Autor: agitosp

  • Como escolher a melhor fralda descartável para o bebê

     

    Item deve atender características que garantam qualidade e conforto à criança

    Preparar o enxoval para a espera de um bebê é uma tarefa não muito fácil. São diversos acessórios para pensar, junto com a ansiedade do momento. Dentre os itens indispensáveis está a fralda descartável, que será utilizada por um período indeterminado, já que cada criança tem o próprio tempo para o desfralde.

    Engana-se quem pensa que para escolher a fralda mais adequada para o bebê basta atentar-se ao tamanho e à marca. Na verdade, a escolha deve ser minuciosa, pois existem diversos tipos no mercado, como as comuns, que são mais econômicas, mas podem não ser tão eficientes contra vazamentos; as premium, que além de uma maior quantidade de gel, que garante melhor proteção, possui cobertura ultra suave, barreiras impermeáveis, fechos reposicionáveis, cintura e orelha elástica. Há também roupas descartáveis, recomendadas para bebês que já estão em processo de desfraldar.

    Abaixo, a marca de cuidados infantis da CMPC Melhoramentos, Babysec, preparou algumas dicas para ajudar na hora de escolher o modelo ideal. Confira:
     

    Peso – Conhecer o peso da criança é o primeiro passo para escolher o tamanho adequado, que variam de até 4kg até acima de 14kg. Caso o bebê esteja no limite em relação ao indicado para a fralda, é aconselhado passar para a medida seguinte evitando vazamentos e incômodos.

    Conforto – É importante prestar atenção se o produto escolhido garante horas de proteção e acabamento macio. Outro item importante a ser observado é a cintura elástica, que garante maior conforto. Vale lembrar que o item vai passar muitas horas em contato direto com a pele do bebê.

    Qualidade – Além de absorver com eficiência, a fralda deve ser maleável e flexível. Se o material for muito duro poderá machucar a entrepernas do bebê, que conforme o crescimento e desenvolvimento passa a se mover mais. O acessório precisa facilitar a liberdade do movimento.

    Praticidade – As fraldas precisam apresentar facilidades para quem for realizar a troca. Alguns fechos são adesivos e vão perdendo a cola se forem abertos várias vezes, e o item acabará ficando inutilizado. Fechos reajustáveis são ótimos porque podem ser manuseados a qualquer momento.

     

  • Hepatite C, a doença silenciosa

    Tipo de hepatite viral que mais mata no Brasil é tratável, mas menos de 50% das pessoas obtém diagnóstico

    É comum que as pessoas só se preocupem com a saúde quando de fato estão sentindo alguma dor ou desconforto, mas saiba que existem doenças – graves inclusive – que não causam sinais aparentes. A situação é extremamente perigosa, pois a ausência de sintomas pode atrasar o diagnóstico e fazer com que o problema se desenvolva sem o paciente perceber. Quando falamos em doenças transmissíveis – como é o caso da hepatite C –, a situação se torna ainda mais preocupante.

    A hepatite C é uma doença viral que causa a inflamação do fígado e geralmente não apresenta sintomas – sobretudo no estágio inicial. “Somente após 20 ou 30 anos, quando a doença já está nos estágios mais avançados, é que a pessoa passa a ter sintomas e, enfim, descobre que possui o vírus”, ressalta o infectologista da Hi Technologies Bernardo Almeida. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem 71 milhões de pessoas com hepatite C ao redor do mundo. O mais alarmante é que menos de 20% delas sabem que possuem a doença e apenas 1,1 milhões recebem tratamento.

    Uma vez que o desconhecimento sobre a doença é alto, aumentam as probabilidades de evoluir para complicações ao longo do tempo.  De 60 a 80% dos casos de hepatite C evoluem para a forma crônica e, desses, 15 a 30% acabam evoluindo para cirrose ou câncer. “A forma crônica geralmente não apresenta sintomas. A situação se torna mais complicada quando evolui para cirrose, pois a taxa de mortalidade é alta e o tratamento é extremamente complexo, podendo exigir o transplante hepático. Atualmente, a hepatite C mata mais que o HIV e a tuberculose”, alerta o infectologista.

