Autor: agitosp

  • Fêmea de sagui nascida em centro de conservação de SP tem dois filhotes no RS

    Mila foi transferida com apoio do programa Avião Solidário; seus pais, Bia e Xereta, também tiveram gêmeos na semana passada no
    Cecfau

    Uma história que começou no Centro de Conservação da Fauna Silvestre (Cecfau), em Araçoiaba da Serra, interior de SP, ganhou um novo capítulo. Mila, uma fêmea de sagui-da-serra-escuro (Callithrix aurita) nascida no centro de conservação
    paulista, teve dois filhotes no Parque Zoológico em Sapucaia do Sul, no Rio Grande do Sul. A primata foi transferida em janeiro deste ano para formar um casal reprodutivo com Lindo, macho que já vivia na instituição gaúcha, em uma iniciativa voltada
    à conservação da espécie, ameaçada de extinção.

    Vinculado à Diretoria de Biodiversidade e Biotecnologia (DBB) da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil), o Cecfau acompanhou o desenvolvimento de Mila desde o nascimento, em 2023. O transporte até o
    Rio Grande do Sul foi realizado gratuitamente pela Latam, por meio do programa Avião Solidário, que apoia iniciativas humanitárias, sociais e ambientais em diferentes regiões do Brasil.

    Para Patrícia Locosque Ramos, diretora de Biodiversidade e Biotecnologia da Semil, o nascimento dos filhotes é motivo de celebração e demonstra o potencial do manejo reprodutivo planejado. “É uma alegria acompanhar esse novo capítulo da
    história da Mila, que nasceu e recebeu todos os cuidados necessários no Cecfau antes de seguir para o Rio Grande do Sul. A transferência foi planejada para contribuir com a conservação da espécie, e o nascimento dos filhotes representa um resultado
    muito positivo desse trabalho. Cada nascimento amplia as perspectivas para o futuro de uma espécie ameaçada de extinção”, destaca Patrícia.

    Uma história que começou em São Paulo

    Mila nasceu em 30 de março de 2023, filha de Bia e Xereta, que vivem no Cecfau. Sua chegada foi especialmente marcante para a equipe, pois sua mãe havia perdido seis filhotes em partos anteriores. O nascimento saudável da pequena primata foi motivo
    de celebração entre os profissionais responsáveis por seu acompanhamento.

    Em janeiro de 2026, Mila foi transferida para o Parque Zoológico em Sapucaia do Sul, no Rio Grande do Sul, administrado pelo governo do Estado, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), seguindo as recomendações do Programa de
    Manejo Populacional Integrado do sagui-da-serra-escuro e as orientações do consultor genealógico da espécie (studbook keeper). Após passar por quarentena e adaptação, com acompanhamento veterinário, ela foi apresentada a Lindo, macho que já vivia
    na instituição. O nascimento dos dois filhotes marca o primeiro resultado reprodutivo do casal.

    “A chegada dos filhotes é um importante resultado do programa e dos esforços desenvolvidos para a manutenção da espécie. Os animais estão saudáveis e seguem sendo acompanhados diariamente”, afirma Caroline Gomes, gestora do Parque
    Zoológico.

    Enquanto Mila inicia essa nova etapa no Rio Grande do Sul, seus pais seguem no Cecfau. No dia 10 de outubro, Bia, de 8 anos, teve outros dois filhotes com Xereta, de 13 anos. Experiente, o casal soma agora 12 descendentes, resultado do trabalho de
    manejo reprodutivo e dos cuidados da equipe do centro. 

    Avião Solidário conecta Mila ao novo lar

    A viagem de Mila foi viabilizada pelo programa Avião Solidário, da Latam, que disponibiliza a estrutura logística da companhia para apoiar ações nas áreas de saúde, assistência humanitária e conservação ambiental.

    O transporte aéreo gratuito permitiu um deslocamento mais rápido até o Rio Grande do Sul, reduzindo o tempo de viagem e o estresse do animal. A iniciativa facilitou a transferência de Mila para a instituição responsável por sua nova etapa
    reprodutiva.

    A participação da Latam integra uma trajetória que conecta o trabalho desenvolvido no Cecfau à atuação do zoológico gaúcho, permitindo que Mila contribua para a formação de uma nova família longe de seu local de nascimento. 

    Conservação de uma espécie ameaçada

    Endêmico da Mata Atlântica, o sagui-da-serra-escuro está classificado como “em perigo de extinção” na Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção. Entre as principais ameaças estão a perda e a fragmentação do habitat, além da
    competição e da hibridização com espécies invasoras de saguis.

    O Programa Nacional de Conservação do Sagui-da-Serra-Escuro, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em parceria com a Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), reúne instituições que
    trabalham para manter uma população de segurança da espécie. O manejo reprodutivo busca preservar a diversidade genética e contribuir para ações futuras de reforço populacional e reintrodução em áreas de ocorrência natural.

    No zoológico de Sapucaia do Sul, os filhotes de Mila e Lindo são acompanhados pela equipe técnica, com atenção ao desenvolvimento dos animais e aos cuidados parentais nesta fase inicial da vida.

  • Menopausa e osteoporose: como proteger os ossos

    Alimentação adequada, boa ingestão de cálcio e vitamina D e exercício físico regular formam a base da prevenção. Exames de sangue e densitometria óssea ajudam a acompanhar a perda de massa óssea, que se acelera após a última menstruação

    Entre 2013 e 2023, o SUS registrou 45,4 mil internações de idosos por fratura de fêmur no Paraná e 25 mil em Santa Catarina. Em ambos os estados, cerca de sete em cada dez pacientes eram mulheres, segundo levantamento publicado em 2025 com dados do DATASUS. A fratura é, muitas vezes, a primeira manifestação da osteoporose, doença silenciosa que se constrói ao longo de décadas e ganha velocidade na menopausa.

