Autor: agitosp

  • Dicas para prevenir a pressão alta

    Conhecida popularmente como pressão alta, a hipertensão arterial atinge cerca de 38,1 milhões de brasileiros com 18 anos ou mais. O dado alarmante foi divulgado na última Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    A pesquisa revela um aumento de 2.5% na quantidade de hipertensos desde o último levantamento feito em 2013. Entre os fatores que contribuem para esse aumento, está o sedentarismo, excesso de peso e obesidade, idade e ingestão de álcool, além da alimentação inadequada com alto consumo de sal. “Parte desse agravamento se deve o consumo excessivo de sal, que está presente na maioria dos alimentos processados, além de fazer parte do preparo diário das refeições, seja em casa ou em restaurantes. O consumo recomendado é de 5 gramas ao dia”, alerta a médico e professor do curso de Medicina da Faculdade Pitágoras, Mauro Machado.

    Também considerada como um dos principais fatores de risco para desenvolvimento de doenças cardíacas, a hipertensão arterial está associada a ocorrência de acidente vascular cerebral, doença renal crônica, dentre outras. Na lista de morbidades que agravam o paciente com covid-19, figura a hipertensão arterial grave, tendo prioridade nos grupos da lista de vacinação.

    Como no tratamento de outras patologias, nesse caso, a prevenção é a melhor forma de lutar contra os riscos da hipertensão. “Se diagnosticado com pressão alta, o paciente deve seguir o acompanhamento médico rigorosamente, em que o profissional irá prescrever remédios e indicar medidas de promoção à saúde, como prática de exercícios físicos e alimentação equilibrada”, esclarece o especialista.

    Confira as dicas do especialista para afastar a pressão alta:

    – Pratique exercícios físicos regularmente;

    – Evite cigarro e álcool;

    – Consuma alimentos ricos em fibras;

    – Evite o excesso de sal e gordura na alimentação;

    – Cuide de saúde da mente: estresse também pode ser fator de risco.

  • Medo de avião: 7 dicas para aliviar a ansiedade no voo

    A família planejou uma viagem de férias, mas só de pensar em entrar no avião, sua ansiedade vai às alturas. No entanto, saiba que você não é o único.

    De acordo com dados do IBOPE (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), cerca de 30% da população mundial e 42% dos brasileiros têm medo de voar, com maior ou menor grau de intensidade, variando entre o desconforto e a fobia (aerofobia). Além disso, de cada 5 passageiros, 1 precisou de ajuda psicológica para conseguir embarcar.

    “Na realidade, viajar de avião pode gerar uma excitação e um nervosismo que são comuns para muitas pessoas. O importante é saber distinguir a ansiedade normal do medo irracional, que é a fobia”, afirma Danielle H. Admoni, psiquiatra geral, preceptora na residência da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM) e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).

    Segundo ela, quem tem aerofobia costuma apresentar sudorese excessiva, náuseas, dificuldade para respirar, tremores, aumento do ritmo cardíaco, irritação, tontura, dentre outras manifestações físicas e emocionais. “O ideal é ter um acompanhamento psicológico e/ou psiquiátrico para tratar a fobia, pois ninguém consegue se livrar dela sem ajuda profissional. Entretanto, se você está prestes a embarcar, há formas de minimizar estes sintomas”, diz Admoni.

    O que fazer (ou não) para evitar uma crise de ansiedade

    Planeje-se com antecedência

    Opte pelo voo noturno, pois as chances de você dormir num horário que está acostumado são maiores. Três dias antes da viagem, separe passagens, documentos, passaporte (se for o caso), dinheiro, cartões, entre outros itens fundamentais. Guarde tudo junto em um lugar fácil de lembrar.

    “Em relação às malas, o ideal é fazer no dia anterior à viagem, para ter certeza de colocar tudo o que precisa. Se você se antecipar demais e deixar as malas prontas uma semana antes, poderá ficar na angústia, pensando se esqueceu de alguma coisa”.

    Antecipe-se no dia da viagem

    Para voos nacionais, vá ao aeroporto com duas horas de antecedência. Em voos internacionais, saia três horas antes. Assim que chegar, já resolva todos os processos burocráticos e fique livre para se distrair no aeroporto. “Desta forma, seus níveis de adrenalina ficam mais baixos, o que significa menos ansiedade”, reforça Danielle Admoni.

    Use roupas confortáveis

    Esse é um momento para focar no seu conforto, não na vaidade. Aposte em peças que não te apertam ou pinicam. Nos pés, o ideal seria usar um tênis bem confortável. Lembre-se também de levar um agasalho, já que a temperatura interna do avião é sempre fria.   

