“Romeu e Romeu – Por Essa Nem Shakespeare Esperava” volta a São Paulo para única apresentação no Teatro Sabesp Frei Caneca
Texto de Ronaldo Ciambroni, inspirada em “Romeu e Julieta”, aborda amor, preconceito e conflitos familiares ao acompanhar a história de um casal homoafetivo em uma releitura contemporânea do clássico de Shakespeare
A Rama Kriya Produções e a AT Produções apresentam, no dia 5 de setembro, no Teatro Sabesp Frei Caneca, localizado no Shopping Frei Caneca, o espetáculo “Romeu e Romeu – Por Essa Nem Shakespeare Esperava”, texto de Ronaldo Ciambroni, com direção geral de Rogério Fabiano, direção de movimentos, cenografia e figurinos assinados por Ciro Barcelos e direção musical de Eduardo Menga. A montagem reúne no elenco os atores Guilherme Chelucci, Márcio Louzada, Juan Alves, Luan Batista e Pedro Pilar, em interpretações que equilibram comédia, emoção e reflexão.
Escrito na década de 1980, o clássico permanece surpreendentemente atual em sua versão contemporânea ao abordar, de forma sensível e bem-humorada, os desafios enfrentados por um casal homoafetivo diante do preconceito, dos conflitos familiares e das dificuldades para viver plenamente uma história de amor.
Inspirada na obra “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, a peça preserva o amor como fio condutor da narrativa, mas propõe uma releitura ao transportar a trama para o universo de dois jovens apaixonados que desafiam convenções sociais. Entre situações cômicas, dilemas domésticos, ciúmes, amizade e preconceito, o espetáculo convida o público a imaginar um desfecho diferente daquele eternizado pelo dramaturgo inglês — um final em que o amor prevalece sobre a intolerância.
Na versão criada por Ronaldo Ciambroni, Romeu Camari, estudante de Medicina, pertence a uma família tradicional e influente que mantém uma antiga rivalidade com os Mariane. Os dois clãs são responsáveis pelos principais negócios da cidade. O encontro entre Romeu e seu grande amor acontece durante uma corrida de automóveis, mas um acidente fatal envolvendo um integrante da família Camari intensifica ainda mais a disputa entre as duas famílias, tornando o relacionamento aparentemente impossível.
Entre momentos de humor, romance, drama, traições, reencontros e reviravoltas, a montagem conduz o espectador por uma narrativa envolvente e reafirma que, décadas após sua criação, a obra continua despertando reflexões sobre diversidade, respeito e liberdade para amar.
Enfim, “Por Essa, Nem Shakespeare Esperava”!
(Link de fotos (Crédito: Ronaldo Gutierrez) e vídeos)
Espetáculo: Romeu e Romeu – Por Essa Nem Shakespeare Esperava Texto: Ronaldo Ciambroni
Elenco: Guilherme Chelucci, Márcio Louzada, Juan Alves, Luan Batista e Pedro Pilar Direção Geral: Rogério Fabiano
Direção de Movimentos, Cenografia e Figurinos: Ciro Barcelos Trilha Sonora: Eduardo Menga Fotografia: Ronaldo Gutierrez Produção: Rama Kriya Produções e AT Produções Assessoria de Imprensa: Davi Brandão
Serviço
Espetáculo: Romeu e Romeu – Por Essa Nem Shakespeare Esperava Única apresentação: 5 de setembro, às 22 horas Local: Teatro Sabesp (Shopping Frei Caneca) – R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo – SP
Duração: 70 minutosClassificação indicativa: 18 anos
Castanhas, gelo, pipoca e balas duras estão entre os alimentos que mais oferecem risco; especialista explica quando o problema exige tratamento
Morder uma castanha, mastigar um grão de pipoca não estourado ou até o hábito de triturar gelo podem parecer atitudes inofensivas, mas, dependendo da condição do dente, podem provocar trincas e fraturas. Dados publicados na revista científica Arquivos em Odontologia, da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Minas Gerais (FO-UFMG), mostram que, entre 2014 e 2023, foram notificados mais de 1,65 milhão de casos de traumatismos dentários no Brasil. Embora não exista um levantamento específico sobre fraturas causadas pela alimentação, esse é considerado um dos acidentes mais frequentes nos consultórios odontológicos.
Segundo o presidente da Câmara Técnica de Prótese Dentária do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), Dr. Fernando Igai, a maioria das fraturas não acontece apenas por causa do alimento, mas porque o dente já apresenta algum grau de fragilidade.
“Um dos principais fatores que enfraquecem o dente é a perda de estrutura causada pela cárie, por restaurações extensas ou por tratamentos endodônticos realizados em dentes com pouco remanescente dentário. Nessas condições, o risco de fratura aumenta significativamente”, explica.
Além da condição do dente, alguns hábitos também favorecem esse tipo de lesão.
“Alimentos muito duros ou o choque térmico provocado pela ingestão de um alimento quente logo após um alimento gelado também podem contribuir para a fratura”, afirma o especialista.
Entre os alimentos que exigem maior atenção estão castanhas, gelo, balas duras, pipoca (principalmente os grãos não estourados), torresmo, ossos e outros alimentos muito rígidos.
O que fazer quando o dente quebra?
Ao perceber uma trinca ou fratura, a recomendação é procurar um cirurgião-dentista o quanto antes. O profissional fará o exame clínico para avaliar a extensão do dano e definir o tratamento mais adequado.
“O tratamento depende da gravidade da lesão. Nos casos mais simples, uma restauração pode resolver o problema. Quando a fratura é maior, pode ser necessário realizar tratamento endodôntico e confeccionar uma coroa protética. Já nas situações mais graves, em que o dente não pode ser recuperado, pode haver indicação de extração seguida da instalação de implante e prótese”, explica Dr. Fernando.
O problema vai além da estética
Além do impacto visual, um dente fraturado pode comprometer funções importantes da boca.
“Para além da estética, um dente fraturado prejudica a mastigação. E, quando existem diversos elementos dentários fraturados, ocorre a perda da dimensão vertical, o que pode causar problemas musculares, disfunção da articulação temporomandibular (ATM) e dor”, conclui o especialista.