    Até os anos 90, a transfusão de sangue não testado era uma via comum de transmissão. Atualmente, destaca-se o compartilhamento de materiais não esterilizados como seringas, agulhas, lâminas de barbear e alicates, além das relações sexuais sem preservativo e da mãe para o bebê durante a gravidez, caso a mãe esteja infectada.

    Segundo Almeida, o segredo para não ser pego de surpresa é o rastreamento das hepatites por meio de exames laboratoriais e, assim, descobrir a doença nos estágios iniciais. “A cada dez pessoas com hepatite C, oito possuem mais de 40 anos de idade. Por isso, todos acima dessa faixa etária devem realizar o rastreamento”, completa. Outros grupos de risco também devem ficar alertas, entre eles pessoas portadoras de HIV ou pacientes com diabetes, doenças cardiovasculares, histórico de patologia hepática e doença renal. Consumo de álcool e drogas, além de exposição a materiais potencialmente contaminados estão relacionados a um risco maior da doença.

    O diagnóstico é feito em duas etapas, sendo que a primeira – chamada de triagem – consiste em detectar se existe presença de anticorpos contra a doença no sangue e, em caso de positividade, realiza-se uma etapa confirmatória. A triagem pode ser feita por meio de testes rápidos realizados até mesmo fora do ambiente laboratorial, disponíveis em farmácias, consultórios médicos, ou campanhas, permitindo uma ampliação e agilidade no diagnóstico.

    O tratamento para a doença evoluiu e se ampliou nos últimos anos, podendo proporcionar uma taxa de cura que chega até 95%. A hepatite C é uma doença reversível e tratável, então promover um movimento de conscientização para aumentar o seu diagnóstico é um meio para reduzir complicações e diminuir mortes que poderiam ser evitadas.

  • Seis dicas para prevenir assaduras nos bebês

    Irritação de pele é mais comum nos dois primeiros anos de vida da criança

    Uma das maiores preocupações dos papais é o surgimento de assaduras no bebê. A reação inflamatória, que deixa a pele irritada, com vermelhidão, ardência e coceira, geralmente é causada pela umidade, facilitando a proliferação de micro-organismos.

    O incômodo costuma aparecer nas coxas, bumbum e virilha da criança, locais que ficam em contato direto e prolongado com a fralda. Para evitar o desconforto, a troca do item deve ser feita assim que possível e com frequência, pois o toque da pele do bebê com secreções pode desencadear e piorar o problema,

    resultando em micose ou infecção bacteriana.

    Para ajudar nos cuidados e prevenção de assaduras, a marca de cuidados infantis da CMPC Melhoramentos, Babysec, preparou algumas dicas. Confira:

    – Troque a fralda sempre que estiver suja. Quanto antes for realizada a higienização, menor a possibilidade de ocorrerem assaduras

    – Limpe bem a área dos órgãos genitais e deixe secar completamente antes de fechar a fralda

    – Utilize pomadas à base de óxido de zinco, que formam uma barreira de proteção e diminui o atrito na pele.

    – Sempre que possível deixe a pele da criança respirar

    – Nos primeiros meses, ofereça ao bebê exclusivamente leite materno, o alimento diminui a acidez das secreções, prevenindo assaduras

    – Visite o pediatra regularmente. Apenas um profissional poderá recomendar os melhores tratamentos

  • 10 dicas para deixar seu cachorro feliz

    Assim como nós, os cães também precisam de horários e regras para o bom convívio social, mas nem por isso essas ações precisam ser chatas. Aliás, eles curtem muito fazer qualquer coisa com seus tutores, então, por que não transformar as ações rotineiras em atividades que os deixam felizes? Os cães adoram:

