Autor: agitosp

  • Quando um quer sexo e o outro não: como lidar com diferenças de desejo

    Ritmos e vontades diferentes são queixas comuns em relacionamentos, mas cobrar ou ceder por obrigação pode aumentar o desconforto. Sexóloga aborda como conversar sobre expectativas e limites sem culpabilizar os parceiros. 
    A pauta é perfeita para as editorias de Relacionamentos, Sexualidade, Psicologia e Comportamento.   

    Descobrir uma infidelidade costuma abalar acordos e a sensação de segurança na relação. Terapeuta de casais explica o que precisa ser conversado antes de decidir pela continuidade e por que reconciliação não pode ser exigida de quem foi traído.

    Uma mensagem, uma conversa ou uma revelação pode mudar a forma como alguém enxerga o próprio relacionamento. Depois da descoberta de uma traição, planos compartilhados e lembranças passam a ser acompanhados por dúvidas. Além de entender o que aconteceu, surge uma decisão difícil: existe vontade e possibilidade de continuar?

    Para a psicóloga e sexóloga Dra. Walkíria Fernandes, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia Comportamental Integrativa para Casais, essa resposta não deve ser apressada. A vontade de preservar a relação pode coexistir com raiva, tristeza e insegurança, sem que a pessoa consiga definir imediatamente seu próximo passo.

    “Quem foi traído não precisa decidir pela continuidade apenas porque o outro pediu desculpas ou prometeu mudar. É importante ter espaço para compreender o que sente, esclarecer suas dúvidas e avaliar o que deseja. Reconciliação precisa ser uma escolha, não uma obrigação”, explica.

    Antes de discutir o futuro, o casal precisa reconhecer quais acordos foram rompidos. O que caracteriza infidelidade depende dos limites estabelecidos na relação, mas minimizar o ocorrido ou atribuir a responsabilidade à pessoa traída dificulta uma conversa sobre suas consequências.

    Assumir responsabilidade é diferente de justificar

    Problemas anteriores podem ser discutidos, mas não devem servir para transferir a culpa pela traição. Insatisfação, conflitos ou distância entre os parceiros precisam ser tratados como questões da relação, sem transformar a quebra de um acordo em algo inevitável.

    “Podemos investigar como o relacionamento estava funcionando e quais dificuldades já existiam. Isso não significa dizer que alguém provocou a traição. Quem rompeu o acordo precisa assumir sua decisão e reconhecer o impacto dela, sem exigir que o outro divida essa responsabilidade”, afirma Walkíria.

    Quando ambos desejam tentar continuar, é necessário conversar sobre os limites que serão adotados e as atitudes esperadas. Interromper comportamentos que mantêm a quebra de confiança, cumprir combinados e responder às questões relevantes fazem parte desse processo. Promessas isoladas não substituem mudanças sustentadas no cotidiano.

    A transparência também precisa ser discutida sem transformar a relação em vigilância permanente. O casal deve avaliar quais informações ajudam a esclarecer o ocorrido e quais práticas alimentam um ciclo de investigação e sofrimento.

    “Reconstruir confiança não é encontrar uma forma de controlar todos os movimentos do parceiro. É observar se existe coerência entre o que ele diz e faz. Os acordos precisam ser claros e possíveis, com espaço para conversar quando a insegurança aparece”, ressalta.

    Continuar não significa apagar o que aconteceu

    A decisão de permanecer não encerra automaticamente as dúvidas. Também não obriga a pessoa traída a retomar carinho, intimidade ou relações sexuais antes de se sentir confortável. Respeitar esse tempo é parte do cuidado com os limites de cada um.

    O acompanhamento profissional pode oferecer espaço para compreender os conflitos e avaliar caminhos. A terapia de casal não deve pressupor que a reconciliação seja o único resultado: o trabalho também pode ajudar a construir uma decisão de separação.

    Para Walkíria, a possibilidade de reconstrução depende da participação dos dois, mas não oferece garantia de continuidade. “Há casais que conseguem criar novos acordos e outros que decidem encerrar a relação. O importante é que a escolha não seja sustentada por pressão ou culpa. Preservar um vínculo só faz sentido quando também existe respeito pela autonomia de quem está nele”, conclui.

  • Por que temos medo da inteligência artificial? Experiência imersiva da Hora do Horror

    Por que temos medo da inteligência artificial? Experiência imersiva da Hora do Horror

    Por que temos medo da inteligência artificial? E se ela soubesse exatamente do que você tem medo?

    Experiência imersiva da Hora do Horror, maior evento do segmento na América Latina, transforma o medo da inteligência artificial e as vulnerabilidades humanas em uma experiência de horror

    A inteligência artificial já deixou de ser assunto de ficção científica e passou a fazer parte da vida cotidiana. Ela escreve textos, cria imagens, recomenda conteúdos, organiza informações e ajuda a tomar decisões. Mas, junto com o fascínio pelas possibilidades da tecnologia, cresce também uma pergunta: até onde a inteligência artificial pode chegar e o que acontece quando ela passa a conhecer mais sobre nós do que gostaríamos?

