Autor: agitosp

  • 7 hábitos para proteger seus olhos

    O mês de janeiro é propício para iniciar algumas mudanças e traçar metas para o ano novo. Certamente, os cuidados com a saúde é uma meta muito importante que deve estar na lista de resoluções de 2023.

    Embora o foco da maioria das pessoas seja na alimentação, nos exercícios físicos e na saúde cardiovascular, é preciso também cuidar da saúde ocular por meio de exames preventivos, além da mudança de certos hábitos que podem prejudicar a visão.

    Com a ajuda da Dra. Maria Beatriz Guerios, oftalmologista geral e especialista em glaucoma, elencamos 7 hábitos que você deve eliminar em 2023 para manter sua visão saudável e proteger seus olhos.

    1- Usar colírios sem prescrição de um oftalmologista

    Uma das principais causas de problemas oculares, alguns graves como o glaucoma, é o uso de colírios sem prescrição médica. Os mais perigosos são os colírios à base de corticoides, que podem levar ao aumento da pressão intraocular e causar danos no nervo óptico, condição chamada de glaucoma.

    Além do glaucoma, alguns colírios podem causar ou agravar infecções, levar a quadros alérgicos e irritativos.

    Portanto, para proteger seus olhos só use colírios com prescrição médica. Não compartilhe com outras pessoas e saiba que a dose de qualquer colírio prescrito é de uma gota em cada olho.

    2- Coçar demais os olhos e de forma frequente

    Quem nunca teve um ataque de coceira nos olhos, levante a mão! Porém, há pessoas que têm o hábito de coçar os olhos de forma frequente, sem que haja um motivo para isso. Ou ainda àquelas que são alérgicas e têm crises frequentes de coceira ocular.

    Contudo, saiba que o hábito de esfregar os olhos com frequência é muito prejudicial. Além do risco de causar infecções, já que em geral ninguém lava as mãos para coçar os olhos, a fricção constante pode causar danos na córnea e queda da pálpebra, chamada de ptose palpebral.

    A consequência mais grave de coçar os olhos de forma frequente é o desenvolvimento do ceratocone, doença que altera o formato da córnea e pode causar perda da visão.

    3- Usar óculos de sol sem lentes de proteção contra os raios solares

    Não é só a pele que sofre com os efeitos nocivos dos raios solares. Os olhos são extremamente sensíveis aos raios ultravioletas do sol, como o UVA e UVB. O único modo de proteger os olhos do sol é usar óculos de sol com lentes que tenham a proteção UVA/UVB.

    Ou seja, aqueles óculos vendidos em comércios populares não possuem essas lentes. Outro ponto negativo é quando usamos óculos de sol, as pupilas aumentam de tamanho para que entre mais luz, algo parecido com o que acontece quando entramos em um ambiente escuro, por exemplo.

    Portanto, os óculos sem proteção permitem uma quantidade ainda maior de raios solares nocivos. Conclusão: invista em óculos de sol com lentes que tenham a proteção UVA/UVB.

    4- Não seguir as boas práticas do uso de lentes de contato

    As lentes de contato podem ser muito práticas para quem não se acostuma com os óculos de grau. Contudo, nem todos as pessoas seguem as recomendações do uso consciente e responsável das lentes de contato.

    As lentes de contato não foram feitas para serem usadas de forma contínua, nem por tempo indeterminado. Pelo contrário, são dispositivos que devem ser colocados e tirados diariamente, especialmente para dormir e para praticar esportes aquáticos.

    As lentes devem ser trocadas com frequência, especialmente as gelatinosas. Isso porque o material é propício para a aderência de micro-organismos.

    Além disso, a limpeza minuciosa das lentes é imprescindível para prevenir infecções graves, como a ceratite por Acanthamoeba.

    As recomendações são: tirar as lentes para dormir ou para praticar esportes aquáticos; realizar a higienização das lentes com os produtos adequados, bem como limpar o estojo das lentes. Seguir as orientações do uso de lentes descartáveis e trocar as lentes com frequência.

    5- Usar de forma excessiva e prolongada dispositivos eletrônicos

    O uso prolongado e demasiado de celulares, computadores e tablets pode prejudicar o sistema visual de várias maneiras.

    A primeira delas é que durante o uso dos dispositivos eletrônicos piscamos menos. O ato de piscar é imprescindível para a lubrificação da superfície ocular. Portanto, quanto maior o tempo gasto nos eletrônicos, maior o risco de apresentar sintomas do olho seco. Também podem surgir manifestações como dor de cabeça, cansaço visual e sensibilidade à luz.

    Outro problema relacionado ao uso excessivo das telas é o desenvolvimento da miopia ou ainda o aumento do grau desse erro refrativo.

    A dica para evitar esses problemas é reduzir o tempo em frente às telas. Procure piscar mais vezes durante o uso dos dispositivos. A cada 20 minutos de uso, procure descansar os olhos. Você deve olhar para o horizonte para descansar a visão de perto.

    6- Usar maquiagem e cosméticos vencidos ou de má qualidade

    Os olhos e a pele das pálpebras são extremamente sensíveis à produtos químicos presentes em maquiagens e cosméticos em geral.

    Por isso, é sempre importante comprar produtos de boa procedência, com compostos menos agressivos para a pele. Outro hábito é checar a validade dos produtos, além de remover a maquiagem antes de dormir. Lembrando ainda que maquiagens não devem ser compartilhadas.

