Autor: agitosp

  • Noites Macabras – Extinção no Wet’ n Wild

    Noites Macabras – Extinção no Wet’ n Wild

    😱 De agosto a outubro, as noites de sexta a domingo no Wet’n Wild não serão mais as mesmas… O parque se transforma no cenário da 9ª edição das Noites Macabras – Extinção 🧟‍♂️🔥

    Prepare-se para viver uma experiência única com gamificação, trilhas de arrepiar e imersão total em um mundo devastado por um vírus misterioso. 🌒

    👉 Durante o dia (11h às 17h), o parque segue como aquático.

    👉 Mas quando o relógio marca 18h… as águas tranquilas dão lugar ao caos apocalíptico!

    Você será um dos últimos sobreviventes, enfrentando zumbis, criaturas sombrias e desafios eletrizantes.

    ✨ Atrações que prometem arrepiar:

    🎭 Resistência – Espetáculo ao ar livre, onde a sobrevivência da humanidade é testada.

    🌊 A Última Festa – Piscina de ondas + balada sombria.

    🌪 Córrego do Medo – Lazy River em versão aterrorizante.

    👻 Refúgio – Pocket show com aparições de outro mundo.

    🌲 Trilha dos Vivos – A floresta vira túnel do terror.

    🎢 Descida no Abismo – Vortex com adrenalina + cenários apocalípticos.

    🔗 Garanta já seu ingresso e descubra se você consegue sobreviver!

     A classificação indicativa é de 10 anos e a experiência envolve sons, ambientações e interações de alta intensidade emocional.

    O parque também lançou um combo especial de lanche e , para que esse evento assustador seja curtido ao máximo entre amigos: Combo Galera Noites Macabras.

    Disponível apenas para compra na loja virtual (wetshop.wetnwild.com.br), contempla cinco ingressos no valor total de R$ 425,00 Apenas R$ 85,00 por pessoa. Promoção válida para dias específicos de apresentação do evento. Datas também disponíveis na loja virtual.

    Serviço
    📍 Wet’n Wild – Rodovia dos Bandeirantes, km 72 – Itupeva (SP)
    📅 De agosto a outubro de 2025
    🕐 Parque Aquático: 11h às 17h | Noites Macabras: 18h às 20h
    🎟 Ingressos: a partir de R$ 30 | Passaporte ilimitado: R$ 99
    🔗 www.wetshop.wetnwild.com.br

  • Como cuidar da pele e da pelagem do seu pet?

    Como cuidar da pele e da pelagem do seu pet?

    Pequenos cuidados diários, aliados a nutrientes e suplementos estratégicos, auxiliam na manutenção da saúde da pele e redução da queda de pelos

    Quem convive com cães e gatos sabe: nada é mais preocupante do que ver o pet se coçando sem parar, perdendo tufos de pelo ou apresentando vermelhidão na pele. Esses sinais podem parecer simples, mas muitas vezes escondem alergias, dermatites e até carências nutricionais. O cuidado com a pele e a pelagem vai muito além da beleza — é uma questão de saúde e bem-estar.

    O primeiro passo é sempre manter uma rotina de higiene adequada. O banho deve ser feito com produtos próprios para pets, que respeitam o pH da pele dos animais e não causam ressecamento. Shampoos que tenham na composição a aveia coloidal, conhecida por suas propriedades calmantes, hidratantes e protetoras, podem ser usados por cães e gatos que possuam disbiose cutânea. “A aveia tem ação antioxidante, reduz irritações e ajuda a manter a barreira cutânea íntegra, sendo especialmente indicada para animais com tendência a alergias e coceiras, e com infecções de pele recorrentes devido à disbiose cutânea. Produtos que utilizam esse tipo de ativo, proporcionam limpeza suave sem remover os lipídios naturais da pele, garantindo hidratação e conforto após o banho, além de auxiliar na recomposição do microbioma cutâneo”, conta Lucas Piza, médico- veterinário coordenador de produtos da Avert Saúde Animal.

    Além da higiene, a hidratação é essencial. Existem loções e sprays formulados especialmente para pets, contendo ativos que nutrem e fortalecem a pele, além de reduzir a perda de água, deixando-a mais resistente e saudável.

    Mas não é só por fora que se cuida da pele dos pets: a alimentação e a suplementação também têm papel fundamental. “Fórmulas ricas em cistina que ajudam na produção de queratina e ceramidas (que são proteínas estruturais fundamentais para o crescimento saudável dos pelos), além do extrato de levedura e vitaminas B5 e B1 que auxiliam na integridade da barreira cutânea e na regeneração cutânea, são especialmente úteis na prevenção da queda de pelos e em fases de troca sazonal, promovendo uma pelagem mais densa, brilhante e resistente”, detalha o profissional.

    Os probióticos também desempenham um papel estratégico no cuidado com a pele, ajudando a equilibrar a microbiota intestinal e fortalecendo a barreira imunológica cutânea. Suplementos com extrato de Euglena gracilis que atua como um prébiotico também contribuem, além dos probióticos, para o suporte imunológico da pele de cães e gatos, promovendo saúde de dentro para fora e auxiliando nas defesas naturais da pele e na manutenção da integridade cutânea.

