Autor: agitosp

  • Iimportância de uma alimentação saudável aos diabéticos

    A especialista dá dicas para amenizar os picos de glicemia

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de pessoas com diabetes vem crescendo devido aos maus hábitos alimentares e rotina sedentária. A diabetes é uma doença crônica em que a quantidade de glicose (açúcar) no sangue é muito elevada, já que o pâncreas não produz ou produz pouca insulina. A insulina é um hormônio que tem como papel permitir a entrada da glicose nas células do corpo para se metabolizarem em energia. “Existem dois tipos de diabetes: a tipo I, que é quando o organismo não produz insulina, mais comum na infância ou adolescência; e a tipo II, quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz, mantendo o nível de glicose no sangue elevado. Normalmente a tipo II é desenvolvida na vida adulta e por conta da má alimentação”, explica a nutricionista do São Cristóvão Saúde, Ana Paula Gonçalves da Silva.

    Para controlar o nível de glicemia (quantidade de glicose no sangue), a nutricionista aconselha distribuir a ingestão de alimentos em várias refeições diárias para minimizar os picos glicêmicos (alta taxa de glicose no sangue ou baixa taxa) e otimizar a produção de insulina. “Para o diabético tipo I que está dentro do peso, ele precisa de carboidratos complexos (integrais), como o amido da batata, do arroz e do feijão. A única restrição é para a oferta de glicose e de sacarose, açúcares rapidamente absorvidos pelo organismo. Já para o tipo II, que costumam ser pessoas com sobrepeso, o ideal é uma dieta de emagrecimento. Portanto, além de evitarem açúcares, também devem evitar gorduras, as quais são responsáveis pelo aumento de peso e por alterações no colesterol e triglicérides”, comenta.

    Ainda conforme Ana Paula, o cardápio de uma pessoa com diabetes não precisa ser tão restritivo como se imagina. O importante é não consumir açúcares refinados, doces, xaropes, geleias, sorvete, bolos, biscoitos recheados, refrigerante e leite condensado, devido à alta concentração de glicose nesses alimentos. “Também os carboidratos devem ser moderados, preferindo os integrais, que são digeridos mais lentamente pelo organismo, por isso liberam glicose em pequenas quantidades. Assim, não haverá picos de glicemia, pois esta oscilação de taxas de glicose no sangue faz muito mal ao paciente”, esclarece.

    Caso haja alguma festa e a vontade por comer um doce seja incontrolável, é necessário reduzir o consumo de carboidratos (pães, massas, biscoitos, bolos, batatas, entre outros) para manter um equilíbrio glicêmico. Esse controle na alimentação, nos diabéticos tipo I, pode inclusive diminuir o uso de injeção de insulina.

    Há alguns alimentos que podem melhorar o quadro de diabetes, como os ricos em fibra (inhame, aipim, leguminosas, verduras, legumes e frutas), o que desacelera a digestão dos carboidratos; leites, iogurtes e laticínios lights com baixo teor de gorduras; e frutas com cascas, pois apresentam mais fibras. “Uma boa opção é o abacate, pois quase não apresenta açúcar e é muito rico em gordura que aumenta o bom colesterol, além de deixar o processo de absorção dos alimentos mais lento. Assim, automaticamente, temos um prolongamento de saciedade. Em contrapartida, a fruta é muito calórica e deve ser consumida com cautela, principalmente se estiver acima do peso”, indica a nutricionista.


    Receita de Torta de Mousse de Maracujá para diabéticos

    Ingredientes

    Base

    3 colheres (sopa) de margarina cremosa sem sal

    1 colher (sopa) de adoçante dietético em pó, próprio para forno e fogão

    1 colher (café) de essência de baunilha

    1/2 xícara (chá) de farinha de trigo integral

    1/4 de xícara (chá) de farinha de trigo

    2 colheres (sopa) de leite desnatado

    Recheio

    1 xícara (chá) de leite desnatado

    1 colher (sopa) rasa de amido de milho

    1 envelope de gelatina em pó incolor sem sabor

    4 colheres (sopa) de água

    1/2 xícara (chá) de creme de leite light

    1/2 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado

    2 claras

    4 colheres (sopa) de adoçante em pó, próprio para forno e fogão

    Calda

    1/2 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado

    1 xícara (chá) de água

    2 colheres (chá) de amido de milho

    4 colheres (sopa) de adoçante dietético em pó, próprio para forno e fogão

     

    Preparo

    Massa

    Misture os ingredientes da massa e forre apenas o fundo de uma forma de torta pequena. Asse em forno médio (180° C) até dourar. Reserve.

    Recheio

    Misture o leite e o amido de milho e leve ao fogo para engrossar. Dissolva a gelatina na água fria, mexa bem e adicione ao creme, mexendo bem para derreter. Acrescente o creme de leite e retire do fogo. Adicione o suco de maracujá e as claras batidas em neve com o adoçante. Coloque o recheio sobre a massa e leve à geladeira para firmar.