    O tema ganha duas datas durante este mês: o Dia Mundial da Menopausa, lembrado no dia 18/10, e o Dia Mundial da Osteoporose, 20/10. Ambas fazem parte do calendário da saúde onde também está o Outubro Rosa, que se concentra no câncer de mama mas abre espaço para cuidados que dependem de prevenção de longo prazo, como a saúde dos ossos.

    Segundo o ginecologista Jaime Kulak, do Laboratório Frischmann Aisengart, marca da Dasa no Paraná, a ligação entre menopausa e osteoporose está na queda do estrogênio, hormônio que ajuda a regular a renovação dos ossos. Sem ele, o organismo passa a reabsorver mais osso do que consegue formar, e a massa óssea diminui. 

    “A menopausa não causa a osteoporose sozinha, mas acelera um processo que já está em curso. Os primeiros anos depois da última menstruação são a fase na qual mais se perde massa óssea e é quando a prevenção precisa se intensificar”, afirma Kulak.

    Um estudo internacional publicado em junho de 2025 na revista científica Calcified Tissue International, conduzido na Universidade Deakin, na Austrália, analisou dados de 287 mulheres que relataram menopausa recente. Os pesquisadores observaram que a perda óssea na coluna lombar e no antebraço foi maior nos primeiros cinco anos após a menopausa. 

    A proporção de mulheres com osteopenia e osteoporose também cresceu a cada faixa de tempo desde a última menstruação (menos de cinco anos, de cinco a dez e mais de dez). Entre as usuárias de terapia hormonal, o grupo não mostrou diferença entre os períodos, mas a indicação desse tratamento é uma decisão individual, tomada com o médico.

    Alimentação, vitamina D e musculação são essenciais 

    A base é a alimentação. As diretrizes costumam indicar entre 1.000 e 1.200 miligramas de cálcio por dia para mulheres na pós-menopausa, de preferência obtidos pela dieta: leite e derivados, sardinha e outros peixes consumidos com a espinha, vegetais verde-escuros como couve e brócolis, tofu e oleaginosas. O suplemento só deve entrar com orientação médica, porque o excesso também traz riscos. Proteína em quantidade adequada, menos sal, consumo moderado de bebidas alcoólicas e abandono do cigarro completam o cuidado.

    A endocrinologista, Cristina Khawali, gerente médica do Laboratório Santa Luzia, magra da Dasa em Santa Catarina, explica que a vitamina D é a que permite ao organismo absorver o cálcio. A principal fonte é a exposição solar regular e moderada, nos horários e com os cuidados indicados por profissionais de saúde; a alimentação contribui pouco, com peixes gordos e ovos. “A deficiência é frequente, inclusive em países ensolarados como o Brasil, e só o exame de sangue mostra se os níveis estão adequados. Quando a reposição é necessária, deve ser prescrita”. 

    Os ossos também respondem ao estímulo mecânico. Exercícios de força, como a musculação, e de impacto moderado, como caminhada, dança e subida de escadas, ajudam a preservar a massa óssea. Treinos de equilíbrio e de coordenação reduzem o risco de quedas, uma das principais causas de fratura em idosos. A prática deve ser adaptada a cada pessoa e orientada por profissional. “Não existe atalho. Cálcio na alimentação, vitamina D em nível adequado e exercício com carga são a base. O medicamento entra quando o risco de fratura justifica, e não substitui esses hábitos”, diz Kulak.

    Quais exames acompanhar

    A densitometria óssea (DXA) é o exame que confirma o diagnóstico de osteoporose. Costuma ser indicada a partir dos 65 anos ou, antes disso, para mulheres na pós-menopausa com fatores de risco, como menopausa precoce (antes dos 40 anos) ou antecipada (entre 40 e 45 anos), baixo peso, tabagismo, uso prolongado de corticoide e histórico de fratura de quadril em pai ou mãe. Nesse caso, contam as fraturas por fragilidade óssea, que acontecem com pouco impacto, como uma queda da própria altura, e não as causadas por acidentes ou traumas fortes.

    Os exames de sangue ajudam a verificar se o organismo dispõe do que o osso precisa e a investigar causas secundárias de perda óssea. O painel básico inclui cálcio, fósforo, vitamina D (25-hidroxivitamina D) e paratormônio (PTH). Conforme a avaliação clínica, entram também creatinina, que avalia a função dos rins, fosfatase alcalina, TSH, que avalia a tireoide; e cálcio na urina de 24 horas. Os marcadores de remodelação óssea, como CTX e P1NP, mostram o ritmo em que o osso é destruído e reconstruído e servem, sobretudo, para acompanhar a resposta ao tratamento.

    “O exame de sangue não faz o diagnóstico de osteoporose, que depende da densitometria, mas mostra se há uma causa por trás da perda óssea, como alteração de paratireoide ou de tireoide e deficiência de vitamina D”, explica Cristina Khawali.

    No Paraná, o SUS registrou 45.448 internações de idosos por fratura de fêmur entre 2013 e 2023. Do total, 67,6% dos pacientes eram mulheres e 47,5% tinham 80 anos ou mais. O valor médio por internação foi de R$ 3.186, o mais alto da região Sul, segundo estudo publicado em 2025 na revista Varia Scientia com dados do DATASUS. Os números não medem a osteoporose em si, mas a sua consequência mais grave. Em Maringá, pesquisa com 654 idosos atendidos na atenção primária mostrou que 15,6% relataram ter osteoporose, e as mulheres tiveram chance 4,45 vezes maior de apresentar a doença. 

    Em Santa Catarina, foram 25.055 internações pelo SUS por fratura de fêmur em idosos no mesmo período: 70,8% dos pacientes eram mulheres e 47,3% tinham 80 anos ou mais. O valor médio por internação foi de R$ 3.079, com permanência média de 7,2 dias. Em Chapecó, estudo com 186 mulheres acima de 60 anos, com dados coletados em 2007, encontrou fraturas vertebrais assintomáticas em 48,9% delas. A prevalência foi 1,44 vez maior entre as sedentárias, e nenhuma participante relatou consumo diário de cálcio acima de 600 miligramas, metade da referência de 1.200 miligramas.

