Autor: agitosp

  • Quando os enjoos na gravidez são um alerta?

    Os enjoos típicos da gravidez podem começar a partir das 4 semanas de gestação e, em alguns casos, durar toda a gravidez, sendo mais frequentes pela manhã. Mas em alguns casos, o enjoo pode ocorrer várias vezes ao dia, devido ao aumento de sensibilidade a cheiros durante a gravidez. “Todo mundo sabe que é comum ter náuseas e até vômitos durante a gestação, sendo que até 80% das mulheres tem esse incômodo, principalmente nas primeiras semanas dessa fase em função do aumento no hormônio HCG, “afirma a Dra. Erica Mantelli.

    Segundo a Ginecologista Erica Mantelli, esses enjoos devem ser leves, pois caso se tornem frequentes, a mulher pode estar com hiperemese gravídica. Essa condição, causa vômitos seguidos que não são possíveis de controlar. “Apesar de ser um problema raro, (ocorrendo em 1% a 2% das gestações) é muito grave afinal, pode causar desnutrição, reduzindo assim, os nutrientes necessários para a mamãe e o seu bebê,” alerta a médica.

    A hiperemese gravídica pode ser leve, moderada ou grave. Em casos leves, ela pode ser tratada em casa mesmo. Mas mulheres que apresentam um quadro grave, muitas vezes precisam de internação, porque além dos sintomas característicos, elas apresentam muita fraqueza, desmaios, alterações visuais e também confusão mental.

    “Por isso, quando a gestante perceber que está tendo enjoos muitas vezes ao dia, converse logo com um médico, para fazer uma avaliação e um tratamento se necessário. É importante também, a futura mamãe contar com o apoio de uma equipe multidisciplinar que inclua ginecologista, obstetra, nutricionista, psicólogo. Assim, a gravida poderá ter um acompanhamento mais completo,” acrescenta a ginecologista e obstetra.


    Para a Dra. Erica Mantelli, além de medicamentos, o tratamento inclui uma dieta específica pra quem está tendo muitas náuseas na gestação, por isso a importância do tratamento com um nutricionista.

  • 7 sintomas de gravidez que quase ninguém sabe

    Existe um ditado popular que diz que toda mulher sabe quando está grávida.  Isso até pode ser verdade, mas como ter certeza de algo que a mulher ainda não vivenciou?

    Existem alguns sintomas já bem conhecidos, como enjoos e dores de cabeça, mas como explica o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli, eles podem aparecer de várias maneiras e diferente para cada paciente. Geralmente, o primeiro sinal percebido é o atraso menstrual. “Claro, dependendo da sensibilidade da mulher, eles podem começar a ser notados de uma semana a 10 dias após a concepção. Com o passar do tempo, eles vão ficando mais intensos.”

    Essas alterações ocorrem pelo aumento de dois hormônios: o HCG (Gonadotrofina coriônica humana) e a progesterona. A recomendação é fazer um teste de gravidez — seja de sangue, de urina ou mesmo de farmácia. O teste de sangue consegue detectar uma gravidez após 10 dias da concepção.

    Conheça 7 sintomas de gravidez que (quase) ninguém sabe:

    1.      Sangramento

    Um pequeno sangramento, chamado de nidação, ocorre durante a implantação do embrião no útero. Muitas mulheres podem confundi-lo com menstruação justamente porque, se houve fecundação durante o período fértil, esse sangramento pode acontecer no momento em que seria o início de seu novo ciclo menstrual.

    2.      Olhos secos

    Há relatos de mulheres que tiveram sensibilidade à luz e até mesmo dificuldade de usar lentes de contato. Não é tão comum, mas muitas sentem, inclusive, um pequeno inchaço nas pálpebras, devido à maior concentração de estrógeno.

    3.      Sensibilidade nas mamas

    A variação de hormônios durante a gestação também pode provocar sensibilidade, inchaço e dor na região das mamas. Este é também um sintoma muito comum durante a fase pré-menstrual, então vale a pena ficar atenta.

