Autor: agitosp

  • Dica: como higienizar as frutas de forma correta?

     

    Lavar os alimentos da maneira certa pode resultar em uma alimentação mais saudável

    Basta uma rápida pesquisa na internet para perceber que aparecem, entre os resultados, diversas formas de higienizar frutas. Água corrente ou sanitária, bicarbonato de sódio e vinagre são algumas das opções e o que não faltam são dicas, das mais mirabolantes até as mais simples. Mas, como saber se estamos realmente lavando as frutas da forma correta? Afinal, a higienização é fundamental para garantir uma alimentação mais saudável e livre de sujeiras. 

    A nutricionista Karen Alves, responsável pela segurança alimentar da Snack Frutas, delivery de cestas de frutas para escritório, explica que há apenas uma forma de lavar os alimentos: “existe uma única maneira de higienização das frutas, sendo essa em imersão de hipoclorito e retirada do produto com água corrente. O que demanda a diferenciação é apenas o tempo em que devem ficar de molho. Cada marca de hipoclorito trabalha com um tempo de imersão, que deve ser respeitado para uma eficácia adequada da substância”, explica.

    E se você já está coçando a cabeça, preocupado onde encontrar o tal hipoclorito, pode ficar tranquilo, pois ele é mais conhecido como água sanitária. Só é preciso ficar atento a algumas questões: deve estar sinalizado na embalagem do produto que é próprio para o uso em alimentos, além de estar registrado junto ao Ministério da Saúde. “É um composto alvejante à base de cloro e, com ele, é possível remover insetos, sujidades e demais matérias presas aos alimentos. O que irá determinar sua ação, será a quantidade adequada de uso no momento da diluição. Algumas frutas, por exemplo, como pêssego, ameixa, kiwi, morango e nectarina são mais sensíveis e, portanto, demandam menor quantidade para que não haja deterioração”, destaca Karen.

    Além de lavarmos os alimentos da forma correta dentro de casa, também precisamos nos preocupar com o que estamos ingerindo na rua e no escritório, já que a maior causa das intoxicações alimentares é a má higienização dos alimentos. Essa é uma das preocupações da Snack Frutas, empresa que atende a região de São Paulo e Belo Horizonte. “Damos uma atenção especial à higienização dos nossos produtos. Todos os dias garimpamos as frutas mais frescas para os nossos clientes e em seguida desenvolvemos um processo meticuloso para garantir que os alimentos estejam em perfeito estado e livres de qualquer sujeira”, afirma Carlos Ribeiro, sócio fundador.

    O procedimento de higienização que a Snack Frutas realiza é muito simples e pode até ser adaptado para o ambiente doméstico. Confira:

    • Seleção das melhores frutas, aquelas que não se encontram com partes deterioradas;
    • Imersão em água com hipoclorito, respeitando o tempo de imersão de 10 à 15 minutos;
    • Higienização em água corrente, para retirada da solução clorada;
    • Processo de secagem natural, em sala refrigerada.
  • Como proteger bebês e crianças do sol

     

    Médico dá dicas valiosas para os papais que querem se divertir ao ar livre com os pequenos

     
    Quem tem filho sabe que dias de sol são um convite para a diversão, na praia, piscina, parques e praças. Ainda mais nesta época do ano! Com tantas atividades ao ar livre, é preciso redobrar a atenção com a pele das crianças. Além de evitar as queimaduras causadas pelos raios ultravioletas, o protetor solar também previne problemas de saúde no futuro, que podem ser sérios. 

    Estudo recente publicado no Jornal da Associação Médica Americana de Dermatologia mostrou que o uso de fotoprotetor na infância pode reduzir em 40% o risco de melanoma – tipo mais perigoso de câncer de pele – antes dos 40 anos. O dermatologista José Jabur, da Altacasa Clínica Médica, que é especialista em câncer de pele, dá dicas importantes para os pais deixarem a criançada se divertir, com segurança.

