Autor: agitosp

  • Nutricionista do HCor dá dicas para combater a obesidade infantil

    O sobrepeso e a obesidade vêm ganhando destaque no cenário epidemiológico mundial, não só em função da sua prevalência crescente, mas, principalmente, por estarem associados a uma série de danos à saúde. Estudos recentes mostram que a obesidade é o terceiro problema de saúde pública que mais demanda gastos da economia brasileira, estando à frente até do tabagismo. Estima-se que os gastos giram em torno de R$ 110 bilhões, o que equivale a 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

    Outra característica marcante é o crescimento da obesidade no grupo de crianças e adolescentes. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 15% das crianças brasileiras com idade entre cinco e nove anos têm obesidade atualmente. Mudanças no padrão da alimentação e da atividade física, em conjunto com fatores biológicos, comportamentais e ambientais favorecem esse aumento.

    Para crianças e adolescentes, são exemplos desses fatores as condições e situações dos ambientes escolares, familiar e social. Destacam-se ainda as características presentes na gestação e no início da vida, como o estado nutricional materno prévio à gestação, o fumo durante a gravidez e alimentação na infância.

    A gerente de Nutrição do HCor, Rosana Perim, alerta: “não se trata apenas de uma questão estética. Crianças obesas têm mais chances de serem adultos obesos e, consequentemente, de apresentarem as complicações de saúde ligadas ao excesso de peso como infarto, AVC, diabetes e síndrome metabólica. Só as complicações cardiovasculares em adultos já representam sozinhas a principal causa de morte no país, com mais de 29% do total de óbitos”, esclarece a nutricionista.

    Portanto, cuidar da alimentação é algo que deve ser feito sempre. Quando a criança é educada seguindo um estilo de vida saudável, ela tem mais chances de seguir esse exemplo pelo resto da vida. Mas como dar um bom exemplo, diante de tantos apelos por alimentos industrializados e ultra processados?

    A nutricionista do HCor explica que é preciso criar truques para tornar a alimentação saudável mais atraente. “A dica é apostar nas cores dos alimentos, experimentar novas preparações e transformar as refeições em momentos agradáveis junto à família. Comer com moderação e sem proibições é perfeitamente possível, desde que haja orientação dos especialistas”, ressalta Perim.

    Incentivo começa desde cedo!

    Desde cedo, a criança deve ser incentivada a fazer de cinco a seis refeições por dia como café da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e um pequeno lanche antes de dormir, beber bastante água e evitar o consumo de alimentos como salgadinhos, doces, sanduíches, refrigerantes e sucos industrializados.

    “Entre as ações que os pais podem fazer para incentivar a ingestão de alimentos saudáveis é tentar deixar as preparações apetitosas para o consumo, incluindo desde frutas frescas, salada de frutas, gelatina, bolos integrais, bolo de cenoura, biscoitos caseiros integrais, sucos naturais e água de coco”, sugere Rosana Perim.

    Dicas da nutricionista do HCor para incentivar hábitos saudáveis aos pequenos:

    Alimentos coloridos: aposte em cores variadas para tornar o prato mais atraente. A apresentação dos alimentos é uma das formas de aumentar o apetite da criança.

    Insistir com as novidades: sempre que possível introduza novos alimentos nas refeições dos pequenos. Nem sempre a criança concorda em comer uma preparação que lhe é oferecida pela primeira vez, mas é importante insistir e explicar a importância dos nutrientes presentes para a saúde.

    Autonomia: deixar a criança controlar o quanto comer. Não forçar! Respeite a sensação de saciedade da criança. Mas atenção! Fique de olho nas quantidades consumidas, pois o excesso é o grande vilão da obesidade.

    Respeito: respeite a decisão da criança se ela não quiser comer naquele momento. Mais tarde ela irá procurar você para se alimentar. Nessa hora ofereça sempre que possível preparações saudáveis.

    Transforme em brincadeira: envolva a criança na escolha e no preparo dos alimentos, e transforme isso em algo atraente para ela. Além de conhecer mais sobre os alimentos e suas funções no organismo. Exemplo: Leve a criança ao sacolão, mercado e feira para ajudá-la nas compras de frutas, verduras e legumes, permitindo que ela mostre as suas preferências.

    Refeição em família: é importante que os pais façam as refeições junto de seus filhos. A criança observa tudo que os pais estão fazendo e tenta copiar. Não adianta fazer a criança comer algo que você mesmo não consome.