    7- Não realizar check up oftalmológico anual

    Poucas pessoas se preocupam com a saúde ocular. Mas deveriam! Para começar, o ideal é procurar um oftalmologista todos os anos para avaliar de forma geral como está a saúde dos olhos.

    O check up anual é ainda mais importante após os 40 anos devido às doenças oculares relacionadas ao envelhecimento ou ainda às doenças. Nessa fase da vida, o risco de desenvolver glaucoma, catarata e doenças da retina, como retinopatia diabética e degeneração macular relacionada à idade (DMRI) aumenta.

    Dessa forma, procurar o oftalmologista para um check up de forma regular é fundamental para prevenir ou ainda para diagnosticar e tratar essas doenças de forma precoce.

    Aproveite o início do ano para realizar um check up oftalmológico e aposte na mudança dos hábitos que são nocivos para a saúde dos seus olhos!

  • Tá com calor? Seu pet também

    O verão chegou pra valer! Temperaturas acima dos 30º, clima abafado e aquela necessidade constante de deixar o ventilador ou o ar condicionado ligado. E com os cães e gatos não é diferente. Eles sentem esse calor todo quase tanto quanto os humanos, com uma diferença básica: se nós temos o recurso do suor por todo o corpo para regular a temperatura, nos pets essa manifestação ocorre apenas nos coxins, aquelas “almofadinhas” presentes nas patas.

    “O problema desses animais é que eles não transpiram como os humanos, uma vez que não dispõem de glândulas sudoríparas como nós. O recurso que eles utilizam para aliviar o calor é respirar com mais intensidade, mas isso acaba gerando outro problema”, explica Simone Cordeiro. “Algumas raças de cães e gatos que têm qualidades físicas específicas sofrem mais com a respiração”, complementa.

    São os casos dos animais mais obesos, peludos e com focinhos retraídos, como são os casos dos cães das raças pug e buldogue, por exemplo. Entre os gatos, o persa e o exótico também costumam apresentar dificuldades respiratórias que se agravam nos meses mais quentes do ano. Por isso, segundo ele, o procedimento mais adequado é oferecer um ambiente agradável, de maneira que eles se sintam mais confortáveis.

    “A regra é o dono proteger o pet do calor como ele mesmo se protege. Evitar exposição excessiva ao sol, fornecer bastante água, não deixá-lo num chão muito quente e proporcionar um ambiente mais fresco e ventilado. Mas evite sempre ambientes gelados, climatizados com ar condicionado, porque isso pode provocar uma hipotermia séria. Cães e gatos não gostam de temperaturas extremas, e isso serve para o calor e também para o frio”.

    Ele também recomenda dar banhos semanais no animal, mas nada de água muito fria. “Uma temperatura mais fresca ou ainda de preferência mais morninha é como um SPA para o pet. O calor não precisa ser uma dor de cabeça para os donos. O animal não é tão exigente, mas tem sensações um pouquinho diferentes das nossas. No fim das contas, sofrem com o calor assim como sofremos, e fazem questão de um refresco do mesmo jeito que também nós fazemos”, sentencia.

  • Karisma Hotels & Resorts anuncia novidades para 2023

    Karisma Hotels & Resorts tem demonstrado constante crescimento e inovação.  No último ano inaugurou uma nova propriedade na República Dominicana.Para março de 2023 estão programadas aberturas em Belize e na Riviera Maya (México).

    Karisma Hotels & Resorts, marca líder em administração de hotéis de luxo estrategicamente localizados na América Latina, Caribe e Europa, continua com seu processo de inovação e expansão acelerada. Às suas 20 propriedades, durante o ano de 2022 se somou o novo Margaritaville Island Reserve by Karisma em Cap Cana (República Dominicana), com 519 quartos, seis restaurantes, três bares, o St. Somewhere Spa, uma fábrica própria de cerveja e um centro de entretenimento (Entertainment Village).

    Uma de suas novidades é o Hammock, uma nova sessão exclusiva para adultos com comodidades como acesso direto do quarto para a piscina, um bar e restaurante somente para adultos, experiências culinárias e entretenimento ao vivo todos os dias, além do acesso a todas as comodidades do resort principal, o Margaritaville Island Reserve Cap Cana.

    Nesta mesma propriedade também se localiza o Wave, que oferece a fuga perfeita para famílias e amigos, com atividades, experiências e serviços especiais para este tipo de grupos. Tudo isso combinado com a premiada experiência Island Reserve Inclusive pela qual as propriedades são conhecidas.

    Da mesma forma, o famoso Nickelodeon Hotels & Resorts Punta Cana ampliou a sua oferta, passando de 208 para 460 suítes. No centro desta impressionante propriedade está o Nickelodeon™ Place, que inclui o parque aquático Acqua Nick, centrado nos personagens dos canais Nickelodeon e Nick Jr. Como grande novidade, Santiago dos Mares chegou para acompanhar os demais personagens e trazer ainda mais diversão para jovens e adultos.

    Novos lançamentos

    Para março de 2023, Karisma Hotels & Resorts tem programada a abertura de seu novo hotel em uma ilha exclusiva em Cayo Ambergris, em Belize, uma joia do Caribe centro-americano, conhecida por suas praias virgens, águas cor turquesa e arrecifes coloridos: se trata do Margaritaville Beach Resort Belize.