    Na prática, o tutor pode potencializar os cuidados com a pele e pelagem do pet com pequenas mudanças no dia a dia: escolher shampoos adequados, dar banhos na frequência indicada pelo médico-veterinário, escovar a pelagem regularmente, oferecer uma alimentação de qualidade e, quando necessário, incluir suplementos que reforcem a saúde cutânea.

    Cuidar da pele e da pelagem não é apenas uma questão estética, um pet sem coceiras, pele saudável e pelagem brilhante é também um animal mais confortável, ativo e feliz. E hoje, com produtos e ativos específicos desenvolvidos para eles, é possível oferecer um cuidado muito mais eficaz e seguro. Afinal, quando o assunto é saúde da pele, suavidade e ciência precisam andar de mãos dadas.

  • Medicamentos de uso humano: um risco silencioso e fatal para cães e gatos

    Medicamentos de uso humano: um risco silencioso e potencialmente fatal para cães e gatos

    Veterinária alerta para os perigos da automedicação e da exposição acidental de pets a fármacos desenvolvidos para humanos

    Um simples comprimido deixado sobre a mesa ou uma pomada aplicada na pele sem o devido cuidado pode representar sérios riscos à saúde de cães e gatos. Muitos tutores, por desconhecimento ou na tentativa de agir rapidamente diante de um desconforto do animal, recorrem à automedicação utilizando princípios ativos indicados para seres humanos, sem compreender que, mesmo quando o fármaco é o mesmo, as doses, as vias de administração e os efeitos colaterais podem ser extremamente diferentes entre as espécies. Além disso, há substâncias que são seguras para nós, mas que causam intoxicações severas em pets, mesmo em quantidades mínimas.

    Medicamentos comuns, riscos imensos

    Entre os medicamentos que lideram os casos de intoxicação acidental em animais de estimação, analgésicos e anti-inflamatórios de uso humano estão entre os mais perigosos. Substâncias como paracetamol, ibuprofeno, diclofenaco e ácido acetilsalicílico(aspirina), tão presentes nos lares brasileiros, podem causar desde danos gastrointestinais até falência hepática ou renal em cães e gatos.

    “No caso do paracetamol, por exemplo, basta uma dose considerada segura para um ser humano adulto para provocar necrose hepática grave e alterações hematológicas severas, principalmente nos gatos, que são extremamente sensíveis a essa substância”, explica a médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah de Andrade.

    Outro grupo preocupante é o dos antidepressivos e ansiolíticos, como fluoxetina, sertralina, diazepam e clonazepam. Apesar de alguns desses princípios ativos serem utilizados em tratamentos veterinários, o uso sem prescrição e, principalmente, com dosagens inadequadas pode desencadear reações adversas graves, como alterações neurológicas, convulsões, arritmias e até coma.

    O mesmo vale para antibióticos de uso humano, como a amoxicilina com clavulanato ou a ciprofloxacina, que, embora usados em tratamentos veterinários, precisam ser prescritos com base no peso, na espécie e na condição clínica do animal. “Não é apenas a substância em si, mas a dose exata e a forma de administração que definem a segurança e a eficácia de um medicamento. A bula destinada a humanos jamais pode ser utilizada como referência para um pet”, reforça Farah.

    Aparentemente inofensivos 

    Além dos medicamentos tradicionais, outro grupo que merece atenção especial é o dos suplementos, vitaminas e nutracêuticos de uso humano. Por terem uma imagem associada à promoção da saúde, muitos tutores acreditam que a administração seja segura ou até benéfica para os animais de estimação — o que pode ser um equívoco perigoso.

    O grande problema está, mais uma vez, na diferença metabólica entre humanos e animais. A vitamina D, por exemplo, é essencial para a regulação do cálcio e do fósforo no organismo, mas, quando administrada em doses acima do necessário — o que pode ocorrer facilmente com produtos de uso humano — pode provocar hipercalcemia, levando à calcificação de órgãos, insuficiência renal aguda e até à morte do animal.

    Já a vitamina A, se fornecida de forma crônica e em doses elevadas, pode causar dores articulares, letargia, perda de apetite e alterações ósseas, especialmente em gatos. O excesso de ferro pode gerar lesões gastrointestinais e hepáticas severas, e o zinco, comum em pastilhas e cápsulas para imunidade em humanos, quando ingerido por cães e gatos, pode provocar vômitos, diarreia, anemia hemolítica e outros distúrbios graves.

    “O erro de pensar que o que faz bem para humanos fará bem para pets é um dos principais fatores por trás das intoxicações por vitaminas e suplementos. A farmacocinética e as necessidades fisiológicas dos animais são diferentes e qualquer adição deve ser prescrita por um médico-veterinário”, alerta Farah.

    Os nutracêuticos — compostos naturais utilizados para prevenir ou tratar doenças, como ômega 3, condroitina, glucosamina, probióticos, colágeno e fitoterápicos — também têm sido cada vez mais populares entre os tutores. No entanto, quando comprados em farmácias convencionais e destinados ao consumo humano, não possuem dosagem adequada para animais e, muitas vezes, contêm excipientes, corantes, adoçantes ou conservantes que são tóxicos para os pets, como o xilitol, adoçante comum em suplementos mastigáveis, mas que em cães pode causar uma queda abrupta de glicose no sangue, levando a convulsões, coma e morte.