    Calda

    Misture os ingredientes e leve ao fogo para engrossar. Depois de frio, decore a torta.

    Dica: Se quiser, prepare a receita com o maracujá azedo fresco. Retire a polpa de 2 maracujás e bata no liquidificador, na tecla pulsar, com 1 xícara (chá) de água. Guarde as sementes para enfeitar.

  • Conhecemos a arCÃObancada do Mineirão

    Você levaria seu pet para assistir um jogo de futebol ⚽️ do seu time do coração?

    Pois é, em Belo Horizonte no Mineirão isso já é realidade. Com o inédito projeto arCÃObancada os pets possuem um espaço dedicado dentro do estádio.

    O planejamento foi muito bem realizado, após entrar pelo portão, são poucos metros para se chegar no camarote, evitando assim que os pets fiquem na aglomeração dos torcedores e se assustem.

    Entrando no espaço com grama sintética, há comedouros, potinhos de água, caixinhas para o xixi, lixeiras e brinquedos.

    Com visão privilegiada do campo, o camarote é todo de vidro. Mas abrindo a porta, os tutores podem curtir o jogo diretamente do camarote. Nesta área, os pets podem ficar junto, ou dentro da arCÃObancada que disponibiliza também um adestrador para ficar com os pets.

    Para participar do projeto, é necessário acessar o site arcaobancada.com.br e aguardar o sorteio. E claro, seguir algumas regrinhas como por exemplo a fêmea não pode estar no cio; o cão não pode ter medo de pessoas, barulhos e/ou cães; Caso o cão apresente sinais de estresse e o Adestrador responsável pelo evento ache que o cão deva ir embora o mesmo irá pedir para o tutor.

    E olha que bacana esse item: o evento deve ser para o cão e não para o tutor.

    Que esta iniciativa seja replicada tb aqui em SP 😉 e em outros estádios.

     

  • Câncer da Próstata: o Fantasma da Saúde do Homem

    Neste #NovembroAzul, doutor Adriano Fregonesi, urologista do Hospital Santa Elisa, afirma que as campanhas para detecção precoce do câncer de próstata são necessárias para que haja o diagnóstico deste tipo de câncer ainda na fase inicial da doença.

    O câncer de próstata é o câncer mais comum entre os homens (após o câncer de pele), mas na maioria das vezes, pode ser tratado com sucesso. Se você tem câncer de próstata ou conhece alguém que tem, saber o que esperar pode ajudar a lidar com a situação.

    Neste post você pode descobrir tudo sobre o câncer de próstata, incluindo fatores de risco, sintomas e tratamento.

    O que é a próstata?

    Só os homens têm próstata. A próstata geralmente é do tamanho e da forma de uma noz e cresce à medida que a pessoa envelhece. Fica embaixo da bexiga e envolve a uretra.

    Sua principal função é ajudar a produzir sêmen – o fluido que transporta espermatozoides. E, os problemas mais comuns da próstata são: o aumento da próstata, prostatite e o câncer de próstata.

    O que é câncer de próstata?

    O câncer de próstata pode se desenvolver quando as células da próstata começam a crescer de forma descontrolada.

    Geralmente, cresce lentamente e pode não causar problemas. Mas alguns homens têm câncer de próstata com maior probabilidade de se espalhar e precisa de tratamento para impedir esse crescimento para fora da próstata.

    Sinais e Sintomas

    O câncer de próstata que está contido dentro da próstata (chamado de câncer de próstata localizado ou câncer de próstata precoce) geralmente não causa nenhum sintoma. É por isso que é importante saber sobre o seu risco.

    Mas alguns homens podem ter alguns problemas urinários. Estes podem ser leves e acontecem ao longo de muitos anos e podem ser um sinal de um problema benigno de próstata.

    A maioria dos homens com câncer de próstata precoce não apresenta sinais ou sintomas. Mas existem alguns fatores que podem indicar que você tem mais chances de ter câncer de próstata, como por exemplo:

    Se você tiver 50 anos ou mais;
    Se alguém na família teve câncer de próstata como o seu pai, avô ou irmão.
    Você normalmente só terá sintomas se o câncer crescer perto do tubo da urina (através da uretra) e pressioná-lo, mudando o modo como você urina. Mas como o câncer de próstata geralmente começa a crescer em uma parte diferente da próstata, o câncer precoce geralmente não pressiona a uretra e causa sintomas.

    “Se você notar mudanças na maneira como urina, é mais provável que seja um sinal de um problema não-canceroso muito comum chamado aumento da próstata, ou outro problema de saúde. Mas ainda a melhor conduta é procurar seu médico e fazer os exames de rotina” afirma dr. Adriano Fregonesi.

