Autor: agitosp

  • Conheça 4 experiências imperdíveis no Valle Nevado

    Para celebrar seus 30 anos de existência, o centro de esqui oferece experiências exclusivas em parceria com a Mastercard

    O Valle Nevado, mais famoso centro de esqui do Chile, celebra seu 30º aniversário este ano e, para comemorar, oferecerá experiências exclusivas para seus visitantes em parceria com a Mastercard. Entre elas, será possível curtir as pistas de esqui de maneira exclusiva ou vivenciar uma experiência astronômica acompanhado por um bom chocolate quente.

    Conheça as quatro experiências imperdíveis para a temporada 2018:

    1. Tour Astronômico

    Com o auxílio de especialistas do Observatório Astronômico Andino, a Mastercard pretende levar seus clientes Black às estrelas. Longe do barulho da cidade e do estresse, com um telescópio e chocolate quente, um guia explica os mistérios do universo para os visitantes.

    Mais informações em www.priceless.com.

    1. Gastronomia

    Se, além de esquiar, o viajante é amante de uma boa refeição, o Valle Nevado oferece uma ampla oferta de restaurantes gourmet:

    • Bajo Zero: incrível lugar de comida rápida para que o turista não perca tempo e possa retornar logo às pistas. Entre outras coisas, o local oferece cachorros-quentes, saladas, pizzas, bifes de wagyu, sucos e bebidas.
    • La Leñera: para apreciar o pôr do sol, La Leñera oferece hambúrgueres, carnes grelhadas e happy hour com uma variada oferta de bebidas e DJ ao vivo.
    • Restaurant Sur: entre as especialidades da casa estão a truta recheada, ajiaco de três pontas, plateada al jugo (corte de carne chileno) e confit de assado de tiras.
    • Monte Bianco Ristorante: um lugar único de comida italiana no meio da Cordilheira dos Andes. Imperdível!
    • Mirador del Plomo: é considerado o melhor restaurante internacional do Centro, com uma grande variedade de sobremesas para escolher.
    • Le Fourchette: comida francesa no coração dos Andes. É possível apreciar um bom drinque em um dos lugares mais especiais do resort.
    1. Heliski

    Essa experiência foi pensada para aqueles viajantes que desejam viver aventuras dignas de um filme de ação. A Mastercard oferece um passeio de helicóptero pela Cordilheira acompanhado por um fotógrafo profissional e guias de esqui certificados, enquanto o viajante desce pela neve imortalizando o momento.

    Mais informações em www.priceless.com.

    1. Hospedagem no meio da neve

    Para não perder nem um minuto nas pistas, a melhor opção é ficar hospedado no próprio Valle Nevado, que oferece várias possibilidades entre hotéis e apartamentos.

    O Hotel Valle Nevado tem acesso exclusivo à pista por meio do lobby. Para quem gosta de atividades noturnas, o Tres Puntas Hotel é a melhor escolha: todas as noites há um panorama que torna a estadia em Los Andes ainda mais incrível. Com 122 quartos disponíveis, o Hotel Puerta del Sol se destaca pela sua piscina ao ar livre.

    Finalmente, para aqueles que preferem privacidade e independência para momentos com a família ou amigos, o Valle Nevado possui oito edifícios com apartamentos totalmente equipados.

    Vivenciar momentos inesquecíveis envolvendo gastronomia, arte, cultura e lazer é uma das possibilidades oferecidas pela plataforma Priceless Cities, desenvolvida para proporcionar experiências exclusivas que fazem parte do “Comece algo que não tem preço”, movimento da Mastercard que deseja inspirar as pessoas a buscarem por suas paixões e propósitos.

  • Alimentação afetiva pode ocasionar em obesidade e gerar outras doenças em pets

    Médicos-veterinários devem acompanhar o peso e indicar dietas mais balanceadas aos tutores

    Atualmente, 59% dos cães e 52% dos gatos em todo o mundo estão acima do peso e esses números podem ser explicados pelas novas relações entre os donos e seus pets. Uma pesquisa internacional realizada com tutores de animais de estimação do Brasil, China, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos, mostrou que 59% dos tutores de cães e gatos disseram que se sentem recompensados ao alimentar seu animal de estimação e 77% disseram que seu animal fica feliz quando oferecem alimento a ele. Esses resultados foram apresentados durante o Congresso ROYAL CANIN® sobre Controle de Peso, que ocorreu no Reino Unido no início deste ano.

