Autor: agitosp

  • 6 cuidados essenciais com o carro para quem viaja ao litoral 

    Com o turismo interno em expansão, cada vez mais brasileiros estão optando por destinos próximos, em especial cidades litorâneas acessíveis de carro. O chamado turismo de proximidade ganhou força nos últimos anos e segue em alta em 2025: pesquisas recentes indicam que cerca de 65% dos brasileiros devem escolher destinos nacionais para suas próximas férias, e boa parte desse público aposta em viagens curtas, feitas por rodovias. 

    Esse movimento também impulsiona o aumento de viagens ao litoral, cenário que exige atenção redobrada dos motoristas com a maresia. A alta concentração de sal no ar acelera processos de corrosão e oxidação, afetando pintura, componentes mecânicos e até o sistema elétrico do veículo. 

    De acordo com especialistas da AutoZone Brasil, maior rede varejista de autopeças do mundo, pequenos cuidados preventivos antes e depois da viagem podem evitar dores de cabeça e custos elevados de manutenção. Confira as dicas: 

    1. Guarde seu carro em garagem fechada – Sempre que possível, deixe seu veículo em um local coberto e fechado, evite estacioná-lo nas ruas e próximo ao mar, já que o sal desgasta a pintura e outros componentes do interior do carro. 
    2. Aplique cera protetora – Criar uma camada de proteção ajuda a reduzir a ação corrosiva da maresia sobre a pintura. 
    3. Verifique a parte inferior do veículo – A oxidação começa por baixo: atenção ao escapamento, suspensão e parafusos. Sempre que possível, peça uma limpeza completa do chassi. 
    4. Lubrifique fechaduras e dobradiças – O sal no ar pode travar portas e vidros. Uma lubrificação simples evita desgaste precoce. 
    5. Atenção aos componentes elétricos – Cabos, conectores e terminais da bateria são bastante vulneráveis à maresia. Limpezas periódicas ajudam a manter a vida útil. 
    6. Cuidado com os freios – Após banhos de mar ou contato com areia molhada, é importante checar pastilhas e discos, que podem sofrer desgaste acelerado. 

    “Os motoristas muitas vezes não percebem os efeitos da maresia a curto prazo, mas, com o tempo, ela pode comprometer desde a estética até a segurança do veículo. A prevenção é sempre o melhor caminho, e nossos especialistas estão disponíveis para orientar gratuitamente em nossas lojas no litoral do país”, afirma a AutoZone Brasil.  

    Para auxiliar os motoristas que vivem ou circulam por cidades litorâneas, a AutoZone oferece em suas lojas teste gratuito da bateria, verificação gratuita do sistema de carga e partida e checagem gratuita do sistema de iluminação. A AutoZone conta com lojas no litoral de São Paulo (Guarujá, Santos, Praia Grande e Caraguatatuba), Rio de Janeiro (Itaguaí) e Santa Catarina (Joinville).    

  • Ford F-150 SuperTruck conquista recorde em Nürburgring

    Ford F-150 SuperTruck conquista recorde em Nürburgring

    • A Ford F-150 Lightning SuperTruck tornou-se a picape mais rápida no lendário circuito alemão, com o tempo de 6 minutos e 43,482 segundos
    • Esse desempenho também faz da picape elétrica da Ford o quinto protótipo mais rápido a desafiar o “Inferno Verde” – veja o vídeo
    • Cada avanço obtido nas pistas é usado pela marca para aprimorar os carros que os clientes usam no dia a dia

    A Ford conquistou mais um recorde em Nürburgring com seus prótotipos elétricos. Desta vez, com a F-150 Lightning SuperTruck, que completou uma volta no “Inferno Verde” em 6 minutos e 43,482 segundos, o menor tempo já registrado por uma picape e o quinto mais rápido de um protótipo na história do circuito alemão – veja o vídeo.


    Com isso, a SuperTruck superou também o recente recorde da Ford SuperVan, que tornou-se a van mais rápida em Nürburgring e a sétima melhor no ranking geral de protótipos, com o tempo de 6 minutos e 48,2 segundos.


    A Ford SuperTruck foi pilotada pelo experiente Romain Dumas, usando pneus slip e um conjunto aerodinâmico especial, que gera 2.700 kg de força descendente a 241 km/h. Equipada com três motores elétricos e um conjunto de baterias de 50 kWh com sistema de arrefecimento líquido, a picape desenvolve uma potência de mais de 1.600 cv. Tem também freios de carbono-cerâmica e carroceria leve com elementos de fibra de carbono e magnésio.


    “O que acontece com a picape no circuito de Nürburgring é brutal, por isso ele é chamado de ‘Inferno Verde’. Com 21 quilômetros e 73 curvas, ele destrói qualquer coisa que não seja à prova de balas. Quando os nossos sistemas sobrevivem a essa punição, eles estão prontos para o que quer que venha pela frente”, comenta Mark Rushbrook, diretor global da Ford Racing.


    Cada avanço obtido nas corridas, segundo ele, é usado pela Ford para aprimorar os carros que os clientes usam no dia a dia, incluindo lições de aerodinâmica e de exigência máxima das baterias. 


    “Poderíamos simplesmente construir veículos elétricos em um laboratório e considerar isso bom. Mas na Ford não é assim que funciona. Enquanto outras empresas ainda estão definindo a sua estratégia elétrica, nós estamos aqui provando que a nossa funciona. Essas voltas incrivelmente rápidas nos ensinam coisas que você não aprende em nenhum outro lugar, com dados reais em condições extremas”, destaca.


