símbolo da biodiversidade brasileira e classificada como Vulnerável à extinção pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

    A assistência se estende por toda a vida. Além do controle da saúde de cada indivíduo, os médicos-veterinários participam de programas reprodutivos e de conservação, com atuação na manutenção de populações de segurança de espécies ameaçadas.

    Entre os procedimentos realizados estão exames laboratoriais e de imagem em chimpanzés e outros primatas, avaliação por imagem em onças-pintadas, tratamentos odontológicos em alpacas, casqueamento preventivo em javalis-africanos e carneiros-da-barbária, cuidados oftalmológicos em anfíbios e laserterapia em tigres-d’água.

  • Guia para saber se ela chegou Lá

    Missão Cumprida ou Teatro? O Guia para saber se ela chegou Lá

    missao-cumprida-ou-teatro-o-guia-para-saber-se-ela-chegou-la

    E aí, parceiro? Vamos direto ao ponto, como todo Homem Raiz que se preze. Você prepara o terreno, investe seu tempo, sua melhor energia e, no final, fica aquela dúvida no ar, mais densa que neblina em serra: ela gozou de verdade ou foi só uma performance digna de Oscar?

    Esqueça a insegurança. Um Homem Raiz não se abala, ele busca a verdade. Não estamos falando de ego, mas de conexão. De honrar o momento e garantir que a experiência seja lendária para os dois. Afinal, construir um legado também é sobre criar memórias inesquecíveis, e isso, meu amigo, inclui o que acontece entre quatro paredes.

    Muitos caras se contentam com a trilha sonora. Aumentou o volume dos gemidos? Ela arranhou suas costas? Beleza, missão cumprida. Mas calma lá. Um Homem Raiz sabe que nem todo show de rock que parece épico tem um público genuinamente satisfeito. Às vezes, o aplauso é só por educação.

    O fingimento existe, mas o corpo não mente. E é aí que o homem que constrói o próprio caminho se diferencia. Ele não se guia pelo roteiro, ele lê os sinais verdadeiros.

    Os sinais inconfundíveis que o corpo dela envia

    Deixe o barulho de lado por um instante e foque no que é real, no que ela não consegue controlar. O verdadeiro espetáculo é silencioso e físico.

    O aperto secreto (as contrações): Este é o aperto de mão que sela o negócio. No auge do prazer, os músculos do assoalho pélvico dela se contraem de forma rítmica e involuntária. É uma pulsação interna, forte e inconfundível. Se você estiver atento, vai sentir. É o sinal mais honesto que o corpo dela pode te dar. Não tem como fingir isso.

    O ritmo da respiração: Preste atenção em como ela respira. O ritmo vai ficar ofegante, rápido, quase caótico. E então, no exato momento do clímax, é comum que ela prenda a respiração por um segundo, seguido por um suspiro profundo e libertador. É a calmaria depois da tempestade perfeita.

    O “flush” da conquista: Já notou um rubor, uma vermelhidão que sobe pelo peito, pescoço e rosto dela? Isso é o chamado “flush sexual”. É uma reação fisiológica, o corpo dela gritando “é de verdade!” sem emitir um único som.

    O corpo fala (e se estica): Músculos que se enrijecem. As mãos que agarram os lençois com força, as pernas que se esticam, as costas que se arqueiam. O corpo dela não está relaxado, está tenso, concentrado na explosão que está por vir.

    A sensibilidade pós-jogo: Depois que a poeira baixa, a sensibilidade muda. O clitóris, que antes pedia por mais estímulo, pode ficar sensível demais ao toque. Se a reação dela passar de um “continua” para um “epa, com calma aí”, pode apostar que ela visitou as estrelas e acabou de voltar.

    A estratégia definitiva: Confiança e Comunicação

    Mas quer saber o segredo que coloca você em outro patamar? É a sua atitude. Um Homem Raiz tem caráter, e sua palavra vale mais que um contrato. O mesmo vale para a intimidade.

    Crie um ambiente onde a honestidade seja a única opção. Isso não se faz com um interrogatório de “e aí, foi bom pra você?”. Isso se constrói com atenção, com a vontade genuína de descobrir o que ela gosta, com a conversa fora do quarto.

    Quando ela confia em você, quando ela sabe que seu objetivo é o prazer dela tanto quanto o seu, o fingimento perde o sentido. A entrega se torna total e a dúvida desaparece.

    No final das contas, saber se ela chegou lá é menos sobre decifrar códigos e mais sobre ser o tipo de homem com quem ela não precisa fingir. Um homem íntegro, que encontra soluções e constrói conexões verdadeiras.

