Autor: agitosp

  • Enxaqueca: mitos e verdades 

    Dor de cabeça forte, enjoo e sensibilidade à luz e ao barulho. Esses são os principais sintomas da enxaqueca, doença neurológica que, segundo oMinistério da Saúde, acomete cerca de 30 milhões de brasileiros, principalmente os que se encontram na faixa etária entre 25 e 45 anos.

    Para Alex Baeta, neurologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, há muitos hábitos que contribuem para que as crises de enxaqueca sejam mais recorrentes e afetem a qualidade de vida. “Má alimentação, estresse e automedicação são alguns dos fatores relacionados à enxaqueca, embora muitas pessoas acreditem indevidamente que alguns alimentos não recomendados nesse caso e o uso descontrolado de analgésicos possam ajudar a controlar a dor”, alerta o especialista.

    O médico aproveita para esclarecer alguns mitos e verdades sobre a enxaqueca:

    • Chocolate ameniza a enxaqueca

    Mito. Chocolate, queijos amarelos, café, gordura, derivados de leite e enlatados podem aumentar a chance de ter uma crise de enxaqueca. 

    • Criança não tem enxaqueca

    Mito. Embora seja mais comum entre pessoas entre 25 e 45 anos, a enxaqueca pode se apresentar em outras faixas etárias, incluindo crianças.   

    • Automedicação piora a dor

    Verdade. O uso indiscriminado de medicamentos pode tornar o corpo resistente aos analgésicos e aumentar a dor. É extremamente importante buscar orientação médica para tratar a enxaqueca. 

    • Crise de enxaqueca dura uma semana

    Mito. A duração da enxaqueca pode variar entre 4h e 72h. 

    • Há medicamentos específicos para enxaqueca

    Verdade. Existem vários tipos de medicamentos para o tratamento de enxaqueca. Após o diagnóstico, o médico poderá indicar o melhor analgésico de acordo com o perfil de cada paciente. 

    • Enxaqueca tem cura

    Mito. Ainda não existe cura para enxaqueca, mas ela pode ser controlada por meio de alimentação saudável, atividade física, uso de medicamento correto e acompanhamento médico.

    Ao surgirem os primeiros sinais da enxaqueca, é muito importante procurar por um médico para avaliar a possível causa e buscar o melhor tratamento.

  • 8 perguntas e respostas sobre câncer de testículo

    Embora os casos possam ser subestimados no Brasil, doença pode atingir até 5% dos homens entre 15 e 50 anos e há chances de 90% de cura

     

    Você já ouviu falar em câncer de testículo ou sabe qual a gravidade da doença? Embora raro e responsável por 5% do total de casos de câncer entre os homens, segundo o Instituto Nacional de Câncer, ele merece atenção.

    Em meio a vários questionamentos sobre o assunto, o professor do setor de uro-oncologia da FMABC (Faculdade de Medicina do ABC) e responsável pelo setor de cirurgia robótica urológica no Hospital Brasil e rede D’Or, Dr. Marcos Tobias Machado, esclarece os principais pontos dos sintomas, diagnósticos e tratamentos sobre a doença.

    Veja a seguir:

    1)    O que é câncer de testículo?   

    É uma neoplasia maligna (proliferação de células aberrantes) que acomete o testículo.

    2)    Quais são os principais sintomas iniciais e quais são os mais avançados?

    Os sintomas inicias são indolores, mas há aumento de volume escrotal, inchaço e endurecimento dos testículos. Em casos raros o quadro inicial é acompanhado de massa abdominal ou doenças metastáticas no fígado, pulmão, ossos ou cérebro, que se refere a formação de uma nova lesão a partir de outra.

    3)    Existe alguma causa do câncer de testículo? Qual?  

    Os tumores de células germinativa são os mais comuns. Existem alguns fatores predisponentes ao desenvolvimento desta neoplasia como a criptorquidia (nascer com o testículo fora da bolsa testicular), a infertilidade masculina (não conseguir gerar um filho por via natural) e o uso crônico de drogas (esteroides e maconha)

    4)    É mais frequente em algum tipo de etnia ou a partir de qual idade?

    Considerada uma doença com maior incidência em jovens e adultos de etnia branca entre 15 e 50 anos.

    5)    Quais podem ser os tratamentos indicados? Há chances de cura?

    O índice de cura dos pacientes gira em torno de 90%, através de tratamentos como, cirurgia, radioterapia e quimioterapia.

    6)    O homem pode comprometer sua fertilidade?