    O medo de perder o controle para as máquinas, de ter dados utilizados sem perceber, de ser substituído por uma tecnologia ou simplesmente de não saber mais diferenciar o real do artificial já faz parte do imaginário contemporâneo. A IA, que deveria ser uma ferramenta a serviço das pessoas, também passou a ocupar o papel de ameaça em filmes, séries e discussões sobre o futuro.

    É justamente essa relação entre fascínio e medo que inspira a edição 2026 da Hora do Horror do Hopi Hari. Com uma narrativa em que a inteligência artificial passa a dominar os humanos, o evento leva para o universo do terror uma questão que já provoca inquietação fora dele: e se a tecnologia pudesse identificar nossas maiores vulnerabilidades?

    Nas atrações de Horror criadas para o evento, a inteligência artificial é apresentada como uma entidade capaz de reconhecer os medos e fobias das pessoas e transformá-los em ferramentas para provocar pânico. A ideia parte de uma hipótese assustadora: todo mundo tem um medo, mas o que aconteceria se uma tecnologia soubesse exatamente qual é o seu?

    Nas atrações da Hora do Horror deste ano, o público mergulha numa cidade onde a tecnologia perfeita esconde horrores reais. Na atração Ophiron, a corporação responsável por criar a Iara, o visitante encara o brilho estéril de uma empresa que vende inovação, mas cultiva segredos sombrios.

    Já na atração que representa um grande laboratório, NovaGen, cada corredor revela as consequências de experimentos que ultrapassaram os limites da ciência. O que deveria representar evolução se transforma em ameaça, enquanto criaturas, falhas e experiências perturbadoras mostram até onde a busca pelo controle e pela perfeição pode chegar.

    Na atração Bunker, o público encontra os sobreviventes dessa guerra. Escondidos entre destroços, sucata e vestígios de um mundo devastado, eles formam o Círculo da Aurora, uma resistência que se organiza para enfrentar a Ophiron e lutar por um novo começo. Ali, cada abrigo revela marcas do conflito e a força de quem se recusa a desaparecer.

    A experiência ganha ainda mais intensidade e sustos com o uso de tecnologia de ponta e efeitos especiais únicos e exclusivos, desenvolvidos especialmente para os túneis e os shows. Neste ano, uma novidade exclusiva amplia a programação: pockets shows acontecem durante o dia, oferecendo ao público momentos de entretenimento e imersão antes mesmo da chegada da noite.

    Os medos são individuais, e é justamente essa característica que torna a premissa tão inquietante. Na ficção criada pela Hora do Horror, a inteligência artificial não precisa assustar todos da mesma maneira. Ela pode conhecer aquilo que torna cada pessoa vulnerável e transformar essa informação em uma experiência personalizada de terror.

    “A gente vive um momento em que a inteligência artificial desperta, ao mesmo tempo, curiosidade, encantamento e medo. Na Hora do Horror, levamos esse medo para o extremo e imaginamos o que aconteceria se uma IA tivesse acesso não apenas aos nossos dados, mas também àquilo que nos torna vulneráveis”, explica Marcos Zambelli, Diretor de Experiências e Conteúdos do Hopi Hari. 

    A proposta também dialoga com uma mudança na própria relação das pessoas com a tecnologia. Durante muito tempo, o medo da inteligência artificial esteve associado à ideia de máquinas que poderiam dominar o mundo. Hoje, a discussão se tornou mais próxima: o receio está também na quantidade de informações que sistemas tecnológicos conseguem reunir sobre cada indivíduo.

    É essa proximidade que torna a experiência da Hora do Horror particularmente provocativa. Em vez de apresentar apenas uma máquina ameaçadora, ela trabalha com a ideia de uma tecnologia que conhece o indivíduo e sabe exatamente como atingi-lo.

    A pergunta deixa de ser apenas “a IA pode dominar os humanos?” e passa a ser: “o que aconteceria se ela conhecesse você profundamente?”

    Na Hora do Horror, a resposta está no território da ficção e do entretenimento. Mas a provocação parte de uma discussão cada vez mais presente na sociedade e transforma um debate tecnológico em uma experiência sensorial.

  • Olhos lacrimejando e secreção em bebês nem sempre são conjuntivite

    No Mês das Crianças, a obstrução do canal lacrimal chama atenção para sintomas que podem aparecer desde as primeiras semanas de vida. O acompanhamento oftalmológico orienta os cuidados e identifica quando a persistência do quadro exige intervenção.

    Nos primeiros meses de vida, é comum observar o recém-nascido com acúmulo contínuo de lágrimas em um ou em ambos os olhos. Esse cenário costuma vir acompanhado por uma secreção clara ou levemente amarelada, o que costuma acender o alerta na rotina da família.

    Embora a suspeita inicial de quem cuida quase sempre recaia sobre uma infecção ocular, em uma parcela significativa dos casos a explicação é outra. Trata-se da obstrução congênita do canal lacrimal, condição bastante frequente na infância que inspira atenção, mas apresenta resolução simples quando identificada cedo.