    Agora você tem o mapa. A jornada é sua. Mãos à obra

    Fonte: Bella da Semana

  • Vai guardar os cobertores? Veja como conservar as peças até o próximo inverno

    Guia prático mostra como manter as peças limpas, macias e protegidas da umidade

    (Imagem: Camesa)

    Com a chegada do fim do inverno, é hora de renovar a roupa de cama e pensar no armazenamento de cobertores, mantas e edredons que acompanharam os dias mais frios. O armazenamento inadequado dessas peças, no entanto, pode comprometer sua qualidade e conservação. A umidade retida nos tecidos, o contato com a poeira e a falta de ventilação são fatores que favorecem o surgimento de mofo, ácaros e odores, prejudicando a durabilidade dos itens e a saúde de quem convive com eles.

    Para fazer a transição entre as estações sem comprometer a conservação das peças, Camila Shammah, gerente de produtos da Camesa, marca especializada em artigos de cama, mesa e banho, reforça que os cuidados devem começar antes mesmo do armazenamento. “O primeiro passo é sempre lavar bem cada peça, seguindo as instruções da etiqueta. Guardar cobertores e edredons sujos ou com resíduos de suor e poeira é um dos principais erros, pois cria um ambiente favorável à proliferação de ácaros e ao surgimento de mau cheiro ao longo do tempo”, explica.

    Depois da lavagem, garantir a secagem completa é outro cuidado essencial. Qualquer resquício de umidade no tecido pode favorecer o surgimento de mofo durante o período em que as peças permanecem guardadas. Por isso, o ideal é secá-las completamente ao sol ou em um local bem ventilado antes de dobrá-las, certificando-se de que não reste nenhuma área úmida, especialmente em peças com enchimentos mais grossos.

    Na hora de escolher onde armazenar as peças, a especialista recomenda atenção ao tipo de embalagem utilizada. “Sacos plásticos totalmente vedados podem parecer uma solução prática, mas acabam abafando o tecido e impedindo a circulação de ar, o que favorece o surgimento de mofo. O mais indicado é optar por sacos ou organizadores de tecido respirável, que protegem as peças contra a poeira sem comprometer a ventilação”, afirma Camila.

    A escolha do local de armazenamento também é importante para preservar as peças durante o período em que ficam guardadas. Ambientes secos, arejados e protegidos da incidência direta de luz solar ajudam a manter a cor e a maciez dos tecidos. “Evitar áreas úmidas, como locais próximos a paredes externas, janelas ou embaixo de pias, faz toda a diferença. O ideal é optar por prateleiras mais altas ou armários bem ventilados”, indica.

    Pequenos aliados também podem ajudar a manter as peças protegidas contra odores e ácaros. Sachês de lavanda, bicarbonato de sódio e bolinhas de cedro são alternativas que ajudam a conservar uma sensação de frescor e ainda podem afastar alguns tipos de insetos, sem a necessidade de recorrer a produtos de fragrância muito intensa, que podem impregnar os tecidos.

    Por fim, a forma como as peças são dobradas ou enroladas também influencia na conservação da maciez e do volume ao longo do tempo. “O ideal é dobrar sem apertar demais e evitar colocar excesso de peso sobre cobertores e edredons, pois isso ajuda a preservar o volume e evita que as fibras fiquem achatadas ou marcadas. Assim, quando o frio voltar, as peças estarão prontas para o uso, macias e bem conservadas”, conclui a especialista da Camesa.

  • O confuso mundo dos açúcares

    Açúcar mascavo é melhor que o refinado? Demerara é mais saudável? Açúcar de coco realmente tem baixo índice glicêmico? E o orgânico faz alguma diferença? 

    Para responder a essas perguntas, primeiro precisamos entender o que são os açúcares, como são produzidos e quais são as principais diferenças entre eles.

    Quando pensamos em açúcar de mesa, o tradicional açúcar branco, estamos falando principalmente de sacarose. A sacarose é um dissacarídeo formado por uma molécula de glicose e uma de frutose, unidas por uma ligação glicosídica.

    No intestino delgado, a enzima sacarase quebra essa ligação, liberando glicose e frutose, que então podem ser absorvidas.

    Isso vale para o açúcar refinado, cristal, demerara e mascavo. Todos são constituídos predominantemente por sacarose e seguem essencialmente o mesmo processo de digestão e absorção. 

    O que muda entre eles são principalmente as etapas e o grau de processamento, o teor de sacarose e de outros componentes derivados da cana, além da cor, umidade, tamanho dos cristais e sabor.