    – Não use protetor solar em bebês abaixo de 6 meses
    A Sociedade Brasileira de Dermatologia e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam que os pais não usem protetor solar em crianças de até 6 meses. Sendo assim, não exponha o bebê diretamente no sol ou use métodos de barreira, como chapéus e roupas com fator de proteção ultravioleta (FPU), nos momentos do dia em que não há como evitar os raios solares. 

    – Uso de chapéus é fundamental
    Para crianças acima de seis meses, o uso de chapéus, roupas e guarda-sol é fundamental para a fotoproteção. Lembre-se também que, em períodos de radiação muito intensa deve-se evitar a exposição solar, principalmente entre 10h e 15hs. A “regra da sombra” é interessante: se a sombra do seu corpo no chão for menor que a sua altura, a criança não deve ficar exposta ao Sol. 

    – Atenção ao rótulo do protetor solar
    Escolha um protetor com no mínimo FPS 30, e que, de preferência, seja ‘resistente à água’ para não sair com tanta facilidade após uma ducha ou uma rápida entrada no mar ou piscina. Mas se a criança ficar mais de meia hora na água, passe o produto novamente assim que ela sair da água. 

    – Reaplique o protetor a cada três horas
    Não esqueça que para manter a proteção da pele, é preciso reaplicar o protetor a cada três horas. Além disso, use um produto que proteja tanto dos raios UVB (que causam vermelhidão e atingem a camada superficial da pele) quanto dos raios UVA (que penetram na camada mais profunda), pois ambos são perigosos. Preste atenção neste detalhe também na hora da compra. São os protetores chamados de “amplo espectro”. 

    – Dia nublado também queima
    As nuvens não bloqueiam totalmente os raios solares. Por isso, é imprescindível que você também tome medidas fotoprotetoras em dias nublados. Use roupas e chapéus nas crianças, que tenham fator de proteção ultravioleta (FPU), e lembre-se do protetor solar também nos dias em que o sol não dá o ar da graça.

    – Espalhe o protetor de maneira uniforme e por todo o corpo da criança
    É raro quem aplica o protetor solar da maneira certa. Para garantir uma correta proteção, é preciso passar, em todo o corpo, duas camadas na primeira aplicação do dia. E depois, nas próximas aplicações, é bom comprovar que todas as áreas estão cobertas e protegidas.

    – Roupas e acessórios com FPU
    Se a ideia é ficar na praia ou piscina por muito tempo, o ideal é usar peças com FPU – camisas, bermudas, chapéus e bonés, que garantem uma fotoproteção mais estável e duradoura. Pense em cobrir a pele com tecidos leves e que protejam do Sol e utilizar o filtro solar nas áreas que ficarem descobertas. Não é necessário aplicar o filtro na pele que está protegida por estes tecidos. 

    – Estimular o hábito entre as crianças
    Sempre que estiver tomando as medidas fotoprotetoras, fale com a criança sobre a importância de se proteger do sol para a pele não arder, para evitar queimaduras. Aos poucos, ela mesma vai aprender, sem que você precise brigar para isso. Assim, você estar estimulando esse hábito. Dar o exemplo também é primordial. Por isso, mães e pais devem também cuidar da pele no Sol.

    Fotoproteção é um conjunto de medidas para os pais e os filhos poderem curtir um verão saudável. Neste verão, pratique a exposição solar consciente.  

  • Vida sexual ativa garante benefícios para a saúde

     

    Sexo proporciona melhora na qualidade emocional e física

    A busca pela melhora na qualidade de vida inclui alguns fatores importantes para garantir mais saúde e longevidade. Alimentação balanceada, hábitos saudáveis, prática regular de exercícios físicos e redução dos níveis de estresse no cotidiano são as principais atitudes tomadas por quem pretende viver melhor.

    Outro fator que tem impacto positivo na vida das pessoas é o sexo. “Além de proporcionar prazer e melhorar o humor, a vida sexual ativa pode resultar em uma série de benefícios à vitalidade do corpo”, explica Dr. Emilio Sebe Filho, urologista especializado em rins, próstata e prótese e fundador da rede de clínicas Lifemen.