    A alteração acontece porque a via responsável por escoar as lágrimas em direção ao nariz permanece selada por uma fina membrana ao nascimento. Sem essa drenagem natural, o fluido não encontra saída, acumulando-se na superfície ocular e gerando o lacrimejamento constante.

    “Muitas famílias chegam ao consultório aflitas, acreditando tratar-se de conjuntivite de repetição e recorrendo a colírios por conta própria. Na verdade, a lágrima parada facilita o acúmulo de secreção sem que haja uma infecção ativa, o que exige uma conduta totalmente diferente”, esclarece Mariana Rezende, oftalmologista especialista em plástica ocular.

    A identificação precisa do quadro evita o uso desnecessário de medicamentos e direciona para o manejo adequado. Nos primeiros meses, o cuidado fundamenta-se na massagem de drenagem realizada no canto interno do olho, entre a pálpebra e o nariz.

    Essa manobra de compressão estimula a ruptura espontânea da membrana e resolve a grande maioria dos casos antes de a criança completar um ano. A orientação médica é indispensável para ensinar o movimento exato e monitorar a evolução clínica.

    O alerta deve ser ligado quando os sintomas ultrapassam os 12 meses ou quando aparecem sinais de complicação. Inchaço no canto pálpebral, vermelhidão intensa, febre ou incômodo exagerado com a luz demandam reavaliação imediata.

    Nessas situações específicas, o especialista avalia a necessidade de procedimentos simples para desobstruir a via e evitar infecções secundárias. “O acompanhamento preventivo traz tranquilidade aos pais e garante que o desenvolvimento da visão ocorra sem intercorrências”, conclui a médica.

  • Feromônios felinos: a comunicação invisível no bem-estar dos gatos

    Sinais químicos naturais influenciam o comportamento dos felinos e podem contribuir para o bem-estar em situações de mudança e desafio ambiental

    Quem convive com gatos sabe: eles têm o hábito de se esfregar nas pernas, nos móveis, nos cantos da casa. À primeira vista, parece apenas um gesto de afeto ou um comportamento do dia a dia. Mas, para os felinos, esse movimento tem outra função, é uma forma de comunicação.

    Ao encostar a face nessas superfícies, o gato libera os chamados feromônios faciais, que são produzidos por glândulas localizadas na região da cabeça, como bochechas, queixo e ao redor da boca. Ao serem depositadas no ambiente, essas substâncias ajudam o pet a construir uma espécie de “mapa olfativo” que demarca aquele espaço confiável.

    “Os feromônios faciais fazem parte de um sistema de comunicação que está diretamente ligado à percepção de segurança. Eles são detectados por um órgão específico, o órgão vomeronasal, e atuam modulando respostas comportamentais associadas ao reconhecimento do território e à sensação de familiaridade”, explica Marina Tiba, médica-veterinária e gerente de produtos da Avert Biolab Saúde Animal

    Diferente dos humanos, que dependem mais de estímulos visuais, os felinos utilizam intensamente as informações olfativas para interpretar o ambiente ao seu redor.

    Quando esse equilíbrio é mantido, o comportamento tende a ser mais estável. No entanto, mudanças como a introdução de novos animais, alterações no espaço, viagens ou até alterações na rotina, podem interferir nesse sistema. “Ao modificar ou eliminar esses sinais, o ambiente deixa de ser reconhecido da mesma forma, o que pode gerar insegurança no felino”, explica a profissional.

    Esse cenário ajuda a explicar por que alguns comportamentos surgem de forma aparentemente repentina. A marcação urinária, o aumento da arranhadura, a vocalização ou o isolamento não são, necessariamente, sinais de desobediência, mas respostas a uma mudança na forma como o gato percebe o ambiente.

    “Quando há uma ruptura nesse padrão de reconhecimento, o gato perde referências importantes de segurança. Isso pode ativar respostas comportamentais relacionadas ao estresse, muitas vezes antes mesmo de outros sinais clínicos se tornarem evidentes”, explica”, complementa Marina.

    Nesse contexto, os feromônios faciais têm um papel importante, pois estão diretamente associados à marcação de familiaridade no ambiente. A partir desse entendimento, foram desenvolvidos análogos sintéticos desses compostos, que buscam reproduzir esses sinais e que ao serem utilizados no ambiente ajudam a restabelecer referências olfativas que contribuem para uma percepção maior de previsibilidade e conforto por parte do animal.

    Na prática, esse tipo de abordagem pode auxiliar na redução de comportamentos associados ao estresse, especialmente em situações de mudança ou desafio ambiental, como adaptação a novos espaços, introdução de outros animais ou alterações na rotina.

    O uso dessas soluções deve estar associado a um conjunto de cuidados, como enriquecimento ambiental, manutenção de rotina e respeito às necessidades comportamentais da espécie.

    No fim, entender o comportamento do gato é também aprender a reconhecer suas formas de comunicação, mesmo aquelas que não são visíveis. Quando o ambiente faz sentido para ele, o bem-estar aparece de forma natural, refletindo em uma convivência mais tranquila e harmoniosa.