    Para entender por que esses açúcares apresentam características diferentes e se essas diferenças realmente têm relevância nutricional, precisamos conhecer um pouco melhor como cada um deles é produzido.

    Com exceção do açúcar de coco, os açúcares que vamos comparar são, no Brasil, produzidos predominantemente a partir da cana-de-açúcar. Em outros países, o açúcar também pode ser obtido de outras fontes, especialmente da beterraba-açucareira.

    A cana é moída para a extração do caldo. Esse caldo passa por etapas de filtração e clarificação para a retirada de impurezas e, posteriormente, é concentrado por meio do aquecimento e da evaporação de grande parte da água.

    Com a concentração, obtém-se um xarope rico em sacarose que, ao atingir condições adequadas de supersaturação, permite a formação dos cristais de açúcar. A partir disso, processos como centrifugação, secagem, peneiramento e, em alguns casos, refino vão dar origem aos diferentes tipos de açúcar.

    Vamos começar pelo açúcar cristal. Depois da cristalização, os cristais ficam envolvidos por um líquido espesso, chamado licor-mãe, que contém açúcares e outros componentes provenientes da cana. A centrifugação separa grande parte desse líquido dos cristais. Depois, o açúcar é seco e peneirado.

    O açúcar cristal apresenta grãos maiores e uma concentração muito alta de sacarose, restando apenas pequenas quantidades de outros componentes originalmente presentes na cana.

    O açúcar refinado, geralmente, parte desse açúcar cristal. Ele é dissolvido novamente e passa por etapas de purificação e filtração, que removem pigmentos e outros componentes provenientes da cana. É justamente essa remoção que explica sua aparência branca. A granulação mais fina também facilita sua dissolução. 

    Do ponto de vista nutricional, o açúcar refinado é composto quase exclusivamente por sacarose.

    E o demerara? Ele passa por etapas de clarificação, concentração, cristalização e centrifugação, mas mantém uma pequena quantidade de melaço residual associada aos cristais. É essa característica que contribui para a coloração dourada e para o sabor característico.

    O demerara também pode conter minerais, como cálcio, potássio e magnésio, em quantidades maiores do que o açúcar refinado. Essa é uma das características que fazem com que muitas pessoas o considerem uma opção mais saudável. No entanto, nas porções habitualmente consumidas, essa diferença tem pouca relevância nutricional.

    E aqui está um ponto importante: não faz sentido escolher o açúcar demerara com o objetivo de obter minerais. Para obter uma quantidade nutricionalmente relevante desses nutrientes, seria necessário consumir muito açúcar.

    Agora vamos ao mascavo. Este é um dos tipos de açúcar que mais costuma gerar dúvidas, principalmente por ser frequentemente percebido como uma opção mais saudável. Ele passa por menos etapas de purificação e preserva uma quantidade maior de componentes do melaço. Por isso, apresenta coloração mais escura, maior umidade e sabor mais intenso.

    Quando comparado ao açúcar refinado, o mascavo também pode apresentar quantidades maiores de alguns minerais e de outros compostos provenientes da cana.

    Mas, novamente: isso não transforma o açúcar mascavo em uma fonte nutricionalmente relevante de minerais.

    Agora vamos entender um pouco do famoso açúcar de coco. Durante muito tempo, ele ganhou fama como uma alternativa mais saudável ao açúcar convencional. Mas será que essa reputação se sustenta?

    O açúcar de coco é produzido a partir da seiva coletada da inflorescência do coqueiro (Cocos nucifera L.). Essa seiva é filtrada e aquecida para a evaporação da água, formando um produto concentrado que posteriormente pode ser seco e granulado. Dependendo da matéria-prima e das condições de processamento, sua coloração pode variar do marrom-claro ao marrom-escuro.

    Uma das características que ajudaram a popularizar o açúcar de coco foi a alegação de que ele teria baixo índice glicêmico.

    O que mostram as pesquisas? Os valores de índice glicêmico atribuídos ao açúcar de coco variam entre os estudos e produtos analisados, e a evidência disponível ainda é limitada. Por isso, não é adequado assumir que todo açúcar de coco tenha baixo índice glicêmico ou que produza uma resposta glicêmica substancialmente menor do que outros açúcares.

    Além disso, apesar de apresentar algumas diferenças de composição, seu principal açúcar é a sacarose. Portanto, essas características não são suficientes para transformá-lo em uma opção metabolicamente superior aos demais açúcares. 

    Na prática, quando utilizado para adoçar alimentos e preparações, ele continua contribuindo para a ingestão de açúcares adicionados.

