Autor: agitosp

  • Expoflora 2026 apresenta 18 ambientes que unem paisagismo, bem-estar e convivência 

    A maneira como um espaço nos faz sentir ganha protagonismo na Mostra de Paisagismo e Decoração da Expoflora 2026. Nos 18 ambientes, plantas, arquitetura, decoração, arte e diferentes soluções de paisagismo são combinadas para criar lugares que vão além da contemplação: são feitos para acolher, reunir, estimular os sentidos, despertar memórias, proporcionar pausas e aproximar as pessoas da natureza e umas das outras.


    A Mostra é uma das atrações da 43ª Expoflora, realizada de 28 de agosto a 27 de setembro, às sextas-feiras, sábados e domingos, além do feriado de 7 de setembro, sempre das 9h às 19h, em Holambra, no interior de São Paulo. Ao longo do período, os ambientes funcionam também como uma vitrine de ideias, tendências e soluções para áreas internas e externas, reunindo profissionais de diferentes áreas em propostas que mostram novas formas de incorporar o paisagismo ao cotidiano.


    A concepção dos espaços acompanha uma forma cada vez mais presente de pensar o paisagismo e a arquitetura: não apenas pela estética, mas pela experiência de quem utiliza os ambientes. Cores, aromas, sons, texturas, água, luz, sombra e vegetação passam a participar da criação de lugares destinados ao descanso, à convivência e ao bem-estar. Ao longo da Mostra, essa relação aparece em jardins, varandas, quintais, áreas gourmet, espaços de banho, ateliês e ambientes de permanência, com referências que podem ser transportadas para casas e apartamentos de diferentes dimensões.


    Essa preocupação com a experiência humana assume formas bastante distintas entre os projetos. No “Refúgio”, paisagismo e neuroarquitetura se unem em uma proposta especialmente atenta às pessoas no espectro autista, com iluminação difusa, cores suaves, água em movimento, tecidos e vegetação organizados para criar uma experiência de menor carga sensorial, com possibilidades de pausa e descompressão. No “Ambiente Dopamina”, o caminho é outro: o jardim busca provocar alegria, curiosidade e surpresa e cria uma área de convivência para refeições e encontros entre familiares e amigos, inclusive como convite a momentos distantes dos estímulos digitais.


    Há ainda jardins pensados para serem compartilhados com animais de estimação; espaços que recuperam memórias das casas e quintais dos avós e saberes transmitidos entre gerações; ambientes que aproximam arte e vegetação; propostas para levar um refúgio tropical às varandas dos apartamentos; áreas construídas em torno da comida, do fogo e da conversa; e projetos que exploram referências culturais de diferentes lugares e épocas. Em um dos ambientes, dois espaços praticamente idênticos são apresentados lado a lado para permitir que o visitante perceba, na prática, o quanto a presença do paisagismo é capaz de alterar a sensação e a identidade de um lugar.


    Em meio a propostas tão diferentes, a Mostra revela diversas possibilidades para uma mesma questão: como o paisagismo pode transformar não apenas os espaços, mas a experiência de quem vive neles. Flores e folhagens deixam de cumprir apenas uma função decorativa e passam a participar da criação de ambientes sensoriais, inclusivos e conectados às necessidades e aos modos de vida contemporâneos.

    Sobre os ambientes:

    Ambiente 1 – Entre Cores e Folhagens – Neide Tobias (paisagista), de Holambra (SP)


    Cor e vegetação transformam um espaço compacto no “Entre Cores e Folhagens”. O ambiente parte de um contêiner em laranja intenso, combinado a esquadrias azuis, para criar uma pequena casa cercada pelo jardim. Do lado de fora, mobiliário, pergolado e áreas de permanência mostram como poucos metros quadrados podem reunir diferentes usos e manter uma relação próxima com as plantas.


    O paisagismo trabalha o contraste entre flores claras e folhagens coloridas. Cerca de 400 SunPatiens, 30 crótons e 25 íris-da-praia formam a base da composição, acompanhados por jasmim-estrela e outras folhagens. Os SunPatiens também aparecem em grandes floreiras, enquanto os crótons levam diferentes tonalidades às áreas verdes. Uma parede vegetal aproxima ainda mais jardim e arquitetura e faz com que as plantas ocupem também as superfícies verticais.


    O pergolado de eucalipto tratado e bambu cria a passagem entre a pequena casa e o jardim, oferecendo sombra à área externa. Parte desses materiais é reaproveitada, assim como outros elementos incorporados à composição. O piso drenante acompanha o desenho do paisagismo e permite a absorção da água da chuva. Entre cores, flores e folhagens, o projeto reúne referências que podem ser levadas para varandas, quintais e outros espaços onde cada metro precisa ser bem aproveitado.

    Ambiente 2 – Natureza Compartilhada – Carla Dadazio (arquiteta e paisagista), de Holambra (SP)

    Um jardim pensado para ser compartilhado por pessoas e animais de estimação é a proposta de Natureza Compartilhada, ambiente criado pela arquiteta e paisagista Carla Dadazio, do Studio Arkhe. Inspirado na procura crescente por projetos pet friendly, o espaço mostra como o paisagismo pode conciliar segurança, biodiversidade e uso cotidiano. A seleção vegetal prioriza espécies não tóxicas para cães e gatos, enquanto áreas de descanso, água e permanência são distribuídas para que o jardim possa ser efetivamente vivido — e não apenas contemplado. Pequenos vasos com aveia também são incorporados ao projeto para os animais.

    Caminhos sinuosos conduzem o visitante por áreas de estar e contemplação, entre plantas aromáticas, folhagens de diferentes cores, volumes e texturas, bacias com plantas aquáticas, peixes, fontes para os animais e quadros de suculentas. O paisagismo reúne mais de 100 bromélias e cerca de 200 vasos de calateias, além de noranteas, palmeiras, ravenalas, helicônias, cúrcumas, ráfis, arecas, maranta-charuto, pata-de-elefante, hortelã e outras espécies. Bromélias-imperiais e diferentes variedades de helicônias ajudam a criar pontos de cor em meio ao verde.

    Entre as soluções do projeto estão peças artesanais de concreto, como cubas, comedouros e bebedouro para cães, bacias aquáticas, luminárias artesanais e mobiliário próprio para áreas externas. As peças escolhidas para as áreas de permanência são laváveis e de fácil manutenção, uma característica pensada especialmente para casas com pets. O piso drenante de desenho orgânico favorece a absorção da água da chuva, enquanto novos revestimentos de piso e parede também integram a composição.

    O espaço ainda incorpora uma vertente educativa, com caixas demonstrativas relacionadas à criação de abelhas e atividades ligadas à jardinagem e ao cultivo ao longo da Mostra. A proposta é reunir referências que possam ser adaptadas a jardins residenciais, especialmente em casas onde os animais também fazem parte da rotina e do uso cotidiano das áreas externas.

    Ambiente 3 – Entre Brasa e Brisa – Fátima Regina de Souza (designer de interiores e paisagista), de Valinhos (SP), e Maria Fernanda Padovese (arquiteta e paisagista), de Americana (SP)


    As lembranças dos quintais onde famílias se reuniam em torno da comida, do fogo e da conversa inspiram o Entre Brasa e Brisa. O projeto atualiza essa ideia de quintal para uma área externa de convivência que reúne piscina, pergolado, bancada gourmet com churrasqueira, fogo de chão e rede. Água, vegetação, madeira e fogo organizam os diferentes setores do espaço.


    No paisagismo, algodão-da-praia, monstera variegata, bromélias e helicônias estão entre as espécies de destaque. A escolha considera principalmente as cores das folhagens e sua relação com a paleta adotada no ambiente. Junto à piscina, um jardim vertical modular formado por folhagens verdes amplia a presença da vegetação e cria continuidade entre a área de banho e o restante do jardim.


    O pergolado utiliza madeira ecológica produzida com plástico reciclado e composto de madeira natural, alternativa à madeira convencional. A composição também explora aromas, o som da água, o calor do fogo, diferentes texturas e iluminação, reunindo recursos que podem ser adaptados a áreas externas residenciais de diferentes dimensões.

    Ambiente 4 – Jardim Mandala Florida – Marisa Trippia (artista plástica), de Holambra (SP)


    Arte e paisagismo se encontram no Jardim Mandala Florida, criado pela artista plástica Marisa Trippia. No ambiente, uma mandala é formada por 250 vasos de kalanchoes dobrados, nas cores amarelo, vermelho e branco. A composição usa a forma circular como ponto de partida para organizar flores, folhagens e obras de arte em um jardim que convida o visitante a interromper por alguns instantes a rotina e permanecer no espaço.


    Ao todo, o ambiente reúne 450 vasos de kalanchoes dobrados e 100 vasos de SunPatiens, nas cores Orange, White e V Red, distribuídos em seis vasos de grande porte. A composição inclui ainda palmeiras-areca, bromélias, peperômias-pendentes e costelas-de-adão. Na parede, 20 cones de fibra de coco recebem orquídeas, acrescentando vegetação também ao plano vertical.


    A arte faz parte do percurso de diferentes maneiras. Marisa realiza pinturas em tela no próprio ambiente durante a Mostra, enquanto uma imagem de cachoeira reforça a proposta de pausa e contato com a natureza. Uma rede amplia essa ideia de permanência. O jardim também utiliza suportes de fibra de coco para as orquídeas e outros elementos que aproximam a produção artística da composição vegetal.