    Importância da alimentação: na medida do possível, explique para a criança a função dos alimentos, bem como a importância de cada grupo alimentar.

  • Como escolher um carregador portátil eficaz e seguro?

     
    Sony explica em três dicas simples quais fatores devem ser observados
     
    As novas tecnologias mudaram totalmente nossa dinâmica de comunicação, tornando a mobilidade parte essencial do dia a dia. Com isso, equipamentos como carregadores de bateria portáteis tornaram-se artigos fundamentais.  Mas como escolher o modelo certo para a sua necessidade? Quais cuidados devemos tomar antes de adquirir um carregador? A Sony elencou três importantes dicas. Confira abaixo: 

    1. Entenda a embalagem

    Ao chegar em uma loja ou pesquisar pela internet, inúmeras opções de carregadores aparecerão com diferentes marcas, números e nomenclaturas. Como entender tudo isso? Para começar, procure na embalagem ou no próprio produto pelo selo da Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações – que regulamenta o setor. Em 2007, foi criada uma regulamentação voltada para baterias e carregadores de celulares com o objetivo de fazer um controle mais rigoroso quanto a qualidade e segurança desses produtos, já prevendo uma grande demanda e a possibilidade de falsificações ou equipamentos muito inferiores causando perigo no uso.
     

    Em seguida, é necessário entender os números e a nomenclatura. A unidade de medida usada para esse produto é de mAh, ou seja, miliampère-hora, que tem o objetivo de informar o tempo de duração da bateria, por isso, quanto maior o miliampère-hora indicado na bateria, mais longo é o período que o seu aparelho pode ficar desconectado da tomada. De acordo com os celulares de hoje, que exercem inúmeras funções e tiveram um aumento muito expressivo de uso diário, podemos dizer que:

    • 5.800 mAh equivale a uma carga e meia, se for para uso pessoal;
    • 10.000 mAh equivale a duas cargas e meia, se for para uso profissional;
    • 20.000 mAh equivale a cinco cargas, podendo ser usado por família, de forma compartilhada com diversos dispositivos.
    1. Fique de olho no custo-benefício

    A variação de preço entre um produto e outro pode fazer com que muitos consumidores optem pelo de menor valor, mas é importante ficar de olho no que está sendo comprado. Os carregadores Sony têm vida útil superior a três anos, enquanto os demais encontrados no mercado com valor inferior e de marcas desconhecidas duram no máximo um ano. Ou seja, se contabilizar o custo-benefício de uma escolha por um carregador como os CP-E6,CP-V20 e CP-V10B, você terá um investimento certeiro, que não te deixará na mão ao longo dos anos.

    1. Se importe com a segurança

    A segurança contra curto-circuito ou superaquecimento do produto é fundamental para sua utilização. Por isso, é importante verificar se, além da certificação, o produto possui outras ferramentas, como:

    • Gel híbrido: serve como uma camada interna e extra que protege contra possíveis atritos, batidas e quedas do produto;
    • Circuitos de proteção: são circuitos desenvolvidos para agir de forma inteligente quando detectada uma sobrecarga de energia;
    • Termômetro: nos carregadores da Sony, são em média três termômetros internos em cada produto para evitar justamente o superaquecimento ou algum incidente desnecessário.

    A partir dessas informações, busque o produto que mais combina com você e que será verdadeiramente útil e seguro para o uso de seus gadgets.

    Carregadores com entrada tipo C
    Seguindo a tendência dos novos smartphones, que já são produzidos com entrada USB-C e garantem uma velocidade até três vezes mais rápida de transferência, a Sony lançou recentemente o modelo CP-VC10, que conta com duas saídas (tipos A e C) com 10.000 mAh de capacidade. Esse novo padrão USB-C possibilita que os smartphones sejam carregados com maior potência, ou seja, a bateria alcançará o 100% rapidamente – sendo carregados duas vezes mais rápido. Além do cabo, a Sony possui outros gadgets com a conexão Tipo C.

  • Cartilha online ajuda a planejar viagens seguras

    Lançada pela Allianz Travel, a “Cartilha do Viajante” reúne informações para garantir segurança e praticidade aos turistas

    Cartilha do Viajante

    Planejar uma viagem requer tempo e dedicação nas pesquisas, seja para escolher um hotel, comprar passagens ou até mesmo checar informações básicas, como documentos necessários. Para facilitar o planejamento da próxima viagem, a Allianz Travel, empresa líder na oferta de seguro viagem, apresenta a Cartilha do Viajante. No Brasil, a Allianz Travel atua como representante de seguro da Allianz Seguros no segmento viagem.