    E o açúcar orgânico? Aqui a diferença existe, mas não porque ele contenha uma molécula diferente de açúcar. Ser orgânico não significa que ele possa ser consumido livremente, nem que tenha menos calorias ou menor índice glicêmico.

    O que diferencia um açúcar orgânico é o sistema de produção certificado, que deve seguir critérios específicos para manejo do solo, fertilização, controle de pragas, uso de insumos, processamento e rastreabilidade. O açúcar orgânico pode ser cristal, refinado, demerara ou mascavo. A denominação ‘orgânico’ diz respeito à forma como a matéria-prima é produzida e o produto é processado, e não a uma vantagem metabólica inerente ao açúcar.

    E agora vem a parte mais importante: o que realmente importa para a prevenção da obesidade e das doenças crônicas?

    Mais do que escolher entre refinado, mascavo, demerara, orgânico ou açúcar de coco, precisamos olhar para o consumo e para o contexto da alimentação como um todo. A resposta glicêmica e a saciedade são influenciadas pelo tipo e pela quantidade de carboidratos e pela composição das refeições, incluindo a presença de fibras, proteínas e gorduras. 

    Para a prevenção da obesidade e das doenças crônicas, é preciso considerar o padrão alimentar como um todo, a quantidade e a frequência do consumo de açúcares, além de outros fatores relacionados ao estilo de vida.

    Por isso, não escolha um tipo de açúcar esperando que pequenas diferenças nutricionais transformem um deles em uma opção metabolicamente superior.

    Refinado é açúcar.
    Cristal é açúcar.
    Demerara é açúcar.
    Mascavo é açúcar.
    Açúcar de coco é açúcar.
    E orgânico também é açúcar.

    Portanto, é melhor pensar que a função do açúcar é proporcionar sabor e prazer e, dependendo da preparação, contribuir para a estrutura e a textura do alimento e não utilizá-lo como uma estratégia para aumentar a ingestão de micronutrientes.

  • Parque Mundo a Vapor lança projeto pedagógico voltado a escolas

    Parque Mundo a Vapor lança projeto pedagógico voltado a escolas

    Nova estrutura, reaberta em abril, amplia possibilidades de aprendizagem escolar alinhada à BNCC com conteúdo para diferentes faixas etárias

    Quando uma máquina começa a funcionar, a teoria ganha movimento. Essa é a lógica por trás do projeto pedagógico do Parque Mundo a Vapor, em Canela. Alinhada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a proposta utiliza as atrações do parque para que estudantes observem e aprendam, se divertindo, conteúdos de Ciências, História e Geografia, entre outros.

    Cada ambiente, composto por dez salas temáticas, apresenta elementos que podem ser relacionados a diferentes áreas do conhecimento, a partir de réplicas funcionais, criando conexões entre tecnologia, processos industriais, evolução industrial, história e aspectos do cotidiano. Além disso, os alunos recebem um material didático desenvolvido pela curadoria do Parque Mundo a Vapor em parceria com professores da região da Serra Gaúcha, com atividades e vídeo aulas, que agregam informações extras às aulas após o passeio.

     

    Na Siderúrgica, por exemplo, o metal sendo derretido permite abordar os estados da matéria. Na Fábrica de Papel, os alunos acompanham o processo de produção do início ao fim. Na Olaria, conhecem a fabricação de tijolos e telhas inspirada em processos utilizados na Itália de 1900. Já a história da Revolução Industrial pode ser compreendida a partir das máquinas e das transformações provocadas pela industrialização.

     

    “O alinhamento à BNCC é importante porque dá ao professor a segurança de que a visita pode dialogar com o currículo. Mas nosso objetivo não é transformar o passeio em uma aula convencional. É justamente aproveitar o que o parque tem de diferente e inovador para complementar o que é ensinado dentro da escola”, destaca o curador do Parque Mundo a Vapor, Arthur Rossa”.

     

    O projeto pedagógico está disponível durante todo o ano. Para as escolas, a recomendação é priorizar os dias de semana, quando o movimento dos turistas costuma ser menor. O agendamento pode ser feito pelo telefone (54) 99270-9243, com até sete dias de antecedência. Grupos escolares têm valores especiais, com uma cortesia para os responsáveis a cada dez alunos pagantes.

     

    O projeto pedagógico do Parque Mundo a Vapor também considera as diferenças entre as etapas de ensino. Tanto o tour quanto o material didático são adaptados à idade dos estudantes e estão divididos em três versões. 