    Para o médico-veterinário e professor da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp Jaboticabal, Dr. Aulus Carciofi, o crescimento da obesidade nos pets pode ser explicado por uma combinação de fatores: mudança de ambiente, castração e a humanização dos pets. “Hoje, os cães e gatos ficam em casa, eles não se exercitam como faziam há 20 anos, não o mesmo que fazem hoje, com um passeio. A castração também pode ocasionar a obesidade, apesar dos benefícios que traz, e tudo isso ainda é somado com a humanização, que é tratar os pets como membros da família. A comida possui uma relação afetiva com o ser humano, por isso achamos que estamos demonstrando amor ao ceder mais um petisco”, explica Carciofi.

    Apesar dos números altos de obesidade, a pesquisa aponta que apenas 24% dos tutores de cães descrevem seu animal de estimação com excesso de peso. Um dos motivos dessa desproporciabilidade pode ser a falta de acompanhamento do médico-veterinário na dieta e orientação aos tutores. Apesar de muitos não acharem que o pet está acima do peso, 64% indicaram que , atualmente, enxergam pelo menos um sinal de excesso de peso como, por exemplo, não ser possível sentir as costelas ou ter afrouxado a coleira. Esses sinais precisam ser captados pelo veterinário para a percepção do problema e indicação de soluções.

    “A detecção dos problemas com o peso varia muito de um médico para o outro, nem sempre o pet é diagnosticado, por isso é importante que seja feita a orientação para a especialidade de nutrição, tanto para tratamento, quanto para prevenção”, ressalta o professor. O médico também reforça as doenças que a obesidade pode trazer aos pets. Segundo ele, cães podem desenvolver problemas de pele, problemas respiratórios e articulares, resultando em uma diminuição da expectativa de vida de até 15% ou dois anos. Para os gatos, o problema é ainda mais sério, pois os felinos possuem quatro vezes mais chances de desenvolver doenças articulares e diabetes.

    Um dado muito importante é que 67% dos tutores de cães e gatos gostariam que seu médico-veterinário falasse mais sobre o peso do animal e 82% gostariam de receber orientações mais claras sobre peso ideal e conselhos para mantê-los aptos e saudáveis. A orientação é muito importante, já que, de acordo com a mesma pesquisa, 61% dos entrevistados desconheciam que os animais com excesso de peso podem ser suscetíveis a diabetes e doenças ortopédicas e, consequentemente, a redução da qualidade de vida.

    Carciofi complementa: “existem muitos tipos de alimentos funcionais, como rações de baixa energia, que é a mais adequada aos animais que ficam em casa. As mais indicadas são as que possuem gordura abaixo de 10% e 5% a 6% de fibra, mas ainda assim não pode ser dada à vontade. A ida ao veterinário será importante para que ele avalie o score de condição corporal do pet e indique fortemente a prática de exercícios, alcançando assim o equilíbrio”.

    A médica-veterinária, Dra. Luciana Peruca, também indica a importância da orientação aos tutores, pelos médicos, de observar as quantidades corretas de alimentos descritas nas embalagens. “O ideal é obedecer essa quantia e evitar a todo custo as porções extras, ainda que o animal manifeste apetite. A balança portátil ou potes com medida são formas segura e precisas de se medir a quantidade de alimento para ingestão diária”, explica.

    “O pet obeso não deve ser visto como um ‘animal saudável e fofinho’, pelo contrário, um pet obeso pode ser considerado um animal doente. As principais consequências dessa anormalidade são problemas articulares, câncer, hipertensão, diabetes, problemas renais, dermatológicos entre outros não menos importantes”, conclui Luciana.

    Todas essas tendências de saúde e nutrição animal serão abordadas durante o Congresso Internacional PET South America, que acontece de 21 a 23 de agosto, no São Paulo Expo, paralelamente a exposição de tecnologia e equipamentos veterinários na PET VET.

    Artigo realizado por: Comunicação PET South America

  • Inverno aumenta irritação nos olhos

    Baixa umidade do ar predispõe à síndrome do olho seco que pode evoluir para conjuntivite ou alergia ocular. Saiba como prevenir.

