Autor: agitosp

  • Mitos e verdades da ejaculação precoce

     

    Dr. Emilio Sebe Filho, cirurgião especialista em urologia, rins, próstata, prótese e fundador da clínica Lifemen®, desvenda as principais dúvidas sobre o tema

    Depois da disfunção erétil, a ejaculação precoce está entre os distúrbios mais comuns dos homens. A doença é motivo de preocupação, limitando o tempo de relação e comprometendo a satisfação sexual. Falar abertamente sobre o assunto pode ser complicado e dentro do universo de informações disponíveis fica difícil saber o que é verdade e o que é mentira.

    Segundo Dr. Emilio Sebe Filho, cirurgião especialista em urologia, rins, próstata e prótese, e fundador da Lifemen®, rede de clínicas que reúne serviços especializados na área de saúde sexual masculina, a convenção médica considera que ejacular após 5 minutos ou mais de estimo é algo comum. “Quando o homem, com frequência, ejacula em menos tempo que este, logo em seguida da penetração, ou o mínimo estimulo isto é considerado ejaculação precoce”.

    Ter dificuldade de controlar a ereção, insatisfação sexual e não saber quando está para ejacular também são outros sintomas da ejaculação precoce. “É muito importante que a pessoa procure um médico especialista para que seja feita uma avaliação correta e destinado um tratamento adequado”, explica o urologista.

    Abaixo, o Dr. Emilio Sebe Filho, fundador e diretor médico da Lifemen®, esclarece os principais mitos e verdades sobre a ejaculação precoce. Confira:

    Existe tratamento para controlar a ejaculação precoce?

    Verdade. A ejaculação precoce pode ser controlada com técnicas de psicoterapia, uso de medicamento, entre outras opções. Como a ejaculação precoce pode ser um sintoma secundário, estando associada a outros problemas, somente com exames e uma consulta médica é possível avaliar o quadro do paciente e propor um tratamento adequado.

    Usar preservativo contribui para retardar a ejaculação?

    Mito. Esse método não é funcional, não soluciona o problema por completo. Mesmo usando algum preservativo que contenha substâncias anestésicas, durante o ato sexual, não faz com que a ejaculação seja retardada.

    A frequência da masturbação pode treinar o corpo para chegar ao orgasmo em pouco tempo?

    Mito. Na verdade, as técnicas de masturbação usadas por homens, não tem nenhuma relação com a ejaculação precoce. Alguns estudos mostram que indivíduos que sofrem com esse problema se masturbam da mesma forma que outros e que a sensibilidade do pênis é considerada a mesma.

    O estresse é um causador de ejaculação precoce?

    Verdade. Com o estresse, o prazer diminui, os estímulos e a sensibilidade aumentam, propiciando a ejaculação precoce. Fatores psicológicos também podem contribuir, embora em diversos casos esses fatores se tornem isolados, por não serem a única ou principal causa, do problema.

    A ingestão de certos alimentos pode causar ejaculação precoce?

    Mito. Não existem pesquisas que comprovem que os alimentos podem causar algum tipo de efeito na ejaculação.

     

  • Com as chuvas de verão, saiba proteger os pets do barulho de trovões

    Não deixá-los presos na coleira e mantê-los num espaço seguro são algumas das orientações

    Assim como os fogos de artifício, o som das trovoadas também deixa muitos pets assustados. Com maior sensibilidade auditiva, cães e gatos sofrem com medo, desconforto e estresse provocado pelo barulho, além do risco de se machucarem, ao buscar esconderijo ou tentar escapar. “As pessoas não devem tentar abraçá-los ou pegá-los no colo nesses momentos, para evitar que o animal associe a algo ruim”, explica a veterinária Karina Mussolino, gerente técnica de clínicas da Petz e do Centro Veterinário Seres.

    Ela orienta a agir naturalmente, brincar com os pets, fazer festa, como se nada estivesse acontecendo. Também é importante evitar deixá-los presos com a coleira, permitir que se escondam e manter o ambiente vazio para que não se machuquem. “Procure não deixá-los ao ar livre, mas trazê-los para dentro de casa, onde o som é abafado”, explica a veterinária.

    Pets com doenças cardíacas devem ter atenção dobrada. Alguns cães podem apresentar complicações cardiorrespiratórias e até ter convulsões nessas situações de medo. Por isso, as consultas no veterinário devem estar em dia para que o profissional possa acompanhar esse animal de forma preventiva.

    10 dicas para driblar o barulho

    1 – Cães e gatos costumam se esconder nesses momentos de medo, por isso é importante deixá-los livres, não prender na coleira (em alguns casos eles podem ficar rodando em círculos e até se enforcar) e manter em espaço livre para que não se machuquem (por exemplo: áreas pequenas, portões, lanças).