    1. Música:Por conta da audição sensível, os cães adoram ouvir música. Canções provocam estímulos emocionais e sensoriais que trazem calma e segurança ao animalzinho;
    2. Atenção:Quem é que não gosta de ser cuidado por quem ama? Cachorros, em sua maioria, são animais sociáveis, sentem emoções e elas influenciam diretamente em seu bem-estar. Tire um tempo para dedicar exclusivamente ao seu animalzinho;
    3. Estímulo mental:Sabe aquela brincadeira de jogar a bolinha e seu cãozinho trazer? É a atividade mais antiga do mundo para quem tem um pet e não sai de moda nunca. Com esses exercícios mentais, o cão sente-se estimulado e feliz;
    4. Boa alimentação:Todo mundo é mais feliz quando come bem, e com os cães não é diferente. Mantenha uma rotina de horário com uma dieta equilibrada e, eventualmente, adicione alguns petiscos de boa qualidade;
    5. Brinquedos:Um objeto novo é sempre bem-vindo e traz felicidade. Principalmente aqueles jogos que soltam pedaços de ração/petisco, em que a recompensa é imediata ou, em caso de cães mais despertos, brinquedos que façam barulho. Pets, mesmo mais idosos, gostam bastante de serem estimulados com brincadeiras;
    6. Exercício:Cada raça tem suas características, e é preciso estar atento antes de levar seu cão para fazer atividades físicas. Mas, após o aval do veterinário, coloque essa programação na agenda. Exercícios regulares fortalecem a musculatura e trazem sensação de bem-estar ao animal;
    7. Socializar:Permitir que seu cãozinho tenha contato com pessoas que não sejam da casa e principalmente com outros cães auxilia para que não tenha medo ou problemas de comportamento. É importante começar a fazer isso desde que são filhotes, logo que estiverem liberados para passear;
    8. Conforto:Quer coisa mais gostosa do que deitar em um ambiente aconchegante depois de um dia intenso de atividades? Eles também adoram. Deixe sempre a área de descanso limpa, com os objetos, tapetes ou cobertas favoritos do animalzinho e longe do local onde comem e de onde fazem suas necessidades fisiológicas;
    9. Viajar:Ao contrário do que muitos pensam, cachorros adoram viajar e acham que são parte da família – e têm toda razão! Lembre-se de que você tem amigos e conhecidos. O cão tem apenas você. Por isso, leve-o consigo sempre que possível. Eles gostam muito de estar em companhia das pessoas que ama e vão se divertir muito, mas não esqueça de consultar o veterinário antes da viagem;
    10. Dormir com você:Isso mesmo! Cães sabem que aquele espaço é íntimo, pessoal e “seu cantinho”. Quando você permite que ele faça parte desse mundo, vai se sentir amado e muito querido. Não precisa ser todas as noites, mas, eventualmente, permita esse carinho.

     *René Rodrigues Junior é médico veterinário da Magnus, fabricante de alimentos para cães e gatos.

  • Descubra como não perder dinheiro na venda do seu carro usado  

    Saiba o valor real praticado pelo mercado na venda e compra de veículos usados de acordo com as particularidades do automóvel e faça o melhor negócio

     

     Vender um carro usado é uma prática muito comum entre os proprietários de veículos no Brasil, mas uma questão em particular impede que muitos proprietários de carros usados façam um bom negócio: “Afinal, quanto vale o meu carro atualmente?”. Pensando nisso, a KBB Brasil, empresa de cotação de carros novos e usados mais reconhecida dos Estados Unidos e presente no Brasil desde 2017, ensina como descobrir quanto vale o seu carro usado, seja para venda a particulares ou a revendedoras.

    Para obter sucesso na venda de um seminovo, não basta ter um bom veículo e em bom estado de conservação, é preciso conhecer os preços de compra e venda praticados no mercado para não haver problema nas negociações. Porém, é um processo repleto de insegurança e dúvidas sobre as melhores práticas para não sair no prejuízo.

    A primeira ação necessária para quem tem interesse em vender seu automóvel é saber o preço real do veículo. A partir disso, o usuário precisa decidir por qual meio será realizada a venda. É possível anunciar o veículo em sites, levá-lo a revendas e concessionárias ou mesmo a uma feira de automóveis para realizar uma venda particular sem ter de anunciar. Para cada uma das opções, a KBB explica as vantagens e como precificar seu veículo.

    Vender para Revendedor

     

    Quando se recorre a uma loja para a venda de um usado, o valor do veículo na maioria das vezes fica abaixo do valor descrito em tabelas de preço tradicionais, variando em razão do estado geral de conservação e da facilidade de comercialização do seu carro. Por outro lado, entregar o carro a uma revendedora de veículos oferece ao interessado velocidade maior na realização da venda.