    É recomendado que antes de fazer qualquer tipo de tratamento, os pacientes procurem banco de sêmen para armazenamento, através do congelamento, como forma de prevenção, pois os tipos de tratamento podem afetar significativamente o potencial da fertilidade masculina.  A infertilidade secundária, devido a rádio ou quimioterapia, por exemplo, podem ser reversíveis com o passar dos anos.

     7)    Quais tipos de exames detectam o câncer de testículo?

    O paciente pode obter o diagnóstico precoce pelo autoexame. Durante o banho é possível detectar pequenas alterações de tamanho e consistência do testículo. Quando feito no consultório, o médico realiza o exame físico observando possíveis sintomas, caso o resultado do exame de detecção precoce sugerir alterações voltadas ao câncer de testículo, é através da ultrassonografia que é gerada a confirmação.

     8)    Há algum número que registra a quantidade de casos no Brasil por ano?

    Devido à baixa incidência do câncer de testículo no Brasil, não há nenhum programa de prevenção desta doença, pois o número de casos no país é subestimado. 

  • Soluções ajudam a economizar água no banheiro

    Além de hábitos conscientes, é importante escolher produtos que estimulam a sustentabilidade

     

    Tema cada vez mais comum na sociedade atual, a sustentabilidade provoca pessoas e empresas a se comprometerem com atitudes amigáveis com o ambiente – e um dos casos mais emblemáticos se refere à economia de água, indispensável à vida na Terra. Além de hábitos conscientes, existem algumas soluções que ajudam a melhorar a gestão de água consumida no dia a dia, principalmente no banheiro, onde utilizamos torneira, chuveiro e descarga do vaso sanitário com frequência. A a Meber Metais convidou a engenheira química especializada em gestão ambiental Juliana Ferrari Dal Piaz para reunir dicas que ajudam a otimizar a estrutura do banheiro e diminuir o gasto de água.

     

    Duração do banho

    É verdade que o banho é um dos momentos mais relaxantes do dia, mas ele também é apontado como um dos grandes vilões do gasto de água, pois nos sentimos tão confortáveis que não vemos a hora passar. No entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a duração do banho ideal para um consumo consciente de água e energia é de até 5 minutos. Pode parecer pouquíssimo tempo, mas é completamente viável, desde que você otimize esse processo. Que tal lavar primeiro os cabelos, deixando o condicionador agir enquanto limpa o corpo com sabonete?

    Também vale desligar o chuveiro ou ducha nesses intervalos. Dica: faça uma playlist de até seis minutos para escutar durante o banho, assim saberá quando precisa concluir o ‘momento relax’. Outro ponto importante: aposte em uma ducha com boa vazão, assim há melhor aproveitamento de água. A Meber, por exemplo, oferta produtos que maximizam a sensação de volume de água, porém possuem vazão controlada, que pode ser regulada, melhorando assim a qualidade do banho e, ao mesmo tempo, gerando economia. Ao adquirir uma ducha, é importante saber qual a pressão de água no ponto de uso, escolhendo o produto que mais se adequa a essa pressão (confira neste linkmodelos de ducha e suas características de conforto).

     

    Torneira

    Soluções funcionais são sempre bem-vindas para desenvolver um consumo consciente, principalmente quando unem eficiência de desempenho, material de qualidade e design. Importante escolher torneiras com arejador economizador, um dispositivo que é capaz de diminuir, em pelo menos 50%, a quantidade de água sem alterar a funcionalidade e conforto da peça. Isso porque o arejador mistura ar à água, reduzindo o consumo e direcionando o jato, o que mantém a sensação de volume.

     

    “Ótima opção para quem deseja economizar água durante a escovação são as torneiras automáticas, que podem ser acionadas manualmente (basta apertar seu botão), e eles ficam abertas por tempo fixo determinado e fecham sozinhas, e as torneiras eletrônicas, que possuem sensor de presença e abrem e fecham sozinhas, mediante a aproximação das mãos em relação à torneira. Essas soluções também são perfeitas para lavatórios de ambientes comerciais, onde há grande circulação de pessoas”, pontua Juliana.

     

    Existem modelos com estética minimalista – verdadeiros curingas que combinam com os mais diversos estilos de projeto. Um deles é a torneira eletrônica da linha Mebermatic (modelo 10076 C, de bancada), da Meber, também acionado eletronicamente.