O que a balança não mostra: alimentação ajuda a preservar força, autonomia e independência
No Dia do Nutricionista, especialista explica por que o cuidado nutricional não se resume ao emagrecimento e deve acompanhar diferentes momentos da vida
No Dia do Nutricionista, especialista explica por que o cuidado nutricional deve acompanhar diferentes momentos da vida. Créditos: Divulgação MedSênior.
O peso corporal é apenas uma das informações avaliadas em uma consulta com o nutricionista. Há aspectos importantes que a balança não consegue mostrar, como perda de massa muscular, deficiência de nutrientes, redução da força e dificuldades que podem afetar a recuperação ou a capacidade de realizar atividades cotidianas.
Essa avaliação ganha ainda mais relevância com o avanço da idade. Dados do Ministério da Saúde indicam que aproximadamente 12% das pessoas idosas estão abaixo do peso adequado, enquanto mais da metade apresenta excesso de peso. Embora diferentes, os dois cenários exigem atenção, pois podem estar associados a desequilíbrios nutricionais e a impactos sobre a saúde e a autonomia.
Celebrado em 31 de agosto, o Dia do Nutricionista reforça a importância de ampliar o olhar sobre o trabalho desse profissional. Sua atuação abrange desde a prevenção e o acompanhamento de condições crônicas até o cuidado durante internações e a recuperação após a alta hospitalar.
Segundo Giselli Prucoli, nutricionista da MedSênior, uma alimentação adequada não deve ser tratada apenas como uma estratégia para perder peso, mas como parte do cuidado contínuo com a saúde.
“O nutricionista não atua apenas quando existe uma condição de saúde ou quando o objetivo é emagrecer. A alimentação influencia diferentes processos do organismo e pode contribuir para a prevenção, o controle de condições já existentes e a preservação da capacidade funcional. Por isso, o plano alimentar precisa considerar a rotina, as preferências, o estado de saúde e os objetivos de cada pessoa”, explica.
Comer bem também significa preservar a autonomia
Ao longo do envelhecimento, o organismo passa por transformações que alteram suas necessidades nutricionais. Mudanças no apetite, no paladar, na mastigação, na absorção de nutrientes e na composição corporal podem exigir adaptações na alimentação, mesmo quando o peso aparentemente permanece estável.
A atenção à ingestão de proteínas, vitaminas, minerais, fibras e líquidos ajuda a preservar a massa muscular, a força, a saúde óssea e a disposição. Também contribui para prevenir a desnutrição e a sarcopenia, caracterizada pela perda progressiva de massa e força muscular.
Sem acompanhamento, essas alterações podem passar despercebidas até começarem a interferir na rotina, aumentando a dificuldade para caminhar, levantar-se de uma cadeira, subir escadas ou realizar tarefas sem ajuda.
“Envelhecer com saúde está diretamente relacionado à possibilidade de continuar fazendo escolhas e realizando as atividades do dia a dia com independência. A alimentação adequada ajuda a manter a força, o equilíbrio e a disposição necessários para isso”, destaca Giselli.
Quando procurar um nutricionista?
Não é necessário esperar que uma alteração apareça nos exames ou que o peso mude de forma significativa para buscar orientação.
O acompanhamento nutricional pode ser adotado preventivamente e revisto sempre que houver mudanças na rotina, no estado de saúde, no apetite ou na capacidade funcional.
A avaliação profissional pode ajudar a:
– Prevenir ou controlar condições crônicas, como diabetes, hipertensão e colesterol elevado; – Identificar perda de peso ou de massa muscular; – Adaptar a alimentação às mudanças do envelhecimento; – Adequar o consumo de proteínas, fibras, vitaminas, minerais e líquidos; – Atender a necessidades alimentares específicas; – Recuperar o estado nutricional depois de uma internação; – Preservar a força, a autonomia e a qualidade de vida.
Mais do que definir o que deve ou não estar no prato, o nutricionista busca transformar a alimentação em uma estratégia possível de ser incorporada à rotina. Afinal, o cuidado nutricional não começa nem termina na balança: ele também pode ser percebido na força para caminhar, na recuperação após um procedimento e na independência para seguir realizando as atividades de todos os dias.
Nas profundezas do paraíso: explorar o mar é uma das melhores formas de conhecer as Bahamas
Muito além das praias paradisíacas, o arquipélago convida a explorar recifes, cavernas e blue holes, além de proporcionar encontros responsáveis com a vida marinha em um dos ecossistemas mais extraordinários do Caribe
Crédito: The Bahamas Ministry of Tourism (BMOT)
Com mais de 700 ilhas e cays, incluindo 16 destinos insulares, espalhados por cerca de 260 mil quilômetros quadrados de oceano cristalino, as Bahamas mantêm uma relação única com o mar. Ali, as águas são muito mais do que um cenário: fazem parte da identidade do destino, de seu patrimônio natural e da experiência de quem o visita.
Das tonalidades intensas de azul – visíveis até do espaço – aos ecossistemas que abrigam uma impressionante diversidade de espécies, o arquipélago revela um universo que começa na superfície e se estende por recifes de corais, cavernas, blue holes, naufrágios e passagens submersas. Há quem prefira explorar enseadas protegidas com snorkel, acompanhando a vida marinha em águas rasas e de visibilidade excepcional. Outros escolhem mergulhar mais fundo para descobrir paredões recobertos por corais, naufrágios e formações naturais que revelam uma face ainda mais silenciosa e fascinante do oceano.
Entre os cenários mais emblemáticos estão os extensos recifes que cercam diversas ilhas do arquipélago. Em Andros, o Andros Barrier Reef se estende por cerca de 190 milhas ao longo da costa leste da ilha antes de descer em direção ao Tongue of the Ocean. Considerado o terceiro maior do mundo, o recife combina uma rica cobertura de corais com blue holes, naufrágios e cavernas, criando condições excepcionais para o mergulho.