    Muitos quesitos são avaliados durante a venda de um automóvel usado para uma revendedora, como quilometragem, conservação, nível de equipamentos, cor, oferta e demanda do modelo em questão e alterações realizadas no veículo, bem como o valor dos impostos e outras despesas com que a loja terá de arcar para ter lucro ao negociar o veículo.

    Para evitar frustrações e com o objetivo de ajudar os proprietários de veículos a compreender o preço oferecido pelas revendas na sua região, a KBB oferece aos usuários o valor do veículo em revendas, sendo possível selecionar quaisquer opções e itens adicionais presentes no carro.

    Vender para Particular

     

    A venda por meio de pessoa física pode tornar o negócio mais vantajoso, permitindo ao vendedor negociar seu veículo por um valor maior. Ao mesmo tempo, por esse meio pode haver uma demora maior para concretizar a venda, além de riscos maiores na negociação.

    As maneiras convencionais de precificação de carro fornecem um valor genérico do veículo, além de não contemplar o estado de conservação e rodagem do automóvel, seus itens de série e opcionais ou mesmo o preço de acordo com a região geográfica. E a demanda que há para aquela cor naquele local específico. Isso já fez muita gente perder dinheiro à toa.

    Saber essas informações permite realizar o melhor negócio. Para isso, a KBB oferece todas as variações do preço de um carro, tanto na compra quanto na venda, mensurando, por exemplo, como as características e a quilometragem interferem no valor dependendo da região do País em que ele é negociado.

    Vender através de Classificados

     

    As chances de vender o carro mais rápido aumentam ao expor o veículo em um ou mais classificados online, mas mesmo assim, pode demorar. O preço oferecido no veículo pode variar de acordo com a pressa do vendedor. E cai na mesma proporção da urgência dele.

    Mesmo conseguindo alcançar mais pessoas com os anúncios e com mais flexibilidade e autonomia na negociação do veículo, há o risco de não conhecer o comprador interessado, que tanto pode ser alguém idôneo como um estelionatário de carteirinha. Nesse caso, é recomendável que se marque um encontro em local público e apenas entregar o veículo quando a transferência financeira for realizada e o documento de transferência estiver devidamente assinado.

    Independentemente do método escolhido para realizar a venda de um veículo seminovo ou usado, no site www.kbb.com.br é possível avaliar gratuitamente o valor real do automóvel praticado no mercado com o Preço KBB™. E também pesquisar o preço mais correto do modelo zero quilômetro em que se está de olho, algo que nenhuma outra tabela no mercado oferece.

    A empresa conta com uma equipe de analistas especializados em gerar informações precisas para a negociação, dispondo de mais de 2 milhões de dados sobre preços de carros novos e cotações de usados, com base em transações reais e não em valores de venda anunciados. Com big data e tecnologia de ponta, os consumidores brasileiros podem ter acesso ao valor real do veículo de acordo com suas especialidades e evitar perdas financeiras ou frustrações durante as vendas.

  • Maternidade tardia: será que é uma questão de escolha?

    Segundo o último censo do IBGE, o número de mães com idades entre 30 e 34 anos aumentou de 14,4% em 2001 para 18,3% em 2010. Se há 30 anos era incomum ver uma mulher tendo filhos depois dos 35, hoje a maternidade nessa faixa etária é uma realidade. Só em São Paulo, de acordo com dados da Fundação Seade, 35,4% das mães têm entre 30 e 39 anos.

    Mas, quais serão os motivos que estão levando as mulheres a adiarem a maternidade? Segundo a psicóloga Marina Simas de Lima, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal, as razões são diversas e estão ligadas às mudanças sociais, econômicas e às conquistas das mulheres nas últimas décadas. Marina realizou sua tese de Mestrado no assunto, “Mulheres e Maternidade Tardia: Por que agora?

    “Uma das questões envolvidas em adiar a maternidade é que atualmente a maioria das mulheres costuma dedicar mais energia para a vida acadêmica e profissional, com menos foco nos relacionamentos. Na ânsia de se firmar na profissão e ter alguma estabilidade financeira, acabam deixando de lado os planos de se casar e ter filhos para mais tarde”, conta Marina.

