Autor: agitosp

  • Releitura de Mortadela Defumada na Grelha

    Seara Gourmet celebra o Dia Internacional do Chef ressignificando um clássico da gastronomia brasileira
     

    Em parceria com o chef Diego Carrilho, marca faz releitura de Mortadela Defumada na Grelha e reforça conceito de transformar refeições do cotidiano em experiências memoráveis
     


    Comemorado anualmente em 20 de outubro, o Dia Internacional do Chef tem como propósito homenagear os profissionais da gastronomia, conscientizar sobre a importância de uma alimentação de qualidade e incentivar a transmissão de saberes gastronômicos entre gerações. Para marcar a data, a Seara Gourmet promove uma reflexão sobre como técnicas de alta gastronomia e ingredientes selecionados podem transformar receitas cotidianas em momentos extraordinários.
     

    Para celebrar a ocasião, a marca convidou o chef Diego Carrilho para desenvolver uma releitura sofisticada de um clássico nacional: a mortadela. A criação explora o ritual da grelha, combinando a dupla defumação da Mortadela Defumada Seara Gourmet com o contraste agridoce de uma glaceagem de mostarda e mel, servida sobre creme de ricota, azeite de tomate, crocante de oleaginosas e folhas de erva-doce.
     

    A relação de Diego Carrilho com o ingrediente une trajetória profissional e memória afetiva. “A mortadela me apresentou à charcutaria, e foi através da charcutaria que me tornei chef de cozinha”, revela. “No Dia Internacional do Chef, nossa proposta é inspirar as pessoas a descobrirem novas possibilidades com produtos que já conhecem. Levar a Mortadela Defumada Seara Gourmet para a grelha intensifica sua dupla defumação e gera um equilíbrio perfeito com o toque agridoce”, destaca o chef.
     

    A iniciativa reforça o compromisso da Seara Gourmet de aproximar o público da alta gastronomia por meio de praticidade e sofisticação.
     

    “O Dia Internacional do Chef é uma oportunidade única para celebrarmos a paixão pela gastronomia e a arte de transformar ingredientes selecionados em memórias inesquecíveis. Na Seara Gourmet, acreditamos que todo dia é uma oportunidade para vivenciar a alta gastronomia em casa. Os chefs são nossa grande inspiração na busca constante por inovação, sabor e qualidade superior. Parcerias como a do chef Diego Carrilho mostram como a criatividade pode ressignificar produtos do nosso dia a dia, elevando a experiência gastronômica dos nossos consumidores”, afirma Tannia Fukuda Bruno, diretora de marketing da Seara.



    RECEITA ESPECIAL: Mortadela Defumada Seara Gourmet na Grelha

    (Glaceada com mostarda e mel sobre creme de ricota, azeite de tomate, oleaginosas e erva-doce)

    ● Categoria: Entrada / Tapa

    ● Tempo de preparo: 20 minutos

    ● Rendimento: 4 porções

    ● Dificuldade: Fácil
     

    Ingredientes

    ● 10 fatias de Mortadela Defumada Seara Gourmet

    ● Mostarda e mel (misturados a gosto para a glaceagem)

    ● 150g de creme de ricota

    ● 2 colheres de sopa de azeite de tomate

    ● Mix de oleaginosas picadas (amêndoas, castanhas ou nozes para dar crocância)

    ● Folhas de erva-doce frescas para finalizar
     

    Modo de Preparo

    1. Grelhar na churrasqueira: Leve as fatias de Mortadela Defumada Seara Gourmet à churrasqueira ou grelha bem quente até dourar a superfície e intensificar a nota defumada.
    2. Glacear: Pincele generosamente a mistura de mostarda e mel sobre a mortadela ainda sobre a churrasqueira, criando uma camada brilhante e o contraste agridoce.
    3. Base do Prato: Em um prato de servir, crie uma base homogênea com o creme de ricota. Posicione a mortadela defumada glaceada no centro.
    4. Finalização: Regue com o azeite de tomate, espalhe o mix de oleaginosas para adicionar textura crocante e decore com as folhas de erva-doce. Sirva imediatamente.
       

    Perguntas Frequentes (FAQ)
     

    Como preparar mortadela defumada na grelha?

    Para fazer a mortadela na grelha com padrão gourmet, utilize fatias finas de Mortadela Defumada Seara Gourmet. Coloque-a na churrasqueira até dourar e, ao final, pincele uma mistura de mostarda e mel para criar uma crosta glaceada e agridoce.
     

    Qual o segredo para servir mortadela em um encontro entre amigos?

    A combinação da dupla defumação com o toque defumado da grelha e elementos de contraste — como a cremosidade da ricota, o azeite aromatizado e a crocância de castanhas — transforma a mortadela em uma entrada sofisticada e criativa para receber os amigos em um encontro em volta do fogo. A mesma receita também pode ser feita na panela, utilizando um pouco de manteiga, e dourando até trazer um toque de amêndoas por conta da manteiga dourada.