    “Quem tem fatores de risco deve conversar com o ginecologista ou com o médico de referência sobre o momento de fazer os exames e de montar um plano de prevenção”, orienta Cristina.

    Créditos: Magnific

  • Primavera no prato: ingredientes leves e coloridos para renovar a rotina

    Com a chegada da nova estação, Jasmine sugere uma receita que combina ingredientes frescos, cores e sabores para trazer variedade ao dia a dia

    A chegada da primavera traz dias mais longos, temperaturas mais altas e uma maior variedade de ingredientes fresco para as refeições. É uma época que convida a colocar mais cores no prato, explorar ervas, temperos, vegetais e frutas da estação e experimentar combinações diferentes na cozinha. Pequenas mudanças nos ingredientes podem renovar receitas conhecidas e trazer novos sabores para a rotina.

    Essa variedade abre espaço para preparos simples, que combinam diferentes texturas, aromas e cores sem exigir grandes mudanças no dia a dia. Tomate-cereja, cúrcuma e manjericão, por exemplo, podem transformar uma receita básica em uma opção cheia de sabor, enquanto ingredientes como aveia e gergelim ajudam a criar novas possibilidades na cozinha.

    São escolhas como essas que também encontram espaço no “Já é Jasmine”, pequenas mudanças na rotina que tornam possível experimentar novos sabores e encontrar maneiras mais simples e gostosas de se alimentar bem.

    Para colocar essa ideia em prática, a Jasmine sugere Aveioca Salgada com recheio de tofu mexido com cúrcuma, tomate-cereja e manjericão. A receita combina Aveia Integral em Flocos Finos, Gergelim Branco e Sal Atlantis da marca com ingredientes que trazem diferentes cores, aromas e texturas ao preparo. O resultado é uma opção para o café da manhã, almoço ou lanche, que também pode ganhar outros recheios de acordo com a preferência.

    Aveioca Salgada

    Ingredientes

    • 3 colheres (sopa) de Aveia Integral em Flocos Finos Jasmine
    • 2 colheres (chá) de Gergelim Branco Natural Jasmine
    • 1 colher (chá) de ervas e especiarias a gosto
    • Sal Atlantis Jasmine a gosto
    • 3 colheres (sopa) de água

    Sugestão de recheio

    • Tofu mexido com cúrcuma
    • Tomate-cereja
    • Manjericão

    Modo de preparo

    1. Misture todos os ingredientes, com exceção do gergelim, até chegar à consistência de mingau.
    2. Deixe a mistura descansar por cinco minutos.
    3. Acrescente o gergelim e distribua a massa em uma frigideira pequena e ainda fria, utilizando uma colher.
    4. Acenda o fogo e salpique mais gergelim sobre a aveioca ainda crua.
    5. Deixe cozinhar até a massa se soltar do fundo. Vire e deixe tostar levemente o gergelim.
    6. Recheie com tofu mexido com cúrcuma, tomate-cereja e manjericão e sirva.

     

  • Adria revisita os pratos de macarrão que conquistaram os brasileiros

    Receitas que fizeram sucesso em diferentes décadas ganham novas versões para preparar em casa

    Tem receita que muda com o tempo, mas nunca sai da mesa, e o macarrão é um bom exemplo disso. A massa chegou ao Brasil com os imigrantes italianos, a partir do século XIX, e logo ganhou espaço nas cozinhas do país. De lá para cá, diferentes formatos, molhos e combinações foram incorporados às receitas, acompanhando também as mudanças na rotina dos brasileiros.

    De uma simples macarronada no almoço de domingo a preparos mais práticos para o dia a dia, o macarrão esteve presente em diferentes momentos à mesa. Há 75 anos presente nas mesas dos brasileiros, Adria, marca de massas, biscoitos e torradas da M. Dias Branco, acompanha essas mudanças. Para celebrar sua trajetória, a nova campanha “Adria há 75 anos nas mesas dos brasileiros” resgata alguns dos pratos que fizeram sucesso ao longo das décadas e mostra como o macarrão ganhou diferentes combinações com o passar dos anos.

    Nos anos 1950 e 1960, a macarronada de domingo, com espaguete, molho de tomate e carne moída, era presença frequente nos almoços em família. Nas décadas de 1970 e 1980, o espaguete ao alho e óleo ganhou espaço pela praticidade. Já nos anos 1990, o macarrão com frango e molho branco levou uma opção cremosa para as refeições do dia a dia.

    Nos anos 2000, o penne ao molho quatro queijos conquistou espaço entre os pratos mais indulgentes. Na década de 2010, o macarrão de uma panela só ganhou popularidade com receitas fáceis de preparar e que sujavam pouca louça. Já nos anos 2020, versões inspiradas no mac and cheese e massas com ragus caseiros mostram que ainda há espaço para novas combinações.

    Para quem gosta de preparar um bom prato de massa em casa, Adria também reúne três receitas para experimentar. A Macarronada de Ninho com Queijo traz uma versão diferente e cremosa para variar o cardápio. Já o Espaguete com Ragú de Pato é uma opção para quem busca um preparo mais especial, enquanto o Espaguete à Bolonhesa resgata um dos clássicos que continuam presentes nas mesas dos brasileiros.

    Com diferentes sabores e propostas, as receitas combinam com diferentes momentos, do almoço em família ao jantar durante a semana ou a uma ocasião especial.

    Agora é só escolher a receita, preparar a massa e aproveitar. Confira as receitas!

    Macarronada de Ninho com Queijo:

    Ingredientes:

    • 3 colhe 1 pacote macarrão Ninho Adria
    • 400g Queijo Muçarela
    • 400g Presunto
    • 300g Parmesão ralado
    • 400g Molho de tomate
    • 2 litros Leite
    • 100g de farinha de trigo
    • 100g de manteiga
    • Sal a gosto
    • Pimenta do reino a gosto

    Preparo:

    1. Cozinhe a massa de uma por uma em água e sal. Por 3 minutos, para que o ninho não perca o formato. Reserve.

    Para o molho branco:

    1. Coloque em uma panela: a manteiga e o trigo em fogo baixo, mexendo sempre. Até deixar uma camada leve dourada / ficar com uma consistência arenosa.
    2. Acrescentar o leite e mexa sempre para não empelotar.