    Um mundo de possibilidades
    Hoje as mulheres experimentam e valorizam diferentes papéis. Como há diversas possibilidades, o que não acontecia há 40, 50 anos, surgem conflitos pelos quais nossas mães e avós não passaram, por exemplo. “Muitas mulheres chegam aos 40 anos e se deparam com o desejo de ter um filho e percebem que o tempo passou, que são solteiras ou ainda que a questão da idade será um fator que pode impedir a gravidez”, comenta Marina.

    Maternidade e vida profissional combinam?
    “O principal conflito da mulher hoje é ser levada a pensar que precisa fazer escolhas, pois existe a crença de que maternidade e a vida profissional não podem ser conciliadas. Ou ainda que a partir do momento que você é mãe, pode perder seu status profissional, emprego ou ter que deixar a vida profissional de lado para cuidar da criança”, conta Marina.

    Para Marina, pode até não ser a tarefa mais fácil do mundo, mas é possível ter filhos e trabalhar sim. “Toda mudança implica em adaptações. A chegada de um filho irá demandar uma adaptação na vida da mulher ou do casal. Certamente, a mulher precisará de uma rede de apoio, como uma babá, um berçário e ajuda de familiares para poder se dedicar também à profissão”.

    A psicóloga também explica que talvez também seja necessário mudar de trabalho, reduzir a carga horária nos anos iniciais da criança e dividir as tarefas com o parceiro para vivenciar a maternidade. Apesar dos desafios, Marina comenta que estudos revelam que mulheres que trabalham e têm filhos sofrem menos de depressão do que mulheres sem filhos que estão fora do mercado de trabalho, por exemplo.

    Relógio biológico
    Uma outra questão importante da maternidade tardia é o relógio biológico da mulher, pois diferentemente dos homens, que podem ter filhos até o final da vida, a idade reprodutiva da mulher é restrita. A partir dos 35 anos, a taxa de fertilidade é reduzida drasticamente e isso impacta na chance de engravidar naturalmente.

    “A idade é o principal fator de risco para a infertilidade, para problemas na gravidez, para abortos espontâneos, assim como para anomalias genéticas. Outro ponto é que apesar dos avanços da Reprodução Assistida, cada tentativa de fazer um Fertilização in Vitro (FIV) pode custar, em média, de 15 a 20 mil reais e a chance de dar certo aos 40 anos é de cerca de 20%”, diz a psicóloga.

    E vale dizer que quanto maior a idade, menor a probabilidade de a gestação acontecer, mesmo com os recursos da reprodução assistida, como o congelamento de óvulos ou de embriões.

    Encorajar é preciso
    Para Marina, é preciso encorajar as mulheres a fazerem suas escolhas de acordo com suas próprias decisões e valores e não baseadas em modismos ou em crenças pregadas pela sociedade.

    “A maternidade deve ser uma escolha consciente. Entretanto, a mulher precisa estar atenta aos próprios desejos e valores, se conhecer e entender que o tempo é algo que não volta, sendo a idade um fator de risco para a infertilidade ou para a dificuldade em engravidar e chegar ao final da gestação”, reflete a terapeuta.

    Para as mulheres que estão passando por este conflito, é possível usar a psicoterapia para ajudar a refletir sobre a questão. A terapia pode contribuir para que a mulher reflita sobre a maternidade para tomar uma decisão mais consciente.

    “A terapia de casal ou individual também colabora na construção de novos significados, a rever crenças, modelos e a questionar as prioridades e escolhas. Pode colaborar ainda na opção de congelamento de óvulos, de embrião ou na compra de esperma, se essa mulher quer ter um filho sozinha ou por uma questão de infertilidade do casal”, conclui Marina.