     2 – Alguns bichinhos toleram bem o colo do dono, pois se sentem mais seguros, outros preferem buscar áreas que possam se esconder, como embaixo de móveis. Deixe o seu pet se ajeitar da melhor maneira para ele, não force situações desconfortáveis.

    3 – Uma das formas de evitar transtorno é manter o pet quieto em um local fechado e silencioso, o que pode ajudá-lo a se sentir mais protegido (por exemplo: um quarto).

    4 – Alguns pets toleram bem a colocação de algodões nos ouvidos para abafamento dos sons. Mas vale lembrar que o algodão deve colocado com cuidado e retirado imediatamente após o término dos ruídos.

    5 – O ideal é agir de forma natural, brincar com o pet, entretê-lo com seu brinquedo favorito, fazer festa, como se nada estivesse acontecendo.

    6 – No caso dos gatos, é comum que sumam da vista dos donos. Se a casa ou o apartamento forem seguros, com redes nas janelas e portões fechados, deixe o bichano por lá, evite ficar chamando para não estressá-lo mais.

    7 – Também não é recomendado deixá-los sozinhos nesta época. Em caso de viagens, é aconselhável deixá-los com parentes, vizinhos ou em hotéis especializados.

    8 – Evite a automedicação, sem orientação do veterinário, pois há risco à saúde dos bichinhos.

    9 – Cães e gatos que já tenham histórico de doença cardíaca devem ter cuidados especiais nessas situações. É importante que o dono converse com o veterinário.

    10 – Caso o animal apresente qualquer tipo de alteração ou acabe se machucando de alguma forma, ele deve ser levado imediatamente a um veterinário, para ser avaliado e ter certeza que nenhuma lesão mais grave aconteceu com ele. 

  • Rafting à luz da lua cheia em Brotas rende dose extra de emoção

    Quem já fez, garante que a atividade realizada à noite é uma experiência única; a primeira descida noturna deste ano é sábado, dia 19

     

    Se descer as corredeiras e quedas do Rio Jacaré-Pepira, em Brotas, em bote inflável, durante o dia, já é uma aventura e tanto, imagine essa atividade à noite, sob à luz da lua?! Muitos podem pensar que o rafting noturno é só para os experientes, para os corajosos, mas os instrutores afirmam que qualquer pessoa que curte natureza e adrenalina tem todas as condições de fazê-lo. Eles são unânimes em dizer que a luz da lua refletida na água, o visual do rio e da mata das margens com baixa luminosidade e o som dos bichos aguçam os sentidos, o que faz do rafting noturno uma atividade com doses extras de emoção.

    Porém, são poucas as oportunidades para esse passeio único em Brotas. É oferecido apenas nas noites de lua cheia, uma vez por mês. A primeira data deste ano é agora dia 19 de janeiro, sábado. Mas as operadores de rafting da capital do turismo de aventura já têm o calendário de 2019 inteiro. Vale ressaltar que, por questões de segurança, a atividade fica sujeita ao volume de água do rio – é feita medição periódica para liberar ou não a descida dos botes. E, geralmente, é mais procurada no verão e na primavera, quando a temperatura da água está mais agradável.

    A analista financeiro Maria Madalena Simionatto, moradora de Jundiaí, confirma que não é preciso experiência para fazer rafting noturno. Ela, na sua primeira vez em Brotas, já encarou a aventura à noite e quer repetir. “Nas primeiras quedas, senti um gelinho na barriga, mas a gente vai se acostumando e acaba achando muito tranquilo. Adorei, inclusive o mergulho. A água, apesar de ser à noite, estava uma delícia. Por mim, poderia até ter mais emoção”, diz ela, que curte adrenalina.

    O rafting no Rio Jacaré-Pepira, em Brotas, é considerado de nível 3 a 4 – as corredeiras são classificadas, segundo o grau de dificuldade, de 1 (as mais fáceis) a 6 (as mais difíceis e extremamente perigosas). No Brasil, a maior parte das corredeiras é de nível 2 a 4. O percurso do rafting noturno é o mesmo do diurno – entre seis e sete quilômetros – e dura aproximadamente quatro horas (geralmente começa às 19h).

    Os solavancos e pulos, que dão emoção à atividade, são garantidos pelas descidas de paredões de pedras. Cada bote inflável desce com um instrutor e até seis turistas. Além de colete salva-vidas e capacete para todos os praticantes, outros equipamentos de segurança são adicionados ao rafting noturno, como lanternas e luz de neon no colete. A equipe de segurança e apoio, que acompanha a descida em botes e caiaques, também é reforçada. Por conta da luminosidade reduzida, principalmente nos trechos em que o rio Jacaré-Pepira é mais fechado pela mata, a descida é mais séria do que a diurna, sem tantas atividades lúdicas.