A diversidade dos ambientes submersos também pode ser encontrada em Bimini, Grand Bahama, The Exumas e Berry Islands. Jardins de corais, paredões, cavernas, blue holes e naufrágios compõem um mosaico de paisagens que ajudou a consolidar as Bahamas como um dos principais destinos mundiais para o mergulho.
E a vida marinha não se limita aos recifes. Ao longo do arquipélago, é possível encontrar tartarugas, observar arraias em águas cristalinas, avistar golfinhos e participar de mergulhos com tubarões conduzidos por operadores especializados – sempre em experiências que permitem observar os animais em seu habitat natural.
Blue holes: maravilhas naturais sob a superfície
Se os recifes impressionam pela riqueza de vida, os blue holes revelam outra dimensão extraordinária das Bahamas. Essas formações geológicas surgiram ao longo de milhares de anos, a partir da dissolução natural das rochas calcárias, e hoje podem ser exploradas de diferentes maneiras: em passeios de barco, com snorkel ou em mergulhos que levam às suas impressionantes profundidades.
Andros concentra mais de 180 blue holes em seu interior e ao longo de suas costas – a maior concentração dessas formações geológicas conhecida no mundo. Parte delas está protegida pelo Blue Holes National Park, onde esses ambientes naturais são importantes para atividades de exploração, educação e pesquisa.
Em Long Island, o Dean’s Blue Hole atrai visitantes por sua profundidade excepcional e pelo cenário de grande impacto visual. Já no sul de Berry Islands, o Hoffman’s Cay Blue Hole proporciona uma experiência igualmente marcante: um paredão de calcário de cerca de 20 pés de altura se ergue sobre as águas de azul profundo da formação.
Em The Exumas, a aventura continua na Thunderball Grotto, impressionante sistema de cavernas submersas localizado a oeste de Staniel Cay. Repleta de vida marinha, corais coloridos e peixes tropicais, a gruta pode ser explorada tanto por praticantes de snorkel quanto por mergulhadores.
Conservação: preservar o paraíso para as próximas gerações
A grandiosidade desses ambientes também evidencia a importância de proteger os ecossistemas que tornam essas experiências possíveis. Áreas marinhas protegidas, programas de conservação e iniciativas de educação ambiental refletem o compromisso de longo prazo das Bahamas com a preservação de seus recursos naturais.
Para os viajantes, esse cuidado começa por escolhas individuais. Manter distância respeitosa da fauna, evitar o contato físico, não alimentar os animais, deixar corais e conchas em seu ambiente natural e optar por protetores solares menos prejudiciais aos recifes são atitudes simples que ajudam a preservar esses ecossistemas para as próximas gerações.
Entre os encontros com a fauna mais conhecidos das Bahamas está a visita aos famosos porquinhos nadadores de Big Major Cay, também conhecido como Pig Beach, em The Exumas. O cay é reconhecido pelo Bahamas Ministry of Tourism como o lar oficial dos animais, e a orientação aos visitantes é simples: observar, mas não tocar. Como em qualquer interação com a vida selvagem, seguir as recomendações estabelecidas e escolher operadores responsáveis, comprometidos com o bem-estar dos animais, é fundamental.
Nas Bahamas, explorar o mar significa muito mais do que mergulhar ou nadar em águas cristalinas. É uma oportunidade de conhecer um patrimônio natural moldado ao longo de milhares de anos, compreender as conexões entre seus diferentes ecossistemas e descobrir uma dimensão do destino que vai muito além das praias.
Afinal, algumas das experiências mais marcantes das Bahamas não estão na areia, mas sob a superfície de um oceano que continua a surpreender a cada mergulho.
Expoflora 2026: flores, cultura holandesa, gastronomia e um passeio que vale o dia inteiro
Holambra já é conhecida como a Cidade das Flores, mas durante a Expoflora a experiência ganha outra dimensão. Visitamos a edição 2026 e encontramos um passeio que combina jardins, cultura holandesa, gastronomia, compras, apresentações e algumas das atrações mais tradicionais do evento.
A 43ª Expoflora acontece de 28 de agosto a 27 de setembro de 2026, às sextas, sábados e domingos, além do feriado de 7 de setembro, sempre das 9h às 19h.
A primeira impressão é justamente a quantidade de coisas para fazer. Não é um passeio para chegar, tirar algumas fotos e ir embora. Para aproveitar bem, vale reservar praticamente o dia inteiro.
As flores continuam sendo as grandes protagonistas
Naturalmente, as flores são o principal destaque.
Ao longo do evento encontramos exposições, arranjos, projetos de paisagismo e diferentes espaços criados para fotografar. Em 2026, o tema “Tradição e Origens” também aparece em instalações e cenários distribuídos pelo parque, além de um mini museu dedicado à trajetória da própria Expoflora.
A tradicional Exposição de Arranjos Florais e a Mostra de Paisagismo e Decoração continuam entre os pontos que merecem uma visita com calma.
Também vale passar pelo Shopping das Flores. O espaço reúne centenas de produtos, especialmente flores e plantas ornamentais cultivadas por produtores de Holambra.
É aquela parte do passeio em que entrar “só para dar uma olhadinha” pode facilmente terminar com uma planta nova no carro.
Cultura holandesa completa a experiência
As referências à imigração holandesa aparecem em vários momentos do passeio, seja nos trajes, nas danças típicas, na arquitetura, no Museu Histórico e também na gastronomia.
É essa combinação que ajuda a Expoflora a ter uma identidade própria.
Em vez de funcionar apenas como uma grande exposição de flores e plantas, o evento incorpora entretenimento e elementos da história de Holambra, criando uma experiência mais completa para quem passa o dia por ali.
Gastronomia também merece entrar no roteiro
Entre uma atração e outra, a gastronomia acabou sendo uma parte importante da nossa visita.
Para o almoço, nossa escolha foi o Restaurante Mini Haras, que oferece buffet por R$ 65 por pessoa.
Para quem pretende permanecer várias horas no evento, é uma boa alternativa para fazer uma refeição completa antes de continuar o roteiro.
Mas nossa dica é guardar espaço para os quitutes espalhados pela Expoflora.