  • F1 Na Terra dos Cowboys

    Austin dá início à série de três corridas no continente americano, que também inclui provas na Cidade do México e em São Paulo. O GP no Circuito das Américas é também o segundo dos três eventos realizados nos Estados Unidos nesta temporada, com a última etapa
    americana do ano marcada para acontecer em Las Vegas.

    Para esta edição do GP dos Estados Unidos, a Pirelli escolheu o C2 como Duro, o C3 como Médio e o C4 como Macio, voltando a uma combinação de compostos utilizada no passado após a experiência de 2025, quando foi introduzido um passo entre os compostos Duro
    e o Médio.

    No ano passado, aliás, o C1 foi indicado como o pneu mais duro, mas não foi utilizado na corrida. As equipes optaram por estratégias de uma única parada, recorrendo aos compostos mais macios C3 e C4.

    Em comparação com 2025, o fim de semana volta ao formato tradicional, sem uma corrida Sprint. A corrida Sprint mais recente aconteceu em Singapura. As equipes terão, portanto, três sessões de treinos livres à disposição para trabalhar no equilíbrio do carro
    e otimizar as configurações em um circuito que não exige compromissos particularmente extremos.

    O circuito de Austin, com 5,513 quilômetros de extensão, apresenta uma combinação de curvas de alta velocidade, mudanças rápidas de direção e trechos mais lentos que exigem forte tração. Para serem competitivas, as equipes precisam combinar boa velocidade em
    retas com carga aerodinâmica eficiente nos trechos mais técnicos, um aspecto que se torna ainda mais importante com a atual geração de carros de Fórmula 1.

    Do ponto de vista dos pneus, o COTA exige muito de ambos os eixos. No primeiro setor, caracterizado por curvas rápidas e mudanças de direção inspiradas em alguns dos grandes circuitos da Europa, os pneus dianteiros serão submetidos a um desgaste significativo.
    Já no terceiro setor, as várias zonas de aceleração ao sair de curvas lentas tenderão a gerar degradação térmica principalmente nos pneus traseiros.

    A superfície de asfalto não é particularmente abrasiva. Um trecho do circuito entre as Curvas 9 e 11 foi recapeado no início deste ano. No entanto, o efeito do envelhecimento no restante da pista continua sendo significativo e contribui para altos níveis de
    desgaste. O desgaste dos pneus, e não a granulação, pode, portanto, vir a ser um dos fatores-chave ao longo do fim de semana. Durante a prova do ano passado, vários pneus atingiram níveis de desgaste muito elevados.

    A aderência na pista em geral é boa, auxiliada pelas categorias de apoio, incluindo a Porsche Carrera Cup North America, que é equipada pela Pirelli desde o início deste ano. A evolução da pista, por outro lado, tradicionalmente não tem sido uma das mais acentuadas
    do calendário.

    Do ponto de vista estratégico, a presença do C2 como composto Duro pode favorecer
    stints longos, oferecendo às equipes uma opção sólida para o que provavelmente será uma corrida com uma única parada. No entanto, as altas temperaturas que normalmente caracterizam o fim de semana no Texas também devem ser levadas em conta, pois podem
    aumentar a degradação dos pneus e abrir espaço para estratégias alternativas.

    EM 2025

    A estratégia mais popular no GP dos Estados Unidos do ano passado foi a combinação Médio-Macio, adotada por 13 pilotos. Entre os que subiram ao pódio, Charles Leclerc foi a exceção, conquistando o terceiro lugar após optar por largar com pneus Macios para obter
    uma vantagem inicial de aderência. Apenas três pilotos mais atrás na classificação largaram com o composto Duro.

    ESTATÍSTICAS

    O GP dos Estados Unidos já foi realizado 13 vezes em Austin, mas o evento conta com um total de 46 edições disputadas em seis circuitos diferentes. O piloto mais bem-sucedido na história da corrida é Lewis Hamilton, com seis vitórias, uma a menos que o recorde
    histórico de Michael Schumacher. Entre as equipes, a Ferrari detém o recorde, com 11 vitórias.

    PORSCHE CARRERA CUP NORTH AMERICA

    A temporada de 2026 da Porsche Carrera Cup North America, com fornecimento da Pirelli pela primeira vez, será encerrada no Circuito das Américas, em Austin, durante o fim de semana do GP dos Estados Unidos de Fórmula 1. Depois de ampliar sua vantagem na liderança
    do campeonato para 27 pontos em Road Atlanta, Tyler Maxson chega à última etapa da temporada firmemente na liderança da classificação da categoria Mobil Pro. No entanto, com duas corridas e valiosos pontos bônus ainda em jogo, Aaron Jeansonne continua firmemente
    na disputa pelo título antes do confronto decisivo no Texas.

    BONÉ DE PÓDIO EDIÇÃO ESPECIAL

    O GP dos Estados Unidos traz um boné de pódio especial, criado pelo designer Denis Dekovic para a Pirelli Design. O boné apresenta um padrão inspirado nas estrelas da bandeira americana, enriquecido com dois símbolos
    da paisagem desértica do Texas: cactos e cascavéis. A viseira traz a palavra “Austin” sobre um fundo preto. O boné já está disponível para compra na plataforma de comércio eletrônico da Pirelli:
    https://store.pirelli.com.