  • “Que bom te encontrar”: conheça os sabores sem açúcar da Lowçucar

    “Que bom te encontrar”: conheça os sabores sem açúcar da Lowçucar

    Que bom te encontrar! ❤️

    Foi com esse convite que conhecemos um pouco mais do universo da Lowçucar — e recebemos uma seleção bem variada para experimentar, que vai dos chocolates às misturas para bolo, passando por sobremesas e bebidas.

    Entre os produtos que chegaram por aqui:

    • 🍫 ChocoLow: chocolates nas versões ao leite, pistache e frutas vermelhas, além do ChocoLow Biscuit. As embalagens destacam opções sem adição de açúcares e, em alguns sabores, zero lactose.
    • 🤎 Wafer Protein sabor chocolate: wafer com recheio de chocolate, com 8,9 g de proteína por embalagem, proteína vegetal, versão diet e zero lactose.
    • 🍰 Misturas para preparar em casa: Brownie & Petit Gateau, bolo de cenoura e fubá cremoso. Opções práticas que também trazem indicação de preparo na air fryer nas próprias embalagens.
    • 🍮 Pudins Lowçucar: encontramos os sabores caramelo e milho verde, ambos na versão diet.
    • 🥤 Refrescos Magro: guaraná, caju e pink lemonade. Cada sachê rende 1 litro e as embalagens destacam zero açúcares e fonte de vitamina C.

    É uma seleção que mostra bem a proposta da marca: trazer alternativas para diferentes momentos do dia, seja naquele chocolate depois do almoço, no café da tarde, na sobremesa ou em uma bebida gelada.

    Agora começa a parte que a gente mais gosta: experimentar para descobrir quais realmente valem a experiência. 👀

    E já adianto: alguns sabores despertaram bastante curiosidade por aqui. 😋

    Qual você provaria primeiro: pistache, frutas vermelhas, brownie, fubá cremoso ou pink lemonade?

  • Cacau Park revela detalhes do projeto de um dos resorts

    Cacau Park revela detalhes do projeto de um dos resorts de seu complexo hoteleiro

    Com 744 suítes, parque aquático indoor e conceito de floresta vertical, hotel com as obras mais avançadas foi pensado para estender a magia e a experiência do Cacau Park para além das atrações, tornando a hospedagem parte dessa
    jornada

    Perspectiva em 3D de um dos futuros hotéis do Cacau Park visto da área das piscinas

    A magia do Cacau Park irá além das atrações e áreas temáticas. O empreendimento, que está sendo construído em Itu (SP), revela mais detalhes de como será um dos dois hotéis que farão parte de seu complexo. O resort com obras mais avançadas promete ser uma extensão imersiva do parque, unindo arquitetura diferenciada, natureza e o universo chocolate 

    “Idealizamos este resort para ter o chocolate e o aconchego no centro da hospedagem, como já acontece em nossos hotéis de Campos do Jordão e Águas de Lindóia. No Cacau Park, porém, levamos a fantasia e o entretenimento a uma nova escala, transformando o próprio hotel em uma extensão da experiência do parque. Queremos que a magia não termine quando o visitante deixar as atrações, mas continue nos quartos, no lazer e em cada detalhe da estadia com a gente”, destaca Alê Costa, fundador e CEO do Universo Cacau Show. 

    Arquitetura e conceito

    O edifício principal consiste em três torres interligadas que formam um imponente complexo de 415 metros de extensão. A arquitetura foi pensada para funcionar como se fosse uma moldura, com vãos que transpassam o prédio e permitem que os hóspedes e visitantes vejam o parque através da própria estrutura do hotel. Entre as torres, um grandioso átrio de vidro com 30 metros de altura abrigará árvores gigantescas, trazendo a natureza para os ambientes internos. 

    Inspirado nos conceitos de arquitetura de Singapura, o projeto será uma verdadeira floresta vertical, com jardins exuberantes caindo de varandas que circundam todo o prédio em 360 graus, integrando as construções à paisagem da região. 

    Perspectiva em 3D de um dos futuros hotéis do Cacau Park visto do estacionamento

    Quartos temáticos

    O complexo contará com 744 suítes projetadas para diferentes perfis de famílias. Para garantir a excelência e a imersão na jornada do hóspede, a equipe de arquitetura primeiro desenvolveu alguns quartos mockup (protótipos em tamanho real
    construídos dentro da obra). Esses quartos serviram como laboratório para testar layouts, iluminação, revestimentos e materiais de decoração antes de chegar ao design oficial, ainda a ser revelado.
     

    Quando prontos, os quartos oferecerão uma experiência inédita. Do primeiro ao sétimo andar de duas das torres, os corredores e suítes serão 100% tematizados, inspirados nas áreas do parque e seus personagens. 