    Para Rushbrook, programas como este dão confiança aos programas de desenvolvimento da marca no momento em que a Ford prepara uma plataforma elétrica acessível de próxima geração. “A Ford é líder em picapes e veículos comerciais por uma razão e planejamos manter isso na era elétrica”, diz.

  • ✨🌸🍓 Festa de Flores e Morango de Atibaia 🍓🌸✨

    ✨🌸🍓 Festa de Flores e Morango de Atibaia 🍓🌸✨

    Chegou a época mais charmosa do ano em Atibaia! 💐🍓 A tradicional Festa de Flores e Morango encanta visitantes com um espetáculo de cores, aromas e sabores.

    Além das exposições de flores deslumbrantes, você encontra delícias à base de morango – dos doces artesanais às sobremesas irresistíveis.

    🎶 Música ao vivo, danças típicas, artesanato e muita gastronomia completam a experiência, transformando o evento em um passeio perfeito para toda a família.

    📍 Av. Noboyuki Hiranaka, 566 – Atibaia

    📅 até 28 de setembro, sexta, sábado e domingo das 9h às 18h

    🎟️ R$ 60 inteira e R$ 30 meia (válido também às sextas-feiras)

    🛍️ guarda-volume: R$ 10

    💡 Dica: vá com tempo, tênis confortável e aproveite as atrações culturais

    🚗 Estacionamento custa R$ 50

    🐶 Evento PetFriendly

    Confira mais lindas fotos em nossa fanpage

  • Relembre os amigos inseparáveis das princesas Disney

    Relembre os amigos inseparáveis das princesas Disney

    LINGUADO, PUÁ, PASCAL E OUTROS: RELEMBRE OS AMIGOS INSEPARÁVEIS DAS PRINCESAS DA DISNEY

    A partir do mês de agosto, a campanha global “Disney Princesa: Crie Seu Mundo” traz os companheiros animais em destaque para reforçar a importância do cuidado e das conexões afetivas 

    Em 2024, a The Walt Disney Company lançou a campanhaDisney Princesa: Crie Seu Mundo, com ações globais previstas para os próximos três anos e a mensagem central de que meninas, jovens e mulheres podem sonhar alto e realizar seus objetivos.

     

    Na edição de 2025, celebrada a partir de agosto — conhecido pelos fãs como o “Mês das Princesas” — a franquia dá continuidade à iniciativa, convidando crianças, famílias — e até seus pets — a explorarem um universo de imaginação, afeto e descobertas, fortalecendo a conexão com a natureza e a comunidade.

     

    Nesta fase, os laços entre as princesas e seus companheiros animais ganham destaque em toda a comunicação, ressaltando a importância do cuidado com todos os seres e promovendo valores como empatia, amizade e colaboração. Mais do que simples companhias, eles desempenham papéis essenciais nas histórias, oferecendo proteção, apoio e coragem nas aventuras das personagens.

     

    Assim como Ariel, Moana, Tiana, Rapunzel, Cinderela e Bela, cada princesa conta com um amigo leal ao seu lado, que está presente nos momentos de desafio e diversão. A campanha relembra esses personagens que ultrapassam as telas e ganham vida no imaginário do público — seja na forma de brinquedos e pelúcias que encantam as crianças ou como colecionáveis que despertam a paixão de fãs adultos.

     

    Entre os destaques do segundo ano, está a forte presença no varejo através do amplo portfólio de produtos oficiais disponíveis em lojas físicas e digitais como Amazon e Mercado Livre, que permite estender a magia das princesas para o dia a dia das famílias.

     

    Relembre os amigos inseparáveis das princesas:

     

    Jasmine e Rajah

     

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    O tigre bengala Rajah é mais que um amigo: é o protetor incansável de Jasmine. Juntos, eles conhecem cada segredo do palácio e vigiam atentamente quem se aproxima. Rajah não impede Jasmine de seguir seus sonhos, mas está sempre alerta, pronto para protegê-la e reencontrá-la quando necessário. Com ele, Jasmine aprende que cuidar de quem amamos — e também ser cuidado — é uma forma de coragem.

     

    Moana, Puá e Hei Hei

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    Puá sempre esteve ao lado de Moana, enquanto Hei Hei surge em seu caminho e permanece presente na jornada da jovem. Um é sensível e medroso; o outro, pura coragem e teimosia. Juntos, cruzam o oceano, cada um cumprindo seu papel e acompanhando a princesa de Motunui em sua busca por conhecimento. Com eles, Moana aprende que cuidar também é estar junto, respeitar o tempo de cada um e acolher até as diferenças mais inesperadas.

     

     

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    Amigo fiel da Moana e de sua aldeia, o urso de pelúcia do Poá, da marca Disney, é o favorito entre as crianças enquanto o brinquedo de Hei Hei, da Cotiplás, promete garantir diversão para todas as idades

     

    Tiana, Ray e Louis

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    Louis e Ray entram na história de Tiana logo após ela ser transformada em sapo. Ray, com seu brilho contagiante, e Louis, com sua paixão pela música, unem-se ao grupo, participando de cada plano, enfrentando perigos e permanecendo firmes na missão ao lado da princesa. Com Louis, Tiana descobre que coragem e coração não dependem da aparência, e que verdadeiros aliados podem surgir nos lugares mais inesperados. Já Ray, com sua sensibilidade e carinho, inspira Naveen a encontrar a coragem para se declarar, mostrando que o amor também é uma força poderosa.

