Autor: agitosp

  • Veterinária dá dicas para cuidar dos pets no verão

    Assim com seus tutores, os animais de estimação precisam de cuidados importantes na estação mais quente do ano.

    Perda de apetite no verão também é comum nos pets.

    As previsões estão se confirmando: este é o verão mais quente dos últimos tempos. E a estação mais esperada do ano chegou trazendo não só o calor, como também algumas preocupações. Não podemos esquecer do protetor solar, de beber bastante líquido, usar roupas leves, não se expor ao sol em determinados horários… Mas, e com os pets? Já pensou que, assim como nós, eles também precisam de cuidados extras?

    As altas temperaturas afetam a nossa disposição e bem-estar assim como dos pets. Este fato ocorre, pois, assim como os seres humanos, os pets são mamíferos homeotérmicos, ou seja, sempre mantém a temperatura do corpo constante. No caso de cães e gatos a temperatura corpórea normal está entre 37,5°C a 39,5°C e o organismo busca formas para regular esta temperatura (aumentando e diminuindo). Toda esta regulação, especialmente quando estamos em épocas quentes do ano, leva em consideração a temperatura ambiental, mas também a temperatura e geração de energia pelo metabolismo normal do organismo. 

    O processo de digestão de alimentos gera muita energia e, consequentemente, muito calor ao animal e, por isso, quando temos uma situação de alta temperatura ambiental, chegando até ao estresse térmico, o pet buscará formas para regular esta temperatura, seja bebendo água fresca, diminuindo o nível de atividade física, buscando um lugar mais fresco e arejado para descansar, assim como diminuindo a geração de energia/calor pelo metabolismo da digestão, ou seja, consequentemente reduzindo o consumo calórico devido a diminuição do apetite.

    Quando temos uma situação de alta temperatura ambiental, chegando até ao estresse térmico, o pet buscará formas para regular esta temperatura, seja bebendo água fresca, diminuindo o nível de atividade física, buscando um lugar mais fresco e arejado para descansar. Para evitar que seu animal de estimação sofra com o forte calor, a Dra. Flávia Rossi, Médica-Veterinária da Mars Petcare, separou algumas dicas que podem fazer toda a diferença e ajudar a família e o seu pet a curtirem, juntos, este verão.

    • Evite expor o pet ao sol entre às 10h e 16hs. Esse é o período do dia em que o sol está mais quente. Prefira horários mais frescos para os passeios (início do dia e começo da noite).
    • Fique atento ao piso quente, que pode queimar as patas e causar sofrimento aos pets. Evite passeios no asfalto e areia que, geralmente, estão quentes nesta época do ano.
    • Buscar estratégias para troca de calor (chão mais frio, brincadeiras e enriquecimento ambiental com água e gelo, banhos, ventilação, tosa de animais mais peludos, etc) é um excelente caminho.
    • Na hora do passeio, leve uma garrafinha de água fresca e ofereça com frequência ao animal. Molhar a barriga e patinhas também ajuda a refrescar.
    • Reforce a atenção com a alimentação do pet, uma vez que o apetite pode diminuir e o consumo em momentos e em quantidades inadequadas pode gerar mal-estar. Subdividida a quantidade de alimento em mais porções ao longo do dia e ofereça em horários mais frescos em que o animal já apresente mais conforto térmico. Esse manejo alimentar favorece uma menor geração de calor pelo processo digestivo evitando os desconfortos gástrico e térmico.
    • O alimento úmido (sachê), que também é completo e balanceado, é um bom recurso para estimular a ingestão de alimentos neste período, já que é composto por 60 a 90% de água, contribuindo com a ingestão hídrica. O tutor pode oferecer apenas ele ou, então, misturar com o alimento seco, o que tornará ainda mais palatável a refeição.
    • Mantenha sempre água limpa e fresca à disposição e aumente o número de vasilhas com águas em casa. Incluir pedrinhas de gelo na vasilha ou disponibilizar água gelada também são recursos interessantes para estimular a ingestão de água. No caso de gatos, espécie que por natureza já ingere pouca água, o uso de fontes (água corrente) também é um recurso muito interessante. Vale lembrar que a água é um nutriente essencial para a vida.
    • Evite oferecer sorvete, água de coco ou frutas para seu pet. Independente da época do ano, o recomendado é manter a alimentação específica que ele está acostumado a consumir. Outros itens/alimentos podem se tornar vilões e causar, inclusive, problemas gastrointestinais e também aumentarem as chances de um quadro de obesidade. O alimento completo e balanceado oferecerá todos os nutrientes em quantidade ideal para a manutenção do animal. Sempre busque a orientação e o acompanhamento de um profissional para introduzir e alterar o manejo alimentar do pet.

