Autor: agitosp

  • Dicas para viajar com cachorro

    Viajar com cachorro pode ser uma aventura inesquecível ou uma grande dor de cabeça. Assim como nós não andamos sem a nossa identidade, também é muito importante que os nossos filhinhos tenham algum tipo de identificação. Assim, toda família fica bem mais segura, cada membro com seu “RG.”

    Para eles, a identificação é importante porque infelizmente não podemos prever o que irá acontecer durante os dias fora de casa. 

    Como tutores, sempre esperamos o melhor, mas devemos estar preparados para o pior. Nesse caso, a perda do bichinho. 

    Por isso, eles sempre devem estar com uma coleira contendo o nome dele, dos tutores e números de telefone. 

    Vacinas

    Segundo lugar nas prioridades, mas primeiro quando resolvemos viajar com cachorro. Na verdade, eles nunca podem estar com a vacinação atrasada, mas a viagem é um ótimo momento para colocá-las em dia. 

    Não temos certeza do que iremos encontrar durante a estadia: bichos, animais contaminados com algo ou algum parasita, substâncias tóxicas em vários lugares, pulgas, vermes…

    Enfim, é muito melhor prevenir do que sair do passeio com um parasita indesejado, por isso, sempre confira as vacinas obrigatórias anualmente.

    Acostume-o com carro

    Seu o animal não tem costume de andar de carro e se esse for o meio de transporte da viagem, tente dar pequenas voltas com ele. 

    Pode ser pela cidade mesmo, é claro, mas distâncias suficientes para fazê-los se acostumarem com o veículo, o espaço, o cheiro, etc. 

    Assim fica muito mais fácil controlar a ansiedade, agitação e comportamento deles num espaço bem menor do que o de costume e também com o movimento.  

    Use o cinto

    Não faça nada com o seu cachorro, que não faria com um filhinho humano. Pode parecer exagero, mas a segurança vem sempre em primeiro lugar. 

    Vale destacar a importância da segurança não só do animal, mas de todos que estão no veículo. Afinal, o cão pode pular no motorista e atrapalhar a condução do carro, causando um grande transtorno ou mesmo ser arremessado para fora do veículo durante uma colisão.

    Então, utilize uma cadeira ou um cinto adaptado, próprio para eles. Uma dica é que ele esteja preso a uma coleira peitoral e sempre bem ajustado de acordo com o tamanho do animal.  

    Pausas frequentes 

    Não importa se o tutor consegue dirigir por horas a fio, ao viajar com um cachorro, é preciso atender às necessidades deles. 

    Por isso, é necessário deixar o animal o mais confortável e menos angustiado possível. É preciso parar, respirar um pouco de ar livre e andar para que eles possam fazer as necessidades. 

    Uma dica de ouro é encontrar paradas Pet Friendly. Até porque, não é todo lugar que podemos entrar com eles, por isso, procure por Nome da Cidade + Pet Friendly e aproveitem a pausa, comenta Larissa Mitie do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

    Dicas de viagem com cachorro em diferentes meios de transporte 

    Viajar com cachorro de carro

    ·        teste e treine o comportamento dele, assim como a dica que demos acima;

    ·        leve a caminha, manta e brinquedos juntos com ele. Assim, se sentem mais seguros e confortáveis; 

    ·        nunca, jamais, viaje com ele ao lado do motorista, nos pés, ou solto nos bancos de trás;

    ·        não o deixe ficar com a cara ao vento, pois isso também é bem perigoso;

    ·        tenha água e petiscos de fácil acesso.

    De avião 

    ·        é possível, mas há diversas regras sobre isso. Então, como companhias aéreas são bem exigentes, siga-as ao pé da letra e de cabo a rabo (literalmente);

    ·        procure essas informações diretamente com a companhia que irá viajar e não informações genéricas de sites, por exemplo, pois elas podem mudar;

    ·        informe o veterinário de confiança e realize o check-up, já que viagens como essa são proibidas dependendo da condição do cachorro;

    ·        de modo geral, caso tenha mais de um, não poderá levar todos. Eles permitem 3 por viagem, sendo um por cliente;

    ·        além disso, o cão deve ter mais de 4 meses e até 10 kg; 

    ·        a carteira de vacinação atualizada é obrigatória. 

    De ônibus

    ·        antes de tudo, se certifique que a empresa aceita o transporte de cachorros no veículo;

    ·        se aceitam, quais são as condições para isso. Siga todas elas para não ser impedido de viajar ou não passar nenhum perrengue; 

    ·        jamais aceite viajar em companhias que os levem em más condições ou qualquer tipo de maus tratos e insegurança;

    ·        tenha água e petiscos de fácil acesso;

    ·        se estiver na casinha, deixe-o com um brinquedo e uma manta com o cheirinho de casa.

    Os pets também merecem uma mala para eles, mas o que levar? 

    Viajar com cachorro é como viajar com bebês. Não é só levá-los junto com “a roupa do corpo”.

    Kit Emergência

    Nesses casos, primeiro consulte o veterinário de confiança, informe sobre a viagem e peça indicação tanto dos medicamentos quanto das dosagens. 