    Trabalhe a respiração

    Dependendo do nível de ansiedade, a respiração fica mais superficial, com aumento da frequência e diminuição da profundidade. Isso altera o tônus muscular da cadeia respiratória, responsável por várias reações do corpo ao estresse.

    Ao praticar a respiração de forma correta, é possível regular o sistema nervoso e diminuir os sintomas físicos e emocionais. Uma das técnicas é a chamada respiração quadrada, que requer uma pausa de quatro segundos a cada respiração e inspiração. Inspire lentamente pelo nariz contando até quatro, pause por 4 segundos, expire pela boca contando até quatro e pause por mais 4 segundos.

    Evite se automedicar

    Um dos maiores problemas em tomar ansiolítico ou medicamento para dormir por conta própria é o erro na dosagem. Além de poder causar intoxicação, doses muito altas podem gerar uma sonolência tão grande a ponto de você dormir a viagem toda (ou boa parte dela).

    Em percursos mais longos, o sono contínuo impede que a pessoa se levante e mexa as pernas, aumentando o risco de trombose venosa profunda ou até de uma embolia pulmonar. “Portanto, se tiver intenção de tomar algum remédio, fale com seu médico antes. Cabe a ele prescrever a dose indicada para o seu quadro, de acordo com sua idade, peso, presença ou não de outras patologias”, frisa Danielle Admoni.

    Evite bebidas alcoólicas

    Segundo a psiquiatra, quando a pessoa bebe, se sente relaxada, já que sua percepção diminui. “No entanto, por ser um depressor do sistema nervoso central, o álcool reduz os níveis de serotonina no cérebro, um dos neurotransmissores responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar. Sendo assim, beber durante o voo pode agravar a ansiedade”.

    Além disso, o efeito do álcool é potencializado devido à altitude do avião. Isso ocorre por conta da menor pressão atmosférica, resultando em menos oxigênio no ar. “Só pelo fato de haver menor oxigenação no ar, o consumo de álcool pode causar hipóxia, um conjunto de sintomas como mal-estar e tontura. Ou seja, mais uma razão para não beber no voo”.

    Distraia-se e interaja

    Ouça sua playlist favorita, leia um livro, assista a um filme ou uma série, jogue no celular. Qualquer atividade é válida para te distrair e fazer o tempo passar mais rápido.

    “Uma dica importante é interagir com outras pessoas. Converse com seus companheiros de voo, caminhe pelo avião, puxe papo com os comissários de bordo, inclusive para contar sobre seu medo. Estes profissionais são preparados e logo vão dar um jeito de te entreter. O mais importante é perceber seu esforço para atenuar a ansiedade e notar o que está dando certo”, finaliza Danielle Admoni.

  • 4 dicas para manter suas plantas saudáveis nas férias

    Vai viajar? 4 dicas para manter suas plantas saudáveis no período de ausência

    Especialista indica práticas e produtos para garantir a vitalidade das plantas mesmo durante o tempo sozinhas em casa

    Com a chegada do final do ano, muitas pessoas têm se preparado para viajar, aproveitando os períodos de férias para visitar familiares em outras cidades, conhecer novos lugares ou descansar em locais mais isolados. E para aqueles que são adeptos da companhia das plantas e flores dentro das residências surge uma dúvida: o que fazer para as plantinhas da casa não morrerem durante o período ausente? Afinal, nem sempre é possível levá-las junto ou acionar algum amigo ou vizinho para cuidar. Pensando nisso, Creuza dos Santos, florista da Esalflores, maior rede de floriculturas do país, preparou uma lista com os cuidados básicos para manter flores e plantas saudáveis por mais tempo, mesmo sem manutenção diária.

    Conheça suas plantas: O primeiro passo antes de sair de casa é analisar o perfil das plantinhas que você tem e comparar com o tempo que ficará ausente. “Toda planta precisa de água, mas cada tipo tem sua particularidade quanto a frequência das regas. Cactos e suculentas, por exemplo,  não exigem uma rotina diária de umidificação e podem ficar sem água por até 2 semanas sem perigo. O importante é saber o que funciona para as espécies que você tem em casa e procurar alternativas para manter as rotinas de regas que elas já recebem”, explica a profissional.

    Procure alternativas para a rega: A terra das plantas precisa sempre estar levemente umedecida, e se sua viagem for longa há opções no mercado que ajudam com esta manutenção. “Existem os gotejadores, pequenos equipamentos que liberam água aos poucos, e dependendo do modelo pode manter a irrigação da planta por até 2 semanas. Há também vasos auto irrigáveis, que ligam a planta a uma fonte de água e permitem que ela puxe o líquido de acordo com sua necessidade”, indica Creuza dos Santos.