    Ambiente 5 – Jardim da Chegada – Fátima Regina de Souza (designer de interiores e paisagista), de Valinhos (SP), e Maria Fernanda Padovese (arquiteta e paisagista), de Americana (SP)


    Transformar a entrada da casa em um espaço de recepção integrado ao paisagismo é a proposta do Jardim da Chegada. O ambiente trabalha a fachada como parte da experiência da residência, combinando vegetação, arquitetura e áreas de permanência. Uma marquise demarca o acesso principal e ajuda a organizar visualmente a transição entre o exterior e a entrada da casa.


    Um dos elementos centrais é o muxarabi em aço corten, com desenho desenvolvido especialmente para o projeto e formas que remetem à vegetação tropical. O elemento vazado cria diferentes efeitos de luz e sombra ao longo do dia e se relaciona com a paleta de tons terrosos, verdes e materiais naturais utilizada na composição.


    No jardim, oliveira e pitangueira participam da composição junto a maranta-charuto, costela-de-adão e outras folhagens. Um jardim vertical amplia a presença do verde na fachada, enquanto vasos, iluminação e um banco de contemplação completam o espaço. A proposta reúne soluções que também podem ser aplicadas em entradas residenciais, varandas e jardins de menores dimensões.

    Ambiente 6 – Refúgio – Danilo Gürtler (arquiteto e designer) e Gisele Villa (paisagista), de Leme (SP)


    Paisagismo e neuroarquitetura se unem no Refúgio, ambiente concebido para oferecer uma experiência de menor carga sensorial, com atenção especial às pessoas no espectro autista. Iluminação difusa, paleta de cores suaves, vegetação, água em movimento, tecidos leves e mobiliário envolvente são combinados para criar diferentes possibilidades de pausa e permanência. Uma pérgola com voal funciona como espaço de descompressão, enquanto poltronas e estofados de formas envolventes são pensados como uma espécie de “ninho”. O projeto nasce também da experiência pessoal do arquiteto e designer Danilo Gürtler, que está no espectro autista.


    As escolhas dialogam com referências internacionais de design inclusivo e integração sensorial. Entre elas está o Autism ASPECTSS™ Design Index, desenvolvido pela arquiteta Magda Mostafa para projetos voltados ao espectro autista, especialmente nos conceitos de espaços de fuga e organização de ambientes com menor carga sensorial. O projeto também considera estudos e abordagens ligados à integração sensorial, à neuroestética e ao design biofílico. No bangalô, com 3 x 4 metros, o voal filtra a luz natural e cria uma área mais protegida; tecidos, cortinas, estofados e massas de vegetação também ajudam a atenuar ruídos e a suavizar a incidência de vento no espaço.


    O paisagismo envolve um lago de 2 x 3 metros, cujo movimento da água acrescenta um som contínuo ao ambiente. Palmeira-areca, aspargo, costela-de-adão, samambaia e antúrio formam diferentes alturas, volumes e texturas nas áreas ornamentais. Próximo à água, papiros ganham protagonismo, acompanhados por plantas de folhas maiores, como taioba e inhame, que fazem a transição visual entre jardim e lago. Um cercado de madeira delimita essa área e contribui para a segurança sem interromper a integração com a vegetação.

    Ambiente 7 – Jardim da Memória Afro-Brasileira – Denise Valêncio (empreendedora nas áreas de design de interiores e paisagismo), de Mairiporã (SP), e Tainã Dorea (arquiteta e paisagista), de São Paulo (SP)


    Os saberes e a ancestralidade das mulheres negras conduzem o Jardim da Memória Afro-Brasileira. O espaço homenageia avós, mães, benzedeiras, quitandeiras e outras mulheres que preservaram e transmitiram conhecimentos sobre plantas, alimentação, cuidado e proteção. O paisagismo assume a função de narrativa e de escrevivência, transformando plantas, objetos e obras de arte em elementos de memória.


    Em uma das paredes, uma frase de Conceição Evaristo introduz o núcleo dedicado às escrevivências das mulheres negras nas paisagens. Obras de Gabriela Guedes, Claudiane Guedes, Erika Nascimento, Alexandre Ferreira Pedro, Mabson Ferreira e Tainã Dorea apresentam diferentes referências à ancestralidade feminina por meio de pintura, pintura em cabaça, colagem digital, fitotipia e secagem de plantas. Cestos e macramês com PANCs remetem às quitandeiras, mulheres negras que tiveram papel de destaque na comercialização de frutas e alimentos.


    Na parte frontal, o jardim medicinal e de PANCs recupera conhecimentos transmitidos pela oralidade entre gerações. Alecrim, hortelã e lavanda remetem ao uso tradicional de plantas em chás e emplastros, enquanto espécies alimentícias não convencionais, como o trevo, evidenciam saberes relacionados a plantas que também fazem parte da alimentação. Ao fundo, junto à parede de tijolos, o Jardim Sagrado das Ewés/Makaia reúne plantas associadas à proteção, como dracena-peregun, espada-de-são-jorge e pimentas. Os termos ewé, em iorubá, e makaia, em quicongo, fazem referência às folhas e remetem a matrizes linguísticas africanas presentes na formação cultural brasileira.


    A memória familiar aparece de forma mais direta em outro trecho do jardim. Portões de ferro, cadeira de balanço, vasos, flores, ervas, mobiliário e objetos de decoração recriam referências às antigas varandas das avós, espaços de convivência e transmissão de histórias. Fotografias das avós de Denise Valêncio completam a homenagem e aproximam a narrativa coletiva da memória pessoal e geracional.

    Ambiente 8 – Café ao ar livre – Stellamaris Pezotti (arquiteta) e Ester Pezotti (designer de interiores), de Santo Antônio do Jardim (SP)


    A relação de uma família com o cultivo e a produção do café inspira o Café ao ar livre, ambiente criado pelas irmãs Stellamaris e Ester Pezotti. A família mantém lavouras próprias e realiza na propriedade todas as etapas de cultivo do grão, desde o plantio até a secagem dos grãos. As duas também criaram a marca Cheio de Mistério, produzida a partir de uma seleção manual dos melhores grãos. No jardim, essa história aparece não apenas na bebida, mas nas próprias plantas e em materiais retirados da lavoura.


    A composição paisagística reúne cerca de 182 mudas e combina estrelítzia-augusta, costela-de-adão, dinheiro-em-penca, samambaias, SunPatiens, zamioculca, antúrio e outras espécies. Sete mudas jovens de café integram o paisagismo: seis ficam distribuídas em dois vasos na entrada e uma próxima ao banco, no fundo do ambiente. Como ainda são plantas novas, não apresentam frutos durante a Mostra. Diferentes alturas, volumes e texturas formam camadas de vegetação em uma paleta dominada por verdes, terracota e tons terrosos.


    Um dos elementos mais incomuns do projeto é o banheiro integrado ao jardim, com banheira de imersão em meio à vegetação. A proposta é mostrar que mesmo um ambiente tradicionalmente interno pode se abrir para a natureza, aproximando conceitos do design biofílico e da psicoarquitetura. A integração entre água, vegetação e área de permanência transforma o banho em uma experiência de contato com o espaço externo.


    O reaproveitamento de materiais também carrega histórias do próprio processo produtivo. Troncos de cafeeiros retirados da propriedade durante a renovação da lavoura, que seriam descartados, formam um mural artesanal. Carretéis originalmente usados para fios elétricos em obras, também destinados ao descarte após serem danificados, são recuperados, envernizados e transformados em mesas.

    Ambiente 9 – Entre Pausas – Isabela Perin Corbo (bióloga e paisagista), Luiz Henrique Coelho de Faria e Leandro de Pádua Russo (técnicos em eletrotécnica e administradores) e Edson Farias (executor paisagístico), de Pedreira e Campinas (SP)


    O fim de um dia comum e o desejo de aproveitar melhor o tempo dentro de casa inspiram o Entre Pausas. O ambiente representa a área externa de uma residência contemporânea, pensada para desacelerar depois do trabalho, preparar uma refeição, reunir pessoas queridas, assistir a um filme ou simplesmente permanecer junto ao jardim. A pausa, aqui, não aparece como interrupção, mas como escolha de estar presente e reencontrar o próprio tempo.


    Em uma das extremidades, o spa se integra à vegetação e representa o momento dedicado ao descanso. No centro, uma grande mesa de madeira e o mobiliário externo organizam a área de convivência, sob um pendente de madeira com orquídeas. A lareira ecológica introduz o fogo como ponto de encontro e contraponto à água do spa, enquanto um painel de LED incorpora à área externa possibilidades como assistir a filmes, ouvir música ou acompanhar um jogo. O projeto também utiliza piso drenante produzido com pedras naturais, madeira licenciada e vasos preparados para integrar sistemas de irrigação e iluminação.


    O paisagismo reúne 17 espécies e grupos ornamentais e cria uma grande massa verde ao fundo do ambiente. Palmeiras, estrelítzias, costelas-de-adão, filodendros, fícus, alocásias, calateias, cordilines, zamioculcas, aglaonemas, mandevilas e orquídeas se distribuem em diferentes alturas e volumes. A composição privilegia o desenho e as texturas das folhagens, com diferentes tonalidades de verde e pontos de cor, buscando a aparência de um jardim residencial já estabelecido, no qual vegetação e área de lazer fazem parte da mesma experiência.