    ·        remédio de enjoo;

    ·        remédio de alergia, caso tenha;

    ·        medicamentos para cortes;

    ·        carvão ativado;

    Itens pessoais 

    ·        guia de passeio;

    ·        focinheira para os grandões; 

    ·        cama;

    ·        manta;

    ·        brinquedos;

    ·        escova de pelos;

    ·        folhas de jornais para as necessidades;

    ·        garrafinha de água para os passeios;

    Comida 

    ·        conte as porções certinhas, e leve em sacos próprios;

    ·        alguns litros de água mineral;

    ·        potes para água e ração;

    Antes de viajar com um animal de estimação, marque uma consulta com o seu veterinário de confiança.

  • Cinco motivos que explicam o atraso menstrual

    Se você é um reloginho quando o assunto é ciclo menstrual, apenas um dia de atraso se torna motivo de preocupação. Agora, se você é daquelas mulheres que sofrem com ciclos mais irregulares, talvez demore até uma semana para perceber que algo está diferente.

    Quando falamos de alterações do ciclo menstrual é preciso pensar na relação direta entre a saúde integral da mulher e suas taxas hormonais, pois a menstruação depende de um equilíbrio perfeito dos hormônios que vem do sistema nervoso central, que comandam os ovários e podem sofrer interferências de diversas partes.

    A menstruação é um indicador de como está a sua saúde, então, independentemente do tipo de atraso, o importante é estar atenta a frequência do seu ciclo e acender um sinal de alerta a qualquer mudança.

    Mais do que uma gestação, o atraso menstrual pode ser um sintoma que esconde alguma doença ou desequilibro no seu organismo. Por isso, a ginecologista e uroginecologista da Faculdade de Medicina da USP e Hospital das Clínicas, Dra. Débora Oriá, separou 5 motivos que podem estar bagunçando o seu ciclo e você nem imagina.

    Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)

    Uma das doenças que mais alteram o ciclo menstrual, por exemplo, é a Síndrome dos Ovários Policísticos, mais conhecida como SOP. Nessa condição, a paciente sofre de um distúrbio hormonal que causa o aumento no tamanho dos ovários e o surgimento de pequenos cistos ao redor deles. Isso desencadeia alguns sintomas, como o atraso menstrual, acne, excesso de pelos, obesidade e até problemas de infertilidade.

    Hipertireoidismo

    A glândula da tireoide é a responsável por controlar diversas funções do nosso organismo, inclusive, a regularidade do ciclo menstrual.

    “Nos casos de hipertireoidismo, a tireoide trabalha mais e produz hormônio em excesso, o que acelera todo o metabolismo do corpo, causando intervalos maiores entre os ciclos, diminuição do fluxo menstrual e até ausência de menstruação”, explicou a Dra. Débora Oriá. 

    Fatores emocionais

    Sim, as emoções também interferem no seu ciclo menstrual e isso não é uma lenda familiar. Quando passamos por um período de estresse e ansiedade é normal que o corpo libere na corrente sanguínea um hormônio chamado cortisol. Mas, quando essa quantidade é grande e constante, ela pode alterar a menstruação.

    Isso porque o cortisol é um dos hormônios que participa da regulação hormonal no hipotálamo. E caso ele esteja em excesso pode desequilibrar a produção de vários hormônios, inclusive os sexuais femininos estrogênio e progesterona, produzidos nos ovários e responsáveis por regular a menstruação.

    Medicações antidepressivas

    O uso de antidepressivos é outra causa comum para o atraso menstrual. Isso ocorre porque esse tipo de medicação pode fazer com que a hipófise, glândula endócrina, produza mais prolactina do que deveria, alterando o seu próprio funcionamento.

    “Sem uma hipófise equilibrada, de onde vem os hormônios reguladores dos ovários (LH e FSH), não somos capazes de produzir os hormônios que mantêm o ciclo natural da mulher na quantidade correta. Então, se você é uma paciente que toma antidepressivos e percebeu algum atraso, não pare sua medicação. Procure por um médico ginecologista que possa cuidar de você em sintonia com o seu psiquiatra”, falou a especialista.

    Restrição alimentar

    Você pode não ter pensado nessa relação, mas a alimentação também pode mexer com o ciclo menstrual da mulher quando a dieta se torna muito restritiva. A falta ou redução brusca de certos nutrientes conseguem gerar desequilíbrios hormonais ou, até mesmo, obrigar o organismo a priorizar algumas funções. Ou seja, com uma quantidade insuficiente de nutrientes, o corpo usa sua energia para funções mais essenciais e deixa de regular o ciclo menstrual.

    A especialista ressalta ainda que a melhor prevenção é cuidar muito bem do corpo e da mente, alimentando-se de maneira adequada, mantendo consultas e exames em dia, praticando atividades que proporcionem relaxamento e nunca se esquecendo de monitorar o calendário menstrual.

  • Conjuntivite e terçol em crianças são doenças comuns

    A maioria dos brasileiros já está pronta para curtir as férias. Praia, sol, piscina e atividades ao ar livre fazem a alegria das crianças e dos adultos depois de um ano inteiro de estudo e trabalho.

    Mas, apesar de o verão ser a estação preferida pela população, o calor e a umidade são condições perfeitas para a proliferação de micro-organismos, como fungos, bactérias e vírus.