    Abaixo, o especialista pontua alguns benefícios do sexo. Confira:

    Melhora o estresse

    A atividade sexual é capaz de reduzir os níveis de cortisol, conhecido por hormônio do estresse.  A liberação de dopamina e endorfina no organismo durante o sexo também aumenta a sensação de prazer e bem-estar, além de diminuir o nível de ansiedade.

    Sono com mais qualidade

    O sexo favorece uma boa noite de sono porque após o orgasmo o corpo libera ocitocina e prolactina, hormônios relacionados às sensações de amor e relaxamento. “Essa reação provocada pelo orgasmo tem efeito prolongado devido a funções neurotransmissoras que agem no organismo”, explica o especialista.

    Previne problemas cardíacos

    A prática regular de sexo pode reduzir os riscos de ataques cardíacos, pois melhora o fluxo sanguíneo e a circulação. O ato sexual pode ser comparado à um exercício físico moderado, já que há aumento nos batimentos cardíacos e na pressão arterial, conclui.

  • Tire agora suas maiores dúvidas sobre como montar uma horta

     
    Cultivar uma horta pode trazer diferentes benefícios, pois permite o consumo de alimentos mais frescos e com maior valor nutricional, já que é você quem cuida de cada detalhe, desde a escolha das sementes até os produtos que serão usados no plantio. Também ajuda crianças e jovens da comunidade a terem acesso à experiência prática na produção de alimentos, o que os ensinam a cuidar mais da natureza e saber um pouco mais sobre como ela funciona.

    Isso sem contar as melhorias à saúde, visto que podem servir como terapia para quem sofre de estresse ou depressão causados pela vida corrida na cidade. Até mesmo quem possui problemas de hipertensão ou diabetes, a produção de ervas aromáticas pode auxiliar na substituição de sal e açúcar nas produções culinárias, levando a uma vida de maior qualidade.

    Então que tal começar 2019 montado sua própria horta em casa ou em jardins comunitários? Mesmo quem mora em apartamento ou quer plantar em lugares com pouco espaço também pode começar hoje mesmo. E para te ajudar nessa nova empreitada, o Biólogo e Técnico Agropecuário da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Alexandre Moreira, explica como produzir esses alimentos de forma adequada:

    ·        Qual o local mais adequado para montar uma horta?

    Observe se o local escolhido recebe luz suficiente exigido pela maioria das plantas (no mínimo 7 horas por dia), se não tem encharcamento do solo nos dias de muita chuva, se não ocorre muitas plantas daninhas no local escolhido, plantar as espécies de acordo com a sua época adequada de plantio (cada uma tem sua época correta para se plantar). E não esqueça de fazer adubação, correção do solo com calcário e alguns cuidados básicos diários.

    ·        Como posso saber se a terra onde vou plantar é produtiva?

    No site do IAC há informações sobre como mandar uma análise do solo. Coletada uma porção do solo, com as técnicas corretas para essa coleta, tais são enviadas para um laboratório onde serão feitos testes de fertilidade desse solo. O custo é baixo, algo em torno de 30,00 a 50,00 por análise.

    ·        Posso usar algum tipo de adubo?

    Sim, de acordo com as recomendações que serão baseadas na análise do solo.

    ·        Onde posso conseguir sementes ou mudas de qualidade para plantar?

    Na página de serviços da Cati você confere informações, diretamente do Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM)/CATI, sobre onde comprar, os preços de cada uma e como fazer o recebimento pelo correio.

    ·        Quais materiais eu preciso para montar uma horta vertical e sem gastar muito?

    Você vai precisar de:

    – Tesoura

    – Garrafa pet ou balde velho

    – Argila expandida (em pedra) ou areia

    – Substrato de cultivo (terra)

    – Muda ou semente à sua escolha

    ·        E para uma horta em terreno?