    4.      Falta de ar

    A mulher pode se sentir mais cansada durante uma gravidez e chegar a ter falta de ar realizando atividades rotineiras. No início, isso acontece devido a alterações hormonais. Mas a partir do quarto ou quinto mês, a dificuldade de respirar ocorre devido à compressão do diafragma causada pelo aumento do volume abdominal.

    5.      Sono excessivo

    Claro que este sintoma não deve ser levado em consideração de forma isolada, mas é muito comum.

    6.      Tontura

    No início da gravidez, muitas mulheres podem sentir tontura, principalmente no período da manhã. Este sintoma é geralmente acompanhado por náuseas. Isso acontece porque a alteração dos níveis hormonais provoca uma alteração da pressão arterial da gestante.

    7.      Olfato aguçado

     

    Segundo Mantelli, “cheiros e alimentos que ela gostava antes agora podem incomodar.”

  • Por que o café da manhã é a refeição mais importante do dia?

    Acordar, sentir aquele cheirinho de café coado, saborear uma deliciosa combinação de frutas com iogurte, e preparar um pãozinho integral com manteiga na chapa. Se você não se familiarizou com esta sequência, é porque não tem aproveitado esse momento do dia para fazer uma boa refeição e isso pode prejudicar diversos aspectos da sua saúde, como na perda de peso, no desencadeamento de doenças metabólicas e até na sua cognição, segundo estudos científicos.
     
    A nutricionista e consultora da Vitao Alimentos, Karla Maciel, explica que um dos principais motivos para a importância dessa primeira refeição do dia tem a ver com os ritmos circadianos. “Nosso relógio biológico é sincronizado também pela alimentação. Uma rotina alimentar desregulada pode impactar de forma negativa no metabolismo, o que gera a chamada dessincronização do ritmo circadiano e pode levar ao desenvolvimento de doenças metabólicas”, destaca.  
     
    Diversos estudos mostram que quem se alimenta bem no café da manhã, consequentemente tem uma qualidade alimentar melhor, consome menos calorias no período da noite, tem maior sensação de saciedade e ainda reduz o consumo energético ao longo do dia. Além disto, não pular esta refeição também é um ponto positivo para a saúde cognitiva. Estudos conduzidos desde crianças até adultos, mostra que quem consome o café da manhã, tem melhor desempenho em aspectos relacionados à memorização e ao aprendizado. Já para quem pratica atividade física e consome café da manhã, há uma melhora da performance.
     
    Diante de tantos benefícios, que tal melhorar o cardápio desta refeição, tão importante? A Karla separou algumas dicas para deixá-lo mais completo e nutritivo, confira:
     
     Quanto mais colorido, melhor: Aproveite as frutas que estão em safra e inclua-as no café da manhã. Elas oferecem fibras, minerais, vitaminas e fitoquímicos que irão melhorar a sua saúde como um todo. Prefira consumi-las na forma in natura, sozinhas ou combinadas com outras, como em uma salada de frutas, evite os sucos de frutas, já que têm menor teor de fibras, aumentando mais rapidamente a glicemia.
     
    Proteínas sim, por favor: O consumo de proteínas adequado já deve começar no café da manhã, uma vez que elas são importantes para manter os músculos em dia, promover saciedade e auxiliar no emagrecimento. Escolha opções de qualidade como iogurte natural (com o mínimo de ingredientes possível), ovos e queijos.
     
    Uma refeição de fibra: Para enriquecer nutricionalmente seu café da manhã, aproveite para incluir sementes, grãos e farelos, por cima de frutas, iogurte ou ovos mexidos e no preparo do pão, tapioca ou panqueca, agregando um alto teor de fibras, além de nutrientes como zinco, vitaminas do complexo B e E.
     