    Da mesma forma, a melatonina, muito utilizada por humanos para indução do sono e regulação do ritmo circadiano, tem sido usada em animais em casos de ansiedade, distúrbios hormonais ou queda de pelos. Porém, a dose segura para animais é muito inferior àquela encontrada nos comprimidos disponíveis no mercado humano, além de exigir pureza farmacêutica e ausência de substâncias aditivas.

    Perigos que vão além da ingestão

    A intoxicação medicamentosa em pets não ocorre apenas pela ingestão oral. Medicamentos de uso tópico ou dermatológico, como minoxidil (indicado para tratamento de alopecia em humanos), representam um risco silencioso, mas letal, especialmente quando aplicados em regiões que o animal possa lamber ou com as quais possa entrar em contato direto. Apenas a exposição cutânea já pode provocar efeitos colaterais severos, como taquicardia, hipotensão, prostração e, em casos extremos, óbito.

    Outros medicamentos hormonais de uso tópico, como estrógenos e testosterona em gel, também oferecem riscos quando absorvidos acidentalmente pela pele ou lambedura. O acúmulo dessas substâncias no organismo do animal pode interferir no sistema endócrino, provocar alterações comportamentais e até distúrbios reprodutivos.

    Medicação segura só com prescrição veterinária

    Dados da pesquisa Radar Pet 2023, realizada pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), apontam que ao perceber que o pet não está normal, 37% dos entrevistados prefere observá-lo por três dias, 35% leva diretamente ao veterinário e 22% entra em contato com o veterinário. No entanto, o índice de pessoas que buscam outros meios é preocupante: 22% pedem orientação a conhecidos, 19% medicam por conta própria e 9% procuram informações na internet.

    A automedicação é sempre contraindicada, mesmo quando o tutor já tenha ouvido falar de determinado medicamento sendo usado em pets ou quando o animal já tenha usado anteriormente em outro tratamento. Cada caso exige uma avaliação criteriosa, e somente o médico-veterinário pode indicar a substância correta, a dose exata e o tempo de tratamento adequado.

    “Ainda que alguns princípios ativos possam ser compartilhados entre humanos e animais, como antibióticos ou ansiolíticos, isso não significa que a apresentação, a posologia e a forma de administração sejam as mesmas. Utilizar medicamentos humanos sem ajuste específico é um risco que nenhum tutor deveria correr”, afirma Farah.

    Medicamentos manipulados exclusivamente para pets

    A escolha por medicamentos manipulados para uso veterinário oferece não apenas mais segurança, mas também maior adesão ao tratamento. Na DrogaVET, cada formulação é desenvolvida de acordo com a prescrição do médico-veterinário, considerando o peso, a espécie, a condição clínica e as necessidades individuais de cada pet, o que garante precisão no tratamento e reduz risco de intoxicação.

    Outro diferencial importante da manipulação veterinária é a possibilidade de personalização das formas farmacêuticas. A DrogaVET oferece soluções como biscoitos, pastas orais, molhos e caldas flavorizadas com sabores como leite condensado, frango, carne, picanha ou atum. Essas opções facilitam a administração, reduzem o estresse do tutor e do animal e contribuem para a continuidade do tratamento de forma mais eficaz.

    “Um pet medicado corretamente tem mais chances de se recuperar, e um tutor orientado faz toda a diferença nesse processo. Por isso, sempre recomendamos que a primeira atitude, diante de qualquer alteração no comportamento ou no estado de saúde do animal, seja procurar um profissional habilitado”, finaliza Farah.

  • Como adubar suas plantas em cada fase do crescimento

    Como adubar suas plantas em cada fase do crescimento

    Engenheiro agrônomo da Forth Jardim explica quais nutrientes usar desde a muda até a frutificação

    Assim como os seres humanos, as plantas também têm necessidades diferentes ao longo da vida. Compreender essas mudanças e fornecer os nutrientes adequados em cada fase é essencial para garantir um cultivo saudável, produtivo e duradouro.

    Lucas Belaz, engenheiro agrônomo da Forth Jardim, orienta como adaptar o manejo e a adubação conforme o estágio de desenvolvimento — seja na fase de muda, crescimento, florescimento ou frutificação.

    Na fase de muda: foco no enraizamento e na adaptação

    O primeiro passo para uma planta saudável começa logo após o plantio da muda. Nesse momento, o mais importante é fortalecer as raízes para garantir uma boa fixação no solo e uma adaptação eficiente ao ambiente. Produtos como o Forth Enraizador são ideais para essa etapa, pois estimulam o desenvolvimento radicular e ajudam a planta a absorver melhor os nutrientes e a água.

    Durante o crescimento: atenção ao desenvolvimento equilibrado

    Quando a planta inicia sua fase de crescimento, ela precisa de nutrientes que favoreçam o desenvolvimento das folhas, caules e raízes. É a hora de usar adubos equilibrados, como o Forth Jardim, que oferecem os nutrientes essenciais para um crescimento vigoroso e saudável. O equilíbrio entre Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K) e micronutrientes, fundamentais para essa fase.