    Além disso, o cloro usado nas piscinas, o protetor solar e o uso do ar-condicionado são condições que aumentam o risco de algumas doenças oculares, típicas dos meses mais quentes.

    Olhos são vulneráveis

    Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, o foco dos pais é proteger as crianças do sol e mantê-las hidratadas. Entretanto, há vários aspectos importantes em relação à saúde das crianças na temporada das férias de verão.

    “Os olhos são extremamente vulneráveis e propensos a lesões e danos causados pelas condições externas, como o clima, alérgenos e agentes químicos. Portanto, é preciso tomar alguns cuidados”.

    Vermelhidão ocular frequente é sinal de alerta da conjuntivite

    Uma das principais doenças oculares que afetam as crianças é a conjuntivite, cujo principal sintoma é a vermelhidão ocular. “As condições climáticas do verão propiciam que vírus e bactérias se proliferem com maior facilidade. A conjuntivite infecciosa é muito contagiosa. O compartilhamento de itens pessoais, como toalhas e outros objetos, pode ser um meio importante de transmissão da doença”, comenta Dra. Marcela.

    Os pais devem ficar atentos aos sintomas como vermelhidão ocular, coceira, acúmulo de secreção, lacrimejamento e olhos grudados por essa secreção, que costuma ser mais abundante nas formas infecciosas da conjuntivite.

    Irritação e alergia ocular

    Outra condição muito comum relacionada ao verão são as alergias e irritações oculares. Em geral, os casos estão associados a produtos químicos usados em piscinas, como o cloro, à água do mar e ao contato com protetores solares. “A criança pode desenvolver uma reação a esses agentes e apresentar vermelhidão, ardência e coceira”, explica a médica.

    Outras causas para a irritação ocular é que em algumas regiões do Brasil o ar fica mais seco no verão. Essa condição propicia o acúmulo de poluentes no ar. Ambientes com ar-condicionado também deixam o ar mais seco. O resultado dessas condições é a irritação ocular, que pode ser acompanhada de ardência e até mesmo coceira.

    Bolinha de pus no olho? Terçol!

    Outra doença ocular muito prevalente no verão é o terçol, infecção bacteriana que atinge as pálpebras. “O terçol é muito comum na infância, uma vez que as crianças costumam tocar os olhos com as mãos sujas, de forma frequente. Como a umidade e calor aumentam a proliferação das bactérias, o risco de contaminação aumenta no verão”, reforça Dra. Marcela.

    O principal sinal do terçol é o surgimento de uma bolinha nas margens das pálpebras, acompanhada de vermelhidão, calor local e pus.

    Orientações para os pais para prevenir Conjuntivite Terçol e Alergia Ocular

    Existem alguns cuidados que os pais podem tomar para prevenir as doenças oculares típicas do verão. Veja algumas dicas

    • A criança deve usar óculos de natação durante as práticas aquáticas para reduzir o contato com os produtos químicos, sal da água do mar e agentes infecciosos
    • Não aplique protetor solar nas pálpebras superiores. O ideal é aplicar o com a criança seca e esperar o produto ser absorvido para reduzir o risco de escorrer para os olhos
    • Mantenha uma garrafa de água potável na praia e na piscina para lavar os olhos da criança quando necessário
    • Não deixe a criança compartilhar itens pessoais com outras crianças e adultos, como toalhas, fronhas, travesseiros etc.
    • Nunca use colírios ou qualquer outro medicamento nos olhos da criança sem a prescrição de um oftalmologista

    “Esses cuidados podem ajudar a prevenir algumas condições. Contudo, ao notar os sinais e sintomas mais agudos e persistentes, é preciso consultar um oftalmologista assim que possível, já que as conjuntivites infecciosas não tratadas podem evoluir para uma condição chamada celulite orbitária, que necessita de tratamento imediato”, finaliza Dra. Marcela.

  • 6 curiosidades sobre os gatos

    Pretos, brancos, frajolas, tipo Garfield, persas, siameses… para quem é “gateiro”, dá até vontade de ter um gato de cada cor em casa. Estima-se que existam cerca de 500 milhões de gatos no mundo, e o Brasil tem a quarta maior população desses animais – cerca de 12,4 milhões de animais, segundo levantamento do site australiano Pet Secure.

    Assim como todos os felinos, os gatos que conhecemos hoje descendem de um mamífero predador chamado miacis, que habitou nosso planeta durante o Período Paleoceno, há cerca de 55 milhões de anos. Acredita-se que a domesticação desses bichos deve ter se iniciado por volta de 10 mil anos atrás, na região do atual Oriente Médio.

    Os gatos, muitas vezes, são cercados de estigmas e mistérios. No Egito Antigo, por exemplo, eles eram adorados e considerados animais que traziam sorte. Bastet, a deusa egípcia da fertilidade, da reprodução, da música, da dança e do amor era representadacom um cetro e uma cabeça de gato. Quando o gatinho de um faraó falecia, era mumificado e enterrado junto ao dono nos famosos sarcófagos, para que continuasse trazendo sorte após a morte dos soberanos. Era comum até que os integrantes de uma família tutora de um gato que falecia raspassem as sobrancelhas, ficando de luto durante um período, até que os pelos da sobrancelha voltassem a crescer.