A Quinta do Olivardo também está presente no evento e é uma boa parada para quem já conhece ou quer experimentar alguns dos sabores da tradicional casa portuguesa.
Outro destaque foi a torta de maçã do De Immigrant, uma escolha que combina perfeitamente com a atmosfera de Holambra.
E ainda teve parada na Vanilla Ice, com seus sorvetes e o merengue italiano.
Nossa recomendação é não concentrar tudo no almoço. Vale fazer uma refeição mais completa e depois ir experimentando doces, sorvetes e quitutes ao longo do dia.
Magic Garden: um passeio extra entre girassóis, rosas e orquídeas
Outra experiência que merece entrar no roteiro é o Magic Garden Holambra.
O espaço fica a cerca de 6 quilômetros do Parque da Expoflora e reúne uma grande área de visitação e cultivo, com jardins, campos de flores, esculturas e diferentes cenários para fotografar.
Entre os destaques estão o campo de girassóis, o roseiral, o lavandário, o jardim inspirado em borboletas, esculturas, cenários interativos e também o orquidário.
Mas um dos grandes protagonistas continua sendo o campo de girassóis.
Nesta edição foram plantadas cerca de 45 mil sementes, reforçando ainda mais o visual do espaço durante o período da Expoflora.
Para quem gosta de fotografia, flores e paisagens, é uma das experiências que mais complementam a visita ao evento principal.
O passeio ao Magic Garden é cobrado separadamente e custa R$ 67,90 por pessoa na compra antecipada.
Outro ponto positivo é a logística: o traslado entre a Expoflora e o Magic Garden é realizado em ônibus com ar-condicionado, permitindo deixar o carro estacionado no evento principal durante o passeio.
Nossa dica é separar um período específico para essa experiência e considerar o deslocamento no planejamento do dia, principalmente se você também quiser acompanhar as atrações tradicionais do fim da tarde.
Parada das Flores e Chuva de Pétalas
Se existe um momento em que boa parte do público para o que está fazendo, é na parte final do dia.
A Parada das Flores continua sendo uma das atrações tradicionais da Expoflora e antecede outro momento bastante aguardado: a Chuva de Pétalas.
Na Chuva de Pétalas, milhares de pétalas são lançadas sobre o público, criando um dos momentos mais emblemáticos da visita.
Existe ainda a tradição de tentar pegar uma pétala no ar e fazer um pedido.
Superstição à parte, é uma das atrações que mais rendem fotos e vídeos.
Vale chegar cedo
Essa talvez seja uma das principais dicas para quem pretende conhecer a Expoflora.
O evento abre às 9h, e chegar cedo permite percorrer as exposições com mais tranquilidade, fazer paradas para comer, visitar o Shopping das Flores e incluir experiências adicionais sem transformar o roteiro em uma corrida contra o relógio.
Quem pretende fazer o Magic Garden precisa considerar também o tempo de deslocamento e permanência no espaço.
O ideal é planejar o dia previamente, especialmente se a intenção for retornar ao parque principal para acompanhar a Parada das Flores e a Chuva de Pétalas.
Quanto custa visitar a Expoflora 2026?
Na compra antecipada, realizada até a véspera da visita, os preços variam conforme a data.
Na maior parte dos dias, a meia-entrada parte de R$ 62,90, o ingresso solidário parte de R$ 64,90 e a inteira parte de R$ 125,80.
Na bilheteria, os valores são maiores:
meia-entrada: R$ 80
ingresso solidário: R$ 90
inteira: R$ 160
O estacionamento antecipado para carros custa R$ 59,90.
O passeio ao Magic Garden custa R$ 67,90 por pessoa.
Também existem refeições, parque de diversões, compras e outras despesas que podem aumentar consideravelmente o orçamento final.
Por isso, para um casal ou uma família, vale colocar tudo na ponta do lápis antes de ir.
Afinal, como é a experiência da Expoflora?
O principal mérito da Expoflora é conseguir transformar as flores em ponto de partida para um passeio muito maior.
Você encontra paisagismo, cultura, gastronomia, compras, apresentações, história e experiências suficientes para preencher praticamente o dia inteiro.
As flores chamam atenção logo na chegada, mas são as pequenas descobertas ao longo do percurso que ajudam a tornar a visita mais interessante.
É especialmente indicado para quem gosta de fotografia, flores, gastronomia e programas para fazer sem pressa.
O Magic Garden acrescenta ainda uma experiência diferente ao roteiro, com campos floridos, roseiral, orquidário, lavandário e o grande campo de girassóis.
O principal ponto de atenção é o custo.
Somando ingresso, estacionamento, alimentação e atrações extras, a visita pode ficar consideravelmente mais cara, principalmente para famílias.
Por outro lado, com planejamento, é possível montar um roteiro bastante completo para passar o dia em Holambra.
Nossa dica AgitoSP
Chegue cedo, reserve praticamente o dia inteiro e monte previamente a ordem das atrações.
Faça as exposições com calma, aproveite a gastronomia ao longo do percurso, considere incluir o Magic Garden e deixe espaço na programação para os grandes momentos do fim da tarde.
No final, a Expoflora não é apenas um passeio para ver flores.
É um dia entre cores, sabores, cultura holandesa e experiências que fazem Holambra ficar ainda mais especial nesta época do ano.
Onde: Expoflora — Holambra (SP) Quando: 28 de agosto a 27 de setembro de 2026 Dias: sextas, sábados e domingos, além de 7 de setembro Horário: das 9h às 19h
Ingressos antecipados: Meia a partir de R$ 62,90 Solidário a partir de R$ 64,90 Inteira a partir de R$ 125,80
Estacionamento antecipado para carros: R$ 59,90
Magic Garden: R$ 67,90 por pessoa
Valores sujeitos a alteração conforme lote e data escolhida.
Cigarro, charuto e dispositivos eletrônicos: entenda os riscos e por que nunca é tarde para parar de fumar
Pneumologista explica os impactos das diferentes formas de consumo e orienta como abandonar o hábito
Cigarro, charuto e dispositivos eletrônicos: entenda os riscos e por que nunca é tarde para parar de fumar. Créditos: Magnific.