    No florescimento: estímulo para flores bonitas e duradouras

    Quando a planta começa a florir, suas exigências mudam. O fósforo passa a ter um papel importante, ajudando na formação de flores bonitas, coloridas e resistentes. Nessa fase, produtos específicos como o Forth Flores garantem o suporte ideal para que as flores desabrochem com força e permaneçam saudáveis por mais tempo.

    Na frutificação: nutrientes para frutos saborosos e sadios

    Para as plantas frutíferas, a fase de frutificação exige atenção especial. Além de nutrientes para manter a planta saudável, o foco se volta para a qualidade dos frutos, seja no sabor, no tamanho ou na resistência. Produtos como o Forth Frutas oferecem o equilíbrio necessário de nutrientes para uma colheita mais produtiva e de alta qualidade.

    O engenheiro agrônomo da Forth Jardim reforça que o segredo do cultivo está em acompanhar o ciclo natural das plantas, oferecendo o que elas mais precisam em cada momento. “Observar, nutrir e respeitar as fases de desenvolvimento é o caminho certo para um jardim cheio de vida”, explica.

  • Caramujos: vilões ou aliados da natureza?

    Caramujos: vilões ou aliados da natureza? Zoológico de São Paulo esclarece mitos e verdades sobre os moluscos

    Espécies nativas desempenham papel essencial na manutenção do equilíbrio ambiental, enquanto invasoras, como o caramujo-africano, podem ameaçar a biodiversidade e a saúde pública

    Comuns em florestas, jardins, quintais e áreas úmidas, os caramujos despertam curiosidade pelo movimento lento e pela concha espiralada. Enquanto algumas espécies nativas têm papel fundamental no equilíbrio ambiental, outras, exóticas e invasoras, podem transmitir doenças e prejudicar o ecossistema.

    No Zoológico de São Paulo, mais de 20 indivíduos da espécie caracol-da-mata-atlântica (Megalobulimus paranaguensis) vivem sob cuidados especiais. A instituição também desenvolve ações de educação ambiental para mostrar que nem todos os caramujos são prejudiciais e muitos são aliados importantes da natureza.

    A bióloga Cybele Lisboa, chefe do setor de Herpetofauna do Zoológico, explica: “a presença dos caracóis nativos é sinal de equilíbrio ambiental e eles têm função ecológica importante, ajudando a manter o solo fértil e limpo. Ao contrário das espécies exóticas invasoras, como o caramujo africano, os nativos não oferecem perigo à saúde humana”, afirma.

    Riscos à saúde: mito ou realidade?

    Embora não sejam venenosos, alguns caramujos podem representar risco à saúde, principalmente ao serem manuseados sem proteção, como o caramujo-gigante-africano (Achatina fulica), por exemplo. Essa espécie é hospedeira de parasitas como o Angiostrongylus cantonensis, causador da meningite eosinofílica, uma doença grave que pode afetar o sistema nervoso humano. Embora não tenha sido registrada no Brasil, ela já foi verificada em ilhas do Pacífico, sudeste asiático, Austrália e Estados Unidos.

    A contaminação acontece por meio do contato com o muco do animal, que pode estar presente em superfícies ou alimentos. “O risco maior está no manuseio sem luvas  ou na ingestão de vegetais mal higienizados que estiveram em contato com o muco contaminado”, alerta a bióloga.

    Espécies mais comuns no país

    O Brasil abriga uma diversidade de caramujos e caracóis, classificados entre nativos e exóticos. Os mais conhecidos são:

    • Caramujo-gigante-africano (Achatina fulica)– espécie exótica e invasora, muito comum em áreas urbanas, especialmente em quintais, calçadas e terrenos baldios, mas também em áreas florestais. Pode atingir até 20 cm de comprimento e é considerado uma praga agrícola e urbana, além de risco à saúde pública. Já foi registrado em 23 dos 26 estados brasileiros.
    • Caramujo-do-brejo (Pomacea canaliculata) – vive em ambientes aquáticos como rios, lagoas e áreas de cultivo de arroz. Embora menos frequente em zonas urbanas, pode causar danos a plantações.
    • Caracóis nativos – incluem espécies como o caracol-gigante ou aruás-do-mato da (Megalobulimus spp.) encontrados em matas e áreas rurais. São inofensivos ao ser humano e contribuem para a reciclagem de matéria orgânica, servindo de alimento para diversos animais.

    O que fazer ao encontrar um caramujo?

    • Não tocar diretamente no animal. Utilize luvas ou sacos plásticos;
    • Nunca quebrar a concha no chão, pois os fragmentos podem ferir pessoas ou animais domésticos;
    • Em caso de suspeita de infestação do caramujo africano, comunicar a Vigilância Sanitária ou órgãos ambientais.

    Como nascem os caramujos?

    Caramujos são moluscos, hermafroditas, que se reproduzem por meio da postura de ovos, geralmente em locais úmidos e protegidos. Espécies como o caramujo-gigante-africano (Achatina fulica) podem colocar mais de 200 ovos por vez, o que favorece uma proliferação rápida, especialmente em épocas chuvosas. Os ovos eclodem em poucas semanas, liberando filhotes já formados, que crescem rapidamente se encontrarem alimento e abrigo adequados. Já o caracol-da-mata-Atlântica, faz a postura de 2 a 3 ovos por vez, ou seja, a espécie invasora produz muito mais indivíduos, competindo fortemente e tomando o espaço da espécie nativa.

