Autor: agitosp

  • Escolha o colchão certo e saiba a hora de trocar o antigo por um novo

    Altura e peso são os critérios para definir a densidade ideal; seis anos é o tempo médio de durabilidade do produto

    Acordar com dores no corpo e sensação de cansaço pode ser um sinal de que chegou a hora de trocar o colchão. O produto, embora nem todo mundo saiba, é um dos principais responsáveis pela qualidade do sono e deve ser escolhido seguindo indicações técnicas, como o peso e tamanho da pessoa que irá se acomodar. Por exemplo, uma mulher que mede entre 1,5 a 1,6m e pesa 50 quilos, precisará de um modelo de densidade 23. Isso significa que foi necessário 23 quilos de matéria prima por m³. Já o homem de 1,90, com 95 quilos, demandará uma versão com densidade 33.

    A durabilidade é outro fator que varia muito de um modelo para o outro, sendo em média quatro anos para os de espuma e seis a oito para os de molas. Ao término desse prazo, o colchão deixa de sustentar a coluna corretamente, colocando o corpo em posição prejudicial à natural do sono. Por isso que, na hora de optar por um colchão, é recomendável fazer o teste, deitando-se em várias posições, de bruço e de lado, para sentir a acomodação mais ideal. Algumas tecnologias também vêm para agregar, tanto em relação ao conforto, como em medidas profiláticas para males de saúde, como problemas de coluna. As pastilhas magnéticas e infravermelha, por exemplo, ajudam na regeneração do organismo e tem seus benefícios comprovados pela Anvisa.

    Segundo Leonardo dos Anjos, diretor da Anjos Colchões, rede de franquias de colchões e estofados, o fator mais importante na escolha é a densidade, ou seja, a definição técnica para o peso que a espuma ou mola pode suportar. “Esse critério deve ser avaliado seguindo a relação já definida, sendo que uma densidade errada, macia ou firme demais, pode prejudicar a estrutura física, assim como um produto que já passou do prazo de validade”, comenta Leonardo.

    Já para os casais que dividem a mesma cama, a dica é, quando for comprar um colchão de casal, levar em consideração o tamanho e os quilos da pessoa mais pesada, escolhendo uma opção confortável para os dois. Na tabela abaixo, por exemplo, é possível ver as especificações dos fabricantes para o biotipo de cada um, evitando os riscos de complicações futuras.

  • Dieta fracionada e fibras favorecem o controle do diabetes

    Nutricionista da Cora orienta sobre a importância da alimentação na prevenção e gerenciamento da doença

    Envelhecer bem também está diretamente relacionado ao prato – ou melhor, aos hábitos alimentares. Uma dieta saudável e balanceada ao longo da vida é fator de prevenção e controle das doenças crônicas, que aumentam com o envelhecimento. A taxa de diabetes na faixa etária de 60 a 64 anos, por exemplo, pulou de 18% para 25% em 16 anos, segundo o estudo Sabe (Saúde, Bem-estar e Envelhecimento) da USP (Universidade de São Paulo), que acompanha o envelhecer na cidade de São Paulo desde 2000.

    Para conscientização da importância dos alimentos no combate ao diabetes, a nutricionista Letícia Trigo Monteiro, da Cora Residencial Senior, orienta sobre o cardápio adequado para qualidade de vida dos idosos. “A alimentação equilibrada é aquela que oferece todos os grupos de alimentos, como carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais, distribuídos em seis refeições ao longo do dia. Além da ingestão correta de líquidos e de fornecer prazer e qualidade de vida às pessoas”, afirma a nutricionista.

    O tipo mais comum de diabetes é o 2, caracterizado pela ausência, deficiência ou resistência à ação da insulina (hormônio que sinaliza ao organismo capturar açúcar que circula pelo sangue). Com isso, o nível de glicose fica alto (hiperglicemia). O problema está associado ao envelhecimento, obesidade, sedentarismo, entre outros fatores. “Por isso, o objetivo da terapia nutricional é manter a glicemia dentro dos níveis da normalidade e o estado nutricional adequado das pessoas”, avalia a nutricionista. Veja a seguir as principais orientações.

    Dieta fracionada

    Ela explica que a dieta fracionada, em seis refeições diárias, sendo três grandes e três lanches intermediários, com horários e quantidades determinadas e adequadas, é considerada o ponto-chave no controle glicêmico de diabéticos e intolerantes à glicose, evitando hipoglicemia ou hiperglicemia.