    Não troque as plantas de lugar: É muito comum que as pessoas coloquem as plantas mais próximas a janelas ou alterem sua localização quando vão viajar, mas essa pode não ser uma boa ideia. “Cada ambiente oferece condições diferentes para as plantas e, consequentemente, necessidades diferentes. Uma pequena mudança de local pode oferecer mais vento, mais ou menos luz, mais ou menos umidade, e a resposta da planta vai ser alterada. O ideal é mantê-las exatamente onde já estão acostumadas a ficar, assim a chance de não adoecerem é bem maior”, afirma a especialista.

    Use produtos especiais: Há também opções de fertilizantes que podem ajudar a manter a umidade das plantas. “Uma ótima alternativa é o gel para plantio, ele absorve e retém grandes quantidades de água e adubo, mantendo a terra abastecida por muito mais tempo e reduzindo em até 50% a necessidade de rega para as plantas”, completa a florista.  

  • Uso excessivo de fones de ouvido pode causar perda auditiva

    Uso excessivo de fones de ouvido pode causar perda auditiva, alerta estudo

    Os fones de ouvidos são indispensáveis para muitas pessoas, que os usam diariamente para ouvir música, notícias ou podcasts no trajeto para o trabalho, escola, na academia e até antes de dormir, para relaxar. Mas um estudo publicado recentemente na revista “BMJ Global Health” alerta que utilizar esse acessório de maneira incorreta, com o volume extremamente alto, pode prejudicar a audição.

    A pesquisa mostra que cerca de 0,67 a 1,35 bilhão de indivíduos entre 12 e 34 anos de idade em todo o mundo utilizam os fones com o volume acima do recomendado e, com isso, estão em risco de perda auditiva.

    De acordo com o otorrinolaringologista do Hospital Japonês Santa Cruz (HJSC), Luiz Ubirajara Sennes, fazer uso, por horas, de fones de ouvido com um volume elevado, pode causar perda auditiva (surdez) por trauma acústico pelo som alto.

    O especialista explica que o trauma no ouvido pode ser agudo ou crônico, que é o tipo mais comum que chega aos consultórios. “O trauma agudo ocorre quando o indivíduo fica exposto a sons intensos de forma inadvertida, por exemplo, em uma explosão. No segundo caso, o trauma crônico ocorre por escutar diariamente som alto.”

    Além da surdez, o uso excessivo e alto de fones de ouvido pode ocasionar outros problemas, como o acúmulo de cera, irritação da pele do canal, coceira e infecções por bactérias e/ou fungos.

    Como forma de prevenção, o médico reforça a importância de escutar música em volume baixo, utilizar protetor de ouvido caso seja exposto a ruídos no trabalho e evitar ficar próximo de caixas de som em baladas. “O esclarecimento sobre a perda auditiva é a melhor forma de prevenção. As pessoas só valorizam a audição quando ela começa a faltar e, aí, pode ser tarde. Dessa forma, a conscientização do problema e como preveni-lo é fundamental”, conclui.

    Sobre o Hospital Japonês Santa Cruz

    Inaugurado em 29 de abril de 1939, em São Paulo, com a missão de auxiliar os imigrantes japoneses e oferecer um atendimento médico-hospitalar de excelência no Brasil, o Hospital Japonês Santa Cruz (HJSC) se dedica a proporcionar uma vida melhor e mais saudável à toda população.

    A instituição atua com ações em conjunto com a comunidade japonesa no Brasil, com órgãos do governo japonês (Consulado Geral do Japão em São Paulo e JICA) e também empresas nipônicas e universidades japonesas como Tsukuba, Kyushu e Osaka, parcerias que estimulam a troca de experiências e o desenvolvimento bilateral, além de promover a inovação e melhoria dos serviços para toda a sociedade.

    Com destaque nos serviços em oftalmologia, neurologia, ortopedia, cardiologia, entre outras especialidades, a instituição realiza mais de 1 milhão de atendimentos, em mais de 40 especialidades médicas e tem em sua estrutura três pronto-atendimentos (geral, ortopédico e oftalmológico) e dois centros cirúrgicos (geral e oftalmológico), capacitados para atendimentos de alta complexidade.

    O Hospital Japonês Santa Cruz tem certificação da Organização Nacional de Acreditação (ONA II), que atesta a segurança e qualidade dos processos assistenciais e médicos.

  • 6 Maneiras de aumentar o seu sex appeal

    Sex appeal é uma qualidade que atrai as pessoas de maneira poderosa e instantânea. Porém, apesar de ser difícil compreendê-la, isso não significa que seja impossível cultivá-la. Confiança e a habilidade de conversar são universalmente sexy, por exemplo. 