O cigarro pode acompanhar uma pessoa durante décadas, mas o tempo de consumo não deve ser encarado como motivo para desistir de parar. Abandonar o tabagismo traz benefícios à saúde e interrompe a exposição contínua a substâncias relacionadas a doenças cardiovasculares, respiratórias e diferentes tipos de câncer.
O alerta ganha relevância diante do cenário observado no país. Segundo o Vigitel 2024, do Ministério da Saúde, 11,5% dos adultos entrevistados nas capitais brasileiras e no Distrito Federal declararam ser fumantes. Quando o levantamento considera conjuntamente quem fuma cigarros convencionais ou utiliza dispositivos eletrônicos para fumar, o percentual chega a 13,1% da população adulta dessas regiões.
Os dados mostram que esse consumo também permanece presente nas faixas etárias mais avançadas: entre pessoas de 55 a 64 anos, 12,4% declararam fumar cigarros ou utilizar dispositivos eletrônicos; entre aquelas com 65 anos ou mais, o índice foi de 10,6%.
No Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado em 29 de agosto, o pneumologista e superintendente nacional de Práticas Assistenciais da MedSênior, Cristiano Nascimento, destaca que parar de fumar traz benefícios à saúde em qualquer idade.
“Existe a ideia equivocada de que, depois de décadas fumando, parar já não fará tanta diferença. Mas nunca é tarde para parar de fumar. Não devemos olhar apenas para os anos em que a pessoa fumou, mas também para os que ainda têm pela frente. Interromper a exposição às substâncias tóxicas do tabaco contribui para preservar a saúde, a capacidade funcional e a qualidade de vida”, explica o médico.
Tabagismo vai além do câncer de pulmão
Embora o câncer de pulmão seja uma das doenças mais associadas ao cigarro, os efeitos do tabagismo atingem diferentes partes do organismo. O consumo de produtos derivados do tabaco está relacionado a doenças cardiovasculares e respiratórias e a diferentes tipos de câncer, incluindo tumores de boca e garganta.
Entre as doenças respiratórias associadas ao hábito está a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), condição que causa limitação persistente do fluxo de ar e pode envolver alterações das vias aéreas e dos alvéolos, como o enfisema. Falta de ar, tosse persistente, chiado no peito e dificuldade para realizar atividades cotidianas estão entre os sinais de alerta.
“Em muitos casos, a pessoa adapta a rotina às limitações respiratórias sem perceber a progressão do problema. Passa a evitar escadas, reduz caminhadas ou faz mais pausas. Especialmente após os 50 anos, é importante não atribuir automaticamente a falta de ar e a redução da disposição ao envelhecimento. Sintomas persistentes precisam ser investigados”, alerta o pneumologista.
Charuto e dispositivos eletrônicos também oferecem riscos
O fato de o charuto ser consumido de maneira diferente do cigarro convencional não o torna uma opção segura. Mesmo sem tragar a fumaça, há exposição à nicotina e a substâncias tóxicas e cancerígenas. O consumo também está associado a cânceres de boca, língua, garganta e esôfago.
Os dispositivos eletrônicos para fumar também oferecem riscos à saúde. Eles podem utilizar líquidos com ou sem nicotina, mas os aerossóis produzidos podem conter substâncias tóxicas e potencialmente prejudiciais ao organismo. No Brasil, a fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento, transporte e propaganda desses produtos são proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“É importante combater a percepção de que o cigarro eletrônico é inofensivo. Mesmo os dispositivos sem nicotina podem expor o organismo a substâncias nocivas presentes nos aerossóis. Para quem deseja parar de fumar, o mais indicado é buscar estratégias reconhecidas para o tratamento da dependência, preferencialmente com orientação profissional”, explica.
O organismo começa a sentir os benefícios
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), os benefícios de abandonar o cigarro começam pouco tempo após a interrupção do consumo e continuam ao longo dos anos:
– Após 20 minutos: pressão sanguínea e pulsação retornam aos níveis normais;
– Após 8 horas: o nível de oxigênio no sangue se normaliza;
– Após 3 semanas: respiração e circulação apresentam melhora;
– Após 1 ano: o risco de morte por infarto do miocárdio é reduzido pela metade.
Quero parar de fumar. Por onde começar?
A dependência da nicotina envolve aspectos físicos e comportamentais e, por isso, parar de fumar nem sempre depende apenas de força de vontade. O tratamento pode combinar acompanhamento comportamental e, quando indicado, o uso de medicamentos, de acordo com a avaliação de um profissional de saúde. Algumas medidas também podem ajudar:
– Estabeleça uma data para parar de fumar;
– Identifique os gatilhos associados à vontade de fumar;
– Retire cigarros, charutos, cinzeiros e isqueiros do ambiente;
– Mude pequenas rotinas nos momentos anteriormente associados ao cigarro;
– Conte com familiares e amigos como rede de apoio;
– Procure acompanhamento profissional para avaliar o grau de dependência e definir a estratégia de tratamento mais adequada.
“Parar de fumar é um processo e cada pessoa pode percorrê-lo de uma forma diferente. Algumas conseguem interromper o consumo de uma vez, enquanto outras precisam de acompanhamento e tratamento. Uma tentativa que não deu certo não deve ser encarada como motivo para desistir”, reforça o especialista.
Cada modalidade traz benefícios diferentes para o corpo, mas a combinação entre exercícios pode ser a melhor estratégia para fortalecer músculos
É comum pensar que, para proteger as articulações, o melhor é evitar atividades que envolvam impacto. Mas será que é preciso fugir da corrida? Ou a caminhada seria sempre a opção mais segura? E onde entra a musculação nessa história? Na prática, não existe uma modalidade que seja melhor para todo mundo. Caminhada, corrida e musculação trabalham o corpo de maneiras diferentes e podem contribuir para a saúde das articulações quando são praticadas de acordo com as condições e os limites de cada pessoa.