     

    No Brasil, as marcas PEDIGREE®, WHISKAS® e OPTIMUM™ possuem uma linha completa de alimentos úmidos, balanceados para atender as necessidades nutricionais dos pets.

  • Como ensinar empatia para crianças

     

    De acordo com cientistas, a leitura de ficção literária é um dos métodos mais efetivos para estimular afeto e conexão

    Pesquisadores da Escola de Pesquisas Sociais, de Nova York, descobriram que a leitura de histórias e contos de ficção podem estimular que adultos e crianças entendam o seu próximo ou, ainda, se coloquem no lugar dele. Essa habilidade, que seria denominada de empatia, possibilita e facilita as relações sociais para melhor compreender situaçãoes e ações do cotidiano. Durante os experimentos de leitura, a ficção literária foi a que mais estimulou o cérebro dos participantes.

    Pelos resultados positivos, essa se tornou uma das práticas recomendadas por Celize Ogg Nascimento Domingos, coordenadora-pedagógica do Ensino Fundamental – Anos Iniciais do Colégio Marista Anjo da Guarda, em Curitiba (PR). Ela sugere que ler para os filhos, além de fortalecer a relação, permite que tanto adultos como crianças vivenciem situações inéditas. “Ao se colocar no lugar dos personagens é possível analisar a maneira como cada um reagiu a determinada situação, opinar sobre as atitudes positivas e questionar o que poderia fazer de diferente”, explica.   

    A coordenadora avalia também que o papel da família é fundamental no quesito empatia, por ser o primeiro vínculo social da criança. Depois, na escola, surgem outros desafios e é preciso que o aluno esteja equipado emocionalmente para poder lidar com as diferenças e estabelecer relações positivas e saudáveis. “Estimular a empatia é um trabalho de todos. Tanto em casa como na escola é preciso ensinar pelo exemplo e mostrar que nem sempre todos concordam ou têm a mesma opinião sobre os assuntos, mas que com compreensão é possível chegar a um caminho do meio”, analisa Celize.

    Além da leitura, ela dá outras  dicas para ensinar e reforçar a habilidade da empatia nos pequenos (e também nos grandes, por que não?):

    1. O dia a dia das famílias é cada vez mais agitado e acelerado, então é importante estabelecer um tempo para conversar com as crianças. Falar sobre situações do trabalho e da vida adulta mostra que os pais também têm dificuldades, tanto quanto os filhos, e o diálogo a juda a superar essas questões. A hora do café da manhã ou após o almoço, por exemplo, podem ser bons momentos para criar essa rotina.
    2. Lembre-se de estar totalmente presente nesses momentos. Dividir a atenção com o celular, tablet ou televisão mostra que você está apenas parcialmente presente e isso é um péssimo exemplo de empatia.
    3. Em situações de conflito não basta apenas pedir desculpas da boca para fora. Estimule a criança a entender o sentimento do outro e perguntar como pode resolver a situação.
    4. Da mesma forma, pedir desculpas quando errar com a criança é um bom exemplo e mostra que a comunicação está aberta. Conversar para entender o que houve e como a situação pode ser contornada é o próximo passo.
    5. Atividades artísticas como aulas de música, pintura e dançar em dupla são bons exercícios para entender sentimentos próprios e do seu par, além de estimular vínculos afetivos, especialmente para crianças introspectivas.
  • 36ª edição da Festa da Uva

    A 36ª edição da Festa da Uva 🍇 começou em Jundiaí e é uma boa dica para curtir no final de semana, já que a cidade é pertinho de SP.