    Para a montagem:

    1. Em uma travessa disponha o molho branco no fundo.
    2. Envolva os Ninhos previamente cozidos com queijo muçarela. E colocar sobre o molho branco na travessa.
    3. Recheie os Ninhos com molho de tomate, presunto em tirinhas um pouco mais de molho branco e queijo parmesão ralado.
    4. Cubra com papel alumínio e leve para o forno.
    5. Agora é só servir.

    Tempo de Preparo: 45 minutos.

    Espaguete com Ragú de Pato:

    Ingredientes:

    • 1 pacote de macarrão tipo Espaguete Adria Grano Duro
    • 3 colheres (sopa) de manteiga
    • 1 pato limpo e sem miúdos (cerca de 1,7kg)
    • 1 cenoura média cortada em rodelas (140g)
    • 1 cebola grande cortada em rodelas (200g)
    • Sal e pimenta-do-reino a gosto
    • Meia xícara (chá) de vinho branco seco (120ml)
    • 1 tablete de caldo de galinha
    • 2 xícaras (chá) de água fervente (480ml)
    • Meia xícara (chá) de Cointreau (120ml)
    • Meia xícara (chá) de suco de laranja (120ml)
    • 2 laranjas tipo pera cortadas em gomos (cerca de 200g)

    Preparo:

    1. Em uma panela grande, junte 2 colheres (sopa) de manteiga, o pato, a cenoura e a cebola. Frite em fogo brando, mexendo de vez em quando até o pato ficar dourado de todos os lados (cerca de 30 minutos).
    2. Tempere com sal e pimenta. Acrescente o vinho branco e cozinhe até que reduza em ¾ de seu volume original, sempre virando o pato.
    3. Adicione o caldo dissolvido em 1 xícara e meia de água fervente e deixe cozinhar lentamente com a panela tampada, por cerca de 2 horas, virando o pato de vez em quando. Retire o pato e acrescente a água fervente restante à panela.
    4. Cozinhe, raspando o fundo da panela para obter um molho com os sucos que se desprenderam do cozimento do pato. Separe o molho num medidor e deixe descansar até separar a gordura do caldo. Reserve gordura e caldo.
    5. Desfie o pato, eliminando ossos e pele (deve render cerca de 500g). Reserve. Use meia xícara (chá) da gordura (elimine o restante da gordura) e refogue a carne desfiada do pato.
    6. Refogue e flambe a preparação com o Cointreau (ver dica). Junte o caldo reservado (cerca de 1 e meia xícara (chá) e o suco de laranja. Tempere com sal se necessário. Reserve.
    7. Em uma frigideira aqueça a manteiga restante e distribua os gomos de laranja. Frite em fogo brando, virando de vez em quando até começarem a dourar levemente. Reserve.
    8. Cozinhe o Espaguete Adria Grano Duro conforme recomendação da embalagem.
    9. Escorra a massa e envolva no refogado de pato quente. Distribua os gomos de laranja e envolva novamente.
    10. Sirva em seguida.

    Tempo de Preparo: 35 minutos + tempo de cozimento.

    Espaguete à Bolonhesa:

    Ingredientes:

    • 1 pacote de Espaguete Adria
    • 1 kg de carne moída
    • 1 cebola grande
    • 1 cenoura ralada
    • ½ xícara de aipo picado
    • 6 folhas de louro
    • 4 dentes de alho
    • 1,2 kg de polpa de tomate
    • Azeite
    • Sal a gosto
    • Pimenta-do-reino moída na hora

    Preparo:

    1. Pique a cebola, rale a cenoura e corte o alho ao meio. Depois reserve estes ingredientes.
    2. Forre o fundo da panela com uma camada de azeite. Acrescente o aipo picado, o alho e refogue até dourar levemente. Em seguida acrescente a cebola e refogue até dourar. Acrescente a cenoura picada e refogue até murchar.
    3. Acrescente a carne moída e a pimenta-do-reino moída na hora, mexa vigorosamente até ficar completamente solta e amarronzada
    4. Acrescente a polpa de tomate mais 500 ml de água e o louro. Cozinhe em fogo baixo por 2 horas com a panela semi-aberta.
    5. Para finalizar o molho ajuste o sal e acrescente mais pimenta-do-reino moída na hora.

    Tempo de Preparo: 35 minutos.

  • Feriados de novembro estimulam escapadas curtas para o interior paulista

    Com duas datas nacionais no calendário, o mês favorece viagens de poucos dias para destinos próximos à capital, com natureza, lazer e programação para famílias.

    Novembro reúne duas oportunidades para quem pretende aproveitar os feriados para fazer uma viagem curta sem necessariamente enfrentar longos deslocamentos. Com o Dia de Finados, em 2 de novembro, e o Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro, o mês abre espaço para escapadas de três ou quatro dias e tende a movimentar destinos do interior paulista.

    Nesse tipo de viagem, cidades próximas aos grandes centros ganham vantagem por permitirem aproveitar melhor o tempo disponível. Em vez de dedicar boa parte do feriado à estrada, a proposta é escolher destinos que combinem acesso relativamente fácil, estrutura turística e opções de lazer concentradas em uma mesma região.

    Serra Negra, no Circuito das Águas Paulista, está entre os destinos que se encaixam nesse perfil. Localizada na Serra da Mantiqueira, a cidade é conhecida pelo clima de interior, pela paisagem montanhosa e pela possibilidade de combinar descanso, gastronomia e passeios sem uma agenda excessivamente carregada.

    A procura por hospedagens com estrutura própria de lazer também acompanha esse movimento. Para viagens curtas, empreendimentos com alimentação, atividades e espaços de convivência no próprio local ajudam a reduzir deslocamentos e tornam a programação mais flexível, especialmente para famílias.