    Ambiente 10 – Jardins das Mil e Uma Flores – Francisco Suelo (artista plástico e designer de objetos em madeira), de Jaguariúna (SP)


    Um oásis inspirado na vegetação e em referências culturais dos sete emirados que formam os Emirados Árabes Unidos dá forma aos Jardins das Mil e Uma Flores, ambiente criado pelo artista plástico Francisco Suelo. Paisagismo e arte se encontram em uma composição marcada por jardins coloridos, palmeiras, plantas aromáticas, esculturas e peças autorais em madeira. Aromas, cores e diferentes texturas conduzem a experiência do visitante.


    O ambiente reúne cerca de mil plantas, número que se aproxima das “mil e uma” do próprio nome do projeto. Antúrios, bromélias, orquídeas, calateias, samambaias, palmeiras e outras espécies compõem o conjunto, ao lado de plantas aromáticas como manjericão, tomilho, arruda e hortelã. Os “tapetes” aparecem na forma de jardins coloridos, formados por antúrios, forrações, cactos e diferentes palmeiras exóticas. No jardim vertical, uma Árvore da Vida de 6 metros de largura por 3 metros de altura, composta por bromélias, samambaias e orquídeas, cria um dos principais pontos de impacto visual.


    A interação também aparece nas “Asas da Vida”, duas esculturas de madeira feitas à mão, com 2,20 metros de altura por 1,20 metro cada, criadas como uma releitura dos tapetes voadores e abertas à interação e às fotografias dos visitantes. O trabalho autoral de Francisco se espalha pelo ambiente em esculturas de parede, luminárias de teto e de chão e peças inspiradas em cavalos, formas abstratas e elementos vegetais. Entre elas está “Maravilhas de Dubai”, escultura criada especialmente para a Mostra que reúne referências como as dunas do deserto, o cavalo árabe, o falcão, o Burj Al Arab e o Burj Khalifa.

    Ambiente 11 – História, afeto e propósito – Neide Tobias (paisagista), de Holambra (SP)


    Memórias da casa de campo, das varandas e dos quintais de outros tempos dão forma ao ambiente História, afeto e propósito. Inspirado na arquitetura vernacular brasileira, o ambiente aproxima técnicas construtivas tradicionais, vegetação tropical e objetos que remetem à vida no campo. A fachada em taipa de pilão, feita com terra compactada, as telhas cerâmicas e as janelas pintadas com tinta à base de barro ajudam a construir essa referência. Mais do que cenário, a varanda é um espaço para ser vivido: o visitante pode entrar, sentar-se, descansar na rede e utilizar uma das janelas da fachada como ponto para fotografias.


    O jardim acompanha essa linguagem com traçados orgânicos, diferentes alturas e uma vegetação marcada por folhagens. Crótons, estrelítzias, bambu-mossô, filodendros, bromélias, calateias, moreias e costelas-de-adão aparecem entre as espécies utilizadas. Água, vegetação e pontos de luz completam a experiência, com uma fonte de cerâmica inserindo o som da água no percurso e luminárias distribuídas entre o jardim.


    A cadeira de balanço ocupa um lugar de destaque na varanda e reforça a referência afetiva às casas dos avós e aos momentos de permanência nesses espaços. O trabalho artesanal aparece também em uma luminária produzida com galho natural e potes de vidro reutilizados decorados com macramê, além de outras peças de cerâmica. O piso drenante acompanha as formas do jardim e permite que arquitetura e paisagismo se encontrem sem uma separação rígida, enquanto a fachada funciona como principal referência visual do ambiente.

    Ambiente 12 – Varanda Tropical – Yully Hollowatj (arquiteta paisagista) e Barbara Ortiz (engenheira agrônoma), de São Paulo (SP)


    Transformar a varanda de um apartamento em um jardim tropical, mesmo diante das limitações de espaço e profundidade para plantio, é a proposta da Varanda Tropical. Inspirado nas varandas e apartamentos garden de São Paulo, o ambiente cria uma área de permanência cercada por vegetação, em que diferentes alturas, volumes e folhagens ajudam a aproximar o verde da rotina de quem vive na cidade.


    O paisagismo reúne 16 espécies e aproximadamente 137 plantas, entre palmeira-de-petrópolis, jasmim-manga, estrelítzia-augusta, chamaedórea, clúsia, fícus-lira, dracena-pink, maranta-zebrina, filodendro, orelha-de-elefante, xanadu e barba-de-serpente. Um dos destaques é a palmeira-de-petrópolis, espécie nativa que vem ganhando espaço no mercado paisagístico e representa também um movimento de maior valorização das espécies da flora brasileira. A vegetação ocupa principalmente o perímetro do ambiente, criando uma camada verde ao redor da área de estar.


    Para viabilizar o jardim em uma situação de pouca profundidade e reduzir a sobrecarga sobre a laje, o projeto utiliza vasos leves e uma mistura de terra, areia, substrato e vermiculita, formando um composto mais aerado, que evita a compactação e favorece o desenvolvimento das raízes. A solução é acompanhada por drenagem e irrigação automatizada por gotejamento, que direciona a água às plantas e reduz desperdícios. Aço corten, ladrilho hidráulico, uma fonte e um banco integram a composição, mostrando como soluções técnicas e paisagismo podem trabalhar juntos na criação de áreas verdes em apartamentos.


    Ambiente 13 – Ateliê Flor&Ser – Botanic Art & Decor – Fabiana Vieira (paisagista), Fernando Comparoni (engenheiro agrônomo e paisagista) e Raissa Comparoni (artista visual), de São Paulo (SP)


    Um ateliê botânico onde plantas dividem espaço com arte, design e áreas de permanência é a proposta do Ateliê Flor&Ser – Botanic Art & Decor. Criado a partir de um sonho compartilhado em família, o ambiente representa um espaço urbano em que é possível não apenas escolher plantas e objetos, mas também permanecer, ler, criar e estar próximo da natureza. Varanda, quintal e área interna funcionam de forma integrada.


    O paisagismo, assinado por Fabiana Vieira, utiliza principalmente plantas tropicais e folhagens de maior porte, distribuídas em diferentes alturas, volumes e tonalidades de verde. Ervas aromáticas ficam próximas ao espaço destinado à leitura e acrescentam perfume à composição. Na área externa, vegetação e água em movimento cercam os pontos de descanso e o spa, que aparece integrado ao jardim como parte da proposta de momentos de presença, conexão e bem-estar.


    O projeto também mostra aspectos técnicos necessários à manutenção de um espaço com grande presença de vegetação. Fernando Comparoni assina o jardim vertical e as soluções de irrigação paisagística, incorporadas ao ambiente como parte do funcionamento do jardim. A proposta evidencia que a escolha das plantas está associada também ao manejo da água e às condições necessárias para manter a vegetação ao longo do tempo.


    A arte entra no projeto por meio de Raissa Comparoni, responsável por uma intervenção criada especialmente para a área interna do ateliê. A pintura utiliza formas orgânicas e estabelece uma relação direta com o paisagismo. Dentro do conceito apresentado pelos profissionais, o Ateliê Flor&Ser também é pensado como um espaço capaz de comportar oficinas de arte, kokedamas e outras atividades manuais e botânicas, reunindo em um mesmo lugar cultivo, criação e convivência.

    Ambiente 14 – O Poder do Verde – Neide Tobias (paisagista) e Carla Dadazio (arquiteta e paisagista), de Holambra (SP)


    Dois espaços com a mesma arquitetura, o mesmo mobiliário e os mesmos materiais mostram, lado a lado, o quanto a presença do paisagismo interfere na maneira como um ambiente é percebido. Essa é a proposta de “O Poder do Verde”. Em uma das áreas, a vegetação tropical envolve os móveis e cria diferentes alturas, volumes, cores e texturas. Na outra, a composição é praticamente a mesma, mas o paisagismo é reduzido ao gramado e aos elementos vegetais já existentes. A comparação permite que o visitante experimente, na prática, como o verde pode alterar a identidade e a relação com um espaço. 


    No lado mais densamente plantado, antúrios, SunPatiens, filodendros, aspargos, crótons, calateias, estrelítzias, fícus e jasmim-manga formam um jardim tropical ao redor da área de permanência. A vegetação cria camadas e aproxima o visitante das plantas, enquanto o outro lado preserva uma leitura mais aberta e simplificada. A proposta não é apresentar dois projetos diferentes, mas mostrar como uma única mudança — a presença ou a ausência de um paisagismo mais estruturado — transforma a experiência do mesmo lugar. 


    A unidade entre os dois lados aparece na parede em azul-jeans, no mobiliário produzido com madeira de demolição e no piso drenante. Luminárias artesanais feitas com galhos também se repetem nas duas áreas, reforçando que os elementos arquitetônicos permanecem os mesmos. No centro da composição, um quadro com a imagem de um moinho ajuda a conectar visualmente os dois espaços. Assim, O Poder do Verde coloca o paisagismo no centro da comparação e convida o visitante a perceber o que muda quando arquitetura e vegetação passam a funcionar juntas.

    Ambiente 15 – Nos Jardins do Rei – Fernando Mattos (paisagista), de Holambra (SP), e Daniela Inácio Moreno (designer de interiores), de Santa Bárbara d’Oeste (SP)


    Os jardins formais franceses e o filme Nos Jardins do Rei inspiram o ambiente criado pelo paisagista Fernando Mattos e pela designer de interiores Daniela Inácio Moreno. O projeto reinterpreta referências dos jardins de Versalhes por meio de simetria, eixo central, formas geométricas, bordaduras, repetição de elementos e podas, sem buscar uma reprodução literal. O jardim ocupa o centro da composição e organiza os demais espaços de descanso e convivência.