    De uma hora para outra os olhos coçam, ardem e a cada piscada parecem estar sendo arranhados pelas pálpebras. Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier de Campinas, estas são as queixas mais comuns durante o inverno. “Tudo começa com a menor umidade do ar que predispõe à síndrome do olho seco” afirma.   Para se ter ideia, a previsão do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) é de que até final de agosto a maior parte do país vai estar em estado de alerta com umidade do ar  próxima a 30%.

    O médico explica que a síndrome do olho seco é uma alteração na quantidade ou qualidade da lágrima que tem a função de alimentar, oxigenar e proteger a superfície ocular. O tratamento é feito com colírio lubrificante, mas não vale usar qualquer um. “A lágrima tem três camadas: aquosa, lipídica e proteica. O tipo de colírio indicado para cada pessoa varia conforme a camada que entrou em desequilíbrio, salienta.

    Tratamento de conjuntivite deve ser imediato

    ”A primeira reação para diminuir o desconforto do ressecamento ocular é levar as mãos aos olhos e deles para o teclado do computador, corrimão de escada e outras superfícies que são tocadas por muitas pessoas”, afirma. Por isso, é muito comum a síndrome do olho seco evoluir para conjuntivite. A doença, explica,  é uma inflamação da conjuntiva, membrana que recobre a face interna da pálpebra e a esclera, parte branca do olho. Pode ser causada por vírus ou bactéria e nos dois casos é altamente contagiosa.

    O médico afirma que muitas pessoas acreditam que a conjuntivite é um mal menor e por isso adiam o tratamento. Não é bem assim. Quanto antes for tratada, melhor. Os sintomas podem desaparecer em poucos dias. “Quem adia o uso do colírio pode ficar com sequela permanente na visão caso se formem cicatrizes na córnea” adverte.  Também não vale recorrer a tratamentos caseiros, soro fisiológico ou pingar o colírio usado no ano passado. Isso porque, se for viral o tratamento é feito com corticóide. Já a bacteriana é tratada com antibiótico. “O sal do soro fisiológico pode irritar ainda mais e até contaminar o olho porque não tem conservante. Já um colírio inadequado pode mascarar a doença e todo colírio depois de aberto só tem 30 dias de validade e deve ser descartado”, afirma.

    Falta de lágrima reduz a imunidade

    Queiroz Neto lembra que a falta de lágrima desequilibra a imunidade da porção externado olho. Por isso, um levantamento da OMS (Organização Mundial da Saúde) mostra que 7 em cada 10 pessoas com alguma doenças alérgica respiratória – rinite, sinusite, bronquite ou asma – mais frequentes no inverno,  desenvolvem simultaneamente alergia nos olhos. Ao contrário da conjuntivite viral e bacteriana, a alérgica não é contagiosa, mas pode predispor ao ceratocone, doença degenerativa que afina e deforma a córnea. O tratamento é feito com colírio anti-histamínico ou corticoide, dependendo da gravidade da alergia. O oftalmologista adverte que usar colírio com corticóide por tempo prolongado predispõe ao glaucoma e à catarata. Por outro lado, a interrupção do uso não pode ser repentina para evitar efeito rebote. Por isso, embora a venda seja livre, o medicamento só deve ser usado com supervisão médica.

    Prevenção

    As dicas do oftalmologista para prevenir a síndrome do olho seco e a alergia  são: beber água com frequência, comer frutas, verduras e legumes ricos em vitamina A e E, colocar vasilhas com água nos ambientes, ingerir alimentos ricos em ômega 3 que é encontrado em nozes, semente de linhaça, salmão e sardinha, evitar o uso de ar condicionado, manter os ambientes livres de poeira, desviar os olhos das telas eletrônicas por 5 a 10 minutos a cada hora, piscar voluntariamente quando usar o computador ou tablet e proteger os olhos da poluição com óculos apropriados nas atividades externas.

    Para prevenir a conjuntivite viral e bacteriana Queiroz Neto recomenda lavar as mãos com frequência,  separar e trocar fronhas e as toalhas diariamente, não compartilhar maquiagem ou colírio, higienizar as mãos com álcool gel, evitar tocar os olhos, higienizar as mãos com álcool, evitar tocar em superfícies de locais públicos e higienizar o mouse e o teclado compartilhado com outras pessoas na empresa com álcool.

    Para usuários de lente de contato a dica é manter os olhos hidratados e interromper o uso ao menor desconforto. A insistência em manter as lentes nos olhos antecipa o vencimento.