    Mas apesar de adoráveis, os gatos ainda carregam alguns estigmas. “Isso se deve muito por conta de os gatos pretos serem associados a aspectos negativos e terem sido perseguidos na antiguidade, de serem muito independentes – ao contrário dos cães –, além de parecerem não estar nem aí para os donos. Mas os gatos são muito amorosos e companheiros e demonstram de diversas formas seu carinho pelos humanos”, opina o Médico Veterinário e Professor do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Anhanguera, Douglas Evandro dos Santos.

    A seguir, o especialista elenca seis curiosidades que todo “gateiro” precisa saber.

    1.      Por que se lambem?

    Uma das características mais marcantes e que faz dos gatos animais extremamente higiênicos são as lambidas – lambem inclusive outros gatos que moram na casa. Eles passam boa parte do tempo em que estão acordados se lambendo, e podem vomitar as famosas bolas de pelo até quatro vezes por mês, o que é considerado normal. “Não é recomendado dar banhos nos gatos, a não ser que haja indicação do veterinário por conta de algum problema de saúde. Além disso, a água tira hormônios naturais da pele e do pelo dos gatinhos, o que pode deixá-los bastante perdidos e irritados. Mas também é preciso atenção: lambidas em excesso podem significar estresse”, diz Douglas.

    2.      Por que escondem as fezes?

    Os especialistas ainda não chegaram a uma conclusão final sobre essa pergunta, mas é bem possível que seja um comportamento que os gatos carregam desde que eram selvagens, de antes da domesticação. “Ao enterrar as fezes, os gatos evitam que o cheiro seja sentido por outros predadores. Mas pode acontecer também do gato não esconder as fezes e deixá-las visíveis, o que é interpretado como um sinal de que o gato quer marcar aquele território”, afirma.

    3.      Por que “amassam o pãozinho”?

    Os gatos filhotes “afofam” ou “amassam o pãozinho” (um movimento de vai e vem com as patas dianteiras) na barriga da mãe, como forma de dizer que estão com fome ou que querem dormir. “Muitos gatos levam esse comportamento até a vida adulta, e geralmente fazem isso próximo de alguém que gostam muito ou por quem têm afeição, na maioria das vezes, antes de dormir”, explica o professor.

    4.      Por que “ronronam”

    Aquele “barulho de motorzinho” quer dizer que o gato está em um momento relaxado, ou que gosta do dono. O ronronar acontece sempre quando eles estão dormindo, e o som é provocado pela contração e dilatação da glote, na região da laringe dos gatos, que, ao se movimentar, produz o barulho. “Contudo, ronronares muito altos podem indicar que o gato está estressado”, aponta o veterinário.

    5.      Por que dormem tanto?

    Assim como o hábito de esconder as fezes, o hábito de dormir durante o dia e de caçar durante a noite vem da época em que eram selvagens. “Os gatos são orientados para a caça noturna e podem dormir dois terços do dia, de 12 a 16 horas. É um comportamento perfeitamente normal e está presente em todas as raças”, acrescenta.

    6.      Por que comem tanto?

    Quem é tutor de gato sabe que eles amam comer e costumam dividir sua rotina entre dormir, se lamber e se alimentar. Mas apesar de ser um comportamento normal, o hábito de comer várias vezes durante o dia pode indicar algum problema. “Gatos que passam muito tempo sozinhos ou que não têm ambientação adequada ou espaço para brincar podem tornar-se compulsivos por comida, inclusive como uma forma de chamar atenção do tutor. O ideal é oferecer comida ao animal duas vezes por dia, pela manhã e à noite. A comida em excesso pode indicar problemas de saúde – como falta de nutrientes – e estresse, e acarretar obesidade. O tutor precisa ser firme e não ceder aos miados e pedidos do animal, oferecendo comida suficiente”, finaliza.

  • Hospital, UPA ou Unidade de Saúde: como saber onde buscar atendimento?

    Hospital, UPA ou Unidade de Saúde: como saber onde buscar atendimento?

    Entenda qual o caminho indicado no sistema de saúde de acordo com a complexidade de cada caso

    Dores no peito, febre, torção no pé, falta de ar, intoxicação alimentar, resfriado ou fratura. Esses são só alguns exemplos de problemas comuns de saúde que movimentam todos os dias as salas de espera de Unidades Básicas de Saúde (UBS), de Pronto Atendimento (UPA) e ainda prontos-socorros de hospitais. E uma dúvida muito comum entre a população é justamente qual unidade procurar em cada caso. Mesmo que, segundo o Ministério da Saúde, cerca de 85% dos problemas de saúde possam ser resolvidos sem a necessidade de ir a um serviço de emergência ou pronto-socorro, a maior parte da população ainda recorre, primeiro, à emergência hospitalar.

    Longas filas para exames, concentração de pacientes e sobrecarga da equipe de atendimento se tornam alguns dos maiores desafios das instituições de saúde. Apesar da busca pelo atendimento ser complexa e diversificada, a pandemia trouxe importantes aprendizados sobre o funcionamento desse tipo de serviço. Mesmo assim, algumas incertezas permanecem a respeito das diferenças nos suportes oferecidos por Unidades Básicas de Saúde, Unidades de Pronto Atendimento ou hospitais.