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  • Fones de ouvido: não é só o volume! Tempo de exposição também aumenta risco de perda auditiva

    Otorrino do Hospital Paulista explica como o uso frequente de fones, shows, festas e outros ambientes com som elevado podem afetar a audição

    Fones de ouvido fazem parte da rotina de muitos jovens, seja para ouvir música, acompanhar vídeos, jogar ou estudar. O problema não está necessariamente no uso do acessório, mas na combinação entre intensidade do som e tempo de exposição. Quanto mais alto o volume, menor deve ser o período de contato com o ruído.

    A exposição repetida a sons em intensidade elevada pode provocar a chamada perda auditiva induzida por ruído (PAIR), que ocorre principalmente por danos às células sensoriais da cóclea, estruturas delicadas do ouvido interno que não se regeneram. 

    “Os danos ocorrem principalmente nas células sensoriais da cóclea, que são estruturas muito delicadas e que praticamente não se regeneram. Com exposições repetidas e intensas, esse dano pode se tornar permanente e progressivo”, explica a otorrinolaringologista Dra. Bruna Assis, do Hospital Paulista, referência nacional em ouvido, nariz e garganta. 

    Segundo a especialista, alguns sinais podem aparecer antes mesmo de uma perda auditiva mais evidente, como zumbido após ouvir música, sensação de ouvido tampado ou abafado, dificuldade para entender a fala em ambientes ruidosos e dificuldade para perceber sons mais agudos. O zumbido também pode persistir mesmo depois que a exposição ao som termina. 

    Quanto mais alto, menor deve ser o tempo de exposição 

    Volume e duração da exposição estão diretamente relacionados. Como referência, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que uma exposição média a 80 decibéis (dB) corresponda a aproximadamente 40 horas por semana. A 90 dB, esse período cai para cerca de quatro horas semanais. 

    Na prática, isso significa que não existe apenas um “volume perigoso”: é preciso considerar por quanto tempo a pessoa permanece exposta ao som. “É a combinação dos dois. Quanto maior o volume, menor deve ser o tempo de exposição. E quanto mais tempo a pessoa permanece exposta, menor deveria ser a intensidade”, orienta a médica. 

    Por isso, a recomendação é manter o volume em níveis moderados, abaixo de aproximadamente 60% da capacidade do aparelho, e fazer pausas durante o uso. Ainda assim, não existe um limite absolutamente seguro que possa ser aplicado da mesma forma a todas as pessoas. 

    Fone intra-auricular não é necessariamente mais prejudicial à audição 

    Apesar da percepção comum de que os modelos intra-auriculares seriam necessariamente mais nocivos, o tipo de fone não é o principal fator relacionado à perda auditiva por ruído. Nesse caso, o que mais importa é a intensidade do som e o tempo de exposição. 

    Os modelos que ficam dentro do ouvido, porém, podem estar associados a outros problemas. Segundo a Dra. Bruna, o uso de fones intra-auriculares pode aumentar o risco de infecções da orelha externa, impactação de cerume e eczemas, especialmente em pessoas que já apresentam predisposição a essas condições. 

    “Pacientes com maior predisposição a essas patologias podem dar preferência ao uso de fones do tipo concha para evitar esses tipos de complicações”, explica.

    O risco não está apenas nos fones 

    Mesmo quem controla o volume dos fones pode estar submetido a níveis elevados de ruído em outras situações do cotidiano. Shows, festas, baladas, festivais, academias, eventos esportivos e outros ambientes com música ou som amplificado também podem representar uma exposição excessiva. 

    A proximidade das caixas de som e o tempo de permanência nesses locais aumentam ainda mais a exposição. Por isso, os cuidados com a audição precisam considerar o conjunto de hábitos e ambientes frequentados ao longo da semana. 

    Em locais com som elevado, uma das medidas de proteção é utilizar protetores auriculares adequados, especialmente quando não é possível reduzir a intensidade do ruído ou se afastar da fonte sonora. O uso do protetor, no entanto, não elimina a necessidade de limitar o tempo de exposição. Sempre que possível, também é recomendável fazer pausas e permanecer em áreas mais afastadas das caixas de som.

    Nível de ruído x tempo de exposição 

    Como referência, a Organização Mundial da Saúde (OMS) relaciona a intensidade do som ao tempo recomendado de exposição. Alguns exemplos são: 

    • 80 dB: até 40 horas por semana
    • 85 dB: até 12 horas e 30 minutos por semana
    • 90 dB: até 4 horas por semana
    • 95 dB: até 1 hora e 15 minutos por semana
    • 100 dB: até 20 minutos por semana
    • 105 dB: até 8 minutos por semana
    • 110 dB: até 2 minutos e 30 segundos por semana

    Quanto maior a intensidade do som, portanto, menor deve ser o tempo de exposição. Esses valores são referências e não representam um limite de segurança absoluto, já que o risco pode variar conforme as características individuais e a frequência das exposições. 