     

    Fluxo da descarga

    Hoje em dia não existem mais razões para não escolher descargas com válvulas de diferentes intensidades (geralmente dois botões que liberam mais ou menos água, que o usuário aciona conforme a necessidade de uso). Esses sistemas são acessíveis, eficientes e eco-friendly.

     

    Empresa amiga do ambiente

    Por último, mais um detalhe que vale a pena priorizar na hora de comprar metais para o banheiro: escolha uma marca que seja realmente engajada com a causa ambiental. A Meber, por exemplo, é compromissada em reduzir danos à natureza. As práticas ecologicamente adequadas da empresa envolvem a gestão ambiental de todo o processo e reúnem medidas como tratamento e destinação adequados para todos os resíduos gerados; tratamento de gases nos processos produtivos; redução do consumo de água, matérias-primas e energia, além de trabalhar com a metodologia de produção mais limpa, que tem como objetivo principal a redução da geração de resíduos na fonte, minimizando impactos e melhorando a eficiência dos processos produtivos. Todo esse cuidado com o processo deve se estender ao consumidor, por isso a Meber oferece produtos que prezam pela utilização racional dos recursos naturais em todas as etapas.

  • Seicho-No-Ie reafirma seu compromisso com o Brasil

     

    Desde a década de 1930, entidade dá suporte social, educacional e ambiental a sociedade brasileira.

    Desde o alvorecer do Brasil República, com a chegada do 1.° navio em 1.908, os japoneses oferecem sua tradição e labuta ao Brasil. Mas foi na década de 1.930 que um dos pilares da colônia, a Seicho-No-Ie, agregou ao país ainda maior solidariedade, amparo moral, referência educacional, assistência a quem dos mais diversos problemas, exemplo de preservação ambiental, entre outras frentes de atuação.

    Para confirmar essa parceria histórica com os pilares da Nação, a entidade convida toda a sociedade brasileira para a 90.ª Solenidade Comemorativa da Fundação da Seicho-No-Ie e da Transmissão da Sagrada Tocha da Verdade ao Supremo Presidente da Seicho-No-Ie.

    Parceria que se consolida através dos anos – Hoje, são mais de 2 mil pontos de atendimento/reunião, 6 mil palestrantes com missão doutrinária que acolhem e orientam, escolas, casa de idosos, milhões de impressos de cunho religioso e filosófico, campanhas de doações para entidades assistenciais, uma forte mobilização de proteção ao meio ambiente, entre outras formas de acolhimento.

    A solenidade reúne as máximas representatividades da entidade, recebe autoridades, celebra sua história, traz relato de pessoas que foram beneficiadas, e reafirma o compromisso da Seicho-No-Ie com o Brasil.

    SERVIÇO: A Solenidade será Domingo, 10 de março de 2019, das 9h às 11h, à Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 1266, Jabaquara, São Paulo, próximo à estação Conceição do metrô. Estacionamento gratuito; entrada franca. Em caso de cobertura do evento, pedimos contato prévio para melhor recebê-los.

  • Descubra os principais fatores que podem causar ressecamento na região vaginal

    Sintomas associados pela população à menopausa, também podem ocorrer em mulheres mais jovens e até ser intensificado por fatores externos

     

    A saúde íntima da mulher pode, muitas vezes, ser negligenciada por conta da correria do dia a dia, excesso de tarefas no trabalho, cuidados com a casa e a família. Aquela sensação de queimação na área vaginal, coceira, dificuldade de urinar ou até mesmo dor durante o contato íntimo são sintomas comuns da secura vaginal e devem ser investigados. O ginecologista  Dr. Márcio Elias CRM 82558, explica que a região íntima da mulher é muito sensível a fatores externos e psicológicos, como problemas profissionais, preocupações familiares e pessoais dentre outras. Mas alguns cuidados podem diminuir a incidência e até evitar que este incômodo apareça novamente. Entenda algumas causas:

     

    Falta de estrogênio

    Fabricado naturalmente pelo corpo feminino, esse hormônio estimula a produção de glicogênio, que serve de alimento para as bactérias benéficas encontradas na vagina que equilibram o Ph natural deste local. A falta deste hormônio compromete todo o ciclo menstrual, além de deixar a parede vaginal mais fina. Em geral, as baixas concentrações de estrogênio no corpo das mulheres pode causar ressecamento vaginal, situação esta comum  na menopausa e na fase de aleitamento materno.