    UBS

    Dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), a chamada porta de entrada é a Unidade Básica de Saúde (UBS), também conhecida como posto ou centro de saúde. São estabelecimentos que dão acesso a atendimentos de rotina, consultas, tratamentos, medicamentos gratuitos, vacinas e acompanhamento médico. Também é o caminho indicado para casos leves e moderados, como sintomas de gripe, tontura, dor abdominal, mal-estar, diarreia, vômito e conjuntivite, além de tratamento e acompanhamento de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). 

    A UBS conta com médicos de família que têm uma formação ampla e integrada, preparados para fazer o atendimento de pacientes de todas as idades. “O principal objetivo dessas unidades é oferecer atendimento para os problemas de saúde da população, quando não houver a necessidade de encaminhamento para outros serviços, como emergências e hospitais”, explica Rômulo de Almeida Torres, cardiologista dos hospitais Universitário Cajuru e Marcelino Champagnat.  

    UPA

    Com o foco na atenção às urgências e emergências, as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) têm funcionamento 24 horas por dia e todos os dias da semana. O atendimento é realizado pelo pronto-socorro, onde há uma equipe médica que investiga e trata doenças como hipertensão, febre alta, fraturas, cortes, infartos e derrames. Com mais recursos do que um posto de saúde, a unidade atende pacientes de média complexidade, um meio-termo entre centro de saúde e hospitais.

    A estrutura, equipada com raio-X, eletrocardiografia, pediatria, laboratório de exames e leitos de observação, colabora para a diminuição das filas nos prontos-socorros dos hospitais. Na unidade, os médicos prestam atendimentos que controlam os sintomas e detalham o diagnóstico, permitindo que o paciente seja estabilizado e possa voltar para casa. Mas, em caso de não apresentar melhoras no estado de saúde, ele é encaminhado para um hospital.

    Pronto-socorro

    Fraturas expostas, fortes traumas, infartos, convulsões, pneumonias, AVCs e hemorragias são situações que pedem um atendimento imediato. O destino correto para ocorrências de alta complexidade como essas é o pronto-socorro de hospitais, que atende os casos graves geralmente encaminhados pelos serviços de urgência e emergência, como Siate e Samu. Com uma equipe multiprofissional – composta por médico emergencista, cirurgião-geral, ortopedista, neurocirurgião, clínico-geral e enfermeiros -, os pacientes são acolhidos, avaliados e classificados por meio de uma triagem que segue recomendações mundiais.

    Referência em suporte a vítimas de trauma, o pronto-socorro do Hospital Universitário Cajuru de Curitiba (PR) realiza em média 33 mil atendimentos por ano, que podem dar sequência a internamentos, cirurgias e consultas ambulatoriais. “É elevado o número de vítimas que chegam aqui com um quadro clínico de alta complexidade. Acidentes com motos e atropelamentos são os que costumam resultar em lesões de maior gravidade. Nessas situações, a manutenção da vida é a prioridade do atendimento”, explica Rômulo de Almeida Torres, coordenador médico do pronto-socorro da unidade que tem atendimento 100% via SUS.

    Pronto atendimento

    O pronto atendimento de um hospital também recebe pacientes com quadros de saúde delicados e que não podem aguardar o agendamento de consulta, porém com menor gravidade. Destinadas a realizar um atendimento mais rápido, sobretudo para quem não corre risco de vida iminente, as unidades estão preparadas para oferecer prontamente todos os cuidados necessários. São equipes multidisciplinares e especializadas que tratam pacientes que apresentam machucados, dores, alergia, falta de ar e infecções, por exemplo.

    Importante centro de saúde, o Hospital Marcelino Champagnat se consolidou durante a pandemia como referência no tratamento de pacientes com a covid-19. “No pronto atendimento, estamos de portas abertas para pacientes com problemas de saúde agudos, ou seja, alterações fora do padrão de saúde e que precisam de uma intervenção imediata”, conclui Rômulo, que também é coordenador médico do Pronto Atendimento do Hospital Marcelino Champagnat.

  • 10 dicas para curtir o mar com segurança

    O verão chegou e as altas temperaturas atraem milhares de pessoas para as praias. Somente em São Paulo, estima-se que cerca de 5 milhões de turistas busquem a região litorânea do estado este ano, durante as festas de fim de ano e férias escolares. Mas, para curtir com tranquilidade esse momento tão esperado é importante ficar atento para evitar acidentes, principalmente no mar.

    Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), os afogamentos são a terceira causa de morte acidental no mundo e representam quase 8% do total de mortes globais. “Infelizmente o risco é real. A maioria das mortes ocorre porque as pessoas ignoram os riscos, não respeitam seus limites pessoais e não sabem como agir nessas situações”, alerta Gisele Abud, diretora Técnica a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h Zona Leste, em Santos (SP).

    A unidade, que pertence a rede pública de saúde da Prefeitura de Santos, sendo gerenciada pela entidade filantrópica Pró-Saúde, está localizada na região litorânea do estado de São Paulo e atua como referência para urgências em Clínica Médica, Ortopedia, Pediatria e Odontologia.