    Possíveis alterações incluem:
    Dificuldade em começar a urinar ou a esvaziar a bexiga;
    Um fluxo fraco quando você urina;
    Uma sensação de que sua bexiga não se esvaziou adequadamente;
    Precisar urinar com mais frequência, especialmente à noite;
    Um desejo súbito de urinar – às vezes você pode vazar antes de ir ao banheiro.
    Se o câncer de próstata irrompe da próstata (câncer de próstata localmente avançado) ou se dissemina para outras partes do corpo (câncer de próstata avançado), pode causar outros sintomas, incluindo:
    Dor nas costas, dor no quadril ou dor na pelve;
    Problemas para obter ou manter uma ereção;
    Sangue na urina ou sêmen;
    Perda de peso aparentemente sem explicação.
    Esses sintomas também podem ser causados ​​por outras coisas, como prostatite (infecção e inchaço da próstata), diabetes ou alguns medicamentos.

    E se eu não tiver nenhum sintoma?

    Você pode falar com seu médico se tiver mais de 50 anos, tiver histórico familiar de câncer de próstata – mesmo que não tenha nenhum sintoma. Estes são os fatores mais comuns que podem aumentar o risco de câncer de próstata.

    Esta simples informação confirma que não tem hora certa para ir ao urologista. Pasme, vencer o preconceito é uma das principais barreiras. O exame da próstata regular é muito importante. Não espere ter dores e doenças mais graves para ir ao urologista.

    A recomendação da Sociedade Brasileira de Urologia-SBU, é de que o exame periódico seja realizado mesmo na ausência de sintomas.

    Incidência

    No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma).
    Em valores absolutos e considerando ambos os sexos é o quarto tipo mais comum e o segundo mais incidente entre os homens. A taxa de incidência é maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.

    Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de 3/4 dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.

    Estima-se que em 2018 68.220 novos casos sejam diagnosticados (INCA).

    Tratamento

    Se você foi diagnosticado com câncer de próstata, sua equipe médica discutirá as opções de tratamento com você. É importante pesar os benefícios de cada opção de tratamento contra os possíveis riscos e efeitos colaterais.

    Para a maioria dos homens diagnosticados com câncer de próstata, o câncer é encontrado enquanto ainda está em um estágio inicial – é pequeno e não se espalhou além da próstata. Esses homens geralmente têm várias opções de tratamento a considerar.

    Nem todo homem com câncer de próstata precisa ser tratado imediatamente. Se você tem câncer de próstata em estágio inicial, há muitos fatores, como sua idade e estado geral de saúde, e a probabilidade de o câncer causar problemas para você considerar antes de decidir o que fazer. Você também deve pensar sobre os possíveis efeitos colaterais do tratamento e a probabilidade de incomodá-lo. Alguns homens, por exemplo, podem querer evitar possíveis efeitos colaterais, como incontinência ou problemas de ereção pelo maior tempo possível. Outros homens estão menos preocupados com os efeitos colaterais e mais preocupados em remover ou destruir o câncer.

    A escolha entre as opções deve ser amplamente discutida com o médico responsável pelo o tratamento do tumor localizado e pode ser feito com cirurgia ou radioterapia.

  • Dia Mundial do Diabetes: mudança no estilo de vida é fator importante no controle da doença

    Atualmente, o Diabetes é a mais comum das doenças não transmissíveis com elevada prevalência e incidência crescente. Atinge já cerca de 415 milhões de pessoas em todo o mundo e continua a aumentar em todos os países, estimando-se que em 2040 haja um aumento para 642 milhões de pessoas atingidas pela doença. O número de brasileiros diagnosticados com Diabetes cresceu 61.8% nos últimos 10 anos e atinge atualmente quase 13 milhões de brasileiros. Segundo dados de pesquisas, a população com a doença passou de 5.5% para 8.9%. As mulheres apresentam maior índice comparado aos homens (5,4 milhões para 3,6 milhões). A maior incidência é na faixa etária entre 65 e 74 anos (19,9%) e a menor, na idade entre 18 a 29 anos (0,6%). Mas, para os que têm mais de 75 anos, o percentual também é alto: 19,6% de prevalência da doença.

    Para conscientizar cada vez mais as pessoas sobre  importância da prevenção da doença, a Organização Mundial da Saúde criou o Dia Mundial da Diabetes, desde 1991. A data, 14 de novembro, foi escolhida por ser o aniversário de Frederick Banting, o médico Canadiano que juntamente com o seu colega, Charles Best, conduziu as experiências que levaram à descoberta da Insulina em 1921.

    Este ano, a Nutriport, empresa que representa a Ascensia Diabetes Care no País, busca mostrar a importância de fazer uso dos cuidados para que a doença não se manifeste descontroladamente. “os sintomas podem aparecer apenas em estágios mais avançados, como por exemplo, por meio de complicações, principalmente cardiovasculares”, declara Fernanda Makuda, farmacêutica responsável da Nutriport.

    Desde o diagnóstico, a mudança no estilo de vida e a disciplina são necessárias. “A primeira intervenção é a mudança no estilo de vida com a prática de exercícios e alimentação saudável. Geralmente também é prescrito um anti-hiperglicemiante oral, como a Metformina, e em casos mais graves a insulina. O tratamento varia de acordo com a gravidade e o tipo do diabetes”, comenta Fernanda.