    Educar para conservar

    A convivência com a fauna urbana exige mais do que atenção: requer conhecimento. Saber distinguir as espécies, entender seu papel no ecossistema e reconhecer os riscos reais é essencial para proteger a biodiversidade e a saúde pública.

    O Zoológico de São Paulo reforça que a educação ambiental é uma das ferramentas mais eficazes para promover uma relação equilibrada e segura com os animais silvestres. “É fundamental que a população aprenda a conviver com esses animais de forma responsável. Preservar os nativos e controlar os invasores é uma forma de cuidar da natureza e de nós mesmos”, conclui Cybele.

    Serviço: 

    Funcionamnto Zoo e Jd. Botânico: de segunda a sexta-feira das  09h às 16h (visitação até 17h) e  sábados, domingos e feriados das  09h às 17h(visitação até 18h).

    Simba Safari: de segunda a sexta-feira das  09h às 17h (visitação até 18h) e  sábados, domingos e feriados das  08h às 17h (visitação até 18h).

    Entrada pelo Zoo: de segunda a sexta-feira das  09h às 16h (visitação até 17h) e  sábados, domingos e feriados das  09h às 17h (visitação até 18h).

    Site: https://ingressos.zoologico.com.br/produto/lista 

    Endereços: Zoológico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 4241, Água Funda

          Jardim Botânico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 3031 – Água Funda

    Ingressos: 

    Jardim Botânico avulso: antecipada R$ 29,90bilheteria R$ 39,90  e R$ 19,90 (meia-entrada)

    Zoo SP avulso:  antecipada R$ 99,90 Bilheteria R$ 89,90 e R$ 49,90 (meia-entrada

    Simba Safari antecipada: R$ 99,90 bilheteria R$ 119,90 e R$ 59,90 (meia-entrada)

    Combo – Zoo + Jd. Botânico +Mundo Dino + Acqua Zoo antecipada: R$ 99,90 Bilheteria: R$ 129,90

    Combo Zoo + Botânico + Mundo Dino antecipada: R$ 109,90 Bilheteria: R$ 119,90

    Passaporte Simba Safari + Zoo + Jd. Botânico + Acqua Zoo + Mundo Dino* antecipado: R$ 169,90 Bilheteria R$ 179,90

    Combo: Zoo + Jd. Botânico + Mundo Dino + Simba Safari antecipada: R$ 149,90 Bilheteria R$ 159,90

    Ingresso anual Zoo SP: R$ 169,90

    Ingresso anual Zoo SP + Mundo Dino: R$ 199,90

    Ingresso anual Jardim Botânico: R$  299,90

    Opcionais: 

    Passeio Aqua Zoo

    Funcionamento: das 9h às 16h30 e feriado até às 17h30 

    Valor: de R$ 39,90 por pessoa

    Duração: 10 minutos

    Mundo Dino R$ 59,90 

    Mineração: 

    Valor: de R$ 39,90 por pessoa

    Duração: sem limite de horário

    Noite Animal:

     Valor: de R$ 69,90 por pessoa

  • 4 dicas para falar com seu par sobre a importância da vacina contra o HPV

    Sem tabu – 4 dicas para falar com seu par sobre a importância da vacina contra o HPV

    Quebrar o silêncio sobre o HPV é um passo essencial para a prevenção de diversos tipos de câncer

    O HPV é a infecção sexualmente transmissível viral mais comum no mundo, segundo o artigo científico “Epidemiologia do papilomavírus humano em homens: pensando além”, da dra. Adriana Campaner, ginecologista e obstetra do Alta Diagnósticos. O estudo também mostra que, a cada ano, mais de 340 mil mulheres morrem de câncer de colo de útero, doença fortemente associada ao vírus. Nos homens, a infecção também representa risco, estando ligada a verrugas anogenitais, doenças penianas, anais e cânceres de orofaringe — com cerca de 69.400 casos de tumores atribuídos ao HPV em 2018¹. 

    No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimou para 2024 mais de 23 mil casos de câncer relacionados ao HPV, sendo 17 mil de colo de útero, 2 mil de orofaringe, 1,2 mil de ânus e canal anal, 700 de vulva, 300 de vagina e mil de pênis². 

    Apesar da gravidade, muitas pessoas ainda encontram barreiras para conversar sobre a vacinação. “O HPV ainda carrega estigmas, levando alguns cônjuges ou companheiros a associarem a vacina a comportamentos promíscuos ou ao início precoce da vida sexual. Esse tabu dificulta o acesso a uma das ferramentas mais poderosas da medicina preventiva”, explica a dra. Maria Isabel de Moraes-Pinto, infectologista coordenadora de vacinas na Dasa, líder em medicina diagnóstica no Brasil. 

    A proteção pela vacinação vai muito além do câncer de colo do útero: o HPV também está relacionado a tumores de garganta, ânus, pênis e próstata. Para mulheres que se relacionam com mulheres, a imunização também é fundamental, pois, além de reduzir riscos de câncer ginecológico, diminui a incidência da transmissão entre as parceiras. 