     

    Medicamentos

    O uso prolongado de alguns tipos de medicamentos e tratamentos oncológicos (Quimioterapia e Radioterapia) também podem interferir na produção de estrogênio. As mulheres que estiverem recebendo este tipo de tratamento devem observar se o ressecamento vaginal se faz presente.

     

    Infecções

    A Candidíase vaginal e outras infecções que afetam a cavidade vaginal muitas vezes alteram a flora natural da vagina e são capazes de desenvolver um quadro de secura vaginal. Tratamento é necessário bem como hidratação local caso necessite. Fique atenta!

     

    Pílula Anticoncepcional

    Usuárias de contraceptivos hormonais orais podem apresentar quadro de ressecamento vaginal. É pouco frequente, mas pode afetar a lubrificação íntima e dificultar relação sexual.

     

    Problemas de natureza psicológica

    Como alguns dos sintomas da secura vaginal só são sentidos durante a relação sexual, o problema pode estar, justamente, relacionado à falta de excitação, lubrificação, insatisfação com o parceiro, situações de stress e até quadros de depressão.

    “Para tratar o ressecamento vaginal é imprescindível identificar os sintomas que estão causando o problema. O tratamento é multifatorial e pode ser combinado entre medicamento, suplementação e dietas. Hoje no mercado, existem maneiras rápidas e eficazes para minimizar o problema, como o uso de gel hidratante intravaginal, que auxilia na manutenção da hidratação vaginal natural e da hidratação tecidual. Opte por gels à base de ácido hialurônico e sem hormônios. E atenção, é importante sempre utilizar o hidratante intravaginal sob supervisão médica”, alerta o especialista.

     

  • Sete dicas para o bem-estar de quem tem sete vidas

     

    Felinos vêm conquistando cada vez mais espaço nos lares brasileiros, mas conhecer suas particularidades é fundamental

    Eles já foram vistos como divindades, mas também já foram considerados vilões. Figuram na mitologia e nas superstições. Fazem sucesso em desenhos animados, contos de fadas e filmes, sempre como personagens inteligentes, misteriosos, sedutores e cheios de manias. As histórias e crenças sobre os gatos são tantas que há até quem acredite que eles realmente têm sete vidas.

    Um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), constatou que já existiam mais de 22 milhões de felinos nos lares brasileiros em 2013. E o mais interessante: a população de gatos vem se multiplicando em maior proporção que a dos cães.

    Os gatos realmente vêm conquistando cada vez mais espaço nos lares e corações dos brasileiros, mas para ter um bichano é fundamental conhecer suas peculiaridades. Por isso, confira as dicas da veterinária do pet center HiperZoo, Samya Duarte Nossabein, e da comportamentalista Natália Martins.

    1 –Tudo sob o seu controle

    Gatos são controladores e sistemáticos. Gostam de dominar o ambiente em que vivem, os objetos, outros animais e, inclusive, seus tutores. “Qualquer mudança na casa pode estressá-los. Um novo membro na família, uma visita e, até mesmo, a alteração de um móvel de lugar”, explica a comportamentalista. O estresse pode ser tanto que o animal pode adoecer. Por isso, o ideal é que as mudanças sejam feitas de forma gradativa. “Vai mudar os móveis da sala? Mude primeiro um sofá. Dias depois, o outro. Posteriormente, as mesas… Parece exagero para nós, mas para os gatos, faz bastante diferença”, completa.

    Também adoram rotina e saber exatamente o que vai acontecer. Horários fixos para comer, brincar e receber carinho, vão fazer com que se sintam mais seguros. Até a mudança no horário de saída e chegada do tutor, é percebida pelo gato.

    E, por fim, são territorialistas. Sabe aquele hábito de arranhar o sofá da sala ou os móveis mais próximos da entrada da casa? São uma forma de mostrar, para potenciais intrusos, que aquele local tem dono.

    2 – Higiene

    Os bichanos também prezam muito pela higiene. Fazem suas necessidades nas caixas de areia, mas desde que estejam limpas. Do contrário, podem evacuar no lugar errado ou segurar a urina. O tutor deve procurar retirar as fezes e blocos de areia assim que possível e também disponibilizar a quantidade de caixas de areia ideal: uma unidade a mais que o número de gatos da casa. São três gatos? Quatro caixinhas de areia. Desta forma o animal pode escolher uma caixa que não acabou de ser usada por um companheiro. Ah! Pratos de água e comida devem estar bem longe do “toalete” ou seu amiguinho simplesmente não irá se alimentar.