    Um fator bastante importante para melhorar a qualidade de vida dos pacientes com Diabetes é um medidor de glicose preciso. Tanto que em maio, a ANVISA publicou uma instrução normativa (IN24) tornando obrigatório o cumprimento da ISO 15.197/2013, que determina que 95% dos testes realizados nos glicosímetros vendidos no Brasil não podem ter variação maior que 15% quando comparados ao teste laboratorial. Essa também é a recomendação da Associação Americana de Diabetes (ADA).

    O Contour Plus, fabricado pela Ascensia Diabetes Care, comprovou em estudos ter uma precisão superior aos critérios da ISO 15197:2013 e apresentou resultados mais precisos aos das principais marcas vendidas no país. Assim, o Contour Plus apresentou 98% dos resultados com variações inferiores a 10% quando comparado ao teste laboratorial. Esse bom índice permite ao paciente tomar decisões com mais confiança e acuracidade. Além disso, outro benefício do produto é a diminuição do desperdício de tiras reagentes. Em até 30 segundos, o usuário pode aplicar uma segunda gota de sangue caso a primeira amostra tenha sido insuficiente; e mesmo assim, a precisão dos resultados não é alterada.

    “O tema da Federação Internacional de Diabetes (IDF) para 2018-2019 é a Família, que tem um papel importante no cuidar e apoiar a pessoa com diabetes, por este motivo  queremos mostrar o quanto é importante o cuidado com a doença”. comenta Samuel Briones, diretor executivo da Nutriport.  E complementa: “O diabetes exige alguns cuidados que são para o resto da vida, tanto para o paciente, quanto para a família. Ambos precisam tomar uma série de decisões relacionadas ao tratamento do diabetes: medir a glicemia, tomar medicamentos, exercitar-se regularmente e ajustar os hábitos alimentares.  Como as consequências do tratamento são baseadas nas decisões tomadas, é de extrema importância que as pessoas com diabetes recebam educação de qualidade, ajustada às necessidades e fornecidas por profissionais de saúde qualificados”, finaliza. 

  • Doenças cardíacas são a principal causa de morte em diabéticos

    Embora complicações cardiovasculares sejam frequentemente associadas ao diabetes, apenas 56% dos pacientes conhecem essa relação

    Conviver com o diabetes faz parte da rotina de mais de 14 milhões de brasileiros, segundo a Federação Internacional do Diabetes (IDF). O dado coloca o Brasil em 4º lugar no ranking das nações com maior incidência e as projeções para o futuro mostram uma progressão expressiva: até 2040, pelo menos 23 milhões de pessoas terão a doença. A boa notícia é que esses novos casos podem ser prevenidos, já que 90% deles trata-se do tipo 2. 

     

    Diferente do diabetes tipo 1, de causas autoimunes, o tipo 2 está diretamente associado aos hábitos alimentares, sedentarismo e obesidade. “O fator genético também conta, mas não é o único determinante. É uma doença complexa, que surge devido à combinação de diversos fatores”, afirma o endocrinologista Alexander Benchimol, pesquisador da PUC-RJ. Uma vez instalada, a condição é para a vida toda. “Por isso, é importante que o paciente adote um estilo de vida saudável e tenha adesão ao tratamento medicamentoso”, ressalta Benchimol. 

     

    Coração e Diabetes

     

    Complicações cardiovasculares são a maior causa de morte em diabéticos no Brasil e no mundo, embora apenas 56% dos pacientes saibam que a doença pode trazer riscos cardíacos, segundo pesquisa realizada em 2017, pelo IBOPE. “As chances de consequências como infarto e derrame (AVC) são de duas a quatro vezes maiores na pessoa com diabetes”, explica o especialista. “Isso porque a resistência à insulina, combinada a outros mecanismos, pode causar alterações nos vasos sanguíneos, aumentando a predisposição a essas complicações”, completa.

     

    Colesterol alto e hipertensão também são comorbidades frequentemente associadas à doença. “A presença desses fatores torna ainda mais importante o acompanhamento médico regular e a adoção de hábitos de vida saudáveis”, pontua Benchimol. Junto do tratamento medicamentoso, que será escolhido de forma individualizada pelo endocrinologista, é preciso manter uma dieta que ajude no controle da glicemia. “Além disso, a prática regular de exercícios físicos diminui a resistência à insulina, potencializando o tratamento”, afirma. 

     

    Embora o diabetes seja uma doença crônica, é possível viver com qualidade de vida e controlá-la com o tratamento correto. “Existem medicamentos muito modernos, que podem não só ajudar a equilibrar os índices glicêmicos, como também proteger a saúde cardíaca do paciente”, explica o endocrinologista. O mais importante é que a pessoa entenda a doença e a importância de seu controle. “Isso aumenta as chances de adesão e sucesso do tratamento. Para isso, também é importante que o atendimento médico seja cada vez mais personalizado”, finaliza o especialista. 