     

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    Aumente a coleção com os colecionáveis da princesa Tiana, do Funko Pop.

     

    Cinderela, Jaq e Tata

     

    Os pequenos Jaq e Tata são os melhores amigos de Cinderela. Eles escutam e agem rapidamente para evitar problemas com a Madrasta Má e suas duas meias-irmãs. Quando o vestido rasga, correm para ajudar; quando a esperança parece acabar, são os primeiros a acreditar que o baile ainda pode acontecer. Com eles, Cinderela aprende que o cuidado está nos gestos mais simples e que, mesmo os menores corações, podem carregar a maior força.

     

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    FUNKO Disney Cinderela Jaq e Tatá – Amazon – R$ 124,44


    Rapunzel e Pascal

     

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    Pascal é o fiel companheiro de Rapunzel. Embora não fale, ele aponta, reage, se esconde e reaparece, sempre por perto. Da torre ao castelo, passando pela floresta e pelo barco, acompanha Rapunzel, incentivando-a a perseguir seus maiores sonhos. Com Pascal, Rapunzel descobre que cuidar também é estar junto e que a amizade se constrói nos pequenos gestos do dia a dia.

     

     

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    Para incentivar a criatividade, o LEGO da Rapunzel e Pascalpode ser uma escolha interessante. Já o Funko da princesa e seu fiel parceiro, garante uma decoração mais divertida.

     

     

    Bela e Philippe

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    O cavalo Philippe conhece cada caminho que Bela precisa trilhar. Ele carrega sua amiga, enfrenta perigos na floresta e se adapta a cada situação. Quando as escolhas ficam difíceis, Philippe segue firme, um parceiro constante na jornada da princesa. Com ele, Bela aprende que cuidar também é confiar, estar presente e valorizar a lealdade que sustenta os laços verdadeiros.

    No castelo, Bela convive com Lumière, Sra. Potts, Cogsworth e Chip, figuras encantadas que a ajudam a se adaptar ao novo ambiente. Cada um contribui de forma única: Lumière com hospitalidade, Sra. Potts com cuidado, Cogsworth com ordem e Chip com leveza. A convivência fortalece os laços entre eles, construindo uma relação de confiança, respeito e cooperação.

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    Squishmallows Disney Lumiere – Rihappy – R$ 89,99

    Ariel, Linguado e Sebastião

     

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    Linguado acompanha Ariel em todas as suas aventuras, mesmo sem compreender tudo. Sebastião tenta manter a ordem e a disciplina, mas nunca abandona sua amiga. Os dois seguem com Ariel, mesmo quando o mar fica para trás, provando que a amizade verdadeira ultrapassa qualquer limite. Com eles, Ariel aprende o valor da escuta e dos pequenos gestos que revelam o verdadeiro significado de cuidar de alguém.

     

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    As pelúcias de Sebastião e Linguado, da marca Disney, são ótimos presentes para os pequenos aventureiros.

  • Adotou seu primeiro pet? dicas de como cuidar da alimentação

    Adotou seu primeiro pet? Veterinária dá dicas de como cuidar da alimentação do seu novo companheiro

     

    Adotar um animal de estimação é abrir as portas da casa e do coração para um novo integrante da família. Para quem está recebendo seu primeiro pet, a experiência pode ser repleta de alegria, descobertas e também de dúvidas. Afinal, cada gesto de cuidado faz a diferença no bem-estar desse novo companheiro. Especialmente quando o assunto é a alimentação, um dos pilares para promover sua saúde e qualidade de vida. Seja ele filhote, adulto ou um animal já idoso, é importante entender suas necessidades nutricionais, oferecer um alimento de qualidade e fazer o manejo correto, adequando a nova rotina de ambos. 

     

    Para ajudar nessa fase, tão desafiadora quanto prazerosa, a médica-veterinária Juliana Soncin, que atua na capacitação técnica da Adimax, fornece dicas práticas e respostas às dúvidas mais comuns dos tutores de primeira viagem, quando o assunto é a alimentação do pet. Com informação, carinho e dedicação, essa adaptação serámuito mais tranquila.

     

    – A partir de quanto tempo de vida é recomendadoadotar um filhote, para assegurar que já tenha desmamado?

    O desmame é um processo gradual e muito importante para o desenvolvimento saudável dos filhotes. Tecnicamente, eles devem permanecer com a mãe por, no mínimo, 45 dias, período essencial para garantir nutrição adequada, fortalecimento da imunidade e os primeiros aprendizados sociais. No entanto, especialistas recomendam que a adoção responsável aconteça entre 2 e 3 meses de idade, pois esse tempo extra contribui para uma socialização mais completa, maior independência e equilíbrio comportamental.

     

    Vale lembrar que, em casos de resgate, quando filhotes são encontrados abandonados antes da idade ideal, a prioridade deve ser oferecer os cuidados adequados e acompanhamento veterinário, assegurando que recebam o suporte necessário para se desenvolverem bem. Assim, mais do que seguir apenas a idade mínima, a adoção deve sempre considerar o bem-estar do animal e as condições para que ele cresça de forma saudável.

     

    – Qual é o alimento recomendado para esta fase inicial da vida do pet?