  • Conheça os vilões da quilometragem do pneu do seu carro

    • No Dia do Motorista (25 de julho), a Continental Pneus aponta quatro vilões que prejudicam a quilometragem dos pneus do seu carro

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    • Cuidados simples podem trazer um benefício imenso na luta por uma maior vida útil do seu pneu

    Quer aumentar a vida útil do seu pneu e economizar combustível? Para que eles entreguem o máximo possível de quilometragem alguns vilões devem ser combatidos sem hesitação. Rafael Astolfi, gerente de assistência técnica da Continental Pneus, relaciona quatro inimigos e explica como cuidados simples podem ser decisivos nessa batalha:

    • Alinhamento incorreto: pode parecer óbvio, mas muitos esquecem que quando a geometria do veículo apresenta irregularidades esse pode ser um fator gerador de desgaste adicional o que compromete o tempo de uso do pneu;

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    • Balanceamento incorreto: outro vilão subestimado. O desequilíbrio no balanceamento das rodas, tanto estático como dinâmico, tem potencial para roubar a quilometragem originalmente prevista para o seu pneu;

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    • Pressão incorreta: pressão abaixo ou acima da recomendada pelo fabricante é prejuízo na certa, afetando drasticamente não só a vida útil, mas contribuindo significativamente para um maior consumo de combustível;

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    • Roda amassada ou torta:  atenção aqui. Não estamos falando de harmonia visual. Mais feio do que uma roda amassada ou torta é o risco que essa condição expõe o veículo,  o motorista e a carga. Ninguém quer lidar com uma situação em que o pneu corre risco de explosão, com perda total da dirigibilidade e sério comprometimento da segurança.

    Em seu canal no Youtube a Continental disponibiliza uma série de vídeos educativos sobre segurança e manutenção preventiva dos pneus. Visite https://goo.gl/kQsHRn

    Grupo Continental

    A Continental desenvolve tecnologias pioneiras e serviços para mobilidade sustentável e conectada de pessoas e seus bens. Fundada em 1871, a empresa de tecnologia oferece soluções seguras, eficientes, inteligentes e acessíveis para veículos, máquinas, tráfego e transporte. Em 2017, a Continental gerou vendas de € 44 bilhões e emprega atualmente mais de 240.000 pessoas em 61 países.

    Divisão de Pneus

    A divisão de Pneus possui 24 locais de produção e desenvolvimento em todo o mundo. Como um dos principais fabricantes de pneus com cerca de 54.000 funcionários, a Divisão registrou vendas de € 11,3 bilhões em 2017. A Continental se posiciona entre os líderes em tecnologia na produção de pneus e oferece uma ampla gama de produtos para carros de passeio, veículos comerciais e duas rodas. Através de contínuos investimentos em P&D, Continental faz uma contribuição importante para a mobilidade segura, econômica e ecologicamente eficiente. O portfólio da divisão inclui serviços para o segmento de pneus e aplicações de frota, bem como sistemas de gerenciamento digital para pneus de veículos comerciais.

  • Qualidade do sono pode interferir na saúde do coração

    Quando o descanso é insuficiente, o cérebro fica em alerta e há produção de substâncias que podem provocar taquicardia

    O sono é uma função imprescindível do nosso organismo e essencial para a manutenção da saúde do corpo e da mente. No entanto, com a correria e as diversas atividades cotidianas, momentos de descanso têm sido cada vez mais raro na vida de muitas pessoas. Porém, dormir pouco não afeta apenas o equilíbrio emocional ou a capacidade de raciocínio e concentração do indivíduo. Esse hábito também pode causar a longo prazo, dentre outros males, sérios danos à saúde do coração.

    Segundo Renata Federighi, Consultora do Sono da Duoflex, quando dormimos, há um momento de repouso do sistema cardiovascular, no qual, tanto a frequência cardíaca quanto a pressão arterial são reduzidas. “Quando o indivíduo adormece, a pressão arterial e os batimentos cardíacos se elevam enquanto as informações do dia são processadas. Depois há uma queda na atividade metabólica e redução da pressão arterial e da frequência cardíaca. Posteriormente, no sono profundo, há liberação de hormônios. Quando a pessoa acorda, seus músculos estão relaxados e o coração desacelerado. Com esse ciclo efetuado, o físico e o psicológico estão recuperados para a próxima jornada”, explica a especialista.