    3 – Silêncio? Pode ser um alerta

    Outro grande desafio para o tutor é perceber quando o gato está com dor ou não está se sentindo bem. Os gatos escondem a doença, um hábito instintivo ainda muito presente. Na natureza, seus ancestrais precisavam disfarçar a dor ou a doença para não serem mortos por outros predadores que disputassem o mesmo território ou alimento.

    “É importante estar atento a qualquer mudança. Se o gato ficar muito quieto, mais isolado, pode ser que algo não esteja bem”, revela a veterinária. Agressividade ou vocalização diferente do normal, também podem ser sinais de que algo não vai bem. Na dúvida, consulte um veterinário.

    4 – Saúde

    Assim como os cães, os cuidados básicos também são fundamentais para o bem-estar dos bichanos. Vacinas anuais, vermífugos e antipulgas administrados regularmente e check ups a cada seis meses ou um ano fazem toda a diferença.

    Duas doenças virais também costumam assombrar os tutores de gatos. A FIV (vírus da imunodeficiência felina), também conhecida como aids felina, é transmitida por meio de mordidas, arranhaduras, contato sanguíneo, na gestação e amamentação. Já a FeLV (vírus da leucemia felina) é transmitida por meio da lambedura direta ou contato com secreção salivar, como no compartilhamento de pratos de ração e água, por exemplo.  As duas doenças não têm cura e afetam o sistema imunológico do gato.

    Segundo a veterinária, o ideal é realizar exames diagnósticos antes de receber um novo animal em casa e, também, não deixar que o gato tenha acesso à rua, desta forma evitando contato com possíveis animais infectados. Existem testes rápidos para avaliação das doenças, porém nem sempre o resultado é fidedigno, pois outros fatores podem influenciar o resultado. De qualquer forma, o mais indicado é realizar os exames conforme orientações do médico veterinário.

    Gatos também costumam sofrer com desconfortos gástricos e vômitos de bolas de pelos, formadas no estômago devido a ingestão de pelos durante a lambedura. Para amenizar o problema, o tutor pode apostar em escovas que ajudam a retirar o excesso de pelos mortos e fazer usos de pastas, rações e petiscos que auxiliam na eliminação de pelos ingeridos.

    Doenças renais e cistites também são muito comuns. Gatos não costumam ingerir água em quantidade suficiente, tanto pela anatomia da língua, que não faz o movimento de concha para captar a água, como pelo hábito da espécie, que na natureza se alimentava de presas vivas que supriam também essa necessidade. Distribuir vários potes de água pela casa e investir em fontes, que mantém a água em movimento e mais limpa, estimulam a ingestão de líquido. Alimentos úmidos também são uma alternativa. Segundo a veterinária, a cistite muitas vezes pode ser também consequência de um quadro de estresse.

    5 – Segurança

    Quem deseja ter um gato também deve investir em segurança. Os bichanos são caçadores natos e não pensam duas vezes antes de pular uma janela em busca de aventuras na rua. Telas nas janelas e placas de identificação são itens básicos. Na rua, os gatos podem sofrer acidentes, adquirir doenças e parasitas ou se machucar em brigas.

    Caixa de transporte é outro item básico para os passeios ou idas ao veterinário. Os bichanos se assustam facilmente e podem fugir ou pular no tutor, se estiverem soltos dentro do carro.

    6 – Enriquecimento ambiental

    O ambiente que o gato vive deve conter acessórios que o ajudem a gastar energia, suprir seus instintos de caça e estimular seu cérebro. Brinquedos que imitem presas ou os façam se movimentar vão alegrar os pequenos caçadores. Prateleiras ou móveis que os mantenham no alto são ideais para que se sintam seguros e possam observar “suas presas”.

    Brinquedos que dispensam ração e petiscos também estimulam a atividade física e preservam o instinto de busca pelo alimento. Penas e varinhas para balançar no ar, também são bem-vindos. E arranhadores, para que possam afiar as unhas e demarcar território. O tutor deve optar por modelos mais firmes e altos, nos quais o gato possa se esticar.

    7 – Cheirinhos do bem

    Alguns odores também podem colaborar para o bem-estar dos peludos. O cat nip, uma erva da família das hortelãs, é apreciada pela maioria dos gatos. Utilizada dentro de brinquedos ou borrifadas em arranhadores e outros locais, atrai os bichanos e promove uma sensação de bem-estar. “Alguns gatos chegam a sair saltitando contentes pela casa”, comenta Natália. E vale ressaltar: a erva não vicia e não faz mal.