“A escolha do exercício deve levar em consideração a idade, o condicionamento físico, o histórico de lesões e os objetivos de cada pessoa. A caminhada é uma atividade mais leve e pode ser uma boa opção para quem está começando. A corrida exige uma adaptação maior do corpo, mas não significa que seja prejudicial às articulações. Já a musculação ajuda a fortalecer os músculos que dão sustentação ao corpo e, consequentemente, podem ajudar a diminuir a sobrecarga nas articulações”, explica Carlos Andreoli, ortopedista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.
Como cada exercício age nas articulações
Caminhada: por ser uma atividade mais leve, costuma ser uma boa alternativa para quem está começando a se exercitar ou precisa retomar a prática depois de um período parado. Além de movimentar o corpo, ajuda a trabalhar a musculatura das pernas e a manter as articulações em movimento.
Corrida: apesar de envolver mais impacto, a corrida não precisa ser vista como uma inimiga das articulações. O problema está principalmente quando a pessoa aumenta a distância, a velocidade ou a frequência dos treinos de maneira muito rápida. Com evolução gradual e fortalecimento adequado, o corpo pode se adaptar à atividade.
Musculação: ajuda a fortalecer os músculos responsáveis por sustentar e movimentar o corpo. Uma musculatura mais forte pode dar mais estabilidade durante os movimentos e ajudar as articulações a lidarem melhor com as atividades do dia a dia e com outros exercícios.
“Quando fortalecemos a musculatura, melhoramos a sustentação do corpo e a forma como ele se movimenta. Isso é importante tanto para quem pratica esportes quanto para quem quer realizar as atividades do dia a dia com mais segurança. Mas o fortalecimento precisa ser adequado para cada pessoa, principalmente quando existe alguma dor ou lesão”, afirma Andreoli.
Afinal, qual o melhor exercício para as articulações?
A resposta mais simples é: depende da pessoa. Para alguém que está começando, a caminhada pode ser uma ótima forma de colocar o corpo em movimento. Para quem já tem condicionamento, a corrida pode fazer parte da rotina sem necessariamente representar um risco para as articulações. E a musculação pode ser uma importante aliada para fortalecer o corpo e dar mais suporte aos movimentos.
Por isso, em vez de pensar em qual exercício deve ser escolhido, vale pensar em como diferentes atividades podem se complementar. Uma pessoa pode caminhar ou correr para trabalhar o condicionamento e fazer musculação para fortalecer os músculos. O mais importante é encontrar uma rotina que possa ser mantida com regularidade e que respeite os limites do corpo.
Também é importante lembrar que sentir algum cansaço muscular depois do exercício pode ser normal, mas dores fortes ou que permanecem por muito tempo não devem ser ignoradas.
Principais cuidados durante os exercícios
Um dos erros mais comuns é querer evoluir rápido demais. Quem começa a correr, por exemplo, pode se empolgar e aumentar a distância de uma semana para outra. Na musculação, pode tentar levantar mais peso do que está preparado para suportar. Em ambos os casos, o excesso pode aumentar a chance de lesões.
Outro cuidado é não insistir em uma atividade quando existe dor. Desconfortos persistentes, inchaço, dificuldade para movimentar uma articulação ou sensação de instabilidade são sinais de que é hora de diminuir o ritmo e procurar avaliação profissional.
“O exercício deve ser uma ferramenta para melhorar a qualidade de vida, e não uma fonte constante de dor. É importante começar de acordo com o nível atual de condicionamento e aumentar a dificuldade aos poucos. Quando a pessoa já tem uma lesão, sente dor frequente ou está voltando a praticar exercícios depois de muito tempo, uma avaliação médica pode ajudar a entender quais atividades são mais adequadas”, orienta o ortopedista.
A combinação ideal de exercícios
Para quem quer cuidar das articulações e, ao mesmo tempo, melhorar o condicionamento e a força, combinar atividades pode ser uma boa estratégia. Caminhada ou corrida podem fazer parte da rotina para manter o corpo ativo, enquanto a musculação ajuda a fortalecer os músculos.
Não é necessário escolher entre uma modalidade e outra. Uma rotina pode incluir corrida duas ou três vezes por semana e musculação em outros dias, por exemplo. Para quem ainda está começando, caminhadas podem ser combinadas com exercícios de fortalecimento até que o corpo esteja preparado para atividades mais intensas.
“Mais do que procurar o exercício perfeito, é importante encontrar uma rotina que faça sentido para a pessoa e que ela consiga manter. A regularidade, o aumento gradual da intensidade e o respeito aos sinais do corpo são fundamentais. Cuidar das articulações não significa evitar movimentos, mas preparar o corpo para realizá-los melhor”, conclui Carlos Andreoli.
Aclamada produção ganha destaque no Palco Blast em um bate-papo exclusivo sobre sua estreia no país
A CCXP, maior festival de cultura pop do mundo, anuncia um novo musical em sua programação. Após o sucesso de espetáculos como “Shrek – O Musical” e da versão brasileira de “Wicked” na edição de 2025, o evento contará com um painel especial de “Hadestown” no Palco Blast. Uma das produções mais celebradas da Broadway e vencedora de oito prêmios Tony, incluindo de Melhor Musical, a montagem estreia no Brasil em março de 2027, no Teatro Renault. A CCXP26 acontece de 3 a 6 de dezembro de 2026, no São Paulo Expo.
Escrito por Anaïs Mitchell, em “Hadestown”, dois mitos gregos se encontram em uma história de amor, esperança e resistência. A trama acompanha Orfeu, um jovem que acredita poder transformar o mundo com sua música, e Eurídice, uma moça que enfrenta as dificuldades de um mundo marcado pela fome e pelo frio. Quando Eurídice parte para Hadestown, o misterioso reino subterrâneo governado por Hades, Orfeu decide atravessar o caminho entre os vivos e os mortos para buscá-la. Inspirado nos mitos de Orfeu e Eurídice e de Hades e Perséfone, o musical combina folk, jazz e blues para refletir sobre amor, escolhas e a eterna esperança de recomeçar.