    Alguém com sex appeal, na definição tradicional do termo, não precisa ser considerado um “modelo de beleza física”, mas sim ter ações, comportamentos ou uma personalidade atraente; ser charmoso ou charmosa. Ou seja: alguém com quem as pessoas gostariam de estar perto. “Na verdade, o sex appeal é o que nos faz querer conhecer ou ficar mais tempo com aquela pessoa. Pode ser um papo gostoso, um bom senso de humor ou uma personalidade cativante. Quando temos esse sex appeal, as pessoas sentem-se atraídas e querem estar perto” fala a consultora e especialista em sexualidade Roberta Pavon.

    O impacto do olhar 

    Quando se trata de sex appeal, nos leva frequentemente a considerar os traços físicos, mas um olhar penetrante pode ser fatal e mais atraente do que atributos físicos necessariamente. Uma conexão visual forte e impactante também pode expressar muito sobre a personalidade de alguém e elevar os atributos físicos.

    Linguagem corporal

    A linguagem corporal também ajuda muito no sex appeal e diz muito sobre nós. A postura, a maneira como posicionamos o corpo, e até mesmo o jeito que olhamos podem enviar um forte sinal para alguém que sabe interpretar a linguagem corporal. Por exemplo:

      1. Um sorriso é sempre convidativo, principalmente se for espontâneo e verdadeiro.

      2. A postura correta faz você parecer mais seguro e confiante.

      3. Ficar mexendo ou balançando a perna pode mostrar que você está ansiosa (o) ou impaciente.

      4. Você tenderá a espelhar naturalmente a linguagem corporal da pessoa em que você está interessada (o). Você também pode fazer isso conscientemente, mas não imite todos os seus movimentos.

      5. Faça contato visual para mostrar que está prestando atenção e interessada (o) na conversa. 

      6. Caminhe com passos firmes que transmitam confiança. Esteja ciente de seu entorno e tenha uma presença autoconfiante. Não tenha medo do espaço que você ocupa, que pode fazer você se encolher.

    Uma maneira de melhorar a linguagem corporal é observar como as pessoas confiantes e sensuais usam seu corpo, gestos e movimentos. Mas, claro, é importante tentar agir com naturalidade e espontaneidade.

    Trate bem o seu corpo

    Não é sobre ser perfeita (o), mas ter autocuidado, boa autoestima e amor próprio faz toda diferença. Hábitos saudáveis como alimentação balanceada e a prática de atividades físicas tendem a elevar o sex appeal. Por exemplo, fumar deixa a pele pálida, envelhece e proporciona um hálito desagradável. Não dormir o suficiente pode causar olheiras e aspecto de cansaço. Ingerir muito álcool também envelhece, prejudica o organismo, pele, cabelo, unhas etc. Portanto, se alimente bem, beba bastante água, durma o suficiente para que o seu corpo descanse e se recupere e faça exercícios físicos diariamente, ou pelo menos 3 vezes por semana. “O sex appeal começa em como se cuida e se ama. Estar bem consigo mesma faz com que as outras pessoas queiram estar perto de você!” comenta Roberta Pavon.

    Ouse

    Faça coisas novas, se divirta, não tenha medo de arriscar e tentar coisas diferentes. Isso tudo pode ser muito atraente. Por exemplo, vá a um restaurante e peça um prato inusitado, faça algo pela primeira vez. Sair da zona de conforto pode ser muito sexy. 

    Como ser interessante?

    Pode parecer que ter sex appeal é algo que se nasce com ou sem. Mas, na verdade podemos construir isso sendo uma pessoa inteligente, atualizada, que fale sobre todos os assuntos. Ter autoconhecimento, e conhecimento (ler, estudar, assistir a bons conteúdos), e cuidar da saúde mental e espiritual podem tornar a pessoa muito sexy. 

    A confiança é a chave

    Por último, acredite em você. Exale autoconfiança. Não basta achar que ter um corpo escultural (dentro dos “padrões” da sociedade atual) é suficiente para ter sex appeal. Se sentir bem, segura e confortável em ser quem você é muda tudo. “Não importa apenas suas caraterísticas físicas. Quando você confia em você, se aceita, e se dá valor, as outras pessoas irão perceber e se sentir atraídas por você. E isso é uma construção diária e totalmente individual. Você é única (o). Use suas qualidades a seu favor” Finaliza Roberta Pavon.