    Para a especialista, atenção aos primeiros sinais é importante para evitar que uma exposição repetida e intensa resulte em danos permanentes. Zumbido recorrente após exposição sonora, sensação de ouvido abafado ou dificuldade para compreender conversas em ambientes barulhentos são motivos para buscar avaliação profissional.

  • Criança não quer escovar os dentes? Veja como convencê-la

    Periodontista explica como criar uma rotina de higiene bucal e por que a frequência do consumo de açúcar também merece atenção

    Crédito: Magnific 

    Convencer uma criança a escovar os dentes nem sempre é fácil. Para algumas famílias, o momento envolve choro, resistência e muita negociação. A cirurgiã-dentista Cristina Miura, periodontista, implantodontista e mestre em Microbiologia, recomenda que a escovação faça parte da rotina desde cedo, com brincadeiras e participação dos pais.

    “O melhor é as crianças entenderem que escovar os dentes é igual a tomar banho, é uma rotina”, explica.

    A especialista sugere apostar em elementos lúdicos para tornar o momento mais leve, como escovas com personagens ou que tocam músicas, além de transformar a escovação em um hábito compartilhado por toda a família. Quando os pais escovam junto, a criança entende que a higiene bucal é um cuidado de todos, e não uma cobrança dirigida só a ela.

    Desde o nascimento dos primeiros dentes, o Ministério da Saúde recomenda a escovação com escova macia e creme dental fluoretado, com supervisão dos pais ou cuidadores durante a infância. Mais do que ensinar a técnica, o objetivo é fazer com que o cuidado passe a integrar naturalmente a rotina da criança.

    O papel do açúcar

    A prevenção da cárie, no entanto, não depende apenas da escovação. A frequência com que alimentos e bebidas açucarados são consumidos também tem papel importante na saúde bucal.

    “Só escovar os dentes não basta. A frequência de consumo de açúcar está muito relacionada com às alterações na microbiota bucal”, diz Cristina. O ponto, segundo ela, não é transformar o doce em um alimento proibido, mas evitar que o açúcar apareça várias vezes ao longo do dia, em pequenos lanches e beliscos constantes. 

    “Doce é um carinho”, reconhece a especialista. Por isso, quando a família optar por oferecer alimentos açucarados, ela sugere concentrar esse consumo próximo às refeições, em vez de distribuí-lo ao longo do dia.

    “O cuidado é ainda mais importante na primeira infância. Para crianças menores de dois anos, o Ministério da Saúde recomenda não oferecer preparações ou produtos com açúcar”, destaca.

    Dicas para os pais

    • Comece cedo: a higiene bucal deve fazer parte da rotina desde o nascimento dos primeiros dentes.
    • Use creme dental fluoretado: a quantidade deve ser adequada à idade da criança e a escovação precisa ser supervisionada pelos pais ou cuidadores.
    • Prefira escova macia: o tamanho deve ser compatível com a boca da criança.
    • Transforme o momento em brincadeira: personagens, músicas e a participação dos pais podem ajudar a reduzir a resistência.
    • Evite o consumo frequente de açúcar: mais importante do que simplesmente proibir o doce é evitar que ele seja consumido repetidamente ao longo do dia.
    • Menores de 2 anos: a recomendação do Ministério da Saúde é não oferecer alimentos ou bebidas com açúcar.

    “Transformar a higiene bucal em um hábito desde cedo ajuda a criança a entender que cuidar dos dentes é tão natural quanto tomar banho. Para os pais, o desafio não precisa ser vencer uma disputa diária, mas criar uma rotina que, com o tempo, se torne automática para toda a família”, orienta.

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  • Mercúrio retrógrado só traz problemas? Astrólogo esclarece dúvidas

    Mercúrio retrógrado começa neste sábado (24)  e segue até o dia 13 de novembro, em Escorpião. Na astrologia, o movimento é associado à revisão da comunicação, dos deslocamentos e das trocas do dia a dia. A fama de provocar atrasos e mal-entendidos, porém, não deve levar à expectativa de que tudo dará errado, segundo Giatho Profeta, astrólogo, tarólogo e clarividente.

    “Às vezes, um atraso é só um atraso; uma mensagem mal interpretada pode ser esclarecida com uma conversa”, afirma.

    Para ele, esperar por dificuldades pode fazer com que as pessoas prestem mais atenção aos contratempos. Por isso, evita atribuir automaticamente ao planeta dificuldades com tecnologia, viagens ou relacionamentos.

    Como lidar com os contratempos?

    Giatho interpreta a retrogradação como um momento simbólico para reler contratos, revisar planos e retomar assuntos pendentes. A orientação é manter as atividades habituais e aproveitar para corrigir o que ficou pela metade.

    “Eu diria para não viver na expectativa de um problema: faça o que faria normalmente, com um pouco mais de atenção”, diz.