    Ler o rótulo dos alimentos

    O mercado oferece um número cada vez maior de produtos rotulados como “diet”, “light” ou “de baixa caloria”. No entanto, a noção de que estes alimentos podem ser consumidos livremente pelos diabéticos é falsa. É preciso ter cuidado para não confundir alimentos dietéticos ou modificados com alimentos para diabéticos.

    “Dessa forma, os diabéticos devem ser orientados a ler os rótulos dos alimentos, sejam eles diet ou não, lembrando sempre que o consumo exacerbado dos mesmos pode ocasionar um consumo energético muitas vezes semelhante ou até maior ao convencional, prejudicando o controle glicêmico”, orienta Letícia.

    Composição do prato ideal

    O prato deve ser composto por uma maior parte de verduras e legumes (o que corresponde a metade do prato) e a outra metade deve ser fracionada da seguinte maneira: 1/3 do prato composto por proteína animal (carnes magras, frango ou peixe), 1/3 por carboidratos dando preferência aos integrais e 1/3 por proteína vegetal (feijões, lentilha, grão de bico, entre outras).

    Alimentos mais indicados

    De forma geral, deve-se dar preferência aos alimentos in natura (frutas, verduras e legumes) e ricos em fibras, evitando o consumo de alimentos processados e ultraprocessados, como as conservas, frutas em calda, carnes salgadas, queijos, embutidos e enlatados. Entretanto, é de suma importância o acompanhamento com o nutricionista para que a dieta seja elaborada dentro das necessidades e particularidades de cada indivíduo.

    Atividade física

    Junto com a alimentação balanceada, os exercícios físicos são fundamentais para o bem-estar. Caminhada, dança, ginástica ou alongamento são algumas das atividades indicadas para prevenir complicações da doença e o controle dos níveis de glicemia. Além disso, a atividade física ajuda a reduzir o peso e a gordura abdominal, melhorando os níveis de colesterol e reduzindo a pressão arterial e risco de problemas cardíacos.

  • Ortopedista do HCor dá dicas de como evitar os males causados pelo uso excessivo de smartphones às articulações

    Está comprovado que os movimentos repetitivos utilizados para digitar mensagens no teclado dos smartphones podem provocar tendinite, bursite, rizartrose (atinge a articulação da base do polegar), entre outros tipos de lesões ou disfunções articulares que afetam não só as mãos, mas também os braços, ombros e até os músculos presentes nesta região do corpo

    O uso do celular foi incorporado em nossa rotina diária, pois trata-se de uma forma de conexão mais ampla com o mundo. Se utilizarmos a linha do tempo, vamos entender que esta realidade é muito recente, não mais que 20 anos. Contudo atingiu de forma muito rápida todas as camadas sociais. Segundo dados do IBGE de 2018, cerca de 138 milhões de pessoas fazem uso do celular somente no Brasil, sendo em sua maioria o público jovem entre 25 e 34 anos, com quase 90%). Já a população acima dos 60 anos atinge 60%. Ou seja, sofremos uma mudança de hábito de comunicação e informações muito intensa e rápida.

    O uso do celular para leitura de informações, ou mesmo como forma de escrita, implica em duas situações agravantes. A primeira delas envolve o movimento da coluna cervical no sentido de inclinação para frente (flexão do pescoço), para a visualização da tela do celular. A segunda envolve a digitação de textos, o que implica no uso coordenado do polegar para acionar as letras na tela do celular. Para o ortopedista e cirurgião das mãos do HCor, Dr. Marcelo Rosa de Rezende, está comprovado que os movimentos repetitivos utilizados para digitar mensagens no teclado dos smartphones podem provocar tendinite, bursite, rizartrose (atinge a articulação da base do polegar), entre outros tipos de lesões ou disfunções articulares que afetam não só as mãos, mas também os braços, ombros e até os músculos presentes nesta região do corpo.

    “Isso ocorre porque grande parte dos usuários ainda costuma passar horas com estes aparelhos entre os dedos, sem se dar conta do desgaste físico que estão sofrendo. Contudo, há meios de lidar com a situação. Medidas como alongamentos e pausas em períodos longos de uso ajudam a prevenir o problema. Porém, o melhor ainda é recorrer ao celular apenas em casos de real necessidade e, principalmente, procurar manter a postura corporal correta ao utilizá-lo”, afirma Dr. Rezende.

    Cuidado com a postura!