  • Gordura no fígado – uma doença silenciosa

    Gordura no fígado: uma doença silenciosa que atinge 25% da população mundial

    Gastroenterologista do São Cristóvão Saúde explica gravidade dos sintomas e por que não devem ser negligenciados  


    Cerca de um quarto da população mundial adulta é afetada por uma doença silenciosa, chamada esteatoose hepática não alcóolica (EHNA). De acordo com pesquisas, essa será a maior causa de doença hepática crônica do mundo,  chegando a acometer até 46% dos adultos e será ainda a maior causa de transplante hepático no mundo, superando a hepatite C. Diante de informações tão alarmantes, por que muitas pessoas negligenciam a esteatose?  

    Gastroenterologista no São Cristóvão Saúde, Dra. Tabata Cristina Alterats Antoniaci explica que a definição científica para essa doença é o acúmulo de lipídeos (substato da quebra da gordura) nos hepatócitos (células do fígado) e, por tal razão, possui o nome popular de “gordura no fígado”. Dentre as causas, estão obesidade, dislipidemia, diabetes mellitus (DM) e Síndrome Metabólica e tais alterações podem impactar na glicemia e até a evolução para fibrose, levando a hepatopatia crônica, conhecida como cirrose hepática.  

    “É uma doença silenciosa, que pode evoluir sem nenhum sintoma e, quando descoberta, geralmente por meio de sintomas como aumento da sede ou manchas negras em locais de dobras no corpo, nos diabéticos, ou aumento da circunferência abdominal em pacientes com síndrome metabólica, o quadro já estar avançado”, exemplifica Dra. Tabata. Desse modo, o diagnóstico ocorre incidentalmente em exames de rotina, como laboratoriais e sanguíneos periódicos. Assim, sempre enfatizamos aos pacientes a importância de um “check up” de rotina”, salienta a especialista.  

    Grupos de risco

    O grupo de risco é vasto e está crescendo, por ser associado ao “combo” de mal do século: a má alimentação, sedentarismo e obesidade e suas complicações.  

    • Causas primárias (causam efeito direto no fígado):

    – obesidade 

    – resistência a insulina ( popularmente chamado de “pré- diabetes”

    – dislipidemia ( colesterol e triglicerídeos alterados)

    – diabetes 

    – hipertensão arterial sistêmica 

    – síndrome metabólica – presença de 3 ou mais dos seguintes fatores ( obesidade central (aumento da gordura no abdômen), hipertensão arterial, dislipidemia e diabetes). 

    • Causas secundarias (afetam indiretamente o fígado):

    – Medicamentos: amiodarona, corticosteroídes, estrógenos, tamoxifeno.

    – Toxinas ambientais: produtos químicos

    – Esteroides anabolizantes

    -Cirurgias abdominais: bypass jejuno-ileal, derivações bilio-digestivas. 

    Em casos mais graves, quando há hepatopatia crônica, já na fase final da esteatose, é quando a fibrose hepática já esta instalada no fígado. “Hemorragias podem ocorrer principalmente pela boca, chamada hemorragia digestiva alta, que de um modo geral, é causada pela ruptura de varizes de esôfago ou gástricas; devido ao aumento da pressão das veias e inclusive esôfago e estomago, e essa pressão leva a hemorragia”, pontua a gastro. A confusão mental também é um dos sintomas e acontece pelo acúmulo de amônia e sua dificuldade em ser eliminada pelas fezes. “Para evitar essas complicações, o paciente hepatopata deve ser acompanhado de perto por uma equipe multidisciplinar, guiada pelo gastroenterologista ou hepatologista”, complementa a médica.  

    Tratamento 

    Não existe medicamento que reduza a gordura do fígado. Desse modo, de acordo com Dra. Antoniaci, o tratamento deve ser individualizado e baseado nos achados dos exames realizados durante o diagnóstico, primeiramente com foco no fator desencadeante da doença, resultando em uma possível regressão da doença. “A base do tratamento é a mudança de hábitos e estilo de vida, com melhora do padrão alimentar e atividade física, levando a perda de peso, diminuição da circunferência abdominal e estabilização dos níveis dos exames alterados”, finaliza a especialista do São Cristóvão Saúde.

  •  8 dicas práticas e simples para as portas e janelas

    Vai viajar? 8 dicas práticas e simples para as portas e janelas

    Sasazaki oferece dicas simples para proteger casas e apartamentos durante viagens e evitar aborrecimentos

    Férias, Natal, Ano Novo, Carnaval, feriado prolongado, trabalho… não importa a ocasião e o motivo da sua viagem, pois o que importa mesmo, é a sua tranquilidade e a segurança do seu patrimônio. Por isso, é muito importante lembrar os cuidados com a casa para evitar aborrecimentos.