    Durante a fase de crescimento, o ideal é oferecer sempre um alimento completo e balanceado formulado para filhotes de cães ou gatos, de acordo com a espécie. Isso porque, nesse período, o organismo do animal ainda está em desenvolvimento, finalizando a formação de tecidos, fortalecimento do sistema imunológico e estruturas importantes para a vida adulta. Por isso, os alimentos destinados a filhotes possuem maiores teores de proteína, energia e gordura, além de nutrientes essenciais como o DHA, um ácido graxo da família do ômega 3, essencial para o desenvolvimento cerebral e da visão.

     

    – Quantas vezes ao dia o animal deve comer?

    Para os filhotes, a quantidade diária de alimento deve ser dividida em, no mínimo, três porções diárias, respeitando assim sua menor capacidade estomacal e favorecendo o aproveitamento do alimento. No caso de gatos filhotes, a orientação também é dividir em, no mínimo, três porções ao dia. Porém, o ideal é que o alimento fique disponível o dia todo, uma vez que é um comportamento natural dos gatos realizar várias e pequenas refeições ao dia. Mas atenção: a quantidade a ser oferecida deve seguir o recomendado. O número de refeições é livre, mas a quantidade não.

     

    Já para cães adultos, a quantidade diária de alimento deve ser dividida em pelo menos duas refeições, para que não passem muito tempo sem se alimentar. Se a rotina do tutor permitir, é interessante dividir em três refeições. Lembrando que oferecer mais refeições ao dia não significa que o animal comerá mais, mas sim que a quantidade total será dividida em mais porções ao longo do dia.

     

    – Como fazer a troca do alimento, quando for necessária?

    Os filhotes geralmente chegam às casas dos tutores já desmamados. Durante o desmame, eles passam do leite materno para a ração seca apropriada para filhotes de forma natural e gradual. O ideal é que o alimento esteja disponível no comedouro mesmo enquanto o filhote ainda mama, assim ele pode ir experimentando aos poucos e observando a mãe comer, o que estimula a aceitação. Para facilitar essa transição, pode-se oferecer também alimento úmido ou papinha de desmame, que ajudam na passagem do leite materno para o alimento sólido. O alimento úmido não deve permanecer no comedouro por mais de 30 minutos, para evitar contaminação.

     

    Quando chegar o momento de mudar o alimento, a transição deve ser gradual para evitar desconfortos gastrointestinais, conforme indicado na embalagem ou sob orientação do médico-veterinário.

     

    Vale lembrar dos casos especiais de cães e gatos órfãos, ou adotados antes do período de desmame: nesses, devem ser utilizados alimentos para essa fase, como colostro comercial e papinha de desmame, até que estejam prontos para iniciar a alimentação sólida.

     

    – É normal o pet rejeitar o alimento nos primeiros dias? O que fazer?

    É normal que o pet apresente rejeição ao alimento nos primeiros dias em um novo lar. Isso acontece porque ele está passando por um período de adaptação, marcado pela separação da mãe e da ninhada, além do estresse da mudança de ambiente, com novos cheiros, pessoas e rotinas. Nessa fase, o tutor deve oferecer a mesma ração que o filhote já estava acostumado, em um local tranquilo e sem muitos estímulos, evitando alterações bruscas na dieta. Com o tempo, o animal tende a se sentir mais seguro e volta a se alimentar normalmente.

     

    – Como calcular a quantidade ideal de ração para meu pet?

    A quantidade diária deve respeitar a indicação da embalagem, conforme o peso e o nível de atividade física do animal, ou a recomendação do médico-veterinário de confiança. Em caso de dúvidas, o tutor pode ligar no Serviço de Atendimento ao Cliente do fabricante. Vale destacar ainda que os petiscos, geralmente oferecidos como agrado ou recompensa, também devem seguir a quantidade recomendada na embalagem, para que o animal não receba um excesso de calorias, o que pode levar ao ganho de peso em excesso.

     

    – Posso variar a ração ou isso faz mal?

    É possível variar a ração de cães e gatos, mas não é recomendado fazer isso com frequência. Diferente dos humanos, os pets têm o paladar menos exigente e não costumam enjoar do alimento, de modo que não há necessidade de trocas constantes. Pelo contrário: mudanças frequentes podem causar desconforto digestivo e até levar à rejeição do alimento, especialmente no caso dos gatos, que tendem a ser mais seletivos com texturas e formatos. Sempre que for necessário trocar a ração — seja por indicação veterinária, mudança de fase de vida ou outra necessidade, o ideal é realizar o processo de forma gradual. 

     

    – É verdade que alguns alimentos humanos são tóxicos para os cães? Quais?

    Há uma série de alimentos da dieta humana que apresentam riscos ocultos para nossos amigos de quatro patas:

     

    *O primeiro item da lista de alimentos proibidos é o chocolate, pois contém duas substâncias tóxicas para os pets: cafeína e teobromina, que podem provocar vômitos, diarreia, convulsões e problemas cardíacos. Para animais mais sensíveis, podem até levar à morte. Vale destacar que o tutor que pensar em oferecer um chocolate mais amargo, acreditando ser menos prejudicial, estará colocando o animal em risco, pois o teor de teobromina é maior;

     

    *Uva (fresca ou passa) contém uma substância tóxica aos animais que pode provocar alterações como o aumento da frequência urinária e da ingestão de água, ocasionando lesão nos rins;

     

    *Temperos como o alho e a cebola, usados nas preparações e considerados saudáveis na dieta humana, podem atacar as células do sangue dos animais, podendo causar anemia.