    A falta de sono cria uma situação de estresse crônico, onde descargas de sinalizadores semelhantes à adrenalina fazem taquicardia como resposta à falta de oxigênio, no caso da Apneia por exemplo. Os microdespertares noturnos e os períodos de falta de oxigênio causam aumento da pressão arterial, sendo fator de risco para a saúde do coração. O descompasso entre os dois sistemas nervosos antagonistas cria um ambiente de estresse crônico, sendo um fator para as arritmias cardíacas, tanto as ventriculares como a fibrilação atrial.

    Para cuidar bem do coração é necessário manter uma rotina de descanso, praticar atividades e ter uma alimentação saudável. Dormir com travesseiros e colchões adequados a postura e biótipo, manter o quarto silencioso e escuro e preservar uma rotina de horários auxiliam na busca pelo sono profundo. “Tente diminuir o ritmo acelerado, pois não adianta noites mal dormidas durante a semana e a suposta recuperação do sono no final de semana, porque o organismo necessita de uma disciplina que respeite, verdadeiramente, o relógio biológico. E ao perceber alguma manifestação que atrapalhe seu sono, procure um especialista para uma análise mais detalhada do problema”, orienta Renata.

  • Mitos e verdades sobre o uso de enxaguante bucal

    Dentista da Odonto Empresas esclarece dúvidas sobre a utilização do produto

    A manutenção da saúde bucal pode evitar doenças, dores e, consequentemente, tratamentos dentários incômodos. Para isso, é importante realizar cada processo da higiene oral com cuidado e atenção. A administração do enxaguante bucal, por exemplo, faz parte da rotina diária de higienização e não deve ser esquecido.

    Segundo Rosane Menezes Faria, dentista da Odonto Empresas, do grupo Caixa Seguradora, muitas pessoas não compreendem a importância do enxaguante para a saúde bucal e não fazem o uso correto. “Esse produto traz benefícios que vão além de deixar um hálito agradável. Quando utilizado corretamente, e como parte de uma rotina completa de cuidados, pode contribuir para evitar problemas como placa bacteriana, gengivite e cárie dentária”, orienta a dentista da Odonto Empresas.

    Pensando nisso, a profissional detalha abaixo, mitos e verdades sobre o uso do enxaguante bucal:

    É melhor evitar produtos com álcool

    Verdade. Os enxaguantes bucais à base de álcool são mais agressivos à mucosa bucal, causando ardência e ressecamento da boca. “Uma das melhores alternativas são produtos que tenham CPC (cloreto de cetilpiridínio) na fórmula. Esse composto é um antisséptico eficaz na prevenção de placa bacteriana e gengivite”, informa.

    O enxaguante completa a higiene bucal.

    Verdade. O produto é a terceira e última etapa da limpeza bucal, ou seja, deve ser usado após a escovação e o fio dental, quando a boca estiver totalmente limpa. As duas primeiras etapas são passos fundamentais para a saúde dental, portanto jamais deverão ser substituídas ou deixadas de lado. O uso único e exclusivo desse produto como forma de higiene bucal não será eficaz quanto as 3 técnicas juntas.

    Quanto mais quantidade melhor.

    Mito. O ideal é usar apenas 20ml, duas vezes ao dia. “Os bochechos devem durar cerca de 30 segundos e, em seguida, todo o líquido deve ser cuspido. As pessoas que estão em tratamento de doenças periodontais devem seguir a orientação do profissional, que pode recomendar a melhor frequência de uso do enxaguante”, explica.

    Engolir o enxaguante pode ser prejudicial.

    Verdade. Os componentes do produto são agressivos para o aparelho digestivo, por isso quando ingeridos podem resultar em enjoo ou diarreia. Caso os sintomas permaneçam a pessoa deve procurar orientação médica o mais rápido possível.

    É necessário lavar a boca com água após o bochecho.

    Mito. A dica é não lavar a boca com água após o bochecho. “A água pode diluir o produto e reduzir sua função na manutenção da saúde bucal”, finaliza Rosane.