     

  • Cardiologista do HCor alerta para o impacto do diabetes na saúde do coração

    A doença aumenta 40% as chances de infartos em homens e 50% em mulheres

    Aproximadamente 13 milhões de pessoas sofrem de diabetes no Brasil, segundo dados da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes). O diabetes é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares como o infartos, acidentes vasculares cerebrais (AVC) e entupimentos das artérias, especialmente das pernas e pés, além de formação de aneurismas – dilatação de um vaso sanguíneo. Um estilo de vida saudável dificulta o aparecimento dos males que podem acometer as funções do coração.

    Calcula-se que uma em cada duas mortes entre pessoas com diabete no mundo seja atribuída às doenças cardiovasculares. O problema da sobrecarga de glicose na circulação é que ela gera um processo inflamatório nada favorável aos vasos. A inflamação é um dos requisitos básicos para o surgimento das já citadas placas por trás do entupimento das artérias. Além disso, a resistência à insulina típica do diabete tipo 2 (quando o hormônio não consegue fazer a glicose ser aproveitada pelas células) atrapalha a dilatação dos vasos, além de estimular um aumento da pressão. Por isso, o diabetes é uma doença capaz de danificar as artérias do coração.

    De acordo com cardiologista e clínico geral do HCor, Dr. Abrão Cury, os fatores de risco como pressão alta (hipertensão), colesterol alto (dislipidemia) e diabetes estão presentes em 71%, 48% e 38,5% dos pacientes que enfartaram e que fazem parte do Programa de Infarto do HCor, que existe há sete anos. “Nestes anos de Programa temos observado um aumento de jovens enfartando e com maior índice de obesidade e sobrepeso. Ao compararmos o perfil dos pacientes acompanhados entre 2017 e 2018, tivemos um aumento de 30,8% para 54,5% de pessoas que enfartaram com até 60 anos e de 46,7% para 54,5% no índice de obesidade e sobrepeso. Diante desta mudança do perfil, cada vez mais é primordial a realização e manutenção de hábitos de vida saudável, controle e redução dos fatores de risco, principalmente o controle do diabetes”, alerta Dr. Abrão Cury.

    Diabetes e infarto: o risco de um diabético sofrer um infarto chega a 40% a mais nos homens e 50% a mais nas mulheres. Quando a doença se instala, potencializa outras condições de risco, como a pressão alta e o colesterol elevado. “O diabetes é uma espécie de combustível perverso, difícil de ser removido e pronto para causar muitos problemas”, aponta o cardiologista do HCor.

    O diabetes tipo II oferece mais chances para o aparecimento de doenças cardiovasculares. Pois a má alimentação, falta de atividade física regular e de acompanhamento médico adequado são hábitos que devem ser modificados. Cuidados dietéticos protegem o pâncreas e, assim, não esgota precocemente a sua capacidade de produção de insulina. “Embora o diabetes tipo I seja menos frequente e ocorra na infância ou na adolescência, a enfermidade está associada a um problema imunológico – quando o organismo não funciona corretamente e também oferece riscos para o coração. O portador dessa categoria da doença precisa de insulina diariamente para controlar a glicose no sangue”, esclarece.

    Impacto do diabetes na saúde do coração: controlar o peso, praticar atividades físicas regulares, reduzir carboidratos, bem como realizar refeições em horários regulares são atitudes que podem prevenir o diabetes tipo II, além do controle definitivo da doença e, consequentemente, o bom funcionamento do coração. “Entretanto, em alguns casos, pode ser necessário medicamentos para controlar a glicemia do paciente. Além do paciente diabético ter mais risco de contrair doenças do coração, é necessário cuidado redobrado mesmo após o tratamento. Isso porque sempre haverá tendência de obstruções das artérias.  É importante não procurar por ajuda apenas em momentos mais sérios de saúde, mas principalmente, para prevenção de patologias. Se as doenças não forem evitadas poderão trazer consequências muito mais sérias à saúde”, orienta Dr. Abrão Cury, do HCor.

    Evite o diabetes e afaste as doenças cardiovasculares: as doenças cardiovasculares estão entre as causas mais frequentes de morte no Brasil. Evitar o diabetes significa afastar essa ameaça. E não é difícil seguir esse caminho. “Primeiro, é necessário avaliar a presença de fatores de risco, como tabagismo, excesso de gordura abdominal, hipertensão, sedentarismo, dieta pobre em fibras e história de diabetes na família. Quando esses fatores existem, o acompanhamento com um profissional de saúde promove uma melhora gradual no estilo de vida e reduz o risco de desenvolver a doença em cerca de 60%”, alerta.

    Em pessoas com diabetes, a orientação ajuda a reduzir a gordura abdominal e a controlar melhor os níveis de pressão arterial, colesterol e glicose, diminuindo os riscos de infarto e de AVC. Já os que não desenvolveram nenhum fator de risco sabem: boa alimentação e exercício físico regular podem manter o diabetes bem longe.