    Este novo complexo estará localizado a alguns passos de uma praia impressionante que abriga o segundo maior arrecife de corais do mundo. Oferecerá 55 quartos (suítes de um e dois dormitórios) com uma decoração inspirada na rica cultura e na beleza tropical de Cayo Ambergris. Além disso, contará com dois restaurantes, dois bares, duas piscinas e um spa.

    Depois de chegar ao resort em um barco privado, o visitante poderá recarregar as suas energias em um lindo lobby ao ar livre inspirado na arquitetura vitoriana e, é claro, com uma Margarita nas mãos.

    Além disso, durante o primeiro trimestre de 2023, o grupo Karisma também abrirá as portas da terceira propriedade da marca Island Reserve. Trata-se do Margaritaville® Island Reserve Riviera Maya, seu primeiro resort somente para adultos com tudo incluso. Contará com 355 suítes dentro de 13 categorias de quartos, nove bares e restaurantes, três piscinas, duas quadras de pickeball (esporte que mistura elementos de tênis, badminton e tênis de mesa), um St. Somewhere Spa, a primeira Cervejaria LandShark no México e muito mais. 

    “Aqui os hóspedes receberão um serviço de luxo. Cada quarto contará com uma vista espetacular devido a forma de lua crescente da construção. O serviço All Inclusive chega com experiências culinárias gourmet e imersivas, opções de bebidas únicas e um serviço personalizado excepcional. Além disso, os hóspedes terão a oportunidade de conhecer outros hóspedes em um ambiente altamente social do resort” enfatizou Daniel Lozano, vice-presidente de operações do grupo.

  • Número de visitantes em Seychelles ultrapassa marcas

    O Arquipélago paradisíaco no oceano Índico registrou um aumento de mais de 80% no número de turistas em relação ao ano anterior -foto: Torsten Dickmann.

    O número de visitantes em Seychelles, no final de 2022, superou os marcos de anos anteriores. De acordo com dados divulgados pelo National Bureau of Statistics, o total de chegadas no ano foi de 334.552, um aumento de 81% em comparação ao mesmo período de 2021.

    A Secretária de Turismo do país, Sherin Francis, destacou: “O número é ainda melhor do que nossas últimas previsões de cerca de 330.000, depois de atingirmos nossa meta original.”

    A indústria do turismo de Seychelles, principal atividade econômica do país, foi fortemente atingida pela pandemia de COVID-19, quando teve que fechar suas fronteiras aos visitantes. Nos últimos dois anos, o arquipélago vem reconstruindo este setor por meio de campanhas de marketing que resultaram nos últimos levantamentos. Apenas na última semana 2022, o país recebeu 10.266 visitantes 

    Em 2022, a Europa teve o maior número de chegadas ao arquipélago. De acordo com os levantamentos mais recentes, a Alemanha foi o principal mercado com 44.772 visitantes, seguida pela França com 44.503 e a Rússia em terceiro lugar com 31.180. Além disso, durante o ano de 2022, Israel, Emirados Árabes Unidos e Índia, trouxeram juntos 51.668 visitantes. 

    Sobre o ano de 2023, Francis afirmou: ” Esperamos que este setor-chave tenha um desempenho ainda melhor no final deste ano”.

  • 5 mitos e verdades sobre a amamentação

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam a amamentação exclusiva dos bebês até os seis meses, seguindo com alimentação complementar até pelo menos dois anos ou mais. A prática traz diversos benefícios à saúde da mulher e, principalmente, da criança.

    “O leite humano é o alimento mais completo para o bebê. Além da nutrição, ele proporciona diversos benefícios como a diminuição da mortalidade infantil e prevenção de infecções, como por exemplo, pelo coronavírus, por meio de anticorpos passados pela mãe”, destaca Yara Leite, enfermeira obstétrica do Hospital Bom Pastor, localizado em Guajará-Mirim (RO).

    Unidade própria da entidade filantrópica Pró-Saúde, o Bom Pastor é a única maternidade do município de Guajará-Mirim, atuando como referência regional para gestantes e atendimento da população indígena de 54 aldeias na região Norte do país.

    Apesar das taxas de amamentação avançarem nos últimos anos, a porcentagem permanece abaixo da meta estipulada pela OMS de, até 2030, atingir 70% de aleitamento exclusivo nos seis primeiros meses. Segundo levantamento feito em 2019 pelo Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani), o aleitamento materno exclusivo no Brasil abrange apenas 45,8% das crianças.

    Um dos obstáculos para que o país possa alcançar a meta estipulada é a desinformação. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), há uma grande influência de questões culturais, passadas de geração em geração, e sem embasamento científico para comprovação, que desestimulam e interferem no processo de amamentação.

    Entre os exemplos citados pelo órgão estão falas equivocadas como: “leite empedrado faz mal para criança”, “após seis meses leite vira água”, “leite provoca cólica na criança”, entre outras. “A melhor estratégia neste caso é disseminar informações corretas e esclarecer as principais dúvidas que podem surgir durante esse processo”, destaca Yara.

    Confira a seguir cinco mitos e verdades sobre a amamentação.