  • Eletrodomésticos barulhentos? Cuidado! Eles podem afetar sua audição

    Com a vida cada vez mais tecnológica, manter diversos aparelhos elétricos e eletrônicos ligados em casa, ao mesmo tempo, é cada vez mais comum. É a TV, a caixinha de som, o videogame, o liquidificador, o secador de cabelos, a máquina de lavar, a furadeira – todos em uso por mães, pais e filhos no cotidiano de inúmeros lares. E em meio a esse cenário, até para conversar é preciso aumentar o volume da voz para se fazer entender. Assim, as famílias vão convivendo com o barulho no cotidiano sem perceberem o mal que tudo isso causa aos ouvidos.

    É preciso ficar atento à mudança de tom de voz e também à emissão de ruído dos eletrônicos. Se algum aparelho é barulhento ao extremo ou está velho e começou a emitir um som mais alto do que antes é melhor trocá-lo. Tanto ruído pode ocasionar danos auditivos em todos que os convivem no ambiente, em grau maior ou menor, dependendo da disposição genética de cada um. Uma dica: caso algum amigo ou familiar diga que você está falando muito alto, isso pode ser um alerta quanto aos hábitos ruins que você tem e que precisam mudar.

    Barulhos presentes no dia a dia podem ser traduzidos em decibéis. Uma conversa normal entre duas pessoas varia de 45 a 55 decibéis; o aspirador de pó emite ruídos de 70 a 85 decibéis; o liquidificador, dependendo da marca, vai de 85 a 93 decibéis; e, no caso do secador de cabelo, o ruído pode chegar a 90 decibéis. Já o barulho de uma furadeira pode chegar a 100 decibéis.

    “A exposição contínua a ruídos superiores a 80 decibéis pode causar perda progressiva da audição. Os primeiros sintomas em geral são a dificuldade de ouvir e de manter uma boa conversação. Infelizmente é comum que o indivíduo só procure tratamento quando a perda auditiva já está mais grave. Qualquer dano à audição vai se somando ao longo do tempo e os efeitos podem não ser logo notados. Permanecer em ambientes barulhentos com frequência pode levar, com o tempo, à perda irreversível da audição”, alerta a fonoaudióloga Isabela Carvalho, da Telex Soluções Auditivas.

    Habituados com o barulho em casa, os brasileiros também estão sendo afetados pelos ruídos das ruas, causados por obras, trânsito e carros de som. Em vários bairros, medições apontam cenários de até 110 decibéis, quando o nível máximo de ruído permitido é de 55 decibéis no período diurno e de 50 decibéis à noite. Se exposto a ruídos desta intensidade durante quatro horas diárias, o indivíduo poderá ter sua acuidade auditiva afetada e os primeiros sintomas podem ser um zumbido nos ouvidos. Por causa de tanto barulho nas ruas e em casa, é cada vez mais comum a perda precoce de audição entre adultos e até mesmo jovens, principalmente pela prática de ouvir música em volume alto no fone de ouvido.

    Para reverter esse quadro, inúmeros hábitos devem ser mudados. Evitar o ambiente barulhento dentro de casa, controlando principalmente o volume da TV e do aparelho de som; prestar atenção quanto ao volume da música nos fones de ouvido; não ouvir música alta dentro do carro; e educar os filhos para que evitem se manter em lugares barulhentos durante muito tempo, a fim de que possam manter uma boa audição até a velhice, quando naturalmente as células ciliadas do ouvido começam a morrer, gerando dificuldades para ouvir.

    Caso haja suspeitas de que a sua audição já não é a mesma de antes, procure um otorrinolaringologista. Por meio de exames, o médico vai diagnosticar o grau e o tipo de perda auditiva. Geralmente é recomendado o uso de aparelho auditivo. “A tecnologia presente nos aparelhos atuais tornou possível devolver ao indivíduo uma audição bem próxima à realidade. E o que é melhor, usando próteses minúsculas ou até mesmo intra-auriculares, que mantêm a discrição e elegância tão necessárias para que homens e mulheres se sintam seguros para frequentar ambientes de trabalho, festas e reuniões com amigos”, conclui a fonoaudióloga.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 466 milhões de pessoas têm problemas auditivos hoje no mundo. Há cinco anos, eram 360 milhões. O alerta é para evitar que o distúrbio venha a afetar 900 milhões de pessoas em 2050, caso medidas de prevenção não sejam adotadas.