    O paisagismo reúne aproximadamente 25 espécies e mais de 200 mudas. Lavandas, ‘Mona Lavender’, buxinhos podados em formas arredondadas e diferentes tipos de fícus ajudam a construir a linguagem formal do jardim. A vegetação inclui ainda ráfis, zamioculca, espada-de-são-jorge, cica, pata-de-elefante, trapoeraba-roxa, mandevila branca, escudo-persa, hortelã e manjericão. Uma jabuticabeira e um limoeiro ocupam posições de destaque em lados opostos do espaço e introduzem uma leitura brasileira dentro da referência europeia.


    No eixo central está uma fonte redonda de cimento rústico, com duas quedas d’água, que funciona como principal ponto visual do jardim. Ao fundo, quatro esculturas representam Primavera, Verão, Outono e Inverno e ficam dispostas simetricamente, duas de cada lado, voltadas para o centro. Dois bancos diante da fonte criam uma área de permanência. A ambientação completa a proposta com tecidos, tapetes, mesa posta e uma banheira de estilo vitoriano, incorporada de forma intencional ao conjunto. O resultado mistura diferentes referências de época para construir uma atmosfera inspirada nos jardins europeus, sem pretensão de reconstrução histórica rigorosa.

    Ambiente 16 – Atelier do Paisagista – Cléia Thomazini (arquiteta, urbanista, paisagista e decoradora) e Orpheu Thomazini (arquiteto, urbanista e paisagista), de Mogi Mirim (SP)


    Mostrar o que acontece antes de um jardim ficar pronto é a proposta do Atelier do Paisagista. O ambiente reproduz o espaço de trabalho desses profissionais e reúne, dentro da casinha, bancada, desenhos e projetos, ferramentas de jardinagem e amostras de materiais. Irrigação e reuso de água também aparecem entre as soluções apresentadas, aproximando o visitante das etapas técnicas envolvidas na criação e manutenção de um projeto paisagístico.


    A construção do ateliê utiliza light steel frame, placas de drywall, cobertura em PVC e piso e forro laminados com aparência de madeira. A porta de vidro tem pouca ferragem e abertura quase total, facilitando o acesso e a manutenção. Do lado externo, piscina e vegetação completam o conjunto. A piscina recebe revestimento cimentício monolítico, escolhido pela praticidade de aplicação.


    O paisagismo reúne mais de 600 plantas. Entre as espécies estão costelas-de-adão, escudo-persa, estrelítzias-gigantes, fícus, guaimbês, bambu-mossô, nandinas, pacovás, orquídeas, xanadus, zamioculcas, mandevilas e SunPatiens vermelhas. A composição inclui ainda duas costelas-de-adão da cultivar ‘Thai Constellation’. Escudo-persa, guaimbê, xanadu e SunPatiens aparecem em maior quantidade, com 100 exemplares de cada. Os pisos externos drenantes, assim como pedriscos brancos e piso hidráulico, compõem o acabamento.

    Ambiente 17 – Santuário Azure – Cléia Thomazini (arquiteta, urbanista, paisagista e decoradora) e Orpheu Thomazini (arquiteto, urbanista e paisagista), de Mogi Mirim (SP)


    Uma área de banho e descanso cercada por vegetação dá forma ao Santuário Azure, ambiente criado por Cléia e Orpheu Thomazini. O projeto reúne banheira artesanal, estar externo, chuveiro e áreas floridas, com a água, a iluminação e a vegetação compondo os diferentes pontos do jardim. A banheira e o chamado Arco Divino, entre a vegetação e o piso hidráulico em tons de amarelo e azul, estão entre os principais elementos visuais do espaço.


    O paisagismo reúne mais de 700 plantas, com destaque para 300 SunPatiens brancas, 80 ráfis, 40 mandevilas amarelas, 40 xanadus, 40 zamioculcas, 40 arrudas e 40 eufórbias. A composição inclui ainda canhotinha-azul, copos-de-leite amarelos, estrelítzias-gigantes, fícus, bambu, cheflera, peperômia e uma orelha-de-elefante de grande porte. As flores brancas, amarelas e azuis aparecem em meio às folhagens verdes e ajudam a definir a paleta do jardim.
    Um jardim vertical com samambaias e mandevilas amarelas integra a composição. A estrutura utiliza tela de construção e vasos meia-cuia presos com abraçadeiras, em uma solução de montagem simples. O espaço também trabalha com aromas, água e luz e é pensado para permanência e contemplação, com pontos destinados a fotografias e descanso.

    Ambiente 18 – Ambiente Dopamina – Raquel Cury (arquiteta paisagista), Ingrid Morato e Maurício Mello (designers de interiores), de Santa Bárbara d’Oeste e Americana (SP)


    Criar um jardim onde as pessoas tenham vontade de permanecer, conversar e compartilhar momentos é a proposta do Ambiente Dopamina, assinado por Raquel Cury, Ingrid Morato e Maurício Mello. O nome parte da ideia de um espaço capaz de provocar sensações de prazer, alegria, curiosidade e surpresa. Uma pérgola com mesa central organiza a área de convivência, pensada para refeições, encontros entre famílias e amigos e momentos longe dos estímulos digitais.


    O paisagismo tem linguagem tropical e reúne mais de 160 plantas. A composição inclui 50 marantas, 35 estrelítzias-gigantes, 25 bromélias de três espécies, 20 helicônias, entre Heliconia stricta e o híbrido Heliconia rauliniana, 17 samambaias, 15 filodendros e seis dracenas-arbóreas. A vegetação se integra ao jardim já existente, de onde também vêm os sons, aromas, pássaros e insetos presentes no espaço, sem a criação de recursos artificiais específicos para essa experiência.


    Entre os elementos do ambiente está um painel de aço com corte a laser, instalado diante de uma coluna no meio do jardim e iluminado como uma obra de arte. A peça pertence ao acervo de um dos colaboradores do projeto. Mobiliário, esculturas e outras peças desenvolvidas e assinadas por Ingrid Morato Casa completam a composição, em que madeira e verde predominam.

    Baixar fotos em alta (Fotos de Rafael Avelar Arruda)

    Serviço — Expoflora 2026
    Data: de 28 de agosto a 27 de setembro de 2026, às sextas-feiras, sábados e domingos, além do feriado de 7 de setembro
    Horário: das 9h às 19h
    Local: Parque da Expoflora — Holambra (SP)
    Informações: www.expoflora.com.br
    Ingressos: www.expofloratickets.com.br

  • Termas dos Laranjais inicia os testes finais no gigante ‘Nações’

    Termas dos Laranjais inicia os testes finais no gigante ‘Nações’

    Especialistas da Índia, Austrália, Canadá e Inglaterra estão em Olímpia acompanhando os testes. Inauguração do megatoboágua está prevista para outubro

    O Termas dos Laranjais, parque aquático mais visitado da América Latina, está na reta final dos preparativos para a inauguração do Nações, um dos maiores complexos de toboáguas do mundo.

    Os primeiros testes começaram pela “Descida Brasil” – já aprovada após as avaliações realizadas nesta semana. Nesta terça-feira, começam as inspeções técnicas da “Descida Itália”, numa das últimas etapas que antecedem a abertura da atração para o público.

    Com investimento de mais de R$ 60 milhões e projeto da canadense WhiteWater West, uma das principais empresas do mundo no desenvolvimento de atrações aquáticas, o Nações reúne dois grandes percursos de boias para até seis pessoas, que partem de uma torre de 33 m de altura. Batizadas de Brasil e Itália, as duas descidas fazem referência à trajetória de Benito Benatti, fundador do Termas.

    A Descida Brasil reúne três experiências: Master Blaster, Orbiter e Anaconda. Esta última é a primeira do gênero no Brasil e a segunda no mundo, conforme as especificações do projeto. A outra Anaconda em operação fica em Dubai.

    A Descida Itália reúne cinco experiências: Galaxi Ball, dois Tailspins e duas Mega Drops – versões do Master Blaster desenvolvidas para proporcionar um percurso com quedas e subidas de maior intensidade.

    Técnicos estrangeiros 

    A preparação que antecede a liberação do Nações para o público envolve uma operação internacional. Nesta semana, profissionais da Índia, Austrália, Canadá e Inglaterra estão em Olímpia acompanhando diferentes etapas técnicas do projeto.

    Os especialistas participam tanto das avaliações da atração, quanto dos procedimentos necessários para o início da operação.

    “Estamos chegando a uma etapa muito importante do projeto. A descida Brasil já foi testada e aprovada e, agora, avançamos para inspeção da Itália. Estamos próximos de abrir o Nações para os nossos visitantes. É um projeto de grande porte, que envolveu muito planejamento, tecnologia e profissionais especializados de diferentes partes do mundo”, lembra Jorge Noronha, presidente do Termas dos Laranjais.

  • Água de coco não é tudo igual

    Água de coco não é tudo igual: origem, clima e maturação do fruto influenciam sabor e características da bebida

    Especialista explica por que o sabor pode mudar, as diferenças entre os produtos encontrados no mercado e como a tecnologia ajuda a conservar a bebida

    Quem costuma consumir água de coco já deve ter percebido que nem sempre ela tem exatamente o mesmo sabor. Em alguns momentos, a bebida parece mais doce; em outros, mais suave ou levemente ácida. A explicação está na própria natureza do alimento: por ser um produto de origem vegetal, a água de coco apresenta variações naturais que começam ainda no desenvolvimento do fruto.

    Assim como acontece com outras frutas, tipo de coqueiro, solo, clima, incidência solar e estágio de maturação podem influenciar aspectos como dulçor, aroma e acidez.