    Natureza

    O rafting no Rio Jacaré-Pepira, um dos mais limpos do Estado de São Paulo, é considerado de ótima relação emoção e contato com a natureza. A atividade pode ser feita por qualquer pessoa acima de 1,20m, mesmo que não saiba nadar. O praticante usa, obrigatoriamente, colete salva-vidas e capacete. E, antes de entrar no rio, recebe instruções de como deve se portar durante todo o trajeto para que o passeio seja emocionante e seguro.

     

     

    CALENDÁRIO RAFTING NOTURNO 2019

    Janeiro: 19/01 

    Fevereiro: 16/02

    Março: 23/03 

    Abril: 20/04

    Maio: 18/05

    Junho: 15/06

    Julho: 13/07

    Agosto: 17/08

    Setembro: 14/09

    Outubro: 12/10

    Novembro: 09/11 

    Dezembro: 14/12 

     

  • Férias e natureza: saiba quais parques visitar durante o verão

    Em São Paulo, as principais atrações são lagos, cachoeiras, trilhas, montanhas, cavernas e praias que promovem opções variadas de passeios ao ar livre

    As férias de verão são um período marcado pelo descanso e pela oportunidade de conhecer novos lugares. Uma opção para todos os tipos de turistas são os parques nacionais e estaduais, espalhados por todo o Brasil. Criados para preservar a paisagem natural do País, esses locais são uma alternativa para sair da rotina, com atrações turísticas que conquistam desde os mais aventureiros, até os mais sossegados.

    Segundo a coordenadora de áreas protegidas da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Marion Silva, a visitação dentro dos parques aproxima as pessoas da natureza, além de movimentar a economia local. “A conexão com o meio ambiente traz benefícios para a saúde física e mental, por reduzir o estresse e promover um momento de descontração fora do agito dos grandes centros urbanos. Esse contato com a natureza também reforça a importância da conservação e das áreas protegidas, e faz com que as pessoas passem a adotar práticas mais sustentáveis em suas rotinas”.

    Para manter os locais preservados, os visitantes devem ficar atentos às normas de visitação de cada parque, recolher e descartar corretamente o lixo produzido e não interferir na fauna e na flora local.

    Conheça alguns parques espalhados por São Paulo:

    1) Com atrações variadas, o Parque Nacional Serra da Bocaína reúne praias, piscinas naturais, rios, cachoeiras, picos e mirantes. O ponto turístico mais conhecido no local é a Trilha do Ouro, que é um marco histórico da cultura caipira e caiçara que vivia na região. Para preservar esses aspectos culturais e conservar a biodiversidade local, o parque não permite a entrada de veículos. Saiba mais sobre o Parque Nacional Serra da Bocaína. 

    2) Segundo parque mais antigo de São Paulo, o Parque Estadual Turístico do Alto do Ribeira corresponde a uma das principais áreas de preservação da Mata Atlântica. Apesar de abrigar 350 cavernas, apenas 12 são abertas para visitação. As outras atrações envolvem dunas, trilhas, cachoeiras, abismos e sítios arqueológicos. Saiba mais sobre o Parque Estadual Turístico do Alto do Ribeira.

    3) Maior corredor biológico da Mata Atlântica no país, o Parque Estadual da Serra do Mar se estende de Norte a Sul do estado. O parque engloba cerca de 25 municípios e reúne trilhas, cachoeiras, rios, sítios históricos e até espaços para a prática do mountain bike. Cada uma das cidades possui preços e horários diferentes para a visitação. Saiba mais sobre o Parque Estadual da Serra do Mar.

    4) Dentro da capital paulista, o Parque Estadual da Cantareira abriga uma grande quantidade de nascentes e córregos que abastecem todo o estado. Por estar no centro da cidade, a área é classificada como uma das maiores florestas urbanas nativas do mundo. O principal atrativo do local é o mirante, de mais de 1.000 metros de altitude, de onde é possível ver toda a cidade de cima. Saiba mais sobre o Parque Estadual da Cantareira.

    5) Composto por 12 ilhas e dois ilhotes, o Parque Estadual de Ilhabela é um arquipélago localizado no leste paulista. O acesso ao local é feito por meio de balsa, em um trecho que demora cerca de 20 minutos. A unidade de conservação reúne trilhas para picos e mirantes, fauna e flora nativa para observação, além das cachoeiras, piscinas naturais e praias para banho. Saiba mais sobre o Parque Estadual de Ilhabela.