    A profissional destaca que o afogamento ocorre, de forma geral, por asfixia decorrente da aspiração de líquido, que obstrui as vias aéreas (traqueia, brônquios ou pulmões), ocasionando alterações das trocas gasosas, que levam a falta de oxigênio no sangue e, por consequência a acidez excessiva do sangue e fluidos corporais.

    Estudo da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), aponta que a cada uma hora e meia, um brasileiro morre afogado e 90% dos óbitos acontecem em águas naturais, ou seja, rios, oceanos, represas, cachoeiras etc. Ainda de acordo com levantamento do órgão, homens morrem em média 6,7 vezes mais, sendo os jovens, de até 29 anos, as principais vítimas.

    No Brasil, as principais causas de afogamento nas praias são a ingestão de bebidas alcoólicas (que alteram a capacidade de julgamento e resposta do banhista), correntes de retorno (onde o banhista é puxado para dentro do mar), depressão no fundo das praias e o impacto das ondas (onde o movimento forte da água arremessa o banhista para baixo).

    Como a prevenção é a ferramenta mais eficaz contra os afogamentos, confira algumas orientações importantes:

    1- Procure o guarda-vidas mais próximo antes de entrar na água, ele saberá informar sobre as condições do mar e o local mais apropriado para banho;

    2- Respeite as sinalizações, como bandeiras verde, amarela e vermelha. Em caso de alerta de perigo, não entre no mar;

    3- Fique na parte rasa, principalmente se não souber nadar. Como diz o ditado: “Água no umbigo, sinal de perigo”;

    4- Entre no mar acompanhado;

    5- Não entre no mar sob efeito de drogas, álcool ou após ter ingerido alimentos pesados;

    6- Não entre no mar a noite e em situações com chuva e raios;

    7- Nade em locais seguros, longe de pedras e costões;

    8- Tenha atenção redobrada com crianças, que devem entrar no mar sempre acompanhadas por um adulto. É importante também colocar pulseiras de identificação;

    9- Lembre-se que no mar há condições adversas. Dados apontam que 50% dos afogados são pessoas que sabem nadar, então cuidado com o excesso de confiança.

    10- No caso de uma ocorrência ligue imediatamente para os bombeiros (193), ou chame o guarda-vidas quando perceber pessoas em situação de afogamento.

    Caso seja necessário agir, entre no mar sempre com uma boia ou objeto flutuante que possa ser jogado para o banhista em dificuldade agarrar. “Evite se aproximar, pois no momento do desespero, o banhista pode se agarrar a você e ambos se afogarem”, alerta a médica.

  • As melhores opções de luxo em Anguilla  

    Anguilla, ilha localizada no nordeste do Caribe, perto de Porto Rico e de St. Maarten, é conhecida, entre outras belezas, por seu alto padrão de propriedades hoteleiras que oferecem o luxo da exclusividade, intimidade e hospitalidade acolhedora. Anguilla tem opções para todos os bolsos, de pousadas charmosas a sofisticadas vilas particulares. Abaixo listamos alguns dos meios de hospedagem mais exclusivos da ilha. 

    Vilas 

    Privacidade, luxo ou a pura praticidade de ter as refeições preparadas em uma cozinha própria na ilha sempre que quiser. As vilas são uma boa opção para casais mais exigentes, escapadas românticas ou para grupos em férias, sejam de familiares ou de amigos. As propriedades variam desde o espetacular deluxe até o descontraído “pé na areia”. As vilas mais espetaculares de Anguilla podem estar localizadas em uma praia, em um penhasco com vistas deslumbrantes para o mar, ou com um deck grande o suficiente para comportar uma massagem sob as estrelas. Conheça algumas delas: 

    Ani Villas

    A vila está situada em uma área central, mas privada, da ilha. Do alto das falésias com vista para a praia de Little Bay, os hóspedes têm à sua disposição carrinhos de golfe que os levam às três praias próximas ao local. 

    Beaches Edge Villa Anguilla 

    A vila elegante e moderna tem paredes de vidro altas que oferecem vistas deslumbrantes do mar e das montanhas de St. Martin de todos os ângulos. Uma trilha curta leva a uma praia tranquila onde você pode nadar e mergulhar. 

    Colibri Villa 

    Colibri é uma vila impressionante, nova, espaçosa e contemporânea, situada na costa sul de Anguilla. O lugar luxuoso e moderno foi projetado para proporcionar conforto e relaxamento, com áreas de estar e jantar internas e externas. 

    Hotéis Boutique 

    Pequenos, íntimos e diferentes de qualquer outro. Os hotéis boutique de Anguilla mesclam o alto luxo da ilha com a maravilha das paisagens de mar azul turquesa mais serenas, culinária deliciosa e arquitetura contemporânea. Cada um com um charme único, os hotéis boutique de Anguilla trazem algo a mais para a ilha, com serviços e comodidades sob medida, recebendo antigos e novos clientes com spas premiados, chefs particulares, praias deslumbrantes e praticamente tudo o que se possa sonhar. Os mais famosos são: 

    Quintessense Hotel, Relais & Châteaux 

    O Quintessence Hotel oferece a melhor cozinha saudável da ilha, refeições cinco estrelas, uma adega de última geração, grande o suficiente para refeições privativas e uma cozinha para que você tenha a experiência de jantar na “mesa do chef”. 