    Um pãozinho vai bem: Quem disse que o pão não pode ser nutritivo e fazer parte do seu café da manhã? Prefira os feitos com farinhas integrais, como de trigo, centeio aveia ou de sorgo, que são ricas em fibras e vitaminas do complexo B, proporcionando ao seu pão um menor índice glicêmico, ou seja, não proporciona picos de açúcar no sangue! Se você gosta de cozinhar, que tal preparar o seu na sua casa? Além de melhor qualidade nutricional, eles possuem menos conservantes.
     
    Uma opção para substituir o pão: Não gosta de pão? Você pode substituí-lo por diversas fontes de carboidratos do bem: tapioca, granolas, panqueca, batata doce cozida, biscoito de arroz, cookies integrais, bolos sem adição de açúcar.
     
    Recheios nutritivos: Azeite de oliva, manteiga, pasta de castanhas e geleia são excelentes opções para fazer parte do seu café da manhã.

  • Como escolher entre molho, polpa ou extrato de tomate?

    A diferença é sutil, mas saber escolher ajuda muito no preparo das receitas

    Basta uma rápida olha na prateleira do mercado para descobrirmos uma infinidade de opções de atomatados: molhos, polpas e extratos, com ou sem tempero, contendo ou não pequenos pedaços… Como fazer então para escolher a melhor opção para nossa receita?

    De acordo com a nutricionista Bianca Naves, do site O Melhor do Molho, a diferença básica está na concentração, ou seja, quantos tomates são usados para fazer cada um, mas não é só isso. Por isso, ela separou algumas informações importantes, que vão te ajudar na escolha:

    O molho de tomate é o tomate pronto para o consumo. Pode conter cebola, alho, manjericão, etc. Os molhos prontos servem basicamente para economizar tempo na cozinha, podendo ser usados em massas, pizzas, ou qualquer outro prato servido com molho. É o produto em forma líquida, pastosa, emulsão ou suspensão à base de especiaria(s) e ou tempero(s) e ou outro(s) ingrediente(s), fermentados ou não, utilizados para preparar e ou agregar sabor ou aroma aos alimentos e bebidas.

    A polpa de tomate (também chamada de purê) é basicamente o tomate processado. As polpas são a opção mais flexível dos atomatados, pois servem como ingredientes para o preparo de uma infinidade de receitas. É feito com tomates sem pele e sem sementes, formando um tipo de suco de tomate. Não tem pedaços de tomate nem qualquer tipo de tempero. É levemente concentrado, mas bem menos que o extrato. Ideal para receitas em que o molho já tem seus próprios temperos ou que precisam realçar o sabor autêntico do tomate.

    O extrato de tomate precisa ser diluído para ser utilizado. Ele deve ser usado principalmente para dar cor aos pratos com molhos à base de tomate, e podem também ser usados para engrossar molhos já que são mais concentrados. É feito da polpa do tomate concentrada, acrescida de sal e/ou açúcar. É o mais concentrado dos três. O extrato é recomendado como complemento para o preparo de molhos e proporciona mais cor e consistência, mas, se utilizado em exagero, pode comprometer o prato.

    A passata de tomates é a polpa de tomate cozida, sem a pele, sementes, conservantes ou temperos. Você pode usar a passata quando quiser preparar um molho caseiro, pois pode adicionar os seus temperos e ingredientes para deixá-lo do seu jeito. As passatas têm um suco mais espesso composto apenas de tomate, sal e um corretor de acidez. Vem em frascos de vidro e são muito mais similares aos molhos feito em casa. Inclusive, podem ser usadas junto com dois tomates maduros descascados para produzir um molho bem encorpado.

  • Alemanha de bike: que tal desbravar mais de 200 rotas diferentes pelo país europeu?

    A bicicleta é um meio de transporte saudável, ecológico, econômico e, claro, divertido. Além de fazer bem ao corpo, é um bálsamo aos olhos, que desfrutam de paisagens absolutamente magníficas: cidades históricas – grandes ou aquelas que parecem ter saído de um conto de fadas – montanhas, rios e praias.