  • 14 erros comuns que os brasileiros cometem em inglês

    Bruno Gagliardi, CEO do Centro Britânico, dá dicas de como evitar alguns equívocos na língua inglesa e como adquirir fluência no idioma
    Durante o processo de aprendizagem da língua inglesa, frequentemente os brasileiros cometem alguns erros que, na maioria das vezes, tem o idioma materno como influência, no caso o português. “Essa influência faz com que muitas pessoas cometam certos tipos de erros que são altamente previsíveis”, explica Bruno Gagliardi, CEO do Centro Britânico Idiomas. Para isso, ele exemplifica 14 situações e dá dicas para evitá-los.
    1. Traduzir ao pé da letra expressões que existem em português mas que não existem em inglês
    Um bom exemplo é “make beautiful” que é usado quando se quer dizer “vamos fazer bonito”, quando na verdade essa expressão não se usa em inglês com esse sentido.
    1. Falsos cognatos
    Algumas palavras em inglês são semelhantes ao português. Um bom exemplo disso é o famoso “push” que encontramos nas portas dos estabelecimentos. O que costumamos fazer? Puxar a porta, certo? Errado! O certo é empurrar a porta, porque “push” na verdade significa empurre. Se precisamos puxar alguma coisa, o termo é “pull”.
    1. Uso de “nothing” ao invés de “anything”
    No português costuma-se negar duas vezes ao dizer por exemplo: “eu não sei de nada”, e ao se falar em inglês habitualmente se diz: “I don’t know nothing”, quando na verdade deveria ser dito “I don’t know anything” para que se tenha o mesmo significado.
    1. Confundir palavras com grafias similares
    No inglês há palavras que têm grafias muito similares, mas com significados e pronúncias diferentes que às vezes causam confusão, como por exemplo, “desert” e “dessert”. O primeiro significa deserto e o segundo, sobremesa.
    1. Não saber a grafia das palavras ou escrever como se fala
    No português há semelhança muito mais próxima que o inglês entre o registro escrito e o falado. Essa característica do inglês (a diferença entre a forma como se escreve e a forma como se pronuncia) faz com que se traga uma dificuldade a mais para o estudante. Uma dica é compreender a fonética das palavras e isso é algo que o Centro Britânico proporciona. Um exemplo é a palavra “country”, cuja pronúncia é “cântry”.
    1. Confundir o verbo “haver” com “to have”
    No português “haver” tem sentido de existência, porém, em inglês usa-se o verbo “there is” para existência no singular, “there are” no plural e “have/has” para posse.
    1. Esquecer o “s” na terceira pessoa
    Um erro muito comum dos brasileiros é esquecer que os verbos na terceira pessoa do singular (he, she ou it) levam um “s” final, ou seja, “I work”, “she works”.
    1. Esquecer das irregularidades dos verbos em inglês
    Os verbos em inglês, assim como em português, são regulares e irregulares, por isso é preciso tomar muito cuidado para não se conjugar todos eles como se fossem regulares, uma vez que não o são. Há verbos que, no passado, ganham o acréscimo de “ed” (“talk-talked” “work-worked”). Porém, há um número razoável de verbos que é irregular, ou seja, tem a sua estrutura completamente alterada quando conjugadas no passado (exemplos “go-went” “eat-ate”.
    1. Uso excessivo do verbo “to be”
    A primeira coisa que se aprende na escola é o verbo “to be” e, às vezes, pensa-se que é preciso usá-lo sempre, já que estamos mais familiarizados com ele. Porém, a grande maioria das frases em inglês pode não ter o verbo “to be”, mas sim outro auxiliar, como “can” ou “do”.
    1. Troca de adjetivos
    O normal na língua inglesa é que os adjetivos venham antes dos substantivos (exemplo: girl – garota / substantivo e beautiful – bonita / adjetivo). Ao se formar a frase, coloca-se o adjetivo antes do substantivo: “She is a beautiful girl”.
    1. Pronúncia do “h”
    No português o “h” tem som mudo, ou seja, não é pronunciado. No inglês ele pode ter som de “r”, portanto, a palavra “have” se pronuncia “rave” e não “ave”, como faríamos no português.
    1. Querer a tradução literal de todas as palavras do inglês
    Não é possível fazer tradução literal de algumas expressões do inglês, por isso aconselha-se não confiar somente no Google tradutor. Não temos por exemplo uma tradução para a palavra “saudade”. Temos uma expressão equivalente a “eu sinto a sua falta” que é “I miss you”.
    1. Confundir os verbos “make” e “do”
    No inglês, embora os verbos “make” e “do” possam ser traduzidos como “fazer”, no português são usados em contextos diferentes. Dizemos “make lunch” (fazer o almoço) e antes de dormir “do your homework” (fazer a lição de casa). A dica aqui é associar o verbo com os complementos (make – breakfast, lunch, dinner, time, etc; do – homework, exercise, yoga, a test, etc).
    1. Não usar um dicionário (de preferência unilíngue para que você possa aprender melhor)
    Quando se aprende uma língua nova, ao se deparar com uma palavra desconhecida e que não se compreende pelo contexto, o erro é ter receio de utilizar um dicionário. No começo quando não se domina o idioma, pode-se usar um dicionário bilíngue (inglês-português). Na medida que for avançando no aprendizado, é de suma importância que seja utilizado um dicionário unilíngue (inglês-inglês), para que possa aprender os significados apresentados em inglês e não na língua materna.
  • Pediatra explica tudo sobre amamentação