    Considerando que o espaço já esteja cercado, com acesso a água, algum lugar para guardar as ferramentas e os insumos, seria preciso algumas coisas básicas como carrinho de mão, enxada, enxadão, pá, regador, rastelo, cavadeira, bandejas de isopor ou plástico para semeadura mangueira de jardim e alguns baldes plásticos.

    ·        Onde se pode conseguir terra para fazer o plantio?

    Para as semeaduras pode-se comprar o substrato próprio para isso nas agropecuárias ou floriculturas. Pede-se substrato para sementes de hortaliças.

  • O verão chegou e é preciso seguir alguns cuidados com seu pet

    Cães e gatos precisam se hidratar mais e evitar passeios em horários quentes

    Os dias quentes já começaram e durante o verão, cães e gatos sofrem com as temperaturas elevadas. É nesta época do ano que incidências, como doenças dermatológicas e alergias, aumentam consideravelmente.

    Alguns cuidados especiais precisam ser tomados para que seu pet não sofra com o calor, por isso, o médico veterinário e gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado, dá algumas orientações.

     

    1. Alimentação

    No verão, o metabolismo dos pets fica mais lento e ele gasta menos energia para o funcionamento do organismo. Logo, cães e gatos tendem a comer menos no calor. Mas não é só isso: os cães e gatos procuram as horas mais frescas do dia para se alimentar, por isso o ideal é que o tutor forneça o alimento pela manhã ou à noite. Algumas pessoas, principalmente as que têm gatos, acreditam que o pet não está se alimentando, mas na verdade o gatinho está comendo durante a madrugada, pois tem hábitos noturnos e também prefere a temperatura mais baixa da noite para comer.

    “É importante lembrar que, incentivar a alimentação não significa deixar a ração do pet disponível a todo o momento. O alimento exposto pode oxidar, por causa do calor e da umidade, e ficar rançoso”, orienta Machado.

     

    1. Banho

    No verão, o ideal é que o tutor dê banhos nos cães de 15 em 15 dias. Mesmo que seja refrescante, o excesso de banho retira a proteção natural da pele e os expõe à alergias, fungos e doenças dermatológicas, que são ainda mais frequentes nos períodos quentes. Se o animal estiver com mau odor, o banho até pode ser realizado semanalmente, mas é importante lembrar dos cuidados, como manter a água morna a fria, realizar num local sem vento e de preferência em dia de sol. 

    Já os gatos fazem a auto higiene por meio de várias lambidas pelo corpo. “O que pouca gente sabe é que, ao lamber-se, os gatos também regulam a temperatura corporal. O problema é que este comportamento causa o acúmulo de pelos no trato digestivo, causando as bolas de pelos. A dica no calor é escovar mais o gato, para que ele evite ingerir tantos pelos ao lamber-se”, completa o médico veterinário.

     

    1. Hidratação

    Cães e gatos precisam ter sempre água fresca.  Os felinos precisam de mais atenção, pois, naturalmente ingerem menos água e são mais caprichosos. “Manter as vasilhas limpas, colocar gelo na água e oferecer água corrente são dicas importantes para atrair o seu animal de estimação e incentivá-lo a tomar água”, aconselha Marcello.

     

    1. Exposição ao sol

    Assim como os humanos, os pets não podem ficar expostos durante os horários mais quentes do dia. “O cuidado deve ser redobrado para animais de pelagem branca, clara ou sem pelo, pois, infelizmente, os raios ultravioletas também causam câncer de pele nos pets. Geralmente, a lesão ocorre nas áreas sem pelo, como barriga, ponta de orelhas, focinho e ao redor dos olhos”, explica Marcello.

    Passear por um tempo prolongado e em horários quentes pode causar queimaduras sérias nos coxins de cães e gatos.  O asfalto e calçadas são vilões, então, leve seu amigo para passear em gramados e evite sair entre às 10 e 16 horas. “Se perceber que os coxins ficaram vermelhos ou com bolhas, procure imediatamente um médico veterinário, pois esse quadro é doloroso para ospets. Uma dica é, antes de sair com o cão no asfalto, verifique com a mão qual é a temperatura do solo”, conclui o médico veterinário.