    O material digital reúne várias dicas para garantir tranquilidade e auxiliar os turistas durante toda a viagem. A cartilha responde dúvidas comuns e apresenta importantes informações que podem facilitar o dia a dia no destino, de maneira simples e fácil.

    O material auxilia viajantes com destino nacional ou internacional, reunindo informações como: dúvidas sobre medicamentos permitidos no exterior, links úteis e dicas sobre bagagem. Além disso, há informações sobre como entrar em contato com o Seguro Viagem Allianz.

    Mais do que ajudar o viajante a conquistar o bem-estar durante o passeio, esta cartilha online contribui para garantir a melhor experiência em uma viagem. Acesse o material completo em: https://www.mondialtravel.com.br/duvidas-e-dicas/dicas-de-viagem/cartilha-do-viajante.

  • Saiba como utilizar lingerie à mostra nos looks

    Confira dicas da consultora para não errar na produção.

    A tendência continua em alta na próxima temporada. A peça que por muitos anos ficou escondida cada vez mais ganha destaque nos looks das fashionistas. O resultado? Um look sexy para os dias mais quentes.

    A consultora Juliana Monteiro e sócia da marca de lingerie Duzani ensina como incorporar a peça íntima na produção:

    Top

    O sutiã em renda pode se transformar em um top mega sexy na produção. Para trazer equilíbrio utilize calças, saias ou shorts de cintura alta. É importante ficar atenta em relação a transparência da peça para evitar qualquer desconforto.

    Transparência

    Blusas com transparência é uma ótima alernativa para quem quer começar a deixar o sutiã visível. A dica para não errar é utilizar a tendência monocromática na hora de combinar.   

    Body

    A peça trás equilíbrio e versatilidade para qualquer combinação. Utilizar saia, calça ou short em couro são uma alternativa para compor looks noturnos e para um ar mais casual utilize jeans – o modelo “mom jeans” é uma alternativa para você que deseja dosar na sensualidade.

    Sobreposições

    Jaquetas e blazers são peças que conquistaram o gosto das famosas há tempos! Além de ser outra alternativa para trazer mais segurança, é uma opção para utilizar em dias mais frescos. 

  • 5 dicas para manter a escova de dente livre de bactérias 🦠

     

    Especialista alerta sobre cuidados com escova de dente e explica como mantê-las sempre limpas

    Ao mesmo tempo que a escova de dente é um dos itens mais importantes para a saúde bucal, pode ser também um foco de germes e bactérias, caso não seja bem conservada. “É indispensável o cuidado diário com o armazenamento do produto, afinal, ele está em contato direto com dentes e gengiva”, explica Isabella Mendes, dentista e consultora da GUM, a marca mais inovadora de cuidado bucal no Brasil e presente em 90 países.

    Por isso, a especialista relaciona abaixo dicas para otimizar os cuidados com as escovas de dente:

    1. Sempre lave a escova antes e depois de usar

    Ao escovar os dentes é necessário higienizar a escova antes e após o uso. Para isso, é necessário deixá-la por cinco minutos mergulhada no enxaguante bucal ou lavá-la com água corrente. Depois, remova o excesso de líquido nas cerdas (basta dar umas batidinhas do cabo na pia) e guarde sempre em posição vertical, com cabeça para cima. Dessa forma, removemos os germes que ficam na escova ao ser deixada ao ar livre ou em contato com outros itens.

    1. Nunca compartilhe sua escova

    Quem nunca foi viajar e percebeu que tinha esquecido a escova de dente? Nesse caso, pegar emprestado do amigo ou de qualquer outra pessoa próxima nunca é a melhor opção. “Em vez de limpar, você estará expondo a região bucal a mais bactérias, podendo causar infecções ou até doenças como a herpes”, pontua.   

    1. Evite o contato entre escovas

    É comum em casas de banheiros compartilhados o hábito de colocar todas as escovas juntas em uma mesma gaveta ou suporte. “Essa prática permite a troca de germes e bactérias entre as escovas, possibilitando o desenvolvimento de alguma doença oral ou até mesmo transmitindo gripes”, argumenta.