    4 formas de falar sobre a importância da vacina contra o HPV com seu par 

    1. Converse sobre saúde, não sobre comportamento 
      Deixe claro que a vacina não tem relação com infidelidade ou incentivo a relações sem proteção. Ela é uma forma de prevenir um vírus que circula silenciosamente e pode causar câncer anos após a infecção. 
    2. Mostre que o HPV não escolhe gênero 
      O vírus pode acometer homens e mulheres. Para eles, está associado a câncer de pênis, ânus e orofaringe. Para elas, aos tumores de colo do útero, vulva, vagina e garganta. A imunização protege a todos. 
    3. Use exemplos práticos e dados 
      Mostrar números ajuda a quebrar preconceitos e reforça a importância da prevenção. Estima-se que entre 9 e 10 milhões de brasileiros estejam infectados pelo HPV, com cerca de 700 mil novos casos por ano. Entre jovens de 16 a 25 anos, a prevalência chega a 54,6%, sendo que 38,4% correspondem a tipos de alto risco³. 
    4. Fale de cuidado mútuo 
      A imunização é um gesto de responsabilidade e de amor. Vacinar-se significa cuidar de si e do outro, já que reduz a transmissão do vírus e garante mais segurança na relação. 

    Propriedades da vacina contra o HPV 

    A vacina contra o HPV é uma das ferramentas mais eficazes da medicina preventiva. Produzida a partir de partículas semelhantes ao vírus, mas sem material genético, ela não causa infecção. sua atuação estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos capazes de bloquear o vírus em caso de exposição futura. 

    Existem diferentes versões do imunizante, que protegem contra os tipos de maior risco — responsáveis por grande parte dos casos de câncer de colo de útero, garganta, ânus e pênis. Além disso, a imunização previne o aparecimento de verrugas genitais. 

    Trata-se de uma proteção segura, eficaz e de longo prazo, indicada tanto para meninas e meninos a partir dos 9 anos de idade, quanto para adultos que ainda não foram vacinados. 

    Referências 

    1. Campaner, A. Epidemiologia do papilomavírus humano em homens: pensando além. Alta Diagnósticos. Disponível em: link 
    2. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa 2023: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA; 2022. Disponível em: link 
    3. Brasil. Vacina contra o HPV: a melhor e mais eficaz forma de proteção contra o câncer de colo de útero. Ministério da Saúde. Disponível em: link. Acesso em: 27 maio 2025. 
  • Estratégias para acabar com a vontade de doce

    Dia do Nutricionista: especialistas entregam as estratégias que apostam para acabar com a vontade de doce

    Com equilíbrio, planejamento e algumas receitas curingas, dá para controlar o desejo por doce! Veja o que o que as nutris dizem!

    Geralmente, é no meio da tarde que o desejo por comer doce aparece de surpresa — muitas vezes, acompanhada de ansiedade, cansaço ou simplesmente vontade de um mimo. Quer saber o que as nutricionistas fazem nesses casos? Em celebração ao Dia do Nutricionista, 31 de agosto, conversamos com profissionais de nutrição que compartilham estratégias práticas e equilibradas para esses momentos. Confira!

    “Primeiro, procuro me hidratar e tomar algo quente, como chá ou café. Acredito que a vontade de doce muitas vezes tem um fundo emocional, e uma bebida quente acalma, ajuda a se reconectar e entender o que realmente está faltando. Depois, preparo uma sobremesa proteica, com claras e proteína em pó, assada ou na frigideira, como uma panqueca doce. Outra opção rápida que aposto é no iogurte grego com um pouco de quinoa por cima. E quando estou com pressa, vou de barra ou shake proteico, que me saciam e me deixam bem. A dica é sempre ter os ingredientes certos em casa ou levar opções na bolsa para evitar cair em tentações quando a fome ou a vontade baterem.”
    Fabiana Cremer – Nutricionista e membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife

    “Por ser ativa, encaro o doce com moderação e significado. Comer um pedaço de bolo com minha mãe de vez em quando ou um chocolate amargo com meu marido faz parte do meu ritual de bem-estar. Acredito que tudo é possível com equilíbrio. Alimentar-se deve ser um ato que une nutrição, emoção e prazer. O segredo está em manter o movimento, estar bem-informada e não viver em extremos. Comer com alegria é possível — sem culpa.” Ana Cristina Gutiérrez – Nutricionista e Mestre em Nutrição, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife

    “Quando sinto vontade de doce, como uma fruta — que é naturalmente doce e tem fibras, que ajudam na saciedade. Outra estratégia que aposto é preparar um shake proteico, que além de ser nutritivo, reduz a chance de consumir alimentos ricos em açúcar e pobres em nutrientes.”
    Clara Lucía Valderrama – Nutricionista e membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife

    “Minhas opções favoritas são iogurtes gregos sem açúcar com frutas (quase sempre mirtilos) ou kefir. Às vezes, também opto por um pudim de chia preparado com iogurte natural ou uma panqueca proteica de aveia. Esses lanches me satisfazem e evitam que eu busque calorias vazias. A chave é se planejar: tenha os ingredientes certos por perto e, quando a vontade bater, é só misturar e aproveitar seu doce saudável.”
    Talía Pinto – Nutricionista e membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife

    “Primeiro, me pergunto se a fome é real ou emocional. Se for fome real, busco alternativas saudáveis como um iogurte grego, uma receita de muffins nutritiva ou mesmo um pedaço de chocolate amargo.
    Essa é uma estratégia que funciona porque oferece o que meu corpo precisa, sem me privar de algo doce. É importante ouvir o corpo.”