    1. Leite fraco

    MITO! O leite materno tem todas as substâncias necessárias para que o bebê cresça e se desenvolva de forma sadia. Segundo o Ministério da Saúde, o leite no início da mamada é “ralo” por conter menos gordura, mais água, vitaminas e sais minerais. Já, o leite no fim da mamada é mais grosso, por ter mais gordura para a criança.

    “A percepção sobre o leite fraco, muitas vezes, é consequência da pega incorreta, ou do uso de chupetas e mamadeiras. Se a criança não mama com a técnica correta, ela pode ingerir menos leite e não esvaziar a mama adequadamente. Dessa forma, a produção de leite cai e, consequentemente, a criança fará intervalos menores entre as mamadas, gerando insegurança na mãe, que acaba associando a frequência da amamentação com a qualidade do leite”, explica a enfermeira.

    1. Horários fixos de amamentação

    MITO! A SBP afirma: não é preciso estabelecer horário fixo para as mamadas. Recomenda-se que a criança seja amamentada sem restrições de horários e duração do aleitamento, ou seja, a amamentação deve ser em livre demanda.

    O bebê deve mamar sempre que desejar, pois é ele quem determina a frequência e o tempo de duração da mamada. Essa prática possibilita que ele aprenda a reconhecer os sinais de fome e saciedade, o que pode estar relacionado com menores taxas de obesidade na vida adulta, de acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria.

    1. O leite materno pode variar de cor

    VERDADE! Muitas vezes isso pode ser motivo de preocupação, mas não é necessário. Segundo a SBP, a cor do leite pode variar entre os períodos da mesma mamada devido à quantidade de anticorpos, proteínas e gordura que são ofertadas para o bebê ao longo do aleitamento. Cores amareladas, azulada, esverdeada e rosada também são normais: elas podem mudar de acordo com a alimentação da mãe, como o consumo de vegetais da cor laranja, folhas ou alimentos com corante verde, e bebidas ou alimentos que tenham a cor próxima ao rosa.

    Para saber se a coloração é justificada pela dieta ou não, é possível diminuir o consumo dos alimentos suspeitos e observar a cor do leite. Caso o leite permaneça esverdeado, vermelho tijolo ou marrom, é importante procurar um profissional de saúde ou um Banco de Leite Humano.

    1. Leite ordenhando e congelado perde os nutrientes

    MITO! Quando guardado na geladeira, o prazo de validade do leite materno ordenhado é de até 12 horas. Se armazenado no freezer ou congelador, a validade se estende para 15 dias, mas é importante que, nesse caso, o leite seja congelado logo após sua retirada.

    “Para descongelar o leite, preservando seus nutrientes para o bebê, coloque o recipiente em banho-maria, com água potável, aquecendo um pouco sem deixar ferver. Em seguida, o frasco deve ser mantido na água até descongelar por completo”, orienta a profissional.

    1. O aleitamento contribui para o retorno ao peso normal da mãe

    VERDADE! De acordo com a SBP, a mãe que amamenta volta ao seu peso normal com mais facilidade. Além disso, o aleitamento gera outros benefícios à saúde da mulher, como a prevenção contra o câncer de mama e ovário, redução do risco de desenvolvimento de diabetes, infarto e hemorragia após o parto. “Outro fato importante a ser destacado, é a melhora da autoestima da mãe ao saber que o bebê está saudável porque recebe o alimento ideal para seu desenvolvimento: o seu leite”, ressalta Yara.

  • Enxaguantes Bucais Substituem a Escovação? 

    Algumas pessoas usam o enxaguante bucal para combater o mau hálito, outras para prevenir a cárie dentária. O enxaguante bucal pode ser uma adição altamente benéfica a qualquer rotina de higiene dental. No entanto, é importante lembra que existem muitos equívocos sobre os eles.

    A cirurgiã-dentista e expert em saúde bucal Dra. Bruna Conde, esclarece que é necessário entender que os enxaguantes não possuem suas fórmulas todas iguais, cada produto contém diferentes ingredientes e nem todos são indicados para certos tipos de situação.

    Na verdade, alguns são feitos para servir a propósitos diferentes. Primeiro, você tem seu enxaguante bucal antibacteriano, que é comumente usado para prevenir contra cáries e placa bacteriana. Então, você tem um enxágue com flúor, que ajudará aqueles que não bebem água fluoretada o suficiente ou que não utilizam cremes dentais com flúor para auxiliar na doença da gengiva e a cárie dentária. E também os enxaguantes usados por aqueles que sofrem de sensibilidade dentária. É importante que você converse com o seu dentista para garantir que esteja usando o correto para a sua necessidade naquele momento. Lembrando que pode variar ao longo do tempo, pois nossas necessidades vão alterando também.

    Bruna Conde explica fatos que você precisa saber sobre enxaguantes/antissépticos bucais, confira:

    Bochechos não curam mau hálito – embora os bochechos ajudem a prevenir o mau hálito, definitivamente não cura. Muitas causas do hálito são multifatoriais ou seja causado por vários motivos devido a isso o enxaguante servirá apenas para mascará-lo temporariamente. “Para tratar o mau hálito é necessário avaliação de um especialista em Halitose para avaliar as possíveis causas e remover todas. Além de ensinar como evita-lo e prevenir.” alerta a cirurgiã-dentista.