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    A Festa conta com vendas de artesanatos, degustações, vinhos 🍷, licores, bebidas e frutas  produzidos por agricultores da região, espaço infantil gratuito, cortejos e atrações circenses, workshops enogastronômicos e também, a tradicional cerimônia da pisa da uva, que acontece aos sábados e domingos, às 14h30.

    Há também espaço gastronômico com diversas opções e valores que agradam a todos os paladares.

    O evento tem entrada gratuita, mas você pode colaborar com a ação solidária doando 1 quilo de alimento não perecível.

    Serviço

    Dias:  17,18,19,20 e 25,26 e 27 de janeiro / 1,2 e 3 de fevereiro

    Horários: Quinta-feira (17) – às 18 hrs / Sextas-feiras – das 18hrs às 22hrs /

    Sábados – das 10h às 22h / Domingos – das 10h às 20

    Local: Parque Comendador Antônio Carbonari – Parque da Uva – Av. Jundiaí s/n

    Informações pelo telefone (11) 4589-8580 ou pelo site https://festadauva.jundiai.sp.gov.br/.

    Entrada gratuita

    Ação solidária de 1 quilo de alimento não perecível

  • Vale a pena tentar voltar com o ex?

     

    Essa pergunta pode ser recorrente para muitas pessoas que terminam relacionamentos, especialmente os de longa data. Segundo a orientadora emocional Camilla Couto, essa pergunta é muito fácil de responder. A resposta é: depende!

    Voltar ou não com o ex, eis a questão! Pode ser que você esteja passando por esse dilema e queira algumas dicas. Segundo a orientadora emocional para mulheres, com foco em relacionamentos, Camilla Couto, em primeiro lugar, será preciso rever seus conceitos e ponderar friamente: POR QUE você quer voltar? “Reflita bastante sobre essa pergunta, não se apresse em ter uma resposta. Tente silenciar sua mente e ouça as vozes do seu coração e da sua intuição.  Você ainda o ama? Ainda acredita de verdade na relação? Muitas vezes, a vontade de retomar o relacionamento pode estar cheia de carências, medos, mágoas e frustrações. E aí, é bom nem cogitar o assunto”, reflete. Veja o que ela fala sobre quando vale ou não a pena voltar com o ex:

     

    Quando voltar NÃO vale a pena?

    Se for para retomar a convivência para fazer tudo igualzinho a como era antes, provavelmente não valha a pena.  Se for para voltar e jogar o motivo da sua mágoa na cara da outra pessoa a cada nova discussão, com certeza não vale a pena. Inclusive, se você sente que o assunto vai ressurgir inevitavelmente, é porque ainda tem algo pendente. Quando perdoamos realmente, damos o assunto por encerrado. Pense friamente: você quer voltar porque perdoou ou para ter uma chance de revanche, talvez? Ou então, para estar em uma situação de poder, já que o outro pisou na bola e você vai poder usar esse “trunfo” sempre que precisar? Caia fora. Amar não é um jogo de ganha e perde. Na verdade, quando uma relação é baseada em competição, vingança e memórias ruins, ambos saem perdendo.

    Quando voltar vale a pena?

    Se temos condições de aprender com o que passou, se somos capazes de perdoar e começar do zero, aí a volta é algo a ser considerado. É preciso maturidade para entender se um assunto realmente foi encerrado ou se ele está adormecido, aguardando o momento de voltar à tona. Buscar ajuda, em uma situação como essa, pode ser um bom caminho para se entender. Muitos relacionamentos são retomados depois de uma ruptura brusca, mas é preciso que haja transparência, primeiro ao se deparar com seus próprios sentimentos, e depois, na relação diária com o outro. Só assim, é possível saber se o placar está zerado. Caso contrário, é melhor deixar como está.

     

    Camilla lembra que existe ainda um terceiro cenário a ser considerado: “se você tiver que convencer seu ex a voltar, definitivamente NÃO vale a pena! Muitas vezes, desejamos ardentemente retomar a relação, mas o outro não quer. E tudo bem! Jamais, em hipótese alguma, precisamos nos humilhar e mendigar pelo amor de quem não está disposto a nos amar. Por mais sofrido que seja, é preciso respeitar a decisão e o tempo de cada um. Afinal, ninguém é obrigado a sentir o mesmo que nós, certo”?