    Manoah Boutique Hotel 

    O Manoah Boutique Hotel possui acomodações luxuosas e apresenta o restaurante Ocean Beach Club e dois charmosos bares de praia tropical. Uma boutique chique, academia de ginástica, spa, piscina externa com deck para banhos de sol e uma grande parte da praia de areia branca com vistas incomparáveis do sedutor oceano azul-turquesa. 

    Resorts 

    Estrategicamente localizados nas melhores praias de Anguilla, os resorts de 4 e 5 estrelas instalados na ilha oferecem estilo, serviços e privacidade no mais alto nível. Com excelentes instalações de spa, locais de refeições gourmet e casuais – no local e nas proximidades – e design para surpreender os convidados mais experientes, esses resorts combinam o mais alto luxo internacional à beleza de classe mundial de Anguilla. Confira a seguir alguns destaques: 

    Four Seasons Resort & Residences 

    o Four Seasons Resort & Residences Anguilla é ideal para famílias, amigos que viajam juntos e para casais que procuram uma escapada romântica. Todos os quartos têm comodidades de luxo, como mini-bares totalmente abastecidos, várias varandas e pátios, áreas de estar espaçosas e cozinha e lavanderia integradas. Quase todas as acomodações estão voltadas para o mar. 

    Belmond Cap Juluca 

    Com vista para as montanhas de St. Maarten a apenas 11 quilômetros de distância, Cap Juluca tornou-se um destino para o viajante exigente, oferecendo o máximo em privacidade. O resort continua sendo um dos mais românticos e exclusivos do mundo e é a essência da tranquilidade para uma temporada de férias.   

    Zemi Beach House Resort & Spa 

    Explore Anguilla de cima a baixo. De esportes aquáticos e serviços de spa a caminhadas e aulas de história, o Zemi Beach House Resort & Spa oferece inúmeras oportunidades para explorar a atmosfera discreta de uma das ilhas mais autênticas do Caribe. 

  • Saiba como preservar sua coluna em viagens longas

    Nada melhor que juntar os amigos, familiares e cair na estrada, não é mesmo? Mas depois de um tempo, aquele engarrafamento clássico parece que dobra o tempo do percurso. E como se o ocorrido não fosse ruim o bastante, algo pior chega, uma pontada começa a aparecer na sua coluna, e agora?

    Um estudo mostra que 80% da população mundial já sentiu dor na coluna em algum momento de sua vida, e essa situação pode se agravar se ficarmos na mesma posição durante várias horas, por conta disso, a fisioterapeuta Raquel Silvério, especialista em fisioterapia músculo esquelética mostra algumas dicas de como evitar sentir essas dores em viagens longas.

    “É muito comum sentirmos uma pressão em nossa coluna quando passamos muito tempo dentro de um carro ou avião, por exemplo e as estruturas acabam sobrecarregadas, por conta disso, viagens longas são responsáveis por nos deixar com dor nas costas”, explica a fisioterapeuta.

    Segundo Raquel é super importante ter o cuidado com a coluna bem antes da viagem começar, a atenção começa na hora de fazer as malas. Procure deixar sua mala em uma superfície elevada, que não te obrigue a ficar se inclinando, essa repetição do movimento pode causar desconforto e agravar um quadro de dor. O ideal é que você utilize malas com rodas, assim ficará mais fácil movimentá-las.

    Confira algumas dicas que a fisioterapeuta aconselha para aqueles que encontrarão viagens longas nesse final de ano:

    -Postura: “A maioria das pessoas que sentem dores nas costas ao ficar muito tempo sentadas no carro, é por conta da má postura do motorista ao volante. Muitos podem não ligar muito para a maneira certa de reclinar o banco e esse vacilo pode refletir em dores na coluna, braços e pernas. Então, fique atento e regule o encosto da forma correta”, explica Raquel.

    – Alongamento: “Muitos pensam que quanto mais rápido chegar no destino melhor, mas vale a pena? Chegar com dores? Por isso, sempre recomendo, alongue-se! Faça paradas, se possível, estique as pernas, faça alongamentos nos braços e pescoço. Isso ajuda muito a diminuir as dores”, comenta a fisioterapeuta.

    – Atenção com as malas: “Na correria e vontade de começar logo a viagem, muitas das vezes pegamos as malas na rapidez, de qualquer jeito e isso pode ser prejudicial, nossa coluna sofrerá as consequências. O simples fato de carregar os itens de maneira correta dentro do peso que você pode suportar ajuda a poupar sua coluna.

    -Prevenção: “É muito importante entender que não precisa esperar a bomba explodir para correr atrás do problema. Todas as dicas que deixei acima é para o fato de a dor já existir, mas prevenir para que ela não aconteça, é primordial. Então, coloque em sua rotina momentos de alongamentos e caminhadas, essas atividades são ótimas para a manutenção da coluna”, conclui a fisioterapeuta.

  • 6 curiosidades sobre a Ilha da Madeira

    A Ilha da Madeira, território português localizado em meio ao Oceano Atlântico, é um destino turístico inesquecível, com belas paisagens naturais, gastronomia deliciosa e hotéis de altíssima qualidade. Sua localização em meio ao Oceano Atlântico lhe confere diversas curiosidade e peculiaridades. Confira algumas delas.