    “O sabor da água de coco é resultado de um conjunto de fatores. Durante o desenvolvimento do fruto, sua composição passa por mudanças que influenciam as concentrações de açúcares, ácidos orgânicos e minerais, com reflexos no paladar”, explica o Dr. Ney Felipe, nutricionista, professor e mestre em biologia molecular.

    O estágio de maturação tem papel importante nesse processo. De maneira geral, cocos mais jovens tendem a apresentar uma bebida com sabor mais delicado e refrescante, enquanto frutos mais maduros podem apresentar diferenças na percepção de dulçor e acidez.

    “Do ponto de vista nutricional, a água de coco contém minerais como o potássio, nutriente que participa do funcionamento muscular, da transmissão dos impulsos nervosos e do equilíbrio de líquidos no organismo. Por isso, pode fazer parte de uma alimentação equilibrada e contribuir para a ingestão de líquidos.” afirma o nutricionista.

    O que muda entre os tipos de água de coco?

    A indústria emprega um rigoroso controle em todas as etapas, desde a seleção da matéria-prima até o envase, incluindo o controle de qualidade para preservar ao máximo as características naturais da bebida, além de garantir segurança microbiológica e estabilidade durante toda a vida útil do produto.

    Quem costuma comprar água de coco talvez já tenha encontrado no rótulo termos como “integral”, “padronizada” ou “reconstituída”. Mas o que isso significa?

    “A água de coco integral está na concentração natural, como obtida do fruto, sem adição de açucares. Já a água de coco padronizada é elaborada a partir da padronização da água de coco integral, com água de coco concentrada e/ou desidratada, enquanto a reconstituída, é obtida da reconstituição da água de coco concentrada ou desidratada. Nas duas últimas, pode haver pequena adição de açúcares dentro dos limites previstos pela regulamentação, uniformizando o sabor, devido as variações naturais do próprio líquido obtido do fruto”, explica o especialista.

    Como a água de coco fica protegida dentro da caixinha?

    Depois da escolha e do preparo da matéria-prima, outro desafio é fazer com que uma bebida de origem vegetal chegue ao consumidor com segurança e mantenha sua qualidade e nutrientes durante a vida útil. Para isso, tratamento térmico, envase asséptico e embalagem cartonada atuam em conjunto.

    O tratamento térmico (UHT) inativa microrganismos que poderiam comprometer a qualidade da bebida garantindo segurança e estabilidade do produto sem necessidade de refrigeração, enquanto o envase ocorre em condições totalmente assépticas, sem nenhum contato com o ambiente externo, garantindo a integridade do produto. Posteriormente, a água de coco é acondicionada na caixinha que também desempenha um papel importante: suas diferentes seis camadas de materiais têm funções complementares e formam uma barreira contra fatores externos, como luz e oxigênio, ajudando a proteger o produto, sem a necessidade de conservantes.

    “Conhecer esses fatores ajuda o consumidor a entender que pequenas diferenças de sabor fazem parte da natureza do alimento. Assim como acontece com outras bebidas de origem vegetal, cada coco carrega características próprias determinadas pela combinação entre genética, ambiente e maturação do fruto.” conclui o profissional.

  • Com promoção no ingresso duplo, Roda Rico é opção de passeio no feriado

    Com promoção no ingresso duplo, Roda Rico é opção de passeio no feriado da Independência do Brasil

    Por R$ 99,99, a experiência com desconto estará disponível entre 5 e 7 de setembro, com compra exclusiva on-line

    No feriado prolongado do Dia da Independência do Brasil, a Roda Rico, roda-gigante que se tornou uma das principais atrações turísticas da capital paulista, oferece às famílias uma experiência que une lazer e uma nova perspectiva sobre São Paulo por meio de uma promoção especial.

    Entre os dias 5 e 7 de setembro, os visitantes podem garantir ingresso para duas pessoas por R$ 99,99, válido para entrada no primeiro período do dia (até as 16h). A oferta estará disponível exclusivamente pelo site da Ticketmaster Brasil, não contempla meia-entrada e não é cumulativa com outras ofertas vigentes.

    Para apreciar a paisagem, os visitantes podem optar pela volta tradicional nas cabines climatizadas da maior roda-gigante da América Latina. Com cerca de 30 minutos de duração, o percurso chega a 91 metros de altura e proporciona uma vista panorâmica de diversos pontos da cidade.

    Pensada para o bem-estar de toda a família, a atração é pet friendly. Mas vale lembrar que cada cabine comporta até oito passageiros e, apesar de o animal de estimação não pagar ingresso, ele ocupa um dos assentos disponíveis. Durante o trajeto, o pet pode permanecer solto dentro da cabine.

    Música nas alturas

    Outra opção de entretenimento para quem gosta de cantar é a Cabineokê, equipada com mais de 13 mil músicas e letras de diferentes estilos e artistas. A experiência tem duração aproximada de 60 minutos, com embarque prioritário e, além disso, o visitante pode escolher uma bebida entre água, refrigerante ou cerveja* (para maiores de 18 anos).

    Os ingressos para a Cabineokê podem ser adquiridos na bilheteria do local ou pelo site da Ticketmaster Brasil.

    Fácil acesso

    Localizada no Parque Cândido Portinari, com acesso também pelo Parque Villa-Lobos, a Roda Rico está a cinco minutos da estação Villa-Lobos-Jaguaré (Linha 9–Esmeralda). Para quem for de carro, a entrada é feita pelos portões 1 e 2 do Parque Villa-Lobos.

    SERVIÇO RODA RICO

    Os horários de funcionamento podem variar a cada mês em função de eventos e atividades especiais no local. Recomendamos sempre verificar o site para confirmar os horários atualizados antes da visita. 

    Setembro

    • De terça a sexta-feira, das 12h às 19h30; sábados, domingos e feriados e dias de emendas de feriados, das 10h às 19h30. No dia 4, a atração estará fechada para a realização de um evento exclusivo.

    Ingressos: Roda Rico / Ticketmaster

    Endereço: Av. Queiroz Filho, 1365 – Vila Hamburguesa – São Paulo, SP

    Instagram

    Formas de pagamento: à vista e cartões de crédito em até 12x

  • Castelo Park Aquático reabre este sábado com preços promocionais

    Neste sábado, dia 05 de setembro, Castelo Park Aquático conta com reabertura a preços imperdíveis

    Após ter sua tradicional pausa durante os meses de inverno, o Castelo Park Aquático reabrirá já na primeira semana de setembro: E você não vai querer ficar de fora desta promoção especial!

    Localizado no interior de São Paulo, na cidade de Cesário Lange, o Castelo Park Aquático é o principal reduto de lazer e diversão da região, reunindo atrações para todos os gostos, infraestrutura completa e segurança em um só lugar. 

    Com toboáguas e piscinas de todos os tipos; restaurantes, lanchonetes e sorveteria para todos os gostos; e conforto e confiança para toda a família, o Castelo Park Aquático é um parque completo e espera por você!

    SERVIÇO

    FINAIS DE SEMANA E FERIADOS SETEMBRO, OUTUBRO, NOVEMBRO:

    • Ingresso Promocional Site – R$99,00 (valor único)
    • BABY (1 A 5 ANOS) – R$35,00 (GANHA BOIA DE BRAÇO)
    • Combo SITE 4 ingressos – R$ 320,00 (R$ 80,00 cada)
    • Combo SITE 5 ingressos – R$ 350,00 (R$ 70,00 cada)
    • Combo SITE 6 ingressos – R$ 390,00 (R$ 65,00 cada)
    • Meia Entrada (Bilheteria e Site) – R$ 90,00 
    • Ingresso Inteiro (Bilheteria e Site) – R$ 180,00

    SEMANA SETEMBRO, OUTUBRO, NOVEMBRO:

    • Ingresso Promocional Site – R$89,00 (valor único)
    • BABY (1 A 5 ANOS) – R$35,00 (GANHA BOIA DE BRAÇO)
    • Combo SITE 4 ingressos – R$ 280,00 (R$ 70,00 cada)
    • Combo SITE 5 ingressos – R$ 300,00 (R$ 60,00 cada)
    • Combo SITE 6 ingressos – R$ 330,00 (R$ 55,00 cada)
    • Meia Entrada (Bilheteria e Site) – R$ 80,00 
    • Ingresso Inteiro (Bilheteria e Site) – R$ 160,00

    INGRESSOS PROMOCIONAIS

    Para comemorar nova temporada, nos dia 05, 06 e 07 de setembro, cada ingresso custará apenas R$59,00

    HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: 

    – Semana (sexta e segunda): 10h às 17h

    – Finais de semana e feriados: 10h às 18h

    HORÁRIO DAS ATRAÇÕES RADICAIS: 

    – Semana: 11h às 16:45

    – Fim de semana e feriados: 11h às 17:45

    LOCALIZAÇÃO

    Rodovia SP 143, KM 3,5 – Cesário Lange/SP

    TELEFONE

    (15) 3246-1137 / (15) 3246-3587

    SITE

    https://www.casteloparkaquatico.com.br/
  • Anticoncepcional: 5 dúvidas que as mulheres ainda têm sobre o método

    Ginecologista Loreta Canivilo explica o que é mito, o que é verdade e quais fatores devem ser considerados antes de escolher um método contraceptivo

    Embora os anticoncepcionais façam parte da rotina de milhões de mulheres, ainda existem dúvidas sobre seus efeitos, riscos e a melhor forma de utilização. Questões como ganho de peso, pausa da pílula, fertilidade após o uso e diferenças entre os métodos são frequentes nos consultórios. Para ajudar a esclarecer essas questões, a ginecologista Loreta Canivilo explica cinco dúvidas comuns sobre contracepção.

