Autor: agitosp

  • Mamas em risco durante o Pré-Natal

    Estudo diz que 60% das mulheres não tiveram as mamas examinadas no pré-natal

    Na Semana Mundial de Aleitamento Materno, um estudo apresenta a realidade vivida por diversas mulheres durante a gestação. Boa parcela das grávidas entrevistadas afirmou não terem sido examinadas e também não terem recebido nenhum pedido de exame para as mamas. Para a Sociedade Brasileira de Mastologia, esses dados representam uma grande preocupação que merece a atenção das autoridades.

             De acordo com o mastologista Anastasio Berrettini Jr., membro da SBM e coordenador do estudo, a pesquisa foi realizada em pacientes de 18 cidades da Região Bragantina, que fica a 40 quilômetros de São Paulo, dentro da maternidade com gestantes e mulheres que acabaram de ganhar o bebê.  “Além da maioria não ter a mama examinada, apenas 20% receberam orientações sobre a higiene das mamas, o que poderia diminuir as taxas de mastite (inflamação das mamas) durante a amamentação”, afirma o médico.

             Segundo ele, o levantamento foi concentrado no Hospital Universitário São Francisco, em Bragança Paulista. “Foram avaliadas 255 pacientes, 92% delas provenientes do SUS e 8% de consultórios particulares”, explica Berrettini, acrescentando que o exame físico adequado das mamas deve compreender: a retiradada blusa, examinar a paciente deitada, palpar as mamas e palpar as axilas.

    O Mastologista diz que o estudo também se ateve a esse detalhe. Das que foram examinadas, 85% tiraram as blusas, 81% deitaram na maca e 69% e 95% tiveram as axilas e as mamas, respectivamente examinadas.

    No entanto, outro ponto do estudo chamou a atenção do mastologista. Apenas 37, das 255 entrevistadas, receberam orientações sobre aleitamento, algo primordial para as mães. “Vale ressaltar que não são apenas os recém-nascidos que se beneficiam da amamentação. Ela também é fundamental para a saúde das mães e auxilia na diminuição da chance de aparecimento do câncer de mama”, alerta o médico lembrando a Semana Mundial de Aleitamento Materno (1 a 8 de agosto).

    Ele enfatiza que as mulheres que amamentam por um período maior do que seis meses têm menos chances de desenvolver a doença devido à substituição de tecido glandular por gordura nas mamas. Além disso, em caso de desenvolvimento de câncer de mama, a amamentação protege contra os tipos mais agressivos do tumor. “A amamentação é uma proteção natural para a mulher”, alerta o médico.

    Berrettini aponta ainda outros cuidados que se deve ter durante o período de aleitamento para preservar a saúde mamária, como evitar tudo que possa sensibilizar a região, ou seja, o uso de cremes e pomadas nas mamas – que, por hidratar a pele, as deixa mais sensível às fissuras durante a amamentação. ”Expor as mamas ao sol e ajudar o bebê a mamar da maneira adequada também previnem machucados e a mastite”, indica.

             Por fim, o mastologista afirma que a realização das consultas é o único contato da mulher com o serviço de saúde, momento no qual se devem promover as orientações e cuidados. “Recomendamos o exame clínico das mamas ao menos uma vez por trimestre. A amamentação ofusca o diagnóstico precoce do câncer de mama, portanto o exame delas no período da gravidez é de extrema importância”, conclui.

  • Mônaco promove iniciativas sustentáveis em diversas áreas

     

    Grimaldi Forum Crédito: Monaco Government Communication Department

    Grimaldi Forum. Crédito: Monaco Government Communication Department

    Existem várias iniciativas sustentáveis sendo desenvolvidas em Mônaco. Veja abaixo uma lista com algumas ações que o principado e instituições vêm implementando no país:

    Prince Albert II of Monaco Foundation

    Em 2006, o H.S.H. Prince Albert II fundou a Prince Albert II of Monaco Foundation, dedicada a preservar o meio ambiente e promover o desenvolvimento sustentável em escala global. A fundação apoia iniciativas públicas e privadas e foca seus esforços em três áreas principais: mudanças climáticas e desenvolvimento de energias renováveis; biodiversidade; e gerenciamento de água (como o acesso universal à água limpa e luta contra a desertificação), atuando principalmente no mediterrâneo, regiões polares e países subdesenvolvidos da África, da América do Sul e do sudeste asiático. Desde seu início, já foram mais de 420 projetos financiados.

    A missão da fundação não é apenas estabelecer parcerias e executar projetos, mas também despertar a consciência das pessoas e autoridades sobre o impacto da atividade humana no meio ambiente e encorajar comportamentos mais sustentáveis.