    O enxaguante bucal combate cáries e doenças gengivais – A Dra. Bruna Conde destaca que de fato pode ajudar a eliminar bactérias que permanecem nos dentes e levam a cáries. Porém se a cárie não for tratada, pode levar a perda dentária e alteração de função e estética. E nenhum produto sozinho remove cáries e trata gengiva é necessário o tratamento do especialista em conjunto.

    Enxaguantes e sensibilidade 

    Alguns enxaguantes podem auxiliar no controle da sensibilidade porém não suficientes para acabar com a dor.

    Para efeito imediato pode ser um bom auxilio porém a sensibilidade pode ser sinal de uma cárie escondida, problema na gengiva silencioso ou hábitos e estilos de vida ruins que afetam a saúde bucal. Por isso devemos saber se é indicado e como será realizado a rotina de enxaguantes no dia a dia de cada pessoa.

    Cuidados ao usar enxaguante bucal

    O enxaguante bucal geralmente contém um alto volume de álcool e flúor. Ambos os ingredientes não devem ser ingeridos em grandes quantidades, principalmente por crianças. Por esse motivo, segundo a American Dental Association não se recomenda seu uso para crianças menores de 6 anos.

    Os adultos também não devem ter o hábito de engolir enxaguante bucal.

    Geralmente não é indicado o uso de álcool. Inclusive ele é ruim para o hálito. E poucos tem conhecimento sobre esse assunto.

    Se você tiver feridas abertas ou lesões orais na boca, pode-se com recomendação odontológica utilizá-lo. Mas você deve falar com um dentista antes de usar um enxaguante bucal se tiver lesões orais recorrentes.

    Feridas na boca podem ser causadas por problemas de saúde latentes, e encharcar essas feridas com flúor e antisséptico pode fazer mais mal do que bem.

    Vale a pena lembrar que os antissépticos/enxaguantes bucais não substituem a escovação e o uso do fio dental. Saber o tipo, quantidade e frequência do enxaguante faz toda a diferença.

    Eles devem ser usados como complementos na higienização bucal, com escovação dos dentes, da língua e utilização do fio.

    Dessa forma, com a recomendação ideal do especialista, o enxaguante bucal pode ser usado para prevenir problemas na boca toda. Para que o enxaguante bucal faça algum bem à sua boca, ele deve ser usado corretamente com prescrição para essas questões.

    “Enxaguantes pode ser um aliado ou vilão. Ele deve ser visto como um medicamento. Precisa de prescrição, orientação de uso e acompanhamento. Se você tem algum problema bucal ou quer prevenir doenças e mau hálito procure seu dentista e busque orientações personalizadas para seu caso. O dentista deve ser apto e atualizado pois cada vez mais temos novos produtos no mercado com promessas milagrosas. Invista em produtos e profissionais de qualidade. ” Finaliza a Dra. Bruna Conde.

  • Conheça os diferentes métodos anticoncepcionais

    Anticoncepcional: conheça os diferentes métodos e saiba qual a melhor opção para você

    Não existe o melhor método ou o mais eficiente, existem métodos que melhor se adequam de acordo com as necessidades e condições clínicas de cada mulher

    A escolha do método anticoncepcional é tão importante que deve ser feita com muita atenção, avaliando prós e contras. Não basta seguir a indicação da melhor amiga ou seguir no mesmo método que vem funcionando há décadas… atualmente, há diferentes opções no mercado, cada qual com as suas indicações. Mais do que isso, muitos deles agregam benefícios que vão muito além de evitar uma gravidez, que vale a pena que sejam considerados no momento da escolha.

    Um alerta importante do Dr. Alexandre Rossi, médico ginecologista e obstetra, responsável pelo ambulatório de Ginecologia Geral do Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros e médico colaborador de Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP, são as contraindicações.

    “Muitos métodos não são indicados para todos os casos. Outros, não serão seguros ou não oferecerão proteção contra uma gravidez indesejada se não utilizados corretamente”.

    Por este motivo, é sempre muito importante que esta escolha seja realizada com a orientação e acompanhamento de um médico ginecologista. Ele avaliará diversos aspectos da saúde da mulher, hábitos de vida e outras variáveis que fazem muita diferença na escolha do método, como a idade, a existência de doenças crônicas e até mesmo o histórico familiar para algumas condições de saúde importantes.

    Atenção: lactantes não podem fazer uso de qualquer anticoncepcional. Há métodos específicos para estes casos, que não oferecem riscos ao bebê e nem prejudicam a amamentação.

    DEFINITIVOS OU REVERSÍVEIS

    Os métodos anticoncepcionais podem ser classificados de várias maneiras, mas todos eles podem ser divididos em dois grupos principais: os definitivos e os reversíveis, explica o Dr. Alexandre.

    “Como o próprio nome diz, os definitivos devem ser a opção das mulheres ou casais que não desejam mais ter filhos, pois são métodos cirúrgicos, realizados em pelo menos um dos parceiros”.

    Entre os métodos reversíveis, estão os de barreira, como a camisinha, os dispositivos intrauterinos (DIU), os hormonais e os de emergência.

    Confira, a seguir, um pouco mais sobre cada um deles, indicações e outras informações importantes.

    ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS – A PÍLULA

    Os anticoncepcionais hormonais orais, também chamados de pílulas anticoncepcionais, podem ser utilizados isoladamente ou em associação com outros métodos, como a camisinha, com a finalidade principal de impedir a concepção.