    Uma das grandes inovações para as famílias será o sistema de quartos conectados: um quarto de casal ligado a um quarto infantil tematizado, permitindo que pais e filhos desfrutem da mesma hospedagem com níveis de imersão diferentes. O resort
    também oferecerá suítes presidenciais duplex e apartamentos exclusivos no modelo studio localizados na cobertura das torres laterais, que funcionarão como verdadeiras casas com jardins privativos, jacuzzi e mesas de jantar ao ar livre. Já a
    torre central abrigará um rooftop com bar e vista privilegiada para o pôr do sol e para o parque.
     

    Lazer completo para toda a família

    O lazer do hotel impressiona pela grandiosidade. Os hóspedes terão à disposição um parque aquático indoor exclusivo de mais de 4,5 mil m², equipado com rio lento, toboáguas, piscinas aquecidas e uma área infantil completa. Na área externa, o
    complexo oferecerá três piscinas, bar molhado, spa, sauna, academia e até mesmo um parque de diversões indoor, projetado como uma “floresta mágica”.
     

    A gastronomia ficará por conta de múltiplos restaurantes, incluindo um grandioso salão principal no hall e um Piano Bar. 

    Conexão única com o parque

    A conexão com o Cacau Park será um espetáculo à parte. Os visitantes poderão escolher como chegar às catracas do parque: caminhando por um charmoso boulevard, percorrendo uma trilha ecológica que margeia a represa ou até mesmo navegando em
    barcos que sairão do deck do hotel direto para a entrada principal.

    Além disso, o hotel ainda terá um Centro de Convenções com capacidade para 3.000 pessoas, anexo à sua estrutura. 

    Com investimento estimado em R$2 bilhões, o parque está sendo construído em uma área de aproximadamente 1 milhão de metros quadrados e contará com mais de 70 atrações, além de shopping a céu aberto e dois hotéis que totalizarão mil quartos. O
    complexo foi pensado para receber até 50 mil visitantes por dia e tem expectativa de atrair cerca de 3 milhões de pessoas por ano.
     

    O parque terá cinco áreas temáticas inspiradas no universo do cacau: Floresta do Cacau, Aventura Mauka, Villa laCreme, Terra dos Sonhos e Fábrica Show. O empreendimento deve consolidar o interior paulista como um importante destino turístico
    nacional e internacional, além de gerar cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos. Sua inauguração está prevista para dezembro de 2027.
     

  • Como lavar roupas de academia e evitar mau cheiro mesmo depois da lavagem

    Suor, tecido tecnológico e secagem inadequada estão entre os fatores que podem fazer o odor persistir nas peças

    Roupas usadas para atividades físicas exigem cuidados diferentes das peças do dia a dia. Leggings, camisetas, tops, shorts e meias entram em contato direto com o suor e, geralmente, são confeccionados com tecidos tecnológicos desenvolvidos para facilitar a transpiração e proporcionar maior conforto durante os exercícios. Quando a higienização não é feita corretamente, porém, resíduos de suor, oleosidade e microrganismos podem permanecer nas fibras e fazer com que o mau cheiro volte mesmo depois da lavagem.

    Outro fator que merece atenção é o intervalo entre o treino e a lavagem. Deixar a roupa suada dentro da mochila, do cesto ou até mesmo da máquina por algumas horas cria um ambiente favorável à proliferação de microrganismos responsáveis pelo odor. Além disso, excesso de produto, uso inadequado de amaciante, pouca ventilação durante a secagem e armazenamento antes que a peça esteja completamente seca também podem comprometer o resultado.

    “Nas roupas de academia, não basta apenas retirar a sujeira visível. É importante cuidar de todo o processo, desde o momento em que a peça sai do corpo até a forma como ela é lavada, seca e guardada. O suor e a oleosidade podem ficar retidos nas fibras, principalmente quando a roupa permanece úmida por muito tempo. Por isso, alguns hábitos simples fazem diferença para manter as peças limpas e sem odores persistentes”, explica Nerivânia Alves, treinadora da OMO Lavanderia.

    Nerivânia lembra que um dos erros mais comuns é tentar resolver o mau cheiro apenas aumentando a quantidade de sabão ou perfume na lavagem. O resultado depende de uma combinação de fatores: retirar a roupa da bolsa rapidamente, fazer a higienização adequada, garantir um bom enxágue e permitir que a peça seque completamente antes de ser guardada. “Quando esses cuidados entram na rotina, fica mais fácil preservar tanto a higiene quanto as características dos tecidos esportivos”, orienta Nerivânia.

    Confira dez cuidados recomendados pela OMO Lavanderia para aumentar a durabilidade das roupas esportivas e evitar que o mau cheiro permaneça mesmo após a lavagem:

    1. Não deixe a roupa suada acumulada

    Assim que terminar o treino, retire as peças da mochila ou da bolsa e evite deixá-las amassadas e úmidas dentro de ambientes fechados. Se não for possível lavá-las imediatamente, coloque-as para arejar em um local seco e ventilado. Guardar a roupa molhada favorece a proliferação de microrganismos e intensifica o odor.

    1. Separe as roupas de academia das demais peças

    Sempre que possível, lave as roupas esportivas separadamente ou evite misturá-las com peças que exigem cuidados diferentes. A separação também ajuda a controlar a quantidade de roupas na máquina, permitindo que água e produto circulem melhor entre as peças.