     

    1. Alergias

    Alergias são causadas por vários motivos, principalmente por picada de pulgas e carrapatos, que são parasitas que ficam no ambiente durante bastante tempo. Se não forem controlados adequadamente, hibernam no inverno e no verão se multiplicam rapidamente atacando os pets.

    Coceira e lambidas excessivas são os sinais mais frequentes, ao percebê-los o tutor precisar procurar um médico veterinário para que ele indique o melhor tratamento. “O especialista também pode indicar um produto para o ambiente: algumas fórmulas precisam ser pulverizadas no quintal ou na casa para pôr fim à infestação”, esclarece Machado.

    No caso das alergias alimentares, os cães podem apresentar intolerância a algum tipo de proteína e precisar de alimentos específicos, coadjuvantes no tratamento de dermatopatias, mas só o médico veterinário poderá analisar o quadro para diagnosticar a causa da alergia.

  • Primeira infância: atenção especial para o desenvolvimento do paladar

    Crucial nos dois primeiros anos de vida do ser humano, o desenvolvimento do paladar começa pouco depois do nascimento, com a primeira amamentação. Durante os primeiros seis meses de vida, é recomendado que a criança se alimente, exclusivamente, do leite materno, e é nesse momento que ela começa a ter contato com os gostos.

    O leite materno é composto por diversas substâncias como vitaminas, cálcio, ferro, gorduras, lactose e aminoácidos. O que poucos sabem é que o ácido glutâmico, responsável por conferir o gosto umami – um dos cinco gostos básicos do paladar humano – é o mais abundante quando comparado aos demais aminoácidos e tem papel essencial no desenvolvimento dos bebês.

    De acordo com a nutricionista e doutora em Ciência dos Alimentos, Ilana Elman, a introdução alimentar deve ser realizada de forma adequada. “Deve-se apresentar para a criança todos os gostos: doce, salgado, azedo, amargo e umami. Para isso, algumas medidas devem ser tomadas, como não misturar vários tipos de alimentos ao introduzir as famosas papinhas, auxiliando-a a conhecer os alimentos e diferenciá-los futuramente”, explica.

    Com o constante desenvolvimento após o período de amamentação e com o passar dos anos, a criança pode não aceitar alguns tipos de alimentos. “Em casos de não aceitação de um determinado alimento, é recomendado que os responsáveis insistam na oferta, mas não forçando ou impondo, pois esse mesmo alimento pode vir a ser aceito em outro momento”, ressalta Elman.

    Para evitar a apresentação incorreta dos alimentos, é ideal não adicionar açúcar a frutas e sucos e tomar cuidado com temperos fortes nas refeições. Se desde a infância a pessoa se acostumar a tomar suco de laranja com açúcar, por exemplo, ela possivelmente não conhecerá o sabor real da laranja e vai manter o hábito da adição do açúcar para a vida adulta.

    Outro ponto de atenção sobre o assunto é que é comum as crianças rejeitarem certos alimentos se não forem oferecidos em casa ou se não forem ingeridos pelos seus familiares. “É preciso ter em mente que a refeição em família, além de ser um momento de prazer e diversão, também ajudará no desenvolvimento de bons hábitos”, finaliza a nutricionista.

    Quando a introdução alimentar é feita de forma adequada, ela contribui de forma direta para o desenvolvimento correto do paladar e, assim, favorece os bons hábitos alimentares, inclusive na vida adulta, contribuindo para a saúde, longevidade e qualidade de vida.

  • 5 dicas de higiene íntima durante o Verão

    A médica ginecologista e obstetra Dra Ana Carolina Lúcio Pereira, de São José dos Campos-SP, conta porque durante o verão é preciso ter cuidado redobrado com a higiene íntima. “É no calor que a zona genital acaba ficando mais suscetível ao aparecimento de fungos e bactérias, por isso que alguns cuidados básicos ajudam a manter a saúde e evitar qualquer incomodo”. 