  • A presença de animais de estimação facilita a transição de crianças para uma nova escola

    Presença de pets nas escolas também aprimora o aprendizado em crianças.

    Todos os anos, mais de 7 milhões de crianças mudam de escola, o que pode ser uma experiência angustiante e solitária. Estudos realizados pelo Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM®, parte da Mars Petcare, comprovam que o contato com pets é cada vez mais positivo para o bem-estar das pessoas e que eles desempenham um papel importante na vida das crianças, ajudando-as, inclusive, a serem mais saudáveis, criar senso de responsabilidade, estreitar laços de amizade e desenvolver empatia.

    Sabendo disso, a Mars Petcare firmou parceria com duas escolas dos Estados Unidos (Steindorf Steam School, em San Jose/Califórnia, e também com a Chelsea Academy, em Front Royal/Virgínia) para comprovar como os pets podem contribuir e facilitar a transição de crianças para uma nova escola. Os resultados foram incríveis e destacam o poder dos animais de estimação para reduzir o estresse, aliviar sentimentos de ansiedade social e ajudar as crianças a se conectarem com os novos colegas estudantes. O Vice Presidente de Marketing da Mars Petcare nos Estados Unidos, Craig Neely, reforça  que “as habilidades dos animais de estimação e o impacto positivo que eles têm em nossas vidas são notáveis e, no caso desta parceria, ajudando a tornar os primeiros dias em uma nova escola menos estressante e intimidante para uma criança”.

    Na Steindorf Steam School, o aluno Etienne contou com a presença do seu cachorro Milo. Já na Chelsea Academy, o aluno Nate foi acompanhado pelo seu cão Buddy durante seu primeiro dia de aula. “Uma grande reviravolta como mudar de escola pode ser um enorme desafio para as crianças e afetar seu desempenho estudantil e bem-estar emocional”, destaca Bernardine Clark, Diretora da escola Chelsea Academy. “Adoramos a idéia de receber os cães de nossos novos alunos em seus primeiros dias para ajudar a tornar a transição o mais tranquila possível.”

    Antes de seu primeiro dia na nova escola, Etienne, do sexto ano na Steindorf Steam School, ficou apreensivo. “Eu estava me sentindo muito nervoso e achei que todo mundo ia tirar sarro de mim porque eu era uma pessoa nova na escola.” Como o cão Milo estava lá, Etienne relatou que se sentiu mais seguro e confortável. “Milo às vezes lambia a minha mão, me dizendo que ele está sempre lá para mim”, ressaltou ele.

    Essas duas histórias reais podem ser conhecidas em www.cesar.com/firstdayfriends, onde também estão disponíveis dicas para pais, professores e diretores interessados em aprender mais sobre como trazer os benefícios dos animais de estimação para sua própria escola. Também disponível no Youtube em:

    Chelsea Academy (Nate & Buddy): https://www.youtube.com/watch?time_continue=104&v=1j98RpCxaWs

    Steindorf School (Etienne & Milo): https://www.youtube.com/watch?v=ic0o-G5atwg 

    Animais de estimação na sala de aula: aprimoramento do aprendizado para crianças

    Nos últimos anos, escolas começaram a empregar programas de educação assistidos por animais, cujo objetivo é melhorar as habilidades motoras do aluno, sua comunicação e habilidade de leitura, ao mesmo tempo que se valem dos efeitos calmantes e motivadores que os animais podem proporcionar. Estudos sobre os benefícios educacionais de incluir animais em salas de aula descobriram que crianças em idade pré-escolar têm maior probabilidade de acatar instruções e executar determinadas tarefas de habilidades motoras (por exemplo, concluir um percurso com obstáculos) mais rapidamente, mas sem sacrificar a precisão, quando estão na presença de um cachorro. A presença de um cão também vem sendo associada a um melhor desempenho em tarefas cognitivas (por exemplo, fazer a correspondência entre imagens relacionadas). Melhoras na comunicação entre os alunos e entre professor e alunos, redução dos comportamentos extremos (como agressão) e aumento da atenção no professor também foram relatados quando há cachorros presentes na sala de aula.

    Programas de leitura: uma variedade de programas também foi introduzida com o objetivo de melhorar as habilidades de leitura dos alunos, proporcionando a eles oportunidades de ler em voz alta para os cães. A argumentação para esses programas é que a presença de um cachorro pode reduzir a ansiedade da criança quanto à leitura e à leitura em voz alta, já que o cachorro atua como um público que não é crítico, nem emite julgamentos à prática de leitura da criança.