    E tudo isso é levado ao pé da letra pela Alemanha. Afinal, poucos sabem que, além da cerveja e da salsicha, o país europeu é considerado um dos melhores do mundo para os apaixonados por bicicleta. São mais de 70 mil quilômetros entre trilhas e ciclovias, que levam iniciantes, bem como experts em bike a cruzarem o país de norte a sul.

    São cerca de 200 rotas que atravessam diversas regiões. A escolha é difícil: os mais ambiciosos podem subir os Alpes de bicicleta; já os que pedalam “apenas” por prazer, podem escolher os vinhedos. Para famílias, uma boa opção são as inúmeras rotas ao longo dos rios que atravessam o país. E, por fim, para aqueles que não abrem mão de roteiros culturais, podem aproveitar e fazer uma visita de bicicleta a um dos inúmeros museus do país.

    Um brinde ao passeio de bike pelo Vale do Mosela
    É impossível elencar qual a rota de bicicleta mais atrativa da Alemanha. Mas uma que com certeza desperta curiosidade e interesse é a que percorre 248 quilômetros margeando o vale do rio Mosela – um dos afluentes do Reno. O caminho vai desde Perl, na divisa com Luxemburgo, e termina na confluência do Mosela com o Reno, em Koblenz. Pelo caminho, inúmeras vinícolas e vinhedos, impressionantes formações rochosas, cidades medievais produtoras de vinho, como Bernkastel-Kues, locais antigos e cidades como Trier, além de castelos impressionantes.

    Bed & Bike: onde os ciclistas são bem-vindos
    Para percorrer tantas rotas, além da bicicleta, os ciclistas precisam estar descansados. E isso passa, invariavelmente, por uma boa noite de sono. Desde 1995, a Federação Alemã de Ciclistas (ADFC) certifica acomodações adequadas para as bicicletas e seus condutores em toda a Alemanha. Atualmente, existem mais de 5,5 mil estabelecimentos ‘Bed & Bike’ certificados no país, espalhados por mais de 4 mil cidades, entre hotéis com classificação de estrelas a parques de campismo.

    Dentre os serviços oferecidos estão:

    • Permitir que os ciclistas fiquem hospedados apenas uma noite.

    • Armazenamento seguro para as bicicletas.

    • Fornecimento de ferramentas para reparos básicos nas bikes.

    • Acervo de mapas.

  • Alimentos amigos de uma boa noite de sono

    Uma noite mal dormida carrega muitos malefícios, entre eles o desequilíbrio do metabolismo, dos hormônios e, se recorrente, pode causar até ganho de peso.  E quando o assunto é dificuldade para dormir, muitas pessoas acabam buscando medidas extremas, como remédios fortes, e o mais grave, sem consultar um médico. No entanto, a boa notícia é que essa não é a única saída, afinal, a insônia pode ser minimizada pela combinação de uma alimentação saudável e a prática de atividades físicas.

    E quais seriam os alimentos que auxiliam nesse combate?

    Aveia

    “Rica em melatonina, o hormônio do sono, a aveia induz o relaxamento e ajuda no funcionamento do metabolismo e, por isso, acaba se tornando um ótimo lanche da noite”, comenta a especialista.

     Mel

    Por ser um carboidrato, responsável por aumentar os níveis de insulina no sangue, o mel facilita a entrada do triptofano no cérebro, que posteriormente se torna serotonina e estimula o corpo a dormir profundamente.

    Banana

    Alimento clássico e muito usado como indutor natural de sono, a banana é um eficiente relaxante muscular por possuir triptofano, vitamina B6, magnésio e potássio. “Ela estimula a produção de serotonina, hormônio responsável por induzir o sentimento de bem-estar, e, consequentemente, ajuda a diminuir ansiedade e irritação”, explica a nutricionista.