    1. Observe a etiqueta antes da lavagem

    Tecidos tecnológicos podem ter diferentes composições e necessidades de cuidado. Antes de colocar a peça na máquina, confira as orientações da etiqueta sobre temperatura da água, ciclo de lavagem, uso de produtos e secagem. Respeitar essas recomendações ajuda a preservar elasticidade, formato e propriedades do tecido.

    1. Não exagere na quantidade de sabão

    Usar mais produto não significa deixar a roupa mais limpa. O excesso pode dificultar o enxágue e deixar resíduos nas fibras, contribuindo para a retenção de odores. A quantidade indicada na embalagem deve ser respeitada, considerando o volume de roupas e o nível de sujeira.

    1. Evite o uso excessivo de amaciante

    Embora possa deixar algumas peças mais macias e perfumadas, o amaciante pode não ser indicado para determinados tecidos esportivos. Em algumas peças, o produto pode formar uma película sobre as fibras e interferir na capacidade de absorção ou gerenciamento da umidade. Por isso, a etiqueta deve ser sempre consultada.

    1. Dê atenção especial às áreas que acumulam mais suor

    Axilas, gola, costas, cintura e regiões de maior contato com o corpo costumam concentrar mais suor e oleosidade. Antes da lavagem, vale verificar essas áreas e, quando necessário, realizar um pré-tratamento adequado, sempre seguindo as orientações da etiqueta e do produto utilizado.

    1. Não sobrecarregue a máquina

    Encher demais o cesto reduz o espaço necessário para que as roupas se movimentem durante a lavagem. Com isso, água e produto podem não alcançar todas as áreas das peças de maneira eficiente. Respeitar a capacidade da máquina contribui para uma higienização mais uniforme.

    1. Retire as peças da máquina assim que o ciclo terminar

    Roupa limpa também pode voltar a apresentar mau cheiro quando permanece úmida dentro da máquina por muito tempo. Assim que a lavagem terminar, retire as peças e coloque-as para secar. Esse cuidado é especialmente importante em dias frios ou úmidos, quando a secagem naturalmente demora mais.

    1. Priorize uma secagem completa e bem ventilada

    Peças esportivas devem estar completamente secas antes de serem guardadas. Sempre que possível, deixe-as em um ambiente ventilado e siga as orientações da etiqueta quanto à exposição ao sol ou ao uso de secadora. Guardar uma peça ainda úmida, mesmo que levemente, pode favorecer o aparecimento de odores.

    1. Guarde as roupas somente quando estiverem completamente secas

    Depois de secas, as peças devem ser armazenadas em local limpo, seco e arejado. Evite guardar roupas esportivas ainda úmidas ou imediatamente após o uso. Também é importante não deixar peças usadas misturadas às roupas limpas dentro de gavetas, armários ou bolsas de treino.

  • Thermas da Mata inaugura Aqualume, experiência aquática indoor

    Thermas da Mata inaugura Aqualume, experiência aquática indoor que combina água, tecnologia e imersão

    Nova atração em Cotia ocupa 2 mil metros quadrados e propõe uma jornada pelo fundo do mar com cenografia, iluminação, rio lento, playground aquático e apresentações

    O Thermas da Mata Parque & Hotel, em Cotia, na Grande São Paulo, acaba de lançar o Aqualume, nova experiência aquática indoor que combina atrações na água, cenografia, iluminação e recursos tecnológicos em um ambiente inspirado no fundo do mar. Com 2 mil metros quadrados de área coberta, a atração apresenta uma proposta inédita entre os parques aquáticos brasileiros ao incorporar tecnologia e imersão a toda a jornada do visitante, começando antes mesmo da entrada na área aquática.

    Concebida como uma jornada, a experiência começa antes mesmo da entrada no espaço aquático, com uma passagem pelo Submarino, ambiente que funciona como pré-show e introduz o visitante ao universo do Aqualume.

    A partir daí, iluminação cênica, painéis de LED, elementos cenográficos e efeitos visuais acompanham o percurso pelo novo ambiente. A proposta é criar uma narrativa contínua, fazendo com que as atrações façam parte de um mesmo cenário subaquático.

    Um dos principais elementos do espaço é o rio lento de 130 metros de extensão e cerca de 500 mil litros de água, que percorre a área e permite observar diferentes ambientes ao longo do trajeto.

    Para as crianças, o Aqualume conta com um playground aquático com aproximadamente 100 mil litros de água, além de brinquedos e toboáguas. O projeto também inclui áreas para permanência e descanso, ponto de alimentação temático e espaço destinado a apresentações.

    Aos finais de semana, a programação prevê uma apresentação musical com cinco atores, incorporada ao universo da atração e aos recursos de iluminação e cenografia.

    Segundo o diretor do Thermas da Mata, Américo Marona, a intenção era criar uma experiência que fosse além de uma área aquática convencional.