    Educação especial: a educação especial, em particular, se valeu dos efeitos calmantes dos animais para reduzir os comportamentos tumultuantes na sala de aula. Há um consenso geral de que a presença de animais pode reduzir as explosões emocionais, a agressão e outros comportamentos indesejados. Pesquisadores da área acreditam que, além de reduzir o estresse e a ansiedade, os animais podem ajudar as crianças a concentrar a atenção, ou podem proporcionar algum tipo de motivação de aprender e ser bem-sucedido em uma tarefa. Devido à prevalência do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em alguns países, descobertas relacionadas a melhorias na atenção e foco podem ter um significado especial para o desenvolvimento de futuros programas educacionais para crianças com esse problema.

  • Como cuidar da pele do bebê durante o versão e evitar assaduras

    TROCA DE FRALDAS: ENTENDA COMO CUIDAR DA PELE DO BEBÊ DURANTE O VERÃO E EVITAR ASSADURAS

    Pediatra explica o que os pais podem fazer para manter as crianças felizes e saudáveis durante os dias mais quentes do ano

     

     

    Com a chegada do verão, as crianças tendem a ficar mais expostas a ambientes mais abertos, ao sol e a água. Por isso, é importante os pais ficarem atentos aos cuidados com a pele do bebê para evitar alergias e assaduras durante os momentos de maior diversão do ano.

     

    Nos dias mais quentes, é comum os pais darem banhos com maior frequência para aliviar o calor do bebê. Porém, segundo o pediatra Dr. Marcelo Reibscheid, o banho deve ser único, rápido, morno e com uso de pouco sabonete. Além disso, é preciso lembrar de usar um bom hidratante após o banho para manter a pele da criança saudável e hidratada.

     

    A troca de fraldas também é fundamental para deixar os pequenos livres de qualquer incômodo ou problema dermatológico durante o verão. Uma das doenças mais comuns nesta época do ano é a dermatite de fraldas. De acordo com Reibscheid, ela acontece porque a pele do bebe é muito sensível e entra em contato com o xixi e as fezes – e o efeito é potencializado com o calor. Para aqueles que já possuem algum tipo de contato com a água, seja do mar ou da piscina, o cuidado deve ser redobrado.

     

    “Para evitar assaduras, é preciso fazer trocas frequentes e utilizar o creme antiassaduras que, além de proteger, mantém a pele resistente, macia e hidratada. As alergias podem acontecer pelo uso de algum produto ou mesmo pelo sol ou suor. Por isso, é fundamental consultar um profissional qualificado para orientar qual é o melhor produto preventivo ou de tratamento específico para o seu bebê”, afirma Marcelo.

     

    Um ponto de atenção para os pais que irão frequentar a praia, é o contato com a areia. Segundo o pediatra, ela pode ser prejudicial ao bebê, por isso, depois que a brincadeira terminar, é fundamental lavar a região com bastante água corrente, secar e aplicar o antiassaduras. As fraldas molhadas também devem ser trocadas quando eles não estiverem mais na água “as fraldas para ambiente seco, possuem uma tecnologia muito mais adequada para as prevenções de assaduras, graças ao seu tecido, gel e todos os itens específicos para a situação”, explica o especialista.

     

    CUIDADO COM O SOL!

    O uso de filtro solar e chapéu são essenciais, mesmo nos horários de menor radiação solar. Até os seis meses de idade não se recomenda o uso de filtro para o bebê – nessa fase é fundamental que ele seja exposto ao sol apenas no início da manhã ou no fim da tarde (e mesmo assim, por curtos períodos de tempo). Mesmo para os maiores, prefira expô-los somente até 10 horas da manhã ou após às 16h (com filtro, que deve ser aplicado meia hora antes de ir ao sol e reaplicado a cada 2 horas, ou sempre que ele se molhar). Quando o sol estiver muito forte, considere expor o pequeno somente após às 17h.

     

           E, para aproveitar as férias da melhor forma possível, não esqueça de levar na mala: fralda, Bepantol® Baby, água, gaze para higiene, hidratante e protetor solar (quando recomendados pelo pediatra).

     

    **Dr. Marcelo Reibscheid é pediatra graduado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e possui experiência em Neonatologia.

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    Sobre a Linha Bepantol® Baby

    Sempre pensando no bem-estar da mãe, do pai e, claro, dos bebês, a Bayer oferece Bepantol® Baby, creme antiassaduras que vai além dos antiassaduras comuns. Com sua fórmula única, livre de conservantes e agentes irritantes, forma uma barreira transparente que deixa a pele delicada do seu bebê respirar, mantendo-a sempre saudável. Possui lanolina, que forma uma barreira protetora transparente no bumbum, e pró-vitamina B5, que penetra na pele, deixando-a mais resistente contra assaduras. Além disso, Bepantol® Baby é livre de perfumes, corantes e parabenos que podem sensibilizar a pele delicada do bebê.Bepantol® Baby, proteção mais pura para a pele que mais precisa.