     

    Para alunos abaixo do 5º ano do Ensino Fundamental, o conteúdo tem uma abordagem mais visual, com desenhos para colorir. Para estudantes do 5º ao 9º ano, os textos acompanham o nível de leitura e as atividades incluem caça-palavras. Já para o Ensino Médio e alunos acima dessa etapa, o material apresenta textos mais elaborados e perguntas inspiradas em questões do Enem e vestibulares. 

     

    Serviço

    Projeto Pedagógico Mundo a Vapor

    -Quando: durante todo o ano, mediante agendamento;

    -Indicação: grupos escolares de até 40 alunos por tour, em média, da Educação Infantil ao Ensino Médio

    -Agendamento: (54) 99270-9243

    -Antecedência: até 7 dias antes da visita

    -Condições: valores especiais para grupos escolares e uma cortesia para responsável a cada 10 alunos pagantes

    -Material didático: entregue aos estudantes ao final da visita, com conteúdos complementares, perguntas, pesquisas e videoaulas

    -Site: www.mundoavapor.com.br

    Endereço: Av. Don Luiz Guanella, 1247 – Bairro São José(Canela/RS)

  • Bluey – Ao Vivo – Diversão em Família! retorna ao Teatro Claro Mais SP

    Show Oficial “Bluey – Ao Vivo – Diversão em Família!” retorna a São Paulo

    O espetáculo faz uma nova temporada de 12 de setembro a 01 de novembro, no Teatro Claro Mais SP

    O sucesso está de volta, o show oficial da premiada série Bluey retorna a São Paulo. O espetáculo ‘Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!’ terá uma terceira temporada no Teatro Claro Mais SP, com sessões exclusivas de 12 de setembro a 01 de novembro. Aclamada mundialmente, o desenho animado é produzido pela Ludo Studio, vencedor do Emmy®, e distribuído pela BBC Studios.

    Bluey é uma adorável e incansável cachorrinha da raça Blue Heeler, que vive com sua mãe, seu pai e sua irmãzinha, Bingo. Com energia de sobra, Bluey transforma qualquer brincadeira em jogos imprevisíveis e hilariantes, envolvendo toda a família e o bairro em seu universo cheio de imaginação e diversão.

    Agora, essa aventura chega aos palcos com uma adaptação teatral original desenvolvida especialmente para a América Latina. O espetáculo conta com um elenco de 14 atores e bailarinos, músicas da série e os dubladores oficiais brasileiros do desenho.

    “Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!” oferece uma experiência imersiva que transporta o público diretamente para o coração da família Heeler. Na história, Bluey e seus familiares transformam cada cômodo da casa em um palco de brincadeiras e descobertas. Em cada espaço, situações divertidas reforçam a importância da união. Ao longo do espetáculo, os fãs são convidados a refletir sobre os valores da convivência em família, do apoio mútuo e da alegria de brincar. O show oficial brasileiro é resultado de uma parceria BBC Studios, Lotus Global e Turbilhão de Ideias.

    Para Gustavo Nunes, diretor da Turbilhão de Ideias, “a realização de Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!, em uma parceria inédita com a Lotus Global, a BBC e a Ludo, representa um passo importante para o entretenimento familiar no teatro brasileiro. Essa união de marcas globais com a excelência da produção local traz a magia de uma das séries infantis mais queridas do mundo para os palcos do país. Mais do que diversão, o projeto valoriza a convivência em família. O carinho do público local com um espetáculo de magnitude global.”.

    Ficha Técnica

    Direção Artística e Texto Adaptado: Esteban Grossy. 

    Diretor de Coreografias: Cezar Rocafi. 

    Diretores de Produção: Gustavo Nunes e Célia Rafael. 

    Elenco: Milene Alveia, Gabriela Fenalti, André Habacuque, Daniela Elias, Vitor Moraes, Carina Coutinho, Luiza Almero, Renata Cristina, Helio Junior e Isabella Esaudito.

    Gestão de Projetos: Rose Dalney 

    Coordenador de Produção: Isadora Lourenço  

    Produtor Executivo: Jovi Silva 

    Coordenação de Marketing: Rodrigo Medeiros 

    Cenotécnica: Casa Malagueta. 

    Figurinos: Samantha Macedo. 

    Produtores de Objetos Cênicos: Clau Carmo

    SERVIÇO:

    BLUEY – AO VIVO – DIVERSÃO EM FAMÍLIA!