    1. Anticoncepcional sempre causa ganho de peso?

    O possível impacto do anticoncepcional sobre o peso é uma das principais preocupações das mulheres. Segundo Loreta Canivilo, porém, não é correto afirmar que todos os métodos hormonais provocam ganho de peso.

    “Cada organismo responde de uma maneira. Alterações de peso podem estar relacionadas a diversos fatores, como alimentação, retenção de líquidos, metabolismo, idade e estilo de vida. Por isso, não podemos atribuir automaticamente qualquer aumento de peso ao anticoncepcional”, explica a ginecologista.

    A avaliação individual é importante para identificar qual método apresenta melhor relação entre benefícios, efeitos adversos e necessidades de cada paciente.

    1. É preciso fazer pausas no uso da pílula?

    Outra dúvida recorrente é se a mulher precisa interromper periodicamente o anticoncepcional para “descansar o organismo”. De acordo com a especialista, essa pausa não deve ser feita por conta própria.

    “Não existe uma recomendação geral de que toda mulher precise interromper o uso do anticoncepcional para o organismo descansar. A necessidade de pausa ou troca do método deve ser avaliada individualmente, considerando o histórico de saúde e o tipo de anticoncepcional utilizado”, afirma Loreta.

    A interrupção inadequada também pode reduzir a proteção contraceptiva, especialmente quando a mulher retoma o método sem orientação sobre quando estará novamente protegida.

    1. O uso prolongado do anticoncepcional pode causar infertilidade?

    O receio de que o uso contínuo de anticoncepcionais provoque infertilidade também é comum. A especialista esclarece que a ação contraceptiva dos métodos hormonais é, em geral, reversível.

    “O anticoncepcional atua justamente para evitar a ovulação ou dificultar a fecundação durante o período de uso. Isso não significa que ele provoque infertilidade permanente. Depois da suspensão, o tempo de retorno da fertilidade varia de acordo com o método e com as características individuais da mulher”, explica a ginecologista Canivilo.

    Por isso, a ausência de gravidez após a interrupção do método não deve ser automaticamente atribuída ao anticoncepcional. Outros fatores relacionados à saúde reprodutiva do casal precisam ser considerados.

    1. Todo anticoncepcional hormonal é igual?

    Pílula, adesivo, anel vaginal, implante, injeções e dispositivos intrauterinos hormonais são métodos diferentes e apresentam características próprias. A escolha não deve considerar apenas a praticidade ou a preferência pessoal.

    “Existem diferentes tipos de hormônios, doses, vias de administração e formas de uso. Além da eficácia contraceptiva, precisamos avaliar o histórico clínico, a idade, os fatores de risco, os medicamentos utilizados e os objetivos daquela mulher”, destaca Loreta.

    A avaliação médica é especialmente importante para mulheres com determinadas condições de saúde ou fatores de risco, que podem exigir cuidados específicos na escolha do método.

    1. Esquecer uma pílula significa perder a proteção?

    A resposta depende do tipo de pílula, de quantos comprimidos foram esquecidos e do momento da cartela em que isso aconteceu. Por isso, não existe uma única orientação que sirva para todos os casos.

    “O que fazer diante de um esquecimento depende do anticoncepcional utilizado e do número de comprimidos que deixaram de ser tomados. A mulher deve consultar a bula do medicamento e, quando houver dúvida, procurar orientação médica. Em algumas situações, pode ser necessário utilizar um método adicional de proteção”, orienta a ginecologista Loreta Canivilo.

    Além da prevenção da gravidez, é importante lembrar que os anticoncepcionais não protegem contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). O preservativo continua sendo uma ferramenta fundamental para essa finalidade.

    Escolha do método deve ser individualizada

    A decisão por um anticoncepcional considerado “ideal” deve ser individual e levar em conta o histórico de saúde, rotina, preferências, planos reprodutivos e possíveis contraindicações.

    “Contracepção não deve ser uma escolha baseada apenas em relatos de amigas ou informações encontradas nas redes sociais. O que funciona bem para uma mulher pode não ser a melhor opção para outra. Uma consulta ginecológica permite avaliar as alternativas de forma individualizada e segura”, conclui Loreta Canivilo.

  • Pesquisa revela que 81% das pessoas desconhecem o câncer de bexiga

    Pesquisa revela que 81% das pessoas com 60 anos ou mais desconhecem ou apenas ouviram falar sobre o câncer de bexiga

    Levantamento Ipsos-Ipec mostra lacunas de informação sobre sintomas e fatores de risco da doença, que registra mais de 13 mil novos casos por ano no Brasil

    Embora seja um importante problema de saúde pública e registre cerca de 13.110 novos casos por ano no Brasil¹, o câncer de bexiga ainda é pouco conhecido pela população. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA)¹, a doença tem maior incidência em homens, que representam aproximadamente 70% dos diagnósticos. 

    Para entender o nível de conhecimento da população sobre o câncer de bexiga e identificar as percepções dos internautas sobre a doença, a Pfizere o Instituto Oncoguia encomendaram uma pesquisa inédita realizada pela Ipsos-Ipec com internautas de 18 anos ou mais, das classes ABC que residem em São Paulo capital e nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Belém, Recife, Porto Alegre e Distrito Federal. Os resultados revelam um cenário preocupante: embora a idade acima de 55 anos e o sexo masculino estejam entre os principais fatores associados à maior incidência da doença, justamente esses públicos apresentam importantes lacunas de conhecimento sobre o tema.

    De acordo com a pesquisa, 81% dos internautas com 60 anos ou maisafirmam desconhecer o câncer de bexiga ou apenas ter ouvido falar sobre a doença. O reconhecimento dos sintomas também é proporcionalmente menor entre os mais velhos em comparação aos mais jovens, um dado relevante, uma vez que a incidência do câncer de bexiga aumenta com a idade. Entre os participantes de 25 até 34 anos, 70% identificam a presença de sangue na urina como um possível sinal de alerta da doença, percentual que cai para 55% entre aqueles do grupo de 60+.

    Entre os homens, 57% associam o câncer de bexiga à presença de sangue na urina. Entre os respondentes com 60 anos ou mais, 32% não sabem reconhecer os sintomas da doença. De acordo com o INCA, o câncer de bexiga ocupa a décima posição entre os tipos de câncer mais frequentes no Brasil¹, sendo pouco discutido quando comparado a outras doenças. “Como a doença é mais incidente entre o público 60+, percebemos o desafio de engajar e ampliar o conhecimento dessa população. Levar informação de qualidade a esse público pode ajudar a reconhecer os sinais de alerta e favorecer o diagnóstico precoce”, destaca Luciana Zapata, médica Oncologista Clínica e Gerente Médica de Oncologia da Pfizer Brasil. 

    Tabagismo ainda é pouco reconhecido como fator de risco

    Mais da metade dos respondentes reconhece que o histórico familiar da doença (58%) e infecções urinárias crônicas (57%) são os principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de bexiga. Entretanto, outro achado relevante envolve a prevenção. Embora o tabagismo esteja associado a cerca de metade dos casos de câncer de bexiga, ele ocupa apenas a terceira posição entre os fatores mais reconhecidos pelos entrevistados.

    De acordo com a pesquisa, somente 37% dos internautas das áreas de interesse sabem que o tabagismo está associado ao desenvolvimento da doença, evidenciando uma falta de conhecimento sobre um dos principais fatores de risco. As substâncias cancerígenas presentes na fumaça do cigarro são absorvidas pelo organismo, filtradas pelos rins e eliminadas na urina, permanecendo em contato com a parede da bexiga e favorecendo alterações celulares ao longo do tempo4,5.

    Além do cigarro, outros fatores também estão associados ao aumento do risco, como a exposição ocupacional a substâncias químicas utilizadas em indústrias como as de tintas, borracha, couro, têxtil e derivados do petróleo, mencionado por 24% dos participantes do estudo.

    Diagnóstico precoce é amplamente reconhecido, mas lacunas persistem

    Apesar do baixo conhecimento sobre sintomas e fatores de risco, 88% dos participantes entendem que o diagnóstico precoce aumenta as chances de sucesso do tratamento. O contraste entre a valorização do diagnóstico precoce e o desconhecimento sobre sinais de alerta reforça a necessidade de conscientização para que os sintomas não sejam ignorados ou confundidos com condições mais comuns, como infecções urinárias e cálculos renais.

    “O câncer de bexiga costuma apresentar sinais desde as fases iniciais. Sempre que houver sangue na urina, mesmo que apareça apenas uma vez e sem dor, é fundamental procurar avaliação médica. Quanto mais cedo o tumor é identificado, maiores são as possibilidades de um tratamento adequado e de melhores resultados para o paciente”, afirma Camilla Gaspari, Diretora Médica de Oncologia da Pfizer Brasil.

    Além da presença de sangue na urina, outros sintomas podem incluir dor ou ardência ao urinar, aumento da frequência urinária, urgência para urinar e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga. Por isso, mesmo que os sintomas desapareçam, é importante buscar avaliação médica para investigar a causa.

    Informação como ferramenta de cuidado

    Para os respondentes, os principais desafios enfrentados por pessoas com câncer de bexiga são o diagnóstico tardio (43%), a demora para iniciar o tratamento (36%) e a falta de informação sobre os sintomas (34%). Quando questionados sobre medidas para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, reduzir o tempo de espera para consultas e exames e melhorar o acesso ao diagnóstico precoce aparecem entre as prioridades, citados por 46% e 44% dos internautas, respectivamente.  