     

    Coppertone® Kids e Baby: criados pensando na pele sensível e delicada dos bebês, que precisam de uma proteção especial, principalmente ao se expor ao sol.Possui associação de filtros físicos e químicos, é hipoalergênica, sem fragrância e corante, dermatologicamente testada, livre de lágrimas, resistente à água e com proteção contra os raios UVA e UVB.

     

    Bayer: Ciência para uma vida melhor

    A Bayer é uma empresa global, com competências em Ciências da Vida, nas áreas de agricultura e cuidados com a saúde humana e animal. Seus produtos e serviços são desenvolvidos para beneficiar as pessoas e melhorar sua qualidade de vida. Além disso, a companhia objetiva criar valor por meio da inovação. A Bayer é comprometida com os princípios do desenvolvimento sustentável e com suas responsabilidades sociais e éticas como uma empresa cidadã. Em 2017, o Grupo empregou cerca de 99 mil pessoas e obteve vendas de 35 bilhões de euros. Os investimentos totalizaram 2,4 bilhões de euros e as despesas com Pesquisa & Desenvolvimento somaram 4,5 bilhões de euros. Para mais informações, acesse http://www.bayer.com.br.

     

  • Vilões domésticos. Acidentes domésticos são as principais causas de ferimentos em crianças

    Sociedade Brasileira de Cirurgia de Mão – SBCM alerta sobre os cuidados necessários para se evitar acidentes com crianças

    Crianças em casa é sempre um desafio. Ora por conseguir entretelas, ora pelos cuidados que elas demandam. Quem lida no dia a dia com os pequenos sabe: qualquer descuido é muito perigoso. Entre estas dificuldades na responsabilidade com as crianças, estão os acidentes domésticos, principal causa de ferimentos em crianças.

    A cada ano, são registrados 6 mil mortes e mais de 140 mil internações na rede pública de crianças abaixo de 14 anos, segundo dados do Ministério da Saúde, inclusive a ONG Criança Segura afirma que acidentes são hoje a principal causa de morte de crianças de 1 a 14 anos no Brasil.

    Destes acidentes, os com queimaduras em geral representam 16% das internações de crianças em hospitais. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM), Dr. Marcelo Rosa de Rezende, as mãos são os membros mais atingidos dentro de casa. A cozinha é o lugar onde ocorrem mais acidentes, portanto, cabe uma atenção especial com as crianças neste local.

    O especialista alerta que para evitar esses acidentes, é preciso impedir que a criança pequena fique perto de fornos ligados ou locais quentes, é fundamental que cabos de panelas fiquem sempre virados para a parte de dentro do fogão, manter panelas quentes longe do alcance das crianças e, se ainda assim a queimadura acontecer, se deve lavar o local com água fria corrente por alguns minutos e para queimaduras mais graves, levar a criança ao hospital mesmo depois desse processo.

    “É importante frisar que as consequências de um acidente doméstico podem se resumir a um simples susto, mas também pode provocar sequelas permanentes e até a morte, sendo assim, nunca é demais lembrar que todo cuidado é pouco”, conclui o Dr. Marcelo Rosa. 

     

  • Vai viajar? Lembre-se que o diabetes não tira férias

     

    De carro, ônibus, trem ou avião, seja qual for o destino, controlar a glicemia é importante para aproveitar o passeio e manter a qualidade de vida

    A chegada das férias traz consigo a vontade de abandonar as preocupações e cuidados diários com o corpo. Não à toa que, nessa época, muita gente deixa de lado a alimentação saudável e as idas à academia. Contudo, para os pacientes com Diabetes Mellitus, esse costume apresenta riscos e pode gerar graves consequências à saúde.

    No Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas convivem com o diabetes, número que pode aumentar para 24 milhões até 2045, segundo dados da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Devido a isso, levanta-se a necessidade de conscientizar e alertar a população sobre os riscos que a falta de tratamento adequado pode gerar.

    Para os pacientes que já são adeptos aos cuidados e estilo de vida que controlam o diabetes, é bom sempre ter em mente que eles precisam ser mantidos até em viagens, de modo a evitar maiores complicações e a fim de garantir que as férias sejam aproveitadas sem muitas dores de cabeça. Confira então dicas valiosas para uma boa jornada de descanso

    É preciso planejamento

    Assim como é preciso planejar as excursões e horários antes da viagem, é recomendado o mesmo em relação ao diabetes.  Juntos, médico e paciente poderão traçar um plano alimentar sobre o que consumir ou não durante o roteiro. Antes de pesquisar os pontos turísticos da cidade, é preciso ficar atento às farmácias e aos hospitais mais próximos de onde ficará hospedado.