    1-Biquíni molhado
    Na praia ou na piscina, é comum ficar com as peças molhadas por muito tempo. “Ficar o dia inteiro com o biquíni molhado pode ser um facilitador de várias doenças, como candidíase, bactérias que causam coceira e até mesmo infecção urinária”, alerta Dra Ana Carolina. A dica da médica é sempre deixar as peças secarem depois de entrar na água, ou levar na bolsa outro modelo ou uma calcinha de algodão para substituí-las.

    2-Absorvente
    O absorvente interno está liberado, desde que não permaneça mais de seis horas sem trocá-lo. Com relação aos absorventes externos, devem ser usados aqueles de cobertura suave, revestida em algodão, porque o modelo de cobertura seca é revestido com plástico, e tem a tendência de esquentar mais. “Para quem utiliza o coletor menstrual, são poucas as preocupações nessa época do ano: por ser de silicone cirúrgico, o copinho não dá alergias, não esquenta e pode ser trocado em até dez horas”.

    3-Roupas leves
    A região íntima precisa respirar, por isso, o ideal é evitar ao máximo usar roupas apertadas, coladas ou com tecidos grossos demais, como calças jeans. “Prefira as roupas feitas com 100% de algodão e abuse de saias e vestidos que favorecem a ventilação. E na hora de dormir, o ideal é ficar sem calcinha, para ventilar a área”, avisa a médica.

    4-Limpeza 
    Outra medida para evitar fungos e bactérias na região íntima é fazer a limpeza da maneira correta. A ginecologista avisa que os sabonetes e desodorantes íntimos não são produtos recomendados. “Na hora da limpeza vale dispensar qualquer produto e lavar somente com água corrente. No máximo, um sabonete neutro pode ajudar a tirar o excesso de sujeira”, explica.

    5-Lavagem das peças
    Dispensar amaciantes e alvejantes e usar apenas sabão neutro, de coco ou antialergênicos e muita água para enxaguar bem é a primeira dica. Além disso, a especialista avisa que nada de pendurar a calcinha ou o biquíni no box do banheiro. “Esse ambiente é perfeito para a multiplicação de fungos, então o ideal é evitar e deixar que sequem ao sol ou em local bem arejado”, finaliza.        

    FONTE: Dra Ana Carolina Lúcio Pereira

  • Verão: Como reduzir o desconforto em noites quentes?

     

    Temperatura elevada do corpo provoca agitação e dificulta a indução do sono

    O verão é a estação mais esperada do ano. As pessoas aproveitam os dias de sol para passeios ao ar livre, como parques e praias, e investem em roupas mais leves e frescas. Mas com a época e o calor excessivo, é comum que o indivíduo transpire mais durante a noite, o que pode comprometer a qualidade do sono.

    De acordo com a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, mesmo que as pessoas sintam sonolência e cansaço é mais difícil dormir bem. “No calor, a temperatura elevada do corpo o mantem em estado de alerta e impede que o sono atinja seus níveis mais profundos, fazendo com que as pessoas tenham um sono de má qualidade. O resultado no dia seguinte é moleza e falta de disposição, comuns nos dias quentes”, explica.

    Para ter noites agradáveis nessa estação, a especialista aconselha algumas mudanças de hábito. “Usar roupas leves e fresquinhas, lençóis de algodão e linho que esquentam menos, deixar o ambiente arejado para circular o ar, fazer refeições leves e manter o corpo bem hidratado são práticas que ajudam a dormir melhor”, orienta Renata.

    Para quem transpira muito o ar-condicionado e o ventilador se tornam grandes aliados nesta época. Mas é preciso ter alguns cuidados. O ventilador pode permanecer ligado durante a noite desde que não fique diretamente em cima do corpo. Já o ar-condicionado deve estar com o filtro limpo e ficar numa temperatura agradável, em torno de 24 graus. Como ele resseca o ar pode ser utilizado um balde de água para umidificar o ambiente.