    Amar é algo que está além do nosso controle. “Voltar com o ex, só se ambos estiverem conscientes e emocionalmente bem resolvidos, tiverem aprendido com as lições do passado e sentirem o desejo genuíno de que dê certo”, reforça Camilla. Recomeços exigem que deixemos para trás não só as lembranças ruins, mas TODAS as lembranças – inclusive as boas. Para voltar com o ex é preciso que os dois tenham disposição para começar realmente do zero, como se nunca tivessem se conhecido antes. Até porque, ninguém é o mesmo depois de tudo que passou.

    Saiba mais: www.amarildas.com.br

     

  • Quatro doenças causadas pelo ar condicionado sujo

    Confira os problemas causados pela falta de manutenção do equipamento

    Pouco tempo se passou desde o início do verão e os brasileiros já estão sentindo na pele o calor intenso e as altas temperaturas registradas nos termômetros. Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC-Inpe) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet-Mapa), a temperatura média entre entre dezembro, janeiro e fevereiro no Brasil deve ser superior aos 31,5ºC.

    No carro, em casa ou no trabalho, um item ajuda a população a amenizar o calor: o ar condicionado. “Quando utilizado com frequência, o aparelho deve ser higienizado de maneira adequada e periodicamente. Caso contrário, pode causar danos à saúde”, comenta o médico microbiologista André Mário Doi. “Um dos principais motivos que podem levar a agravos de saúde, principalmente doenças respiratórias, é o acúmulo de poeira, ácaros, fungos e algumas bactérias que podem se acumular nos filtros”, complementa o médico.

    Confira algumas complicações à saúde que podem ser causadas pelo uso de ar condicionado sem a correta higienização:

    Ressecamento do muco pulmonar – A mucosa nasal é revestida por cílios vibrantes, responsáveis por expulsar bactérias, fungos e vírus que entram no organismo pelo ar respirado. Como há o ressecamento da região, a chance de contrair infecções aumenta.

    Doença do Legionário – Essa doença é ocasionada por uma bactéria (Legionella pneumophila), que pode se alocar nos dutos e filtros de equipamentos de ar condicionado mal higienizados. “A exposição a essas bactérias leva a um quadro respiratório de pneumonia grave. O diagnóstico precoce permite terapia antimicrobiana específica, reduzindo a gravidade e complicações do quadro”, menciona Dr. André.

    Asma – As alergias respiratórias, como a asma, são doenças inflamatórias crônicas que acometem as vias respiratória. A doença se manifesta clinicamente por crises de falta de ar ou cansaço, chiado no peito e sensação de aperto no peito, geralmente acompanhadas de tosse. O médico alerta que cerca de 80% dos pacientes que têm asma apresentam também rinite. “A exposição aos alérgenos inalantes, como ácaros da poeira de casa, fungos, pelos de animais, baratas, bactérias e pólens, é o principal fator das crises de asma e rinite”, diz o especialista.

    Rinite alérgica – A rinite alérgica é uma infecção que ocorre na membrana nasal. É caracterizada por espirros repetidos, coriza líquida e abundante, olhos lacrimejantes, coceira (em nariz, olhos, garganta e ouvidos), congestão nasal, alteração do olfato e do paladar, olhos avermelhados e irritados.

  • Rotina de sono deve ser mantida durante as férias

    Dormir menos pode prejudicar o bem-estar durante o recesso

    No período de férias é comum que as pessoas durmam e acordem mais tarde. Além de não ser possível recuperar as horas de sono perdidas, essa mudança repentina nos hábitos pode atrapalhar na hora de voltar à rotina. Isso porque leva semanas até que o indivíduo se acostume a dormir cedo novamente, prejudicando o rendimento diário.

    De acordo com a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, essas mudanças nos horários de dormir podem comprometer a qualidade do sono e causar, a curto prazo, cansaço, dores musculares, falhas de concentração, mau humor e dificuldades de aprendizagem. “É possível ter flexibilidade em relação a rotina durante as férias, mas é indicado que nos últimos dias os horários de dormir e acordar sejam mais próximos aos habituais”, explica.