    1. Evite colocar o item sobre vaso sanitário ou pias

    Pias e vasos sanitários são grandes focos de concentração de microrganismos, por isso, o contato direto com esses locais pode contaminar a escova com germes e bactérias. A melhor opção é deixá-las em um local aberto, com ventilação, como um copo, onde ela fique sozinha e bem distante do vaso sanitário.

    Além disso, para quem carrega o produto dentro de bolsas, o ideal é usar os protetores plásticos que permitem ventilação nas cerdas e evitam o contato com microrganismos prejudiciais à saúde. A dentista alerta ainda que não é recomendado utilizar as capas plásticas quando a escova for armazenada em banheiros diariamente e, o protetor deve ser higienizado periodicamente, assim como a escova.   

    1. Troque a escova regularmente

    Escovas utilizadas por muito tempo e com as cerdas desgastadas já não cumprem mais a função de limpeza, prejudicando a saúde bucal. “Além disso, mesmo que as cerdas pareçam intactas, existe acúmulo de germes e bactérias, por isso o ideal é que o item seja trocado a cada três meses. Em caso de doenças como gripes e resfriados, a escova deve ser substituída independente do tempo de uso”, finaliza.

     

  • Obesidade pode provocar danos permanentes no joelho

     

    Prof. Dr. Rene Abdalla, ortopedista e diretor médico do Instituto do Joelho HCor, alerta que o excesso de peso favorece o desgaste da cartilagem e com isso o aparecimento da artrose

     

                O mais recente levantamento sobre obesidade no Brasil aponta que 18,9% da população está obesa e 54% com sobrepeso. Os números são da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e mostram a preocupante realidade do país.

                Além das doenças metabólicas, a obesidade pode provocar problemas ortopédicos e danos permanentes nos joelhos. “Temos vários estudos que comprovam que devido à sobrecarga o surgimento da artrose é quase inevitável. O desgaste da cartilagem que protege as extremidades dos ossos que se ligam ao joelho é muito grande. Além disso, o excesso de peso reduz a mobilidade e aumenta a possibilidade de lesões futuras”, explica o Prof. Dr. Rene Abdalla, ortopedista e diretor médico do Instituto do Joelho HCor.

                Uma das maneiras de atenuar esse desgaste da cartilagem é investir em programas de perda de peso, seja por meio de dietas, reeducação alimentar e atividade física orientada. Mas o desgaste que foi feito dificilmente poderá ser recuperado.

    “Os pacientes, após significativa perda de peso, sentem-se mais confortáveis e com indicação de prática de exercícios. Muitos começam a exigir mais dos joelhos. Nesse momento sentem os efeitos do antigo sobrepeso”, acrescenta Dr. Rene.

                Para evitar lesões mais graves o paciente deve procurar orientação especializada antes de iniciar qualquer tipo de exercício, principalmente os que exigem muito dos joelhos desgastados. “Esse paciente em especial precisa, antes de tudo, fortalecer a musculatura da região para ter a certeza de que está preparado para iniciar uma atividade física com uma margem de segurança”, acrescenta o ortopedista.

     

    Dicas importantes

    ü Procure um especialista para orientações sobre como iniciar a prática do exercício físico.

    ü Alongue a musculatura para preparar o corpo, antes de iniciar a atividade.

    ü Fique atento aos exercícios praticados e procure uma série que melhor se ajuste as suas necessidades. Cuidado para não sobrecarregar os joelhos.

    ü Intercale atividades, por exemplo, corrida com musculação.

    ü Escolha calçados que protejam os membros inferiores de impactos e movimentos repetitivos.

    ü Ao primeiro sinal de dor pare os exercícios imediatamente e procure o especialista para nova avaliação.

     

     

  • 5 alimentos essenciais para uma boa digestão

    Nutricionista elenca itens indispensáveis no cardápio para ter um intestino regulado

    Barriga inchada, mal humor, constipação e sensação de “estufamento“ são algumas das principais consequências do intestino preso. De acordo com Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, uma das principais causas do intestino desregulado é a combinação entre o consumo excessivo de açúcar, gordura e embutidos e a baixa ingestão de fibras e água.

    Por isso, em muitos casos, o incômodo pode ser evitado com uma alimentação balanceada incluindo nas refeições diárias os alimentos abaixo:

    1. Massas integrais

    Quem disse que pãezinhos não podem fazer parte de uma dieta saudável? Para quem não consegue abandonar a delícia, uma dica é substituir os brancos pelos integrais, que têm mais fibras na massa. Além dos pães, outros tipos de massas podem ser consumidos em sua forma integral, como macarrão, bolos e biscoitos, mas sempre com moderação, evitando os excessos.    