    Entre os cuidados que recomenda estão:

    • Confirmar horários e informações importantes. A proposta é conferir os detalhes dos compromissos, sem presumir que haverá atrasos.
    • Salvar arquivos. Esse cuidado faz parte das medidas de organização sugeridas pelo astrólogo, que não trata falhas tecnológicas como inevitáveis.
    • Pedir esclarecimento quando uma conversa ficar confusa. Antes de tirar conclusões, vale perguntar o que a outra pessoa quis dizer.

    O que muda com Vênus também retrógrado?

    Mercúrio e Vênus estarão retrógrados simultaneamente entre 24 de outubro e 13 de novembro. Ambos estarão em Escorpião no início dessa coincidência, mas Vênus retorna a Libra no dia 25 de outubro, enquanto Mercúrio permanece em Escorpião.

    Na análise de Giatho, essa combinação acrescenta temas afetivos às questões de comunicação. Ele associa Mercúrio retrógrado em Escorpião à retomada de assuntos delicados, segredos, confiança e palavras que ficaram por dizer. Já Vênus representa, nessa leitura, a reavaliação de afetos, valores e relações.

    A recomendação é conversar com mais honestidade e rever acordos. O astrólogo ressalta que a coincidência não deve ser interpretada como sinal de conflitos ou mal-entendidos inevitáveis.

  • Para os Dias da Semana: Parafuso ao Molho de Linguiça

    Sabor caseiro em apenas 30 minutos

    Transforme a rotina com uma receita simples e deliciosa.

    O Parafuso ao Molho de Linguiça é rápido de preparar, rende bem e conquista pelo sabor intenso da linguiça frescal combinada ao frescor do manjericão.

    Finalize com lascas de parmesão e tenha um prato completo para deixar sua semana mais gostosa.

     

    Parafuso ao Molho de Linguiça

    Ingredientes

    Para o molho:

    • 6 gomos de linguiça frescal (600 g)
    • ¼ de xícara (chá) de azeite (60 ml)
    • 1 cebola grande picada (160 g)
    • 3 dentes de alho picados (15 g)
    • 3 latas de tomate pelado (1,2 kg)
    • 2 ramos de manjericão fresco
    • sal a gosto

    Para a massa:

    • sal a gosto
    • 1 embalagem de Parafuso Isabela (500 g)
    • Lascas de parmesão a gosto

    Modo de preparo:

    Molho:

    1. Retire a tripa da linguiça, esfarele a carne e reserve. Em uma panela grande, coloque o azeite e refogue a cebola e o alho, até murcharem e ficarem dourados. Acrescente a linguiça e frite, até que esteja dourada.
    2. Enquanto isso, pique os tomates pelados e coloque na panela, junto com o líquido da lata.
    3. Junte os ramos de manjericão, misture bem e deixe cozinhar, em fogo baixo, tampado, por cerca de 20 minutos ou até engrossar.
    4. Tempere com sal e, no momento de servir, retire e descarte os ramos de manjericão.

    Massa:

    1. Em uma panela grande, ferva 5 litros de água e acrescente o sal. Coloque a massa e cozinhe por 6 a 8 minutos ou até que fique macia, mexendo de vez em quando.
    2. Escorra, misture o molho e sirva com lascas de parmesão.

    Rendimento: 4 a 5 porções (1,3 kg de molho)

    Tempo de Preparo: 30 minutos

    Dica: caso prefira o molho mais picante, acrescente pimenta calabresa a gosto.

  • Quer melhorar a frenagem do seu carro?

    MAIS DO QUE A EFICIÊNCIA DOS FREIOS, A CAPACIDADE DE ADERÊNCIA DOS PNEUS AO SOLO É DETERMINANTE PARA UMA FRENAGEM SEGURA

    São Paulo, 19 de outubro de 2026 – Quando o assunto é frenagem, a primeira
    coisa que vem à cabeça da maioria dos motoristas é o sistema de freios do automóvel. Discos, pastilhas e sistemas eletrônicos, como o ABS, são fundamentais para a segurança. No entanto, existe outro componente que desempenha um papel decisivo na hora de parar
    o veículo: os pneus. Afinal, são eles os responsáveis por transmitir ao asfalto as forças geradas durante a frenagem.

    Por mais eficiente que seja o sistema de freios, a capacidade de desaceleração de um automóvel depende da aderência entre os pneus e o solo. Quando essa aderência é insuficiente,
    especialmente em situações de emergência ou em pistas molhadas, a distância necessária para parar o veículo pode aumentar significativamente.

    “É importante entender que o freio atua sobre a rotação das rodas, mas são os pneus que transmitem essa força ao solo para desacelerar o carro. Podemos pensar até em uma
    situação de track day por exemplo, em ambiente controlado, na qual se discute muito a eficiência dos sistemas de freios. Mesmo nesse cenário, ter freios mais robustos não significa necessariamente conseguir parar o carro em uma distância menor. Se o
    limite de aderência dos pneus já foi atingido, é essa capacidade de contato com o asfalto que vai determinar o resultado da frenagem”, explica Roberto Falkenstein, consultor de tecnologias inovativas da Pirelli para a América Latina.