    Os projetos apoiados pela fundação são bastante diversificados, abrangendo desde o combate ao desmatamento até desenvolvimento de áreas marinhas protegidas ou mesmo de cunho social, entre muitas outras ações. Não apenas em outros países, há também iniciativas no próprio principado, como o pacto “Wood Forever”, que encoraja a indústria de iates em Mônaco a usar madeira de florestas sustentáveis. Mais informações

    Monaco Ocean Week

    A primeira edição do evento aconteceu em 2017 e reuniu stakeholders locais e internacionais focados em uma causa: a proteção dos oceanos. Um manifesto foi assinado ao final do evento por diversas autoridades para recordar o papel decisivo dos oceanos no equilíbrio climático e para a vida dos habitantes de todo o planeta. Os stakeholders também foram capacitados para ajudar na preservação dos oceanos e no desenvolvimento de áreas marinhas protegidas. Mais informações

    Santuário Pelagos

    O acordo Pelagos foi assinado por Mônaco, França e Itália no final do século XX para a criação de um santuário marinho de 87.500 Km². O objetivo é proteger os mamíferos e seu habitat de impactos negativos da atividade humana, como poluição, colisões entre navios e animais, distúrbios, entre outros. Mais informações

    Trilha por árvores históricas

    Como parte do comprometimento do principado contra o desmatamento, há uma trilha por árvores históricas de Mônaco, elaborado pela Prince Albert II of Monaco Foundation e pela associação MC2D. Além de sua beleza, as árvores ilustram as ações de entidades monegascas contra o desmatamento. Há informações sobre cada árvore e o caminho passa pelo Jardin de La Petite Afrique, além de outros jardins emblemáticos como o Jardim Japonês e a Villa Sauber. Mais informações

    Campanha The Bag For Life

    Mônaco baniu a utlização e venda de sacolas plásticas descartáveis. Para ajudar na redução do plástico, cada casa monegasca recebeu uma sacola de pano reutilizável, feita com materiais naturais e biodegradáveis. Mais informações

    Monaco Explorations

    A iniciativa, que foi lançada em 2017, reuniu um grupo de cientistas e especialistas em ciências humanas e da natureza, que participará de expedições científicas para estudar o impacto de atividades humanas e a relação de diversas culturas com o mar. À bordo do barco Yersin, o grupo completará uma circunavegação do globo em um período de 36 meses. Mais informações

    Monitoramento

    Há 20 anos, o principado instaurou uma rede de controle de qualidade do ar com seis estações de monitoramento. Fazendo essa medição contínua, é possível emitir avisos de poluição e verificar a qualidade do ar a longo prazo e os resultados são comunicados ao público geral por meio de telas localizadas na entrada do país.

    O principado também monitora a qualidade física e química das águas costeiras com base em medições repetidas de todos os componentes do ambiente marinho (massas de água, sedimentos e organismos vivos), assim como monitora os efeitos de eventos naturais ou atividades artificiais que podem afetar a qualidade da água. É importante ressaltar que a baía de Mônaco inclui duas áreas protegidas, a Larvotto Reserve, criada em 1976, com uma área de 30 hectares, e a submarina Spelugues, com cerca de 1.9 hectares, criada em 1986 e casa de diversas espécies marinhas.

    Grimaldi Forum

    O centro é eco-responsável desde o início e em 2008 se tornou um dos primeiros centros culturais e de conferência europeus a obter o ISO 14001:2004. Sua política verde se tornou uma das principais partes de sua estratégia corporativa. O local oferece soluções concretas para organizar eventos verdes customizados. Mais informações

    Monaco Scientific Center

    Foi fundado em 1960 pelo Príncipe Rainier III com o objetivo de promover pesquisas oceanográficas e apoiar organizações governamentais e internacionais responsáveis pela proteção e conservação do ambiente marinho. Desde 1989, o centro se especializou em estudar a função de ecossistemas coralíneos em relação às mudanças climáticas. Os times são divididos em três grupos: departamento de biologia marinha, departamento de biologia polar e departamento de biologia médica. Mais informações

    No Brasil

    Mônaco também investe em uma iniciativa sustentável em terras brasileiras. Em parceria com o Movimento Greenk e com a Prefeitura de São Paulo, o escritório de turismo do principado presenteou a cidade de São Paulo com os primeiros 15 coletores públicos de lixo eletrônico. Os pontos de coleta começaram a operar no final do mês de maio e em dois meses já foram coletados mais de 1.2 tonelada de lixo eletrônico. Como praticamente todo o resíduo eletrônico pode ser reaproveitado como matéria-prima para as indústrias, esta quantidade de matéria-prima reutilizada gera resultados diretos de benefícios ambientais equivalentes a uma redução de 415 Kg de gás carbônico e 4.174 kW/h de energia economizada.