    Para quem vai pegar a estrada nessas férias, na hora de preparar a mala é importante não esquecer do travesseiro para garantir bem-estar e evitar noites mal dormidas. “Os travesseiros de hotéis são confortáveis, mas cada indivíduo tem preferências e biótipos diferentes, o que pede um travesseiro apropriado para cada necessidade. Por isso, é aconselhável levar seu próprio travesseiro, já adaptado ao seu corpo”, orienta Renata.

    Mas há quem acha que levar o travesseiro de casa é incômodo e ocupa muito espaço. A especialista dá a dica para não ter trabalho. “Os travesseiros Natural Látex, por exemplo, se adaptam perfeitamente a este tipo de situação, pois são dobráveis e indeformáveis o que facilita o transporte, e podem ser lavados pelo próprio usuário antes e depois das férias, mantendo a conservação e a higiene do produto em dia”, completa a consultora.

     

  • Estudos comprovam que dormir bem é fundamental para perder peso

     

    Sono de qualidade influencia na atividade metabólica e controla a sensação de saciedade

    Com a chegada do verão é comum que as pessoas intensifiquem os cuidados com o corpo para perder peso e conquistar o físico dos sonhos. Hábitos saudáveis devem ser constantes na vida de quem se preocupa com o corpo e a saúde. Mas, algumas pessoas sentem mais dificuldade para emagrecer, o que pode, entre outros fatores, estar ligado à qualidade do sono.

    Segundo estudo realizado pela King’s College, de Londres, dormir mal pode aumentar o apetite e atrapalhar o processo metabólico. Permanecer acordado por períodos superiores ao recomendado por especialistas diminui a produção de leptina – substância capaz de controlar a sensação de saciedade e aumenta a produção de grelina, conhecido como o hormônio da fome. Isso mostra o quanto o sono está relacionado aos fatores da perda de peso, além de ser essencial para o equilíbrio de todas as funções fisiológicas e psicológicas do organismo.

    A Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, alerta sobre os danos que um sono de má qualidade pode causar. “Durante o sono, os níveis de leptina aumentam, sinalizando que temos energia suficiente para o momento. Na privação do sono, esses níveis diminuem resultando no aumento da fome e no armazenamento das calorias ingeridas”, explica. 

    Além disso, a redução do tempo de sono profundo pode causar um aumento dos níveis de colesterol sérico (relacionado ao estresse) e a diminuição da capacidade do corpo de produzir glicose, alterando no controle do apetite e diminuição do gasto energético. Pode haver também comprometimento na fabricação do hormônio do crescimento, que dentre inúmeras funções, ajuda a manter o tônus muscular, melhora o desempenho físico e combate a osteoporose.

    Para obter resultados positivos no processo de emagrecimento, Renata esclarece que além de hábitos saudáveis, como manter uma boa alimentação e a ingestão regular de líquidos, boas noites de sono são indispensáveis. “Para tanto é importante se atentar à postura, usar um travesseiro que ofereça conforto e sustentação para a cabeça e que alinhe a coluna. Manter o ambiente arejado e o mais silencioso e escuro possível pode ajudar a dormir melhor e a conquistar um corpo saudável ”, orienta a consultora da Duoflex.

  • Será que é isso mesmo? – abuso sexual: saiba identificar

    Coach de relacionamento e sexualidade, Margareth Signorelli, aborda tema em artigo

    Nos últimos meses temos recebido notícias de mulheres denunciando abusos de médicos, guias espirituais e de pessoas dentro de seus ambientes de trabalhos. Por que elas estão denunciando somente agora, se muitos dos relatos ocorreram anos atrás?

    Começou a existir uma união na delação e na revelação de “segredos” que foram guardados a 7 chaves e que, muitas vezes, modificaram e trouxeram sequelas irreversíveis na vida dessas mulheres. Elas perceberam que não foi só com elas que isso aconteceu e que era também uma responsabilidade se manifestarem.

    A maioria de nós foi criada para não reagir imediatamente a algo ou à alguma ameaça, diferente dos homens que, em sua grande maioria, estão prontos para agir ou correr ao perigo e ameaça eminentes.

    Se pensarmos em um exemplo banal: pise no pé de uma mulher. Até que ela reaja, por alguns segundos se questionará: ‘Será que foi de propósito?’, ‘Será que a pessoa está percebendo que está pisando no meu pé?’, ‘Será que eu coloquei o pé no lugar errado?’.