    A consultora da Duoflex ainda ressalta a importância da atenção com o travesseiro. ““Manter a saúde do travesseiro é essencial para ter boas noites de sono. O ideal é sempre arejá-lo e ventilá-lo, sempre protegido por uma fronha e sob luz indireta (nunca diretamente ao sol). Se você for uma pessoa que transpira muito a noite, é recomendado o uso de um travesseiro mais fresquinho, como é o caso dos modelos Natural Látex, produzido a partir da seiva da seringueira, e do Gelflex, que possui uma manta em gel que garante um maior conforto térmico nas noites de calor. Também é aconselhável o uso de uma capa impermeável, para evitar que o suor e outras secreções migrem para o travesseiro e sirvam de alimento para os ácaros, ocasionando um aumento da sua proliferação”, finaliza.

    SUGESTÕES DE PRODUTOS

    NATURAL LÁTEX

    Ideal para os dias de calor, o NATURAL LÁTEX é produzido em espuma de látex natural extraído da seringueira e moldada com furos, que facilitam a respiração e a ventilação, permanecendo sempre fresquinho. Macio e confortável, o travesseiro oferece a maior sustentação para o sono e ainda conta com tecnologia antiácaro, diferencial para um sono saudável nas noites de verão, quando ocorre a maior proliferação desses microorganismos.


    GELFLEX NASA

    Produzido especialmente para quem aprecia um sono revigorante, o travesseiro possui uma MANTA DE GEL, de consistência suave e que o mantém fresquinho. O GELFLEX NASA alia toda a suavidade e o conforto da espuma NASA ao frescor do GEL, proporcionando um toque ainda mais macio e agradável. A espuma viscoelástica, automoldável e antipressão oferece maior capacidade de absorção do peso e distribuição equalizada da pressão sobre o corpo, e ainda possui a propriedade de retorno lento ou memória, agindo como um verdadeiro amortecedor.

  • Como prevenir dores de cabeça e crises de enxaqueca no verão

     

    Evitar exposição solar prolongada, manter a hidratação e optar por alimentos mais leves são algumas das atitudes que ajudam a evitar esses problemas 

    No verão, as dores de cabeça e crises de enxaqueca são mais comuns por conta das altas temperaturas, que ajudam a manifestar o problema. “Crises de dor de cabeça e enxaqueca podem comprometer muito mais do que o descanso no período de férias e favorecer a ocorrência de acidentes domésticos ou mesmo de transito, já que desorientam e tiram a capacidade de concentração do indivíduo”, explica o Dr. Mauro Atra, neurologista do HCor.

    Na maioria dos casos, a desidratação é o principal motivo para dores de cabeça neste período, pois a falta de líquido no organismo causa um sério desequilíbrio no processo de entrada e saída de sódio e potássio das células. “Essa condição gera um distúrbio no metabolismo, o que predispõe o indivíduo a sentir dores de cabeça”, afirma Dr. Atra.

     

    A claridade solar também pode ser um problema. “A maior parte dos pacientes com enxaqueca sofre de fotofobia. Isso os torna extremamente sensíveis à luz”, revela o neurologista.

     

    No verão, fatores como a má alimentação, consumo abusivo de álcool, poucas horas de sono, além do desgaste de longas viagens dentro de veículos com pouca ventilação ou mesmo mudanças bruscas de temperatura causadas pelo contato com ar condicionado, também podem ser apontados como gatilhos para que as dores de cabeça aconteçam.

     

    “É importante ingerir alimentos mais leves, controlar o consumo de bebidas alcoólicas, dormir bem e, quando possível, optar por viagens menos desgastantes, em ambientes mais confortáveis e bem ventilados”, conclui o neurologista.