    Local: Teatro Claro Mais São Paulo – Shopping Vila Olímpia, 5º piso

    Endereço: Rua Olimpíadas 360, São Paulo

    Datas: De 12 de Setembro a 01 de Novembro (sábados e domingos)

    DIA DAS CRIANÇAS: 12 de outubro, Segunda às 11h 

    Horário: às 11h e 14h

    Classificação: LIVRE

    Ingresso: Bilheteria do teatro ou pelo site Uhuu.com 

    Link de vendas: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/bluey-ao-vivo-16660 

    Valores:

    Plateia VIP: R$ 240,00 inteira e R$ 120,00 meia-entrada

    Plateia: R$ 200 inteira e R$100 meia-entrada

    Balcão Nobre: R$ 140 e R$ 70,00 meia-entrada

    Balcão: Ingressos a partir de R$ 25 meia-entrada

    Cliente Caixa Vida e Previdência tem 40% de Desconto – mediante a validação do código promocional.

    INFORMAÇÕES SOBRE PLATEIA VIP (Meet and Greet)

    Sessão de Fotos com os Personagens

    – O direito à sessão de fotos após o espetáculo é exclusivo para clientes que adquirirem ingressos do setor Plateia VIP – Meet and Great

    – Ao término da apresentação, os clientes desse setor deverão permanecer em seus assentos. A equipe de produção fará o convite e orientará a organização da sessão de fotos com os personagens.

    – A atividade possui vagas limitadas a 30 participantes por sessão, respeitando a capacidade prevista para essa experiência.

    – Não será permitida a entrada após o início do espetáculo. Caso, excepcionalmente, a produção autorize a entrada tardia, o espectador poderá ser acomodado em outro lugar disponível, perdendo o direito ao assento originalmente marcado.

    CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre

    POLÍTICA DE COLO: Crianças de até 2 anos (24 meses) não pagam ingresso, desde que permaneçam no colo do responsável durante toda a apresentação. Crianças a partir de 2 anos completos deverão possuir ingresso individual, com pagamento realizado normalmente conforme a política de vendas vigente.

    DURAÇÃO APROXIMADA: 60 minutos – CAPACIDADE DO TEATRO: 732 lugares

  • Parmesão de 6 ou 12 meses: entenda as diferenças entre as versões

    Período de maturação influencia características e possibilidades de consumo

    O queijo parmesão está presente em diferentes momentos à mesa, seja para acompanhar uma receita, finalizar um prato ou compor uma tábua de queijos. Entre as características que diferenciam as versões está o tempo de maturação, que influencia o sabor, o aroma e a textura do produto.

    A Tirolez, marca brasileira nº 1 em queijos do Brasil, oferece versões de parmesão com 6 e 12 meses de maturação, cada uma com características próprias e diferentes possibilidades de consumo.

    O Parmesão com 6 meses de maturação Tirolez tem sabor moderado na medida certa e textura naturalmente quebradiça. É uma opção versátil para qualquer momento do dia e combina com massas, molhos, gratinados e carnes. Já o Parmesão 12 meses Tirolez, que passa por um período maior de maturação, apresenta sabor intenso, aroma marcante e textura mais quebradiça.

    Durante esse processo, ocorre a formação de cristais de tirosina, características do queijo, que dissolvem na boca durante a degustação, trazendo uma leve crocância, um diferencial em tábuas de queijo.

    Além das características sensoriais, o tempo de maturação também está relacionado ao perfil nutricional do parmesão. Com cerca de 33 a 38 g de proteína a cada 100 g, de acordo com a maturação, o queijo apresenta alta densidade proteica. Além de quantidade, trata-se de uma proteína completa, que fornece todos os aminoácidos essenciais que o organismo necessita.

    “O tempo de maturação tem influência tanto nas características sensoriais quanto em alguns aspectos da composição do queijo. Conforme esse período aumenta, o parmesão passa por transformações que contribuem para o desenvolvimento do sabor e da textura. Ao mesmo tempo, a lactose naturalmente presente no leite é totalmente consumida pelas culturas lácteas durante a maturação.”, explica Rebeca Couto, Gerente da Escola de Queijo (TEQ) da Tirolez.

    Entre versões com diferentes tempos de maturação, a Tirolez amplia as possibilidades de escolha do consumidor ao oferecer alternativas que atendem a variados perfis e momentos de consumo. Além das versões em peça e fracionado, o Parmesão Ralado Tirolez oferece 3,8g de proteína na porção de 10g, combinando nutrição, praticidade e sabor para suas receitas.

    A variedade de apresentações e combinações do queijo parmesão amplia as possibilidades de consumo no dia a dia. Experimente combinar com frutas secas, como o damasco, geleias de frutas vermelhas e até chocolate ao leite. Essa harmonização por contraste traz um equilíbrio entre o salgado e o doce com uma explosão de sabores no paladar. Vá além das receitas e descubra novas combinações com queijo Tirolez.