    Os feromônios também são ótimos aliados do bom comportamento felino. No mercado pet já é possível encontrar feromônios sintetizados, como o facial, utilizado pelos gatos para marcar território nos humanos ou objetos que gostam. Quando os gatos esfregam o rosto em nossas pernas ou móveis estão deixando esse odor e mostrando que se sentem bem. Utilizar esse cheirinho nas caixas de transporte ou ambiente tranquilizam o animal.

    Outro feromônio também já sintetizado é o do odor mamário, que remete ao cheirinho da mãe e transmite segurança. São muito utilizados quando chega um novo gato na casa, melhorando a relação afetiva entre eles.

    Com essas dicas e alguns produtos no enxoval, é possível proporcionar maior bem-estar e saúde para os gatinhos e retribuir o carinho que eles nos oferecem.

     

  • Você sabe como é produzido o alimento do seu pet?

     

    Conheça as curiosidades do processo de fabricação do alimento do seu melhor amigo!

     

    Quando seu melhor amigo sai correndo feliz em direção ao potinho de ração que acaba de ser servido, muitas vezes o tutor não faz ideia do que está por trás daquele alimento, especialmente quando o assunto é processo de fabricação.

    A Royal Canin, uma das maiores fabricantes do mundo de alimentos de alta qualidade e segurança alimentar para gatos e cães, mostra algumas etapas fundamentais e outras até curiosas sobre a produção das rações para gatos e cães.

    Formulação: Na Royal Canin, os produtos são formulados com base na precisão nutricional, e é na sede da empresa, no interior da França que isso ocorre. Especialistas em nutrição trabalham com base nas necessidades de cada animal sempre associados à evidências científicas atualizadas.

    Seleção da matéria-prima:  toda a matéria-prima que chega à fábrica da Royal Canin, em Descalvado, vem de um fornecedor rigorosamente selecionado e que deve atender a todos os padrões de excelência em segurança e qualidade.

    Ao chegar na fábrica, a matéria-prima permanece dentro do caminhão, em uma área externa, para uma averiguação inicial. Lá são coletadas amostras por meio de uma sonda de lugares e profundidades diferentes do caminhão para que sejam analisadas imediatamente em laboratório. Se houver qualquer tipo de irregularidade no conteúdo o caminhão retorna imediatamente e não chega se quer próximo a área de descarregamento.

     

    Ao ser aprovada, a matéria-prima vai para o interior da fábrica sem qualquer contato humano, evitando, assim, contaminação. O processo de descarregamento é feito por meio da inclinação do caminhão, que despeja o conteúdo em uma espécie de “funil gigante”, para que seja armazenado em reservatórios (silos) de onde serão utilizadas as quantidades necessárias para a fabricação de cada tipo de alimento.   

     

    Ingredientes, muitos ingredientes: para produzir um alimento completo e balanceado, é necessário utilizar diversas fontes de nutrientes, garantindo que o pet receba as proteínas, gorduras, carboidratos, fibras, vitaminas e minerais necessários para contribuir para a saúde e longevidade.

     

    Receita tecnológica: A formulação correta de cada tipo de alimento é garantida por meio do acompanhamento de sistemas de computadores presentes no interior da fábrica. São neles que os especialistas inserem a “receita” para aquele determinado produto. A partir dali as máquinas pesam, misturam e trituram as matérias-primas que, em seguida, serão cozidas em alta pressão e temperatura, por meio de um processo chamado extrusão.

     

       O alimento ganhando forma: Para isso, ao final da extrusão, a massa do alimento é empurrada através de uma placa e cortada por lâminas, moldando o formato final e tamanho de cada croquete ou tipo de alimento, sempre mantendo as características ideais e o padrão de qualidade global exigidos pela marca.

     

     

     Secagem: após o alimento ganhar sua forma final, é preciso realizar a secagem em outra máquina para que ele possa ficar com a umidade ideal.

    Recobrimento e engorduramento:. O objetivo desta fase de processamento é aumentar a palatabilidade do produto, tornando mais atraente para o pet, além de nutritivo. Vale lembrar que a gordura aqui não tem conotação negativa, ela faz parte dos nutrientes que o cão e o gato precisam ao longo do dia, sendo incluída de forma precisa, mantendo a qualidade e colaborando para a saúde do seu melhor amigo.  

    Embalagem:  a embalagem tem a função de preservar e proteger o alimento, sendo todo o processo de empacotamento automatizado. As máquinas, previamente programadas, acomodam e pesam os pacotes antes de liberá-los para o corte e armazenamento.