    Em relação a coluna cervical observamos que a postura, em flexão da coluna cervical, leva a um desequilíbrio da musculatura estabilizadora da região, o que induz aos vícios posturais a longo prazo, bem como de quadros de cervicalgia (dor no pescoço, com eventual irradiação para região posterior das costas e ombro). “Já o movimento de digitação utilizando os polegares, leva a uma sobrecarga decorrente do uso repetitivo da musculatura do polegar, o que causa o surgimento das tendinites nessa região”, esclarece.

    Uso do celular entre os jovens: um estudo sueco avaliou jovens que usam o celular para a escrita de textos durante anotações em sala de aula, e constatou que as pessoas que desenvolveram o quadro doloroso mais importante foram aqueles que eram mais habilidosos e, portanto, mais rápidos para a escrita no celular. “Ou seja, a destreza pode ser considerada uma vantagem. No entanto acarreta a um potencial maior para o desenvolvimento de tendinites no entorno do polegar”, explica o ortopedista.

    Uso do celular entre os idosos: se considerarmos que as pessoas mais idosas usam o celular de uma forma crescente, devemos estar atento para um grande risco representado pela queda. “Com a idade perdemos muito de nossas funções fisiológicas como às relacionadas ao aparelho músculo esquelético, visual, além das funções proprioceptivas (equilíbrio das articulações). Portanto, com o avanço da idade estamos naturalmente mais sujeitos as quedas – que associado ao eventual uso de celulares pode ser um dado agravante no aumento do número de pacientes que caem, podendo levar a fraturas em especial no membro superior”, diz.

    O Dr. Rezende ensina que, quando for digitar, é importante manter a postura corporal correta. Para isso, é preciso alinhar os braços e procurar apoia-los em uma mesa. “Tente deixar o aparelho afastado de si. A tendência é que os braços fiquem melhor acomodados e você não precise flexionar tanto o pescoço para baixo, na hora de verificar a tela. Embora essa seja a maneira mais segura de digitar, ela não precisa ser adotada de maneira rígida. O que cada usuário precisa fazer é tentar encontrar uma forma de manter os braços bem apoiados, o celular afastado e o pescoço o mais reto possível, para diminuir o risco de problemas causados por esforço repetitivo”, orienta o ortopedista do HCor.

    Evite a qualquer custo!

    Não é só escrevendo mensagens, sem as devidas precauções, que podemos colocar a saúde das nossas articulações em risco. Segundo o Dr. Rezende, existem hábitos na hora de falar ao telefone que também podem fazer muito mal, e precisam ser evitados a qualquer custo. Um deles é o de segurar o celular entre um dos ombros e a cabeça, enquanto as mãos estão ocupadas. “Por mais rápida que seja a conversa, o melhor é interromper o que está fazendo, desocupar as mãos e levar o aparelho ao ouvido usando uma delas. Isso evita que o contorcionismo necessário nesse tipo de manobra prejudique o pescoço, os ombros e o maxilar”, alerta. “Com estes cuidados, é possível utilizar os smartphones de maneira mais segura e saudável”, enfatiza o ortopedista do HCor.

    Para orientar os usuários sobre como utilizar os seus smartphones de maneira mais anatômica e menos danosa às articulações, o Marcelo Rezende tem algumas dicas. “Dores e incômodos provocados pelo uso continuo de celulares podem ser evitados ou mesmo reduzidos por meio de medidas relativamente simples”, afirma:

    Procure usar o celular para leitura, na linha dos olhos, para evitar, assim, a flexão do pescoço

    Utilize o celular apenas para realizar textos curtos, e sempre com os antebraços apoiados

    No caso do uso do polegar na digitação, é importante procurar utilizar ambos os polegares, e não somente um, e busque digitar numa velocidade menor

    Nunca desça escadas ou ande nas ruas e calçadas usando o celular. Pois o risco de queda é muito grande. Esta orientação vale para todos, em especial aos idosos.

  • Novo terminal de cruzeiros da Royal Caribbean em Port Miami entra em operação

    O maior e mais moderno espaço para cruzeiros do mundo recebeu seus primeiros visitantes com a chegada do navio Mariner of the Seas, da Royal Caribbean, ao Terminal A do PortMiami.

    O terminal foi desenvolvido para acomodar os passageiros de dois dos maiores navios do mundo, o novo Symphony of the Seas e sua irmã, Allure of the Seas.

    Além de abrigar os dois maiores navios do mundo, o novo espaço, certificado pelo LEED e que em breve será o maior e mais moderno espaço para cruzeiros no mundo, implementou novas tecnologias e áreas de espera para melhorar a experiência de passageiros.