    “Queríamos oferecer uma experiência diferente, que fosse uma extensão do parque. Do lado de fora temos natureza e vegetação; aqui dentro, unimos inovação, tecnologia e um cenário lúdico. O objetivo é proporcionar às famílias uma experiência completa, independentemente de sol, chuva ou frio”, afirma.

    Uma atração pensada para todas as estações

    A criação do Aqualume também está ligada a um desafio recorrente dos parques aquáticos: a influência do clima sobre a operação e o número de visitantes.

    A estrutura coberta permite ao Thermas da Mata ampliar as possibilidades de funcionamento nos meses mais frios e em períodos chuvosos, quando atrações predominantemente externas tendem a sofrer maior impacto.

    “A gente costuma receber quem chega ao Thermas da Mata desejando um ‘Dia Lindo’. Com o Aqualume, esse Dia Lindo não depende mais exclusivamente do sol lá fora”, acrescenta Marona.

    A expectativa do empreendimento é registrar crescimento de até 70% no movimento durante os meses tradicionalmente mais fracos.

    O espaço pode receber 500 pessoas simultaneamente e tem capacidade estimada para aproximadamente mil visitantes ao longo de um dia, considerando a rotatividade. Com a nova atração, a capacidade diária total do Thermas da Mata passa de cerca de 4 mil para 5 mil pessoas.

    Para 2026, o parque projeta receber aproximadamente 450 mil visitantes.

    Projeto recebeu investimento de R$12 milhões

    O Aqualume recebeu investimento total de R$12 milhões, incluindo obras, atrações, equipamentos, tecnologia, cenografia, mobiliário e adaptações operacionais. Os recursos vieram do reinvestimento do próprio caixa do Thermas da Mata.

    Segundo o empreendimento, a previsão é que o investimento tenha retorno em aproximadamente três anos. A expectativa é de que a nova atração contribua para um crescimento de cerca de 20% no faturamento anual do parque.

    A operação do espaço também resultou na criação de 30 postos de trabalho diretos, além de uma estimativa de 100 empregos indiretos.

    O acesso ao Aqualume é comercializado separadamente, mas o parque também oferece ingressos combinados, que incluem tanto a nova experiência indoor quanto as atrações externas do Thermas da Mata.

    A estrutura inclui ainda um ponto de alimentação temático e uma linha de souvenirs desenvolvida para a atração. Por contar com ambiente coberto, áreas de permanência e capacidade controlada, o Aqualume também poderá futuramente receber eventos exclusivos.

    Novo capítulo do Thermas da Mata

    A inauguração faz parte de um plano de atualização e expansão do complexo. Em 2027, o Thermas da Mata pretende concentrar investimentos na revitalização de áreas e atrações existentes, incluindo melhorias de acessibilidade, circulação e organização de filas.

    Para 2028, estão previstos mais R$10 milhões em projetos de expansão e inovação. Entre 2029 e 2031, o planejamento do empreendimento prevê outros R$50 milhões em investimentos.

    Localizado em uma área de 200 mil metros quadrados cercada por mata nativa, o Thermas da Mata reúne atrações como a Praia da Mata, com piscina de ondas aquecida, o Brabus e espaços infantis como Vila da Mata e Beach Kids.

    O complexo também conta com o Hotel Thermas da Mata, com 88 acomodações, além de piscina exclusiva para hóspedes, restaurante, brinquedoteca, academia e outros serviços. Com a chegada do Aqualume, o empreendimento passa a reunir experiências aquáticas ao ar livre e em ambiente fechado, ampliando as possibilidades de visita ao longo do ano.

  • Torta de Sorvete para o Fim de Semana

    Uma sobremesa gelada, cremosa e irresistível

    Nada melhor do que começar o fim de semana com uma delícia que combina crocância e suavidade!

    A Torta de Sorvete feita com camadas de creme de leite condensado, biscoito maizena e uma generosa calda de chocolate.

    Tudo finalizado com biscoitos inteiros na lateral, que dão aquele toque especial de apresentação.

    Torta de Sorvete

    Ingredientes:

    Para a Torta

    • 130g de Biscoito Maizena Piraquê
    • 1 ½ pacote de Biscoito Maizena Piraquê
    • 70 g de manteiga derretida
    • 2 latas de leite condensado
    • 300 ml de leite
    • 6 gemas
    • 800 g de creme de leite fresco batido em ponto de chantilly
    • ½ xícara de calda de chocolate

    Para a Calda de chocolate

    • 90ml de água
    • 12g de chocolate em pó
    • 140g chocolate meio amargo
    • 110g de açúcar
    • 60g de manteiga
    • 90g de glucose de milho

    Modo de Preparo:

    – Prepare a calda de chocolate. Em um liquidificador, bata a água e o chocolate em pó.

    – Coloque em uma panela e leve ao fogo até esquentar mas não ferver.

    – Adicione o chocolate meio amargo, o açúcar e a manteiga. Mexa até dissolver o açúcar e derreta a manteiga e o chocolate.

    – Junte a glucose e mexa até dissolver. Reserve para esfriar.