    É nessa proposta que o Grand Resort Serra Negra preparou pacotes especiais para os dois feriados de novembro. Em ambos os períodos, a hospedagem será oferecida com mínimo de três diárias e sistema all inclusive.

    O pacote inclui café da manhã, almoço, café da tarde e jantar, além de bebidas e petiscos servidos na piscina e no bar social. A programação terá ainda música ao vivo, Noite da Pizza e atividades diárias conduzidas pela equipe de lazer.

    No feriado de 2 de novembro, o sábado terá uma programação temática de Halloween durante o jantar. No domingo, a agenda inclui a tradicional Noite dos Marinheiros.

    Já no feriado da Consciência Negra, em 20 de novembro, a programação também contará com atividades ao longo dos três dias e terá a Noite dos Marinheiros no sábado, com jantar temático e opções variadas no cardápio. Completando a agenda, o hotel também recebe o show Elvis Cover, com Renato Carlini.

    Além das atividades programadas, os hóspedes terão acesso à estrutura permanente do resort. Entre os espaços disponíveis estão piscina aquecida e coberta, piscinas externas climatizadas para adultos e crianças, quadras de tênis, poliesportiva e de areia, campo de grama natural, redário e áreas abertas destinadas ao descanso.

    Hospedagem com mais de oito décadas de história

    Com mais de 80 anos de operação, o Grand Resort Serra Negra ocupa uma área de aproximadamente 40 mil metros quadrados de área verde e possui mais de 100 acomodações, distribuídas entre categorias duplas, triplas, quádruplas e familiares.

    O empreendimento funciona em um edifício inaugurado na década de 1940, originalmente projetado para abrigar um cassino de luxo. Localizado a cerca de mil metros de altitude, preserva elementos de sua arquitetura histórica e oferece vista para a região montanhosa.

    As acomodações possuem ar-condicionado, TV a cabo, minibar, cofre e Wi-Fi. A estrutura inclui ainda dois restaurantes, bar na piscina, varanda panorâmica e estacionamento gratuito, com pontos para recarga de veículos elétricos. Os ambientes contam também com recursos de acessibilidade.

    Serviço

    Grand Resort Serra Negra

    Pacotes para os feriados de 2 e 20 de novembro

    Mínimo de três diárias

    Sistema all inclusive com café da manhã, almoço, café da tarde, jantar e bebidas

    Estacionamento gratuito

    Mais informações e reservas: grandresortserranegra.com.br

  • Lasanha com molho branco de couve-flor é opção para variar o cardápio

    Receita combina molho de tomate, creme de couve-flor, presunto e muçarela em camadas gratinadas no forno

    Para quem gosta de lasanha, experimentar diferentes combinações de molhos é uma forma de variar o preparo clássico. Nesta versão, a couve-flor entra como ingrediente principal do molho branco, batida com leite e temperos até formar um creme que se alterna com o molho de tomate, o presunto e a muçarela.

    A receita vai ao forno por cerca de uma hora e fica com a superfície gratinada e dourada. As flores de couve-flor reservadas também são usadas na decoração, deixando o prato com uma apresentação caprichada. Confira o passo a passo:

    Lasanha com molho branco de couve-flor

    Lasanha com molho branco de couve-flor

    Ingredientes:

    Molho de tomate:

    • 4 colheres (sopa) de azeite;
    • 1 cebola picada;
    • 2 dentes de alho picados;
    • 10 tomates sem pele e sem sementes, picados;
    • 1 litro de polpa de tomate;
    • Sal, pimenta-do-reino e orégano a gosto.

    Molho branco com couve-flor:

    • 5 colheres (sopa) de Margarina Puro Sabor;
    • 1 cebola picada;
    • 5 colheres (sopa) de Farinha de Trigo Finna Tipo I sem fermento;
    • 2 litros de leite;
    • 3 colheres (sopa) de azeite;
    • 2 dentes de alho picados;
    • 1 maço de couve-flor, somente as flores;
    • Sal, salsinha, pimenta-do-reino e noz-moscada a gosto.

    Para a montagem:

    • 1 embalagem de Lasanha Estrela (500 g);
    • 400 g de presunto;
    • 400 g de muçarela;
    • Queijo parmesão ralado a gosto.

    Modo de preparo:

    1. Cozinhe a couve-flor, escorra e reserve.
    2. Em uma frigideira média, aqueça o azeite e refogue o alho. Acrescente a couve-flor, ajuste o sal, salpique a salsinha e refogue por mais 2 minutos. Retire do fogo, reserve algumas flores para decorar e separe o restante.
    3. Para preparar o molho branco, aqueça a margarina em uma panela média e refogue a cebola. Acrescente a farinha de trigo e deixe dourar. Adicione o leite aos poucos, mexendo sempre para evitar a formação de grumos. Tempere com sal, pimenta-do-reino e noz-moscada. Bata o molho no liquidificador com a couve-flor refogada e reserve.
    4. Para o molho de tomate, aqueça o azeite em uma panela e refogue a cebola e o alho. Junte os tomates, a polpa de tomate e 2 xícaras (chá) de água. Deixe apurar, tempere com sal, pimenta-do-reino e orégano e reserve.
    5. Em um refratário grande e fundo, distribua os ingredientes em camadas, dividindo os molhos em três partes, a massa em quatro e a muçarela e o presunto em duas partes.
    6. Comece com uma camada de molho de tomate, seguida de muçarela e massa. Acrescente o molho branco com couve-flor, o presunto e outra camada de massa. Repita a sequência e finalize com os molhos restantes, as flores de couve-flor reservadas e o queijo parmesão ralado.
    7. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno preaquecido a 200 °C por 50 minutos. Retire o papel nos últimos 10 minutos para dourar a superfície.
  • Nubank Parque recebe campanha “Marque esse Gol” contra câncer de mama

    Nubank Parque recebe campanha “Marque esse Gol” contra o câncer de mama

    O Nubank Parque recebe, nos dias 19 e 20 de outubro, a campanha “Marque esse Gol”, para o combate e conscientização do câncer de mama. A iniciativa foi idealizada pela ONG Laço Rosa em conjunto com a Federação Paulista de Futebol e os times paulistas.