    Graças ao novo terminal, a Royal Caribbean deve aumentar a quantidade de passageiros em 1,8 milhões anualmente, o que torna o PortMiami o maior porto de cruzeiros Royal Caribbean nos Estados Unidos.

    O terminal de 51 mil metros quadrados recebeu o nome de “Crown of Miami” (Coroa de Miami) em razão de seu formato. O design lembra as pontas do adereço simbólico quando visto da água; o ‘M’ de Miami, quando visto a partir do leste ou oeste; e uma sensação das ondas subindo ou de navios passando quando visto a partir do lado do terminal. O Symphony of the Seas aportará no Terminal A em 9 de novembro de 2018. Outras informações estão disponíveis em royalcaribbeanblog.com.

  • Snowland ganha nova fachada  com inspiração europeia 

    Para se manter entre as principais atrações turísticas do Brasil, o Snowland, em Gramado, realiza constantes investimentos. Seguindo o plano de crescimento do empreendimento, o único parque de neve do Brasil, até o final de novembro, ganha “roupa nova”. 

     

    Snowland nova fachada
    Snowland ganhará nova fachada com inspiração europeia. 
    Crédito: Divulgação Snowland. 

    Inspirada na arquitetura das pequenas cidades da Baviera e da Suíça, a nova fachada vai reproduzir uma paisagem urbana no estilo “Enxaimel”. A partir de um conceito de “blocos” que, com um efeito de movimento e detalhes que os diferenciarão, como sacadas e floreiras, o projeto dará a impressão de ser composto por várias construções que foram se formando ao longo dos anos, como nas cidades da Europa. 
     
    Numa mistura harmoniosa da arquitetura antiga com a contemporânea, os telhados dos alpendres frontais e laterais terão um estilo mais atual, remetendo a paisagens de ambientes nevados existentes em vários locais do mundo. 
     

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    Crédito: Divulgação Snowland. 

    E, no entorno da atração, um paisagismo pensado para recriar um cenário bávaro existente aos pés dos Alpes Nevados, em sintonia com a floresta de araucárias da região, vai receber os visitantes. Gramados com flores, arbustos, árvores coníferas e com folhas outonais multicoloridas enriquecerão a paisagem do Snowland, já considerado um dos cartões postais de Gramado. 
     

    Mais informações:
     
    Inaugurado em outubro de 2013 na cidade de Gramado (RS), o Parque Snowland já se consolida como uma das principais atrações turísticas do Brasil. Com o objetivo principal de criar uma relação entre as pessoas e o ambiente nevado, em uma área de 16 mil m², sendo 8,1 mil m² dedicados a neve, o empreendimento recria um vilarejo alpino, proporcionando um clima europeu e reproduzindo uma paisagem fantástica. Pistas de patinação, de esqui e de snowboard, Escola de Esqui e de Snowboard, além de local para caminhadas na neve e exploração à montanha nevada são algumas das diversas atrações que o local oferece. Saiba mais sobre o Parque Snowland, acesse o site www.snowland.com.br  ou entre em contato pelo do telefone (54) 3295.6000.

  • Como aliviar dores no corpo com exercícios de respiração

     

    Respirar é uma atividade tão comum para o nosso corpo, que não temos o hábito de nos atentar a ela. A consequência disso é uma respiração curta, que está diretamente associada a problemas como estresse, ansiedade e insônia. A fisioterapeuta Patrícia Prieto, do Espaço Pathricia Prieto, em São Paulo, afirma que para pacientes com dores crônicas, como lombalgias e artrites, os exercícios de respiração auxiliam muito no alívio dos incômodos.

    “Acomode-se em um ambiente tranquilo e sem barulho. Feche os olhos e comece, lentamente, o exercício de inspirar pelo nariz e expirar pela boca. O tempo ideal é de 4 segundos puxando o ar, 2 segundos segurando-o e mais 6 segundos expirando-o”, explica a profissional. Esses e outros exercícios de respiração profunda devem ser realizados pelo período de 5 a 10 minutos por dia. “Se preferir, faça a noite, antes de dormir”.

    A respiração profunda estimula o fluxo sanguíneo e promove oxigenação na musculatura e articulações, o que auxilia no relaxamento muscular. “É importante mencionar que 90% das lesões musculares em atletas são causadas por esforço, e quando relaxamos a musculatura com exercícios de respiração, temos um importante aliado contra esse tipo de lesão”, afirma.