    Os paulistanos estão convidados a se engajar e participar do projeto levando materiais eletrônicos  (computadores e notebooks, impressoras, celulares, tablets, monitores, acessórios, cabos e outros equipamentos eletroeletrônicos de pequeno porte) em desuso ou quebrados nos pontos de coleta, que podem ser encontrados nos seguintes endereços:

    1) Parque Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Portão 3
    2) Parque Trianon – Rua Peixoto Gomide, 949
    3) Parque Prefeito Mario Covas – Avenida Paulista, 1853
    4) Parque da Independência – Avenida Nazareth, s/n
    5) Parque do Chuvisco – Rua Ipiranga, 792 – Jd. Aeroporto
    6) Parque Lina e Paulo Raia – Rua Volkswagen, s/n
    7) Parque Buenos Aires – Av Angélica, 1.500
    8) Parque do Povo – Av. Henrique Chamma, 420
    9) Parque da Aclimação – Rua Muniz de Souza, 1.119
    10) Parque Burle Marx – Av. D Helena Pereira de Moraes, 200
    11) Parque Piqueri – R. Tuiuti, 515
    12) Parque do Carmo – Av. Afonso de Sampaio e Sousa, 951 – Itaquera
    13) Parque Vila Guilherme /Trote – Rua São Quirino, 905
    14) Sede da Prefeitura de São Paulo – Viaduto do Chá, 15 – Centro
    15) Prédio da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente – Rua do Paraíso, 387

    Mapa dos pontos de coleta de e-lixo

    Para saber mais sobre Mônaco, acesse www.visitmonaco.com e o site Bureau Mundo, escritório virtual da GVA: www.bureaumundo.com.

     

  • BDSM: você toparia um #fetiche no encontro casual?

    Este é um assunto que dá pano para mangas e por que não dizer que muita gente ainda não sabe o que significam as quatro letrinhas

    Para quem gosta de encontros casuais e já quebrou muitos tabus em bisca de um relacionamento rápido, que quase sempre termina sobre a cama, participar de fetiches é um dos quesitos que culmina com a realização do ato sexual em si. O uso de fantasias, brinquedos eróticos ou lugares exóticos para a transa ser curtida por ambos os parceiros são situações e pedidos comuns entre os prticantes. Mas, a pergunta é: e se o pedido for para uma transa casual e com BDSM? Bem, apesar de toda liberalidade daqueles do sexo casual, ainda há aqueles que ainda desconhecem fetiches mais profundos e mais picantes como é o caso.

    Desmistificar o mundo BDSM e dos fetiches passa obrigatóriamente pela necessidade de explicar que é uma prática comum em alguns países, apesar de muita gente no Brasil fazê-lo sem perceber. No BDSM pode haver submissão com dono(a) e senhor(a) ou, depois de algum tempo, o submisso se torna “switcher” (alguém que assume ambos os papéis de dominador(a) e submisso(a) ao mesmo tempo) ou ainda, mais tarde, torna-se dominador(a) ou (domme) de homens e mulheres). O BDSM é mais uma das muitas maneiras de as pessoas se satisfazerem na prática sexual e pode ocorrer também num encontro casual, porque a dominação é relativa ao ato, quando a pessoa já está na cama.

    Numa recente pesquisa com seus usuários sobre a prática de BDSM feita pelo site de encontros casuais C-date (www.c-date.com.br) notou-se que os homens querem explorar a sua faceta de submissos. A pesquisa realizada com o banco de dados do próprio C-date (no Brasil são 6 milhões de usuários cadastrados) obteve resposta de 1224 homens que, questionados se aceitariam um pedido para participar de um encontro casual em que o parceiro seria praticante de BDSM, 48% deles disseram sim, que gostariam de aprender; 31% disseram desconhecer o significado de todas as palavras e sua prática; enquanto 21% negaram veementemente. Tornar-se submisso é um processo, e estar nas mãos de um dominador ou dominadora que sabe o que fazer ajuda na aprendizagem.

    O resultado mostra que apesar de serem liberais para uma transa casual ainda há tabus a serem desmistificados. Na prática BSDM há elementos que não se aprendem apenas em leitura de livros teóricos, mas principalmente na prática. Livros e filmes como “Cinquenta tons de cinza”, embora bonitos e emocionantes do ponto de vista ficcional, apresentam a questão do BDSM para a massa de cinéfilos e leitores, porém, não são obras que os praticantes da comunidade consideram referência, embora sua relevância em levar o tema ao conhecimento do grande público e para muitos leigos.

    Um dos sites de referência para os aficionados e curiosos sobre o mundo BDSM é o “Fetlife”, onde pessoas de todo o mundo partilham experiências, fotos, gostos e podem até tentar encontrar alguém para uma relação de dominação-submissão (D/S), como num encontro casual comum. Ali estão cadastradas pessoas que se interessam em BDSM, fetichismo e kink e são mais de 8 milhões de contas de usuários. “Não há nada de doentio com as pessoas que o praticam, é uma parte da sexualidade delas, uma opção, um estilo e até filosofia de vida, e de se relacionar com o outro”, afirma a sexóloga e consultora do C-date, Carla Cecarello. O que as difere, segundo a especialista, é a dinâmica íntima diferente delas, porque são pessoas normais.

    O que quer dizer BDSM?