  • Evento de Adoção de Pets com Deficiência no Shopping Parque da Cidade

    Shopping Parque da Cidade recebe evento de adoção de pets com deficiência em parceria com o Instituto Cãodeirante

    Ação acontece no dia 12 de setembro e convida o público a conhecer histórias de superação, inclusão e adoção responsável

    Divulgação

    O Shopping Parque da Cidade, na Zona Sul de São Paulo, recebe uma edição especial do evento de adoção do Instituto Cãodeirante, dedicada exclusivamente a cães com deficiência, no dia 12 de setembro. Das 11h às 16h, o encontro reúne animais disponíveis para encontrar uma nova família e voluntários da ONG para orientar o público sobre os cuidados, adaptação e a responsabilidade de acolher um pet. 

    Além de encontrar um novo lar para os animais, o evento também busca desconstruir preconceitos em torno dos pets com deficiência e mostrar que eles podem levar uma vida normal, feliz e cheia de afeto. 

    A iniciativa também chama atenção para um cenário preocupante. Segundo o projeto State of Pet Homelessness, cerca de 30 milhões de cães e gatos vivem nas ruas no Brasil, enquanto milhões de outros permanecem em situação de vulnerabilidade aguardando uma oportunidade de adoção. Entre eles, os animais com deficiência costumam enfrentar ainda mais barreiras, muitas vezes por preconceitos relacionados à sua condição física.

    “Receber pela primeira vez o Instituto Cãodeirante é uma forma de incentivar a adoção responsável e mostrar que a inclusão também passa pelo respeito e pelo amor aos animais. Esperamos que muitas famílias encontrem um novo companheiro e que essa causa alcance cada vez mais pessoas”, afirma Thaissa Lima, gerente de marketing do lifestyle center.

    Fundado em 2020, o Instituto Cãodeirante nasceu justamente para combater o capacitismo animal e conectar protetores, abrigos e futuros tutores por meio da informação e da adoção consciente. Quem não puder adotar um novo aumigo nesse momento, pode ajudar a instituição com doações de produtos e serviços, patrocínio de eventos e projetos e auxílio na divulgação da ONG para ampliar o conhecimento do trabalho para mais pessoas. 

    Serviço
    Evento de Adoção de Pets com Deficiência no Shopping Parque da Cidade, em parceria com o Instituto Cãodeirante
    Data: 
    12 de setembro de 2026 (sábado)
    Horário: das 11h às 16h
    Local: Piso 01 

  • Serra Negra é alternativa ao litoral no feriado de outubro

    O feriado de 12 de outubro pode ser uma oportunidade para quem prefere trocar a praia por um destino de montanha. Em Serra Negra, no interior paulista, o roteiro combina áreas verdes, mirantes, gastronomia e atrações no centro da cidade.

    Localizada na Serra da Mantiqueira e a cerca de 150 quilômetros da capital paulista, Serra Negra é uma opção para viagens curtas de carro. Em outubro, a cidade entra no período de primavera, com temperaturas mais altas do que as registradas durante o inverno, mas mantém a característica de destino serrano.

    Entre os principais pontos turísticos está o Alto da Serra, a aproximadamente 1.300 metros de altitude. O local tem vista para municípios da região e pode ser acessado de carro. A partir dali é possível fazer um voo de parapente ou simplesmente apreciar a vista. O local conta ainda com infraestrutura de food trucks e banheiros.

    O centro concentra comércio de malhas, produtos artesanais e itens produzidos na região. A gastronomia também integra o roteiro, com restaurantes, cafés e estabelecimentos voltados aos visitantes que passam o dia ou permanecem na cidade durante o feriado. A influência italiana é forte em diversos pratos, incluindo os deliciosos gelatos vendidos no centro.

    O charme fica por conta dos cartões postais: a Fontana di Trevi, réplica do monumento italiano que garante boas fotos, e o Cristo Redentor. Para acessá-lo uma opção é pegar o teleférico bem no centro. A vista lá de cima também é imperdível.

    Para famílias, há opções como a Disneylândia dos Robôs, passeio de trenzinho e parques.  A proximidade entre as atrações facilita a montagem de roteiros de um ou mais dias.

    Passeios rurais e tradição nas águas

    Outra forma de conhecer a região é por meio dos passeios de jipe, que percorrem estradas rurais e propriedades do entorno. As rotas passam por áreas de produção agrícola e trechos de serra, permitindo incluir no roteiro pequenas propriedades, produtores locais e pontos de interesse fora do centro turístico. Dentre os trajetos estruturados estão a Rota Turística do Café e a Rota Turística do Queijo e Vinho. Vale lembrar que os trajetos também são acessíveis por veículos de passeio.