     

    Além desses, há outros alimentos que podem ser perigosos: xilitol (adoçante encontrado em gomas, balas, doces sem açúcar e pasta de dente), macadâmia e semente de frutas. 

     

    – Como saber se a ração que escolhi é realmente de qualidade?

    Para saber se a ração escolhida é de qualidade, é importante observar tanto o comportamento e a saúde do pet quanto a confiabilidade da marca:

     

    Indicação veterinária: uma ração recomendada por médico-veterinário que leva em consideração a idade, porte e condição de saúde do pet;

     

    Qualidade das fezes: fezes bem formadas e consistentes,que não marcam o piso, ou fezes macias, bem formadas e com aspecto umedecido que marcam levemente o piso. A qualidade das fezes indica boa digestibilidade e absorção de nutrientes;

     

    Saúde da pelagem: pelo brilhante, macio e saudável é reflexo de ingredientes de qualidade, como proteínas e ácidos graxos essenciais;

     

    Ingredientes funcionais: alimentos que incluem componentes extras, como antioxidantes, prebióticos, fibras especiais e outros ingredientes funcionais, oferecem benefícios à saúde além da nutrição básica;

     

    Empresa idônea e responsável: prefira alimentos de fabricantes que sigam padrões de qualidade e segurança reconhecidos, com transparência nas informações do rótulo e compromisso com o bem-estar animal. Isso garante confiança e segurança naquilo que está sendo oferecido ao seu pet.

     

    – Qual a diferença da ração para cães adultos e para cães idosos (sênior)?

    Enquanto a ração para adultos é formulada para atender às necessidades energéticas e nutricionais de cães em plena atividade e evitar o sobrepeso, a ração sênior foca em promover qualidade de vida, bem-estar e saúde na idade mais avançada. O envelhecimento é representado por mudanças progressivas que ocorrem após a maturidade em vários órgãos, as quais resultam em diminuição da sua capacidade funcional. Durante essa fase de vida, os cães passam por um processo natural de perda de massa muscular e queda no metabolismo. Além disso, podem apresentar alterações no trato digestivo (intestino preso – constipação), diminuição da resposta imunológica e desgaste natural das articulações. Desse modo, a ração para cães sênior possui energia moderada e maior teor de fibras para evitar ganho de peso devido à menor atividade física; mix de fibras e prebióticos para manter a saúde intestinal; antioxidantes naturais e ômega 3 (EPA + DHA) para auxiliar na proteção de células e no processo inflamatório devido a doenças crônicas; proteína de alto aproveitamento para preservar massa muscular;condroprotetores que ajudam na saúde das articulações;fósforo controlado para cuidar da função renal.

     

    – Com que idade o animal é considerado sênior, para receber o alimento específico para esta fase?

    Cães de porte médio e grande, a partir de 5 anos. Cães de porte mini e pequeno, a partir de 7 anos de idade.

  • Dicas de limpeza de chuveiros e metais para manter o banheiro

    dicas de limpeza de chuveiros e metais para manter o banheiro impecável

    A manutenção adequada garante durabilidade, bom funcionamento e evita o desgaste dos produtos

    A rotina de cuidados no banheiro vai além da organização. A limpeza adequada de chuveiros e metais não só preserva o brilho, como garante a eficiência e prolonga a vida útil dos produtos. Afinal, com o uso contínuo, é natural que as peças acumulem sujeira, por isso, é fundamental incluí-las na manutenção regular para manter o ambiente agradável e funcional.

    Segundo Edson Suguino, engenheiro da Lorenzetti, a limpeza adequada do chuveiro evita o aquecimento excessivo e a queima da resistência, garantindo maior durabilidade e eficiência no uso.

    “Antes de qualquer manutenção, desligue a energia elétrica no disjuntor. Para a parte externa, basta um pano macio com sabão neutro. Já para a limpeza da parte interna, alguns modelos permitem a retirada do espalhador, bastando utilizar uma escova com cerdas macias para remover a sujeira e eliminar resíduos. Em aparelhos selados, por sua vez, o ideal é seguir as instruções do manual”, alerta Suguino.

    Para evitar entupimentos e proteger todos os produtos que utilizam água na residência, é recomendado manter a caixa d’água limpa pelo menos duas vezes ao ano e considerar a instalação de um filtro de ponto de entrada, que ajuda a impedir a entrada de impurezas na rede hidráulica.

    Os metais do banheiro também exigem atenção. Para conservar o brilho de torneiras e monocomandos, limpe com pano macio, água e sabão neutro. “A limpeza suave mantém o acabamento preservado e garante o bom funcionamento das peças”, orienta Suguino. Evite pressionar ferramentas sobre partes cromadas e faça a limpeza periódica dos arejadores para prevenir entupimentos. Em duchas e registros, com a ajuda de uma escova pequena, é possível retirar os resíduos acumulados nas ranhuras.

    Seja para chuveiros ou metais, o indicado é não utilizar produtos abrasivos. “Além de químicos agressivos, esponjas ásperas e palhas de aço podem riscar e danificar torneiras, válvulas e misturadores”, ressalta o engenheiro da Lorenzetti.