    Com o objetivo de retratar a importância do exame na prevenção do câncer de mama, o projeto se faz presente na arena com a carreta da mamografia, posicionada para atender mulheres acima de 40 anos. Em sua 11.ª edição, o programa marca presença no espaço pela quinta vez, dando continuidade a uma parceria realizada nos anos de 2016, 2022, 2024 e 2025.

    Às segundas e terças-feiras em que não há eventos, o Nubank Parque recebe, no total, em torno de 750 pessoas. Estes visitantes frequentam os três restaurantes da arena e participam do Tour.
    Ao longo de mais de uma década, a campanha foi responsável pela realização de mais de 20 mil mamografias. Ao se posicionar em arenas habituadas a receber um grande fluxo de visitantes, o projeto ganha a possibilidade de impactar um número maior de indivíduos.

    A participação na campanha está sujeita a inscrição prévia no site oficial da campanha “Marque esse Gol” e aguardar contato da equipe para agendamento. É preciso destacar que a conclusão do cadastro não assegura a obtenção da vaga. Para obter mais detalhes, acesse o site da campanha.

    Serviço:
    Data: 19/10 e 20/10;
    Horário: Entre 9h e 17h;
    Campanha “Marque esse Gol” – Ação de mamografia nos estádios
    Local: Nubank Parque – Portão A (Rua Palestra Itália, 200)
    Inscrição: https://marqueessegol.com.br/inscreva-se/
    Observação: A participação exige inscrição prévia no site oficial da campanha “Marque esse Gol” e agendamento após contato da equipe. O cadastro não garante uma vaga
  • Conheça 10 tipos de manga e saiba como incluir cada uma na alimentação

    Nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil explica a versatilidade da fruta e como utilizá-la em diferentes preparações

    Com a chegada da primavera e a proximidade do verão, começa a temporada das mangas, uma das frutas tropicais mais consumidas no mundo. Conhecida pelo sabor e aroma, a fruta
    pode ser consumida principalmente in natura ou utilizada em preparações como sucos, sorvetes, geleias e doces. Além disso, é fonte de nutrientes importantes e pode fazer parte de uma alimentação equilibrada. No Brasil, são cultivados diferentes
    tipos de manga, cada um com características próprias de sabor, textura, tamanho e utilização. Com tantas opções, é comum que o consumidor se sinta confuso no momento da compra ou ao escolher a variedade mais adequada para uma receita. Pensando
    nisso, Cláudia Mulero, nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil, explica sobre as principais diferenças entre os tipos do ingrediente e como utilizá-los em diferentes preparações.

    “As principais diferenças estão no sabor, na quantidade de fibras e na aparência. Algumas variedades, como a Ubá, se destacam pelo sabor doce e marcante, sendo uma boa opção para sobremesas. A Rosa, por sua vez, apresenta sabor adocicado e aroma
    característico. Já algumas possuem maior quantidade de fibras, como a espada, enquanto outras, como a Kent, têm polpa com menos fibras. Um detalhe importante é que a cor da casca não é um indicador totalmente confiável de maturação da fruta.
    Algumas mangas, como a Keitt, permanecem verdes mesmo quando maduras. Por isso, é importante conhecer as características de cada variedade para escolher a mais adequada para cada preparação”, revela Cláudia.

    Palmer

    Uma das mais populares no Brasil, a manga Palmer é conhecida pela polpa firme, suculenta e com menor teor de fibras, o que facilita o consumo in natura. Seu sabor é doce e suave, além do aroma agradável. A fruta geralmente é grande e alongada, com
    casca que pode adquirir tons avermelhados e arroxeados quando madura. Versátil, pode ser usada em salada de frutas, sucos, vitaminas e diferentes sobremesas.

    Rosa

    Também muito tradicional, a manga Rosa é conhecida pelo aroma intenso, sabor doce e a polpa suculenta e fibrosa. Menor que a Palmer, apresenta casca que adquire tons rosados ou avermelhados quando madura. Ela é muito apreciada para o consumo in natura
    e pode ser utilizada em sucos, vitaminas, doces e sobremesas.

    Keitt

    Conhecida pelo tamanho grande, suculência e sabor doce, a manga Keitt pode permanecer verde mesmo quando já está madura. Por isso, a cor da casca não deve ser usada como único critério para escolher a fruta. Com menor presença de fibras, ela
    apresenta textura agradável para comer pura, mas também se adapta em saladas, sucos, vitaminas e sobremesas.

    Tommy Atkins

    Uma das variedades mais produzidas e comercializadas no Brasil, a manga Tommy Atkins é reconhecida principalmente pela casca de coloração avermelhada ou alaranjada, que pode apresentar áreas esverdeadas ou amareladas. A polpa é firme, suculenta e
    tem sabor doce levemente ácido, além de apresentar mais fibras do que a Palmer e a Keitt. Por ser uma fruta firme e resistente, possui boa durabilidade, o que favorece seu transporte e comercialização. Pode ser consumida in natura, sucos, saladas e
    sobremesas.

    Haden

    Com uma casca em tons de vermelho, amarelo e verde quando madura, a manga Haden é uma variedade tradicional, conhecida pelo sabor doce e aroma marcante. É uma fruta grande, com polpa macia e de sabor intenso, apresenta uma quantidade moderada de fibras
    e pode ser consumida pura, em sucos, vitaminas e sobremesas.

    Ubá

    Com a polpa macia, suculenta e com menor concentração de fibras, a manga Ubá é uma variedade tradicional brasileira, conhecida pelo sabor muito doce e aroma intenso. Geralmente menor e mais arredondada que Palmer e a Tommy Atkins, é bastante
    versátil na cozinha. Pode ser utilizada no preparo de sucos, sorvetes, doces, geleias e outras sobremesas, além do consumo in natura.