    A gastronomia também tem forte presença nesses roteiros, com produtos como queijos, doces, cafés, embutidos, cachaças e outros itens produzidos na região. As paisagens também propiciam outros tipos de atividades como cicloturismo, motociclismo e caminhadas.

    Outro destaque que faz parte da identidade turística de Serra Negra são as águas minerais com propriedades especiais. Existem diversas fontes espalhadas pela cidade e, no Balneário Municipal, é possível tomar banhos terapêuticos e relaxantes.

    Excelência em serviços

    Não apenas o comércio e a gastronomia são abundantes no destino, com grande variedade e opções de preços. A hospitalidade também é um grande destaque, com diversos estabelecimentos de perfis diferenciados.

    Entre os destaques estão o Grand Resort Serra Negra, instalado em um edifício histórico e cercado por 40 mil m² de jardins; o Serra Negra Palace Hotel e o Rovi Plaza Hotel, ambos com estrutura voltada também para famílias; e o Shelton Hotel, próximo ao centro e à rodoviária. Para quem prefere ficar em meio à natureza, o Biazi Paradise Hotel oferece piscinas, trilhas, bosque, sauna e restaurante. Há ainda alternativas como Cordilheira Hotel, Hotel Da Vinci e Hotel Firenze Serra Negra, ampliando a oferta para quem pretende passar o feriado na cidade.

  • Cuidados com o câmbio automático

    Os cuidados que fazem a diferença no desempenho do câmbio automático

    Atenção aos sinais de desgaste e manutenção periódica ajudam a preservar o desempenho do veículo e a aumentar a vida útil do câmbio

    Item consolidado e presente em praticamente todos os segmentos do mercado automotivo brasileiro, o câmbio automático deixou de ser um artigo de luxo há muito tempo. Apesar das vantagens que oferece em conforto e dirigibilidade, o câmbio automático também requer manutenção periódica para garantir seu bom funcionamento e evitar falhas que podem resultar em problemas inoportunos e reparos de alto custo. 

    Uma das principais etapas da manutenção do câmbio está nos cuidados com o fluido de transmissão, responsável não apenas pela lubrificação, mas também pelo controle da pressão hidráulica, da temperatura e pela proteção de engrenagens e válvulas, que interferem nas trocas suaves durante a condução do veículo. Assim como o óleo do motor, o fluido de câmbio sofre desgaste ao longo do tempo, influenciado por uma série de fatores, como altas temperaturas, atrito constante e condições de uso, como trânsito intenso e longos períodos de operação. 

    Quando perde suas propriedades, a transmissão pode apresentar sintomas como trancos nas trocas de marcha, demora para engatar, superaquecimento, ruídos, vibrações, perda de desempenho e aumento no consumo de combustível. 

    “Em casos mais graves, o desgaste interno pode comprometer componentes como válvulas, conversor de torque e conjuntos internos da transmissão. Um dos erros mais comuns é esperar que os primeiros sintomas de mau funcionamento apareçam, visto que a manutenção preventiva custa muito menos do que o reparo de um câmbio danificado”, explica Danilo Silva, especialista em produtos da Motul. 

    Com o tempo, o fluido perde propriedades importantes, como capacidade de lubrificação, estabilidade térmica e resistência à oxidação. Alguns sinais apresentados pelo veículo não devem ser ignorados, como trancos ao trocar marchas, demora para engatar D ou R, alertas no painel de instrumentos, ruídos incomuns, vibração e perda de desempenho. 

    O tempo para substituição do fluido de câmbio varia de acordo com o estilo de condução, as condições de uso e as recomendações da montadora do veículo. Mas, em média, essa substituição deve ocorrer a cada 50 mil quilômetros ou três anos. 

    Por isso, a escolha do fluido adequado é fundamental para o bom funcionamento do câmbio automático. Além disso, alguns hábitos podem fazer diferença na vida útil da transmissão, como evitar acelerações excessivas com o veículo ainda frio, não alternar as posições da alavanca com o carro em movimento, evitar sobrecarga desnecessária e prevenir situações de superaquecimento da transmissão. 

    A Motul reforça que agir preventivamente é mais econômico do que esperar o surgimento de falhas. A substituição periódica do fluido correto contribui para aumentar a vida útil da transmissão, preservar a eficiência do veículo e evitar problemas mecânicos que podem comprometer a dirigibilidade e a segurança.