    É um acrônimo e as iniciais significam:

    • B de bondage

    • D de dominação

    • S de Sadismo

    • M de masoquismo

    A sigla descreve os maiores sub-grupos dentro do mundo underground BDSM. A dominação e a submissão tratam-se de uma relação de poder, em que o submisso entrega o seu poder nas mãos de quem o domina. É preciso deixar de lado o que conhece sobre sexo, uma vez que BDSM não é sexo é busca de prazer. Tem o intuito de trazer prazer, através da troca erótica de poder que pode envolver ou não dor. Uma sessão de BDSM pode ser uma experiência corporal muito intensa e sensual, e causar sensações fortes e excitantes nas pessoas que os praticam. Pode existir numa relação duradoura monogâmica ou em sessões praticadas por pessoas que assumem estes papéis casualmente, desde que tenham em mente que o sexo não tem papel fundamental e sim o prazer de dominar ou ser dominado.

    Quando se usa um brinquedinho erótico, se dá palmadas, colocar vendas na outra pessoa, amarrar, algemar, todas essas “brincadeiras” vem do “spanking” um termo usado no BDSM para a realização desses atos. No mundo “normal” ou mainstream, que os praticantes de bondage chamam de “mundo baunilha”, essas brincadeiras são usadas para apimentar a relação, a fim de tornar o sexo mais gostoso, criar uma emoção, criar sensações. Mas a maioria desses “plays” tem sua origem na cultura e comunidade BDSM espalhada por todo o mundo, sendo predominante em determinados países que outros.

    Existir prazer na relação BDSM parece fácil para aquele que adquire o papel de dominar. Mas, para ser erótico, além do poder de dominar é preciso contar com alguém que saiba ser submisso. Por essa razão é importante também entender o papel do submisso e como esses dois lados excitam sexualmente. Para alguém que não pratica pode ser muito complicado entender esses papéis. O sub tem prazer em agradar ao seu dom, obedecer e cumprir as ordens, ser humilhado e servir. O dom, no papel que assume, treina, cuida, respeita e castiga o sub de forma adequada, quando suas ordens não são cumpridas.

    O dominador(a) (dom ou domme) também chamado como TOP é aquele que exerce o poder sobre o outro – o submisso(a). O bom dominador(a) entende o conceito de dominação e não é um mero reprodutor de práticas que viu em um site ou em um vídeo de sexo. A experiência, a postura, o tom de voz, a maneira como comanda e conduz dirá se é um bom dominador(a).  Ele(a) sabe respeitar o sub e exerce autoridade de forma eficaz. Gosta de ser tratado por senhor, mestre, dono, no caso de dominadores homens. As dominadoras (dommes) gostam de ser tratadas por senhora, dona ou rainha. No caso da palavra dono(a) é mais usada quando um dom assumiu a relação com o/a sub.

    Master é um dominador com muita experiência adquirida ao longo de muitos anos e é um perito, que sabe ensinar e treinar um/a submisso/a com grande facilidade. Um dos equívocos mais comuns e frustrantes sobre o BDSM é que sadomasoquismo não é violência nem abuso, o que é um grande engano para quem age desta forma. O que é feito durante a sessão ou relação deve negociado antes e discutido sobre o que ambos gostam, o que não gostam e os limites (tolerância). Tudo passa por um processo de consentimento e é uma exigência no BDSM. É quando estabelecem uma palavra de segurança, que determina o nível de tolerância atingido. Passar desse limite torna a relação difícil de ser mantida.

    Práticas e fetiches

    – Humilhação verbal – chamar nomes ofensivos femininos ou masculinos e ao fazê-lo ambos os intervenientes têm bastante prazer

    – Bondage – consiste em amarrar e imobilizar a pessoa envolvida de diversas formas

    – Spanking – ato de causar dor de forma controlada através de palmadas, chicote, chibata, etc Pode ter três níveis: soft, médio ou hard. O medo, produzido pelas humilhações e as atitudes de dominação, provoca uma adrenalina automática, que é responsável pela excitação sexual.

    – Podolatria – fetiche por pés descalços ou calçados e a sua adoração que pode incluir beijar os pés, olhar para eles, massajear, lavar, ser pisado por eles, etc.

    – Pet play – fetiche por se comportar como um animal de estimação. Miar, latir, rosnar, ronronar, usar acessórios associados a incorporação da personagem de animal, ficar de quatro, dar a patinha e seguir o dono como um animal faz parte deste tipo de jogo erótico.

    – Uso de trela e coleira em que o dominador segura a trela e o sub a coleira, pode ser feito dentro de quatro paredes ou locais onde tal seja possível. Atos do sub: Comer no chão enquanto dom come a mesa e realizar serviço doméstico.

    – Trampling – caminhar sobre e espezinhar o sub.

    – Feminilização – subs homens que gostam de ser tratados e se vestir como mulher.

    – Chuva dourada que só dá prazer se feito num contexto particular no meio da sessão, na prática trata-se de o dom urinar para cima do sub.

    Acessórios:

    • Chicote

    • Cordas

    • Amarras

    • Vendas

    • Chibata

    • Bolas

    • Dildos e vibradores

    • Penas

    • Molas

    • Clamps para mamilos

  • Bruxismo: descubra as causas e como evitar crises

     

    Especialista da Odonto Empresas dá dicas de como detectar a disfunção e amenizar o incômodo

    Bruxismo é um transtorno que afeta não só a estrutura dentária, mas também pode influenciar no sono e até causar enxaquecas. Essa disfunção é caracterizada por um ranger excessivo dos dentes, principalmente ao dormir, como um ato involuntário. Os principais sintomas são dores de cabeça ao acordar, dor prolongada nos músculos da face e desgaste na superfície dos dentes.