    Nitrogênio no lugar de oxigênio: Para alguns tipos de embalagens, no momento de fechamento, a máquina retira parte do oxigênio presente no pacote e injeta uma quantidade de nitrogênio. Esse processo contribui para a conservação do alimento, limitando a oxidação e mantendo a sua qualidade por mais tempo.  

              Armazenamento para o centro de distribuição: As embalagens de alimentos são, enfim, acomodadas em paletes e transferidos para os caminhões que as levarão até os centros de distribuição e, finalmente, para os pontos de venda em que são adquiridos por você para o seu melhor amigo!

     

  • Uso excessivo de salto alto pode prejudicar a saúde dos pés, coluna, joelhos e até quadris

     

    Saltos com menos de 3cm são os mais recomendados para o dia a dia

    O uso excessivo de calçados com salto alto pode trazer uma série de problemas para saúde, afetando diversas regiões do corpo como os joelhos, a coluna, os pés, tornozelos e até quadris. As dores nessas regiões surgem porque o salto alto altera a maneira de andar, não respeita o formato dos pés e altera a distribuição de carga.  Este cenário pode levar ao desenvolvimento de calosidades plantares e da metatarsalgia, dor que acomete a região abaixo dos dedos, além de estar associado ao aparecimento do joanete.

    Para evitar problemas, os calçados devem acomodar os pés em todas as suas dimensões (altura, largura e comprimento), sem apertá-los. Calçados com saltos muito altos e finos solicitam maior trabalho da musculatura ao redor do tornozelo para estabilizá-lo, o que pode causar dores musculares na perna. 

    Mas, há mulheres que não dispensam o uso do sapato de salto alto, muitas vezes por alegar elegância ou até necessidade (no caso de algumas profissões), mas segundo o Dr. Marco Túlio Costa, presidente da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé – ABTPé caso a mulher opte por continuar o uso, o ideal é que ela altere o tamanho e formato do salto, optando por calçados “confortáveis” ou mesmo sapatos plataforma, sempre que possível, uma vez que dessa forma, o peso do corpo é melhor distribuído.

    “Uma avaliação médica é importante para orientar a conduta em relação a frequência do uso do salto ou a sua modificação caso haja algum desses sintomas”, conclui o especialista. Vale lembrar que os saltos com menos de 3cm são os mais recomendados para o dia a dia. Acima disso, qualquer sapato já é considerado prejudicial.

     

    Sobre a ABTPé:

    A Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé (ABTPé) foi fundada em 1975 com a missão de unir a classe médica na especialidade, estimular o intercâmbio de informações científicas fomentando a educação continuada entre os especialistas de pé e tornozelo no Brasil. Também tem a responsabilidade de esclarecer a população sobre os temas relacionados à especialidade.

    Estamos à disposição para informações e entrevistas sobre a saúde e cuidados com tornozelos e pés, como: acidentes nos esportes com lesões, acidentes domésticos com lesões, deformidades, pé diabético, cuidados com o uso de saltos altos, joanetes, fascite plantar, cirurgia plástica nos pés, esporão do calcâneo, calos e calosidades, metatarsalgia, neuroma de Morton, gota, artrite, entorse, fraturas, dentre outros.

  • Dicas para sair do vermelho e melhorar a vida financeira

    Por mais que sair do vermelho seja uma tarefa difícil, vale lembrar que isso está longe de ser algo irrealizável. Com as orientações certas é possível, sim, organizar a vida financeira, afinal, toda ajuda pode ser uma escada para alcançar a saúde financeira novamente.

    Para sair do vermelho é importante se entender

    Entender a situação é o primeiro passo para sair dela. Às vezes pode ser difícil assumir que há algum problema. Por isso, é importante admitir e começar a correr o quanto antes para resolvê-lo.

    É fundamental encontrar algum jeito de visualizar todas as dívidas. Uma das opções é colocar em um papel o que está devendo, para quem e por quanto tempo essa dívida irá durar. Outra dica é colocar ainda tudo em uma lista de forma crescente, inclusive os pequenos gastos.

    Planejamento financeiro

    O planejamento financeiro é um ponto crucial para sair do vermelho. Com ele, é possível encontrar uma forma ideal de usar o dinheiro. Outro ponto bastante interessante é que ele será algo fundamental para evitar que se gaste mais do que ganha.