    É justamente por isso que os pneus modernos incorporam um elevado nível de tecnologia. Compostos de borracha desenvolvidos com materiais avançados, estruturas internas projetadas
    para distribuir adequadamente as forças e desenhos da banda de rodagem que favorecem o contato com o solo são alguns dos elementos que influenciam diretamente a capacidade de frenagem. Em condições de chuva, os sulcos também desempenham um papel fundamental
    ao contribuir para o escoamento da água, reduzindo o risco de aquaplanagem.

    Para aprimorar continuamente essas características, a Pirelli investe em Pesquisa e Desenvolvimento, com
    uma importante estrutura tecnológica no Brasil. A companhia possui modernos laboratórios em Campinas (SP), dedicados à pesquisa de materiais, desenvolvimento de produtos e avaliações de desempenho, além do Circuito Panamericano,
    em Elias Fausto (SP), um dos principais complexos de testes de pneus da companhia no mundo. Nesse ambiente, os produtos são submetidos a diferentes condições de uso, incluindo testes de aderência e frenagem em pistas secas e molhadas.

    “Existe um trabalho de engenharia muito complexo por trás de cada pneu. Quando desenvolvemos um produto, estudamos desde a composição da borracha até a maneira como ele
    se comporta em contato com diferentes tipos de asfalto. O objetivo é encontrar o melhor equilíbrio entre segurança, desempenho, eficiência e durabilidade. São tecnologias que muitas vezes o motorista não consegue enxergar, mas que fazem diferença justamente
    quando ele mais precisa do veículo”, acrescenta Falkenstein.

    Para os motoristas, a recomendação é manter os pneus em boas condições, respeitar as medidas e especificações indicadas pela montadora, verificar regularmente a calibragem
    e acompanhar o desgaste da banda de rodagem. Afinal, uma frenagem segura depende do funcionamento adequado de todo o conjunto, incluindo pneus, freios e suspensão.

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  • Outubro Rosa pet: quando castrar sua gata?

    Outubro Rosa: Castração reduz risco de câncer de mama em gatas, mas quando realizar o procedimento?


    Decisão sobre a idade deve ser individualizada; veterinária explica também os cuidados com a alimentação após a cirurgia


    São Paulo, outubro de 2026. Durante o Outubro Rosa, o câncer de mama também entra na pauta da saúde dos animais. Em gatas, a castração está entre os principais cuidados que podem ajudar a reduzir o risco da doença. Estudos

    apontam que entre 85% e 95% dos tumores mamários diagnosticados nessa espécie são malignos. E não é só o procedimento que importa: a idade em que ele é feito, o acompanhamento veterinário e a alimentação após a cirurgia também merecem

    atenção.


    A relação entre a castração e o risco de tumores mamários vem sendo estudada há décadas. Um estudo publicado em 2005 no Journal of Veterinary Internal Medicine, que avaliou 404 gatas, encontrou redução de 91% no risco de carcinoma mamário entre

    as que foram castradas antes dos 6 meses de idade e de 86% entre as castradas antes de 1 ano, em comparação com gatas não castradas.


    Embora esses resultados indiquem uma associação importante entre a castração precoce e a redução do risco, pesquisas mais recentes recomendam cautela na definição de uma idade ideal. Uma revisão publicada em 2025 identificou limitações nas

    evidências disponíveis, reforçando que ainda não é possível estabelecer uma idade universalmente indicada para o procedimento com base apenas na prevenção dos tumores mamários.


    Segundo a médica-veterinária Mayara Andrade, de Biofresh, marca Super Premium Natural da MBRF Pet, a redução da exposição hormonal após a castração ajuda a explicar esse resultado. Isso porque hormônios como o estrogênio e a

    progesterona participam do desenvolvimento e da proliferação do tecido mamário, e a exposição acumulada a esses estímulos pode contribuir para o surgimento de alterações celulares.


    “A castração reduz a exposição aos hormônios ovarianos, que estão envolvidos no desenvolvimento do tecido mamário. Estudos indicam que o procedimento pode diminuir significativamente o risco de tumores mamários, especialmente quando realizado

    precocemente. Contudo, a decisão sobre o melhor momento deve ser individualizada, considerando a saúde e o desenvolvimento de cada gata”, explica.


    O que muda no potinho depois da castração


    Se a idade da castração é um ponto de atenção, os cuidados depois do procedimento também merecem espaço. Muitos responsáveis associam a castração ao risco de ganho de peso, já que a cirurgia pode reduzir a necessidade energética do animal.

    Segundo Mayara, é possível manter o peso adequado após o procedimento com ajustes na alimentação e na rotina.


    “Com a castração, ocorre uma redução dos hormônios sexuais, o que pode diminuir a necessidade energética do animal e alterar os mecanismos hormonais que regulam o apetite. Na prática, isso significa que o pet pode precisar de menos calorias para

    manter o peso, mas, ao mesmo tempo, apresentar maior interesse pela comida e consumir mais alimento”, explica.