    Agora, pise no pé de um homem e imediatamente ele se manifestará e reagirá.

    Mas o que precisa ser mudado em nós? Como não sair por aí gritando e prontas para uma boa briga simplesmente por um pisão no pé? Como saber com certeza a diferença entre um toque mais ousado ou algo que fuja do aceitável?

    Em primeiro lugar, saiba que existe uma diferença imensa de um carinho entre duas pessoas que evolui, dá prazer, tranquilidade emocional e é consensual, de algo que é indevido.

    Dê ouvidos aos seus instintos e conecte-se com seu corpo e eles lhe mostrarão. Mas, se ainda estiver em dúvida, responda à essas perguntas:

    • Achou esquisito?
    • Energeticamente sentiu que não havia sintonia?
    • Percebeu algo inadequado, mas não tem certeza?

    Diga NÃO. Não pare para SE questionar. Questione o outro.

    • O que está acontecendo aqui?
    • Não estou gostando da sua atitude!
    • Não gostei deste toque e deste gesto sem propósito!

    Você saberá a contradição entre um elogio, uma gentileza ou mesmo um contato bem-intencionado e um abuso e, na dúvida, não fique pensando:

    Será que é?

    Questione o outro e diga NÃO.

    O máximo que pode acontecer é você ter se enganado, o que é muito pouco provável. Antes o engano do que engolir o que não queria, duvidar de si mesma e levar as consequências, muitas vezes irreparáveis, para sua vida por contado seu silêncio.

  • Cálculos urinários:  especialista explica as causas e dá dicas para a prevenção

    Tomar bastante água e manter uma alimentação saudável são importantes para a prevenção de cálculos nas vias urinárias

     

    As chamadas ‘pedras nos rins’, ou cálculo renal, são bastante conhecidas do público geral. O que pouca gente sabe é que estas ‘pedras’ também podem surgir em outras regiões das vias urinárias, tais como bexiga ou uretra.

    Segundo o Dr. Marcelo Lorenzi, do Centro Integrado de Urologia (CIU), estas massas duras formadas por minerais, especialmente o cálcio, são originadas a partir da cristalização de partículas. Isto acontece pelo aumento da concentração destes minerais, que estão presentes naturalmente na urina.

    As causas, explica o médico urologista, podem ser diversas, desde a falta de ingestão adequada de líquidos, até inflamações, problemas na próstata ou na bexiga, utilização de cateter urinário, entre outros.

     

    Prevenção e hereditariedade

     

    O problema é muito frequente, comprometendo de 5% a 15% da população mundial, sendo mais prevalente entre 20 e 40 anos, três vezes mais comum nos indivíduos do sexo masculino.

     

    A orientação do Dr. Marcelo para diminuir a chance de desenvolvimento de cálculos, ou para impedir o crescimento dos já existentes, é ingerir bastante líquidos, especialmente água e sucos naturais cítricos, e manter uma dieta balanceada.

     

    “É também indicado restringir principalmente o sal e a proteína animal, e controlar doenças sistêmicas, que predispõem a doença, como obesidade e o diabetes. Tais cuidados devem ser ainda mais rígidos se alguém da família tiver histórico deste problema, pois uma característica genética pode facilitar o aparecimento em parentes próximos.”

     

    Principais sintomas

     

    A maioria dos cálculos renais não apresentam sintomas e acabam sendo diagnosticados em exames de rotina, ou na investigação de outros problemas. No entanto, segundo o especialista, pode acontecer de um cálculo se deslocar e obstruir a passagem da urina do rim para a bexiga, levando à uma dilatação do rim obstruído e, consequentemente, acarretando em sintomas diversos.

     

    “Neste caso, podem ocorrer o escurecimento da urina, ardor urinário, frequência urinária elevada e, principalmente, dor lombar intensa, tipo cólica, que pode ser acompanhada de náuseas e vômitos, levando ao atendimento de urgência”, explica o Dr. Marcelo.

     

    O especialista mais indicado para tratar o cálculo urinário é o médico urologista, que deve ser procurado o mais rápido possível, para que o problema seja solucionado.