    A Madeira é um arquipélago
    O que chamamos de ‘Ilha da Madeira’ é, na verdade, a ilha principal de um arquipélago. Além dela, o arquipélago conta com a Ilha de Porto Santo, também habitada, e diversas ilhas e ilhotas com muitas belezas. Estas ilhas menores são divididas em dois grupos: Desertas e Selvagens. As Desertas são formadas por três ilhas desabitadas: Ilhéu Chão, Deserta Grande e Bugio; e as Selvagens são compostas por duas ilhas principais e várias ilhotas de origem vulcânica, também desabitadas.

    Detém o título de melhor destino insular do mundo
    Pelo oitavo ano consecutivo, a Ilha da Madeira foi reconhecida com o título de ‘Melhor Destino Insular do Mundo’ pelos World Travel Awards, os mais importantes prêmios da indústria do turismo. Neste ano, a Madeira concorreu ao prêmio com outros 22 destinos de todos os continentes. O prêmio reforça o posicionamento internacional do destino.

    Produz um dos vinhos mais famosos do mundo
    À primeira vista, a Madeira não parece o lugar ideal para produzir vinhos, já que possui um terreno montanhoso. Mas os portugueses que chegaram primeiro à ilha se arriscaram, muitas vezes cultivando as uvas em lugares de difícil acesso, e acabaram criando uma das bebidas mais famosas do mundo: o vinho Madeira. E é incrível prová-lo em uma harmonização com a gastronomia local.

    Preserva uma floresta de 20 milhões de anos
    A Floresta Laurissilva cobre 20% do território madeirense, sendo considerada Patrimônio Mundial pela Unesco. Esta floresta úmida subtropical possui um ecossistema riquíssimo formado por árvores da família das lauráceas que são frondosas e imponentes, como o loureiro, o til, o barbusano e o vinhático. Complementando o visual grandioso, espalham-se pela floresta orquídeas da serra, gerânios cor-de-rosa e os belíssimos massarocos, que colorem partes do cenário de violeta.

    Possui canais de irrigação do século 16
    As levadas são, basicamente, canais de irrigação que levam água da parte norte do destino, onde é mais abundante, para a região sul. Elas começaram a ser construídas há mais de 400 anos e hoje somam mais de 200 levadas ao longo de cerca de 3 mil quilômetros. O que os madeirenses do século 16 não poderiam imaginar é que esses estreitos canais acabariam se tornando uma das principais atrações turísticas do destino, uma vez que se enveredam pelos mais belos cenários locais. É impossível não se espantar com toda a beleza de vales, rochedos, flores, riachos e a luz do sol entrando por entre a folhagem das árvores.

    Foi lá que nasceu Cristiano Ronaldo
    Cristiano Ronaldo, craque da seleção portuguesa e premiado cinco vezes pela FIFA como melhor jogador do mundo, é natural de Funchal, capital da Madeira. Ele deixou a terra natal há muito tempo, mas mantém uma relação próxima com o local. Há diversas homenagens a ele por lá: o principal aeroporto do arquipélago leva seu nome; o Museu CR7 reúne prêmios, camisas, chuteiras, fotos e outras recordações da carreira do jogador; e há também um hotel temático, o Hotel Pestana CR7 Funchal.

  • Como proteger os pets dos barulhos dos fogos

    Réveillon 2023: Saiba como proteger os pets dos barulhos dos fogos de artifício 

    Veterinária alerta que sons muitos altos podem levar os animais a uma parada cardiorrespiratória 

    Com a chegada do réveillon, muitas pessoas insistem em comemorar com fogos de artifício. No Distrito Federal, a Lei nº 6.647/2020 proíbe a utilização de qualquer artefato pirotécnico e fogos de artifício que produzam estampidos. Em caso de descumprimento, a multa pode chegar a R$2,5 mil. E a medida não beneficia apenas os pets, mas também idosos, autistas e bebês. 

    Os fogos de artifício agridem demais a audição canina. De acordo com a veterinária Joana Barros, da clínica Gaia Medicina Veterinária Integrativa, os animais têm ouvidos mais aguçados do que os dos humanos. Sendo assim, barulhos com mais de 60 decibéis equivalem a uma conversa em tom muito alto, podendo causar estresse físico e psicológico. 

    Joana alerta que esse tipo de barulho pode deixar os animais de estimação desorientados, levando a fugas perigosas. “Eles podem tentar quebrar vidros de janela, passar por portões e acabarem se cortando.” 

    Além disso, podem provocar problemas de saúde graves devido ao medo, levando, inclusive, ao óbito em poucos minutos. “Quando eles escutam a queima de fogos eles podem ficar com tanto medo que isso pode gerar uma parada cardiorrespiratória em decorrência do aumento dos batimentos cardíacos”, alerta a especialista da clínica Gaia Medicina Veterinária Integrativa. 

    Para ajudar a amenizar os impactos dos fogos, Joana indica o uso de alguns artifícios naturais. “Pode ser dado chá de camomila em uma diluição adequada, vai dando aos poucos durante o dia. Outra opção, é usar também homeopatia, aromaterapia e florais de bach. Isso tudo pode ser consultado com o veterinário que atende o seu animal”, aconselha a veterinária.