    Por isso, a quantidade de alimento oferecida e o nível de atividade física passam a ter um papel importante no controle do peso. “Se a alimentação permanece igual, há um desequilíbrio: o animal consome mais energia do que precisa e, com baixa

    atividade física, gasta menos energia também. Isso leva ao ganho de peso e ao acúmulo de gordura por excesso de calorias, chamado de balanço energético positivo”, completa.


    Para ajudar a evitar o ganho de peso, a veterinária recomenda adequar a alimentação às novas necessidades do animal e manter uma rotina ativa. “Com uma alimentação saudável, adequada e equilibrada, além de ajustes na rotina de atividade

    física, é possível manter o peso ideal e contribuir para a saúde e a qualidade de vida do animal”, orienta.


    Mayara reforça que existem alimentos formulados especificamente para as necessidades nutricionais e energéticas dos gatos castrados. Essas opções podem apresentar menor densidade energética e composição ajustada, com nutrientes que auxiliam no

    controle do peso e na manutenção da massa muscular. A escolha deve considerar características individuais, como idade, peso, condição corporal e nível de atividade.


    “Alguns alimentos para gatos castrados também apresentam características nutricionais voltadas à saúde urinária. Mas é importante avaliar a formulação e as necessidades individuais do animal, além de estimular o consumo de água”,

    complementa.


    A manutenção do peso adequado também faz parte dos cuidados com a saúde das gatas. A obesidade está associada a alterações metabólicas e pode aumentar o risco de diferentes problemas de saúde. Embora o controle do peso não possa ser apresentado

    como uma medida específica de prevenção do câncer mamário, ele é fundamental para a saúde geral do animal. Por isso, acompanhar o peso e a condição corporal deve fazer parte da rotina. A escolha do alimento em cada fase da vida deve ser definida

    em conjunto com o médico-veterinário, que pode avaliar as necessidades específicas de cada gata.


    Além da castração


    A castração pode reduzir o risco de tumores mamários, mas não elimina completamente a possibilidade do desenvolvimento da doença. Por isso, o acompanhamento veterinário continua importante ao longo de toda a vida, inclusive para gatas que já

    passaram pelo procedimento.


    Manter o peso adequado, oferecer uma alimentação de qualidade, estimular a atividade física e realizar consultas regulares também são medidas importantes para acompanhar a saúde do animal.


    “Manter o peso ideal, oferecer uma alimentação de qualidade, atividade física e realizar consultas regulares com o médico-veterinário, garantindo, também, uma rotina de check-ups, são atitudes essenciais para promover longevidade e bem-estar dos

    pets”, reforça a médica-veterinária.


    Os responsáveis também devem observar as mamas das gatas e procurar o veterinário ao perceber nódulos, caroços ou qualquer alteração na região. Mesmo lesões pequenas precisam ser investigadas, já que a identificação precoce pode ampliar as

    possibilidades de tratamento. O aparecimento de um nódulo não significa necessariamente câncer, mas somente a avaliação veterinária, com exame físicco e exames mais específicos, se necessário, poderá esclarecer sua

    natureza.


    “Mesmo com os avanços da medicina veterinária, o câncer de mama pode não ter cura ou migrar para outros órgãos, o que chamamos de metástase. Por isso, a prevenção e o diagnóstico precoce continuam sendo os maiores aliados dos pets na luta

    contra essa doença”, finaliza Mayara.




  • Parque do Caracol guarda duas espécies únicas no Jardim das Endêmicas

    Dyckia irmgardiae e Dyckia nigrospinulata, ameaçadas de extinção, mobilizam projeto de conservação e podem ser visualizadas no novo Jardim Rupestre do atrativo, em Canela

    A mesma escarpa com a famosa queda d’água de 131 metros que transforma o Parque do Caracol, em Canela, em um dos cenários mais representativos do turismo no Rio Grande do Sul, abriga duas espécies que costumam passar longe dos holofotes da maioria dos visitantes. Pequenas, adaptadas à vida entre as rochas, as bromélias Dyckia irmgardiae e Dyckia nigrospinulata não foram localizadas em nenhum outro lugar conhecido do mundo além do paredão exclusivo no atrativo, na Serra Gaúcha. Classificadas como espécies ameaçadas de extinção, passaram a integrar uma estratégia de conservação que combina proteção no espaço natural, produção de mudas, monitoramento e educação ambiental.

    De acordo com a gerente-geral do Parque do Caracol, Sandra Ferraz, a iniciativa ganhou também um local próprio para aproximar essa flora singular dos visitantes do Parque do Caracol. Implantado junto ao Mirante da Cascata, o Jardim Rupestre ocupa aproximadamente 60 metros quadrados e foi concluído em abril deste ano.

    “Quem visualiza a paisagem do Parque do Caracol enxerga as grandes dimensões da natureza, mas há uma biodiversidade que exige um olhar muito mais atento. Em poucos centímetros de uma rocha pode estar uma parte insubstituível da história natural de Canela, como nos mostram essas espécies únicas de bromélias”, destaca.