    Mais comum entre os jovens, existem muitas causas para a doença, que a dentista da Odonto Empresas, do grupo Caixa Seguradora, Rosane Menezes Faria, elenca abaixo:

    1. Ansiedade ou estresse: a tensão acumulada durante um período estressante pode causar a doença. “Além disso, pessoas muito competitivas ou agressivas estão mais sujeitas a sofrer com o transtorno”, explica.
    2. Má oclusão: também conhecido como má formação da arcada dentária, o problema não permite que todos os dentes se encostem na mordida, gerando uma tensão no maxilar. “Para corrigir a arcada e solucionar o bruxismo, o uso de aparelhos odontológicos pode ser recomendado por um dentista”, pontua.
    3. Uso de antidepressivos: o efeito colateral destes medicamentos pode ser um agente do bruxismo. Alguns antidepressivos agem como inibidores seletivos da recaptação de serotonina, ou seja, regulam o humor e podem acarretar no desenvolvimento da doença.
    4. Parkinson ou Huntington: em casos mais raros, o bruxismo pode surgir da complicação de uma dessas duas doenças, já que ambas afetam diretamente os movimentos voluntários e involuntários dos músculos do corpo.

    No entanto, a especialista ressalta que o diagnóstico e o tratamento só podem ser realizados por um dentista. “Geralmente, os profissionais recomendam o uso de placas dentárias durante à noite, quando as crises são mais intensas. Para amenizar a dor causada pela pressão da mandíbula o paciente pode fazer uma compressa quente na região do maxilar. É importante ainda evitar a automedicação e procurar um profissional ao menor sintoma de dor ou incômodos”, finaliza.

  • Os riscos das DSTs

    As Doenças Sexualmente Transmissíveis, ou DSTs, são aquelas enfermidades contraídas durante a relação sexual, na maioria das vezes sem proteção.

     

    As DSTs podem ser causadas por micro-organismos diferentes e são divididas em três grupos: bacterianas, como a sífilis, gonorreia e a clamídia; virais, como herpes, HPV e o HIV; e parasitárias, como a tricomoníase.

     

    Todas elas oferecem algum risco para a saúde das pessoas. Se não forem tratadas, algumas podem progredir e levar a complicações, como é o caso da sífilis. “Essa DST pode causar problemas cardiológicos e neurológicos. A clamídia e a gonorreia causam inflamação nas trompas e a paciente corre o risco não conseguir engravidar. O HPV propicia o aparecimento do câncer do colo do útero, de vulva, de vagina e de ânus. O herpes, caracterizada por pequenas lesões na pele, caso passe para o recém-nascido através da mãe provoca doenças graves e, muitas vezes, fatais”, explica Adriana Campaner, membro da Comissão Científica de Ginecologia da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP).

     

    As DSTs apresentam grupos de sintomas diferentes. O primeiro grupo tipifica-se pela  presença de úlcera genital, que pode ser dolorosa ou não, secretante ou não e variar de tamanho. O segundo engloba a presença de bolinhas, lesões ou verrugas na genitália. Essas lesões podem ser únicas ou múltiplas, de tamanhos variados. Em relação ao terceiro grupo de sintoma, ele se caracteriza pela presença de corrimento. Algumas doenças transmissíveis causam secreções que variam na sua coloração, aspecto e cheiro, provocando ardência, dor e coceira na paciente.

     

    “Muitas pacientes são assintomáticas. Isso é muito perigoso porque se a paciente não sabe que tem a doença, ela pode transmiti-la para o parceiro e não irá procurar o médico”, frisa a médica.

     

    O tratamento das DSTs é feito com base no tipo de agente causador da doença. As bacterianas e aquelas causadas por parasitas são tratáveis com antibióticos. No caso das enfermidades causadas por vírus, não existe remédio porque ele só é eliminado do organismo pelo sistema imunológico do paciente. Nesse caso, é necessário medicamentos antivirais para controlar as crises advindas da enfermidade.

     

    Para prevenir as DSTs é preciso conhecer o parceiro e orientar às pessoas que tenham à orientação sexual de qualidade, que explique a importância do sexo seguro. Também é importante informar à população que existem vacinas contra algumas dessas doenças, como o HPV e as hepatites B e C.

     

    Outra forma é prevenir as complicações. Se a paciente procurar o médico assim que surgirem os primeiros sintomas, o diagnóstico será precoce e o tratamento será iniciado ainda nos primeiros estágios da doença, garantindo maior eficiência.

     

    A médica destaca que as DSTs atingem pessoas de diferentes níveis econômicos, sexos e idade, apesar de ser mais comum em pacientes com menos de 30 anos. “Os jovens, na maioria das vezes, ainda estão na busca de um par fixo, então acabam trocando de parceiros frequentemente. Além disso, eles não usam preservativo em todas as relações sexuais e ficam expostos às doenças”, finaliza Campaner.