    Bourbon

    Com um tamanho médio e formato ovalado, a manga Bourbon apresenta casca em tons verde amarelados ou avermelhados conforme amadurece. Versátil, é bastante consumida in natura, mas também pode ser utilizada em sucos, vitaminas, doces e
    sobremesas.

    Kent

    Para quem prefere manga com poucas fibras, a Kent é uma ótima opção, já que sua polpa é macia e cremosa. A variedade é conhecida pelo tamanho grande e sabor doce. Assim como acontece com a Keitt, a fruta deste tipo pode continuar esverdeada mesmo
    quando está madura. Neste caso, o toque e o aroma são melhores indicadores para o ponto de maturação.

    Espada

    Com o formato alongado e estreito, que lembra uma espada, a manga Espada é conhecida pelo aroma característico e sabor doce e marcante. A fruta apresenta mais fibras que as outras versões e costuma ser apreciada no consumo in natura, especialmente por
    quem prefere de mangas com o sabor mais intenso.

    Coquinho

    De formato arredondado ou ovalado e geralmente pequena, a manga Coquinho é uma variedade tradicional com o sabor doce e aroma característico, sendo bastante apreciada para o consumo direto. A casca pode apresentar tons verde amarelados ou só
    amarelados conforme a fruta amadurece. A polpa é macia e suculenta, mas com uma textura fibrosa, especialmente quando comparada a variedades como Palmer e Kent.

  • Genebra no inverno: seis hotéis Manotel combinam conforto urbano e acesso aos Alpes suíços

    Com seis hotéis e 610 quartos, grupo hoteleiro independente oferece diferentes experiências de hospedagem em Genebra, uma alternativa estratégica para viajantes que desejam explorar a cidade e incluir os Alpes em seu roteiro de inverno.

    GENEBRA, Suíça – Para quem planeja conhecer a Suíça durante o inverno, Genebra pode ser muito mais do que o ponto de chegada ou partida da viagem. A cidade também pode funcionar como base para explorar diferentes experiências suíças, combinando passeios urbanos, gastronomia e itinerários rumo às montanhas e às estações de esqui dos Alpes.

    Nesse contexto, o Grupo Manotel reúne seis hotéis com propostas distintas, oferecendo alternativas para diferentes perfis de viajantes. Fundado em 1978, o grupo suíço independente administra 610 quartos em Genebra, distribuídos entre os hotéis Royal, N’vY, Auteuil, Kipling, Jade e Edelweiss. Com identidades próprias, os estabelecimentos compartilham o compromisso com a qualidade do serviço e uma experiência de hospedagem personalizada.

    Localizados na margem direita do Lago de Genebra, os hotéis estão próximos à estação ferroviária de Cornavin, às organizações internacionais e a importantes pontos de interesse da cidade. A localização também facilita a organização dos deslocamentos para quem deseja combinar alguns dias em Genebra com um roteiro de inverno pelos Alpes suíços.

    Seis hotéis, diferentes maneiras de viver a Suíça

    O portfólio Manotel contempla desde hotéis com atmosfera clássica e serviços voltados ao viajante a negócios até propostas que valorizam design, referências culturais e o aconchego da hospitalidade alpina.

    O Hôtel Royal, quatro estrelas superior, combina arquitetura neoclássica e tradição. Com 202 quartos, suítes executivas, espaços para reuniões, academia, sauna e hammam, oferece uma estrutura completa para quem busca conforto após um dia de passeios pela cidade ou de deslocamentos pela região. O hotel também abriga o restaurante L’Aparté, reconhecido pelo guia Gault&Millau, e o Le Bistro, com cozinha sazonal inspirada nas brasseries francesas.

    Para quem procura uma atmosfera contemporânea, o Hôtel N’vY, também quatro estrelas superior, apresenta uma proposta boho-chic, com 153 quartos e suítes, alguns com vista para o lago. O hotel conta com espaços para eventos, restaurante e bar, compondo uma opção para viajantes que valorizam design e uma experiência urbana descontraída.

    Já o Hôtel Edelweiss transporta referências das montanhas suíças para o coração de Genebra. O hotel quatro estrelas tem 42 quartos e áreas comuns inspiradas na arquitetura de um chalé tradicional, com madeira de pinho, elementos alpinos e tecidos aconchegantes. Seu restaurante oferece especialidades da culinária suíça e música ao vivo de terça-feira a sábado, reforçando a conexão com a cultura e as tradições do país.

    O Hôtel Auteuil, com 104 quartos, aposta em uma atmosfera contemporânea e acolhedora, marcada por referências à fotografia, ao cinema e à elegância das décadas de 1950 e 1960. Próximo à estação de Cornavin, atende tanto a quem viaja a lazer quanto a negócios.

    Com uma proposta inspirada em viagens e descobertas, o Hôtel Kipling oferece 62 quartos e uma suíte júnior, com decoração marcada por referências exóticas e tons de especiarias. A localização central e a sala de reuniões complementam a experiência.

    O Hôtel Jade, por sua vez, inspira-se nos princípios do Feng Shui para criar uma atmosfera tranquila e revitalizante. Com 47 quartos e suítes júnior, o hotel conta ainda com um terraço cercado por vegetação e bambu, além de centro de negócios.

    Gastronomia e experiências além das pistas

    A experiência de inverno na Suíça não se limita à neve. A gastronomia, a cultura e os momentos de descanso também fazem parte da viagem — e Genebra oferece um cenário propício para explorar essas diferentes facetas do destino.

    No portfólio Manotel, as opções gastronômicas incluem desde a cozinha sazonal do Le Bistro até a proposta refinada do L’Aparté, que recebeu 18 pontos em 20 no guia Gault&Millau de 2026 e mantém uma estrela Michelin desde 2020. No Hôtel Edelweiss, a culinária suíça tradicional e a música ao vivo criam uma experiência especialmente conectada à identidade cultural do país.

    Essa diversidade permite que os viajantes escolham a hospedagem de acordo com o estilo de sua viagem, seja para uma estadia urbana, alguns dias de descanso antes de seguir para as montanhas ou uma extensão em Genebra após explorar os Alpes.