    1. Mix de Nuts

    As oleaginosas, além de fortes aliadas da pele, cabelo e unhas, são ricas em gorduras boas e vitaminas. “Elas são perfeitas para um lanchinho entre as principais refeições e podem dar um toque especial às saladas, risotos e iogurtes”, conta.

    1. Água

    Beber muita água durante o dia não é só importante para a hidratação corporal, mas também para que os órgãos digestivos trabalhem melhor. Além dos alimentos que contêm fibras, o líquido também é essencial para a formação do bolo fecal e facilita os movimentos peristálticos.

    1. Granola

    Com aveia, castanhas e uvas-passas em sua composição, ela é rica em fibras solúveis e insolúveis, que auxiliam no bom funcionamento do intestino. “As granolas ainda podem ser consumidas com iogurte e frutas”, explica.

    1. Frutas Secas

    As variedades de frutas secas são ótimas para a reposição de vitaminas e nutrientes e possuem uma concentração maior de fibras, portanto são ótimas para estimular as funções intestinais. 

     

  • Conheça prós e contras de 4 tipos de pisos para criar um cão dentro de casa

    Para ter um cachorro dentro de uma casa ou apartamento, é importante investir em um piso que seja adequado para aquele pet; especialista em comportamento animal Cleber Santos, da ComportPet, lista vantagens e desvantagens

    Crédito: iStock

    Os cuidados com um pet vão além da alimentação, banho, tosa, passeios e medicamentos. O ambiente físico onde o cão vive também precisa ser limpo diariamente, e é preciso pensar em cada detalhe – como o tipo de piso. Alguns materiais não são adequados para casas que acomodam cães, por isso, os tutores devem estar atentos e até mesmo trocar o piso caso seja necessário.

    Para o especialista em comportamento animal e adestrador Cleber Santos, da ComportPet, é importante preparar o local antes de receber um pet em casa. “A principal prioridade deve ser a segurança do animal. Se você mora em um apartamento, é preciso instalar redes de proteção em todas as janelas e sacadas. A escolha do piso também é fundamental para deixar a vida do animal mais confortável”.

    “Quando a pessoa resolve ter um cachorro, precisa escolher o revestimento da casa considerando não apenas a estética, como também a  durabilidade do material. Afinal, aquele piso precisará resistir ao xixi, enquanto o pet for filhote e estiver sendo treinado a fazer as necessidades no local correto, às marcas de patinhas e aos riscos de unhas”, comenta Cleber.

    De forma geral, os melhores tipos de piso, de acordo com o especialista, são os de materiais antiderrapantes, que evitam escorregões dos pets, e os atérmicos, que, mesmo sob sol intenso, não absorvem o calor, mantendo a temperatura amena.

    Saiba mais sobre 4 tipos de pisos:

    Madeira de demolição

    As madeiras de demolição criam um aspecto rústico e acolhedor para a casa e criam um ambiente adequado para receber um cachorro. “Esse tipo de piso com certeza vai resistir às peripécias do cãozinho, já que além de ser resistente é antiderrapante. Por isso, é uma boa aposta para quem está planejando ter um pet em casa”, recomenda.

    Vinílico

    É resistente e antiderrapante, além de ser fácil de limpar e abafar ruídos, evitando reclamações dos vizinhos por conta de barulho do pet. Além disso, os modelos vinílicos produzidos em resina de vinil (PVC), possuem texturas que previnem os escorregões.

    “É um piso fácil de limpar, e que exige pouca manutenção. Apesar de parecer com a madeira, o vinílico pode ser limpo com água, e não estufa caso o animal faça xixi no ambiente”, diz Cleber.

    Linóleo

    Esse revestimento é composto quase totalmente por matérias-primas naturais e é uma solução bastante econômica de revestimento. “Por ser levemente emborrachado, é impermeável e fácil de higienizar. Outra vantagem é sua característica antibacteriana, que ajuda a manter a higiene mesmo com os pelos e patinhas circulando pela casa”.

    Evite os pisos lisos

    Para Cleber, uma dica importante é evitar os pisos lisos e escorregadios, que podem causar acidentes. “Azulejo, mármore, granito e ardósia são materiais que devem ser evitados, pois por terem superfícies muito lisas, podem fazer com que o cão escorregue”, alerta ele.