  • Pneus são itens de segurança e merecem atenção

    Para aumentar a garantia ao consumidor, desde abril pneus só podem ser vendidos com etiqueta do Inmetro

    Segurança viária é um assunto importante e permeia desde as condições das vias até as condições dos veículos que trafegam nelas. É por isso que realizar manutenção preventiva com regularidade em carros, motos e demais automotores é imprescindível. Entre os itens que precisam ser observados estão os pneus.

    Ouvido pela Perkons, empresa que desenvolve e aplica tecnologia para a segurança no trânsito, o engenheiro mecânico e coordenador dos cursos de Engenharia Mecânica e de Engenharia de Materiais e Nanotecnologia da PUCPR, Luís César de Carli Turco, salientou que, além da segurança, os pneus também têm responsabilidade sobre o desempenho do veículo. “São eles que transferem para o asfalto toda a potência do automóvel, seja de tração, seja de frenagem. Além disso, os esforços laterais que ocorrem quando o veículo está em uma curva também só existem devido ao contato dos pneus com a via. É a força de atrito que possibilita o movimento, redução de velocidade ou mudança de direção”, esclarece o professor.

    Há diversos tipos de pneus disponíveis no mercado. Na hora de escolher um, o indicado é optar pelo que mais se adequa ao veículo. Porém, uma vez que o automóvel passa a circular, o desgaste é inevitável, e chegará o momento de trocá-los. “Nessa hora o importante é não alterar as propriedades originais, que são encontradas na lateral dos pneus originais e indicam as características técnicas daquele modelo”, explica Turco.

    Mais segurança nas vias

    Desde abril de 2018, todos os pneus novos do tipo radial para automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus passaram a ser vendidos com a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), disponibilizada pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), do Inmetro.

    Na prática, o consumidor passou a ter acesso mais fácil aos níveis de desempenho dos pneus, como segurança, eficiência e impacto ambiental. A Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP) afirma que a etiqueta pode facilitar a decisão de compra do cliente. “A etiquetagem tem o objetivo de passar ainda mais transparência ao consumidor e ajudá-lo a escolher o pneu mais adequado ao seu veículo e tipo de direção”, explica Klaus Curt Müller, presidente da ANIP. Além disso, o regulamento definiu limites mínimos de performance para três critérios – Ruído externo; Aderência ao piso molhado; e Resistência ao rolamento – que permitem apenas a entrada de produtos no mercado brasileiro que atendam esses limites, trazendo efetivos benefícios à saúde e segurança do usuário, bem como ao meio ambiente.

    Medidas que podem prolongar a vida útil

    O professor Carli Turco enfatiza que manter a manutenção dos pneus em dia ajuda a ampliar a vida útil deles. “Fazer um rodízio do jogo de pneus é recomendado a cada dez mil quilômetros. Lembrando que, a cada rodízio, é importante manter o sentido de giro do pneu. Fazendo isto, quando for necessária a troca, ela deverá ser feita em todo o jogo”, orienta.

    Outro cuidado recomendado é guiar de maneira suave, com arrancadas e freadas progressivas. Atitude que aumenta o tempo de vida dos pneus e ajuda a reduzir o consumo de combustível.

    O que diz o CTB

    O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não tem um artigo que fale exclusivamente sobre a situação dos pneus, mas o artigo 230, em seu inciso XVIII, deixa claro que é infração grave, com penalidade de multa e retenção do veículo, circular com automóveis em mau estado de conservação, comprometendo a segurança. Estar com os pneus carecas pode ser considerado mau estado de conservação.

    “Os pneus são a ligação do veículo com o solo. Assim, um pneu desgastado perde seu poder de transferir os esforços. As rodas podem virar em falso (patinar), deslizar, aumentar muito o tempo de frenagem (mesmo em veículos com sistema ABS) ou impedir que o veículo consiga fazer curvas”, reforça o engenheiro mecânico.

  • Olhos revelam mais do que doenças oculares

    Especialista do H.Olhos – Hospital de Olhos explica como o exame de fundo de olho pode detectar diversos problemas de saúde

    Indicado para diagnosticar e acompanhar doenças oculares como o glaucoma, problemas do nervo óptico e da retina, o exame de fundo de olho, chamado também de fundoscopia, oftalmoscopia ou mapeamento de retina, pode revelar outras doenças crônicas, do sangue, infecciosas e neurológicas. Isso porque, o fundo de olho mostra a situação das artérias, veias e nervos do corpo humano, permitindo a avaliação da saúde do organismo de maneira geral.

    Diabetes e hipertensão, consideradas crônicas e silenciosas, porque, na maioria das vezes, não apresentam sintomas, estão entre as doenças detectadas.  No entanto, quando chegam aos olhos, é sinal que estão em estágio avançado. Neste caso, o exame de fundo de olho ajuda no acompanhamento clínico, avalia o risco de um acidente vascular ou outras complicações sistêmicas.