    “Toda a jornada do câncer de bexiga vem acompanhada também por medos e inseguranças Com informação de qualidade e apoio esse momento pode ser menos dolorido e desafiador. É fundamental que as pessoas saibam mais sobre a doença, seus sintomas, opções de tratamento e consigam ter acesso ao cuidado integral na hora certa. Nenhum sintoma persistente deve ser negligenciado”, reforça Luciana Holtz, Fundadora e Presidente do Instituto Oncoguia.  

    Ampliar o conhecimento da população sobre os sintomas iniciais do câncer de bexiga é uma das estratégias mais importantes para reduzir diagnósticos tardios e melhorar os desfechos clínicos. Além disso, aumentar a visibilidade dos fatores de risco da doença pode contribuir para que os sinais de alerta sejam identificados mais cedo, favorecendo o diagnóstico precoce e o início oportuno do tratamento.

    Sobre a pesquisa “Câncer de Bexiga: um estudo para identificar as percepções dos brasileiros sobre a doença”

    A pesquisa quantitativa foi realizada pela Ipsos-Ipec, a pedido da Pfizer e do Instituto Oncoguia, por meio de entrevistas online em painel de internautas, entre 21 de julho e 2 de agosto de 2026. Foram entrevistadas 1.400 pessoas com 18 anos ou mais, das classes ABC, residentes em São Paulo capital e nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Belém, Recife, Porto Alegre e Distrito Federal. Os resultados foram ponderados para restabelecer a proporcionalidade entre as áreas em estudo e o perfil dos respondentes. A margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra, considerando nível de confiança de 95%.

  • Cama redonda e espelho no teto ficaram para trás

    Cama redonda e espelho no teto ficaram para trás: no Dia do Sexo, motéis apostam em chef, pole dance e “terceiro entra de graça”

    Com mais brasileiros interessados em ménage, swing e experiências compartilhadas, estabelecimentos se reinventam para atender uma demanda que vai além do casal tradicional

    Esqueça a imagem clássica do motel com cama redonda, iluminação vermelha e espelho no teto. Para conquistar um público que busca experiências mais personalizadas, e nem sempre a dois, os estabelecimentos passaram a investir em suítes com piscina privativa e churrasqueira, barras de pole dance, cardápios assinados por chefs e até promoções voltadas para quem chega acompanhado de uma terceira pessoa.

    No Dia do Sexo, celebrado em 6 de setembro, o Sexlog, maior rede de sexo e swing da América Latina, em parceria com o Guia de Motéis, mostra como o setor está se adaptando ao crescimento de práticas como ménage, swing e sexo em grupo, transformando o motel em um espaço de convivência, lazer e exploração sexual.

    O setor moteleiro fatura cerca de R$4 bilhões por ano no Brasil, segundo dados da ABMotéis, entidade que representa mais de 515 estabelecimentos em 17 estados. O perfil de quem frequenta esses espaços também mudou: 85% dos hóspedes estão em relacionamentos estáveis, casados, noivos ou em união estável. Além disso, o  tempo médio de permanência cresceu 56% nos últimos anos. 

    Um é pouco, dois é bom, três é melhor ainda, quatro nem se fala…

    Para além dos casais tradicionais, um grupo específico está ganhando espaço e, com ele, uma fatia importante do mercado: os praticantes do lifestyle liberal. Uma pesquisa realizada pelo Sexlog com 20 mil usuários revelou que 53,1% desejam participar de troca de casais, enquanto 27,8% já viveram a experiência mais de uma vez. As práticas mais buscadas incluem ménage à trois, suruba, voyeurismo, soft swing e sexo no mesmo ambiente sem troca de parceiros.

    A demanda é tão evidente que alguns estabelecimentos passaram a oferecer promoções como o “terceiro hóspede grátis”, reduzindo um dos principais obstáculos para quem deseja realizar fantasias envolvendo mais de duas pessoas. 

    “O que vemos é uma mudança na forma como as pessoas encaram a sexualidade. Fantasias que antes ficavam apenas no imaginário hoje são planejadas, conversadas e vividas com mais naturalidade. Isso faz com que o público procure ambientes preparados para receber diferentes dinâmicas de relacionamento e não apenas casais”, diz Mayumi Sato, CMO do Sexlog.

    Para Mayumi, a evolução dos motéis acompanha uma transformação mais ampla do comportamento sexual dos brasileiros.  “Os estabelecimentos perceberam que o público não busca apenas privacidade. Ele busca estrutura, conforto e liberdade para viver experiências que fogem do modelo tradicional. Quando os hábitos mudam, o mercado muda junto.” 

    Explorando o prazer

    Mas são os diferenciais mais inusitados que têm chamado a atenção do público e alavancando ainda mais o setor.. Alguns estabelecimentos apostam em barras de pole dance dentro das suítes, teto solar para quem quer romance sob as estrelas, piscina externa com churrasqueira para quem quer fazer uma boa festa e suítes temáticas que simulam desde o ambiente de um pub até cenários mais elaborados. Há ainda promoções voltadas a públicos específicos: descontos para maiores de 50 anos e pacotes de aniversário que incluem decoração e gastronomia.

    Para os centros urbanos, o modelo que avança é o motel vertical, edifícios com muitos andares e poucas suítes por nível, projetados para discrição e praticidade em meio à cidade. O conceito, presente em capitais como São Paulo, elimina o estacionamento como elemento central do projeto e aproxima a motelaria da arquitetura hoteleira de alto padrão.

    Encontrar o espaço certo ficou mais fácil. Plataformas como o Guia de Motéispermitem filtrar estabelecimentos por localização, visualizar os tipos de suíte e estrutura disponíveis  e ainda consultar avaliações de outros hóspedes antes de fechar a reserva. Para quem tem uma lista específica de requisitos (piscina privativa, barra de pole dance, cama para mais de dois), a busca direcionada evita surpresas. Alguns motéis cadastrados também oferecem promoções sazonais e descontos exclusivos pelo app, tornando a experiência mais acessível sem abrir mão das comodidades.

    “O que estamos vendo não é o motel tentando parecer outra coisa. É o motel entendendo quem é o seu público e levando isso a sério”, avalia Mayumi Sato. “Quem vai em três não quer descobrir na hora que o ambiente foi pensado só para dois.”

  • Roteiro de três dias para aproveitar Balneário Camboriú no feriado

    Destino reúne experiências para todas as idades

    Com o feriado de 7 de setembro caindo em uma segunda-feira neste ano, o fim de semana prolongado abre espaço para uma viagem em família. Em Balneário Camboriú, a diversidade de opções de lazer, inclusive fora da orla, é um dos aspectos mais bem avaliados por quem visita o destino catarinense. 

    A Pesquisa de Demanda Turística 2026, realizada pelo Sebrae em parceria com o Consórcio Intermunicipal de Turismo Costa Verde & Mar (Citmar), aponta que 98,3% dos turistas entrevistados atribuíram nota máxima às opções de lazer da cidade. 

    Para curtir o passeio sem concentrar muitas atividades em um único dia, uma alternativa é organizar o roteiro por regiões e pelo tempo necessário para cada experiência, combinando parques temáticos com momentos livres e gastronomia. As atrações do Grupo Oceanic permitem montar uma programação que combina curiosidade, conhecimento e diversão com opções que exploram a vida marinha, o universo dos piratas, a história do automobilismo, a era dos dinossauros e a exploração espacial.

    Do fundo do mar aos piratas e carros clássicos

    O primeiro dia começa com um dos programas mais tradicionais da cidade, que é uma caminhada pela orla. Depois, a programação segue para um circuito de três atrações localizadas na Barra Sul, próximas umas das outras, facilitando o deslocamento.Uma das paradas é o Oceanic Aquarium, um dos maiores aquários da região Sul, que abriga cerca de 170 espécies distribuídas em mais de 30 habitats. O percurso reúne tubarões, pinguins, lontras, jacarés, capivaras, sucuris, águas-vivas, axolotes, cavalos-marinhos e diferentes espécies de aves e peixes. O passeio também aborda temas relacionados à biodiversidade e à conservação da fauna.

    Na sequência, a Aventura Pirata transporta os visitantes para o universo dos corsários, com cenários temáticos, caça ao tesouro, efeitos especiais, desafios com laser e um museu exclusivo com peças recuperadas do fundo do mar.

    A poucos minutos dali, o Classic Car Show, apresenta um acervo que percorre diferentes momentos da história do automobilismo, dos anos 1920 aos 1980. São cerca de 30 veículos, entre os clássicos das marcas Rolls-Royce, Ferrari, Cadillac, Corvette e Mustang, além de pista de autorama, cinema 3D e uma linha do tempo dedicada à evolução dos automóveis.

    Um passeio entre dinossauros

    O segundo dia é dedicado ao Parque Aventura Jurássica, o maior com essa temática no Brasil. Em uma área de 30 mil metros quadrados, são mais de 100 dinossauros em tamanho real, aliados a cenários, movimentos e efeitos sonoros, que transportam os visitantes para uma viagem pela pré-história.

    Além de percorrer os ambientes, também é possível fazer um passeio de barco desbravando os gigantes jurássicos. Nas alturas, a tirolesa de 130 metros de extensão proporciona a sensação de sobrevoar o parque, enquanto o arvorismo desafia os visitantes em um circuito suspenso com obstáculos e plataformas em formato de casas na árvore.