    As crianças já vêm apresentando quadros de ansiedade e até depressão, que podem estar associados à respiração curta. Esse é um problema difícil de autodiagnosticar antes que os sintomas comecem a surgir, mas a prática dos exercícios pode aliviar as dores no corpo, além de reduzir a quantidade de cortisol (hormônio do estresse) no nosso organismo.

    Sobre o Espaço Pathrícia Prieto
    Com mais de vinte anos de atuação, a fisioterapeuta Patrícia Prieto criou a clínica que leva seu nome, para oferecer uma lista completa de serviços e tratamentos nas áreas de saúde, estética e bem-estar. O Espaço Pathrícia Prieto conta com uma equipe especializada no tratamento de dor, reabilitação, acupuntura, estética (tratamentos corporais, tratamentos faciais e bem-estar) e nutrição e foi fundado pela fisioterapeuta Patrícia Prieto, que acumula mais de 21 anos de experiência na área.

  • Nudez na internet: como musas lidarão com isso no futuro

    Nudez na internet: como musas lidarão com isso no futuro “Já perdi meu emprego por causa da nudez”
    Na era do milhares de likes, musas conquistam diversas atenções na redes sociais, desbancando revistas que tinham anos no mercado, como a conhecida Playboy. Mas a era digital também trouxe dor de cabeça – agora sua nudez será eterna, mesmo que decidam seguir para outro plano, como é o caso da Andressa Urach. Para entender o que cada uma das musas pensam sobre o assunto, elas comentaram o que aconselham e se um dia se arrependeu de ter posado nua nessa época.
    Fabiana Britto, apresentadora de TV italiana e umas das capas recordes de vendas na Playboy já posou duas vezes na Europa: Portugal e Itália. “Foram trabalhos incríveis que amei fazer”, conta. A apresentadora também revelou que já está trabalhando em outro projeto na Itália para ser publicado em dezembro, mas que em pouco tempo poderá contar os detalhes para todos. “Elas devem fazer o que se sente bem e ser segura de si mesma e se amar sempre”.
    Sabrina Boing Boing contou que está com um ensaio inédito pronto, mas ainda está analisando se permite publicar ou não. Ela já posou 5 vezes (sim, cinco!) fazendo muitas fotos de topless e disse que não se arrepende. “Não me arrependo, porque na época que aceitei me parecia uma boa escolha e me rendeu bastante trabalho, além de conseguir ótimos cachês pelos ensaios”. Mas hoje ela comenta que os valores que oferecem para posar nua está abaixo do mercado. “Hoje os tempos são outros, já não existe cachê por ensaio nu. Está banalizado, já não é nada especial, mas quem estiver a procura, não deve olhar para trás”.
    A musa plus size Débora Porto posou pela primeira vez para a revista Sexy e conseguiu recordes de vendas após a publicação mudar o posicionamento de aceitar apenas modelos padrões. Ela conta que jamais se arrependeu de ter fotografado sem roupa. “Tenho muito orgulho de ter posado nua e as fotos são de bom gosto, tudo muito lindo. Só tenho orgulho”. E ainda deixou um conselho: “Se quiser posar nua, procura ver se é isso mesmo que quer e boa sorte!”
    Dani Sperle já posou duas vezes e diz que posaria novamente se o cachê for muito bom. “Não me arrependo trabalho nu artístico faz parte da minha história”. Ela também aconselha a todas para pensar bem antes de fazer. “Se estiver disposta e o cachê valer a pena, se joga, porque é um trabalho nu artístico, mas tem que está tranquila e certa do que quer para não se arrepender depois, né”.
    Cida Alves, sósia da Tatá Werneck, também posou apenas uma única vez para a Playboy de Portugal. “Não me arrependo, sempre quis posar nua”. Ela conta que posaria de novo se tivesse oportunidade aconselha: “Quem for posar nua, deve pensar muito bem com antecedência para não se arrepender no futuro”.
    Nathy Kihara, Musa de Ipanema, já posou para dois ensaios de nu artístico para diferentes revistas. “Encaro isso como meu trabalho e como tudo que faço eu gosto e tenho prazer em fazer, além de trabalho eu encaro como uma expressão das artes, tanto que em breve estarei estrelando uma nova edição de um outro ensaio internacional que estou fazendo”, confessa.