“A CCXP sempre foi um espaço para diferentes formas de contar histórias e criar experiências para os fãs. ‘Hadestown’ amplia esse universo ao trazer para o festival a força do teatro musical, combinando uma história clássica, música e uma produção que já conquistou públicos no mundo inteiro. É uma estreia que reforça nosso compromisso de surpreender o público com experiências que ele não espera encontrar no avento”, afirma Thiago Romariz, Diretor de Produto da CCXP.
O painel na CCXP26 é realizado em parceria com a T4F e Caradiboi e marca a chegada do espetáculo ao universo da cultura pop, ampliando a programação de experiências ao vivo do festival. O encontro reúne teatro musical, mitologia e a comunidade de fãs em torno de uma das produções mais aguardadas pelo público brasileiro.
Serviço – CCXP26
Data: 3 a 6 de dezembro de 2026
Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo/SP
Venda Exclusiva ao público do Epic Pass/2025: 9/6, 10h às 23h59
Vendas Gerais: a partir de 10/6, a partir das 12h
Horários de funcionamento
Spoiler Night (exclusiva Epic Pass, Coringa e convidados): 2/12, das 18h às 21h
Quinta (3/12): das 12h às 21h
Sexta (4/12): das 12h às 21h
Sábado (5/12): das 11h às 21h
Domingo (6/12): das 11h às 20h
Ingressos Diários (quinta, sexta, sábado ou domingo)
Credencial colecionável que garante acesso às atrações da CCXP26, como atividades, auditórios, painéis, participação de artistas e experiências imersivas. A programação está sujeita à lotação, alteração ou cancelamento sem aviso prévio, e a credencial não garante entrada em todas as atividades. Este ingresso não inclui acesso a experiências pagas, como fotos e autógrafos com artistas convidados.
Ingresso 4 Dias (3, 4, 5 e 06 de dezembro de 2026) Credencial que permite acesso à CCXP26 nos quatro dias do festival, com os mesmos direitos do ingresso diário. Não inclui experiências pagas, como fotos e autógrafos com artistas convidados.
Epic Pass
Credencial especial com benefícios que ampliam a experiência durante os quatro dias de evento:
Acesso aos quatro dias da CCXP26.
Entrada antecipada no evento (1h antes da abertura geral).
Acesso à Spoiler Night (02/12), com direito a 1 acompanhante.
Banheiros e pontos de hidratação reservados.
1 foto ou 1 autógrafo com artista convidado da CCXP26.
10% de desconto em produtos na CCXP Store, sem valor mínimo.
Acesso à pré-venda da CCXP27, com possibilidade de comprar até 4 ingressos.
Coringa
Ingresso para quem optar por escolher o dia mais próximo do evento. Acesso também ao Spoiler Night (2/12).
Thunder Pass
Para quem quer garantir um lugar especial em um dos espaços mais icônicos da CCXP26: o Palco Thunder.
Assento reservado durante todo o dia escolhido.
Acesso livre a qualquer momento ao Palco Thunder durante os horários do evento.
O local do assento será definido pela organização. Este produto não é válido como ingresso para a CCXP26 e não permite transferência de titularidade.
Camarote Omelete
Uma nova forma de acompanhar tudo que acontece no Palco Omelete, com mais conforto e uma vista privilegiada.
Acesso a um lounge VIP com visão elevada para o palco.
Comida e bebida à vontade durante os horários do evento.
Este produto não é válido como ingresso para a CCXP26 e não permite transferência de titularidade.
Com temperaturas mais baixas e pouca exposição ao sol, cuidados com alimentação e suplementação podem ajudar a manter o bom funcionamento do sistema imunológico
Com a chegada do inverno, o corpo precisa se adaptar às mudanças bruscas de temperatura e à menor exposição ao sol. Nesse período, a incidência de gripes, resfriados e infecções respiratórias aumenta. Para ajudar a manter o sistema imunológico em boas condições, é importante manter uma alimentação equilibrada e garantir a ingestão adequada de vitaminas e nutrientes.
Alguns hábitos simples podem contribuir para o funcionamento das defesas do organismo, seja por meio de uma alimentação rica em nutrientes, seja com suplementação quando houver necessidade e indicação clínica.
“Durante o inverno, alguns fatores da rotina podem favorecer a circulação de vírus e também reduzir a exposição ao sol. Por isso, é importante olhar para a saúde de forma ampla, mantendo uma alimentação equilibrada, bons hábitos de sono e atividades físicas, além de acompanhar os níveis de vitaminas quando houver indicação”, explica o clínico geral Thiago Piccirillo, da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.
O que muda no corpo durante o inverno?
Nos dias frios, é comum permanecermos por mais tempo em ambientes fechados, com pouca ventilação e maior circulação de vírus. A exposição ao sol, responsável pela produção da vitamina D, também diminui. Com isso, além do maior risco de contrair infecções, muitas pessoas relatam baixa energia, queda na disposição e até mudanças no humor.
Principais vitaminas e nutrientes no inverno
Vitamina C: ajuda no funcionamento do sistema imunológico e na absorção do ferro. No inverno, tem papel importante na manutenção das defesas do organismo. A vitamina C está presente em alimentos como goiaba, laranja, acerola, limão e kiwi. Para quem tem dificuldade de manter a ingestão diária de alimentos ricos nesse nutriente, a suplementação pode ser considerada, desde que haja indicação.
Vitamina D: é essencial para a imunidade, a saúde óssea e o equilíbrio emocional. Como sua produção depende da exposição ao sol, é comum que os níveis fiquem baixos no inverno, especialmente em idosos e pessoas que passam muito tempo em ambientes internos. Para algumas pessoas, a suplementação de vitamina D pode ser necessária no período, conforme avaliação profissional.
“A vitamina D merece atenção especial no inverno porque sua produção pelo organismo está relacionada à exposição solar. No entanto, isso não significa que todas as pessoas precisem fazer suplementação. O ideal é avaliar individualmente os níveis da vitamina e a necessidade de reposição” destaca Piccirillo.