    Começar pelas dívidas maiores

    Geralmente, as despesas mais caras costumam cobrar juros maiores. Por isso, é importante eliminá-las o quanto antes para sair do vermelho! Afinal, quanto mais tempo demorar para quitá-las, maiores elas ficarão, o que pode desenvolver uma bola de neve gigantesca e piorar ainda mais a situação.

    Negociar é sempre uma boa escolha

    Em caso de endividamento, é pouco provável que haja algum dinheiro sobrando para quitar a dívida. No entanto, vale lembrar que todo credor, de uma forma ou outra, quer o seu dinheiro de volta. A maioria deles estão sempre abertos a realizarem alguma negociação para quitar o débito.

    Fazer um empréstimo pode ser uma opção. Contudo, é importante avaliar se esse procedimento compensa ou não. A Foregon oferece soluções que ajudam o consumidor a encontrar o produto mais ideal.

    Para reorganizar a vida financeira

    Depois de sair do vermelho é importante tomar cuidado para não ficar negativado novamente. Não se esqueça de traçar metas e manter a disciplina. É muito provável que outras oportunidades de se endividar aparecerão de novo e, por isso, é importante ficar de olho para não extrapolar novamente.

    Além de buscar por mais chances de investir o seu dinheiro para fazer a renda aumentar mais, também é imprescindível ter uma reserva para momentos de emergência.

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  • Doenças que podem ser transmitidas durante os dias de folia

     

     

     

                                                                                 Imagem retirada da internet

     

     

    Além das DST´s, a doença do Beijo é mais transmitida nessa época

     

     

    O carnaval é uma porta aberta para a folia, mas também representa perigo. No ato sexual sem preservativo ou mesmo nos beijos podem estar escondidos muitos vírus e bactérias que podem suscitar doenças sexualmente transmissíveis, mais conhecidas como DST´s.

    Os sintomas são variados conforme o ginecologista e obstetra, Domingos Mantelli explica, “podem começar com uma coceira ou ardência na região íntima e até se mostrar semelhante a uma faringite, como é o caso da doença do beijo. Chamada de mononucleose infecciosa, a doença do beijo é causada por um vírus da família do herpes e pode ficar alojado na orofaringe por até 18 meses. É transmitida pela saliva e os principais sintomas são febre, dor de garganta e aumento dos linfonodos do pescoço. Também pode haver aumento do baço”, ressalta o médico.

    Se o clima esquentar e o casal decidir fazer sexo sem camisinha, os riscos aumentam. Dentre as principais doenças sexualmente transmissíveis estão:

     

    • Aids: Ataca o sistema imunológico. Os primeiros sintomas são parecidos com gripe, como febre e mal-estar;

    • HPV: Pode ser assintomático ou provocar o aparecimento de verrugas do tipo couve-flor na pele e nas mucosas do colo do útero, vagina, vulva, região pubiana, perianal, ânus, pênis, bolsa escrotal, boca e garganta. Pode causar câncer no colo do útero, verrugas genitais e câncer na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca;

    • Gonorreia: Os primeiros sinais podem surgir em 24 horas, tais como lesões e secreções parecidas com pus. A prática do sexo oral ou anal pode levá-la à região causando obstrução anal e alteração na voz;

    • Sífilis: Em graus elevados, pode causar pequenas feridas nos órgãos genitais, ínguas na virilha, gânglios aumentados, manchas vermelhas na pele, queda de cabelo. Esses sintomas podem desaparecer dando sinal que houve uma cura, mas na verdade volta pior podendo chegar a óbito;

    • Herpes genital: Causa ardor, prurido, formigamento e gânglios inflamados. Podem anteceder erupção cutânea e manchas vermelhas. Essas erupções e manchas podem evoluir para bolhas e, quando romperem, criarem casca e cicatrizarem, mas a pessoa continua com o vírus;

    • Tricomoníase: Traz dor durante a relação sexual, ardência e dificuldade para urinar, odor forte e coceira nos órgãos sexuais;

    • Clamídia: a infecção pode não apresentar sintomas, por isso, pode dificultar o diagnóstico, mas os sintomas comuns são dor ou ardor ao urinar, vontade de urinar e presença de secreção fluida.

    Caso perceba qualquer um desses sintomas, procure um médico. 

    A única forma segura de se prevenir contra as doenças sexualmente transmissíveis é usar preservativo. A mulher nem precisa depender do parceiro. Para garantir a proteção, pode incluir na bolsa uma camisinha feminina. Assim, a folia está garantida, e com segurança.