    Sobre a exposição eternizada, ela conta que gosta disso e não se arrepende. “É o meu trabalho, é o que gosto de fazer, e sinto um certo glamour nesta eternização. Marca uma etapa da minha vida. Veja quantas musas e mulheres foram eternizadas como sex symbol a partir de trabalhos assim. Para mim é uma eternização da própria beleza”.
    E aconselha: “Se pensa em posar para ensaios assim, invista em seu corpo e imagem e veja o quanto você fica à vontade com tanta exposição”.

    A modelo internacional Poliana Paula já posou tantas vezes que não lembra mais o número de capas de conseguiu publicar. “Posei muitas vezes e posaria de novo, aliás, tenho mais novidades para esse ano ainda”. Ela diz que apenas se arrependeria se não tivesse feito nenhuma. “Descubra a si mesmo, senão você terá que depender da opinião de pessoas que não sabem nada sobre si mesmas”.
    Também tem musas que fizeram da nudez seu mercado, como é o caso de Suzy Cortez, que tem 1.4 milhões de seguidores no Instagram, fazendo dela a sua própria plataforma de nudez para fãs, inclusive quando gostam de relacionar o tema sensual com o Barcelona. Além disso, ela conta que já perdeu uma oportunidade de emprego por exagerar nas fotos ousadas. “Não tenho dúvidas de que minha nudez está eternizada na internet e isso já me trouxe alguns problemas, como a perda de um emprego em escritório que eu almejava, mas agora já passou e isso só mostra o quanto o meu negócio está dando certo”.

    Fotos: Divulgação | CO Assessoria

  • consumo de frutas para hidratar o corpo no verão

     

    O verão está quase chegando. Aumentar o consumo de água e incluir mais porções de frutas na dieta ajuda a manter o corpo hidratado para a chegada da nova estação

    O verão está quase aí. A estação mais esperada do ano é sinônimo de calor, praia, piscina e muita diversão. Com o clima quente e seco, manter a hidratação do corpo é essencial. Além de beber muita água, suco e afins é importante adotar uma dieta balanceada, e incluir frutas ao cardápio – uma forma saudável de também hidratar o organismo. Além de serem saborosas, ricas em vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes, elas auxiliam no bom funcionamento do intestino e fortalecem o sistema imunológico.

    Frutas como abacaxi, ameixa, laranja, mamão, melancia, melão e pera, por exemplo, estão na lista das frutas que devem ser inseridas na rotina alimentar da estação, pois possuem mais de 70% de água em sua composição. “Recomenda-se consumir entre três e cinco porções de frutas por dia. Uma fatia média de melancia, duas de abacaxi ou três pedaços de melão, por exemplo, são ótimas opções de lanche da tarde e ajudam a manter o corpo hidratado devido à alta concentração de água que as compõem”, orienta a gerente de nutrição assistencial do HCor, Rosana Perim.

    Suco ou a fruta inteira?

    As duas formas são recomendadas para quem quer ter uma alimentação saudável. Tomar um suco natural nos dias quentes de verão é garantia de sabor e refrescância. Todos os nutrientes das frutas são mantidos quando batidas ou espremidas para o preparo do suco. Neste processo, destaca a nutricionista, apenas parte das fibras pode ser perdidas. “No entanto, é importante ressaltar que nada substitui a água e que o consumo de líquidos, ao longo de todo o dia, deve ser aumentado durante o verão”, explica.

    As campeãs na hidratação

    A gerente de nutrição assistencial do HCor, Rosana Perim, selecionou algumas opções de frutas que podem refrescar e hidratar seu corpo e ainda tornar sua alimentação mais saudável:

    Abacaxi: composto por vitamina C, ácido málico e bromelina, que auxilia na digestão, garante boa hidratação por possuir 87% de água em sua composição. Possui baixo valor calórico (48 calorias em 100 gramas).

    Ameixa: rica em potássio, vitamina A e E, e baixo valor calórico (46 calorias por 100g). Devido ao seu elevado teor de água e de potássio, produz um efeito diurético benéfico, além de ser ótima fonte de ferro, cálcio e fósforo.

    Laranja: Além da famosa vitamina C, também oferece cálcio, potássio, magnésio, fósforo e ferro. Composta por 89,6% de água contém fibras e antioxidantes.

    Mamão: ótima fonte de vitaminas A e C, além de possuir 86% de água em sua composição. Recomenda-se consumir uma fatia pequena do mamão formosa ou uma metade do mamão papaya, diariamente, em qualquer horário do dia.