    São compostos por hormônios sintéticos, semelhantes aos produzidos pelos ovários da mulher, inibindo a ovulação e provocando alterações no endométrio e no muco cervical.

    Podem ser divididos entre combinados ou minipílulas. Os combinados são compostos de estrogênio e progestogênio, enquanto as minipílulas são constituídas apenas por progestogênio.

    No caso dos combinados, afirma o médico ginecologista, há variação com relação às doses e proporção entre os componentes.

    “São métodos muito eficazes, se usados corretamente. No entanto, precisam ser muito bem indicados e tomados da maneira correta. Em caso de uso incorreto, esquecimento ou dúvidas, o ideal é que seja combinado com a camisinha e um médico seja consultado para orientações”.

    A orientação médica deve incluir respostas para as seguintes questões:

    • o que fazer caso esqueça de tomar um dia?

    • e se eu não menstruar no intervalo entre as cartelas?

    • é preciso tomar o medicamento sempre no mesmo horário?

    • em caso de vômito ou diarreia, a eficácia fica comprometida?

    • é possível que outros medicamentos reduzam a eficácia do anticoncepcional, ou vice-versa?

    INJETÁVEIS

    Segundo o Dr. Alexandre Rossi, o anticoncepcional hormonal injetável inibe a ovulação e aumenta a viscosidade do muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozóides.

    “As aplicações são realizadas a cada três meses e o retorno à fertilidade, dependendo dos hormônios presentes na composição do anticoncepcional, podem levar até quatro meses após o término do efeito da última injeção”.

    Em geral, as mulheres que utilizam este método relatam a ausência de menstruação durante a vigência do efeito ou, em alguns casos, observam apenas pequenos sangramentos irregulares. Podem, no entanto, ocorrer efeitos colaterais, como aumento de peso, dores de cabeça e alterações de humor.

    DIU

    O DIU – dispositivo intrauterino é um artefato de polietileno, inserido na cavidade uterina com a função contraceptiva. Seja ele de cobre ou hormonal, o DIU impede a fecundação dificultando a chegada do espermatozóide no trato reprodutivo feminino, reduzindo a chance de fertilização do óvulo.

    O método é bastante seguro, avalia o especialista, que revela os diversos benefícios agregados, além da contracepção: “é extremamente prático, podendo ter durabilidade de até 10 anos, dependendo do tipo. Após a remoção, as concentrações de cobre e de levonorgestrel, no caso do DIU hormonal, no trato genital superior caem rapidamente e a recuperação da fertilidade é imediata”.

    A colocação do DIU pode ser feita em consultório ou em ambiente hospitalar, conforme a necessidade da paciente. Para início do uso, em geral, é aconselhável que a colocação seja realizada durante o período menstrual, descartando a gravidez e facilitando a inserção pela dilatação do canal cervical, especialmente quando a colocação é feita em consultório, sem analgesia.

    O DIU também pode ser colocado logo após o parto, aborto ou imediatamente após a troca de método anticoncepcional.

    DIU hormonal ou DIU de cobre?

    A indicação do tipo de DIU deve levar em consideração diversos fatores, como idade, histórico de saúde, características do ciclo menstrual da mulher e outras questões de saúde, que podem ser afetadas com a utilização do dispositivo.

    No caso do DIU de cobre, é comum que haja alteração no ciclo menstrual, especialmente nos primeiros meses, como aumento do volume do fluxo e surgimento de cólicas.

    O DIU hormonal é hoje comercializado em dois tamanhos, liberando diferentes doses do hormônio levonorgestrel (progesterona). O menor deles é indicado para mulheres com útero pequeno ou que nunca tiveram filhos, bem como para aquelas que apresentam mais sensibilidade à ação da progesterona. Em ambos os casos, são raros os efeitos colaterais e queixas que levem à retirada antecipada dos dispositivos.

    Após a colocação, em poucos meses poderá haver pequenos sangramentos irregulares ou até a ausência de menstruação. Mulheres que costumam sofrer com cólicas regulares geralmente são beneficiadas com queixas reduzidas ou até mesmo o fim destes sintomas.

    MÉTODOS DEFINITIVOS

    A esterilização é um método contraceptivo cirúrgico, que pode ser realizado na mulher, por meio da ligadura das trompas (laqueadura ou ligadura tubária), ou no homem, através da ligadura dos canais deferentes (vasectomia), explica o Dr. Alexandre Rossi.

    Na mulher, a fecundação é evitada pela obstrução das trompas, que impede o encontro dos gametas. Já a vasectomia, elimina a presença de espermatozóides no ejaculado.

    A eficácia dos dois métodos é alta, com taxas de falha baixíssimas, quando tomadas todas as precauções e realizados todos os exames pós-cirúrgicos corretamente, especialmente no caso da vasectomia.

    “Ambos os métodos, conforme as técnicas utilizadas e condições de saúde dos pacientes, podem ser revertidos. Mas o sucesso dos procedimentos e a possibilidade de sucesso em uma gestação após a reversão é baixo”, alerta o médico.

    No caso da recanalização tubária, apenas 50% das mulheres submetidas a laqueadura tubária apresentam condições técnicas para recanalização. Destas, apenas uma pequena parcela terá êxito em uma gestação. Por este motivo, a cirurgia para esterilização deve ser considerada definitiva, exigindo uma avaliação cuidadosa antes de sua realização.

    ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA

    A anticoncepção de emergência, mais conhecida como pílula do dia seguinte, é o uso alternativo do anticoncepcional hormonal oral para evitar uma gravidez.

    Ele deve ser tomado antes de completar 72 horas da relação sexual desprotegida. No entanto, quanto mais precocemente tomado, maior será a proteção.

    Vale destacar que a pílula do dia seguinte não terá qualquer efeito caso a implantação já tenha se completado, ou seja, uma gravidez já em andamento não será interrompida.

    Atenção!

    Por ser constituído de altas doses de hormônios, o método não deve ser utilizado de rotina, mas apenas em situações de emergência. É importante, portanto, que seu uso seja feito de acordo com as orientações médicas e as instruções da bula, seguindo corretamente a maneira adequada de utilizar as pílulas.

    Após utilizar a anticoncepção de emergência, é importante procurar um médico ginecologista para a eventual realização de exames e orientações para a adoção de um método anticoncepcional de rotina.

  • Tipos de barriga e o que elas revelam sobre a saúde

    Barriguinha proeminente denuncia riscos para a saúde já que a circunferência abdominal é um grande fator para doenças metabólicas
     

    Problema universal, a barriguinha proeminente é um pesadelo para homens e mulheres de todo o mundo e que costuma ser difícil de eliminar. Até mesmo pessoas magrinhas podem apresentar aquele volume desagradável na região da cintura. E, indo além da questão estética, a barriga proeminente pode ser um sinal de doença metabólica — o que requer atenção especial dos médicos para evitar doenças mais sérias, como as cardiovasculares, diabetes, hipertensão etc.
     

    “A forma como a gordura se acumula na região abdominal diz muito sobre o tipo de problema que pode causar na saúde. Por isso, é preciso a avaliação médica sobre os riscos e também sobre qual o melhor tipo de tratamento e dieta para eliminá-la”, conta a médica nutróloga especialista em emagrecimento Dra. Ana Luisa Vilela, da capital paulista.
     

    Para saber quais são os tipos de barriguinha mais comuns, é preciso ter atenção as características:
     

    Ampulheta: Aquela com cintura mais fina e acumulo de gordura no quadril. Esse tipo apresenta menos risco metabólico desde que haja mudanças nos hábitos de vida. Como eliminar: As enzimas, para este caso, pode ser a grande aliadas para ajudar a eliminar esse acumulo.

    Pochete: é aquela gordurinha incômoda que aparece só na frente, principalmente abaixo do umbigo. “Essas pessoas tendem a engordar mais na barriga e menos em outras áreas do corpo”, fala a médica.

    Como eliminar: Para eliminar essa protuberância, podem recorrer a tratamentos com aplicação de enzimas e uso de aparelhos, além de dietas ricas em fibras e pouca gordura”, diz a nutróloga. Bebidas alcoólicas e gaseificadas devem ser evitadas por pessoas com esse tipo de gordura abdominal.

    De cerveja: É aquela barriguinha proeminente. Dura e com pouca gordura no subcutânea e mais gordura visceral. Ela aumenta o risco de doenças cardíacas e gordura hepática (no fígado).

    Como eliminar: O tratamento pode ser feito com medicações e mudanças nos hábitos e eliminação dos vícios pela bebida além do tratamento de enzimas orais.

    Avental: Barriga muito flácida, comum pós gestação ou após grande perda de peso. Ela normalmente é aumentada pelo excesso de pele.

    Como eliminar: Exercícios físicos e dieta balanceada são os aliados para então entrar com possível cirurgia plástica ou tratamentos estéticos que eliminem o acumulo de pele.

    “De modo geral, a má digestão também pode deixar a pessoa com a barriga inchada. Para solucionar, é preciso uma mudança de hábitos: deve-se mastigar bem os alimentos, se alimentar com calma, priorizar alimentos digestivos, como abacaxi e chás e evitar aqueles que incham, como embutidos, leite, enlatados etc.”, ensina a médica.

  • Você sabia que não se deve deixar o travesseiro tomando sol?

    Se você acha que colocar os travesseiros no sol ajuda a matar ácaros e fungos…a Dra. Ana Caroline Dela Bianca, especialista da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), explica que não.

    “No caso dos travesseiros, os ácaros e micro-organismos se localizam internamente e não na superfície. Se o travesseiro for exposto ao sol, ocorre um aquecimento no seu interior, que normalmente é úmido, repleto de resíduos de pele, e que serve de alimento para os ácaros. A elevação de temperatura favorece aumento da proliferação de ácaros, além de fungos e bactérias. Por isso, o ideal é sempre arejar e ventilar o travesseiro, protegido por uma fronha, sempre com luz indireta”. A médica conta que os raios ultravioletas do sol são capazes de eliminar os micro-organismos das superfícies a eles exposta.

    Os ácaros domésticos são os responsáveis por causar diversas doenças alérgicas como rinite, asma, conjuntivite alérgicas e dermatite atópica. Eles sobrevivem em colchões, tapetes, almofadas, sofás, pelúcia e roupas de cama, de preferência em ambientes úmidos. Alimentam-se da descamação da pele humana e de animais e são capazes de se reproduzirem rapidamente quando encontram condições favoráveis. 