    Com práticas simples e funcionais, é possível conservar chuveiros e metais em pleno funcionamento, evitando reparos desnecessários e mantendo o banheiro adequado para o uso diário.

  • Saúde dos pets começa pela pele

    Saúde dos pets começa pela pele

    Saúde dos pets começa pela pele. Entenda por que as feridas precisam de atenção

    Especialista alerta para os riscos de machucados em pets e a importância do tratamento adequado e rápido

    As feridas em cães e gatos são frequentes na rotina veterinária, mas muitas vezes passam despercebidas pelos tutores dentro de casa. Essas lesões podem surgir por diversos motivos, desde pequenos acidentes até brigas, alergias ou doenças de pele. “Identificar corretamente o tipo de ferida e oferecer o cuidado adequado é importante para garantir o bem-estar e a recuperação rápida do animal”, explica a médica-veterinária Marcella Vilhena, gerente de marketing da Syntec.

    Essas feridas podem apresentar diferentes níveis de gravidade e origem, sendo geralmente classificadas em quatro tipos: abertas (cortes, arranhões, lacerações, com sangramento), fechadas (hematomas e contusões, sem romper a pele, mas com dor e inchaço), cirúrgicas (decorrentes de procedimentos médicos, exigem cuidados contra infecção) e infecciosas (causadas por fungos, bactérias ou parasitas, com secreção, odor e inflamação).

    Durante o processo de cicatrização, alguns cuidados são indispensáveis. “Evitar que o animal lamba ou morda o local afetado é essencial. Também é importante manter a ferida limpa, seguir rigorosamente a prescrição de medicamentos, como pomadas ou antibióticos, e monitorar a evolução da cicatrização”, orienta Marcella.

    Medidas simples, como manter as vacinas em dia, controlar a incidência de pulgas e carrapatos, supervisionar passeios e evitar brigas entre animais, reduzem o risco de lesões. Além disso, um ambiente seguro e visitas regulares ao veterinário são fundamentais para preservar a saúde e a qualidade de vida dos pets. “Embora comuns, as feridas não devem ser negligenciadas. Com atenção, cuidado e orientação profissional, é perfeitamente possível garantir recuperação rápida e segura, promovendo o bem-estar dos nossos pets”, assinala a veterinária.

    Para auxiliar os tutores, a Syntec oferece Cikadol, pomada formulada à base de 3 antibióticos, benzilpenicilina benzatina, benzilpenicilina procaína, diidroestreptomicina, ureia e óleo de citronela que é o grande diferencial de cikadol. A associação desses princípios ativos amplia a ação contra diversos tipos de bactérias, além de proporcionar efeitos repelente e cicatrizante, que estimulam a reepitelização e devolvendo a integridade da pele.

  • Sensibilidade dentária: o que está por trás do incômodo

    Sensibilidade dentária: o que está por trás do incômodo que afeta milhões de brasileiros

    Especialista explica as causas desse desconforto e como prevenir o problema com orientações simples

    Momentos prazerosos, como saborear um sorvete ou tomar um café quente, tornam-se experiências desagradáveis para as pessoas que sofrem de sensibilidade dentária (ou dentinária). A sensação de dor aguda e repentina impacta diretamente a qualidade de vida de mais de 40 milhões de brasileiros, segundo um estudo realizado pela Kantar. Além de ser muito mais comum do que se imagina, esse problema também é subestimado pela grande maioria dos pacientes, o que atrasa o diagnóstico e o tratamento corretos.

    A sensibilidade dentária tem origem multifatorial e ocorre quando a dentina, uma camada interna do dente, que é normalmente protegida pelo esmalte e pela gengiva, fica exposta. Essa exposição permite que estímulos, como frio, calor, doce, pressão ou até o toque da escova, atinjam os nervos do dente, causando dor ou desconforto. 

    De acordo com a professora de Odontologia da UniSociesc, Helena Polmann, embora a cárie tenha sido por muito tempo a principal vilã quando o assunto era saúde bucal, “hoje tem se observado um aumento das chamadas ‘lesões não cariosas’, que são causadas por fatores diversos, como escovação incorreta, apertamento dental (o bruxismo) e problemas de oclusão (quando os dentes não se encaixam corretamente). Essas situações podem causar o desgaste do esmalte, expondo a dentina, o que aumenta a sensibilidade”, explica

    Alimentos e bebidas com alto grau de acidez também têm papel importante nesse processo. Sucos cítricos, refrigerantes, águas com gás e até alguns tipos de vinhos e isotônicos, apesar de parecerem inofensivos ou até saudáveis, podem comprometer a saúde dos dentes se consumidos em excesso.

    Outro fator pouco conhecido, mas relevante, é o refluxo gastroesofágico. A professora explica que o ácido estomacal, ao alcançar a boca, ataca a estrutura dos dentes de forma silenciosa e contínua. “É como se, o tempo todo, um líquido ácido estivesse em contato com os dentes, desgastando-os lentamente”, elucida.

    Impacto na qualidade de vida

    A sensibilidade dentária pode parecer apenas um desconforto ocasional, mas afeta diretamente o bem-estar das pessoas. A especialista da UniSociesc observa que, muitas vezes, o incômodo é interpretado como algo normal, o que leva à negligência do problema. “O paciente ‘acostuma-se’ a sentir dor ao tomar um sorvete, por exemplo, e assim evita de procurar ajuda”, comenta Helena. 