     

    O leite que o bebê recebe deve, preferencialmente, ser o materno, pois ele é preparado exclusivamente para cada bebê, suprindo suas necessidades nutricionais. O uso de fórmulas é indicado apenas quando a mãe não tem leite suficiente a ponto de prejudicar o ganho de peso do bebê, ou em casos de mastites (inflamações e infecções na mama), ou ainda em casos de mamilos que prejudicam a amamentação e alergias.

    Garantir um ambiente calmo, tranquilo, com luminosidade adequada, pouco barulho, na posição correta (a mais adequada é a que o bebê fica quase sentado de frente para a mãe, chamada de posição de cavaleiro), pois tudo isso interfere na quantidade de ar que o bebê engole ao ser amamentado.

    O uso de mamadeiras facilita maior entrada de ar e existem bicos mais anatômicos para minimizar isso. Mas sempre deve-se dar preferência ao peito pois a anatomia e o encaixe são perfeitos.

    Lembrar que o aleitamento deve ser de acordo com a livre demanda, ou seja, sempre que o bebê quiser. Isso porque o aparelho digestivo deles é bem imaturo e pequeno.

    Logo ao nascer, o estômago comporta de 5 a 7 ml de líquido e tem o tamanho equivalente a uma cereja pequena.

    Por volta da primeira semana de vida, cabem de 45 a 60 ml e o estômago tem o tamanho de uma ameixa.

    Após um mês de vida, cabem de 80 a 150 ml e o tamanho equipara-se ao de um ovo.

    Todo bebê precisa arrotar depois de cada mamada? Por quê ?

    É importante arrotar após cada mamada pois quando o ar fica dentro do estômago, ele ocupa lugar, distendendo-o e dando a sensação de saciedade mesmo com pouco leite. Pode ser por isso que alguns bebês mamam a toda hora, mas estão sempre com fome.

    Não arrotar tem relação direta com cólicas, pois o ar dentro do aparelho digestivo e a distensão causada é extremamente incômoda para o bebê.

    Se o bebê não engole ar, ou engole muito pouco, ele não irá arrotar. Assim, antes de ficar preocupada se o bebê não arrotou, vale prestar atenção se ele engoliu ar ou não durante a mamada.

    Como vamos saber?

    Prestando atenção em cada mamada, em relação ao tempo, à maneira que o bebê pega o peito, na sucção. A mãe vai conhecendo aos poucos o ritmo do seu filho.

    O parâmetro a ser observado é o ganho de peso, por isso consulte sempre o pediatra.

    Qual é o risco se o bebê não arrota depois de mamar?

    Não arrotar significa que o ar (se ele entrou), estará preso dentro do estômago do bebê. Isso pode facilitar o refluxo ou o retorno de conteúdo de leite à boca. Por isso a orientação é deixar o bebê na posição mais sentada até arrotar, tendo o cuidado de não comprimir (apertar) a barriga e o estômago, pois isso, certamente irá causar a volta do leite.

    É importante lembrar que nem sempre o arroto é audível, ele pode ser silencioso e breve.

    Arrotar não é obrigatório, mas ficar na posição mais vertical para que ele possa eliminar o ar que engoliu, sim. Isso é importante.