    Grão de bico

    “O grão de bico possui uma infinidade de benefícios para a saúde, pois, contém quantidades elevadas de vitamina B6, que, assim como a banana, estimula a produção do chamado hormônio do sono”, indica Cyntia.

    Alface

    A alface contém grande quantidade de lactucina e lactupicrina na composição. “Essas substâncias, presentes no talo do alimento, atuam como calmantes e relaxantes naturais”, esclarece.

     Maracujá

    Conhecido como calmante natural, a fruta é rica em vitaminas do complexo B, além de vitamina C, que, de acordo com a especialista, reduz a liberação do cortisol, conhecido como hormônio do estresse, ajudando também nas funções imunológicas e emocionais e fazendo com que o sono seja induzido de forma sutil.

    Camomila

    Outro alimento clássico e conhecido por estimular o sono é a camomila. “Essa iguaria contém glicina, um aminoácido que possui um leve efeito sedativo, relaxando músculos e o sistema nervoso”, finaliza a consultora da Superbom.

  • As Ilhas das Bahamas esperam por vocês no próximo verão

    De avião ou pelo mar, são incontáveis as possibilidades para as férias

    As Ilhas das Bahamas são o verdadeiro paraíso com 16 destinos e 700 ilhas. São inúmeras possibilidades de atividades, gastronomia e entretenimento para brasileiros planejarem suas próximas viagens ao Caribe ou à uma única ilha.

    Nassau e Paradise Island são as mais famosas do país e oferecem a típica cozinha bahamense, resorts perfeitos e diversas atividades para todas as idades. Enquanto Nassau possui todos os itens que compõem uma metrópole, Paradise Island oferece mais de 685 acres de paisagens tropicais para todos os turistas.

    Realizar um casamento ou mesmo uma lua de mel em Nassau e Paradise Island é realizar um grande sonho. Nos resorts Baha Mar e Atlantis Paradise Island, que além de luxuosos são exclusivos, pode-se degustar os cassinos, piscinas e vistas privilegiadas do mar cristalino. Essas oportunidades somam-se aos luxos do SPA, passeios de barcos particulares, nados com golfinhos, leões marinhos e tubarões, entre outras facilidades. São memórias para toda a vida.

    Com muitos resorts all-inclusive, é possível relaxar e aproveitar alguns dias esquecendo a rotina. Os turistas podem se bronzear em espreguiçadeiras perto da piscina e da praia, apreciar drinks e aumentar os níveis de vitamina D, enquanto desfrutam de belos e incríveis cenários, praticamente intocados.

    Há uma vastidão a se descobrir nas Bahamas. É recomendado um planejamento para visitar as Ilhas, que são ricas de histórias, cultura, monumentos e o melhor: mais de 700 ilhas e 2 mil ilhotas, praias espetaculares de areias brancas e rosa esperando para serem exploradas pelo viajante.

    As Bahamas têm sido diligente em esforços para minimizar os efeitos da COVID-19 nas ilhas e segue rigorosamente as orientações do Ministério da Saúde e das Organizações Governamentais. Para mais informações visite o site oficial.

  • Consumo de pimenta faz bem para pele

    A pimenta, um dos condimentos mais consumidos no mundo, é uma grande aliada da pele. A vermelha, rica em antioxidantes, principalmente os carotenoides, pigmento precursor da vitamina A, tem ação antioxidante que impede a criação de radicais livres, protegendo a pele do envelhecimento cutâneo precoce.

    Para aqueles que não consomem a pimenta in natura, a boa notícia é que um estudo, feito pela Universidade Federal da Paraíba, sobre a avaliação do potencial antioxidante da pimenta, realizado com o molho da pimenta vermelha, aponta a presença desses carotenoides, mostrando que quanto mais vermelho e natural o molho, maior é a quantidade do composto bioativo antioxidante.