    “Esse tipo de piso também força o cão a fazer um esforço físico muito grande nas articulações para manter o equilíbrio em tarefas simples, como sentar ou se levantar. Segundo estudos, isso pode causar displasia coxo-femural, que afeta as articulações e é muito dolorosa, ou agravar casos já existentes da doença”, finaliza o especialista.

    Uma dica, caso a pessoa não tenha condição de trocar o piso da casa ou apartamento e ele seja liso, é espalhar tiras de tapetes emborrachados pela casa. “É uma boa alternativa para quem já tem a casa pronta e não pode reformar, é algo em conta que ajuda muito a prevenir acidentes e lesões, pois dão maior aderência para o cão não escorregar”, indica o especialista.  

  • Saiba os cuidados necessários para pele em cada faixa etária

    Não há segredo! Quem deseja uma pele perfeita precisa tirar alguns momentos do dia para cuidar das cutes. Sol, poluição e vento são umas das exposições diárias que a pele sofre. Pensando na necessidade de cada fase, um time de especialistas indica hábitos necessários para cada faixa etária.

     

    Para todas as idades.

    Independente da faixa etária todas possuem um mesmo objetivo: manter a pele com aspecto saudável. Para isso, a biomédica Luciana Godinho, especialista em estética facial e corporal explica: “Independente da faixa etária é importante retirar a maquiagem, abusar do uso de protetor solar (desde a infância) e beber muita água.”

     

    Aos 20 anos

    .Não ache que a pouca idade possa ocasionar na isenção de cuidados. Aos 20 anos a ocorrência de acne é maior por conta da pele oleosa ou mista comum nessa faixa etária. A biomédica dá uma dica para combater o problema: “Para combater a oleosidade é importante usar produtos para o problema, por exemplo, sabonetes antioleosidade são uma ótima alternativa”.

    Além disso, Dra. Luciana alerta que a hidratação de acordo com o tipo de pele é um grande aliado para a prevenção nesse período.

     

    Aos 30 anos

    Apesar de os 30 anos ser considerado hoje os novos 20, chegar nessa idade ainda deixa muitas mulheres, literalmente, de cabelo em pé. O surgimento de rugas, marcas de expressão, manchas na pele e até flacidez, que são um grande pesadelo para o universo feminino, ficam mais acentuados a partir dos 30 e por isso, essa fase requer cuidados deferenciados. Mas não precisa se desesperar, dá para se manter linda e jovem mesmo assim, basta mudar os cuidados que tinha antes e começar a realizar atividades específicas para a nova fase.

    Dra. Luciana Godinho explica que os cuidados com a pele devem ser redobrados a partir dos 30 anos. Segundo a especialista, é nessa idade que o corpo começa a sentir deficiência na produção de colágeno, o que em consequência favorece o surgimento de flacidez, rugas, marcas de expressão entre outros. Por isso, é necessário um cuidado especial.

    “Não precisa ficar desesperada, porque para tudo hoje em dia tem jeito. Basta investir em cremes específicos para a hidratação da pele e em procedimentos estéticos como os Peelings”, explica Luciana.

    A partir dos 40

    A dermatologista Andréa Sampaio da clínica dermasense menciona que nessa fase a pele está mais madura, mas ainda assim pode ser oleosa e deve ser hidratada com produtos leves, de textura gel, creme ou sérum, preferencialmente à noite. O protetor solar deve ter textura seca para evitar o brilho e o surgimento de acne.

    Para amenizar rugas e pés de galinha a dermatologista explica: “O melhor procedimento para amenizar as rugas periorbitais, os chamados “pés de galinha” é a toxina botulínica. A região deve ser também hidratada com produtos apropriados para esta área e protegida da radiação UV.”

     

    A partir dos 50

                Assim como aos 40, a pele aos 50 anos está mais madura e é necessário cuidado diário domiciliar, como hidratação, produtos anti envelhecimento, além da proteção contra poluição e radiação UV. É impotante usar produtos sem sabão, ou com baixo poder detergente, como cremes de limpeza. O uso de esfoliante deve ser esporádico, no máximo 1 x a cada 15 dias para evitar irritações e ressecamento.