    Produtos de cuidados com o diabetes devem ficar na bagagem de mão

    O medidor da glicemia (glicosímetro), os aparelhos e medicamentos de uso diário devem ser colocados na bagagem de mão, evitando que eles danifiquem e garantindo a utilização durante o percurso, caso preciso.  

    Se a viagem for de avião, é exigido levar a prescrição e uma declaração médica atestando que o paciente tem diabetes e está com a insulina e outros medicamentos para utilizá-los quando necessário.

    Quanto à quantidade de insumos que devem ser levados, o ideal é carregar sempre uma reserva a mais para possíveis imprevistos (o dobro do que você vai utilizar, de acordo com a Associação Americana de Diabetes). Também é importante deixar tudo em suas respectivas embalagens originais para não danificar, e prestar atenção com os cuidados com a manipulação que o produto demanda (em caráter especial a insulina, que não pode estar em ambientes quentes).

    3-      Para quem vai dirigir

    Para quem vai dirigir, vale lembrar alguns cuidados que devem ser tomados antes, durante e depois do caminho. O teste de glicemia deve ser feito antes de sair de casa, e a cada três ou quatro horas de direção (ou quando suspeitar de hipoglicemia). Durante as paradas, caminhar um pouco e alongar as pernas é muito importante para evitar dores e inchaços.

    4-      Não esqueça os snacks

    Eles serão essenciais e precisarão estar com você todos os dias – nas excursões, festas e eventos. Eles poderão ser consumidos caso alguma refeição atrase ou haja muito trânsito no caminho.

    Deve-se lembrar que esses lanches devem ser saudáveis como barras de cereal, iogurtes desnatados ou frutas. É importante evitar utilizar alimentos ricos em carboidrato e gordura como lanches pois eles podem desregular os níveis de açúcar no sangue

    5-      Não descuide da alimentação

    É normal que em roteiros diferentes, a quantidade ingerida de carboidratos simples, açúcares e bebidas alcoólicas aumente. Contudo, diabéticos e portadores de restrições alimentares devem prestar atenção para não descuidar totalmente da alimentação.

    O segredo é variar os tipos de alimentos ingeridos, sem exagerar em nenhum deles, e incluir fibras nas refeições, já que elas retardam a absorção dos carboidratos e controlam a glicemia.

    É aconselhável intercalar o consumo moderado de bebida alcóolica com água em abundância, lembrando sempre que a medição deve ser feita antes e depois de toda refeição.

    Fonte: Dra. Ana Teresa Santomauro. Possui especialização em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina da USP e é Mestre em Ciências Médicas pela Faculdade de Medicina do ABC. Atualmente é Coordenadora da Residência Médica em Endocrinologia da Faculdade de Medicina do ABC e Médica Assistente do Serviço de Endocrinologia do Hospital BP de São Paulo.

  • Acne é uma doença inflamatória e tem cura

     

    Os hormônios sexuais são os principais responsáveis pelo surgimento da acne, que podem comprometer a autoestima e a qualidade de vida de uma pessoa

    Com a chegada do verão a acne tende a ficar mais evidente devido ao uso inadequado de produtos como, por exemplo, um protetor solar não indicado para determinado tipo de pele, oleosidade e exposição ao sol em excesso. Muito mais frequente em adolescentes, pode surgir também em adultos, principalmente em mulheres. Além do incômodo das lesões, as espinhas podem comprometer muito a autoestima e a qualidade de vida de uma pessoa.

    De acordo com a Dra. Simone Neri, dermatologista da Clínica Medcin, normalmente, os principais responsáveis pelas alterações das características da pele, assim como pelo surgimento da acne são os hormônios sexuais, que começam a serem produzidos na puberdade. As lesões aparecem com mais frequência na face, mas também podem ocorrer nas costas, ombros e peito.

    Em adultos, o surgimento da acne ainda pode estar relacionado a situações de estresse ou ao período menstrual, bem como, o uso de alguns medicamentos como corticoides, vitaminas do complexo B, contato com óleos, graxas ou produtos gordurosos.

    “A acne não é contagiosa e não está relacionada à “sujeira” da pele ou do sangue. Trata-se de um processo inflamatório das glândulas sebáceas e dos folículos pilos sebáceos. O tratamento dessa inflamação vai variar de acordo com a gravidade, a localização e em função de características individuais. Há opções tanto de terapia local, quanto por via oral, ou a combinação de ambas. A limpeza de pele, quando bem indicada pelo dermatologista, e bem executada por esteticista treinado, pode ser um ótimo complemento do tratamento das espinhas. Outros procedimentos como peelings químicos, terapias de luz, laser, também podem ser coadjuvantes no tratamento”, explica a Dra. Simone Neri.