    Até que idade a mãe deve colocá-lo para arrotar, depois da mamada no peito ou na mamadeira?

    O estômago do bebê após o primeiro mês já acomoda mais volume, mas ele ainda está iniciando a coordenação da sucção e deglutição. Considera-se seguro que até pelo menos quatro meses de idade, deve-se colocar os bebês para arrotar.

    A mamãe vai conhecendo melhor como seu filho mama e se engoliu bastante ar ou não.

    As três posições mais utilizadas para o bebê arrotar são:

    Ombro: colocar o bebê no ombro, apoiando-o com a mão, segurando no bumbum. Dar alguns tapinhas ou massagear auxilia. Cuidado para não chacoalhar nem apertá-lo contra seu corpo, pois facilita a volta do leite à boca.

    Sentado: colocar o bebê sentado de costas para a mamãe e inclinar o tronco dele para frente, segurando-o pelo queixo e ombro. Atenção para não balançá-lo com a perna e não incliná-lo demais, com risco de queda ou de voltar o conteúdo à boca.

    No colo virado de frente: muito similar à posição anterior, mas voltado de frente. As mesmas orientações devem ser seguidas.

    Existe algum risco de engasgo nesse processo?

    Ao fazer o bebê arrotar, cuidado para não chacoalhá-lo e não apertar sua barriguinha, pois isso facilita o retorno do conteúdo alimentar (leite) e pode causar engasgos e asfixias, em casos mais graves.

    O fundamental é não ter pressa, aguardar, aproximadamente, 10 minutos para que o arroto ocorra ou não. Esse tempo garante também que o estômago tenha iniciado o processo de esvaziamento, ficando menos leite dentro dele, reduzindo o risco de engasgos.

    Lembre sempre que as mamadas devem ser feitas em ambientes tranquilos, não barulhentos, Deixe a agitação fora desse momento, desligue o celular, tudo pode esperar para que o bebê seja amamentado. O momento da mamada não é apenas de alimentação e sim de vinculo entre mãe e bebê, que é construído a cada momento.

    Vamos criar boas memórias para os filhotes sobre alimentação com carinho, cuidado, zelo, proteção e amor. Muitos dos transtornos alimentares em adolescentes e adultos vêm da fase de aleitamento materno.

  • “Um Domingo Bom Para Cachorro” na Vinícola Góes

    Hoje aconteceu mais uma edição do “Um domingo bom para cachorro” na Vinícola Góes em São Roque.

    Com uma manhã ensolarada e divertida, os pets puderam se divertir, tirar muitas fotos em frente ao lago da Vinícola e participar dos concursos que elegeram o maior e o menor cão, o mais fashion, o mais exótico e o mais parecido com o dono.

    Na categoria fashion, o Kiko e a Pink ganharam o mais que merecido primeiro lugar, confira na foto abaixo:

    Curtiram? Então é só ficar ligado no AgitoSP para ficar sabendo dos próximos eventos pets 😉

  • Ergonomia e os cuidados com a saúde

    Postura correta, equipamentos seguros e consciência corporal são pontos fundamentais para manter a qualidade de vida dos profissionais de uma empresa

     Na semana em que é lembrado o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, 28 de julho, é fundamental olhar com atenção para alguns pontos da ergonomia que podem minimizar e até evitar acidentes e afastamentos de trabalho.

    Para o ortopedista especializado em coluna, Dr. André Evaristo, os profissionais que trabalham sentados o dia todo devem ter muito cuidado com a postura, com a altura da cadeira, do notebook, posição do teclado e mouse, entre outros itens que podem prejudicar a cervical e a coluna causando dores e mal-estar. “É ideal também manter os intervalos para levantar, se esticar, alongar a coluna e movimentar-se”, reforça.

    O médico lembra também de posições que podem prejudicar cronicamente a coluna e que são realizadas sem consciência corporal, como segurar o telefone com o ombro, deixando a mão livre para trabalhar, carregar peso sem atenção na hora de se agachar, permanecer por muito tempo no celular, pressionando a coluna em função da posição da cabeça, entre diversos outros agravantes.