    São procedimentos simples, mas que podem fazer a diferença, uma vez que o imóvel estará vazio. Então, prevenir é a melhor atitude e alguns pontos merecem uma atenção redobrada, entre eles, as portas e janelas.

    A Sasazaki, tradicional fabricante de portas e janelas de aço e alumínio, dá oito dicas práticas que podem contribuir para aumentar a segurança e proteger o seu patrimônio:

    1. Certifique-se de fechar corretamente todas as portas e janelas, travando os fechos e passando as chaves nas portas. Cadeados também são bem-vindos.

    2. Nunca deixe as chaves penduradas pelo lado interno das portas ou janelas. Mesmo que estejam trancadas, tenha o costume de retirar as chaves e guardá-las em locais específicos de conhecimento de sua família.

    3. Verifique se as janelas e as portas estão bem fixadas, sem avarias na alvenaria. Confira também se algum trinco, tranca ou fechadura está avariado. Caso seja necessário, chame um profissional para realizar a manutenção antes da viagem.

    4. As portas internas podem ser trancadas para dificultar a circulação em caso de invasão.

    5. Nunca deixe cadeados pelo lado de fora da esquadria: isso indica que não há ninguém na casa.

    6. Portas com travas e fechaduras reforçadas também são importantes para a maior segurança do imóvel.

    7. Abandone o costume de deixar a chave da porta de entrada embaixo do tapete ou em vasos de plantas. Havendo necessidade, deixe uma cópia da chave com alguém de sua confiança.

    8. A Sasazaki recomenda a compra de portas e janelas certificadas conforme as normas vigentes, que possuem garantia de qualidade desde a matéria-prima e passam por testes para o bom funcionamento da esquadria, como por exemplo:

    . 10.000 ciclos de Abertura e Fechamento sem deformação ou mau funcionamento;

    . resistência, como os testes contra esforços de arrombamentos internos e externos e os de resistência à esforços inesperados nas folhas ou acessórios;

    . testes de eficiência e qualidade como os de resistência a fortes rajadas de ventos sem soltar as folhas das janelas, estanqueidade de água e vento, resistência à corrosão;

    . entre outros.

  • Atenção às doenças mais comuns no período de chuvas

    Contato com a água e alimentos contaminados em enchentes aumentam o risco de doenças como a hepatite A e leptospirose; veja dicas de cuidados

    Com a chegada do período de chuvas mais intensas em diversas regiões do país, aumentam os casos de enchentes em diversas cidades. Além dos transtornos mais comuns, como perda de bens e dificuldade de locomoção, há ainda a preocupação com a saúde, já que muitas doenças podem ser transmitidas em alagamentos.

    “Em cheias, a água da chuva se mistura com a água do esgoto, que está contaminada com urina e fezes infectadas por vírus e bactérias causadoras de doenças, como a hepatite A e leptospirose”, explica Juan Carlos Boado, diretor Técnico do Hospital Bom Pastor, localizado em Guajará-Mirim, Rondônia.

    “O acúmulo de água também favorece a proliferação do aedes aegypti, transmissor da dengue, zika, chikungunya e até febre amarela”, complementa o especialista.

    Pertencente à Pró-Saúde, uma das maiores entidades filantrópicas de gestão hospitalar do país, o Hospital Bom Pastor realiza consultas, exames, cirurgias, partos e internações, com estrutura pensada especialmente para a população indígena em uma localidade remota do Brasil.

    Confira mais detalhes sobre algumas doenças:

    Dengue: O perigo das enchentes se encontra nas poças que permanecem no local e acúmulo de água em lixo e outros objetos. Durante o verão, esses locais se tornam criadouro para o mosquito transmissor da dengue, que geralmente provoca inflamação nos vasos sanguíneos, causando febre, dor nas articulações, dor muscular, falta de apetite, enjoo, vômito e manchas vermelhas no corpo. “Dores intensas na barriga, vômitos persistentes, acúmulo de líquidos na região do abdômen, coração ou pulmão, sangramento, pressão baixa e aumento do fígado podem indicar dengue hemorrágica. Nesse caso, é indispensável recorrer ao atendimento médico”, diz o doutor.

    Hepatite A: Trata-se de uma doença causada por vírus, que tem acesso ao organismo por meio da ingestão de líquidos e alimentos contaminados pela água de enchente. Por isso, é importante descartar qualquer alimento que entrou em contato com a água, mesmo os embalados. É necessário ter atenção também à caixa d’água e outros reservatórios da residência. “Tomar banho com a água contaminada também propicia a disseminação de hepatite A, já que a água encosta na boca e mucosas do corpo, infectando o indivíduo”, alerta Dr. Juan. Não existe um tratamento específico para o vírus, mas há vacinas disponíveis para crianças menores de cinco anos, e pessoas com doença no fígado.