    Dicas do cardiologista do HCor para ajudar a manter o coração saudável e os níveis de açúcar no sangue: 

    Seguir uma dieta balanceada, rica em frutas, hortaliças (legumes e verduras), grãos integrais, produtos como leites e seus derivados desnatados

    Praticar atividades físicas regularmente;

    Manter um peso saudável

    Sempre consultar seu médico para uma orientação adequada e, em alguns casos, contar com a ajuda de uma nutricionista são dicas que podem ser essenciais para uma vida saudável.

  • Urologista do HCor alerta: não espere sintomas para fazer exames de próstata

    Pessoas com antecedentes familiares de neoplasia prostática e raça negra tem maior predisposição e devem iniciar o checkup prostático já aos 40 anos

    A incidência do câncer de próstata estimada pelo INCA em 2017 está ao redor de 60 mil casos novos. Trata-se do segundo tumor mais frequente entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele. Habitualmente, o câncer de próstata é assintomático. Em fases muito avançadas, o paciente pode apresentar dificuldade para urinar, sangramento na urina e sintomas decorrentes da neoplasia avançada, como insuficiência renal e dores ósseas. Estima-se que quando os sintomas começam a aparecer, 95% dos casos já estão em fase adiantada. Com o avançar da idade, a incidência da doença aumenta, atingindo 80% dos homens com mais de 80 anos. Quando o tumor é diagnosticado precocemente, ou seja em estágios iniciais e restrito à próstata, a probabilidade de cura atinge 90% dos casos.

    “Pessoas com antecedentes familiares de neoplasia prostática e raça negra tem maior predisposição e devem iniciar o check-up prostático já aos 40 anos. Para o restante dos homens, pode-se começar a investigação entre 45 e 50 anos”, afirma o urologista do HCor, Dr. Antonio Correa Lopes Neto.  Este check-up consta da dosagem do PSA (antígeno prostático específico) no sangue e exame de toque prostático visando avaliar consistência e presença de nódulos na glândula. “Normalmente, solicita-se também ultrassonografia das vias urinárias e próstata”, esclarece.

    Novembro Azul

    A Campanha Novembro Azul, que incentiva o público masculino a realizar um check-up preventivo para investigar os riscos do câncer de próstata, vêm ganhando cada vez mais relevância no calendário nacional de saúde. Apontado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um dos tumores de maior incidência entre os homens no Brasil e no mundo, o câncer de próstata acomete um em cada seis homens acima dos 40 anos. Em cerca de 60% dos diagnósticos o paciente apresenta lesões mais agressivas.

    Isso porque em quase todos os casos, a doença demora a se manifestar. “Não há sinais e nem alterações clínicas significativas que podem levantar alguma suspeita. A ausência de sintomas camufla o surgimento e o crescimento do tumor. Como não sentem nada, muitos homens não procuram o urologista, fazendo com que o diagnóstico seja realizado tardiamente”, revela. “É importante reforçar que a consulta preventiva deve ocorrer a partir dos 40 anos, principalmente em homens com antecedentes familiares, pele negra e obesos, que são os principais fatores de risco relacionados a este tipo de tumor”, alerta o Dr. Antonio Correa Lopes Neto, do HCor.

    Diagnóstico precoce

    Flagrar a doença em fase inicial possibilita que o tratamento tenha êxito em 9 entre 10 casos. Com o avanço da medicina, os exames e o tratamento vêm se tornando cada vez menos invasivos e mais precisos. Como resultado, as taxas de cura em pacientes com doença precoce podem chegar até a 90% e com melhores índices de sobrevida. “Os dois grandes aliados na detecção precoce do câncer são o exame de toque e a dosagem de PSA – substância produzida pela próstata e cujo aumento no sangue denuncia problemas na glândula. Em alguns casos, são indicados exames de ressonância magnética multiparamétrica e biópsia prostática para o diagnóstico”, destaca Dr. Neto.

    Próstata em números
    É o segundo tipo de câncer mais frequente em homens
    Cerca de 10% dos homens, após os 50 anos, desenvolvem a doença
    60 mil novos casos de câncer de próstata são diagnosticados por ano no Brasil
    Em fase inicial, as chances de cura chegam a 90%
    Quando alguns sintomas começam a aparecer, 95% dos tumores já estão em fase avançada
    São registrados quase 14 mil óbitos anualmente.

  • Teto solar bloqueia radiação UV

    Criado pela Webasto, equipamento com ProTec Glass® IR reflete raios infravermelhos, oferecendo conforto e proteção aos motoristas e passageiros

    Feito de ondas magnéticas, a radiação da luz solar pode causar danos sérios à saúde, como envelhecimento prematuro da pele, câncer, problemas oculares e doenças autoimunes. Essa radiação, chamada de ultravioleta (UV), atinge a pele diretamente, fazendo com que as pessoas tenham de se proteger para evitar problemas no futuro. De acordo com dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer), 180 mil casos de câncer de pele são registrados todo ano. Com isso em mente, a Webasto, fabricante líder mundial em tetos solares, panorâmicos e conversíveis, oferece produtos equipados com tecnologias leves para envidraçamento do teto, o Webasto Glass Protec®, que bloqueia e absorve radiação UV por causa de seu revestimento especial.