    Melancia: uma das frutas que mais hidratam, por conter cerca de 90% de água em sua composição. Rica em vitaminas A, B6 e C, potássio, ferro, cálcio e licopeno. De baixo valor calórico, pode ser consumida mais de uma vez ao longo do dia. Uma boa dica é fazer suco da fruta, que não necessita adicionar açúcar ou adoçante.

    Melão: típica fruta do verão e de baixa caloria, fornece grande quantidade de líquido necessário para uma boa hidratação. Possui alto teor de cálcio, magnésio e vitamina C, que ajudam na recuperação dos sais mineiras perdidos no suor. Pode ser consumido também em saladas e sucos.

    Pera: uma das frutas com maior teor de fibras (cerca de 2,5g por unidade), ajuda a regular o intestino. Possui zinco, vitaminas A e C e potássio. Por conter muitas fibras, aumenta a sensação de saciedade e pode ser consumida várias vezes ao dia.

  • A sustentabilidade e a perpetuação do turismo

    (*) Adonai Aires de Arruda Filho

    Sustentabilidade é uma palavra que cada vez mais aparece como acompanhamento. Empresa sustentável, iniciativa sustentável, produto sustentável e, também, turismo sustentável.

    Esse último vem em uma discussão crescente e o ano de 2017 foi dedicado a ele pela Organização das Nações Unidas (ONU) devido sua importância financeira – o turismo representa cerca de 10% das atividades econômicas mundiais e emprega uma a cada 10 pessoas no mundo – e também cultural, uma vez que é agente motivador da troca de culturas e experiências nas diferentes nações.  

    Essa troca ocorre em escala cada vez maior: no ano passado, 1,3 bilhão de pessoas foram chamadas turistas, número em constante crescimento desde a crise econômica de 2008. Com a ascendência das viagens, se intensificam também as preocupações ambientais e sociais, em tempos que o turismo massivo vem sendo cada vez mais criticado e rejeitado nos maiores destinos receptores, como em Barcelona, na Espanha, e em Veneza, na Itália, pensar a atividade de forma sustentável se torna cada vez mais essencial.

    Motivados pela cultura pop, aéreas low-cost e vontade de conhecer o diferente, diversas cidades do mundo viram o número de visitantes multiplicar nos últimos anos. Em Dubrovnik, na Croácia, depois do sucesso da série Game Of Thrones, que teve cenas gravadas em seu centro histórico, a prefeitura decidiu limitar a quantidade diária de turistas na região para evitar que o local, tombado como patrimônio histórico, sofresse danos irreparáveis com o elevado número de visitantes.

    Já na questão ambiental, o turismo também tem vez, uma vez que é responsável por 8% das emissões de gases do efeito estufa, quando considerados os meios de transporte e a pegada ambiental deixada pelos turistas, de acordo com pesquisa divulgada em 2018, pela Universidade de Sydney.  

    É fato: políticas de compensação ambiental estão sendo implementadas, assim como as empresas que compõe o setor tem se importado cada vez mais com o seu papel e sua responsabilidade na cadeia produtiva. Elas vêm desenvolvendo projetos próprios para melhorar a comunidade em que estão inseridas, bem como seu entorno, de modo a garantir o futuro próspero do segmento.

    Quando pensamos em desenvolvimento sustentável, temos que levar em conta um tripé que engloba o sucesso econômico, social e ambiental e, trabalhar o turismo nessas três frentes se torna um desafio, porém quando bem-sucedido auxilia na conquista de três dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela ONU – Trabalho Decente e Crescimento Econômico, Consumo e Produção Responsáveis e Vida na Água. Neste contexto, não há dúvidas de que a consolidação de uma forma sustentável de fazer viagens trará mais benefícios para a indústria, com geração de mais empregos, riqueza e perpetuação de seus pontos de interesse como praias, sítios históricos e monumentos culturais.

    Por definição, o desenvolvimento sustentável do turismo requer a participação ativa de todos os envolvidos na cadeia produtiva. Dos agentes de viagem aos governos, passando pelos turistas, prestadores de serviços e pela sociedade, todos devem ter em mente que a continuidade da atividade passa pela utilização consciente dos recursos naturais, humanos e econômicos e, novas formas de alcançar esse ideal são sempre bem-vindas e devem ser fomentadas.

    Em tempos em que o consumo consciente está cada vez mais em pauta, com 75% dos brasileiros acreditando que a obtenção excessiva de bens está colocando o meio ambiente em risco, de acordo com pesquisa divulgada em 2015 pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) em parceria com a HAVAS, pensar e praticar o turismo de forma responsável é essencial e urgente.