    Sífilis, aids e toxoplasmose, doenças infecciosas, leucemia e linfoma, do sangue, e tumor na cabeça também podem ser identificados por meio do exame de fundo de olho, solicitado tanto por um oftalmologista como por outros médicos. “O exame de fundo de olho é um meio prático e fácil de avaliar a situação clínica de vários órgãos. Pode ser feito em pessoas de qualquer idade, inclusive bebês, prematuros ou não, cujas mães sofreram infecções durante a gestação”, explica o Dr. Renato Magalhães Passos, especialista em retina do H. Olhos – Hospital de Olhos. “As pessoas portadoras de miopia também merecem uma avaliação rigorosa do fundo de olho, pois podem apresentar lesões assintomáticas, que aumentam a chance de descolamento de retina, quando não detectadas e tratadas precocemente”, ressalta.

    À medida que a idade chega

    No envelhecimento, o exame é indicado para detectar o surgimento de drusas – depósitos de cristais brancos ou levemente amarelados – na retina, que podem levar à cegueira. “As degenerações maculares, como são conhecidas as lesões na região central da retina, também são identificadas pela avaliação do fundo de olho. Apesar de irreversíveis, se diagnosticadas precocemente, têm tratamento”, complementa o médico.

    Como é feito?

    Há dois tipos de exames de fundo de olho. O direto é realizado com aparelho simples e portátil, proporciona imagem ampliada quinze vezes maior, mas com restrito campo de visão. O indireto demanda equipamentos mais complexos, garantindo uma imagem com ampliação menor, porém, com visualização mais ampla da retina, inclusive da sua periferia.

    “É fundamental destacar que o exame é importante para todas as faixas etárias. As pessoas devem estar conscientes sobre a importância do cuidado com os olhos, e de realizar uma visita anual ao oftalmologista. Por meio de um exame simples, como a fundoscopia, diversas doenças podem ser prevenidas, controladas, e até curadas”, orienta o Dr. Renato Magalhães Passos.

  • Saiba quais alimentos são “amigos” ou “inimigos” da saúde no combate ao colesterol

    Para conscientizar a população no Dia Nacional de Combate ao Colesterol, quarta-feira, 08 de agosto, gerente de Nutrição do HCor ressalta que uma alimentação balanceada, rica em vegetais, frutas, laticínios desnatados, carnes magras e cereais integrais é ideal para manter os níveis de colesterol normais

    Vital para o organismo, o colesterol é um composto que desempenha diversas funções no organismo, como transporte das gorduras, manutenção da permeabilidade das células, síntese de hormônios e de vitamina D. Apenas 30% do colesterol total são provenientes do consumo de alimentos de origem animal (origem exógena). Os outros 70% são fabricados pelo fígado (origem endógena). “Existem vários tipos de colesterol, mas em geral destacamos dois: o bom e o mau. O colesterol bom é conhecido por HDL, enquanto o mau é chamado de LDL (veja quadro), cujo o excesso é justamente o que está associado ao desenvolvimento das doenças cardiovasculares”, explica a nutricionista, Rosana Perim, gerente do Serviço de Nutrição do Hospital do Coração (HCor).

    Para conscientizar a população sobre os riscos do acúmulo do LDL no organismo, em prol do Dia Nacional de Combate ao Colesterol, nesta quarta-feira, 08 de agosto, a gerente de nutrição do HCor explica que fatores genéticos podem estar relacionados ao aumento de colesterol sanguíneo, mas na maioria dos casos ocorre por meio de hábitos alimentares incorretos, influenciados pelo elevado consumo de alimentos ricos em colesterol, gorduras saturadas e gordura trans. “Uma alimentação balanceada, rica em frutas, verduras, legumes e cereais integrais é indicada para todos os indivíduos, especialmente para aqueles que pretendem manter os níveis de colesterol no sangue desejáveis”, recomenda a nutricionista.

    Dieta equilibrada 

    De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, os valores ideais de colesterol devem ser: LDL abaixo de 130mg/dL, HDL acima de 40 mg/dL e colesterol total abaixo de 190 mg/dL. Por isso, Rosana ressalta que é muito importante ficar atento ao tipo de alimentação que adotamos em nosso dia-a-dia. “A base de uma dieta saudável e balanceada para quem está com o colesterol aumentado está na diversificação e na escolha correta dos tipos de gordura presentes nos alimentos. Isso, claro, sempre de maneira equilibrada e sem exageros”, lembra a nutricionista.

    Amigos e inimigos da saúde

    Para que possamos compor uma dieta mais saudável, Rosana destaca quais alimentos são “amigos” e “inimigos” da saúde no combate ao colesterol ruim. Entre os amigos, temos verduras e legumes; frutas; cereais integrais; aveia; laticínios desnatados; margarinas cremosas; peixes – de preferência salmão, sardinha, anchova e atum –; azeite de oliva; azeitona; óleos vegetais de soja; milho; girassol ou canola; e oleaginosas, como castanhas, nozes, amêndoas, amendoim; e linhaça.