  • Você sabe como cuidar da pele do recém-nascido?

    Você sabe como cuidar da pele do recém-nascido? Especialista explica os cuidados essenciais nos primeiros meses 

    Obstetra explica os cuidados ideais com a pele do bebê e como produtos adequados podem fazer a diferença para a sua saúde e bem-estar  

    Os primeiros três meses de vida do bebê, também conhecidos como período neonatal ampliado ou exterogestação, são marcados por descobertas intensas, tanto para a criança quanto para os pais. Nesse momento de adaptação à vida fora do útero, o corpo do recém-nascido ainda está em pleno desenvolvimento, e a pele, por ser extremamente delicada e imatura, requer atenção especial e cuidados diários. 

    Segundo a ginecologista e obstetra Dra. Larissa Cassiano, a pele do bebê nessa fase é muito mais fina e permeável do que a de um adulto, tornando-se mais vulnerável a irritações, alergias e infecções. “Ela ainda está em processo de maturação, com produção reduzida de sebo e suor, além de uma barreira cutânea que ainda não funciona plenamente. Por isso, é fundamental ter atenção redobrada na escolha dos produtos que entram em contato com essa pele tão sensível”, explica a médica. 

    Entre os cuidados indispensáveis, estão evitar banhos muito quentes ou prolongados, dar preferência a sabonetes neutros e optar sempre por fórmulas com ingredientes naturais e suaves. “Produtos hipoalergênicos, dermatologicamente testados e livres de substâncias agressivas são essenciais para prevenir reações alérgicas e manter a saúde da pele do bebê”, orienta a especialista. 

    Outro ponto que merece atenção, segundo a Dra. Larissa, é a troca de fraldas. “Manter a região íntima sempre limpa e seca, reduz significativamente o risco de dermatites. O uso de creme para assaduras, com extratos calmantes e livres de parabeno, também faz toda a diferença”, destaca. 
    Atenta a essas necessidades, a Pom Pom desenvolveu uma linha completa de higiene e cuidados especialmente formulada para a pele delicada dos pequenos. Composta por sabonetes líquidos, shampoo, condicionador, talco e creme de assadura, a linha utiliza ingredientes de origem natural, livre de parabenos e possui fórmulas suaves e seguras, ideais para os primeiros cuidados do bebê. 

    Mais do que uma rotina de cuidados, esse é também um momento de vínculo, toque e afeto. Com informação, atenção e os produtos certos, é possível transformar cada etapa dos primeiros meses em uma experiência de acolhimento e bem-estar para o bebê e para toda a família.

  • Como escolher um bom azeite?

    Como escolher um bom azeite?

    Como escolher um bom azeite: dicas práticas para não cair em armadilhas no mercado

    Seja para finalizar pratos, temperar saladas ou dar aquele toque especial na cozinha, o azeite de oliva extra virgem é um queridinho dos brasileiros. Mas o que muita gente não sabe é que esse também é um dos mais falsificados no mundo, devido à alta demanda e valor econômico.

    Diante das prateleiras repletas de opções, promessas e variedade de preço, como saber se você está levando um bom azeite para casa?

    Leia o rótulo com atenção

    • Essa é a primeira linha de defesa contra produtos duvidosos. Dê preferência aos que trazem termos como “extra virgem” e “extração a frio” ou “primeira prensagem a frio”.

           “Esses indicativos remetem a processos mais cuidadosos, que preservam sabor, nutrientes e qualidade. Também procure selos de pureza e isenção de aditivos químicos”, explica Eduardo Casarin, country manager Brasil & Latam da marca italiana, Filippo Berio.

    • A acidez é um dos principais indicadores de qualidade. Quanto menor, melhor: no caso do azeite extra virgem, o limite máximo é de 0,8%. Essa informação costuma aparecer no rótulo e diz respeito à quantidade de ácidos graxos livres e quanto mais baixa, menor o grau de oxidação e melhor a preservação do sabor e nutrientes.
    • Cuidado com os “óleos compostos”: algumas marcas vendem azeite extra virgem misturado com outros óleos de menor qualidade, como soja, girassol etc, para reduzir custos. Esses óleos não fazem mal, mas também não oferecem todas as propriedades benéficas do azeite extra virgem puro. Leia atentamente o rótulo antes de comprar para evitar surpresas.
    • Dê preferência a azeites produzidos em países ou regiões com tradição. Marcas renomadas e com atuação internacional, como a Filippo Berio, por exemplo, costumam seguir rígidos padrões de qualidade. Verificar a história e reputação da marca é uma forma eficiente de evitar fraudes.
    • Azeites extra virgens devem ser comercializados em garrafas de vidro escuro ou latas, pois o produto é sensível à luz. Evite embalagens transparentes, que facilitam a oxidação e a perda de propriedades sensoriais. E, em casa, mantenha o frasco longe do fogão ou janelas ensolaradas. Temperaturas entre 15°C e 23°C são ideais. Embora o calor prejudique o azeite, o frio também não é amigo.