    Segundo Vitor Boico, consultor e especialista em pimentas da Sabor das Índias, outro fator importante da pimenta é ser uma ótima fonte de vitamina C, já que uma habanero possuí 129,4mg da vitamina para cada 100g de pimenta, representando mais que o dobro do que é encontrado na mesma quantidade de laranja.

    “A vitamina C já é reconhecida na literatura científica como sendo eficaz no tratamento ao combate dos malefícios causados pela exposição prolongada aos raios UV. Muitos cosméticos também a utilizam para combater os radicais livres, porém uma alimentação saudável já supre as necessidades diárias desta vitamina e incluir a pimenta no cardápio pode trazer estes e inúmeros outros benefícios para a saúde”, afirma Boico.

  • Os 10 Melhores Alimentos para o seu Coração

    Uma dieta saudável não precisa ser chata ou sem graça… Vamos te mostrar como estes alimentos podem deixar seu coração feliz e saudável ao mesmo tempo. Descubra quais são esses alimentos que fazem sucesso nas dietas!

    1) Aveia

    Comece o seu dia com uma tigela de mingau de aveia, que está lotada de ácidos graxos ômega-3, folato e potássio. Este super alimento rico em fibras pode reduzir os níveis de colesterol LDL (o “ruim”) e ajudar a manter as artérias limpas.

    Opte por flocos de aveia ou farelo de aveia ao invés das opções instantâneas – que contêm mais fibra – e adicione mais 4 gramas de fibra com uma banana.

    2) Salmão

    Rico em ácidos graxos ômega-3, o salmão pode efetivamente reduzir a pressão arterial e manter as artérias limpas. Consuma 2 porções por semana, o que pode reduzir o risco de sofrer um ataque cardíaco fulminante em até um terço.

    O salmão contém o carotenoide astaxantina, que é um poderoso antioxidante. Mas não se esqueça de escolher o salmão selvagem ao invés do salmão de criadouro, pois este pode conter inseticidas, pesticidas e metais pesados.

    Não é fã de salmão? Outros peixes oleosos como a cavala, o atum, o arenque e as sardinhas irão proporcionar os mesmos benefícios para o seu coração.

    3) Nozes

    Nozes estão cheias de ácidos graxos ômega-3 e, juntamente com amêndoas e macadâmias, estão carregadas com gordura mono e poli-insaturada. Além disso, as nozes aumentam a fibra na dieta e, assim como o azeite de oliva, elas são uma grande fonte de gordura saudável.

    4) Azeite de Oliva

    Cheio de gorduras monoinsaturadas, o azeite de oliva diminui o colesterol LDL (o “ruim”) e reduz o risco de desenvolver doenças cardíacas.

    Alguns estudos analisaram as incidências de doenças cardiovasculares em todo o mundo, mostraram que, enquanto os homens tinham uma predisposição para níveis elevados de colesterol, relativamente poucos morreram de doenças cardíacas, pois suas dietas tinham muitas gorduras saudáveis encontradas no azeite de oliva.

    Opte pelos azeites extra virgem ou virgem – eles são os menos processados – e use-os no lugar da manteiga para cozinhar.

    5) Linhaça

    Cheio de fibra e ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, uma pequena quantidade de linhaça pode fazer muito bem para o seu coração. Adicione a uma tigela de mingau de aveia ou de cereais integrais um pouco de linhaça em pó para ter um café da manhã benéfico para o seu coração.

    6) Bagas

    Os mirtilos, framboesas, morangos – independentemente qual seja a sua favorita – estão cheios de anti-inflamatórios, que reduzem o risco de doenças cardíacas e câncer. Amoras silvestres e mirtilos são ótimas. Todas as bagas são ótimas para a saúde vascular.

    7) Espinafre

    Espinafre pode ajudar a manter o seu coração em ótima forma graças à luteína, folato, potássio e fibra.

    Mas impulsionar as suas porções com qualquer tipo de vegetal irá com certeza trazer benefícios para o seu coração. Um estudo examinou homens sem doença cardíaca por um período de 12 anos.