    Leptospirose: Conhecida como doença do rato, é transmitida pela urina de roedores infectados que se espalha na enchente. Ao entrar em contato com a água contaminada, a bactéria Leptospira consegue invadir a pele, causando a doença – feridas aumentam as chances de contaminação. Casos críticos da leptospirose causam icterícia (pele e olhos amarelados), hemorragias, insuficiência renal, hepática e respiratória. “Geralmente, os sintomas são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Por isso, ao buscar ajuda médica, é importante avisar que você entrou em contato com a água da enchente”, enfatiza Juan.

    Medidas de proteção

    Também existem outras doenças relacionadas à contaminação da água, como diarreia bacteriana, febre tifoide, micose e até mesmo tétano. Para manter a proteção à saúde nessas ocasiões, o Hospital Bom Pastor lista algumas dicas, confira:

    • Beba água potável. Para garantir que a água é segura, ferva-a por ao menos um minuto, ou adicione duas gotas de água sanitária para cada litro de água;

    • Evite o contato direto com a água de enchentes. Caso isso não seja possível, é importante permanecer o menor tempo na água ou na lama;

    • Jogue fora todo alimento ou medicamento que entrou em contato com a água da enchente;

    • Limpe os ambientes atingidos pelo alagamento, mantendo os membros superiores e inferiores protegidos com sacolas, ou botas e luvas;

    • Mantenha a vacinação em dia. Doenças como diarreia por rotavírus, influenza, meningite, rubéola e tétano podem ser evitadas pela vacinação;

    • Os utensílios domésticos podem ser higienizados com desinfetante, água sanitária e água (os de madeira, como taboas, devem ser descartados);

    • Pisos, paredes e móveis podem ser limpos primeiramente com uma solução de água e sabão, e posteriormente com água e água sanitária.

  • Alergia? Veja as principais causas e como se prevenir

    Espirros, coceira, inchaço e irritação na pele estão entre as reações do corpo que indicam que você pode estar com uma das doenças mais frequentes do mundo: a alergia.

    As causas são variadas e envolvem o contato do organismo com ácaros, pólen de flores, pelo de animais, contato com insetos, ingestão de alimentos ou medicamentos.

    Neste mês, em que se comemora o Dia Internacional dos Portadores de Alergia Crônica (3/12) e o Dia do Médico Alergista (14/12), a médica Gisele Abud, diretora técnica da UPA Zona Leste, faz um alerta para a doença, que atinge cerca de 35% da população mundial.

    “O primeiro passo é iniciar a investigação para descobrir a causa da alergia. Muitas pessoas têm crises alérgicas de rinite, sinusite, conjuntivite, urticária, dermatite constantemente e desconhecem a origem dessas reações. Por isso, procure um médico para um diagnóstico preciso”, recomenda.

    É essencial observar as condições do ambiente em que você está inserido, seja em casa, no trabalho, se há contato com animais, e se você tem histórico de familiares com algum tipo de alergia diagnosticada.

    “Após descobrir o que desencadeia as reações, se for alergia respiratória, por exemplo, fique atento à previsão do tempo, se for do ambiente, mantenha o local sempre higienizado. Quem tem alergia a alimentos é importante ler os rótulos dos produtos, e se for a restaurantes, pergunte quais ingredientes são utilizados no preparo da refeição”, recomenda Gisele Abud.

    Tratamento

    Ao identificar sintomas de alergia, a orientação é que o munícipe procure a policlínica de referência do local de moradia para ser avaliado. Havendo necessidade, pode ser encaminhado para um especialista (alergologista, dermatologista ou pneumologista).

    Na UPA, unidade de urgência e emergência, o atendimento é realizado com o objetivo de reduzir os sintomas da alergia e promover mais conforto ao paciente, em especial àqueles que apresentam quadro clínico mais delicado, havendo a possibilidade de realização de exames laboratoriais, a critério médico. Este atendimento, porém, não substitui a necessidade de investigação e acompanhamento periódico da alergia, que deve ser realizado em ambulatórios (policlínicas e/ou Ambesps).

    Nos primeiros onze meses deste ano, a UPA Zona Leste atendeu 1.429 pacientes com diagnóstico para alergias, sendo as mais comuns a dermatite de contato e a reação a alimentos. A UPA Zona Leste é gerenciada de forma compartilhada entre a Prefeitura de Santos e a entidade filantrópica Pró-Saúde.

    “Em nossa unidade as dermatites são mais comuns em crianças, no entanto, adultos também nos procuram apresentando sintomas, sendo a prevalência mulheres com idade entre 20 e 40 anos”, explica a médica.