    Cor bonita e preço baixo não garantem qualidade

    Produzir um bom azeite extra virgem custa caro, produtos muito baratos podem ter sido diluídos com itens de qualidade inferior ou sequer serem azeite de oliva de verdade.

    • Um azeite extra virgem de qualidade também deve ter aroma de azeitona fresca, com notas frutadas de alcachofra, maçã verde e amêndoa. “O cheiro é um dos parâmetros mais importantes para julgar um azeite, pois revela a pureza do produto”, afirma Casarin. 
    • Não se engane pela cor verde vibrante: ela não garante qualidade. A cor do azeite varia conforme o tipo e a maturação da azeitona, e há até casos de uso de corantes artificiais para enganar o consumidor. Da mesma forma, a presença ou ausência de partículas visíveis não define se o azeite é bom ou ruim.

    Por que tudo isso importa?

    O azeite extra virgem é reconhecido por seu alto teor de antioxidantes e ácidos graxos saudáveis, sendo aliado da saúde cardiovascular, cerebral e metabólica. No entanto, um produto adulterado pode conter óleos de baixa qualidade, ou até substâncias prejudiciais, que comprometem esses benefícios.

    “Nosso compromisso é garantir que o consumidor brasileiro tenha acesso a um azeite de oliva autêntico e seguro, por isso, cada detalhe na hora da compra faz diferença”, afirma Casarin.

  • Quais cuidados tomar ao receber um cão em casa

    Quais cuidados tomar ao receber um cão em casa

    Quando o lar ganha um novo amigo: entenda quais cuidados tomar ao receber um cão em casa

    No Dia do Cachorro, médica-veterinária Kelly Carreiro cita medidas essenciais para garantir a adaptação saudável e acolhedora de um novo pet 

    Celebrado em 26 de agosto, o Dia do Cachorro é uma oportunidade especial para homenagear os companheiros de quatro patas que transformam lares e famílias. Neste ano, a Special Dog Company, com mais de 20 anos de experiência em nutrição pet, aproveitou a data para destacar orientações importantes sobre a chegada de um um novo cão em casa, seja ele filhote, jovem ou adulto, reforçando a importância dos primeiros cuidados para promover bem-estar, saúde e vínculos duradouros.
     

    De acordo com Kelly Carreiro, médica-veterinária da Special Dog Company, cada fase da vida do pet traz necessidades específicas, mas a atenção, o carinho e a paciência são indispensáveis em qualquer situação. “Ao adotar ou adquirir um cão, a família deve compreender que a adaptação pode levar tempo. Criar um ambiente seguro, oferecer alimentação adequada e respeitar o ritmo do animal são fatores determinantes para que essa convivência se torne saudável e duradoura”, explica.
     

    Ao chegar ao novo lar, é natural que o cão apresente insegurança ou estranhe a mudança de ambiente. Para minimizar esse impacto, recomenda-se reservar um espaço exclusivo, confortável e tranquilo, onde o animal possa descansar e se sentir protegido. Brinquedos, objetos com cheiros familiares e a presença da família ajudam a transmitir segurança. Quando já há outros animais na casa, a introdução deve ser feita gradualmente, de preferência em locais neutros, sempre com supervisão e paciência para respeitar o tempo de cada um.
     

    A socialização com crianças também merece atenção. É essencial ensinar os pequenos a respeitar os momentos de descanso do animal, além de estimular a gentileza no contato e a participação em pequenas tarefas de cuidado, como trocar a água ou organizar os brinquedos. Isso fortalece o vínculo e contribui para a construção de uma relação respeitosa.
     

    Outro ponto fundamental é a alimentação, que deve considerar a idade, o porte e as condições de saúde do cão. Alimentos completos, formulados de acordo com cada fase da vida, são indispensáveis para garantir energia, vitalidade e longevidade. Manter sempre água fresca à disposição, estabelecer uma rotina de horários e definir um local adequado para as necessidades fisiológicas contribuem para a adaptação e para a manutenção da saúde do animal.
     

    O acompanhamento veterinário deve começar logo nos primeiros dias após a chegada, independentemente da idade do cão. Esse cuidado é essencial para verificar o estado de saúde, atualizar vacinas, orientar sobre vermifugação, prevenção de parasitas e indicar possíveis exames. “A consulta periódica ao veterinário é indispensável para o bem-estar do animal em todas as fases da vida. A prevenção é sempre a melhor forma de cuidado”, reforça Carreiro.
     

    Com o protocolo vacinal em dia, os passeios podem ser incorporados à rotina. O uso de coleira com identificação, a escolha de horários de menor calor, a hidratação frequente e a coleta das fezes são práticas que garantem não apenas o bem-estar do cão, mas também a boa convivência em comunidade.
     

    “O Dia do Cachorro é uma oportunidade para lembrarmos do quanto esses animais trazem alegria e afeto às nossas vidas. Compartilhar informações e orientar os tutores é a nossa forma de contribuir para relações mais saudáveis e duradouras entre famílias e seus cães”, conclui Carreiro.