    Proteção extra
    A Webasto desenvolveu uma película PET altamente resistente a rasgos. O material é aplicado ao vidro temperado como um revestimento, impedindo que o vidro quebre ou estilhace, o que poderia ferir os ocupantes do veículo em caso de acidente. Além da proteção, a instalação firme oferece ainda mais segurança. A principal vantagem da tecnologia aplicada é que mesmo que o vidro quebre, a película segura os fragmentos para que ninguém se machuque.

    Mais vantagens
    Outra vantagem do Glass ProTec® da Webasto é o peso do componente. Isso tem uma influência direta do peso total do veículo, impactando positivamente o consumo de combustível e reduzindo as emissões.

    Modelos no mercado
    Os sistemas de teto solar da Webasto utilizados em tetos panorâmicos que podem ser abertos ou fixos, por exemplo, com a tecnologia Glass ProTec®, são equipados em modelos como Range Rover Sport, Ford Lincoln e Jaguar XJ. Esses veículos de luxo já foram reconhecidos por sua exclusividade, desempenho e segurança, além deixar os carros mais atraentes.

  • Diabetes – Doença crônica pode mudar grau dos óculos

     Oftalmologista fala sobre importância do acompanhamento e das doenças oculares que podem se agravar com o diabetes

    O que até então parecia algo simples e muito natural começa a se tornar penoso e estranho. As imagens captadas pelos olhos, antes tão claras e nítidas, começam a ficar distorcidas e com pouca nitidez. Essa mudança no enxergar pode ser uma das consequências do diabetes na visão. A doença crônica que, de uma forma geral representa alto nível de glicose no sangue, é também responsável por profundas e severas alterações oculares, podendo causar até a cegueira completa. 


    A oftalmologista e pós graduada em Medicina Integralista, Cláudia Benetti, de Campinas, alerta que o diabetes descompensado ou ainda não diagnosticado pode alterar o grau dos óculos drasticamente. “A mudança na visão causada pelo diabetes pode acontecer de um dia para o outro: você pode deixar e usar o óculos para leitura, mas vai enxergar um pouco enevoado. Ou se a visão para longe piorar muito de um dia para o outro”, alerta a oftalmologista. 


    “Os portadores de diabetes devem tem um acompanhamento oftalmológico a cada 6 meses para que a gente possa acompanhar os vasos da retina pois essas alterações vasculares e neurais que causam a baixa de visão”, explica a médica.

     

    Assim como faz em suas consultas, nas quais procurar analisar o paciente e suas queixas como um todo, Cláudia ressalta o papel fundamental da revisão de hábitos quando se tem diabetes. “Durante as conversas com meus pacientes, procuro entender o estilo de vida, as preferências e o modo de se alimentar. Cada pessoa é uma e, por isso, as indicações devem seguir cada caso. Mas, no geral, minha recomendação é sempre rever certos pontos, praticar atividades físicas e procurar por orientação de um profissional, como nutricionista, nutrólogo ou endocrinologista, para buscar uma mudança gradativa e definitiva de hábitos alimentares. Sem dietas milagrosas ou radicais. O açúcar elevado tem que ser tratado sempre”, diz.

     

    Diabetes no Brasil

     

    No Brasil, cerca de 7,6% da população, com idade entre 30 e 69 anos, tem diabetes. Desse montante, 46% desconhecem que possuem a doença.

     

    Tipos de diabetes mais comuns

     

    Diabetes tipo 2 – doença crônica que afeta a forma como o organismo processa o açúcar do sangue (glicose).

    Diabetes tipo 1 – também crônica, ou seja, sem cura, em que o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina (hormônio que metaboliza o carboidrato).

    Pré-diabetes – condição em que o açúcar no sangue está elevado, mas não chega a ser classificado como tipo 2.

    Diabetes gestacional – altos níveis de açúcar no sangue que afetam gestantes.

     

  •  Cardiologista do HCor alerta sobre a prevenção das arritmias cardíacas

    12 de novembro: Dia Nacional de Prevenção das Arritmias cardíacas

    As arritmias cardíacas representam grande perigo à saúde da população em geral, e principalmente daquelas que já tiveram um infarto ou têm alguma doença cardíaca. Isso porque, em muitos casos, elas podem ocasionar paradas cardíacas capazes de desencadear, entre outras complicações, intercorrências fatais, como a chamada morte súbita. Nos Estados Unidos, por exemplo, ocorrem cerca de 450 mil casos de morte súbita por ano. No Brasil, são estimadas entre 250 mil a 350 mil mortes por ano.

    Para o cardiologista do Serviço de Arritmias Cardíacas do HCor, Dr. Enrique Pachón, outro tipo de arritmia cardíaca muito comum e capaz de provocar o AVC (derrame cerebral) é conhecida como fibrilação atrial. “O distúrbio, que altera tanto a frequência, quanto o ritmo cardíaco, é o mais frequente na atualidade. No Brasil, estima-se que cerca de 2 milhões de pessoas sejam afetadas por esta arritmia”, afirma Dr. Enrique Pachón.