Zinco: é um mineral importante para o funcionamento do sistema imunológico e auxilia no desenvolvimento de células de defesa (como linfócitos). Junto à vitamina C, contribui para o funcionamento adequado do organismo diante de vírus e bactérias. Carnes, feijão e nozes são boas fontes de zinco.
Vitamina B: as vitaminas do complexo B participam do metabolismo, da produção de energia e da regulação do sistema nervoso. As vitaminas B6, B9 e B12 ajudam na diferenciação e proliferação das células de defesa. No frio, ajudam a manter a disposição e o equilíbrio emocional, contribuindo para reduzir a sensação de cansaço e as oscilações de humor. Estão presentes em alimentos como carnes, ovos, laticínios e vegetais de folhas escuras.
Suplementação é sempre necessária?
Em qualquer época do ano, o essencial é manter uma alimentação variada e rica em nutrientes e vitaminas. Obter esses nutrientes diretamente de uma alimentação saudável contribui para o funcionamento adequado do organismo e é uma estratégia mais segura do que utilizar suplementos isoladamente.
A suplementação só deve ser considerada quando há uma deficiência diagnosticada em exames ou uma indicação clínica.
“Suplemento não substitui uma alimentação equilibrada e não deve ser utilizado de forma indiscriminada. A necessidade de reposição depende das características de cada pessoa e, quando indicada, deve ser orientada por um profissional de saúde após avaliação clínica e, quando necessário, exames laboratoriais”, alerta o especialista.
Guia completo dos cortes de carne: 5 dicas para prepará-los sem erro na churrasqueira ou no fogão
Churrasqueira ensina como escolher, temperar e preparar carnes para churrasco, panela, assado, forno
Preparar uma boa carne começa antes mesmo de acender a churrasqueira ou ligar o fogão. A escolha do corte, a técnica utilizada e até a temperatura do preparo fazem diferença no resultado. Para ajudar quem quer cozinhar melhor em casa, a parrilheira e churrasqueira Shirlei Batista, do Cantuca – Braseiro & Bar, de Curitiba (PR), reuniu dicas práticas para escolher e preparar diferentes tipos de carne.
“Preparar carne não precisa ser um desafio. Quando você entende os cortes e a técnica certa, tudo fica mais simples e saboroso”, destaca a profissional.
A seguir, veja um guia completo para escolher e preparar as carnes mais tradicionais do dia a dia, sem erro.
Diferença entre cortes de primeira e de segunda
Muita gente ainda acredita que cortes de “primeira” são melhores e os de “segunda” são inferiores. Shirlei destaca que isso é um mito ultrapassado. Cortes de primeira são aqueles obtidos das partes menos exercitadas do animal, portanto, mais macios naturalmente (exemplos: alcatra, filé mignon, contra filé, picanha e fraldinha). Já os cortes de segunda são cortes de regiões mais trabalhadas, com mais colágeno, que podem ser incríveis quando preparados da forma correta (exemplos: acém, músculo, peito e paleta).
“Não existe corte ruim, existe técnica errada. Com cozimento lento, marinada ou selagem correta, cortes baratos ficam extraordinários”, comenta o profissional.
Melhores cortes para cada preparo
O modo de preparo vai depender do corte. Para o churrasco, as melhores opções são cortes como a fraldinha, maminha, contrafilé e as linguiças artesanais no geral, para iniciar ou finalizar a rodada.
“No churrasco, o segredo é não furar a carne. Isso evita que a suculência escape”, destaca a churrasqueira. Já os cortes para serem preparados na panela (cozidos, ensopados e desfiados) são o acém, saborosos e extremamente versáteis; a paleta, que tem uma textura ideal para longos cozimentos; o músculo, perfeito para caldos e cozidos robustos; e o peito bovino, ideal para desfiar ou para pratos tradicionais.
Para o assado no forno ou na brasa são ótimos os cortes de cupim, que ficam incríveis com cocção lenta; a costela bovina, uma das carnes mais suculentas quando assada por horas; o pernil suíno, que traz sabor marcante e casquinha crocante; e a sobrepaleta suína, que é macia, saborosa e econômica.
“O forno ama paciência. Quanto menor a temperatura e maior o tempo, mais macio o resultado. A costela é um dos cortes preferidos para o churrasco, mas exige um período de cocção entre quatro e cinco horas e deve ser feito com fogo de forma indireta”, complementa Shirlei. Agora, se você é amante da praticidade da famosa airfryer, entre as opções estão a sobrecoxa desossada; as carnes suínas em tiras ou medalhões, que ficam dourados e prontos em minutos; e as clássicas asas de frango, perfeitas para quem curte textura crocante.
Pontos da carne: selagem e descanso
Ainda segundo a churrasqueira, selar a carne é essencial para criar sabor no preparo. “Selagem não ‘fecha’ poros; isso é mito. Ela cria cor (reação de Maillard) e sabor profundo”, destaca a profissional, que sugere que a frigideira esteja muito quente, sempre. Quanto ao descanso, o especialista esclarece que deixar a carne descansar por 5 a 10 minutos antes de cortar faz toda a diferença, já que evita perda de sucos e mantém maciez.
Marinadas, técnicas rápidas e como acertar no sabor
Já para marinar carnes, a parrilheira a marinada aromática, com ingredientes como laranja, mel, mostarda, alecrim/tomilho e pimenta-do-reino, que acabam dando sabor ao preparo.
Bônus
Para finalizar o guia, Shirlei dá ainda mais algumas dicas:
1) sele a carne antes de assar na grelha; 2) finalize com manteiga e ervas quando quiser algo diferente; 3) use o sal grosso para churrasco; 4) pimenta moída na hora faz toda a diferença; 5) deglacear a frigideira para criar molho dá um toque especial ao seu preparo.
“Se você dominar esses fundamentos, qualquer corte, seja ele barato ou nobre, será transformado em um preparo digno de restaurante”.
O Cantuca Brasero & Bar funciona na R. Saldanha Marinho (nº 2031), no bairro Bigorrilho, e abre de terça a quinta, das 12h às 23h30; nas sextas e sábados, das 12h às 00h30; e aos domingos, das 12h às 19h.
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