                “No consultório dermatológico há diversos recursos que podem ser usados nesta faixa etária para manter a pele jovem e a auto estima dos pacientes. Um ótimo exemplo é a toxina botulínica que alivia rugas e suaviza as expressões. Há ainda ós bioestimuladores, que promovem resultados naturais e os preenchedores, além de peelings e tratamentos a laser, que são ótimos auxiliares na prevenção do envelhecimento da pele,” explica Andréa.

     

  • 2 em cada 3 mães se sentem impotentes diante das crises de cólicas de seus bebês, afirma pesquisa inédita

    Estudo realizado por Luftal mostra que privação de sono, cansaço e sentimento de impotência são os maiores problemas enfrentados pela população 

    As temidas cólicas do bebê, que aparecem geralmente após a segunda semana de vida, podem causar muito desconforto inclusive nos pais. Diante do choro e a dor dos seus filhos, uma pesquisa inédita intitulada “Dossiê da Cólica no Bebê” promovida por Luftal (medicamento composto por simeticona para combate às cólicas causadas pelos gases), ouviu aproximadamente 1.000 mães de diferentes idades e de todo o Brasil e mostra que 2 em cada 3 se sentem impotentes e tem a sua qualidade de vida completamente impactada por causa das crises.

    “As cólicas estão relacionadas à combinação de alguns fatores, entre eles a imaturidade dos sistemas digestivo e nervoso, que entre outras funções, controla as contrações do intestino”, destaca Dr. Marcus Renato de Carvalho, pediatra docente do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina – UFRJ e especialista em amamentação.

    O estudo aponta ainda que as crises de cólicas têm incidência muito maior do que se imagina: mais de 40% delas relatou que os episódios de crise chegam a acontecer até 4 vezes, em média, na semana.

    Cólicas do bebê e impactos emocionais: como equilibrar essa equação?

    1/3 das entrevistadas acredita que o bebê sente um grande desconforto nos episódios de cólica, o que aumenta o quadro de angústia diante do sintoma em seus filhos.

     “A insegurança e ansiedade por parte dos pais pode agravar a frequência das cólicas”, explica Dr. Marcus.

    Ainda de acordo com a pesquisa, 77% das mães considera que a cólica tem um impacto alto na rotina dela e de toda a família. Das reclamações mais citadas:

    ·         69% mencionam a privação de sono e cansaço diário como os principais problemas;

    ·         63% mudança de comportamento e irritação;

    ·         33% mudança na alimentação, como falta de apetite.

    Sobre a influência da alimentação das mães que amamentam e a relação com as cólicas do seu bebê, cerca de 70% vê uma associação direta. A respeito dessa questão, o pediatra afirma que ela intervém muito pouco na ocorrência dos episódios. Entretanto, ele pontua que o consumo de produtos condimentados, leite de vaca, ingestão de café, chocolates e gorduras em quantidades superiores que o desejável, pode desencadear dores abdominais e estufamento causados pelos gases, mal-estar, sonolência ou insônia nas mães.

    O pediatra: a fonte mais confiável

    Mesmo diante dos avanços tecnológicos, a grande maioria das mamães (91%) preferem o pediatra como a fonte mais confiável na hora das orientações sobre as cólicas, dado que o sintoma nos bebês está presente em aproximadamente 7 de cada 10 consultas. Parentes e amigos próximos ficam em segundo lugar nas indicações sobre como lidar com o tema: apenas 38% os utilizam como referência.

    Os bebês, nos 3 primeiros meses, sofrem com as cólicas e uma das possíveis causas desse incômodo são os desconfortos ocasionados pelos gases. Segundo, Dr. Marcus uma possível solução segura para as mamães lidarem com eles é o uso de medicamentos que tem como princípio ativo a simeticona, desde que recomendada pelo pediatra. A simeticona age rompendo as bolhas de gases e não é absorvida pelo organismo dos bebês.

    Papai Presente = Cuidado Compartilhado

    Mais da metade das mães afirma que o pai ou companheiro participa dos cuidados com o bebê. A participação, além de fortalecer os laços entre os pais e o bebê, permite um amparo físico e emocional à mãe, já que o estresse pode prejudicar a amamentação e resultar em mais episódios de cólica.

    Depois de longos três meses é quase certo que as cólicas já tenham desparecido. “É importante para os pais gerir a ansiedade provocada pelas cólicas do recém-nascido e encarar essa fase como um processo natural de adaptação à vida e de resposta a todos os estímulos externos”, finaliza o pediatra.