    Já entre os inimigos, temos carnes gordurosas, como costela, picanha, contrafilé e pernil; frutos do mar, como camarão, lula, marisco e lagosta; manteiga e margarinas duras; embutidos, entre os quais estão salsicha, linguiça, mortadela, salame, bacon, torresmo; banha de porco, azeite de dendê; leite integral e derivados; queijos amarelos; biscoitos amanteigados e croissant; aves com pele; vísceras, como coração de frango, miolo, fígado; doces com cremes e chantilly; chocolate ao leite; polpa e leite de coco.

    Consumo de ovos

    Por algum tempo, o ovo foi considerado vilão, pois acreditava-se que o colesterol existente na gema poderia elevar os níveis de colesterol no sangue. Porém, os resultados de diversas pesquisas recentes mostraram que a lecitina presente nos ovos funciona como emulsificante natural de gordura, o que inibe a absorção do colesterol presente no alimento, quando ele chega ao intestino. “Esse processo, por sua vez, impede, naturalmente, que o colesterol aumente, mesmo que os ovos sejam ricos nesta substância”, explica Rosana.

    Segundo a nutricionista, a inibição da absorção não ocorre 100%, mas a quantidade é significativa e suficiente para comprovar que o consumo de ovo não contribui para elevação do colesterol sanguíneo. “Estudos realizados na última década evidenciam claramente os efeitos benéficos dos ovos, indicando que é possível consumir uma unidade por dia sem que haja riscos. Portanto, usando o bom senso em relação a quantidade, o alimento pode ser consumido sem grandes preocupações e deve ser alternado com outras fontes de proteínas como as carnes magras, aves sem pele e peixes”, conclui a gerente de nutrição do HCor.

    LDL X HDL

    LDL Colesterol (mau) HDL Colesterol (bom)
    Transporta o colesterol do fígado para as células. Se estiver em excesso, pode acumular-se nas paredes das artérias, impedindo a passagem do sangue, aumentando o risco de infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Para manter a saúde do nosso coração, devemos manter o nível do “colesterol mau” baixo. Transporta o colesterol até o fígado onde posteriormente é eliminado. Funciona como um sistema de limpeza nas artérias. Este tipo de colesterol ajuda a manter a saúde do nosso coração e devemos mantê-lo elevado
  • Crianças com febre: o que fazer

    Um assunto que preocupa muito as mães é quando o filho apresenta febre. Afinal, o que fazer e como tratar a febre em crianças? Esse é o principal motivo de procura por atendimento nas emergências ou nos consultórios médicos. É essencial lembrar que a febre não é uma doença, mas uma reação do organismo frente a alguma ocorrência e, de maneira geral, não há necessidade de pânico.

    É importante evitar algumas medidas que são usadas com bastante frequência e que, em lugar de ajudar, prejudicam a criança com febre. Não coloque, por exemplo, o seu filho com febre num banho frio! Quando você faz isso, a febre vai diminuir num primeiro momento, mas o impacto vai provocar mal-estar e calafrios – e, assim que você retirar a criança do banho frio, a temperatura vai sofrer um rebote. E vai se tornar mais alta de novo.

    Um segundo erro frequentemente cometido são os banhos com álcool. Nunca coloque compressas com álcool no seu filho quando ele estiver com febre. Ele pode inalar a substância, o que representa um risco. Também pode provocar queimaduras na pele dele. Antes de ser medicada, a criança pode ser colocada num banho morno até que diminua a temperatura, mas nunca num banho em água gelada ou em álcool!

  • Fibromialgia: entenda a doença que provoca dores generalizadas no corpo

     

    A enfermidade não tem cura e atinge principalmente mulheres, entre os 30 e 55 anos

    Há alguns meses a cantora pop norte-americana Lady Gaga cancelou sua agenda de shows por conta de uma doença que acomete muitas pessoas pelo mundo: a fibromialgia, uma síndrome clínica que provoca dores musculoesqueléticas generalizada e não tem cura.

    Segundo Diogo Pereira, reumatologista do Hapvida Saúde, as causas da fibromialgia ainda são desconhecidas, mas existem vários fatores que estão frequentemente associados a esta síndrome. “Eventos graves na vida, traumas físicos ou mesmo psicológicos, estresse emocional e depressão podem agravar ou desencadear os sintomas da doença”, explica o médico.

    A doença, além de muita dor no corpo, causa também fadiga, sono não reparador (a pessoa acorda cansada, com a sensação de quem não dormiu), cefaleia, problemas de memória e concentração, ansiedade, dormências, alterações intestinais e tonturas.

    Os sintomas podem ser amenizados com a ajuda de exercícios físicos aeróbicos supervisionados para alívio do estresse, fisioterapia, analgésicos de ação central, drogas antidepressivas e antiepiléticas, que além de serem benéficas na dor crônica melhoram a qualidade do sono.

    Estima-se que cerca de 2% a 3% dos brasileiros sofram de fibromialgia, mas as mulheres são as mais impactadas. “Não se sabe ainda o porquê do sexo feminino ser mais atingido pela doença, mas de todos os casos, de 80% a 90% são mulheres com idade entre 30 e 55 anos”, conta o especialista.