  • Quando e porque calibrar os pneus do seu carro

    Você sabe quando e porque calibrar os pneus do seu carro?

    A manutenção da pressão adequada aumenta a segurança do veículo, a economia de combustível e a durabilidade dos pneus

    A pressão ideal é fundamental para o bom desempenho dos pneus e consequentemente dos veículos. O uso da pressão adequada para cada veículo e situação em que os pneus serão usados é fundamental para aumentar a segurança, economizar combustível e a durabilidade dos pneus e componentes de suspensão. Lembre-se que quando um automóvel carrega apenas o condutor e está sem carga, a pressão indicada no manual do veículo é diferente de situações como uma viagem com a família, em que o veículo precisa levar quatro passageiros e bagagem, por exemplo.

    O ideal é que os pneus sejam calibrados semanalmente, não ultrapassando o intervalo de 10 dias, pois a perda de pressão pode ser de até um PSI (Pound-force per Square Inch) ou em português libra-força por polegada quadrada, que é a nomenclatura usada no Brasil para medir a pressão dos pneus. No entanto, esta perda de pressão pode ser maior se o veículo for usado todos os dias e carregado ou em estradas e ruas com condições ruins. 

    Os pneus devem ser calibrados quando estão frios, pois após rodarem por alguns quilômetros a temperatura aumenta e isso faz com que a pressão deles aumente. Se forem calibrados com a pressão correta nesta situação, podem ficar abaixo do recomendado quando o pneu esfria.

    Recomenda-se fazer o ajuste de pressão com intervalo de 7 a 10 dias, momento em que as condições gerais de banda de rodagem e laterais deverão ser checadas. Se notar alguma anormalidade, deve-se procurar assistência assim que possível, para reparos ou substituição do produto.

    Benefícios da calibragem correta

    De forma simples deve-se imaginar três cenários distintos: pneu com pouca pressão, pneu com pressão em excesso e pneu com pressão ideal. 

    A baixa pressão compromete a segurança, que é acentuada nesta época do ano quando ocorre um aumento na temperatura ambiente e no volume de chuvas. Os pneus com baixa pressão criam uma área de contato com o solo maior e têm mais riscos de aquaplanagem, situação que acontece quando o veículo trafega em pisos molhados e uma camada de água acumula entre o pneu e a superfície, gerando a perda de contato com o solo, de controle do veículo e possíveis riscos de derrapagem.

    A maior área de contato do pneu com o solo também gera aumento no consumo de combustível, deixa a direção mais pesada e como consequência o carro não responde aos comandos como deveria. A baixa pressão ainda compromete a estrutura lateral dos pneus, tornando-os mais sensíveis a danos nas laterais e ao surgimento de bolhas.

    Em situações mais extremas o aumento da área de contato do pneu pode gerar um aquecimento anormal e até gerar a falha, levando a perda de controle do veículo. Um pneu excessivamente murcho pode até sair da roda durante uma curva.

    Ademais, o uso dos pneus com pressão abaixo da recomendada gera desgaste irregular das extremidades da banda, ou seja, dos ombros dos pneus.

    A pressão em excesso também é prejudicial. Por estar com muita pressão, o pneu fica com uma área de contato menor com o solo, por consequência quando o motorista precisar fazer uma freada de emergência o carro pode não obedecer ao comando corretamente, causando acidentes.

    O conforto para dirigir também é impactado. O motorista pode sentir que o carro está diferente, mais “duro” para realizar os movimentos. A alta calibragem também diminui a durabilidade do pneu, deixando-o mais suscetível quando cai em buracos ou é perfurado por alguma coisa nas ruas, além de aumentar o desgaste na parte central da banda de rodagem.

    A calibragem correta dos pneus promove mais segurança em situações de chuva, freadas bruscas e curvas. Além de propiciar maior durabilidade, mais conforto na hora de dirigir, menor consumo de combustível, ou seja, o motorista economiza ao manter a calibragem em dia.

    “A Dunlop trabalha para garantir os melhores produtos para o público brasileiro e por isso sempre buscamos trazer dicas que ajudem nossos clientes. Prestar atenção na calibragem dos pneus é fundamental para manter a segurança e garantir o máximo de desempenho”, explica Rodrigo Alonso, diretor de vendas e marketing da Dunlop.

    Outro ponto de atenção é lembrar de calibrar o estepe, ou verificar as condições do kit de reparo emergencial ou outra solução técnica para sair da situação de furo ou dano dos pneus, oferecida especificamente para cada modelo de veículo por seus respectivos fabricantes. Para saber a calibragem ideal para seu veículo em qualquer condição, consulte o manual do veículo.