  • Cuidados com a alimentação ajudam no tratamento da gastrite e refluxo

    Segundo nutricionista, alimentação adequada é fundamental para ajudar a melhorar os sintomas

     

    A gastrite nada mais é que uma inflamação da mucosa do estômago e ser causada por alguns fatores: a bactéria H. Pylori, o aumento da secreção gástrica pelo estresse e ansiedade (gastrite nervosa), ou ainda pelo consumo e intolerância (individual) de alguns alimentos. Já o refluxo é aquela sensação de que o alimento fica o tempo todo “voltando” pelo esôfago. Suas causas são variadas, mas está relacionado a um problema causado pela válvula que separa o esôfago do estômago, permitindo que o conteúdo gástrico volte pelo esôfago.

     

    Segundo a nutricionista e pesquisadora Aline Quissak, em ambos os casos o desconforto e as dores podem ser grandes e causam inúmeras queixas. “A alimentação nesses casos é fundamental para ajudar a melhorar os sintomas, mas é importante procurar um médico (gastroenterologista) para avaliar a situação e propor um tratamento paralelo”, avalia.

     

    Porém, existem alguns cuidados com a alimentação que podem ajudar quem sofre com essas doenças. Tanto quem sofre com a gastrite, como quem tem problemas com refluxo, deve dar preferência a alimentos que tenham efeitos calmantes e anti-inflamatórios, como couve, gengibre, hortelã, alecrim e chás (sem cafeína). Consumir também  vegetais e legumes cozidos, além de frutas, sempre evitando as cítricas (limão, abacaxi, laranja).

     

    Tomar bastante água durante os intervalos das refeições além de dar preferência aos temperos naturais, como coentro, manjericão, erva-doce, alho e salsa. Evitar o consumo de leite e derivados. Se for consumi-los, dar preferência aos desnatados. “O leite é um alimento alcalino, e o nosso estômago ácido. Quanto mais o ingerimos, mais ácido é produzido pelo nosso estômago, agravando os sintomas”, explica a nutricionista.

     

    Evite a cafeína! Ela está presente em chás, cafés e outras bebidas, que quando consumidas em grandes quantidades, acabam prejudicando ainda mais o sistema digestivo que está debilitado. “Você pode substituir o café pela versão descafeinada e os chás pelos de camomila, hortelã, erva-doce, melissa e erva-cidreira”, complementa. E não para por aí, o chocolate também tem que ser evitado, já que também possui cafeína, o que estimula a produção de ácido pelo estômago.

     

    Adicionar cúrcuma e gengibre nas refeições, pois ambos possuem ações anti-inflamatórias e fortalecem o sistema imunológico, ajudando no tratamento desses problemas.  Quanto a carne, consuma as mais magras como o frango (grelhado, assado), peixes com menos gordura, como pescada e merluza (ao forno, grelhado) e algumas carnes vermelhas com teor de gordura menor (coxão mole e patinho).

     

    Álcool, temperos muito fortes (molho shoyo, pimenta, catchup, mostarda, canela, maionese), refrigerantes, bebidas energéticas, frituras, gorduras, embutidos, berinjela (digestão difícil), pimentão, tomate e molho de tomate, alimentos prontos congelados e industrializados, não devem ser consumidos pelo menos enquanto a pessoa estiver em tratamento. Fumar pode piorar ainda mais os sintomas para quem tem gastrite, pois aumenta a produção de ácido no estômago, causando irritação local e alterando a mucosa da boca e os dentes, prejudicando a digestão, que começa na boca.

     

    Goma de mascar e as balas influenciam na produção de ácido no estômago, já que ele entende que algum alimento irá ser deglutido, mas como nada irá para o estômago, ele produz ácidos que causam mais desconforto. “Coma sem medo qualquer alimento que não esteja na lista dos que precisam ser evitados. Lembre-se de mastigar muito bem os alimentos. Evite fazer jejuns prolongados, preste atenção no que está comendo, escute seu corpo. Pode parecer complicado, mas são atitudes simples que ajudam, e muito, a melhorar tanto a gastrite quanto o refluxo”, finaliza Aline Quissak.

     

    Para mais informações sobre a nutricionista acesse a página oficial da nutri no Facebook (https://www.facebook.com/nutrisecrets/) e Instagram (instagram.com/nutri_secrets/) ou o site www.nutrisecrets.com.br