    Aqueles que comeram pelo menos 2,5 porções de vegetais todos os dias reduziram o risco de doença cardíaca em cerca de 25% em comparação com aqueles que não consumiram nenhum vegetal. Cada porção adicional reduziu o risco em mais de 17%.

    8) Leguminosas

    Encha-se de fibra com lentilhas, grão-de-bico, feijão preto e feijão carioca. Eles estão repletos de ácidos graxos ômega-3, cálcio e fibras solúveis.

    9) Abacate

    Adicione à sua dieta um pouco de abacate através de sanduíches ou saladas de espinafre para aumentar a quantidade de gorduras saudáveis para o coração. Lotado de gordura monoinsaturada, o abacate pode ajudar a diminuir os níveis de colesterol LDL, aumentando a quantidade de colesterol HDL no seu corpo.

    10) Soja

    Os grãos de soja pode reduzir o colesterol e, por possuir um baixo teor de gordura saturada, ainda é uma grande fonte de proteína magra para uma dieta saudável para o coração.

    Procure por fontes naturais de soja, como edamame, tempeh ou tofu orgânico. O leite de soja é uma grande adição a uma tigela de mingau de aveia ou cereais integrais.

    Mas tome cuidado com a quantidade de sal na sua soja: algumas variedades processadas como salsichas de soja podem conter adição de sódio, o que aumenta a pressão arterial.

    O que você achou deste artigo? Você conhecia os benefícios destes alimentos? Tem alguma dica para compartilhar conosco? Deixe seu comentário e compartilhe com os amigos!

  • Os males provocados pelo açúcar

    Com o objetivo de combater e tratar as doenças relacionadas à má alimentação, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de até 18,2 kg de açúcar por pessoa ao ano, o equivalente a 12 colheres ou 50 gramas do produto por dia. O brasileiro, no entanto, está bem longe de atingir esta meta. Segundo o Ministério da Saúde, a média de consumo anual de quem habita o país é de 30 Kg, ou seja, cerca de 80 g ou 18 colheres de açúcar por dia. São números bem acima dos estipulados, o que vem gerando muita preocupação, haja vista o potencial nocivo do açúcar.

    Formado por glicose e frutose, a sacarose, também conhecida como açúcar de mesa, acarreta diversos efeitos tóxicos à saúde humana. Conforme o médico, diretor-presidente da Associação Brasileira LowCarb (ABLC), José Carlos Souto, eles começam pela boca, sendo a principal causa de cáries e doença gengival. Outra doença que está intimamente relacionada ao consumo do açúcar é o diabetes tipo 2 ou diabetes mellitus. De acordo com Souto, mesmo ingerindo a quantidade igual de calorias, – de açúcar ou de outros alimentos – a chance de o indivíduo desenvolver diabetes é dez vezes maior por causa do açúcar.

    Mais um mal que vem atrelado à ingestão de açúcar é a síndrome metabólica. De acordo com o diretor-presidente da ABLC, a substância contribui para o desenvolvimento dessa doença por meio de dois mecanismos principais:

    1 – O primeiro está relacionado ao ganho de peso. Souto explica que tanto a glicose quanto a frutose são carboidratos. Sendo assim interferem no uso da gordura como fonte de energia. “Quando o corpo emprega carboidratos para produzir energia, ele para de utilizar a gordura e começa a armazená-la”, justifica. Quanto mais açúcar ingerido mais gordura é estocada, gerando o aumento de peso e até a obesidade e por consequência a síndrome metabólica.

    Conforme o diretor-presidente da ABLC, uma das razões que levam as pessoas a consumirem açúcar em grande quantidade reside no sabor agradável e viciante. Neste ponto, a culpa pode recair na frutose, que apresenta um sabor mais adocicado que a glicose. “Não há dúvidas de que o sabor doce de um alimento é que desencadeia a reação de prazer, a liberação de dopamina no cérebro, fazendo com que tanto seres humanos quanto animais busquem consumir mais daquele produto”, afirma.