    A programação inclui ainda playground indoor e outdoor, cinema interativo e atividades de mineração. E, como a ideia é passar boa parte do dia por lá, o parque conta com restaurante temático, com opções que vão de hambúrgueres e pizzas a pratos com carnes e acompanhamentos, saladas, lanches e sobremesas. O cardápio também entra no clima jurássico, com opções inspiradas no universo dos dinossauros.

    Da Terra ao espaço

    No último dia, o roteiro segue para o Space Adventure, onde o visitante percorre alguns dos principais capítulos da história da exploração espacial. Em mais de 4 mil metros quadrados, a atração reúne o maior acervo da NASA fora dos Estados Unidos, são mais de 300 itens relacionados às missões espaciais e aos programas Mercury, Gemini e Apollo, que ajudam a contar a trajetória que levou o homem à Lua.

    Ao longo do percurso, cenários imersivos, simuladores e recursos tecnológicos aproximam o público da rotina e dos desafios enfrentados pelos astronautas. A experiência inclui ainda uma ambientação que reproduz a superfície lunar, permitindo vivenciar um pouco da sensação de estar fora da Terra e conhecer mais de perto o universo. Quem quiser colocar a criatividade em prática, tem a oportunidade de participar da oficina interativa do NAVE (Núcleo de Aprendizagem e Viagens Espaciais) para construir e lançar o seu próprio foguete.

    Para completar a visita, vale assistir a sessão no Planetário, com projeções em 360 graus, proporcionando uma experiência visual que aproxima o público da astronomia e dos mistérios do universo. 

    Mais atrações em uma mesma viagem

    Com propostas para diferentes perfis e faixas etárias, o roteiro de três dias permite que crianças e adultos vivam diferentes experiências em Balneário Camboriú. Para facilitar a programação, o Grupo Oceanic oferece o Passaporte da Diversão, que reúne os empreendimentos em uma única opção de ingresso.

    Mais informações em https://ingresso.oceanicaquarium.com.br/
    Oceanic Aquarium: instagram.com/oceanicaquarium/
    Space Adventure: instagram.com/spaceadventurebc
    Parque Aventura Jurássica: instagram.com/aventurajurassicaoficial
    Aventura Pirata: instagram.com/aventurapiratabc
    Classic Car Show: instagram.com/classiccarshowbc

  • 7 motivos para escolher Los Cabos como destino das suas próximas férias

    Destino mexicano reúne paisagens únicas, hotéis reconhecidos internacionalmente, gastronomia premiada e experiências que vão da aventura ao bem-estar

    Escolher o destino das próximas férias nem sempre é uma tarefa simples. Praia ou montanha? Descanso ou aventura? Gastronomia, natureza ou vida noturna? Em Los Cabos, no México, não é preciso optar por apenas uma dessas experiências.

    Localizado no extremo sul da Península da Baixa Califórnia, onde o Oceano Pacífico encontra o Mar de Cortés, o destino reúne Cabo San Lucas, San José del Cabo e um corredor turístico que conecta as duas cidades. Em uma mesma viagem, é possível navegar ao pôr do sol, conhecer paisagens desérticas, experimentar menus reconhecidos pelo Guia Michelin, hospedar-se em alguns dos melhores hotéis do México e ainda reservar tempo para spas, galerias de arte, golfe e contato com a natureza.

    Confira sete motivos para colocar Los Cabos na lista das próximas férias.

    1. Uma paisagem que só existe aliPoucos destinos reúnem mar, deserto e montanhas em um mesmo cenário. Essa combinação acompanha o viajante durante praticamente toda a viagem e transforma até os deslocamentos em parte da experiência.

    O principal cartão-postal é o Arco de Los Cabos, formação rochosa localizada no encontro entre o Oceano Pacífico e o Mar de Cortés. A região pode ser conhecida em passeios de barco, caiaque, stand-up paddle ou em navegações ao pôr do sol.

    Com cerca de 350 dias de sol por ano, Los Cabos também permite aproveitar boa parte dessas experiências em diferentes épocas.

    2. Aventuras dentro, sobre e ao redor do marO Mar de Cortés, chamado pelo explorador Jacques Cousteau de “aquário do mundo”, concentra uma extraordinária biodiversidade marinha. Mergulho, snorkel, pesca esportiva, vela, surfe e passeios de barco estão entre as atividades disponíveis.

    Em determinadas épocas do ano, a observação de baleias se torna uma das experiências mais emblemáticas da viagem. Para quem prefere permanecer em terra firme, as opções incluem trilhas, passeios pelo deserto, experiências em veículos off-road e cavalgadas com o mar ao fundo.

    3. Gastronomia que também conta a história do destinoEm Los Cabos, a gastronomia vai muito além dos tradicionais tacos e margaritas. A cozinha local combina ingredientes mexicanos, pescados e frutos do mar do Pacífico e do Mar de Cortés, além de produtos cultivados em fazendas orgânicas da região.

    O movimento farm-to-table, que aproxima os restaurantes dos produtores locais, tornou-se uma das marcas do destino. Muitos estabelecimentos mantêm hortas próprias, trabalham com menus sazonais e valorizam ingredientes frescos e práticas mais sustentáveis.

    A cena gastronômica ganhou ainda mais projeção com a chegada do Guia Michelin ao México. Restaurantes como Cocina de Autor, Acre e Nicksan ajudam a mostrar a diversidade da culinária encontrada em Los Cabos, que vai de experiências autorais a refeições descontraídas à beira-mar.

    4. Hotéis que fazem parte da viagemA hotelaria é uma das grandes atrações de Los Cabos. O destino reúne resorts de luxo, hotéis boutique, propriedades exclusivas para adultos, opções para famílias e empreendimentos com sistema all-inclusive.

    Nomes como Waldorf Astoria, Montage, Zadún, Viceroy, Esperanza, Chileno Bay, Grand Velas e Hotel El Ganzo estão entre as propriedades que ajudam a consolidar a região como referência internacional em hospitalidade.

    Mais do que lugares para dormir, muitos hotéis funcionam como destinos em si mesmos, com praias reservadas, piscinas de frente para o mar, restaurantes comandados por chefs reconhecidos, spas e experiências personalizadas.

    5. Descanso e bem-estar em outro ritmoLos Cabos também é um convite para desacelerar. A combinação entre silêncio, paisagem desértica e proximidade com o mar criou um ambiente especialmente favorável para experiências de bem-estar.

    Os viajantes encontram spas premiados, tratamentos inspirados em tradições mexicanas, aulas de ioga, meditação, terapias realizadas ao ar livre e programas voltados à reconexão com a natureza.

    Até mesmo quem escolhe uma programação mais intensa pode reservar parte da viagem para contemplar o pôr do sol, aproveitar uma praia tranquila ou simplesmente passar algumas horas à beira da piscina.

    6. Diferentes viagens em um mesmo destinoLos Cabos consegue assumir personalidades bastante diferentes. Cabo San Lucas concentra praias, marina, restaurantes, compras e uma vida noturna mais movimentada. San José del Cabo preserva um ritmo mais tranquilo, com arquitetura colonial, galerias de arte, restaurantes e ruas que convidam a caminhar sem pressa.

    O corredor turístico entre as duas cidades concentra hotéis, praias e alguns dos campos de golfe mais reconhecidos da região, muitos deles desenhados por nomes importantes do esporte e cercados por paisagens que unem o azul do mar aos tons do deserto.

    Essa diversidade faz com que o destino funcione para viagens românticas, férias em família, grupos de amigos, celebrações especiais ou simplesmente alguns dias de descanso.

    7. Está mais perto do Brasil do que pareceA conectividade aérea tornou a viagem mais acessível para os brasileiros. A rota entre a Cidade do Panamá e Los Cabos, operada três vezes por semana, permite chegar ao destino por meio do Hub das Américas, com conexões a partir de diferentes cidades brasileiras e de outros países da América Latina.

    O voo entre o Panamá e Los Cabos dura cerca de cinco horas. Com uma única conexão, o viajante brasileiro pode sair do país e chegar a um cenário onde o deserto encontra dois mares — sem precisar passar pelos Estados Unidos.

    Para ficar de olho: a natureza também é protagonistaEm Los Cabos, a natureza vai muito além da paisagem. Localizado entre o Oceano Pacífico e o Mar de Cortés, o destino reúne ambientes marinhos, desérticos, montanhosos e costeiros que abrigam uma biodiversidade singular.

    Dependendo da época do ano, o visitante pode observar baleias, golfinhos, raias, leões-marinhos e tartarugas, além de diferentes espécies de aves residentes e migratórias. No Estuário de San José del Cabo, área natural protegida localizada em meio à cidade, é possível conhecer um lado mais tranquilo da região e observar aves em seu habitat natural.

    O destino também desenvolve iniciativas de conservação, como programas de proteção das tartarugas marinhas. Realizadas por operadores autorizados, algumas experiências permitem que os viajantes conheçam esse trabalho e se aproximem da vida selvagem de forma responsável.

    É mais uma razão para visitar Los Cabos com tempo e atenção: no encontro entre o deserto e o mar, a natureza não é apenas cenário, mas parte essencial da viagem.

    Com experiências para diferentes perfis e momentos, Los Cabos permite combinar aventura, descanso, gastronomia, natureza e sofisticação em uma única viagem. Talvez esse seja o principal motivo para escolhê-lo nas próximas férias: não é necessário decidir que tipo de viagem fazer antes de chegar.