    – Prepare a torta. Disponha 130 g dos biscoitos de maizena em um processador e triture até obter uma farofinha.

    – Adicione a manteiga derretida e processe mais um pouco para misturar.

    – Em uma forma redonda de fundo removível, acomode a farofinha de biscoitos cobrindo toda a base. Reserve.

    – Em uma panela, disponha o leite condensado, o leite e as gemas. Cozinhe em fogo baixo, sempre mexendo, até obter um creme espesso. Reserve.

    – Adicione ⅓ do chantilly no creme e misture bem até ficar homogêneo.

    – Acrescente o restante e misture delicadamente até incorporar bem. Reserve.

    – Disponha o restante dos biscoitos de maizena inteiros em toda a volta a forma, apertando levemente para fixar na base de biscoitos.

    – Adicione uma camada do creme e uma camada de biscoitos. Repita nessa ordem, finalizando com mais uma camada de creme.

    – Leve ao freezer por, pelo menos, 4 horas.

    – Finalize com a calda de chocolate e serva em seguida.

    Rendimento: 8 pessoas

    Tempo de preparo: 45 minutos

  • Pão e azeite: o ritual milenar que é sinônimo de recepção e afeto

    Pão e azeite: o ritual milenar que é sinônimo de recepção e afeto

    No Dia Mundial do Pão, Gallo celebra a arte de acolher e apresenta um guia para harmonizar pães artesanais com diferentes intensidades de azeite de oliva
     

    – Há rituais que atravessam séculos sem perder a capacidade de nos conectar ao que realmente importa. Molhar o pão no azeite é um deles. Muito mais do que uma combinação gastronômica simples, esse gesto milenar, herdado da cultura mediterrânea, é o símbolo máximo de hospitalidade, afeto e celebração ao redor da mesa.

    No Dia Mundial do Pão (16/10), a Gallo, marca líder e referência centenária de tradição e qualidade, convida a resgatar esse costume. A marca propõe transformar o ato de receber em um momento de partilha descomplicada e cheia de sabor.

    Para quem valoriza o prazer de abrir as portas de casa e reunir quem ama, o pão e o azeite são os anfitriões perfeitos. Juntos, eles estimulam a conversa, desaceleram o tempo e aguçam os sentidos. Mas você sabia que, assim como os vinhos, cada tipo de pão encontra o seu par ideal em diferentes intensidades de azeite?

    Para ajudar a criar essa experiência em casa, Gallo apresenta um guia prático de harmonização. A seleção combina o caráter único de pães artesanais com as diferentes notas e intensidades de seu portfólio:

    Pão de Fermentação Natural + Gallo Clássico

    Com sua casca dourada e crocante, miolo aerado e a marcante acidez fruto da fermentação lenta, o pão artesanal estilo sourdough encontra o seu par perfeito no Gallo Clássico. Com a sua intensidade média, ele equilibra perfeitamente as notas de frutado e amargo, permitindo abraçar a complexidade ácida do pão sem sobressair ou anular seu sabor original.
    O resultado é a tradução da hospitalidade em estado puro: uma experiência fluida para o início de noite, onde as pessoas se reúnem para ir “rasgando” fatias generosas com as mãos e molhando no azeite, transformando a mesa em um ponto de encontro afetuoso e sem pressa.

    Focaccia de Alecrim e Sal Grosso + Gallo Intenso

    Macia, aerada por dentro e dourada por fora, a focaccia italiana carrega o perfume das ervas frescas e o contraste do sal grosso, exigindo um acompanhamento de igual presença. O Gallo Intenso assume o protagonismo dessa combinação, sendo a escolha ideal para apreciadores que valorizam o azeite como elemento central da receita e buscam camadas mais profundas de sabor. Suas notas marcantes conversam de forma harmoniosa com a potência do alecrim, criando um aperitivo irresistível para colocar ao centro da mesa de centro na sala ou na bancada da cozinha enquanto a conversa flui entre amigos.

    Broas e Pães de Centeio + Gallo Reserva

    Os pães rústicos de massa densa e sabor terroso, como as broas tradicionais e os pães escuros de centeio, pedem a presença de um azeite à altura de sua estrutura. Produzido a partir de azeitonas mais jovens e frescas, o Gallo Reserva entrega uma complexidade sensorial superior, destacando-se por suas notas acentuadas de amargo e picante que conquistam paladares exigentes.

    A degustação transforma o simples ato de comer em um ritual de apreciação, onde o contraste entre a rusticidade do pão e a picância elegante do azeite reserva celebra a tradição e o prazer de estar junto.

    “Pão e azeite são a essência da hospitalidade mediterrânea. Quando colocamos uma boa fatia de pão e um azeite de qualidade na mesa, estamos dizendo aos nossos convidados que eles são bem-vindos e que o tempo ali pode correr mais devagar. Com o nosso portfólio, mostramos que é possível criar experiências ricas, afetivas e cheias de sabor de forma totalmente descontraída e acessível, do jeito de cada um”, afirma Yasmin Roiter, gerente de marketing da Casa Gallo.