    2 – O segundo mecanismo está associado ao efeito específico que o excesso de frutose exerce sobre o fígado. Ele gera acúmulo de gordura no órgão, – esteatose hepática não alcóolica – que, por sua vez, leva à síndrome metabólica.

    Souto explica que diferentemente da glicose, que é metabolizada em todo o organismo, a frutose é processada somente no fígado. Dessa forma, quando consumida em demasia a frutose gera o acúmulo de gordura no órgão, obtendo como resposta o aumento da produção da insulina, o que torna o fígado mais resistente ao hormônio. A maior resistência, por sua vez, eleva ainda mais os níveis da insulina no sangue, tendo como consequência a síndrome metabólica.

    Tanto a sacarose ou açúcar de mesa (glicose + frutose) quanto alimentos que contêm apenas glicose, como o amido, são carboidratos, cujo consumo em excesso pode dificultar a perda de gordura e facilitar o ganho de peso. Contudo, no que diz respeito à esteatose hepática não alcóolica e à gordura no fígado, a sacarose se mostra mais deletéria à saúde humana. Segundo o diretor-presidente da ABLC, estudo recente realizado em adolescentes com síndrome metabólica corrobora esta afirmação. Nessa análise, ao manter as calorias e a quantidade total de carboidratos iguais na dieta dos jovens, mas substituindo a sacarose por glicose, na forma de amido, os pesquisadores detectaram uma melhora significativa na esteatose e de alguns outros marcadores de síndrome metabólica.

    A respeito da quantidade que pode ser ingerida de açúcar, em média, Souto enfatiza que se trata de uma toxina, tal como o álcool e, assim, a dose importa. “O ideal é que não houvesse nenhum açúcar adicionado aos produtos alimentícios, de uma forma geral, e que todo o açúcar ingerido fosse aquele naturalmente encontrado nos alimentos”, afirma. Em alguns casos, mesmo o açúcar existente de forma natural na comida deve ser minimizado; “Uma pessoa saudável não tem problema em comer uma banana, mas para um diabético, essa mesma fruta produzirá um pico substancial na glicose sanguínea”, diz.

    O açúcar já foi detectado como um vilão para a saúde. E muitas pessoas vêm buscando consumir alimentos com menor quantidade dessa substância. A low carb, por exemplo, é uma prática alimentar que tem como uma de suas regras básicas evitar a ingestão de açúcar. Uma questão, porém, que dificulta o acesso dos consumidores a uma dieta mais saudável desse ponto de vista, encontra-se na falta de informação adequada.

    De acordo com o diretor-presidente da ABLC, o fato de um alimento apresentar na embalagem os dizeres “sem adição de açúcar” não significa que ele não contenha a substância. “Um suco de uva integral, por exemplo, contém tanto açúcar quanto um caldo de cana. No entanto, o rótulo sugere ao consumidor que seja um alimento saudável por não ter açúcar adicionado”, explica. Souto enfatiza que para o pâncreas não faz nenhuma diferença se o açúcar foi adicionado posteriormente ou se veio da cana ou da fruta.

    Além disso, argumenta o diretor-presidente da ABLC, alguns produtos rotulados como “diet” e “zero açúcar” podem não conter açúcar (sacarose), mas apresentam grande quantidade de carboidratos, na forma de amido (glicose), ou na forma de sua variante, a maltodextrina.

    Nesse sentido a ABLC gostaria que houvesse uma revisão do conceito de “açúcares adicionados” na forma que se encontra atualmente na legislação brasileira, a fim de que os consumidores não adquirissem produtos tidos por eles como saudáveis, mas que, na realidade, apresentam grande quantidade de açúcares e carboidratos oriundos dos próprios ingredientes, ou seja, não “adicionados”.