    O que há de moderno nessa área?

    A ablação por radiofrequência é o procedimento mais eficiente para o tratamento definitivo das arritmias cardíacas. É realizada através dos cateteres por veias e artérias, sem a necessidade de abertura do tórax, sendo sugerida ao paciente quando a arritmia representa algum risco. Atualmente a ablação realizada no laboratório de arritmias do HCor conta também com um moderno sistema de mapeamento computadorizado 3D (mapeamento eletro-anatômico) que auxilia os médicos na identificação e localização dos focos de arritmias, aumentando consideravelmente o índice de sucesso nas ablações, e reduzindo drasticamente os riscos da manipulação do coração e também do uso dos Raios X.

    Outros tratamentos que envolvem a tecnologia são os modernos marca-passos cardíacos que conseguem fazer o diagnóstico, e tratar as arritmias mais graves, ao aplicar estímulos automáticos no coração (os chamados desfibriladores implantáveis), mesmo que o paciente apresente a arritmia muito longe do hospital ou de seu médico. “É como se o paciente carregasse, dentro de si, o seu médico, para tomar as providencias na hora que precisar. Os marca-passos ressincronizadores também podem tratar a insuficiência cardíaca, ao estimular as áreas específicas do coração e recuperar a força de contração”, esclarece Dr. Pachón.

    Arritmias cardíacas e morte súbita. Fique alerta!

    Segundo o Dr. Pachón, caso o paciente não tome os cuidados necessários ou não procure avaliação médica, as chances de um evento cardíaco de alto risco ocorrer só aumentam. Por isso, é preciso ter atenção ao problema. “Evitar as arritmias ainda é a melhor maneira de impedir morte súbita ou derrames causados pela doença”, diz o médico.

    Vale lembrar que mais de 95% das mortes súbitas ocorrem fora do ambiente hospitalar. “Por isso, ter conhecimento do suporte básico de vida, por exemplo, pode garantir a rápida intervenção e aumentar consideravelmente a taxa de sobrevida durante um evento. Quando as manobras de ressuscitação são iniciadas imediatamente e em até sete minutos após a parada cardíaca, mais da metade dos pacientes pode ser salva”, revela Dr. Pachón. 

    A sobrevida dos pacientes que sofrem uma parada cardíaca pode ser totalmente modificada quando utilizamos adequadamente o desfibrilador automático, cada vez mais presente em muitos locais públicos.

    Tipos de Arritmias Cardíacas e sintomas: no ritmo normal, o coração bate de 50 a 90 bpm (batimentos por minuto). Quando o coração bate em ritmo lento (abaixo de 50 bpm), temos uma bradicardia. Já quando o coração bate em ritmo acelerado (acima de 100 bpm em repouso), temos uma taquicardia. “Assim como no infarto, as arritmias podem ser evitadas e controladas com algumas medidas preventivas como reduzir o estresse, ter uma alimentação balanceada, rica em legumes, frutas e verduras, não exagerar no consumo de bebidas alcoólicas e de energéticos, não fumar e praticar atividades físicas regularmente.

    Os sintomas mais comuns das arritmias cardíacas são palpitações, escurecimento da vista, tonturas, desmaios, palidez, sudorese, mal estar, dores no peito e falta de ar. “Muitos pacientes não têm sintomas e a descoberta da arritmia é acidental, sendo que a morte súbita pode ser a primeira e a única manifestação”, explica.

    Diagnóstico e tratamento: o diagnóstico dasarritmias cardíacas é feito através de uma minuciosa avaliação clínica e por exames como o eletrocardiograma, Holter, teste ergométrico e o estudo eletrofisiológico entre outros. Já o tratamento é feito utilizando medicamentos específicos, implante de marca-passos e a ablação por radiofrequência (que podem tratar de forma definitiva as arritmias cardíacas). “Esta última é realizada através de cateteres que são levados ao coração por veias e artérias, sem a necessidade da abertura do tórax”, explica.

    Serviço de Arritmias Cardíacas do HCor: com um dos mais avançados centros tecnológicos de saúde da América Latina, o HCor atende mais de 1,5 mil pacientes por mês para investigação diagnóstica, prevenção e tratamento dos mais variados tipos de cardiopatias e arritmias cardíacas. “Trata-se de uma questão que merece atenção permanente. O tratamento preventivo das arritmias cardíacas é altamente eficaz permitindo evitar grande número de casos de morte súbita” explica Dr. Pachón.

    O HCor sempre foi inovador e pioneiro, buscando oferecer aos seus pacientes os mais avançados recursos, tanto de diagnóstico quanto de tratamento. A Instituição reúne profissionais especializados e equipamentos de ponta para oferecer o que há de melhor na cardiologia mundial, tendo se transformado num centro de referência para o diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças cardiovasculares.