    Como resultado, hábitos prazerosos, como apreciar uma bebida gelada no verão, acabam sendo deixados de lado. Com o tempo, além do prejuízo emocional, há também um agravamento do problema bucal. Se não tratado adequadamente, o desgaste do dente pode evoluir para situações mais graves, como exposição do canal (necessitando de tratamento de canal), fraturas, necrose da polpa, retração gengival acentuada, perda do dente e até dificuldades na mastigação e fala. 

    Prevenção começa na escova

    Segundo a professora da UniSociesc, a prevenção da sensibilidade começa com escolhas simples no dia a dia, como a da escova de dentes. “Sempre recomendo as opções com cerdas macias ou extra macias. Muita gente acredita que escovas duras limpam melhor, mas isso é um mito”, explica.

    A técnica de escovação também faz toda a diferença. Ao contrário do que se pensa, força não é sinônimo de limpeza. “O ideal é fazer movimentos suaves, controlados e conscientes, como se estivesse lavando um carro com uma esponja delicada”, compara Helena.

    Além disso, ela destaca a importância de limitar o consumo de alimentos e bebidas ácidas. “Muitas pessoas optam por sucos naturais pensando na saúde, mas sucos de laranja e limão, por exemplo, têm pH muito ácido e, quando consumidos com frequência, podem ser agressivos para o esmalte dentário”, alerta.

    O caminho do cuidado

    Diante da variedade de causas e sintomas, a melhor forma de cuidar da sensibilidade dentária é estabelecer uma rotina preventiva e manter o acompanhamento com um profissional. A professora recomenda visitar o dentista pelo menos duas vezes ao ano, mesmo que não haja dor ou desconforto aparente.

    “É durante a consulta de profilaxia, aquela limpeza rotineira, que conseguimos detectar sinais iniciais de sensibilidade e evitar que ela avance. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais simples e barato é o tratamento”, reforça.

    A professora ainda reforça três outras dicas simples e práticas para prevenir a sensibilidade dentária:

    1. Evite excesso de alimentos e bebidas muito ácidos: consumo frequente de sucos cítricos, refrigerantes, vinhos, isotônicos e até água com gás pode desgastar o esmalte dos dentes e causar sensibilidade.
    2. Use escovas de cerdas macias ou extra macias:escovas duras e força excessiva na escovação danificam a superfície dental. O ideal é escovar com movimentos suaves e técnica correta.
    3. Esteja atento ao bruxismo e problemas de mordida: apertamento dos dentes e má oclusão podem gerar sobrecarga e desgaste dental. Ao menor sinal, procure um dentista.

    A mensagem final da especialista é clara: sentir dor ao consumir alimentos gelados ou ácidos não é normal e merece atenção. “É preciso desconstruir essa ideia de que ‘é só um incômodo pontual e faz parte’. Cuidar dos dentes é um ato de autocuidado que melhora a saúde como um todo”, garante.

  • 4 curiosidades sobre o que o paladar dos pets revela 


     
    Os pets sentem sabor? Qual o melhor horário para alimentá-los? Médica-veterinária tira dúvidas sobre as preferências dos pets  

     Quem convive com cães sabe: a hora da refeição é um dos momentos mais aguardados do dia. Mas você já parou para pensar no que passa pela cabeça – e pelo paladar – dos pets quando eles se aproximam do pote de comida? A médica-veterinária de GranPlus (BRF Pet), Mayara Andrade, reuniu curiosidades sobre cães e alimentação que podem ajudar tutores a entender melhor os hábitos e preferências dos seus fiéis companheiros. 
     
    “Observar e compreender melhor como os cães interagem com o alimento é fundamental para garantir que eles recebam não apenas os nutrientes de que precisam, mas também refeições que despertem interesse. Afinal, quando o pet aceita bem a dieta, temos mais segurança de que ele está se alimentando de forma adequada e saudável”, explica a profissional. 
     
    Cães gostam de texturas específicas? 
     
    Segundo Mayara Andrade, as texturas dos alimentos têm influência direta na aceitação e no bem-estar dos pets. Por exemplo, alguns cães demonstram preferência por alimentos enlatados ou semiúmidos, enquanto outros se inclinam mais por opções secas. “Essa escolha varia conforme as preferências individuais, mas não há uma regra universal”, explica.  

    A veterinária ressalta que texturas crocantes e mastigáveis podem contribuir para a saúde bucal, reduzindo o acúmulo de tártaro, ao passo que pets com problemas dentários podem necessitar de texturas mais macias, como patês e sachês, por exemplo. 

    “Pensar na textura — seja crocante, macia ou uma combinação entre ambas — é essencial para garantir aceitação, prazer na refeição e benefícios para os cães”, recomenda. 

    Cães também têm preferências individuais? 
     
    Assim como nós, os cães também podem rejeitar certos sabores ou ingredientes, mesmo que sejam seguros e nutritivos: “Eles apresentam preferências alimentares individuais influenciadas por fatores fisiológicos, comportamentais e ambientais. Aspectos como aroma e sabor, além de características específicas do alimento, como tamanho, formato, dureza, densidade, umidade, também afetam a aceitação”, explica Mayara.  
     
    Segundo a veterinária, é importante que o tutor perceba como o animal reage ao alimento: “se come com entusiasmo, se demonstra interesse pelo pote ou se deixa restos. Esses sinais ajudam a identificar preferências, mas é fundamental que a base da dieta seja sempre um alimento completo, balanceado e de qualidade. Assim, conseguimos unir saúde e prazer na refeição”, completa. 