    O ideal é a acne ser tratada o mais cedo possível porque é uma doença que pode ser controlada e até mesmo curada. Para quem tem acne, o importante é em nenhuma hipótese, manipular (“cutucar, espremer”) as lesões porque isso pode levar à infecção, inflamação e cicatrizes graves.

    Prevenção

    Se você ainda não tem acne e deseja passar longe dessa inflamação, a prevenção começa com higiene adequada da pele. O uso de um sabonete ou produto de limpeza indicado especialmente para pele oleosa é um bom começo, mas lembre-se, a limpeza excessiva também é prejudicial à pele como um todo (causando irritação) e podendo piorar as lesões. Também deve-se evitar cosméticos que aumentem a oleosidade. A acne tem forte componente genético, e não se relaciona diretamente com a alimentação. “Apesar de vários tabus, não é necessária nenhuma dieta ou restrição alimentar para o tratamento ou prevenção da acne. As pessoas com a inflamação podem se expor ao sol de maneira cuidadosa, racional e orientada, já que as lesões até podem melhorar após no início da exposição solar, porém, essa melhora é apenas temporária e a exposição exagerada só vai piorar do quadro. Atenção!! Acne é uma doença, e como tal, e deve ser tratada por um médico especialista: o Dermatologista”, diz a Dra. Simone Neri.

  • Você sabe o que é Síndrome do Intestino Irritável?

    Condição afeta 20% da população e tem traumas emocionais como causa 
     
    Tem hipersensibilidade intestinal e diarreia, constipação – ou até os dois intercalados -, somados a dores abdominais e cólicas? Contudo, nos testes não há nenhuma alteração, como lesão e inflamação? Talvez você faça parte dos 20% da população mundial que sofre de Síndrome do Intestino Irritável (SII), uma das mais misteriosas condições que afetam o aparelho digestivo. 

    Com sintomas que, geralmente, apresentam-se após as refeições, o distúrbio pode ter como gatilho eventos emocionais, físicos ou estressantes. “Por isso, recomendamos que o acompanhamento psicológico aconteça paralelamente à contenção dos sinais e desconfortos gerados pela SII. Tal medida é, inclusive, fundamental para o controle dos quadros – a atenção aos casos de depressão e ansiedade, por exemplo, é parte da solução da causa deste problema. É uma assistência multidisciplinar”, afirma Tomazo Franzini, médico endoscopista e diretor da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED).

    Não é puramente emocional

    O especialista explica que intestino é como um segundo cérebro e conta com mediadores e um sistema nervoso próprio. Além disso, a região do hipotálamo no cérebro é responsável, entre suas funções, pelo impulso de emoções e tem ligação direta com o sistema nervoso autônomo simpático e parassimpático, cujo principal nervo atua no tubo digestivo. É ele quem estimula a secreção de enzimas, ácidos e fatores digestivos, administrando toda a movimentação do intestino.

    Há no intestino hormônios e receptores hormonais similares aos encontrados no sistema nervoso central. Ou seja, o tubo digestivo tem enervação própria e hormônios que controlam sua capacidade de secretar. Logo, constata-se direta relação entre a emoção registrada no hipotálamo e a movimentação intestinal.

    Alimentação também tem papel importante

    A restrição ou liberação dos alimentos é feita individualmente – os ajustes da dieta são feitos de acordo com o aparecimento ou não dos sintomas. Porém, de maneira geral, indica-se evitar aqueles que contribuem para a formação de gazes, pertencentes ao grupo de carboidratos intitulado FODMAP.

    Alguns dos alimentos ricos em FODMAP são, por exemplo: repolho, cebola, cogumelos, abóbora, frutas enlatadas, manga, maça, alcachofra, derivados de leite e de trigo. Já entre os com baixo teor do carboidrato podem ser citados: melão, uva, frutas vermelhas, frutas cítricas, alface, pepino, tomate, berinjela e leites de amêndoa, de coco e de arroz.

    “Ainda, em casos de constipação, é importante aumentar a quantidade de fibra ingerida. Porém, ela deve ser restrita quando há diarréia – neste caso, o foco é em aumentar o aporte de vitaminas e minerais até o intestino regularizar-se”, orienta o diretor da SOBED.

    Síndrome do Intestino Irritável é uma condição crônica, mas que não evolui para problemas mais graves, como tumores. Para aliviar seus incômodos, o tratamento deve multidisciplinar e seguir a linha nutricional, medicamentosa e psiquiátrica.