    Dicas para a saúde da coluna no trabalho:

    • Monitor do computador deve ficar na altura dos olhos;
    • Pés devem tocar totalmente o chão – pode ser utilizado descanso de pés;
    • Cadeira com altura que deixe os cotovelos em 90º com a mesa – colar a base da coluna no encosto;
    • Ao sentar, os joelhos devem ficar a 90º do chão;
    • A cada 50 minutos trabalhados, 10 minutos de descanso, com caminhada ou alongamento;
    • Utilizar headphone caso tenha de ficar com as mãos livres durante um telefonema

    Ginástica laboral, atividade física frequente, alimentação saudável e equilibrada, trocar o elevador pela escada, alongar-se sempre que possível e disciplinar os movimentos e a postura corporal são outros pontos que o Dr. Evaristo destaca e que podem favorecer a saúde do profissional, além de evitar futuras lesões e acidentes de trabalho.

    Dr. André Evaristo é formado em otorrinolaringologia pela Universidade de Marilia e fez residência médica em Ortopedia e Traumatologia no Hospital do Servidor Público Municipal (SP) e é Especialista em Cirurgia da Coluna. É membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Coluna. Atualmente, atende nos hospitais Sírio Libanês, Vila Lobos e AACD. Para saber mais sobre o seu trabalho, acesse www.dicasdrcoluna.com.br ou @DrColunaAndreEvaristo nas redes sociais.

  • Rouquidão, lesões no lábio e dores no pescoço podem ser indício de câncer de cabeça e pescoço


    Se não descoberta no início, a doença costuma ter baixa expectativa de vida

    No dia 27 de julho ocorre o Dia Mundial de Conscientização do Câncer de Cabeça e Pescoço. De acordo com dados do Inca, todos os anos ocorrem cerca de 40 mil novos casos de tumores malignos na região da cabeça e pescoço. Embora esse número corresponda somente a 4% de todos os tipos de câncer, a doença costuma ser descoberta somente em estágios mais avançados, quando a taxa de mortalidade é alta.

    “Os tumores mais comuns que ocorrem na tireoide, boca, laringe e esôfago são os chamados carcinoma epidermoide. Em estágios avançados, eles são bastante letais, com taxas de cura menores que 10% e uma baixa qualidade de sobrevida. Em contrapartida, tumores de tireoide, mesmo avançados, têm uma cura maior do que os 10% e uma expectativa de bastante longa”, revela Dr. Elge Werneck Júnior, oncologista do Instituto de Hematologia e Oncologia (IHOC)/Grupo Oncoclínicas.

    Os sintomas variam conforme a localização do tumor e a extensão da doença, mas costumam provocar lesões “aftosas nos lábios”, rouquidão, dores ou caroços no pescoço. “Os homens são os mais afetados pelos cânceres na boca, laringe e esôfago, sendo esse último o terceiro que mais ocorre na população masculina. “De dez pessoas com carcinomas epidermoides, oito são homens, geralmente, de meia idade. Nos tumores de tireoide, a realidade é oposta e a ocorrência maior é em mulheres mais idosas”, explica.

    O tabagismo e a ingestão excessiva de álcool são os principais fatores de risco para esses tipos de câncer. Segundo informações da Sociedade Brasileira de Cabeça e Pescoço, o álcool associado ao fumo aumenta o risco em dez vezes para câncer nessa região. “Somente o hábito de fumar está relacionado a mais de 90% dos casos de câncer” alerta Dr. Elge Werneck Júnior. “Também é importante ressaltar que a realização de sexo oral sem preservativos, aumenta os riscos de câncer de cabeca e pescoço pela transmissão do HPV”, acrescenta. Já para o câncer de tireoide, os fatores de risco são já ter realizado radioterapia cervical e torácica, além de histórico familiar da doença.

    O tratamento depende de cada caso. Em estágios iniciais, pode ser realizada somente cirurgia, mas a quimioterapia e a radioterapia podem ser indicadas, exceto para tumores de tireoide, quando é realizada a iodoterapia. “Nos últimos anos, uma nova opção terapêutica que surgiu é a imunoterapia, que tem proporcionado resultados bastante relevantes e já utilizada em estágios mais avançados”, aponta o oncologista.

    Contudo, existe o risco de sequelas. “A fala, o olfato, a audição e a deglutição podem ser afetadas conforme a localização do tumor, o estágio da doença e o tratamento proposto. Por isso, é sempre bom conversar com o seu médico e, antes de tudo, tentar prevenir esses tipos de câncer”, orienta Dr. Elge Werneck Júnior.