     

    No atendimento, após uma conversa inicial para conhecer os sintomas e o histórico do paciente, exames complementares, como exame de urina, ultrassonografia e, principalmente, a tomografia, poderão ser solicitados para confirmar a presença e a localização dos cálculos.

     

    Somente após esta confirmação o médico poderá orientar o paciente sobre o tratamento mais indicado.

     

    Tratamento 

    O tratamento depende do quadro clínico do paciente, da localização e do tamanho do cálculo. Podem ser indicados apenas um tratamento clínico medicamentoso, procedimentos extracorpóreos, com a finalidade de fragmentação e eliminação espontânea dos cálculos, ou cirurgias por endoscopia urinária, sendo estas mais frequentes em procedimentos de urgência.

    Em casos de cólica renal devido à obstrução da passagem urinária, o tratamento consiste inicialmente em terapia clínica com analgésicos, anti-inflamatórios e dilatadores do canal urinário para estabilização do quadro clínico.

    “Dependendo do caso, a cirurgia poderá ser indicada, habitualmente por endoscopia urinária, para fragmentação e remoção do cálculo ou seus fragmentos.”

    O especialista adverte que, durante a crise de cólica renal, está contraindicada a hidratação vigorosa, já que o aumento do volume urinário não auxiliará na eliminação do cálculo nestes casos. Esta medida está indicada como prevenção da formação de novas pedras.

  • Ortopedista do HCor dá dicas de como prevenir lesões em crianças durante as férias

    Prof. Dr. Rene Abdalla estima que mais da metade das lesões ocorridas durante as atividades esportivas realizadas por crianças e adolescentes podem ser prevenidas se os pais tomarem os devidos cuidados

     

    O período de férias exige atenção redobrada dos pais, principalmente nas atividades como bicicleta, corrida e jogos com bolas. É justamente nesse período que as atividades físicas se intensificam e as lesões podem ocorrer por meio de quedas, batidas, boladas, torções, entre outros.

    “Geralmente as crianças menores de 10 anos se machucam em parquinhos. Conforme crescem e se fortalecem, os riscos de lesões também aumentam. Os adolescentes tendem a se lesionar por meio da prática de esportes, além das quedas de bicicleta”, explica o Prof. Dr. Rene Abdalla, diretor médico do Instituto do Joelho HCor.

    Todos os esportes e exercícios físicos implicam riscos e a única solução é prevenir. Os pais são aliados importantes e precisam se informar das causas e maneiras de prevenção de lesões, para propiciar aos filhos a oportunidade de praticar esportes e se divertirem de maneira segura.

     

    Prática esportiva e segurança

    Dr. Rene estima que mais da metade das lesões que ocorrem durante as atividades esportivas, envolvendo crianças e adolescentes, pode ser prevenida. “A utilização de equipamentos corretos, como calçados apropriados, treinamento com técnica adequada, exercícios de alongamento muscular ou de flexibilidade, além de avaliação médica e multiprofissional estão entre as principais medidas preventivas”, esclarece o ortopedista.

    A coordenação motora infantil, ainda em desenvolvimento, implica menor velocidade de reação física em comparação com a dos adultos. “As crianças são curiosas e cheias de energia, então, a melhor maneira de evitar sustos é a prevenção”, alerta Dr. Rene.

     

    Dicas importantes

    • Antes de iniciar qualquer atividade procure orientação médica.
    • Avalie os níveis de dificuldade de cada esporte para ver se eles são compatíveis com a idade e o tamanho da criança.
    • Equipamentos de segurança como capacetes, joelheiras e cotoveleiras são importantes em atividades como bicicleta, skate, patins e patinetes.
    • A escolha do tipo e tamanho do tênis auxilia com o conforto nas atividades e diminui o risco de lesões.
    • O futebol praticado em gramados exige o uso de chuteira, pois promove melhor aderência ao campo, evitando escorregões e quedas.
    • Não se deve praticar qualquer tipo de esporte descalço ou com sandálias, para evitar lesões mais sérias nos pés.
    • Roupas confortáveis também auxiliam com conforto e mobilidade.
    • As crianças devem ter um tempo de intervalo entre as atividades e não devem continuar a jogar se estiverem machucadas.
    • Todas as atividades devem ser supervisionadas por um adulto.