    Como os cães sentem o sabor? 

    Humanos e pets sentem sabor de formas diferentes devido à anatomia da boca, quantidade de papilas gustativas e ao olfato. Enquanto humanos têm cerca de 9.000 papilas e percebem doce, salgado, azedo, amargo e umami, cães possuem cerca de 1.700 a 2.000, apreciando principalmente sabores de carne e gordura. 

    Mayara explica que, nos pets, o olfato é essencial para a aceitação do alimento, e textura e temperatura também influenciam, enquanto nos humanos esses fatores têm impacto menor. Ou seja: o perfil aromático também é determinante para abrir o apetite dos cães. 
     
    “Por isso, o desenvolvimento de alimentos cada vez mais saborosos é uma tendência crescente na nutrição pet, com fórmulas balanceadas e de alta palatabilidade, criadas para conquistar até os paladares mais exigentes — garantindo não apenas prazer, mas também saúde e bem-estar”, reforça a veterinária. 
     
    Existe “hora ideal” para oferecer a refeição ao pet? 
     
    Mayara explica que não há um horário universal, mas os cães se beneficiam de uma rotina regular. Segundo ela, a previsibilidade ajuda na digestão e no bem-estar. 
     
    “O número de refeições ao dia varia de acordo com a necessidade de cada pet e também da rotina do tutor, mas, em geral, é recomendado alimentar cães adultos saudáveis pelo menos duas vezes ao dia. Os horários sugeridos são pela manhã e no final da tarde, antes do horário de descanso, para evitar desconfortos digestivos durante a noite. É importante também alimentá-los imediatamente após atividades físicas intensas, para prevenir problemas digestivos”, orienta. 

  • Whisky ou Bourbon? Entenda as diferenças entre os dois destilados 

    Do mosteiro irlandês ao coração do Kentucky, a história de dois destilados que compartilham origens, mas seguem caminhos distintos  

    No balcão de um bar ou na prateleira de uma loja especializada, a dúvida aparece com frequência: afinal, bourbon e whisky são a mesma bebida? A resposta é simples, mas cheia de nuances. Todo bourbon é um tipo de whisky, mas nem todo whisky pode ser chamado de bourbon.  

    A chave da diferença está na receita, na geografia e até no processo de envelhecimento. Para receber o título de bourbon, a bebida precisa ser produzida especificamente na região do Kentucky, nos Estados Unidos, e trazer pelo menos 51% de milho na composição. Além disso, deve descansar em barris novos de carvalho, queimados por dentro, o que acentua as notas de baunilha. 

    Já o termo whisky é mais amplo. Ele abrange destilados de grãos maltados, como cevada, trigo, centeio ou milho, produzidos em diferentes partes do mundo, cada qual com características únicas de sabor. O resultado pode ir da elegância defumada de um single malt escocês ao perfil mais suave dos rótulos irlandeses. 

    “Explorar as diferenças entre bourbon e whisky é abrir a porta para um mundo de nuances e histórias, onde cada gole carrega tradição e técnica. O bourbon, com sua base de milho e perfil mais adocicado, oferece uma suavidade acolhedora sem perder a ousadia, enquanto outros estilos de whisky revelam camadas distintas de aroma e sabor. Entender essas variações não é só apreciar uma bebida, é vivenciar uma experiência cultural em cada dose”, comenta Leandro Barbosa, embaixador do portfolio de bourbons premium da Sazerac Company no Brasil, entre eles o premiado Buffalo Trace. 

     

    Uma viagem pela história 

    O whisky tem raízes que remontam à Irlanda medieval, quando monges produziram o uisge beatha (“água da vida”, em gaélico) em mosteiros. Inicialmente medicinal, a bebida ganhou popularidade após a dissolução das ordens religiosas pelo rei Henrique VIII, que espalhou esse saber pelo campo.  

    O hábito de envelhecer o destilado em barris surgiu quase por acaso: durante o transporte, perceberam que a madeira alterava o líquido, trazendo suavidade, cor e aromas que hoje são partes inseparáveis da bebida.  

     

    O nascimento do bourbon  

    Nos Estados Unidos, o bourbon surgiu da adaptação. Colonos europeus que dominavam a arte de destilar migraram para o interior do país, sobretudo o Kentucky, fugindo de impostos elevados dos principais polos econômicos nas regiões costeiras. Ali, encontraram milho em abundância e passaram a usá-lo no lugar da cevada, criando uma versão tipicamente americana do whisky.  

    Por volta de 1783, surgiram as primeiras destilarias comerciais, consolidando o bourbon como um produto da terra e, mais tarde, um ícone cultural dos EUA.  

     

    Como degustar 

    Para entender as diferenças entre whisky e bourbon, o ideal é provar. A forma mais clássica é servi-los puros, em temperatura ambiente, o que permite perceber melhor os aromas e as camadas de sabor. Antes do primeiro gole, vale dedicar alguns segundos apenas ao olfato – boa parte da experiência começa no nariz.  

    Depois, a escolha é pessoal: alguns preferem com um pouco de água, que abre os aromas; outros, com gelo ou em coquetéis clássicos, como o Old Fashioned ou o Manhattan. Não há regra rígida, apenas a certeza de que cada estilo tem muito a contar no copo.