  • Cuidados com a alimentação do cão filhote

    De acordo com o médico veterinário da marca Max, filhotes precisam de alimentação rica em cálcio, fósforo, proteínas e gorduras

    Eles são pequenos, frágeis e precisam de bons alimentos para crescer fortes e saudáveis. Os filhotes exigem muito cuidado e dedicação do tutor: “Os filhotes recém-nascidos precisam de alimentos ricos em cálcio, fósforo, proteínas e gorduras para que tenham o desenvolvimento ósseo adequado e cresçam com saúde”, afirma o médico veterinário da Max e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

    O desmame

    O leite materno e o contato com a mãe são fundamentais para o filhote nos primeiros meses de vida, mas após 28 dias do nascimento o pet precisa ingerir outro tipo de alimento. “Filhotes de quatro a oito semanas de vida já precisam se habituar, gradativamente, a uma nova forma de comer, por isso é indicada a papinha de desmame, um alimento semissólido que serve como transição do alimento úmido para o seco”, pontua o médico veterinário da Max.

    Substituindo o leite materno

    Se o pet provém de grandes ninhadas, está em recuperação ou perdeu a mãe, pode precisar substituir o leite materno. “O ideal é que, quando há necessidade, o leite da mãe seja substituído por outro com concentrações similares ao da cadela”, afirma Machado.

    De acordo com o veterinário, oferecer leite de vaca para cães pode causar diarreia: “Cães têm dificuldade para digerir lactose, oferecer leite comum pode causar bastante mal-estar a eles”.

    Filhotes de quatro a oito semanas de vida já precisam se habituar, gradativamente, a uma nova forma de comer, por isso é indicada a papinha de desmame; um alimento semissólido que serve como transição do alimento úmido para o seco.

    Indicação do veterinário

    MAX MILK – SUBSTITUTO DO LEITE MATERNO
    • Rico em proteínas e gorduras para satisfazer as necessidades energéticas nessa importante fase;
    • Com probiótico para uma melhor saúde intestinal dos filhotes;
    • Ótimo nível de cálcio e fósforo para um desenvolvimento ósseo;
    • Sem lactose par auxiliar na redução do risco de diarreias;
    • Substitui o leite materno;
    • Rico em vitaminas A, D, E, minerais quelatados, antioxidantes naturais.

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  • Fome ou vontade de comer? Como diferenciar as duas situações?

    Fome ou vontade de comer Como diferenciar as duas

    Diferenciar fome da vontade de comer não é uma tarefa fácil para quem está iniciando um processo de reeducação alimentar. Quando o paciente está acima do peso e inicia o tratamento, costuma justificar que não consegue seguir uma alimentação regrada porque sente muita fome. A questão que dever ser analisada é: “sinto fome ou vontade de comer?”.

    “A fome significa que o organismo precisa ser nutrido. Quando a pessoa sente fome, o corpo reage com a sensação de estomago vazio, dor de cabeça, tontura e fraqueza. Nesse caso, quando realizamos uma refeição, esse desconforto é superado, e podemos voltar para as atividades habituais”, conta a gerente de nutrição do Hospital Salvalus Fátima Corradini.

    Deste modo, a fome nada mais é do que uma necessidade fisiológica que o corpo tem para manter suas funções vitais. Por outro lado, a vontade de comer tem uma conexão emocional e/ou psicológico, e pode estar relacionada à ansiedade, estresse ou depressão. “A vontade de comer acontece porque a alteração emocional reduz o nível de serotonina no corpo, o neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar. Geralmente, quando o paciente sente essa vontade, ela está associada aos alimentos ricos em gordura e açúcar como doces, massas e frituras, que ao serem consumidos provocam a mesma sensação no cérebro” explica a profissional.

    Existem algumas dicas para tentar identificar as diferenças. Para saber a diferença entre fome e vontade de comer é importante aprender a ouvir o próprio corpo e saber reconhecer suas necessidades. Dividir as refeições ao longo do dia, diminuindo o espaço de tempo sem alimentação é uma boa opção para quem ainda não consegue dissociar suas sensações. Além disso, acrescentar no cardápio alimentos ricos em fibras ajuda a controlar a saciedade. “Você sempre pode contar com a ajuda de um profissional para te ajudar neste trajeto de entender as suas sensações e encontrar o equilíbrio necessário para viver bem”, finaliza ela.