    Atualmente, o Jardim Rupestre com as endêmicas – plantas que ocorrem naturalmente em uma área geográfica específica e restrita e não são encontradas, em condições naturais, fora dessa região – reúne três exemplares das espécies de bromélias trabalhadas pelo projeto de conservação no Parque do Caracol.

    A gerente-geral do Parque do Caracol acompanha as estratégias e os protocolos dos biólogos e especialistas que participam do projeto de conservação e explica que o objetivo não se restringe apenas a preservar as plantas, mas também manter as condições que permitem sua existência em um ambiente marcado por sol intenso, disponibilidade de água sazonal, solos rasos e substrato rochoso.

    “Conservar uma espécie que tem uma distribuição tão restrita exige olhar para a planta e para o lugar onde ela vive. O monitoramento realizado pelos especialistas nos permite entender como essas bromélias estão respondendo às condições do ambiente e decidir estrategicamente as ações necessárias para sua proteção”, acrescenta.

    Sandra adianta que para os próximos meses está previsto um levantamento na escarpa da Cascata do Caracol para apurar a quantidade de exemplares das bromélias Dyckia irmgardiae e Dyckia nigrospinulata. 

    Integração ao Jardim Botânico de Porto Alegre

    O trabalho de preservação da espécie D. irmgardiae ganhou um importante reforço fora dos limites do Parque do Caracol. Em novembro de 2024, uma ação realizada com participação do Jardim Botânico de Porto Alegre e da Fepam localizou a população desse tipo de bromélia e permitiu, a partir de protocolos cuidadosos, a coleta manual de exemplares e sementes. O material foi encaminhado para conservação no parque na Capital Gaúcha.

    A conservação da D. irmgardiae tem uma dimensão ainda mais urgente. A espécie foi descrita cientificamente em 1966 e é considerada “Criticamente em Perigo no Rio Grande do Sul”. Sua ocorrência conhecida está concentrada em uma única população, enquanto o avanço da vegetação arbórea, o sombreamento, o acúmulo de matéria orgânica e a presença de espécies exóticas podem comprometer as condições necessárias à sua sobrevivência.

    A partir das sementes coletadas no Parque do Caracol foram obtidas 12 mudas saudáveis e com variabilidade genética. Os exemplares adultos foram incorporados à coleção científica de Bromeliaceae no Jardim Botânico, mas o desenvolvimento da espécie é lento. Foram necessários em torno de 18 meses para as plantas chegarem a cerca de três centímetros de altura. A expectativa é que ainda sejam precisos de um a dois anos de cultivo protegido para que atinjam o porte adequado a uma eventual reintrodução.

  • Visite o Parque e contemple as Cataratas com vazão elevada

    Com volume de água mais de quatro vezes superior à média histórica, espetáculo da natureza pode ser apreciado de diferentes mirantes, mesmo com a passarela interditada por segurança

    As Cataratas do Iguaçu estão ainda mais imponentes com a vazão elevada do Rio Iguaçu. Na manhã desta segunda-feira, 19 de outubro, o volume de água chegou a 6,2 milhões de litros por segundo, mais de quatro vezes acima da média histórica, de 1,5 milhão de litros por segundo. O cenário proporciona aos visitantes a oportunidade de contemplar a força de uma das Sete Maravilhas Mundiais da Natureza.

    O Parque Nacional do Iguaçu segue aberto à visitação, e a Trilha das Cataratas permanece disponível para quem deseja a assistir a esse espetáculo natural. Mesmo com a passarela de acesso à Garganta do Diabo temporariamente interditada por questões de segurança, é possível observar as quedas-d’água de diferentes pontos do percurso.

    Mirantes para contemplar as Cataratas — Durante a visita, o público pode apreciar a paisagem a partir de diferentes pontos, como o início da Trilha das Cataratas, o mirante inferior da Naipi e o Espaço Tarobá/Exaporã. Esses locais oferecem diferentes perspectivas da força das águas e da grandiosidade do conjunto de quedas. No espaço Naipi, com acesso a rampa e elevadores é possível visitar os mirantes superiores, e no mirante inferior, banhar-se na água do rio Iguaçu.

    Monitoramento e segurança — Diante da previsão de chuvas para os próximos dias no Paraná, há possibilidade de aumento da vazão do Rio Iguaçu. A expectativa é que o volume de água se aproxime de 7 milhões de litros por segundo nas próximas horas.

    A Urbia+Cataratas, concessionária responsável pela gestão da visitação no Parque Nacional do Iguaçu, realiza o monitoramento contínuo da vazão do rio e acompanha os dados registrados nos pontos de medição. A interdição da passarela segue os protocolos de segurança estabelecidos para proteger visitantes e equipes, e a reabertura dependerá das condições do rio e da avaliação técnica.

    O visitante pode acompanhar as orientações atualizadas pelos canais oficiais do Parque Nacional do Iguaçu e planejar sua visita para contemplar as Cataratas em um cenário de grande volume de água.