    Os tempos são outros e a hora é agora: de pequenas ações que impactem diretamente a vida na comunidade local, a grandes projetos que interfiram positivamente na vida de muitos, tudo é válido para que essa atividade tão importante e que afeta diretamente tantas pessoas possa continuar existindo e sendo benéfica para o engrandecimento pessoal e nacional de todos aqueles que atravessam delimitações territoriais.

     

    (*) Adonai Aires de Arruda Filho é diretor do Núcleo de Turismo da Higi Serv, integrado pela BWT Operadora e pela Serra Verde Express

     

  • Chuva, alta velocidade e desgaste nos pneus são uma combinação perigosa

    Mal tempo exige mais atenção e prudência dos motoristas para evitar a ocorrência de acidentes

    Condições climáticas desfavoráveis podem comprometer a segurança no trânsito. A chuva, além de reduzir a visibilidade do motorista, interfere na aderência e estabilidade dos veículos. Por isso, os especialistas recomendam atenção redobrada aos motoristas durante os momentos de “tormenta” para evitar transtornos e acidentes. A pedido da Perkons, empresa especializada em gestão de trânsito, especialistas dão dicas para os motoristas dirigirem com segurança na chuva. 

     

    Ordeli Savedra Gomes, Tenente Coronel da Brigada Militar em Porto Alegre e especialista em Legislação de Trânsito, afirma que é essencial que os condutores reduzam a velocidade e aumentem a distância entre os veículos em 50%, como recomendam os cursos de direção defensiva. “Levamos de três a quatro segundos para perceber uma situação de risco e, além disso, o tempo de frenagem é maior quando a pista está molhada. Daí a importância de manter uma boa distância entre os carros”, diz Gomes.

     

    A pedagoga e especialista em trânsito Eliane Pietsak enfatiza que, no trânsito das grandes cidades, com uma grande frota de veículos e tráfego intenso, é cada vez mais difícil manter a distância. Contudo, em dias de chuva, essa medida preventiva precisa ser levada mais a sério. “Com uma distância maior entre os veículos dá tempo de frear em caso de emergência ou se algum obstáculo aparecer na pista. Além disso, a velocidade reduzida também é fundamental e evita que os condutores freiem bruscamente para parar o veículo”, recomenda. 

     

    Ordeli Gomes acrescenta que chuva não combina com velocidade alta. “O próprio Código de Trânsito Brasileiro (CTB), no artigo 29, determina que a velocidade deve ser adequada às condições climáticas. Em algumas vias, já existem placas de regulamentação de velocidade que orientam os motoristas a andarem mais devagar nestas situações”, informa o Tenente Coronel. 

     

    Ele explica ainda que, além do grande volume de água, o óleo derramado e outras sujeiras deixadas pelos caminhões e demais veículos também contribuem para tornar a pista mais escorregadia. “A chuva acaba espalhando o óleo que estava concentrado em parte da via e esse é mais um fator que pode ocasionar acidentes”, alerta Gomes. 

     

    Aquaplanagem 

     

    A aquaplanagem – que é a perda de contato entre um automóvel e o asfalto em virtude do acúmulo de água sobre o solo – é um dos grandes perigos de dirigir na chuva. “Quando esse fenômeno ocorre, o motorista perde o controle do veículo e não consegue frear, o que pode causar um acidente grave. Os pneus gastos diminuem ainda mais a aderência do veículo, principalmente nas curvas”, destaca Ordeli Gomes. 

     

    Eliane Pietsak alerta que quando ocorre a aquaplanagem, os motoristas precisam manter o controle emocional, não se desesperar e, sobretudo, não pisar nos freios. “O instinto do motorista, quando percebe que o carro está desgovernado, é frear. No entanto, para evitar acidentes, o correto é deixar o carro perder a velocidade lentamente e manter as mãos firmes na direção, para deixar o veículo em linha reta”, orienta. 

     

    Manutenção em dia 

     

    Além de pneus em bom estado, é imprescindível manter as palhetas do limpador de para-brisas em bom funcionamento e os vidros limpos, desengordurados e desembaçados, para não comprometer ainda mais a visibilidade dos condutores. “A manutenção do veículo é uma questão de prevenção de acidente. Se a chuva for muito intensa e o limpador não der conta, o motorista deve procurar um lugar seguro para parar e se proteger”, informa Eliane Pietsak.