    “Após dois anos de uso, 10 a 25% do peso de um travesseiro pode ser formado por ácaros e células mortas da pele. Além disso, os excrementos dos ácaros e os ácaros mortos se dispersam em poeira fina, o que pode ser facilmente inalado e causar alergias”, conta Dra. Ana Caroline.

    Abaixo, a especialista da ASBAI passa algumas dicas para prevenir ácaros e as alergias causadas por eles:

    * Para os alérgicos aos ácaros, é necessário usar capas de proteção em travesseiros e colchões, a fim de se evitar maior contaminação de ácaros, fungos e bactérias. As capas devem ser lavadas a cada 3-4 semanas.

    * Caso seja necessário lavar o travesseiro, isso só deve ser feito se sua secagem completa for possível, de preferência em lavanderias especializadas que sigam estritamente as instruções de lavagem. As máquinas de uso doméstico podem não oferecer o desempenho necessário para sua completa secagem.

    * O ideal é realizar a troca do travesseiro a cada dois anos. 

    * Deixe o quarto sempre bem ventilado e iluminado.

    * Resolver infiltrações ou outras causas de umidade no quarto é fundamental para diminuir a proliferação de ácaros.

    * Evite varrer e espanar os móveis durante a limpeza, dando preferência ao uso de panos úmidos, evitando que os ácaros entrem em suspensão e se depositem sobre lençóis e fronhas limpos.

  • Experiências únicas para desfrutar nas águas da Riviera Maya

    

    Nadar com golfinhos e mergulhar na água que cobre as portas do submundo são algumas das melhores aventuras que a Riviera Maya guarda para seus visitantes.

    Há experiências que merecem ser vividas pelo menos uma vez. São aquelas que você quer repetir com outros entes queridos para que eles tenham a oportunidade de sentir a mesma adrenalina, a mesma sensação de saciedade, surpresa e charme que tomou conta de todo o corpo quando estrelou pela primeira vez.

    Nadar com golfinhos na Riviera Maya

    Inclusive, às vezes, essas experiências nos têm como atores secundários para dar origem a outros protagonistas que são os que despertam nossa alegria. Nadar com golfinhos é, sem dúvida, uma delas. Com sua maneira particular de se comunicar com os seres humanos e sua maneira simpática e amigável de se movimentar dentro e fora da água, fazem com que se queira levar consigo a magia do momento e compartilhá-la.

    E se você adicionar a essa cena o tempero de uma paisagem extraordinária como a oferecida pela Riviera Maya? Não há coração que possa suportar tanta beleza juntos. Mas, na realidade, existe. São os que sonham com novas aventuras sem riscos e com prazer garantido do início ao fim.

    Em toda a Riviera Maya, as opções são variadas e vários resorts de aventura oferecem a possibilidade de mergulhar na água com esses mamíferos, enquanto cuidam deles e desenvolvem programas para protegê-los. Com o salva-vidas, cada visitante estará pronto para interagir com eles e iniciar a experiência.

    Quem prefere mergulhar um pouco mais, pode optar por mergulhar com snorkel ou mergulhar e conhecer as profundezas do Mar do Caribe, onde vivem recifes de corais, peixes de cores diferentes e outras espécies para descobrir.

    Snorkeling com tartarugas marinhas

    As tartarugas marinhas também costumam visitar as costas do Caribe mexicano e encontrá-las em seu habitat é outra experiência deslumbrante. Há excursões que partem a bordo de luxuosos catamarãs nos quais você pode desfrutar de uma refeição tradicional enquanto navega pelas águas azuis. Então, com o equipamento de snorkel, a parte aventureira do passeio começa mergulhando com as raias e tartarugas, e conhecendo a vida que habita sob o mar.

    Com o sol tropical acompanhando toda a viagem, você também pode nadar ou desfrutar de paddle boarding. Claro, se bronzear e descansar a bordo do barco também é uma opção disponível para quem gosta da quietude da natureza.

    Mergulhe nos cenotes

    Os famosos cenotes, aqueles buracos abertos, fechados ou com cavernas cheias de água seduzem os curiosos que apreciam a mistura entre natureza e cultura. Qual é a história deles? Para os maias, essas formações eram sagradas e se comunicavam com o submundo espiritual, através do qual chegavam ao mundo dos mortos, lar do deus da chuva Chaak.

    Cerimônias religiosas e oferendas ocorriam nos cenotes, de acordo com as descobertas, dedicadas a essa divindade. Hoje, os descendentes desse povo continuam os ritos de seus antepassados para pedir chuva.

    Quanto ao espetáculo natural, é incrível. Passagens sob o solo com água, cores verdes da vegetação, amarelos e marrons de pedra e rocha, azuis e verdes das águas, são alguns de seus encantos, para conhecer em Chac Moll, In Kil, O cenote sagrado e Suytun, só para citar alguns.

    Um bom descanso precisa de um lugar para ficar onde tudo se resolva e o conforto seja o protagonista. Unico 20°87° Hotel Riviera Maya, da rede RCD Hotels, oferece esta experiência de alto luxo aos seus hóspedes. De coquetéis inovadores que misturam arte com ciência a um cenote exclusivo onde você pode se banhar e se conectar com o submundo, cada detalhe encanta os visitantes.