    Uma base para descobrir diferentes facetas da Suíça

    Com seis hotéis, quatro restaurantes e cerca de 280 colaboradores, o Grupo Manotel faz parte do cenário hoteleiro de Genebra há quase cinco décadas. Sob a liderança de Marc de Chassey, o grupo investiu mais de CHF 120 milhões em seus estabelecimentos nos últimos 25 anos, segundo os dados divulgados pela empresa.

    Para o viajante brasileiro que deseja conhecer a Suíça no inverno, Genebra pode integrar o roteiro de diferentes maneiras: como primeira parada após a chegada ao país, como etapa urbana entre experiências nas montanhas ou como ponto de encerramento da viagem antes do retorno para casa.

  • Inflammaging: 6 hábitos que aceleram o evelhecimento

    Com o avanço da idade, o organismo tende a ficar mais inflamado, e alguns hábitos podem acelerar ou ajudar a reduzir a velocidade desse processo

    Quando pensamos em inflamação, é comum associá-la a uma infecção, lesão ou doença. Nesses casos, ela funciona como uma resposta natural e necessária do organismo diante de uma ameaça e tende a diminuir quando o problema é resolvido. Mas existe outro tipo de inflamação, mais discreta e persistente, que pode se tornar mais presente à medida que envelhecemos.

    Conhecido como inflammaging, termo formado pela junção das palavras inglesas inflammation (inflamação) e aging (envelhecimento), esse fenômeno é caracterizado por um estado de inflamação crônica, sistêmica e de baixa intensidade associado ao avanço da idade.

    “Suas causas envolvem diferentes alterações que acontecem no organismo relacionadas ao envelhecimento, incluindo mudanças no funcionamento do sistema imunológico, no metabolismo e nos mecanismos de reparação celular”, explica o médico nutrólogo Nataniel Viuniski, membro do Conselho para Assuntos de Nutrição da Herbalife.

    Mas, não se trata de tentar envelhecer “sem inflamação”, e sim de cuidar para que esse estado inflamatório não seja intensificado por maus hábitos. 

    Entenda o que pode acelerar o inflammaging e como atenuar esses efeitos:

    1. Sedentarismo

    Segundo Viuniski, além de preservar músculos, força, mobilidade e capacidade funcional, o exercício físico atua em diferentes mecanismos relacionados à regulação da inflamação. Durante a atividade, por exemplo, os músculos liberam substâncias chamadas mioquinas, que participam da comunicação com outros tecidos e podem ajudar a modular a resposta inflamatória. A prática regular também melhora a sensibilidade à insulina e contribui para reduzir o acúmulo de gordura visceral, tecido metabolicamente ativo que, quando em excesso, pode liberar substâncias pró-inflamatórias.

    Por isso, manter uma rotina regular de atividade física é uma das estratégias importantes para um envelhecimento saudável. A recomendação é combinar exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida, natação ou bicicleta, com exercícios de força, como a musculação.

    2. Perder músculos e acumular gordura visceral

    A redução progressiva da massa muscular e o aumento da gordura corporal, principalmente a visceral, aquela que se acumula ao redor de órgãos vitais, merece atenção porque está relacionada à produção de substâncias envolvidas na resposta inflamatória, além de favorecer alterações metabólicas.

    “Preservar músculos e manter um peso adequado à medida que envelhecemos vai muito além da estética. E mais uma vez exercícios de força e aeróbicos associados a uma alimentação adequada merecem atenção, incluindo a ingestão adequada de proteínas”, reforça Viuniski.

    3. Ter uma alimentação de baixa qualidade

    Mas é o padrão alimentar mantido ao longo do tempo que mais conta. “Uma dieta pobre em fibras e em outros nutrientes pode estar associada a um perfil mais pró-inflamatório (excesso de carboidratos/açúcares e gorduras), uma vez que impacta diretamente na saúde do intestino, e no impacto no metabolismo e sistema imunológico.

    Por isso, deve-se priorizar uma alimentação variada, com frutas, verduras, legumes, leguminosas, grãos integrais e outras fontes de fibras, além de quantidades adequadas de proteínas e fontes de gorduras insaturadas (azeite). “Suplementos e alimentos ricos em antioxidantes, como a cúrcuma, as frutas vermelhas e o chá verde, além do ômega-3 são bons aliados”, coloca o nutrólogo.

    4. Dormir pouco ou mal

    Durante o sono, acontecem processos importantes para a regulação hormonal, metabólica e imunológica. Portanto, caso noites curtas, irregulares ou de baixa qualidade se tornam frequentes, podem ocorrer alterações em mecanismos envolvidos na resposta inflamatória. “Além disso, dormir mal pode afetar outros aspectos importantes para um envelhecimento saudável, como apetite, metabolismo e disposição”, acrescenta Viuniski.

    Priorize a quantidade de sono e a qualidade do descanso de acordo com as suas necessidades individuais.

    5. Viver sob estresse crônico

    A exposição persistente ao estresse pode interferir na regulação de sistemas hormonais e imunológicos e contribuir para alterações nos mecanismos responsáveis por controlar a inflamação. Além de afetar indiretamente outros hábitos, prejudicando o sono, a alimentação e a disposição para se exercitar. “Também tenha momentos de lazer e não deixe de cuidar dos vínculos sociais”, acrescenta o médico.

    6. Fumar e consumir álcool em excesso

    O tabagismo expõe o organismo a diferentes substâncias capazes de aumentar o estresse oxidativo, provocar danos celulares e ativar mecanismos relacionados à inflamação. O mesmo acontece com o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Por isso, ambos são fatores que podem contribuir para intensificar um ambiente pró-inflamatório no organismo.

    “Alimentar-se bem, manter-se fisicamente ativo, preservar a massa muscular, dormir adequadamente, não fumar e evitar o excesso de álcool são cuidados que atuam em diferentes frentes e contribuem para envelhecer com mais saúde”, diz Viuniski.